🎭✨ O Carnaval 2026 foi (e ainda está sendo!) de pura potência, presença e orgulho para o Curso de Dança – Licenciatura da UFPel!
Durante os festejos de momo, docentes, discentes e egressos do Curso atuaram em múltiplas frentes no município de Pelotas e região!
🎉 Criação e performance de obras coreográficas
🎉 Participação em comissões julgadoras
🎉 Produção cultural
🎉 Confecção de fantasias e adereços
🎉 Folia nos blocos e escolas de samba
E muitas outras ações fizeram a arte pulsar nas ruas.!💃🏽🥁
Uma reverência especial às rainhas: Rainha da Diversidade do Carnaval de Pelotas (RS) 2026 – acadêmica do Curso de Dança Rebecca Dias 👑 – e Rainha do Carnaval de São Lourenço (RS) 2026 – acadêmica do Curso de Dança Rayssa Ferreira Pereira 👑!
Para nossa alegria e orgulho, muitas pessoas envolvidas com o Curso de Dança estiveram diretamente envolvidas com entidades carnavalescas, fortalecendo a ponte entre universidade e comunidade e reafirmando o valor da cultura popular como espaço de formação, troca e celebração coletiva.
Com todo esse movimento, queremos convocar nossa comunidade para comentar aqui nesse post qual foi a sua participação no Carnaval 2026!
Aproveita e posta uma foto linda nos seus stories, marcando o Curso de Dança!
A avaliação é promovida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e pode ser preenchida pelos estudantes no sistema Cobalto até 20 de Fevereiro de 2026.
Para responder à avaliação, é necessário acessar o sistema Cobalto, entrar no menu “Aluno”, selecionar “Cadastro” e, em seguida, “Avaliação de Disciplina 2025/2”.
Na noite de terça-feira, 4 de novembro de 2025, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) realizou mais uma ação de integração com a comunidade local. Os professores Thiago Amorim e Andrisa Zanella, acompanhados da monitora voluntária Anita Manzke, ministraram uma oficina especial aos peões e prendas da Invernada Juvenil da União Gaúcha João Simões Lopes Neto (UG).
A atividade, promovida pelo Núcleo de Folclore e Culturas Populares da UFPel (NUFOLK) em parceria com o Projeto Artes Cênicas e Primeira Infância (PAPIN), teve como objetivo desenvolver nos jovens habilidades de interpretação cênica, expressão corporal e liberdade criativa, fundamentais para o desempenho artístico dos grupos tradicionalistas.
Uma noite de vivência, criação e confiança
A oficina foi estruturada em dinâmicas práticas que estimularam a desinibição, a consciência corporal e o trabalho em grupo. Em um primeiro momento, os jovens foram convidados a participar de exercícios de experimentação lúdica e corporal, fundamentais para o controle da expressão e interpretação no palco. Em seguida, foram propostos dinâmicas voltadas à improvisação, experimentação gestual e quebra de padrões rígidos que, muitas vezes, limitam a performance artística dos dançarinos.
Segundo os ministrantes, o foco principal foi oferecer um espaço seguro para que os participantes pudessem testar novas possibilidades de movimento, reconhecer o próprio corpo como instrumento expressivo e fortalecer a confiança necessária para a atuação diante do público.
“Nos palcos, não basta dominar a técnica das danças tradicionais — é preciso expressar emoção, presença e harmonia artística. E isso nasce da liberdade corporal e da confiança em si mesmo”, destacou o professor Thiago Amorim durante a atividade.
A professora Andrisa Zanella reforçou que práticas como essa permitem ampliar o repertório cultural e sensível dos jovens: “O teatro e a dança se encontram naquilo que é humano: expressar, comunicar e tocar o outro. É isso que buscamos estimular com esta oficina”.
Extensão universitária como compromisso social
A ação integra um conjunto de iniciativas da UFPel voltadas à curricularização da extensão, aproximando a universidade das comunidades e fortalecendo o compromisso social da instituição. Em nível nacional, pesquisadores têm reforçado o papel estratégico da extensão para a formação integral dos estudantes.
Como afirma o educador e filósofo contemporâneo Boaventura de Sousa Santos, referência na área de educação e cidadania: “A universidade só cumpre sua função pública quando dialoga com aqueles que produzem conhecimento fora dos seus muros. Extensão é troca, e toda troca transforma.”
É nessa perspectiva que a oficina se insere: promover uma troca genuína entre a universidade e um dos mais tradicionais grupos da cultura sul-rio-grandense, valorizando práticas artísticas, identitárias e comunitárias.
Cultura, juventude e pertencimento
Para a União Gaúcha João Simões Lopes Neto, a noite foi de aprendizado e fortalecimento da identidade cultural. A proposta dialoga diretamente com o trabalho desenvolvido pelas invernadas artísticas, que buscam preparar jovens para apresentações, competições e eventos culturais de grande relevância no estado.
A monitora voluntária Anita Manzke ressaltou a importância da iniciativa:
“Essa vivência amplia horizontes e qualifica nossa atuação enquanto estudantes de licenciatura. Muitos desses jovens que participaram da oficina já dominam movimentos das danças tradicionais e atividades como esta ampliam sua confiança na própria expressividade. A oficina abriu portas para isso.”
A seguir, algumas imagens registradas no encontro:
✨ Parabéns aos acadêmicos e orientadores do Curso de Dança – Licenciatura da UFPel, que se destacaram na 11º SIIEPE (Semana Integrada UFPel 2025)!
Celebramos a dedicação, a sensibilidade e o compromisso com a pesquisa, a extensão e o ensino da dança, refletidos em trabalhos que unem arte, educação e diversidade. ✨
XI CONGRESSO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
Acadêmico: Anderson Roberto Cruz da Silveira
Orientadora: Profa. Dra. Alexandra Dias
Trabalho: Conceitos e Culturas abordadas no TCC de uma Drag Queen Negra do Curso de Licenciatura em Dança – UFPel
Acadêmica: Rafaella de Cantes Degani
Orientador: Prof. Dr. Marco Aurélio da Cruz Souza
Trabalho: É Preciso Muito Tempo Para Ensinar Bem?: Reflexões em relação à otimização da aprendizagem em dança na educação infantil
Acadêmica: Eduarda Castanheira Madeira
Orientador: Prof. Dr. Marco Aurélio da Cruz Souza
Trabalho: Dança e Didática: A Construção de uma Metodologia Flexível e Sensível às Diferenças
Acadêmica: Isadora Marten Brião
Orientadoras: Profa. Dra. Eleonora Campos da Motta Santos, Profa. Dra. Flávia Marchi Nascimento e Profa. Dra. Taís Prestes
Trabalho: Processos de Repetição em Dança e Poesia: Estratégias Pedagógicas para Dança na Escola
XI CONGRESSO DE EXTENSÃO E CULTURA
Acadêmico: Nathanael Peres Martins
Orientadores: Prof. Dr. Thiago Silva de Amorim Jesus e Prof. Dr. Marco Aurélio da Cruz Souza
Trabalho: Samba de Salão e Danças Gaúchas de Salão: um estudo sobre a prática pedagógica em contextos de extensão universitária
Que esses trabalhos sigam inspirando novas formas de pensar, ensinar e viver a dança!
O curso de DANÇA Licenciatura da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) passou por avaliação local, de 14 a 19 de setembro, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), instituição pública vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A etapa, parte do processo de renovação e reconhecimento, resultou na atribuição da nota máxima: “cinco”.
O conceito da avaliação “in loco” (expressão latina que se refere a “no lugar”) é um dos elementos utilizados pelo MEC, via Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), para autorizar “o reconhecimento” e “a renovação de reconhecimento” de um curso. A comissão do Inep leva em conta a organização didático-pedagógica, corpo docente, infraestrutura, os requisitos legais e os referenciais normativos de qualidade.
Com Paulo Guimarães | 2h de duração | das 10h às 12h
Em cada cidade onde o espetáculo Gira Teresinhas aporta, o público é convidado a ir além da plateia: a se mover, a sentir e a expressar. Como parte das atividades de intercâmbio da circulação do projeto, será realizado o workshop gratuito “O Corpo que Fala”, com Paulo Guimarães, artista e pesquisador da linguagem do gesto e da expressão.
Com duração de duas horas, das 10h às 12h, o workshop propõe uma imersão prática e sensível voltada ao resgate da identidade corporal e à descoberta de uma linguagem expressiva própria, a partir da memória, do gesto e do movimento autêntico.
Aberta a participantes de todas as idades e formações, a oficina é um convite para escutar o corpo — seus silêncios, suas urgências e suas histórias. Um espaço de escuta e expressão onde corpo e memória se entrelaçam, dançam e se transformam.
“Nosso corpo guarda histórias que nem sempre cabem em palavras. Quando o gesto emerge, algo profundo é revelado.”
— Paulo Guimarães
A atividade integra as ações de intercâmbio artístico e formação de plateia do projeto Gira Teresinhas – 20 anos de história, ampliando os encontros entre arte e comunidade por meio da presença e da escuta do corpo.
Informações práticas:
Workshop: O Corpo que Fala
Ministrante: Paulo Guimarães
Duração: 2h (das 10h às 12h)
Público-alvo: aberto a todas as pessoas interessadas, com ou sem experiência prévia em artes corporais