Brincando na Rua
Mais uma edição do Brincando na Rua, sob a coordenação do Professor Rogério Wurdig. Uma projeto para reviver, aprender e valorizar como uma das matérias ensinantes na formação das nossas futuras Pedagogas e Pedagogos.
Mais uma edição do Brincando na Rua, sob a coordenação do Professor Rogério Wurdig. Uma projeto para reviver, aprender e valorizar como uma das matérias ensinantes na formação das nossas futuras Pedagogas e Pedagogos.
Duas iniciativas de estruturas da Administração Central da Universidade Federal de Pelotas já permitem aos estudantes da instituição realizar de avaliação dos cursos e das disciplinas ofertadas. Por meio de formulário disponibilizado no sistema Cobalto, os alunos podem, de forma anônima, apontar o desempenho de seus professores, a pertinência do tema tratado, bem como sua autoavaliação.
A primeira dessas ações, a avaliação dos cursos, é fruto das primeiras discussões do Fórum de Coordenadores. É uma ferramenta inédita, que além da opinião dos estudantes, colherá impressões por parte dos coordenadores, dos núcleos docentes estruturantes e dos colegiados. Segundo a Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento, ao coletar as opiniões relacionadas a diferentes aspectos de seu curso, podem ser pensadas estratégias para a promoção de ações que tenham por horizonte a excelência acadêmica e institucional. Essa iniciativa é liderada pela Proplan, pela Pró-Reitoria de Graduação e pelo Fórum, com apoio da Comissão Permanente de Avaliação.
Já a avaliação específica das disciplinas, proposta pela CPA, é um processo em andamento e realizado anteriormente. A ideia é formar um retrato abrangente das disciplinas e professores e agregar subsídios para uma reflexão mais fiel das atividades, de modo que se favoreça o processo ensino-aprendizagem, ampliando a qualidade do ensino do curso. Nessa modalidade serão avaliados três âmbitos: o desempenho do docente responsável pela disciplina, a autoavaliação do estudante em relação ao seu aproveitamento e a contextualização da disciplina em relação ao projeto pedagógico do curso.
De acordo com a organização de ambas iniciativas, as respostas serão avaliadas em sua totalidade e as informações pessoais dos participantes das pesquisas não serão identificadas. Dessa forma, espera-se que aqueles que responderem aos questionamentos sejam sinceros e responsáveis com aquilo que for opinado.
Como realizar a avaliação?
O acesso ao processo avaliativo já está disponível como funcionalidade do sistema Cobalto. Após realizar o login, com CPF e senha pessoal, o estudante poderá acessar o menu “Alunos” e as opções “Cadastros” e, posteriormente, “Avaliação de Disciplinas 2015/2”, para a avaliação de disciplinas, e “Avaliação discente dos cursos de graduação 2015/2”, para a avaliação do curso, conforme a imagem.
Fonte: http://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2015/12/01/alunos-podem-avaliar-cursos-e-disciplinas/
Bolsista Fapergs, Gabrielle Lenz da Silvada orientada pela Profª Siglia Camargo ganha 1º lugar no CIC/UFPel. O título do trabalho premiado foi: Desafios no processo de escolarização de crianças com autismo no contexto de inclusão: uma avaliação na perspectiva de professores. A pesquisa está inserida no GEPAI- Grupo de estudos e Pesquisas em Autismo e Inclusão, sob a coordenação da mesma professora .
Temos a satisfação de comunicar ao distinto público que:
Agrademos a atenção – CeDOC/CEIHE/FaE
O Conselho Coordenador do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (Cocepe) definiu o Calendário Acadêmico para os ingressantes no segundo semestre de 2015. As aulas, que começaram no dia 15 de outubro, irão até 11 de março, com recesso de 21 de dezembro a 2 de fevereiro. Dez cursos terão atividades diferenciadas, que poderão incluir aulas em janeiro ou concentração de atividades. É certo que terão atividades em janeiro os cursos de Farmácia, Medicina, Agronomia e Odontologia.
Fonte: http://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2015/10/29/definido-o-calendario-para-ingressantes/
A direção convida a comunidade da FaE para participar do 1º debate sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que de algum modo interfere nos nossos fazeres frente a formação de professores.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
MANIFESTAÇÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
Como já é de conhecimento público, na segunda-feira (26/10/15) ocorreu no prédio do Campus das Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Pelotas (CCHS/UFPEL), localizado na Rua Alberto Rosa, 154, uma manifestação de repúdio à violência contra a mulher. O ato, pelo que se sabe, contou com a organização do Grupo Auto Organizado de Mulheres da UFPEL e se constituiu de uma performance realizada por um grupo de cerca de quinze mulheres que praticaram diversos atos com simbolismos que visavam refletir a violência e a discriminação às quais as mulheres estão expostas na sociedade e chamar a atenção para o fato de que há um silêncio em resposta a essas ações.
Em que pese, do ponto de vista institucional, toda a forma de violência contra a mulher ser um comportamento repudiado, absolutamente abominável, os atos praticados durante a manifestação ultrapassaram os limites das normas e regramentos da universidade. As Direções do Instituto de Ciências Humanas (ICH), Instituto de Filosofia, Sociologia e Política (IFISP) e Faculdade de Educação(FaE) se coadunam aos esforços existentes para que atitudes machistas, assédio sexual e violência contra mulheres sejam apuradas e punidas rigorosamente de acordo com os trâmites existentes, e, na condição de gestores públicos, posicionam-se no sentido de que tais esforços sejam exercidos sem que haja qualquer constrangimento ou cerceamento de direitos de quem quer que seja.
Cumpre esclarecer que o ato realizado não contou com qualquer forma de planejamento, aviso ou autorização por parte das unidades acadêmicas onde ocorreu. Não houve consulta prévia e não controlamos a forma como a manifestação se desenvolveu durante o dia. Apesar de diversas tentativas de negociação com as manifestantes, no sentido de que adotassem outra postura e de que restringissem suas práticas aos que era admitido pelos protocolos da universidade, não houve de parte das manifestantes qualquer disposição ao diálogo, tendo elas assumido a responsabilidade pelas práticas que adotaram.
A postura das direções foi a de não reprimir em qualquer sentido a manifestação em execução, tanto por entender a importância da causa defendida, como por entender que a violência maior estava contida nos atos denunciados e não na manifestação. A suspensão das aulas no turno da noite foi uma medida adotada levando em conta a incompatibilidade da manifestação com as atividades didáticas e, também, o risco a que estariam submetidos nossos alunos em decorrência do enfrentamento possível entre manifestantes e não manifestantes. Isso porque a natureza da performance confrontava tanto ações de repúdio como de reconhecimento do ato realizado. Diversos incidentes e posturas observadas indicavam a possibilidade de agravamento da situação que, no limite, poderia se estender para uma violência até então contornada. Em que pese o prejuízo impingido aos estudantes que só tomaram conhecimento da suspensão das aulas já no local, quase na hora das atividades, entendemos que a atitude se mostrou acertada, tendo em vista que não ocorreram os fatos que se pretendeu evitar.
Entretanto, as direções das unidades onde a manifestação foi realizada, encaminharam expediente ao Gabinete do Reitor relatando o ocorrido e solicitando que a Reitoria assuma a apuração de responsabilidades, por entender que a manifestação não se deu em função das unidades onde ocorreu, apenas. Entendemos que o direito à liberdade de expressão deva ser garantido, mas não compreendemos que essa liberdade tenha que implicar em prejuízo de terceiros.
Por mais que possamos ser solidários com a causa defendida na manifestação isso não nos permite, na condição de gestores públicos, ignorar a prática de atos que lesam as regras que nos regem. Como funcionários públicos defendemos a instituição pública à qual estamos vinculados e seguimos as regras cujos cargos exigem tal defesa.
Nesse sentido, apesar de termos sido absolutamente respeitosos com o direito à manifestação realizada, pelo bem de nossos alunos, manifestantes e não manifestantes, tais atos não poderão ser tolerados como estratégia contínua de defesa da causa postulada, motivo pelo qual adotaremos atitudes capazes de garantir o bom andamento das aulas na ventura da repetição de atos desta natureza.
Assinam a nota:
Lúcia Maria Vaz Peres, Diretora da FaE
Sidney Gonçalves Vieira, Diretor do ICH
João Hobuss, Diretor do IFISP
Na segunda-feira, 26/10/2015, as aulas do Campus de Ciências Humanas e Sociais da Rua Alberto Rosa, 154 foram suspensas pelas Direções das Unidades. A providência se deu em decorrência de uma manifestação que aconteceu no saguão do prédio em repúdio a violência contra mulheres. Durante a tarde se verificou a incompatibilidade da manifestação com as aulas, o que motivou a suspensão das atividades didáticas.