Os acordes do violão de Leonardo Pinho encantaram alunos e professores da Escola Ginásio do Areal. O artista apresentou-se na tarde da última terça-feira (17) com um recital de violão. A atividade cultural faz parte da programação da Bienal na Escola, promovida na Bienal de Arte e Cidadania da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Para a professora de música Lys Ferreira foi um presente para os alunos que começaram a estudar violão, pois Pinho apresentou músicas com grau técnico elevado e um estilo diferente do repertório cotidiano.
Para os alunos que participam da orquestra da Escola, a apresentação foi uma inspiração.
O Centro de Artes (CA) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) recebeu, na tarde desta quarta-feira (18), a exposição de Bocais de Madeira e Flautas, que integra as atividades do 6º Encontro Estadual de Flautistas. A exibição foi organizada pelo especialista em flautas transversais Julio Hernández.
Todos os objetos expostos foram feitos por Hernández, que manufatura artesanalmente flautas barrocas. A exposição também permitiu aos presentes que fizessem experimentações com as flautas e boqueiras expostas. De acordo com Julio Hernández, o objetivo da mostra é complementar as atividades do encontro de flautistas e proporcionar aos participantes o contato com peças artesanais.
Aconteceu ontem (quarta-feira, 18), às 15h, no auditório do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a cerimônia de abertura do 6º Encontro Estadual de Flautistas do Rio Grande do Sul, que será realizado até o dia 21 de novembro, durante a Bienal Internacional de Arte e Cidadania. O evento tem como objetivo o encontro de músicos com ênfase na flauta, além de buscar discutir temas importantes para a música e o seu mercado de trabalho.
O professor Raul Costa D’Ávila realizou a abertura do evento, que é sediado pela segunda vez em Pelotas, e explicou que o encontro é parte de um esforço colaborativo entre diferentes instituições de ensino do Rio Grande do Sul. Além disso, o professor explicou que cada evento possui a sua particularidade, mas o diálogo proporcionado por este é algo de extrema importância para o aperfeiçoamento dos participantes.
Já a diretora do Centro de Artes (CA) da UFPel, Úrsula Rosa da Silva, ressaltou a importância do evento estar acontecendo juntamente com a Bienal Internacional de Arte e Cidadania, pois deste modo mostra que a música e outras artes não acontecem somente na Universidade e sim em toda a cidade.
A importância de eventos desse nível como uma forma de troca e oportunidade para conhecer pessoas e contribuir com um currículo melhor foram mencionadas pelo coordenador do curso de Bacharelado em Música, Werner Aguiar, como um dos pontos positivos da realização do encontro.
Estão previstas na programação do evento diversas atividades, que possibilitam a realização de um encontro dinâmico. Os destaques da programação são as masterclasses com músicos convidados, compartilhamento de experiências dos egressos dos cursos de música da UFPel, coral de flauta, evento científico e concertos.
Na tarde da última quarta-feira(18), o grupo costa-riquenho Cantoamérica ministrou oficina sobre música latino americana contando a história da música de seu país.
Cantoamérica é um grupo independente que atua há mais de trinta e cinco anos divulgando a música latino-americana e caribenha em diversos países na América, África Ásia e Europa. Atualmente, o grupo é constituído por seis músicos, entre vocalistas e instrumentistas e já tem quatorze álbuns gravados, basicamente, com composições próprias.
Segundo Manoel Monestel, membro mais antigo do grupo, a música costa-riquenha provém de dois movimentos: o primeiro proveniente da vinda de escravos africanos para a então colônia espanhola e um segundo movimento dos escravos que vieram das ilhas do Caribe, de língua inglesa, para trabalharem na construção das ferrovias para exportação do café. Devido a estas duas ondas migratórias, a Costa Rica tornou-se um país multilíngue. “Portanto, há músicas que cantamos em espanhol e outras em inglês crioulo, ou inglês caribenho”, afirma o músico.
O projeto Ponto a Punto surge no processo de fortalecimento e atenção às políticas públicas culturais para zonas de fronteira. A Universidade Federal de Pelotas, através de sua Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PREC), com recursos oriundos do Governo Federal, traz músicos residentes de cinco países sul-americanos com intuito de expandir a troca de saberes e culturas, gerando uma experiência inédita e inovadora.
Cinco músicos da Colômbia, Argentina, Uruguai, Peru e Chile realizam residência artística em Pelotas/RS/Brasil, onde têm um convívio intenso com segmentos, vertentes, coletivos, Pontos de Cultura e agentes culturais, realizando intensa troca de matizes, influências, técnicas e vivências. Mais que alimentar, estes músicos residentes também se alimentam, bebem da rica fonte da cena cultural pelotense, tocam, cantam e se mesclam entre os movimentos, as expressões e as atividades, buscando um diálogo colaborativo entre professores, produtores e intelectuais deste setor.
No próximo sábado (21), o Projeto Ponto a Punto realizará um show às 19h no Espaço Cultural da UFPel, na rua Benjamin Constant nº 1071. Nessa apresentação acontecerá a gravação do CD ao vivo do quinteto.
Mais informações podem ser encontradas no site http://pontoapunto.art.br/
Confira também o canal no Youtube: Ponto a Punto
E a página no Facebook.
Aprimorar o olhar. Locomover-se para captar uma nova perspectiva. O ato de deslocar o corpo pelo espaço produz vários sentidos humanos. A cada passo criamos uma paisagem diferente, onde nos é permitido imaginar e criar diferentes relações com o mundo. Discorrendo sobre este movimento e representações, nesta manhã, a professora Alice Monsell ministrou a oficina
“Atos de fazer, observar, caminhar e desenhar com aquarela ao ar livre.” A atividade, que fez parte da Bienal Internacional de Arte e Cidadania UFPel, propôs aos participantes encontrarem, através do olhar, novas relações com o espaço que estão inseridos.
Alice, que é professora do curso em Bacharelado de Artes Visuais da UFPel e ministra curso de extensão em técnicas básicas de aquarela, conta que ficou surpresa com o grande número de participantes na oficina.
Começando com ensinamentos básicos e introdutórios, a professora conversou um pouco sobre cores, texturas e a importância de estar sempre de olhos abertos para aquilo que ocorre ao redor, indo após esta conversa para o espaço urbano, onde aqueles que fizeram parte da oficina puderam testar suas habilidades.
Carlos Eduardo Tavares, estudante do curso de Dança da UFPel, conta que está participando das atividades da Bienal, e viu na oficina um modo de se expressar em outro campo da arte. ”Pra mim a arte está no cotidiano e não depende apenas de ter instrução. Qualquer pessoa pode produzir arte naquilo que faz em seu dia a dia”, relata.
Tratando do cotidiano, é justamente ele que inspirou o projeto “Ação, Dispositivo Ambulante para conversar, desenhar, compartilhar a paisagem e coisas do cotidiano”, apresentado na próxima quinta-feira (18), às 17h, no Espaço Cultural UFPel. O projeto, idealizado pelo Grupo de Pesquisa DeslOCC(CNPq/UFPEL), promove e investiga ações artísticas, o deslocamento no meio ambiente e o ato de observar. Formam o trabalho, além da professora Alice Monsell, os professores do Centro de Artes da UFPel Duda Gonçalves e Alice Monsell. Além deles os estudantes do curso de Bacharelado em Artes Visuais Francisco Furtado Camargo, Maíra Maliyama e Bruno Schuch. O trabalho já circulou por escolas de Pelotas e Porto Alegre.
Além da oficina, a Bienal pela manhã proporcionou roda de conversa sobre produção cultural, o início de seminário em violões e apresentações do XIV Seminário de História da Arte. Para saber mais sobre as atividades culturais da Bienal basta acessar o link http://portal.ufpel.edu.br/wp-content/uploads/BIENALPROG_COMPLETO.pdf .
Teve início nesta quarta-feira (18) o primeiro Seminário de Violões da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) com cerimônia no Casarão 8. O evento tem a coordenação do professor Nery Borges e a direção artística de Arthur Salles. A programação segue até sábado (21) fazendo parte da Bienal Internacional de Arte e Cidadania da UFPel.
Serão palestras, mesas redondas, recitais de convidados e Master Classes voltados ao violão. “Primeiramente a ideia é de fomentar o interesse de alunos pelo violão, pelo lado artístico do instrumento”, projeta Nery.
Entre os convidados, grandes nomes do cenário violonístico do Brasil. Professores como Mario Ulloa (UFBA), Werner Aguiar (UFG), Daniel Wolff (UFRGS), Thiago Colombo (UFPel), além dos convidados Maurício Marques, de Porto Alegre, e Marcos
Pablo Dalmacio, de Florianópolis. A escolha dos nomes, segundo Nery, foi em função da carreira sólida de cada um dos convidados. “Alguns são professores de pós- graduação, com reconhecimento internacional”, comenta o professor. Como é o caso de Daniel Wolff, primeiro Doutor em Violão do Brasil, Grammy Awards de 2001 e duas vezes Prêmio Açorianos como melhor arranjador.
Para o estudante de Bacharelado em Violão, Ítalo Silva, o evento é, sobretudo,
uma oportunidade de estar ao lado daqueles que admira. O violonista, natural de Pelotas, foi interrompido para dar esta entrevista enquanto dedilhava o “Estudo Nº 11”, deHeitor Villa-Lobos. Se preparava para tocar na Master Class com Werner Aguiar.
Master Class consiste numa aula coletiva em que o estudante terá a oportunidade de demonstrar uma performance no violão e receber orientações de um especialista.
“Muito boa a programação, e o melhor de tudo é poder participar de uma Master Class, ter a resposta de um mestre, ganhar algumas dicas, enfim, um grande aprendizado”, avalia o estudante. Em outra sala dentro do Casarão 8, outro estudante se preparava para uma Master Class. João Domingos é estudante do curso de Música Bacharelado em Violão pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). “Muito bom participar de um evento com este nível de professores, palestrantes, além de ser uma vitrine com professores de pós-graduação”, resume Domingos.
Essa troca de experiências a partir deste encontro com outros músicos é de grande valia para Thiago Colombo, professor de violão na UFPel e atualmente doutorando na Universidade Federal da Bahia. “Isso significa praticamente tudo o que gira em torno de ser músico, de ser professor de violão, de estar aprendendo e compartilhando conhecimento com outros músicos”, destaca Colombo. Atualmente Colombo desenvolve seu doutorado de pesquisa artística com o título “Violão e Mestiçagem na América Latina: Performance Musical e Identidades Culturais”.
Outro professor que participou da abertura foi Werner Aguiar, professor permanente no Programa de Pós-Graduação em Música da EMAC/UFG. Atualmente com duas linhas de pesquisa, uma de “Música, Cultura e Sociedade” e outra “Música, Criação e Expressão”. “Um evento como este é fundamental pra quem está aprendendo como pra quem está ensinando”, comenta Aguiar. “No final, todos vamos aprender”, finaliza.
Mais informações no blog do evento: http://seminariodevioloesufpel.blogspot.com.br/
Programação do I Seminário de Violões da UFPel
18/11 – quarta-feira
8h30min Abertura e Credenciamento (Casarão 8)
10h – Master Class com Thiago Colombo (Casarão 8)
10h – Master Class com Werner Aguiar (Casarão 8)
13h – Palestra com Thiago Colombo sobre Performance Musical e Identidades
Culturais: uma pesquisa artística no contexto do violão latino-americano (Casarão 8)
15h30min – Palestra com Werner Aguiar sobre “Pesquisa, Interpretação Musical e
Criação Artística: perspectivas para música e músicos na academia” (Casarão 8)
19/11 – quinta-feira
9h – Master Class com Mario Ulloa (Casarão 8)
11h – Recital com Marcos Pablo Dalmacio (Lyceu)
14h – Palestra com Marcos Pablo Dalmacio sobre “Teoria e Prática para Interpretação
da música do século XVI” (Casarão 8)
16h30min – Mesa redonda “O Ensino do Violão no Curso de Licenciatura em Música:
objetivos e metodologias”. (Casarão 8)
20/11 – sexta-feira
9h – Master Class com Daniel Wolff (Casarão 8)
11h – Recital com Mario Ulloa (Lyceu)
14h – Mesa Redonda “A Composição para Violão na Contemporaneidade Brasileira:
inspirações, motivação e desafios” (Casarão 8)
16h30min – Mesa Redonda “Flauta e Violãodo Erudito ao Popular uma Parceria de
Muitas Afinidades” (Casarão 8)
21/11 – sábado
9h – Palestra com Maurício Marques sobre “Da Milonga ao Choro: aspectos da música
brasileira ao violão” (Lyceu)
11h – Recital de Encerramento Maurício Marques (Lyceu)
Já pensou num atelier de gravura dentro de uma bicicleta? Pois é. Existe, é da UFPel e fez sua primeira ação nesta terça-feira (17) à tarde, no Campus Anglo, dentro das atividades da Bienal Internacional de Arte e Cidadania. O trabalho é um projeto do Atelier de Gravura do Centro de Artes, coordenado pela professora Kelly Wendt e executado por ela e alunos bolsistas. A Bienal vai até o domingo (22), com múltiplas atividades artísticas e culturais, espalhadas pelos campi da UFPel e toda a cidade.
A ideia surgiu no primeiro semestre deste ano, a partir da necessidade de atender a quem não pode ir às oficinas localizadas na Universidade. “Então somos nós que vamos onde é preciso”, festejou Kelly.
A partir de um gaveteiro que estava nos inservíveis da Universidade, montaram um pequeno móvel que foi adaptado para ser colocado na bicicleta e receber todos os materiais usados na produção das gravuras. A bicicleta carrega ainda uma prensa.
O Atelier de Gravura Itinerante estará às 18h desta quarta-feira (18) no Espaço Cultural (Brahma). A exemplo do que ocorreu na terça no Anglo, é só chegar e experimentar as técnicas de impressão oferecidas. No fim, você leva o trabalho para casa, e o aprendizado também.
O grupo de música Pepeu, da Universidade, está ensaiando firme para a apresentação de encerramento da Bienal, no domingo (22). Desde as primeiras horas desta quarta-feira (18) o grupo se reuniu em sua sala, na AABB, e inundou o ambiente com sua música.
Não perca. É no domingo, às 20h, no Espaço Cultural, antiga Brahma.
Acontecerá em Pelotas, de 18 a 21 de novembro de 2015, o VI Encontro Estadual de Flautistas do Rio Grande do Sul (VI EEFRS). O evento integra as atividades da Bienal Internacional de Arte e Cidadania da Universidade Federal de Pelotas. A Abertura Oficial ocorre nesta quarta-feira, às 15h, no Auditório do Bloco 2 do Centro de Artes.
Sob a coordenação de Raul Costa d’Avila e da Classe de Flauta Transversal – CA/UFPel, o VI EEFRS tem como proposta reunir flautistas que atuam no estado do Rio Grande do Sul, e convidados, para discutir, refletir, estudar e apresentar temas pertinentes à música, à flauta transversal e seu mercado de trabalho.
Em conjunto às atividades tradicionais — masterclasses, palestras, oficinas, recitais/ apresentações públicas — o VI EEFRS vai proporcionar uma Mesa Redonda com os flautistas formados pelas três instituições de ensino superior do RS que têm o curso de flauta transversal (UFPel, UFRGS e UFSM), realizar um Evento Cientifico, tendo como tema a “Pedagogia Contemporânea da Flauta Transversal no Brasil: discursos de práticas pedagógicas”, e promover prática de conjunto, através do Coral de Flautas, sob a regência de Tota Portela.
Confira a programação no link http://encontrodeflautistasrs.blogspot.com.br/p/programacao.html.
Convidados:
ALEXANDRE EISENBERG
Professor adjunto de flauta e composição da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
Professor no Instituto Metodista de Porto Alegre, desde 2008 apresenta-se por diversos países com o duo norueguês A Corda e os músicos Felipe Azevedo, Daniel Wolff e Rodrigo Alquati.
Bacharel em Flauta Transversal pela UNESP, integrou a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo 2008-2014.
Professora de flauta doce e transversa no Projeto Prelúdio – Cursos e Oficinas de Música e no Curso Técnico em Instrumento Musical, ambos no Instituo Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), Campus Porto Alegre.
Professor de Flauta, música de câmara e do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS; Flautim na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA
TITA SARTOR
Professor de Flauta da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
Natural de Salvador / BA, é flautista principal da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia e assistente da Orquestra Sinfônica do Estado da Bahia.
Mestre em Música pela Universidade Federal do Paraná, com pesquisa sobre Técnicas Estendidas e música Contemporânea no Ensino de Flauta Transversal para Crianças Iniciantes
RAUL COSTA d’AVILA
Coordenador do VI EEFRS – Pelotas 2015. Professor de flauta da Universidade Federal de Pelotas, desde 1989. Vem participando de vários acontecimentos musicais do país. Graduado pela UFMG, na classe de Expedito Vianna.
Participações Especiais
Primeiro Doutor em Violão do Brasil, Daniel Wolff é formado pela Escuela Universitária de Música de Montevidéu. Agraciado com bolsas de estudo da CAPES e CNPq, Wolff cursou Mestrado e Doutorado em Música na prestigiosa Manhattan School of Music de Nova Iorque.
Professora na UFPEL, é graduada em Música pela Universidade Estadual de Campinas (1997), mestre em Artes pela University of Iowa (2000) e doutora em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006), com estágio na City University, em Londres.
Doutora em Música pela Unicamp (sob orientação de Jônatas Manzolli), tendo concluído Mestrado pela Unicamp e Bacharelado pela Unesp. Sob apoio da CAPES, realizou Estágio de Doutorado com orientação de Mikhail Malt no IRCAM (FR) e integrou o Atelier Piano Contemporainda pianista Martine Joste (FR) em Paris.
Doutor em Música, atualmente é professor de violão na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, nos cursos de Graduação e Pós-Graduaçaõ, e, freqüentemente, oferece Master Classes em outras Universidades e instituições musicais nacionais e internacionais.
Formado em Violão na Universidade Federal de Pelotas, é compositor, professor de musica, arranjador e instrumentista, com trabalho voltado à música brasileira.
TECA GONDIM
Maria Thereza Pita Gondim (Teca Gondim), pianista, natural de Salvador / BA. Doutora em Piano pela Universidade do Alabama nos EUA (2006-2011), sob orientação de Amanda Penick.
Thiago Colombo de Freitas é professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. É bacharel e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foi orientando do Prof. Dr. Daniel Wolff.