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    Notícias
  • Curso de extensão: Justiça natural e justiça artificial de Platão a Hobbes

    25/09/2019
    JUSTIÇA NATURAL E JUSTIÇA ARTIFICIAL DE PLATÃO A HOBBES
    Org.: Prof. Dr. Cláudio Leivas
    Inscrições (gratuitas) e informações: clleivas@gmail.com
    Público-alvo: Estudantes da UFPel e Comunidade em geral
    Local das aulas: Departamento de Filosofia / UFPel (Rua Alberto Rosa, 154, 2º andar) & Café Dádiva (Rua Almirante Barroso, 1050)
    Horário: 14 às 17hs (quintas)
    Início: 26 de setembro de 2019
    Certificados: No final do curso
    Cartaz

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  • Aula inaugural do PPG Sociologia

    18/06/2019

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  • Professor do PPGCPol organiza livro

    30/05/2019

    O professor Carlos Artur Gallo lançará “No rastro das transições. Perspectivas sobre verdade, memória e justiça no Cone Sul e no sul da Europa’, livro organizado por ele, no dia 11/06, no Instituto de Filosofia, Sociologia e Política.

    Maiores informações no cartaz abaixo.

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  • Nota do Conselho Universitário da UFPel

    29/05/2019

    O Conselho Universitário da UFPel, reunido nesta terça-feira (28), lançou uma Nota de Apoio ao Ato do dia 30: “O Conselho Universitário da Universidade Federal de Pelotas declara seu apoio às manifestações em defesa da educação pública no Brasil marcadas para o dia 30 de maio. Para as quais conclama a sociedade a demonstrar seu apoio à universidade pública, gratuita, inclusiva e de qualidade”.

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  • PPGCPol promove o III Simpósio Pós-Estruturalismo e Teoria Social: Populismos e Democracias

    22/05/2019

    O PPGCPol e o Grupo de Pesquisa Ideologia e Análise de Discurso promovem na próxima semana, dias 27, 28 e 29 de maio, o III Simpósio Pós-Estruturalismo e Teoria Social: Populismos e Democracias. O evento conta com conferências, mesas redondas e apresentações de trabalho. O Simpósio está registrado como projeto de extensão na UFPel e aceita inscrições de ouvintes. As atividades serão realizadas no CEHUS. Mais informações estão disponíveis no site: https://wp.ufpel.edu.br/legadolaclau/pt/.

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  • Société Française de Philosophie sobre o futuro da Sociologia e da Filosofia no Brasil

    09/05/2019

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  • Manifestação de indignação e repúdio a respeito de dados inverídicos

    09/05/2019

    Manifesto lançado por várias Associações demonstrando dados inverídicos sobre a pesquisa e a produção científica divulgados pelo MEC sobre as Ciências Humanas, Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes.

    Leia: Manifesto

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  • Cortes orçamentários nas Universidades Federais: mitos e verdades

    09/05/2019

    Em frente à quantidade de informações que circulam nas redes sociais sobre os cortes orçamentários nas Universidades Federais, o reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pedro Curi Hallal, listou mitos e verdades sobre o assunto. “Já me posicionei publicamente contra os cortes, pois tenho certeza de que o investimento em educação é a única solução para o futuro do Brasil”, destaca.

    Veja os pontos listados pelo reitor:

    1. Os cortes orçamentários não começaram agora. Eles vêm sendo observados há anos.
    VERDADE. Em 2015 o valor previsto de custeio para a UFPel era de R$ 81 milhões e foi recebido somente R$ 77 milhões. Em 2016, a previsão de R$ 83 milhões foi honrada. Em 2017, a previsão era de R$ 72 milhões e novamente foi cumprida. Já em 2018, a previsão de R$ 74 milhões foi honrada. Nesse ano, a previsão é de R$ 74 milhões novamente, e somente temos disponíveis R$ 51 milhões após os cortes anunciados na semana passada.

    Se o valor de R$ 81 milhões de 2015 tivesse sido corrigido apenas pela inflação, o orçamento de custeio da UFPel em 2019 deveria ser de R$ 102 milhões. No orçamento de capital, as perdas são maiores ainda. Em 2015, o orçamento previsto era de R$ 16 milhões e foram recebidos somente R$ 11 milhões. Em 2016 e 2017, a previsão de R$ 8 milhões foi cumprida. Já em 2018 a previsão de 6 milhões também foi honrada. Para 2019, a previsão era de R$ 9 milhões, dos quais apenas R$ 2 milhões estão disponíveis após os cortes anunciados na semana passada. Novamente, se os R$ 16 milhões de 2015 fossem corrigidos apenas pela inflação, o orçamento de capital para a UFPel em 2019 deveria ser de R$ 20 milhões.

    2. Quando os cortes foram feitos em outros governos, as Universidades ficaram caladas.
    MENTIRA. Em 2015 (Governo Dilma), os servidores da UFPel entraram em greve para reversão dos cortes. O mesmo ocorreu em várias outras Universidades. Em 2017 (Governo Temer), novamente a gestão da UFPel denunciou os cortes orçamentários e inclusive manifestou que, caso mantidos, a UFPel não honraria com suas contas até o final do ano. Em resumo, as Universidades sempre se posicionam quando têm seu orçamento reduzido, independentemente do governo.

    3. As Universidades são mal administradas e não sabem lidar com cortes orçamentários.
    MENTIRA. Conforme pode ser observado no item 1, o orçamento de custeio da UFPel, que deveria ser de R$ 102 milhões em 2019 é, na verdade, de R$ 74 milhões, sem contar com os cortes. Ora, certamente todos sabem que os principais gastos só aumentaram nesse período. Por exemplo, todos os contratos de serviços terceirizados, que consomem 1/3 do orçamento de custeio da UFPel, sofrem repactuações anuais previstas em lei. A conta de luz da UFPel, como a de todo mundo, aumentou consideravelmente nesse período. Para se adequar à nova realidade financeira, a UFPel adaptou todos os seus contratos de serviços terceirizados, gerando uma economia de mais de R$ 10 milhões em apenas dois anos. A conta de telefone caiu pela metade. Foi preciso reduzir inclusive a quantidade de bolsas de ensino, pesquisa e extensão em 2017. As licitações do Restaurante Universitário, realizadas em 2017 e 2018, reduziram o custo médio por refeição em mais de 30%.

    4. A UFPel pode encerrar suas atividades em setembro?
    VERDADE. O orçamento da UFPel, planejado com a devida antecedência, foi preparado com base na expectativa da Lei Orçamentária Anual. Não há hoje qualquer possibilidade de readequar os contratos mais onerosos para a instituição no meio do ano. Há dinheiro para pagar as contas da UFPel até o final de agosto. A partir de setembro, caso os cortes não sejam revertidos, a Universidade não conseguirá pagar a conta de luz, os contratos de terceirização e a alimentação dos Restaurantes Universitários, só para citar os principais itens de dispêndio da UFPel. No caso dos investimentos, uma Universidade não fecha por falta de recursos, mas fica sucateada.

    5. Se os gastos forem explicados, o governo não fará os cortes.
    MENTIRA. As contas das Universidades Federais são auditadas anualmente pelo Tribunal de Contas da União. Além disso, a UFPel sofre auditorias anuais da Controladoria Geral da União. Nos dois últimos anos, as contas da UFPel foram aprovadas por esses órgãos. O orçamento 2019 da Universidade foi inserido no sistema em 2018, de forma que o próprio governo federal aprovou o planejamento orçamentário da UFPel para esse ano. Os cortes implementados semana passada foram lineares, e aplicados igualmente a todas as Universidades Federais. Ou todos os gestores são incompetentes, ou não houve qualquer diferenciação nos cortes de acordo com a qualidade da gestão.

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  • MANIFESTAÇÃO DO FÓRUM DE DIRETORES DA UFPEL

    01/05/2019

     

    Manifestação do Fórum de Diretores da UFPel

    Todos devem ter direito a seus argumentos e concepções, desde que intelectualmente honestas.

    Na sexta-feira passada nos defrontamos com um ataque inconsistente e intelectualmente desonesto contra as Ciências Humanas e Sociais, primeiramente com um argumento econômico, o de respeitar os recursos públicos, como se as áreas visadas fossem ricamente aquinhoadas pelo orçamento das Universidades Públicas.

    No dia seguinte, o discurso mudou, mostrando as raízes obscurantistas e intelectualmente desonestas do mesmo: ‘não podemos manter cursos que fazem política’, ou seja, a fundamentação, se assim podemos chamar, era meramente ideológica, e mais uma vez intelectualmente desonesta.

    Os recursos públicos aplicados nessas áreas são escassos, os alunos não são da ‘elite’, ao contrário, como demonstram vários dados relativos às áreas, e, se há quem faça política, isso não é uma prerrogativa dos cursos das áreas. Mas a verdade não importa, importa sim o preconceito, o fundamentalismo, a ideologia rasteira e a falta de informação, a mesma falta de informação que afirma que as Universidades Públicas não fazem pesquisa, apenas as privadas, contrariando todos os índices reconhecidos.

    Mais do que nunca, as Ciências Humanas e Sociais são parte incontornável da produção e inovação científica. Como afirma Diogo Shelp (UOL, 26/04/2019), a interdisciplinaridade é a regra, e as Humanas e Sociais desempenham um papel muito importante no desenvolvimento do conhecimento em suas múltiplas nuanças. Basta estar informado para saber. Nós queremos conhecer, pensar, compreender e analisar a vida, as pessoas, a sociedade e o mundo, e isso requer mais que aprender a ler, escrever e contar.

    Cabe questionar sobre o tipo de projeto de país e de cidadão que se espera construir quando a área de humanidades é renegada e combatida, quando se despreza a reflexão, a capacidade crítica, o conhecimento já produzido sobre a cultura e o pensamento. Se a opção é essa, seguramente só se conseguirá construir um país e um conjunto de cidadãos que serão o espelho das autoridades circunstanciais que a afirmam como projeto. É isso que queremos enquanto cidadania?

    Existem posições que defendem uma ressecção das Universidades Públicas, começando pelas Humanidades. Nós queremos a ressecção racional do obscurantismo e do anti-intelectualismo vigente em alguns extratos da sociedade. Para isso, a necessidade real das Humanas e Sociais, não apenas nas Universidades, mas em todo o ensino básico.

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  • NOTA DE REPÚDIO

    28/04/2019

     

    A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF) e associações abaixo mencionadas repudiam veementemente as falas recentes do atual presidente da república e de seu ministro da educação sobre o ensino e a pesquisa na área de humanidades, especificamente em filosofia e sociologia.

    As declarações do ministro e do presidente revelam ignorância sobre os estudos na área, sobre sua relevância, seus custos, seu público e ainda sobre a natureza da universidade. Esta ignorância, relevável no público em geral, é inadmissível em pessoas que ocupam por um tempo determinado funções públicas tão importantes para a formação escolar e universitária, para a pesquisa acadêmica em geral e para o futuro de nosso país.

    O ministro Abraham Weintraub afirmou que retirará recursos das faculdades de Filosofia e de Sociologia, que seriam cursos “para pessoas já muito ricas, de elite”, para investir “em faculdades que geram retorno de fato: enfermagem, veterinária, engenharia e medicina”. O ministro apoia sua declaração na informação de que o Japão estaria fazendo um movimento desta natureza.

    De fato, em junho de 2015 o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão enviou carta às universidades japonesas recomendando que fossem priorizadas áreas estratégicas e que fossem cortados investimentos nas áreas de humanidades e ciências sociais.

    Após forte reação das principais universidades do país, incluindo as de Tóquio e de Kyoto (as únicas do país entre as cem melhores do mundo), e também da Keidanren (a Federação das Indústrias do Japão) – que defendeu que “estudantes universitários devem adquirir um entendimento especializado no seu campo de conhecimento e, de forma igualmente importante, cultivar um entendimento da diversidade social e cultural através de aprendizados e experiências de diferentes tipos” – o governo recuou e afirmou que foi mal interpretado.

    A proposta foi inteiramente abandonada quando o ministro da educação teve de renunciar ao cargo, ainda em 2015, por suspeita de corrupção. Da forma como o ministro Abraham Weintraub apresenta o caso trata-se, portanto, de uma notícia falsa.

    O ministro foi seguido pelo presidente, que mencionou que o governo “descentralizará investimentos em faculdades de filosofia”, sem especificar o que isto significaria, mas deixando claro que se trata de abandonar o suporte público a cursos da área de humanidades, nomeadamente os de Filosofia e de Sociologia. O presidente indica que investimentos nestes cursos são um desrespeito ao dinheiro do contribuinte e, ao contrário do que pensa a Federação das Indústrias do Japão, afirma que a função da formação é ensinar a ler, escrever, fazer conta e aprender um ofício que gere renda.

    O ministro e o presidente ignoram a natureza dos conhecimentos da área de humanidades e exibem uma visão tacanha de formação ao supor que enfermeiros, médicos veterinários, engenheiros e médicos não tenham de aprender sobre seu próprio contexto social nem sobre ética, por exemplo, para tomar decisões adequadas e moralmente justificadas em seu campo de atuação. Ignoram que os estudantes das universidades públicas, e principalmente na área de humanidades, são predominantemente provenientes das camadas de mais baixa renda da população. Ignoram, por fim, a autonomia universitária, garantida constitucionalmente, quando sugerem o fechamento arbitrário de cursos de graduação.

    Uma das maiores contribuições dos cursos de humanidades é justamente o combate sistemático a visões tacanhas da realidade, provocando para a reflexão e para a pluralidade de perspectivas, indispensáveis ao desenvolvimento cultural e social e à construção de sociedades mais justas e criativas.

    Seguiremos combatendo diuturnamente os ataques à universidade pública e aos cursos de humanidades movidos pelo ressentimento, pela ignorância e pelo obscurantismo, também porque julgamos que esta é uma contribuição maiúscula da área de humanidades para o melhoramento da sociedade à nossa volta.

    Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)
    Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE)
    Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR)
    Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE)
    Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE)
    Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC)
    Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd)
    Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE)

    União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (Ulepicc-Brasil)
    Associação Nacional de História  (ANPUH)
    Centro de Investigaciones Filosóficas (CIF/Argentina)
    Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP) 
    Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)
    ODARA – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura, Identidade e Diversidade 
    Associação Brasileira de Antropologia (ABA)  
    Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes)
    Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC)

    Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR) 
    Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)

    Asociación Costarricense de Filosofía (Acofi) 
    Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP) 
    Sociedade Brasileira de Ensino de Química (SBEnQ) 
    Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope)
    Associação dos Professores da UDESC (Aprudesc – ANDES-SN) 
    Fórum Nacional dos Coordenadores Institucionais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (FORPIBID)
    Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) 
    Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP) 
    Asociación Filosófica Argentina (AFRA) 
    Associação Brasileira de Ensino de Biologia (SBEnBio)
    Fórum de Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Letras e Artes (FCHSSALA)
    Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED)
    Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM) 
    Associação Nacional de Pós graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL) 
    Fórum em Defesa do Ensino e dos Professores de História do Ceará
    Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII (ABES XVIII)
    Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião (ANPTECRE)
    Associação dos Licenciados em Filosofia (A.L.F.) 
    Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós) 
    Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN)
    Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (ABET)
    Sociedade Brasileira de Estudos Organizacionais (SBEO) 
    Associação Brasileira de Hispanistas (ABH)
    Sociedad Argentina de Análisis Filosófico (SADAF)
    Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado da Bahia (SINTSEF/ BA)
    Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)
    Associação Nacional de Ensino e Pesquisa do Campo de Públicas (Anepcp)
    Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI)
    Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica (SBFA)
    Associação de Pós-Graduandos da UFSC (APG-UFSC)

     

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