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Material informativo

Informações sobre a seção dos Tradutores Intérpretes de Libras

 

Surdocegueira (folder)

 

Como proceder com aluno que possui deficiência auditiva (folder)

 

Procedimentos básicos para professores de alunos surdos (folder)

 

 

Folder sobre dificuldades de aprendizagem

 

Folder sobre autismo e deficiência intelectual

 

Folder sobre deficiência visual

 

Folder sobre deficiência física

 

Folder sobre deficiência auditiva

 

Cartaz de conscientização 1

 

Cartaz de conscientização 2

 

 

 

Folder de divulgação do NAI – Parte externa

#PraCegoVer – Imagem da parte externa do folder de divulgação do NAI. No lado esquerdo aparece o logo da UFPel, logo abaixo estão listados o endereço do site “wp.ufpel.edu.br/nai”; do facebook “www.facebook.com/naiufpel”; e-mail do núcleo “nai.ufpel@gmail.com”; e endereço do NAI “Rua Almirante Barroso, 1734, Pelotas-RS”. No lado direito, no topo, o símbolo do NAI na cores vermelho, amarelo, azul e verde. Logo abaixo está escrito o seguinte: “Você conhece o NAI? Sabe a importância dele? Onde ele atua? O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da UFPel existe para garantir a acessibilidade e a inclusão no ensino superior.”

 

Folder de divulgação do NAI – Parte interna

Parte interna do folder de divulgação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão

#PraCegoVer – Imagem da parte interna do folder de divulgação do NAI. No topo do lado esquerdo aparecem metades de peças de quebra-cabeça encaixadas lado a lado. Abaixo está escrito o seguinte: “O NAI apresenta como princípios norteadores a concretização do Plano de Acessibilidade e Inclusão da UFPel e a efetivação da Lei 13.409/2016, que dispõe sobre as cotas para pessoas com deficiência no Ensino Superior, além das demais legislações vigentes. O NAI oferece: apoio especializado aos alunos dos diversos cursos de graduação, através de recursos, tutores e orientações. Encaminhamento de intérpretes para as aulas, eventos e atividades relacionadas. Ações de conscientização, discussão, formação compartilhada de coordenadores, técnicos, professores, monitores, tutores e comunidade em geral. Então, se você necessita de algum desses serviços visite-nos na web e veja como solicitá-los!” Logo abaixo do texto aparece um fluxograma com a estrutura do NAI. A chefia do NAI fica no topo, dela saem duas setas, uma que se liga à CONAI (Comissão de apoio ao NAI) e a outra à Coordenação Pedagógica, ambas estão no mesmo nível. À Coordenação fica ligado os bolsistas, de onde partem duas setas que apontam respectivamente para a Seção de Atendimento Educacional Especializado e para a Seção de Tradutores e Intérpretes de Libras. No lado direito da parte interna estão descritos vários tipos de acessibilidade, à frente do nome de cada acessibilidade há uma peça de quebra-cabeças na cor azul. O texto que lista as acessibilidades é o seguinte: “ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: ausência de barreiras físicas e no transporte. É a forma de acessibilidade sem barreiras ambientais físicas, nas residências, nos edifícios, nos espaços urbanos, nos equipamentos urbanos, nos meios de transporte individual ou coletivo. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: ausência de barreiras na comunicação interpessoal, na comunicação escrita e na comunicação virtual. Para isso, é importante a aprendizagem da língua de sinais, utilização de textos em braile, textos com letras ampliadas para quem tem baixa visão e outras tecnologias assistivas. É a acessibilidade que se dá sem barreiras na comunicação interpessoal (face a face, língua de sinais), escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila etc., incluindo textos em braile, uso do computador portátil) e virtual (acessibilidade digital). ACESSIBILIDADE METODOLÓGICA: ausência de barreiras nos métodos e técnicas de trabalho ou de vida diária. Sem barreiras nos métodos e técnicas de estudo (escolar), de trabalho (profissional), de ação comunitária (social, cultural, artística etc.), de educação dos filhos (familiar). ACESSIBILIDADE INSTRUMENTAL: ausência de barreiras nos instrumentos de trabalho ou de vida diária, como utensílios e ferramentas de estudo (escolar), de trabalho (profissional), de lazer e recreação (comunitária, turística, esportiva etc. ). ACESSIBILIDADE PROGRAMÁTICA: muitas vezes imperceptíveis, embutidas em políticas públicas (leis, decretos, portarias etc.), normas e regulamentos (institucionais, empresariais etc.). ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: ausência de preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações em relação às pessoas em geral, sendo, para tal, importante realizar ações de sensibilização, conscientização e acompanhamento. ACESSIBILIDADE TECNOLÓGICA: Não é uma forma de acessibilidade específica. Deve permear as demais. (Sassaki,2006).”