A coordenação do curso fará orientação de matrícula individual, de 02 a 19/05, mediante agendamento prévio. Agendar diretamente com a professora pelo e-mail: vanessa.leite@ufpel.edu.br
Bate-papo com Patrícia Silveira sobre o Coletivo As DramaturgAs e o livro Liberdade
Data: 27/04/2023 (quinta-feira)
Horário: 16h
Local: Sala Preta – Centro de Artes UFPel
Entrada franca
O projeto Leituras do drama contemporâneo abre sua temporada 2023 com uma atividade super especial!
Na próxima quinta-feira, dia 27/04/2023, a partir das 16h, na Sala Preta do Centro de Artes, será realizada a leitura dramática do texto No antes, naquele dia e agora – Invisível, de Virgínia Schabbach. O texto compõe a coletânea Liberdade, publicada pelo Coletivo As DramaturgAs no final de 2022, sob a organização de Patrícia Silveira. E, justamente para falar sobre o livro, o coletivo e dramaturgia escrita por mulheres, Patrícia Silveira estará conosco logo após a leitura.
Pelotas recebe releitura da peça “O Homem e a Mancha”, de Caio Fernando Abreu
Apresentação acontece no dia 16/04 no Teatro Sicredi
Crédito: Gilberto Perin
Pelotas recebe em abril o espetáculo teatral “O Homem e a Mancha: Multimídia”, uma releitura da consagrada peça homônima de 1996 com texto de Caio Fernando Abreu. Promovida pelo Sesc/RS, a apresentação acontece no domingo, dia 16 de abril, às 20h, no Teatro Sicredi (Av. Dom Joaquim, 1087). Os ingressos podem ser adquiridos no Sesc por R$30 para o público em geral e R$15 para usuários do cartão Sesc/Senac nas categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, idosos e classe artística.
Com recursos multimídia, o monólogo é estrelado pelo premiado ator Marcos Breda, o mesmo da montagem original. Com o auxílio da tecnologia, o artista revive e, ao mesmo tempo, dialoga com o personagem dos anos 90 enquanto transita entre a história de diferentes personagens. Dentre eles, um ator à procura de um personagem, um aposentado solitário que se isola do mundo, um homem obcecado por uma mancha na pele e Dom Quixote, o cavaleiro da triste figura.
“O Homem e a Mancha” foi dirigido originalmente por Luis Artur Nunes, já com Marcos Breda, logo após a morte de Caio Fernando Abreu, em 1996. Foi em 2016, para comemorar os 20 anos da primeira montagem, que a releitura apresentou uma proposta multimídia para o trabalho ao combinar várias linguagens para a apresentação. A peça, dirigida por Aimar Labaki, é apresentada em formato híbrido, além da palavra narrada e dramatizada, com imagens e sobreposição de cenas gravadas, música e iluminação que propõem diálogo entre a memória e o presente. Os elementos, assim, se recombinam de maneira distinta da montagem original de 96. Além do Breda jovem, dos anos 90, o próprio Caio Fernando Abreu pode ser visto e ouvido, em gravações, levando o público a entender o que ele, como autor, desejava para cada cena. Mais informações sobre a apresentação podem ser obtidas pelo telefone (53) 3225-6093 ou pelo WhatsApp (53) 99131-3176.
Há 77 anos, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac está próximo da comunidade e das empresas gaúchas em prol do desenvolvimento, da felicidade e da mudança. Oportunizar mais acesso à cultura, ao esporte, à saúde, ao lazer, à assistência e à educação é a prioridade dos serviços oferecidos pelo Sesc e pelo Senac no Estado. Além disso, com o apoio dos sindicatos empresariais filiados, a Fecomércio-RS oferece ações que incentivam o empreendedorismo e o crescimento dos negócios do setor terciário.
“O Homem e a Mancha: Multimídia” – Sesc Pelotas
Data: 16/04 (domingo) Horário: 20h Local: Teatro Sicredi (Av. Dom Joaquim, 1087) Ingressos: à venda no Sesc por R$30 para o público em geral e R$15 para usuários do cartão Sesc/Senac nas categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, idosos e classe artística Informações: pelo telefone (53) 3225-6093 ou pelo WhatsApp (53) 99131-3176
Participe da ação de ensino que te apresentará uma metodologia para se trabalhar a voz e a fala! Uma prática que abrange leis e princípios relevantes para uma fala saudável e que, muito embora tenha sua gênese na área teatral, não é uma prática exclusiva para atores. Estende-se a qualquer pessoa interessada na Arte de Falar e que queira aprimorar e/ou explorar suas potencialidades como professor, intérprete de histórias, na récita de poesias, na interpretação de contos, crônicas e peças, na dublagem, na advocacia, etc. Uma pedagogia que dá suporte à descoberta de sua personalidade artística, e que antes de qualquer coisa, protege o aparelho fonador de possíveis patologias decorrentes do estresse contínuo do uso mau empregado da voz.
Coordenação; profa. Aline Castaman
Colaboração: pedagoga russa Elena Konstantinovna Gaissionok
“PAI-DE-DEUS”
tem como título o apelido dado a um torturador, mas também remete sonoramente a pas de deux, uma vez que dois atores ocupam o espaço num instigante jogo de interpretações que se opõem e se complementam. O texto de Valter Sobreiro Júnior , que também assina a música original, é dividido em duas partes, nelas assistimos a duas visitas que um jovem (Germano Rusch) faz a um velho (*Joao Schmidt*). Não sabemos ao certo quem são esses personagens, mas os conflitos estabelecidos na sequência de ações dão conta de memórias terríveis que os ligam a um passado comum: a ditadura militar. São trazidos à tona culpas, remorsos, desespero e violência, ou seja, todo um painel sombrio a evocar essa época, em que a tirania se impunha aos corações e mentes do país.
PAI-DE-DEUS tem preparação corporal de Marvin Duarte, figurinos de João Bachilli, Desenho de Luz e operação técnica Fabrício Álvaro cenografia de Joao Schmidt.
Edição de Vídeo Mateus Dias.
Participação Tania Fayal em vídeo de *Aless