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    Notícias
  • A crítica musical periodista como fonte musicológica

    No próximo dia 11 de novembro, às 18h, no Auditório 2 do Centro de Artes da UFPel, ocorrerá a mesa redonda “A crítica musical periodista como fonte musicológica”, abrindo o III Simpósio Internacional Música e Crítica.
    Tal temática surgiu da provocação realizada por um pesquisador e professor de artes, durante o I Seminário de Pesquisa do Centro de Artes da UFPel, ocorrido em 2018, que manifestara-se contrário ao emprego de jornais periódicos como fonte para a pesquisa. Segundo ele, tal tipo de fonte seria um erro, uma vez que, de acordo com a sua argumentação, se um evento específico não estivesse nele registrado, seria como se não tivesse ocorrido. Se, a princípio, sua admoestação pudesse ser entendida como retórica, no decorrer da discussão ficou claro que não.
    Ao considerarmos que o jornalismo musical manifesta-se segundo vários gêneros textuais (VOLPE, 2019), também não deve ser esquecido que as notícias veiculadas estão longe de serem simples relatos de circunstâncias, uma vez que refletem representações que uma época tem de si própria (DOSSE, 2003). Em outros termos, forma e conteúdo que desafiam e instigam em sua interpretação.

  • Pianista endiabrado encerrará o III Simpósio Internacional Música e Crítica

    URGENTE
    De seu retiro momentâneo, Satanás envia o seguinte telegrama:

    “Saudações infernaes PT Envio meu representante de dedos fumegantes para concerto de encerramento PT
    Patrick Menuzzi PT Programa em breve PT”

    Com isto a coordenação do III Simpósio Internacional Música e Crítica informa que os dois concertos previstos estão assim agendados, ambos ocorrendo às 20h, no Salão Milton de Lemos do Conservatório de Música:
    Dia 11/11 – Duo Arsis, de flauta e piano, com Mayara Araújo e Patrick Menuzzi;
    Dia 12/11 – Concerto de Piano, com Patrick Menuzzi.

    Teremos mais notícias em breve.
    A Redação

  • Após fulminar a orquestra, Satanás não dará as caras no III Simpósio Internacional Música e Crítica

    URGENTE
    Mensagem há pouco recebida informa grave incidente ocorrido com Satanás! Durante almoço de confraternização com Orlando, São Pedro e pessoa não identificada, Satanás sofreu grave indigestão que acabou por fulminar a orquestra que lhe fazia coro. Com isso lamenta que não poderá manifestar-se durante o III Simpósio Internacional Música e Crítica.
    Tão logo sua saúde seja restabelecida, mandará notícias.
    A Redação

  • Amanda Oliveira e a crítica à crítica musical de Oscar Guanabarino

    Crítica à crítica: estratégias discursivas de Oscar Guanabarino sobre mulheres instrumentistas n’O Paiz (1884-1917). Eis o tema que será abordado por Amanda Oliveira, bacharela em Ciências Musicais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e atualmente cursando o mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural na mesma instituição, com fomento da CAPES através do Programa de Demanda Social (DS). Durante a graduação, foi bolsista de Iniciação Científica do projeto “A Pedagogia Contemporânea da Flauta Transversal no Brasil: discursos de práticas pedagógicas” (2014-2016), e também integrou a equipe do projeto “Documentos Sonoros: os registros de Octavio Dutra (1884-1937) no contexto da música no Rio Grande do Sul”, que resultou no livro “Espia só… A trajetória musical de Octávio Dutra” (2016). É membro do grupo de pesquisa “Estudos Interdisciplinares em Ciênccias Musicais” da UFPel e desde 2016 participa do projeto de pesquisa “Oscar Guanabarino e a crítica musical no Brasil”, do qual foi bolsista de Iniciação Científica (2016-2018), e foi uma das organizadoras da Antologia Crítica de Oscar Guanabarino (2019).

  • João Pedro Costa faz palestra sobre a crítica musical em Évora, Portugal.

    Uma abordagem à crítica musical atendendo aos públicos-alvo da imprensa eborense (1887-1910)”. Este é o tema da palestra que será realizada pelo pesquisador João Pedro Costa, mestrando em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/UNL). João Pedro Costa ainda é membro do Núcleo de Estudos em Música na Imprensa, vinculado ao Grupo Teoria Crítica e Comunicação do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM). Atualmente dispõe de uma bolsa de investigação referente ao projeto “Música, Media e Públicos em Portugal 1974-2000”, desenvolvido pelo grupo acima mencionado. No ano de 2017 concluiu a licenciatura em Musicologia pela Universidade de Évora e foi bolseiro de investigação. As suas principais linhas de interesse centram-se nos gostos e sociabilidades musicais desde os finais do século XIX à atualidade.

  • O nacionalismo musical na crítica de Amarylio de Albuquerque para a Gazeta de Notícias

    Quem foi Amarylio de Albuquerque? Qual a sua importância na crítica musical brasileira? Este é o tema que a pesquisadora Andréa Adour trará ao III Simpósio Internacional Música e Crítica.
    Andréa Adour é Bacharel em Desenho Industrial pela PUC-RJ, Mestre em Música/Canto pela Escola de Música da UFRJ, onde defendeu a dissertação A Dobra, o resgate da poética perdida no período histórico da música e Doutora em Educação, na linha de Educação, Cultura, Movimentos Sociais e Ações Coletivas, onde defendeu a tese Vissungo: o cantar banto nas Américas. É Professora Adjunta do Departamento Vocal da Escola de Música da UFRJ e Professora Permanente do Programa de Pós Graduação em Música (PPGM) na linha de História e Documentação da Música Brasileira e Íbero-Americana, onde coordena o projeto Africanias na música vocal brasileira e a relação Brasil-África. Coordena o Grupo de Pesquisa e projeto de extensão Africanias UFRJ, tema que pesquisa desde 2004. Como intérprete, privilegia o repertório camerístico dos séculos XX e XXI, integrando há 25 anos o Duo Adour (violão e voz).

  • A crítica musical da Fon-Fon na Belle Époque carioca será o tema da palestra da musicóloga Mónica Vermes

    A musicóloga Mónica Vermes fará sua palestra abordando a crítica musical na Belle Époque carioca nas imagens do periódico Fon-Fon. Uma contribuição inestimável ao estudo de um período negligenciado pela historiografia musical brasileira.
    Mónica Vermes é pesquisadora do Labelle – Laboratório de Estudos de Literatura e Cultura da Belle Époque (UERJ), do NOMOS – Núcleo de Musicologia Social do Instituto de Artes da Unesp (IA-Unesp), do grupo de pesquisa Estudos de Gênero, Corpo e Música (UFRGS) e do Grupo de Pesquisa História e Música (Unesp). Foi bolsista da Biblioteca Nacional (2016-2017) com o projeto Circuitos Musicais no Rio de Janeiro: teatros (1906-1920). Sua área de pesquisa é a música na Belle Époque carioca em suas múltiplas tramas na cidade.