No dia 03 de Novembro de 2020, no período das 09h00 às 17h00 o Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas (CEP/FE/UFPel) recebeu as consultoras da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) DrªLízia Fabíola Almeida da Silva (Fisioterapeuta) e a DrªGlenda Moraes Rocha Brana (Advogada) por web conferência, para desenvolvimento do Projeto de Qualificação de CEP.
O encontro foi desenvolvido em três momentos: Momento 1 – às 09h da manhã a Vice coordenadora Drª Marilu Correa Soares , no exercício da coordenação do CEP/FE/UFPel em virtude da coordenadora DrªJuliana Graciela Vestena Zillmer estar de licença maternidade, recepciona as visitantes. O momento foi de apresentação da trajetória do CEP/FEN/UFPel pela Vice coordenadora que elencou facilidades e dificuldades no exercício das atividades do CEP. Também presente à reunião funcionário administrativo do CEP Jonathan Dias Hardt que pontuou sobre suas atividades na secretaria do CEP. As Consultoras da CONEP explanaram sobre o projeto de Qualificação dos CEPs e enfatizaram a importância da participação do controle social na figura dos representantes dos usuários no CEP. O momento 2 iniciou às 11h da manhã e contou com a presença da Vice coordenadora do CEP e da Drª Valéria Cristina Christello Coimbra, Diretora da FE/UFPel. As Consultoras da CONEP reforçaram a importância do comprometimento e parceria da gestão da Faculdade de Enfermagem para com o CEP, salientando a coparticipação da Direção da FE no desenvolvimento das atividades do CEP. A Profª Valéria reforçou esta parceria e colocou–se à disposição para o trabalho conjunto com vistas a qualificar as atividades do CEP/FE/UFPel. O Momento 3 – iniciou às 14h com duração de três horas contou com a presença de todos os membros do CEP. As Consultoras realizaram uma roda de conversa com apresentação de temáticas sobre questões relevantes ao Sistema CEP/CONEP com ênfase na avaliação ética dos projetos de pesquisa submetidos ao CEP, elaboração dos Pareceres Consubstanciados e Termo de Consentimento Livre e Esclarecidos (TCLE). As representantes da CONEP classificaram os pareceres emitidos pelo CEP/FE/UFPel como muito bons e enfatizaram o comprometimento voluntário dos membros do CEP/FE/UFPel para o sucesso das atividades do CEP. No fechamento das atividades os membros do CEP/FE/UFPel elaboraram um Plano de Melhoramento para CEP com ações a curto, médio e longo prazo para a construção de possíveis alternativas de melhoria do trabalho do CEP. Este Plano de Melhoramento será anexado ao Relatório emitido pelas Consultoras da CONEP e enviado ao CEP para posterior discussão com a Direção da Faculdade de Enfermagem e coordenadores do CEP.
No dia 04 de novembro às 18h a Profa. Beatriz Franchini (Coordenadora do Colegiado) participará da roda de conversa sobre o Curso de Enfermagem na IV Mostra de Cursos da UFPel – (2020). A Live será transmitida pelo Portal UFPel e redes oficiais da instituição.
A realização do evento em formato remoto acontece devido à Pandemia da Covid-19, sendo assim, a IV Mostra de Cursos pretende auxiliar e dar visibilidade aos Cursos de Graduação da UFPel através da criação de ambiente digital que possibilite ao (à) estudante, de qualquer localidade do Brasil ou do exterior, conhecer os cursos em mais detalhes, seus espaços, principais estruturas e propostas pedagógicas, sendo assim foi preparado espaço de visita virtual à UFPel.
O Colegiado de Curso junto com estudantes da Faculdade de Enfermagem elaboraram um vídeo de apresentação do Curso que pode ser acessado através do link https://youtu.be/AF_hxNskdaA
O parto prematuro é aquele que ocorre antes das 37 semanas de gestação. Dados preliminares do Sistema Nacional sobre Nascidos Vivos (SINASC), no Brasil, mostram que em 2019, ocorreram 313.937 partos prematuros, o que representa 11% de todos os partos, e em Pelotas, de acordo com o estudo de coorte de nascimentos, em 1982 os nascimentos prematuros representaram 5,8% dos partos e em 2015 foram 13.8% (SILVEIRA et al, 2019).
Preocupados com o cuidado a estes pequenos guerreiros, foi criado em fevereiro de 2020, o Grupo de Estudos e Pesquisa de Pelotas em Neonatologia (GEPPNEO), por enfermeiros da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital Escola/UFPel, juntamente aos docentes da Faculdade de Enfermagem. Com o objetivo de realizar estudos e pesquisas que busquem contribuir na implementação dos cuidados neuroprotetores e segurança ao paciente neonato e, compreender/apoiar a vivência do tornar-se família na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.
O mês de novembro é dedicado à sensibilização internacional da prematuridade, sendo a cor roxa o símbolo alusivo a prematuridade. No novembro roxo, GEPPNEO juntamente com a Unidade de produção do Hospital Escola/UFPel, estará promovendo diversas ações relacionadas a prevenção, conscientização e o cuidado diante a prematuridade. Através de suas redes sociais, serão disponibilizados Cards informativos, depoimentos de familiares e Lives direcionados aos profissionais de saúde, acadêmicos, pais e cuidadores dos pequenos prematuros e comunidade em geral.
O grupo convida a todos a seguir suas páginas no Instagram e Facebook e o canal no youtube para ficar por dentro das atividades.
Em abril de 2020 a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) através do Edital Emergencial 06/2020 – Ciência e Tecnologia no combate à COVID-19, contemplou financeiramente 36 projetos de pesquisa dos 215 inscritos. Esta live tem como objetivo discutir os resultados preliminares das 4 pesquisas da área de Enfermagem contempladas neste edital que abordam as questões da enfermagem no contexto da pandemia de COVID-19, entre elas, as condições de trabalho, os fatores de proteção e exposição, e o impacto na saúde mental destes profissionais.
O Reiki (rei= poder universal; ki= energia vital) é uma prática japonesa milenar de canalização da energia universal por meio da imposição das mãos de uma pessoa praticante, que recebeu formação específica para isso. Mikao Usui, em 1922, foi o precursor. Essa energia não é uma grandeza física e não pode ser mensurada pelos meios convencionais que a ciência atual dispõe. Essa frequência energética é sentida de forma individual e subjetiva e proporciona a restauração da dinâmica saudável da força vital das pessoas. Muitas pessoas relatam sentir uma sensação de paz e tranquilidade após o recebimento do Reiki.
É importante destacar que o Reiki não é uma prática religiosa, não é invasivo e não tem contraindicações ou efeitos adversos. Na área da saúde, a Organização Mundial de Saúde (OMS), passou a reconhecer o Reiki em 2007 como auxiliar no tratamento da dor. E em 2017, foi introduzido na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) do Ministério da Saúde, sendo oferecida em serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). É uma prática integrativa que visa complementar os tratamentos cientificamente comprovados pelo que a ciência considera como padrão e de alta qualidade na assistência à saúde. Não é uma prática substitutiva de nenhum tratamento convencional e não deve ser, de maneira nenhuma, indicada com a promessa de cura, nem de problemas físicos, nem de problemas mentais.
O projeto de extensão Lafareiki, cadastrado sob número 2.031, no Cobalto da Universidade Federal de Pelotas é oriundo da Faculdade de Enfermagem e objetiva aproximar o meio acadêmico com a prática, visando o fortalecimento da PNPIC. Entre as ações oferecidas está o envio de Reiki à distância aos profissionais de saúde e aos acadêmicos da Universidade durante a pandemia ocasionada pelo Coronavírus.
O Reiki à distância é praticado desde a sua origem e a energização é a mesma que na sessão presencial, somente a forma de conexão que é diferente. Entende-se aqui que a distância não interfere na troca dessa energia (Lei Hermética da Similaridade, que afirma que estamos todos conectados, pois somos todos matéria de energia e parte de um todo maior).
A formação ocidental para a prática do Reiki ocorre por níveis (I, II, IIIA e IIIB). No projeto temos a colaboração voluntária de 25 pessoas formadas a partir do nível II (reikianos). Eles recebem a lista de nomes daqueles que realizam o pedido pelas redes sociais e e-mail do projeto. O envio de Reiki à distância é realizado por meio de uma das duas técnicas, descritas nos livros que são a base da formação em Reiki no ocidente. Algumas pessoas percebem a energia, outras não. O recebimento do Reiki independe de a pessoa ter essa percepção.
O projeto prevê outras ações presenciais, de formação e atendimento de Reiki, as quais serão desenvolvidas somente após a volta às atividades presenciais da Universidade. Destaca-se aqui que todos os reikianos que colaboram com o projeto são voluntários.
No contexto universitário brasileiro, são vários os projetos de extensão e pesquisa que exploram as PICS e também incluem o Reiki e outras práticas de imposição de mãos em suas ações. Esses projetos são oriundos dos mais variados cursos universitários de todo o país. Além do mais, é possível encontrar, na extensão universitária, as PICS e o Reiki inseridos em projetos dos mais variados temas e que assistem as mais variadas populações.
Contudo, as PICS e Reiki (principalmente) são muito criticados na comunidade acadêmica, de forma geral, em virtude do que se considera como baixa produção de evidências sobre os seus benefícios. A maior produção científica é de estudos qualitativos que analisaram pequenos grupos de pessoas e descrevem sentimentos e percepções de quem recebeu ou ofertou a técnica. Esses estudos não são aceitos pelo que a ciência moderna considera como mais alta nível de evidência, contudo são de grande relevância, pois mostram um universo muito singular e particular do que o Reiki pode proporcionar. As produções com o que a ciência moderna considera ser o melhor nível de evidência consta de um estudo clínico randomizado.
Essa revisão sistemática encontrou 205 estudos, sendo nove ensaios clínicos randomizados. Foram relatados efeitos benéficos do Reiki na depressão, na dor, na ansiedade, no estresse e na desesperança e também por meio do Reiki à distância.
Consideramos de suma importância o desenvolvimento de estudos de caráter quantitativo, como ensaios cegos e duplo cegos, estudos de casos e controles que objetivem verificar os benefícios do Reiki, assim como pesquisas qualitativas com métodos criteriosos e rigorosos que possam descrever a analisar melhor o que a prática proporciona. As coordenadoras do projeto afirmam seu compromisso com a ciência e com a qualidade da assistência à saúde, todavia, suas histórias profissionais e de vida as levam a considerar o fato de que existem muitas maneiras de cuidado e de cuidar de outras pessoas e um cuidado mais humanizado vai além do que a ciência atual e a medicina alopática podem oferecer. É preciso um olhar mais sensível e integrativo para as pessoas e para o planeta.
É com extremo pesar que a Faculdade de Enfermagem comunica o falecimento, no dia de hoje, 21 de agosto de 2020, da Acadêmica Juliane Schnorr Lopes, 20 anos. Ela cursava o 5º Semestre da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas.
Juliane representa o que a há de melhor em nossos estudantes o comprometimento com o cuidado ao próximo; com a formação; e com o Sistema Único de Saúde. Atuante no cenário da extensão universitária buscou sempre a integralidade na atenção em saúde. Juliane deixa impresso nos professores/facilitadores e colegas a marca da empatia, o que a tornou querida em todos os espaços da Faculdade.
A Faculdade de Enfermagem por meio de sua direção, professores, técnicos, colegas e comunidade lamenta profundamente a perda inestimável da jovem Juliane e presta suas sinceras condolências à família, amigos e colegas.
A Faculdade de Enfermagem vem a público manifestar que repudia veementemente as manifestações e atitudes racistas ocorridas no dia 20 de agosto de 2020 em reunião ampliada da UFPel Raiz que participa do processo de consulta informal para escolha do (a) reitor (a) da Universidade Federal de Pelotas. Repudiamos qualquer tipo de preconceito, seja de raça, credo, gênero, orientação sexual, assim como qualquer tipo de violência física ou mental.
A Faculdade de Enfermagem entende que a universidade é um espaço plural e de respeito as pessoas, e reafirmamos a necessidade de combate a toda forma de discriminação e desrespeito ao ser humano.
Com pesar, que a Faculdade de Enfermagem recebeu a notícia do falecimento, no último dia 12 de agosto de 2020 da técnica de enfermagem Patrícia Zóia de 40 anos, a primeira vítima de COVID 19 da área da enfermagem. Ela atuava no Hospital São Francisco e na Santa Casa de Pelotas
A morte dela se junta as estatísticas do Brasil de mais de 100 mil mortos, e na área da enfermagem aos 359 óbitos de profissionais, segundo levantamentos do COFEN. Segundo estes levantamentos o número de profissionais de enfermagem infectados já passa de 33 mil casos.
Neste momento de luto e de tristeza é importante lembrar que as mortes são mais que números são vidas perdidas, tem rostos, tem história, que são pessoas que fazem parte ou fizeram parte de vidas de outras pessoas, são amores de alguém e amavam alguém. Patrícia Zóia era membro de uma equipe de enfermagem deixou colegas, familiares e amigos.
Nestes tempos duros de vidas perdidas é necessário pensar que a enfermagem está na linha de frente e que cada profissional está fazendo sua parte dia a dia e assim precisamos fazer cada um a sua parte o distanciamento é necessário e fator de proteção, então quem pode fique em casa.
A enfermagem de Pelotas está de luto pela perda de vidas e de colegas.
O Comunica Saúde, comprometido com a qualidade de vida da comunidade surda neste tempo de quarentena, dá dicas de atividades e cuidados com a saúde mental.
A Profª. Aline Kaster, do curso de Libras da UFPel, explica, neste vídeo em Libras, sobre como este período acaba deixando muitas pessoas nervosas, e como podemos cuidar da nossa saúde mental e física com atividades em casa.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ? Este vídeo é uma realização do projeto de extensão Comunica Saúde e Barraca da Saúde. Foi feito por meio de uma parceria entre a Faculdade de Enfermagem, o curso de Jornalismo e o Núcleo de Libras, do Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ? Gravação:
• Aline Kaster
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ? Edição geral:
• Nathianni Gomes
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Comunica Saúde e Barraca da Saúde, projetos de extensão do curso de Enfermagem em parceria com a Pró Reitoria de Extensão e Cultura da UFPel.
A CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior – é a agência do Estado Brasileiro que, ao longo dos seus quase 70 anos, vem construindo e aperfeiçoando o sistema de pós-graduação do país, sempre sob a premissa maior da busca pela mais alta qualidade na formação de recursos humanos e na produção científica acadêmica. Esta missão vem sendo desempenhada com um grau de sucesso poucas vezes atingido na história da gestão pública brasileira como um todo, reconhecido nacionalmente e citado como exemplo internacionalmente. Devido a este sucesso e à necessidade de aproximar a pós-graduação da educação básica, mais recentemente, a CAPES incorporou a missão de valorizar o magistério através da implementação de ações voltadas para professores das escolas. A avaliação periódica dos Programas de Pós-Graduação pela CAPES, que vem sendo realizada desde 1976, tem sido fundamental para o crescimento quantitativo e qualitativo da pós-graduação brasileira e para o aumento continuado da produção científica do país. Os egressos dos programas de pós-graduação encontram-se espalhados pelas várias regiões e estão sendo fundamentais para a melhoria do ensino superior e da qualidade da pesquisa do país. Sem sombra de dúvida, a avaliação da CAPES tem contribuído para a constituição do sólido e respeitado sistema de pós-graduação brasileiro. Essenciais para o excelente desenvolvimento da pós-graduação brasileira desde 1975 têm sido os Planos Nacionais de Pós-Graduação (PNPG). O PNPG 2011-2020, atualmente em execução, estabeleceu entre seus eixos principais a expansão do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), especialmente visando a redução de assimetrias regionais, o aperfeiçoamento da avaliação, o aumento da interdisciplinaridade e o apoio a outros níveis de ensino, visando a melhoria do ensino básico, além da criação de uma agenda nacional de pesquisa. Em 2018 foram formados Grupos de Trabalhos (GT), que estabeleceram diretrizes para diferentes temas, acompanhando sugestões elaboradas em 2017 pela Comissão de Acompanhamento do PNPG e aprimoradas em documento do Conselho Superior (CS) da CAPES. Estas diretrizes, voltadas ao aperfeiçoamento do SNPG, estão sendo implementadas pelas 49 Áreas de Avaliação e provavelmente só estarão consolidadas no próximo período avaliativo.
É importante ressaltar que o sucesso da CAPES se deve a um modelo capilarizado de operação que sempre valorizou a contribuição de toda a comunidade científica do país, desde os docentes e discentes dos programas de pós-graduação, passando pelos coordenadores destes programas, coordenadores de área da CAPES, o Conselho Técnico Científico de Ensino Superior (CTC-ES) e o Conselho Superior, representações principais dessa comunidade junto à presidência. Este histórico é brilhantemente capturado no lema informal, porém amplamente adotado, que afirma que “a CAPES somos nós”!
Assim, é surpreendente e preocupante constatar que a CAPES – portanto, a pós-graduação brasileira – vem sendo submetida a atitudes e decisões estabelecidas pela atual presidência, seguindo um modo profundamente centralizador de gestão, como é percebido, por exemplo, nas seguintes iniciativas recentes:
1. Portaria 34 que modifica o modelo de distribuição de bolsas de pós-graduação;
2. Portaria 70 que estabelece normas para o funcionamento dos polos que irão oferecer cursos de pós-graduação stricto sensu no modelo de educação a distância (EaD), sem considerar o relatório produzido pelo grupo de trabalho de criação de critérios de avaliação para as propostas de programas de pós-graduação stricto sensu para cursos novos na modalidade de educação a distância (GT-EaD);
3. Portaria 71 que, entre outras medidas, propõe discutir a redução no número de áreas baseado no trabalho de comissão especial, tema que exige ampla discussão a partir das coordenações de áreas;
4. Decisão de atipicamente encerrar o prazo para fechamento do relatório Sucupira em dezembro de 2020, ano de implementação de diversas mudanças importantes na plataforma.
Mudanças são necessárias e ajustes no sentido de aprimorar o sistema serão sempre bem-vindos. Porém, essas iniciativas de potencial alto de impacto sobre a pós-graduação brasileira foram tomadas sem nenhuma discussão com as instâncias da CAPES que até então eram regularmente consultadas.
Este acúmulo de decisões recentes da CAPES – em meio à maior tragédia sanitária global da história no último século – tem repercutido negativamente em toda a comunidade acadêmica. Como resultado, nós, Coordenadores de Áreas de Avaliação, que representam mais de 4.400 Programas de Pós-graduação, atendendo a mais de 350 mil estudantes (entre titulados e matriculados, segundo dados de 2018), nos manifestamos contra a excessiva centralização de decisões, na expectativa de que a partir de um amplo diálogo possamos contribuir para o fortalecimento e crescimento da agência, que é, de fato, patrimônio de todos nós.
Subscrevem este Manifesto:
Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo
Edson Ronaldo Guarido Filho (UP e UFPR)
Marcio Andre Veras Machado (UFPB)
Jorge Renato de Souza Verschoore Filho (Unisinos)
Antropologia / Arqueologia
Antonio Carlos de Souza Lima (UFRJ)
Marcia Bezerra de Almeida (UFPA)
Ana Paula Mendes de Miranda (UFF)
Arquitetura, Urbanismo e Design
Wilson Ribeiro dos Santos Júnior (PUC-Campinas)
Eugenio Andrés Díaz Merino (UFSC)
Gleice Virginia Medeiros de Azambuja Elali (UFRN)
Artes
Vera Beatriz Cordeiro Siqueira (UERJ)
Jacyan Castilho de Oliveira (UFRJ)
Lucas Robatto (UFBA)
Astronomia/Física
Fernando Lázaro Freire Júnior (PUC-RJ)
Alberto Vazquez Saa (UNICAMP)
Rubem Luis Sommer (CBPF)
Biodiversidade
Paulo Jorge Parreira dos Santos (UFPE)
Isabela Galarda Varassin (UFPR)
Adriano Sanches Melo (UFG)