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    Notícias
  • Processo Seletivo para Bolsista de Monitoria – modalidade virtual

    O Prof. Marco Antonio Tonus Marinho, do Depto. de Ecologia, Zoologia e Genética do IB, torna público que realizará Processo Seletivo para o preenchimento de 01 vaga para Bolsista de Monitoria, modalidade virtual, nos termos do Edital NUPROP nº 07/2020. As informações sobre o processo seletivo, bem como a própria inscrição, poderão ser acessadas através do formulário disponível no link abaixo:
     
    Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: marco.marinho@gmail.com
  • I Semana Integrada do Meio Ambiente – NURFS/CETAS & Instituto de Biologia

    Com o tema: “Conservação, por que é essencial?”, entre os dias 1 e 5 de junho acontece a I Semana Integrada do Meio Ambiente – NURFS/CETAS & Instituto de Biologia. O evento ocorrerá na Plataforma Google Meets e contará com diversos palestrantes.
    Segue Programação e Cartaz de Divulgação.
     
    Maiores informações nas redes sociais do NURFS/CETAS
  • O Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter celebra 50 anos

      

                    O Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter completa 50 anos nesta quinta-feira, dia 21 de maio. O museu está em uma nova sede desde o ano passado, junto à Praça Cel. Pedro Osório, no coração do centro histórico da cidade de Pelotas. Esta mudança foi muito importante para o museu, que passou a ter maior visibilidade e um aumento considerável no número de visitantes. Desde a mudança de sede, o museu teve uma série de novidades e é possível perceber muitas mudanças positivas tanto na organização geral do acervo, exibições e mesmo em relação ao público. A mudança de prédio foi fundamental para a manutenção do acervo, que agora está em um espaço mais adequado, que oferece melhores condições para a conservação das coleções. Junto com a mudança física de espaço, houve também uma mudança de conceitos e expografia no Museu, sob coordenação do Prof. João Iganci e da Profa. Raquel Lüdtke, do Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, da UFPel, buscando uma modernização da coleção e das exibições do acervo ao público visitante. O Museu passou a integrar um circuito junto de outros elementos culturais da cidade, que incluem o Museu do Doce, o MALG, o Mercado Público, dentre outros. Entre maio e dezembro de 2019 o Museu Carlos Rittter teve o dobro do número de visitantes que costumava ter em um ano, no antigo endereço. O principal público do museu permanece sendo de estudantes e professores de escolas de ensino fundamental de Pelotas e região, entretanto houve um grande aumento de visitantes individuais, que encontram no museu mais uma atração turística na cidade de Pelotas. O museu tem, desde sua reinauguração, três exposições permanentes principais, que são compostas por um diorama, que representa uma paisagem natural do bioma Pampa, com animais e plantas típicos da região e que convidam para um diálogo sobre biodiversidade e conservação da natureza. A sala principal do museu apresenta um painel sobre evolução das aves, junto da principal coleção, que são as aves taxidermizadas, a maior parte originais da coleção de Carlos Ritter. O destaque desta exposição está no diálogo sobre as relações evolutivas, de parentesco, entre as diferentes espécies de aves apresentadas e sobre as adaptações ecológicas em espécies típicas de distintos ambientes naturais da região. A terceira exposição é sobre a coleção de borboletas de Ceslau Maria Biezanko, que também ganhou maior destaque no prédio novo. Além destas exposições permanentes, o Museu Carlos Ritter teve diversas exposições temporárias e eventos abertos ao público durante este primeiro ano de casa nova. Assim, o museu se consolida como mais um atrativo cultural de Pelotas.

                               Um museu de ciências naturais tem um papel fundamental para a divulgação científica e para a educação ambiental. O Museu Carlos Ritter, na qualidade de um museu universitário, tem uma grande importância na promoção do diálogo entre a Universidade e a comunidade de Pelotas e região. Esta ligação é capaz de levar o conhecimento acadêmico até a comunidade, de forma acessível e inclusiva, despertando o interesse pelas ciências e a consciência sobre a importância de conhecer e preservar a biodiversidade local. Além dos visitantes escolares, o museu é também um espaço de formação para os alunos da UFPel, onde diversos projetos de ensino, pesquisa e extensão são desenvolvidos. O museu estava preparando uma série de atividades para comemorar os 50 anos. A primeira destas atividades foi uma exposição temporária sobre a cervejaria C. Ritter & Irmão, que conta um pouco sobre a história da indústria de Carlos Ritter na cidade de Pelotas e sobre os processos biológicos envolvidos na produção da cerveja. Infelizmente o museu precisou ser fechado, por conta da quarentena, logo depois de inaugurar esta exposição, que será exibida novamente ao público assim que as atividades da UFPel retornarem ao normal. Buscando atender ao público do museu de forma remota, algumas atividades estão programadas para acontecer de forma virtual nas redes sociais e celebrar a data. Na terça-feira, dia 19 de maio, às 19h, acontecerá o lançamento do selo comemorativo dos 50 anos do museu e na quinta-feira, dia 21 de maio, também às 19h, o Prof. Iganci participará do programa Pinheiro Nativo, que vai ao ar pelo Youtube, onde o tema será o dia internacional da Biodiversidade e a comemoração do aniversário do Museu Carlos Ritter. No mesmo dia o Prof. Iganci receberá uma homenagem da PREC UFPel, através de um título de Mérito em Extensão, pelo trabalho realizado junto ao Museu Carlos Ritter. Outras atividades virtuais estão sendo preparadas e serão divulgadas através das redes sociais do museu.

     

                    Parabéns ao professor João Iganci pelo mérito em Extensão da UFPEL merecido pela sua atuação com sua equipe frente a administração do MCR.

  • Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter completa um ano na nova sede

                            No dia 13 de maio de 2020 o Museu Carlos Ritter comemorou um ano desde a mudança para a nova sede, no Casarão 1, junto a Praça Cel. Pedro Osório, no centro histórico de Pelotas. Desde a mudança de sede, sob coordenação do Prof. João Iganci, do Departamento de Botânica, o Museu teve uma série de novidades e é possível perceber muitas mudanças positivas tanto de organização geral do acervo, exibições e mesmo em relação ao público. Desde a concepção inicial esta mudança não representava apenas uma mudança física de endereço, mas sim uma mudança de conceitos, buscando uma modernização da coleção, sobretudo da forma de exibição do acervo ao público visitante. Um museu de ciências naturais tem um papel fundamental de aproximação da academia com a comunidade em geral, que tanto carece de informação acessível de qualidade. O museu é uma ponte capaz de ligar o conhecimento científico produzido na Universidade à comunidade, através da promoção do conhecimento científico e da sensibilização do público para questões importantes, como a preservação do meio ambiente, tema de extrema importância atualmente.
                       A preparação para a mudança para a nova sede teve início em dezembro de 2018, com os estudos e execução da embalagem e transporte do acervo. Para isso, o museu teve um grande esforço de trabalho, contando principalmente com a colaboração dos servidores Carolina Silveira Régis e Mauro Mascarenhas, e dos monitores que atuaram fortemente neste processo. Junto com a mudança, o Museu estabeleceu uma colaboração que tem sido muito importante para a elaboração das exposições. A Profa. Nádia Leschko, da faculdade de Design e da incubadora Suldesign Estúdio, passou a integrar a equipe de trabalho, colaborando para a execução das ideias de remodelação da exibição permanente do novo Museu Carlos Ritter e, posteriormente, de algumas das exposições temporárias. Da mesma forma, o Prof. Roberto Heiden, do curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis e chefe do Museu do Doce, colaborou para a elaboração do Diorama sobre o Bioma Pampa, que se tornou uma das principais atrações do Museu em sua nova sede. Ao mesmo tempo, diversos estudos sobre a conservação do acervo e para a elaboração de novas peças para o acervo do museu vêm sendo desenvolvidos sob a coordenação do  técnico Mauro Mascarenhas, agora acadêmico do curso de Conservação da UFPel. Diversos outros projetos de professores da UFPel colaboram para que o Museu Carlos Ritter tenha cada vez maior impacto nas atividades locais. Dentre estes, podem ser destacados os projetos de extensão do Prof. Giovanni Nachtigall Mauricio, do Centro de Integração do Mercosul, com ênfase no Pontal da Barra do Laranjal, e da Profa. Noris Leal, do Instituto de Ciências Humanas, sobre documentação do acervo do Museu. Estes são apenas dois dos inúmeros projetos vinculados ao Museu que vêm sendo desenvolvidos  no Museu Carlos Ritter. Também deve ser destacada a grande procura por estudantes da UFPel, principalmente dos cursos de Ciências Biológicas, Museologia, Conservação e Restauração de Bens Culturais Imóveis, Hisória, Arquitetura dentre outros, que desenvolvem projetos relacionados ao Museu e que atuam como monitores, a maioria voluntários, recebendo os visitantes do Museu.
                      Desde a mudança para a nova sede, o Museu teve um grande aumento no número de visitantes. Ainda não é possível comparar o número total de visitantes com anos anteriores, já que o Museu esteve fechado para a mudança entre dezembro de 2018 e maio de 2019 e agora, mais uma vez por conta da quarentena da COVIDI19. Entretanto, em 2019 o Museu já havia atingido um público semelhante à visitação anual de anos anteriores. O principal público do Museu permanece sendo de estudantes e professores de escolas públicas de Pelotas e região, entretanto houve um grande aumento de visitantes provenientes de escolas particulares e, principalmente, de visitantes individuais, nacionais e estrangeiros, que encontram no Museu mais uma atração turística na cidade e Pelotas. Isto se reflete nas redes sociais, nas referências ao Museu na web e mesmo no retorno que os visitantes trazem aos monitores e funcionários do Museu, ao manifestar grande satisfação ao visitar o Museu, tanto pelas exibições quanto pelas visitas guidas e atenção por parte dos monitores. Os dioramas são uma peça chave em museus de ciências naturais pela representação de ambientes e de animais em seu habitat natural. 
                         O Museu reinaugurou na nova sede com três exposições. O Diorama sobre o Bioma Pampa foi montado na entrada principal do Museu e retrata uma paisagem  típica do Pampa com animais comumente encontrados na região. O diorama chama muito a atenção dos visitantes é uma forma de tratar de diferentes assuntos, sobretudo sobre a importância de preservar os ambientes naturais e preservar as espécies silvestres, e sobre os serviços ambientais que o Pampa nos oferece. A segunda exposição trata do principal acervo do Museu, a coleção de aves, em sua maioria taxidermizadas por Carlos Ritter e que deram origem ao Museu 50 anos atrás, a partir da doação do acervo para a UFPel.  Em colaboração com o Prof. Giovanni, foram realizados estudos recentes sobre a evolução das aves e identificadas as espécies de aves presentes no acervo que contemplavam a grande diversidade evolutiva neste grupo de animais. O desenho ao fundo do painel é baseado em uma fotografia de um ambiente natural do Pontal da Barra do Laranja, uma área riquíssima do Bioma Pampa dentro do município de Pelotas. Quem observar com atenção, verá a silhueta de plantas nativas da nossa região, como o jerivá, e também da própria cidade de Pelotas, ao fundo. As aves foram fixadas na parede, sobre este painel de fundo, e estão dispostas de forma a representar o parentesco evolutivo entre as diferentes espécies. Esta disposição traz também inúmeras possibilidades de abordagens de temas científicos, sejam relacionados à evolução, às características ecológicas apresentadas pelas espécies e sobre a conservação da fauna nativa. É importante destacar que para todas estas novas exibições o Museu contou com a colaboração de inúmeras pessoas que trabalham na UFPel, sobretudo o setor de marcenaria e outras estruturas ligadas à PROPLAN e à PREC, com servidores que trabalharam de forma incansável para que tudo estivesse pronto em tempo da reinauguração.
                Além de ocupar uma localização central no coração do centro histórico da cidade de Pelotas, o Museu ganhou muito com a proximidade do Museu de Artes Leopoldo Gotuzzo e do Museu do Doce, bem como do Mercado Central, da Biblioteca Pública e demais prédios históricos que atraem turistas à nossa cidade. Os três museus têm uma ligação muito forte, que é promovida principalmente pela Rede de Museus da UFPel, que busca integrar os museus em campanhas culturais sobretudo em datas comemorativas locais e nacionais e promove atividades em busca da integração dos museus com a comunidade local. A Rede de Museus tem também um papel muito importante na busca por programas de acessibilidade nos três museus e também em ações para ampliar a segurança dos acervos, junto ao Núcleo de Segurança da UFPel. A proximidade entre os três museus promove a visitação integrada, sendo muito comum que o público visite no mesmo dia as exposições nos diferentes museus. Isso acontece tanto quando são levados em consideração visitantes individuais, que relatam a visita nos outros museus, quando também em relação aos visitantes em grupos, sejam de escolas ou outras entidades que agendam visitas nos três museus para aproveitar a visita ao centro histórico da cidade e o transporte. Sem dúvidas existem ainda infinitas possibilidades de integração e intercâmbio entre os três museus e é nosso papel fomentar isto.
                  No dia 21 de maio o Museu e a Universidade Federal de Pelotas comemoram 50 anos de fundação do Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter. É uma data muito importante para Pelotas, que já vinha sendo pensada desde que a direção atual assumiu a coordenação do Museu. A quarentena pegou à todos de surpresa e infelizmente impede que atividades presencias sejam desenvolvidas. Poucos dias antes de iniciar a quarentena, o Museu inaugurou uma exposição muito importante para a história da Instituição. Esta exposição já fazia parte das comemorações do aniversário do Museu. É uma exposição sobre a Cervejaria C.Ritter & Irmão, de propriedade de Carlos Ritter, na cidade de Pelotas. A exposição tem curadoria do Prof. João Iganci, chefe do Museu, e da Profa. Nádia Leschko e retrata diferentes aspectos da cervejaria e sua relação direta com o Museu. O principal destaque da exposição é para o mosaico elaborado por Carlos Ritter, composto por insetos e que representa a fachada da cervejaria. O mosaico estava guardado na reserva técnica do Museu enquanto passava por um trabalho muito cuidadoso de conservação preventiva, realizado pelo técnico Mauro Mascarenhas, para que pudesse retornar à exibição. A exposição contou ainda com um trabalho de pesquisa sobre os rótulos antigos das cervejas produzidas pela C.Ritter & Irmão, tema de interesse de pesquisa da Profa. Nádia. Durante o resgate destes rótulos, foram encontradas duas pedras litográficas originais, com as inscrições utilizadas para imprimir os rótulos da cervejaria. Estas pedras fazem parte do acervo do Museu da Bibliotheca Pública Pelotense e foram gentilmente emprestados para compôr a exposição. Além da Biblioteca Pública Pelotense, diversos outros colaboradores contribuíram com o empréstimos de itens para a elaboração da exposição. Além da história da cervejaria, a exposição tem um lado científico biológico, ao retratar os processos envolvidos na fabricação da cerveja. Busca representar cada uma das etapas, ilustrando as plantas utilizadas como insumos para fabricar a cerveja, assim como a levedura e o processo de fermentação. Recentemente, renovando uma parceria do Museu com o DNIT de longa data, o Museu pretende lançar um tour virtual para que o público possa visitar a exposição de casa. Assim, esperamos suprir em parte a impossibilidade de visitas físicas ao Museu durante a quarentena e reaproximar o Museu de seu público. Outras atividades estão sendo programadas, como algumas palestras sobre temas gerais relacionado às ciências e relevantes para a comunidade, bem como sobre a história do Museu e de Carlos Ritter. Na terça-feira, dia 19, às 19h, será lançado um selo comemorativo aos cinquenta anos do Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter e na quinta-feira, dia 21, também às 19h, haverá um sarau de aniversário, com o Prof. João Iganci e o Prof. Leandro Maia, do Conservatório de Música, como convidados do Programa Pinheiro Nativo, que vai ao ar ao vivo pelo canal no Youtube e na página do Facebook do Museu.
    Prof. Dr. João R.V. Iganci
  • NOTA DE ESCLARECIMENTO – QUANTO AO USO DE MASCARAS (…E PIOR MASCARAS CASEIRAS)

    Caro, leitor
    Com relação ao uso de máscaras, a confusão se faz por desconhecimento do diâmetro dos vírus e o diâmetro da porosidade de um papel toalha, por exemplo, uma vez que há pessoas animadas, e de boa vontade, tentando minimizar a escassez de máscaras de procedimento – vendidas em farmácias -, com a manufatura de máscaras caseiras, do tipo faça você mesmo.

    Primeiro ponto a se considerar: O porquê de se usar máscaras de proteção.
    Quando há uma infecção respiratória, a PESSOA DOENTE, libera, em um espirro ou em uma tosse, uma quantidade considerável de aerossóis e gotículas. Em muitas vezes, estas gotículas são até visíveis a olho nu, o que cria um certo constrangimento mas pessoas – na que espirra e na pessoa acidentalmente atingida pelas gotículas. Na atual ralidade, eu diria até um certo pânico nesta última.

    Mas então, vamos primeiro considerar a característica dos vírus, ou sua partícula íntegra, o vírion. O vírus (vírion) é uma partícula visível apenas em microscopia eletrônica, ou seja, nem o microscópio ótimo, com seu aumento de 1000x, é capaz de observá-lo. Na verdade, os vírus têm tamanho na ordem nanoscópica!! O que significa isso? Que se fossemos converter esta unidade em milímetros, teríamos que 1 mm é maior que um nanômetro, na ordem de cem mil vezes (100.000)!!!
    Os coronavírus (CoV), que são uma grande família viral, já conhecida pelos pesquisadores desde os anos 1960, medem em torno de 125 nanômetros, ou seja, 0,125 micrômetros, ou seja, ainda, 0.000125 milímetros.

    Agora vamos considerar, na melhor das hipóteses, o uso de uma máscara ADEQUADA, no caso a máscara N95, que possui uma porosidade de 0,3 micrômetros, o que equivaleria à 300 nanômetros ou 0.0003 milímetros, mesmo assim, o famigerado COVID-19 passaria pelos poros desta máscara, mesmo sendo estes poros tão diminutos.

    Então por que usar máscara? 

    – Bem, se recomenda o uso de uma máscara: 1) aos profissionais de saúde, que trabalham em um ambiente saturado de partículas microbiológicas, não só vírus como bactérias e fungos e 2) Para os DOENTES que estiverem apresentando sintomas de tosse e espirro.

    E por que aos doentes???

    – Porque, ao espirar ou tossir, a pessoa doente libera uma quantidade de gotículas e perdigotos para o ambiente. E estas gotículas podem trazer consigo uma quantidade importante de partículas virais ou outros micro-organismos. Então, para proteger o seu entorno, a estas pessoas se indica o uso, para que não fiquem aspergindo gigantescas gotículas contaminadas para todo lado.

    E para as pessoas que não estão espirrando ou tossindo? 

    – Não há indicação!

    Agora, se você está pensando em fazer uma máscara de dobradura de lenços umedecidos, papel toalha, e estas coisas que o povo engenhoso cria, porque viu um tutorial na internet…
    Pense comigo…
    Os furinhos quase invisíveis deste material estão na ordem dos micrômetros. Lhe parece pequeno o suficiente? Mas para o nanoscópico vírus, há espaço suficiente e de sobra para ele e mais alguns dele passarem juntos por cada porinho da sua mascarazinha artesanal.

    Profa. Dra. Dulcinéa Blum Menezes
    Professora Associada de Microbiologia
    Departamento de Microbiologia e Parasitologia – IB
    Universidade Federal de Pelotas – UFPEL

  • Contatos do IB durante a suspensão das atividades

    Considerando as ponderações do Comitê Interno para Acompanhamento da Evolução da Pandemia por Coronavírus, as atividades administrativas do Instituto de Biologia serão realizadas de forma não presencial pelo período de três semanas desde o dia 16 de março de 2020.

    Solicitações, dúvidas devem ser encaminhadas para o setor específico do Instituto, conforme contatos abaixo:

    Direção:  institutodebiologia@hotmail.com 

    Departamentos:

    Botânica: botanica.ufpel@gmail.com 

    Morfologia: dmib_ufpel@hotmail.com

    Microbiologia e Parasitologia: demp.ib.ufpel@gmail.com

    Fisiologia e Farmacologia: dfisiologiafarmacologia@gmail.com

    Ecologia, Zoologia e Genética: ibdezg@hotmail.com

    Órgãos Suplementares:

    Núcleo de Reabilitação a Fauna Silvestre: nurfs.ufpel@gmail.com

    Museus de Ciências Naturais Carlos Ritter: museucarlosritter@gmail.com

    Secretarias de Cursos:

    Colegiados de Cursos de Graduação Ciências Biológicas: colegiadodabiologia@gmail.com

    Programas de Pós-graduação:  

    Entomologia:  ppgento@ufpel.edu.br, ppgentomologiaufpel@gmail.com

    Biologia Animal: ppgbioanimal@gmail.com

    Fisiologia Vegetal: ppgfv.ufpel@gmail.com

    Parasitologia: parasitologia@ufpel.edu.br

    Especialização em Educação Ambiental: https://wp.ufpel.edu.br/educambiental/contato/ 

    Se precisarem de atendimento presencial, favor marcar por e-mail institutodebiologia@hotmail.com 

    Em função de problemas que estão em fase de resolução, os serviços de atendimento via telefonia estão fragilizados. Tão logo tenhamos soluções ás dificuldades encontradas forneceremos informações complementares.

  • ATENÇÃO!! SEMANA NACIONAL DO CÉREBRO EM PELOTAS É CANCELADA TEMPORARIAMENTE!

    A Universidade Federal de Pelotas, decidiu suspender as atividades acadêmicas pelo período mínimo de 3 semanas a partir do dia 16 de março de 2020. A medida adotada faz parte de uma estratégia que está sendo elaborada pela UFPEL com o intuito de minimizar a disseminação das potenciais contaminações pelo Coronavírus.

    ATENÇÃO, o cancelamento é TEMPORÁRIO! As atividades serão reagendadas! Fiquem atentos e acompanhe as notas publicadas aqui na página do IB, na página do Facebook (https://www.facebook.com/events/801660883658947/) e no site da UFPEL.

  • II Semana Nacional do Cérebro em Pelotas

    O projeto de Extensão CuriosaMente com a colaboração da Liga Acadêmica de Neurociência (LANEuro-UFPel) e do Laboratório de Neuromodulação Celular (NeuroCell) realizará entre os dias 16-18 de março, das 18-21 horas, a II Semana do Cérebro em Pelotas. Este evento está relacionado à Semana Nacional do Cérebro, sendo promovido no Brasil pela SBNeC, e mundialmente pela Dana Alliance for Brain Initiatives. “Brain Awareness Week (BAW 2020)” trata-se de uma campanha global para sensibilizar o público quanto à importância da pesquisa e educação em neurociências. No Brasil este evento é denominado “Semana Nacional do Cérebro” ocorrendo desde 2012, e desde então, tem-se consolidando como uma atividade de grande repercussão nacional. Na cidade de Pelotas, tivemos a primeira edição em 2016, que contou com a participação intensa da comunidade escolar principalmente das escolas municipais. Este ano ampliaremos as atividades para a população em geral.
    O evento está publicado no site abaixo:
    https://www.facebook.com/events/801660883658947/.
    O evento é gratuito, não haverá inscrição prévia, mas os lugares são limitados.

    Segue a programação em anexo:
    Nesta edição serão abordados os temas:
    16/03 as 18h – As Contribuições da Neurociências para um Processo educacional inclusivo mais eficaz – Palestrante: Acadêmico Cleisson Schossler Garcia
    16/03 as 19h – GamePad: Exergames para motivação da Saúde de pessoas com Deficiências – Palestrante: Prof.Cesar Augusto Otero Vaghetti
    17/03 as 18h – Importância do sono para aprendizagem e memória – Pediatra Luciana Argondizzo
    17/03 as 19h – Cérebro, Yoga e Meditação – Profa Bianca Gomes
    18/03 as 18h – Neurociência: Emoção e Motivação – Prof. Francisco Romero Cabral
    Local: Museu de Ciências Naturais Carlos Ritter- Instituto de Biologia, Praça Coronel Pedro Osório,1.
    Coordenação do Evento:
    Adriana Lourenço da Silva, Izabel Custódio, Mariangela Heppe Lopes (IB-UFPel)  e Giovana Duzzo Gamaro (CCQFA-UFPel)

    Promoção: Projetos de Extensão “CuriosaMente”, LabNeuro, Neurocell- UFPel; SBNEC, Dana Alliance for Brain Initiatives.

  • 32ª FECAR

    A Equipe da 26ª Região Tradicionalista/Pelotas  divulga a realização da 32ª FECAR – Feira Campeira do RS que será realizada  na cidade de Pelotas envolvendo mais de 30 mil pessoas de todo Estado do RS.

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