Espetáculo “O Lado Azul da Vida” estreia dia 16 de novembro

A CIA Teatral Sobrinhos de Shakespeare apresenta sua nova peça no Teatro Municipal do Rio Grande com a adaptação da história psicografada por Osmar Barbosa        

 Por Laura Crizel e Thiago David     

 

 

Peça  tem direção de Vinicius Diniz e faz parte de repertório com várias montagens já realizadas    Foto:  Laura Crizel

 

No domingo, dia 16 de novembro, às 20h, a Companhia Teatral Sobrinhos de Shakespeare estreia no Teatro Municipal do Rio Grande (avenida Major Carlos Pinto, 312 – Cidade Nova) a peça “O Lado Azul da Vida”, baseada no livro de mesmo nome, psicografado pelo escritor carioca Osmar Barbosa. A obra retrata a vida de Fernando e Raquel, dois irmãos e seus dilemas familiares relacionados a não aceitação de suas sexualidades, em meio a uma rotina de violências cometidas pelo pai dos jovens.

A história rompe as barreiras entre o natural e o sobrenatural, com um drama espírita que transcende encarnações passadas dos protagonistas, prometendo emocionar a plateia e conscientizar sobre a LGBTfobia. A montagem conta a história de Fernando, um homem que enfrenta o preconceito desde a infância por ser homossexual. Sua irmã Raquel luta para ajudá-lo e a lidar com as dificuldades familiares, além do preconceito na sociedade. No plano espiritual, os dois recebem ajuda de Nina, Lucas e do irmão Daniel. A peça trata da superação de obstáculos e deve envolver o público com cenas tocantes.

A CIA Sobrinhos de Shakespeare comemora 25 anos de peças espíritas, com 11 obras explorando o tema. Entre as montagens anteriores estão  “Laços Eternos”, “Allan Kardec: Vida e Missão”, “Amai os Inimigos” e “Cinco Dias no Umbral”. Além disso, celebra uma recente parceria com o escritor Osmar Barbosa, estreando a segunda adaptação dos livros do autor, retratando temas como sexualidade e identidade, além das temáticas relacionadas à reencarnação.

“O Lado Azul da Vida” conta em seu elenco com: Marcia Elaine, Conrado Wesley, Dilan Felipe, Daniel Costa, Julia Peixe, Gabriela Fantinatti, Marcely Grafé, Brenda, Mariana Cardoso e Vinicius Diniz. O cenário é responsabilidade de José Rover e a direção geral por Vinicius Diniz.

Tendo em conta o clima de expectativas que cercam a estreia, o diretor Vinicius Diniz antecipa que “é um espetáculo muito envolvente”. “Todos vão se emocionar, o pessoal vai adorar mesmo”, promete.

Osmar Barbosa, autor da história original, estará na cidade para prestigiar a estreia, além de conceder uma sessão de autógrafos e fotos aos admiradores de seus livros, às 18h30min, uma hora e meia antes do início da apresentação. “Estou feliz, emocionado e contente em poder voltar mais uma vez para essa linda cidade, […] quero sentar na primeira fila e assistir essa magnífica peça teatral”, comenta.

 

Personagens vivem dilemas relacionados à sexualidade e conflitos familiares            Foto: Thiago David

 

O ator Dilan Felipe interpreta o protagonista Fernando e lembra sobre a responsabilidade de dar vida a personagens ligados à religiosidade. “É sempre uma dedicação imensa ao lidar com um tema espírita. É muito mais do que uma peça de teatro, é uma ferramenta de transformação. […] Então, a gente precisa não só se dedicar para entregar uma mensagem fiel, mas também ter uma preparação de si mesmo”, reitera.

Os ingressos estão disponíveis na Livraria Vanguarda, na rua General Neto, 392, em Rio Grande, ou com os atores da Companhia. O valor é de R$ 30,00. Para mais informações sobre reservas de ingressos, é possível que se entre em contato com o diretor Vinicius Diniz pelo número: (53) 991833907.

 

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Filme independente “O Lado Obscuro da Luna” inicia circuito regional em Pelotas

Cineasta pelotense de 25 anos leva longa-metragem sobre redes sociais e infância a cidades gaúchas     

Por João Pedro Goulart     

 

Pedro Fassa é cineasta formado pela Universidade Federal de Pelotas e estreia na produção de longas   Fotos: Divulgação.

 

Após a estreia no Largo do Mercado Público, em Pelotas, o longa-metragem “O Lado Obscuro da Luna”, dirigido pelo jovem cineasta Pedro Fassa, inicia um circuito regional de exibições, passando por cidades como Canguçu e Rio Grande. O filme discute o fenômeno da adultização de crianças nas redes sociais, tema cada vez mais debatido nacionalmente.

Gravado inteiramente em Pelotas, a produção marca a estreia de Pedro na direção de longas. O cineasta é formado em Cinema pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e também realizou pós-graduação na New York Film Academy, nos Estados Unidos, experiência que, segundo ele, lhe rendeu aprendizados sobre a eficiência em produções audiovisuais. “Foi fundamental para aplicar no processo de filmagem aqui em Pelotas”, destaca.

 

Atriz mirim Liz Neuwald interpreta Luna em trama que dialoga com o fenômeno da adultização

 

A trama acompanha a história de Luna, interpretada pela atriz mirim Liz Neuwald, descoberta em um grupo de teatro local. A personagem é uma influencer infantil que enfrenta o dilema entre seguir produzindo conteúdos voltados ao público infantil, como deseja sua família, ou buscar novos caminhos artísticos. O enredo dialoga com o fenômeno da adultização de crianças nas redes sociais, tema que ganhou repercussão nacional recentemente. Também estão no elenco João Dolinski, Lisiani Rotta, Alfredo Tillmann e Dhiule Volz.

Filmado em preto e branco, com algumas cenas em cores, o longa utiliza a linguagem visual como metáfora dos sentimentos vividos pelos personagens. “Os momentos coloridos representam a possibilidade de libertação, de encontro com a realidade”, explica Fassa.

 

As atrizes Liz Neuwald e Lisiani Rotta em uma das cenas do filme que já tem sessões programadas em Rio Grande e Canguçu

 

Cinema independente em Pelotas

Pedro destaca que produzir cinema independente em Pelotas exige articulação entre os profissionais locais. Ele afirma que, desde que a indústria se concentrou no eixo Rio-São Paulo, a infraestrutura da cidade diminuiu, mas ainda permite trabalhos profissionais. “O lado bom é que os profissionais criativos estão muito entusiasmados, e há diversos talentos sendo formados na UFPel”, afirma.

As próximas sessões de “O Lado Obscuro de Luna” ocorrem no dia 7 de novembro na FURG, em Rio Grande; e, nos dias 8 e 9 de novembro, no Cineteatro de Canguçu.

Em breve, em datas a serem definidas, a produção será apresentada em São Lourenço do Sul, Morro Redondo, e reapresentada em Pelotas, com sessões no Cine UFPel e CEU Dunas.

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13ª Galponeira de Bagé divulga canções finalistas

Evento acontece nos dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro de 2025

O show especial de Luiz Marenco abre a programação na quinta-feira        Fotos: Divulgação

 

A Secretaria de Cultura de Bagé divulgou o resultado da triagem das composições selecionadas para a 13ª Galponeira de Bagé, que acontece nos dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro de 2025. Foram escolhidos os participantes entre 426 inscrições. “O número expressivo de canções confirma a vitalidade de nossa música, e o prestígio que o festival recuperou em sua retomada, voltando a ser uma das vitrines mais importantes da criação musical do Sul do país”, ressalta o secretário de Cultura, Zeca Brito.

A Galponeira é um festival de música nativista aberto à participação de poetas, cantores e músicos de todo o país e Mercosul, identificados com a cultura crioula e regional, do Rio Grande do Sul e América Latina. Além dos concorrentes, haverá shows especiais no largo do Centro Administrativo de Bagé, com Luiz Marenco (30 de outubro), Marcelo Caminha e Quarteto Coração de Potro (31 de outubro) e Joca Martins (1º de novembro).

 

Marcelo Caminha faz apresentação dia 31 de outubro       Foto: Malena Caminha

 

O prefeito de Bagé, Luiz Fernando Mainardi, ressalta a importância cultural e simbólica do festival. “A Galponeira já faz parte da história de Bagé e do Rio Grande do Sul. É um espaço que valoriza a nossa identidade, abre caminho para novos compositores e fortalece a tradição da música regional. E, ao mesmo tempo, projeta Bagé no cenário cultural do Estado”, afirma.

As inscrições vieram de 95 municípios diferentes, compondo um verdadeiro mapa cultural do Rio Grande do Sul. Santa Maria (49), Bagé (48) e Dom Pedrito (44) aparecem com maior frequência, seguidas de cidades como Santana do Livramento (13), Cachoeira do Sul (12), Pelotas (12), Alegrete (12), Caçapava do Sul (11), Porto Alegre (10) e São Gabriel (9). Ainda que a grande maioria seja gaúcha, a Galponeira ultrapassou fronteiras e recebeu também composições vindas de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Argentina.

 

Também na sexta-feira, toca o Quarteto Coração de Potro

 

Milonga predomina entre as canções

Entre os ritmos, a milonga reina absoluta: foram cerca de 230 composições, mais de 60% do total. Em torno dela, desfilam outras sonoridades do universo platino e pampeano: a chamarra (55), o chamamé (50), a vaneira (30), o rasguido doble (15), a chacarera (15), além de valsas, zambas, bugios e até incursões menos usuais, como bolero, cururu, mazurca e cumbia.

O processo de seleção foi conduzido pelo júri formado por Lucas Barres, José Armando Carreta, José Daniel Santos, Guilherme Collares e Fábio Peralta, que, juntamente com a equipe de organização da Secult, dedicaram-se a dois dias de avaliação.

As músicas escolhidas se dividirão em duas noites: sete apresentações na sexta-feira (30 de outubro) e sete no sábado (31 de outubro), sempre a partir das 20h. Entre as 14 concorrentes, o júri apontará dez composições finalistas, que retornarão ao palco no último dia do evento, disputando os prêmios da 13ª Galponeira de Bagé.

 

A participação especial de Joca Martins acontece no sábado, dia 1º de novembro

 

Confira a seguir a listagem das composições selecionadas:

“De Má Bebida”

Ritmo: Vanera

Letra: Fábio Maciel, Zé Renato Daudt, Rafael Ferreira, Leandro Godinho, Bruno Teixeira e Jorge Dias Borges

Melodia: Bruno Teixeira, Jorge Dias Borges, Zé Renato Daudt, Fábio Maciel, Rafael Ferreira e Leandro Godinho

Cidades: Bagé, Lavras do Sul, São Gabriel e Vacaria

“Eu Canto a Sina da Faca”

Ritmo: Milonga

Letra: Bruno Seligman de Menezes e Gujo Teixeira

Melodia: Robledo Martins

Cidades: Lavras do Sul, Pelotas e Santa Maria

“Mascate”

Ritmo: Milonga

Letra: Felipe Correa

Melodia: Alexson Massagão

Cidades: Cruz Alta e Dom Pedrito

“Meu Verso é Gente de Campo”

Ritmo: Milonga

Letra: Rafael Xavier

Melodia: João Rodrigues

Cidades: Dom Pedrito

“Milonga pra Bagé”

Ritmo: Milonga

Letra: José Diogo Barros Corrêa

Melodia: Julio Froz

Cidades: Bagé e Novo Hamburgo

“Milongueiro”

Ritmo: Milonga

Letra: Mario Amaral

Melodia: Matheus Alves

Cidades: Porto Alegre e Xangri-lá

“Por Los Pagos de Loreto”

Ritmo: Chacarera doble

Letra: Jorge Duarte Webber

Melodia: Miguel Darío Diaz

Cidades: La Plata e Porto Alegre

“Só Forasteiros”

Ritmo: Milonga

Letra: Lisandro Amaral

Melodia: Márcio Costa e Odair Teixeira

Cidade: Bagé

“Sorte ou Culo”

Ritmo: Vaneira

Letra: Valdir Eguilhor (Cabo Veio), Ivo Martins Eguilhor e Willian Eguilhor

Melodia: Willian Eguilhor

Cidade: Dom Pedrito

“Tempo da Pista”

Ritmo: Candombe

Letra: Hugo Pedroso

Melodia: Taylor Garin e Tiago Schoenfeld

Cidade: Cachoeira do Sul

“Todo Lo Que Tengo Yo”

Ritmo: Cifra de milonga

Letra: Leonardo Borges

Melodia: Daniel Cavalheiro

Cidade: Santana do Livramento

“Um Tal João”

Ritmo: Milonga

Letra: Mauro Dias e Rogério Morais

Melodia: Mauro Dias e Felipe Goulart

Cidade: Santo Antônio das Missões

“Vaneirinha Debochada”

Ritmo: Vaneira

Letra: Severino Rudes Moreira

Melodia: Sergio Rosa

Cidades: Bagé e Santa Maria

“Velha Porteira”

Ritmo: Milonga

Letra: Igor Mastroiano

Melodia: Chico Teixeira

Cidade: Bagé

Músicas Suplentes:

“Promessa de chacarera”

Ritmo: Aires de chacarera

Letra: Alessandro Vaz de Mattos

Melodia: Lissandro Perez Jacinto

Cidade: Bagé

“Minha Melodia”

Ritmo: Milonga

Letra: Antônio Caminha

Melodia: Luiz Cardoso

Cidades: Alegrete e Santana do Livramento

“O Poço da Milonga”

Ritmo: Milonga

Letra: Antonio Guadalupe

Melodia: Mano Júnior

Cidades: Pelotas e Rio de Janeiro

“Vida Que Canta”

Ritmo: Milonga

Letra: Carlos Eduardo Nunes

Melodia: Matheus Bica

Cidades: Cachoeira do Sul e Santa Maria

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Drama conta vitórias e percalços do pioneiro Mark Kerr

Lançado neste ano, filme “The Smashing Machine: Coração de lutador” mostra os dilemas de um esporte controverso       

Por Francisco Maihub     

 

O verdadeiro Mark Kerr no inicio de sua carreira e o ator Dwayne Johnson que faz o seu papel     Fotos: Divulgação

   

O filme “Coração de lutador: The Smashing Machine” é um drama esportivo baseado na história do lendário lutador pioneiro do MMA Mark Kerr, lançado em 2025. Foi escrito, dirigido e produzido por Benny Sofdie e estrelado por Dwayne Johnson, que faz o papel do Mark Kerr, e com Emily Blunt, que interpreta a Dawn Staples, namorada de Mark Kerr. Aviso para os internautas: esta resenha contém spoilers.

A produção é baseada na biografia de Mark Kerr, lutador pioneiro do MMA e UFC. Ele lutou no Brasil no evento World Vale Tudo Championship 3, em janeiro de 1997. O Vale Tudo é uma modalidade esportiva de combate, de contato corporal total e com poucas regras, precursor das modernas artes marciais mistas (MMA). A aparição de Kerr foi muito aguardada na época, já que ele era um dos favoritos. Após seu sucesso no Brasil, o atleta foi convidado para lutar no Ultimate Fighting Championships (UFC), e foi duas vezes campeão do torneio peso pesado do UFC, além de ser eternizado no Hall da Fama.

 

Carreira de Mark Kerr tem como marco competição ocorrida em São Paulo

 

O filme começa com o lutador se apresentando no evento Vale Tudo em São Paulo, em 1997, quando estreou na sua primeira luta profissional contra Paul Varelans, derrotado com uma joelhada, marcando assim o início da sua carreira histórica. Ele é mostrado vitorioso, dando entrevista aos jornalistas. Mas, em seguida, em uma conversa com uma senhora, ouve ela dizer que não consegue assistir uma luta profissional por ser brutal e sangrenta. Então, um menino que estava com ela pede seu autógrafo e Mark o aconselha não se envolver em brigas. Mark Kerr mostra, assim, que apesar da brutalidade dos eventos de luta, é uma pessoa diferente fora dos ringues.

Vemos a rotina do lutador, seu relacionamento complicado com Dawn, sua namorada envolvida nas tarefas domésticas. Como parte do seu cotidiano, ele injeta em si mesmo um opioide que é identificado no frasco como altamente viciante, o que lhe trará futuros problemas.

Viaja para o Japão rumo à sua próxima luta, pela qual discute seu salário com empresários japoneses. Ali vai aparecer, participando do mesmo torneio, seu amigo Mark Coleman (interpretado pelo ator Ryan Bader), o lutador profissional que conta a amizade entre os dois desde 1988.

Mark Kerr resolve comprar um vaso decorado no Japão para presentear sua namorada, quando é questionado por um jornalista sobre a possibilidade de perder a luta contra o ucraniano Igor Vovchamchyn, seu próximo adversário. Kerr apenas diz que nunca perdeu uma luta e não saberia responder se perdesse. Durante uma coletiva de imprensa no evento Pride, é anunciada a mudança de regras no esporte de combate, no qual passará a ser proibido morder, atingir os olhos com os dedos, joelhada e chute no rosto do oponente.

 

Apesar de parecer invencível, vitórias e derrotas fazem parte do cotidiano do atleta

 

Durante a luta, Mark Kerr é derrotado pelo temível Igor com socos e joelhadas na cabeça. Tentou contestar o resultado na luta, pedindo falta e reclamando do árbitro, e vai para o vestiário chorando por causa da sua primeira derrota. A namorada Dawn assumiu um pouco da culpa ao confidenciar a Mark Coleman que levou Kerr para beber na pré-estreia da luta. Mas, devido às infrações de Igor, a competição é anulada como “luta sem resultado”. Mesmo assim, Kerr não ficou muito satisfeito, pois ele diz que “não luta para ter lutas sem resultado”.

O atleta discute e briga com sua namorada, sofre uma overdose de remédios e é levado por uma ambulância. No dia seguinte, seu amigo Mark Coleman o visita e diz pra Mark Kerr mudar seu comportamento, conselho com o qual Kerr concorda. Seu amigo tem um posicionamento realista. Ao ser perguntado por um jornalista sobre continuar lutando e qual seria a sua motivação, Coleman assume que é a necessidade de sustentar a sua família.

Mark Kerr leva sua companheira ao parque de diversões. Em seguida, os dois novamente brigam, e ela acaba quebrando o próprio vaso que ele comprou para ela no Japão.

Kerr participa no dia seguinte de uma coletiva de imprensa e responde às perguntas sobre o torneio que vai decidir o melhor lutador do mundo. No evento de luta Pride Grand Prix no Japão, em 2000, uma das principais lutas é a do Mark Kerr versus Enson Inoue, na qual Kerr vence, para a alegria dos fãs.

Ao chegar no vestiário, ele é recebido por sua namorada entregando o vaso que ela tinha espatifado, agora com as partes coladas. Foi mencionada a arte japonesa conhecida como Kintsugi,  dizendo que um objeto se torna mais lindo e significativo, ao ser consertado depois de passar por uma quebra.

Kerr raspa a cabeça e surpreende sua parceira. Logo depois, eles têm outra briga, após ela perguntar sobre a ligação telefônica de seu amigo e treinador, falando que ele deve ir ao Japão sem a presença da sua namorada. Dawn ameaça cometer suicídio com uma arma. Mark Kerr consegue impedir, embora Dawn seja internada em um centro de assistência social.

Mark Coleman, amigo de Kerr, vence o adversário Akira Shaji e se classifica para a final do torneio. Em contraste, Kerr é derrotado pelo Kazuyuki Fujita e, assim, eliminado do torneio ficando sem o prêmio. A final do torneio fica entre seu amigo Mark Coleman versus Igor Vovchamchyn, na qual Coleman vence e se torna o campeão do torneio em Tóquio

O filme termina com o verdadeiro Mark Kerr fazendo compras no mercado no Arizona, Estados Unidos em 2025. E os créditos finais dizem que Mark Kerr e sua namorada Dawn voltaram, casaram-se e tiveram um filho. O atleta se aposentou em 2009, mas junto a Mark Coleman, foi um dos grandes pioneiros do esporte. Os nomes dos dois atletas estão na memória dos fãs do esporte e o filme encerra com o verdadeiro Mark Kerr levando as compras para o carro e indo embora…

 

O próprio Mark Kerr tem participado ao lado do ator Dwayne Johnson na campanha de divulgação do filme

 

Ficha Técnica

Procedência: Estados Unidos

Ano: 2025

Duração: 123 minutos

Gênero: drama esportivo

Direção: Benny Safdie

Produção: Dwayne Johnson, Dany Garcia, Benny Safdie, Eli Bush e David Koplan

Roteiro: Benny Safdie, baseado em “The Smashing Machine: The Life and Times of Extreme Fighter Mark Kerr”, de John Hyams

Elenco:

Dwayne Johnson como Mark Kerr

Emily Blunt como Dawn Staples

Ryan Bader como Mark Coleman

Bas Rutten como ele mesmo

Oleksandr Usyk como Igor Vovchanchyn

Lyndsey Gavin como Elizabeth Coleman

Satoshi Ishii como Enson Inoue

Música:  Nala Sinephro

Edição: Benny Safdie

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Festa da Literatura em São Lourenço do Sul

Centro de Escritores Lourencianos celebra a leitura e a escrita de livros na quarta edição de evento na próxima semana

 

Evento anual ocorre paralelamente à Feira do Livro de São Lourenço do Sul      Fotos: Divulgação 

 

O Centro de Escritores Lourencianos (CEL) realiza de 21 a 24 de outubro a quarta edição da Festa da Literatura e da Cultura em São Lourenço do Sul. A programação conta com caminhada literária nas ruas centrais da cidade, oficinas literárias, lançamento de livros, entrega de premiações e jantar comemorativo aos 29 anos do CEL.

A 4ª Festa da Literatura e da Cultura em São Lourenço do Sul é realizada pelo CEL e com o apoio de empresas parceiras. É um momento de celebração do trabalho da entidade na valorização e no estímulo à leitura, à criação literária e à cultura.

 

 

O fusca literário Amadinho tem acompanhado as edições da festa

 

Veja  a programação:

Dia 21/10 – Terça-Feira

14h – Caminhada Literária da Afubra até a Praça Central, abertura oficial da Festa da Literatura e lançamento do varal literário.

18h – Café literário do CEL “Vida e obra de Luís Fernando Verissimo” na sede do CEL. Evento gratuito e inscrições através do (53) 99117.2356.

Dia 22/10 – Quarta-Feira

10h – Oficina literária com Sandra Veroneze da Pragmatha Editora para alunos.

19h – Lançamento “Nossa gente, nossas histórias” do Boqueirão – Vol.4 com jantar comemorativo na Associação de Moradores de Boqueirão.

Dia 23/10 – Quinta-Feira (Integrando a 42ª Feira do Livro na AABB)

15h – Lançamento do livro “Uma visita ao Sítio do Picapau Amarelo” com as escolas EMEF Francisco Frömming, EMEF Professora Izolina Passos e EEEF Monsenhor Gautsch.

17he30min – Sessão de autógrafos e lançamentos de livros de escritores celianos e convidados: Elsa Timm traz “O segredo das cinzas”; Michel Kohn, “Martina”; Vilma Vianna, “Entre palavras/Entre paroles”; Cristiano Ruiz Engelke, “Desdemocratização e participação democrática”; Maria Alice Estrella, “Mágica presença”; Sidney Bretanha,   “Heróica”; Ricardo Freitas, “Sobretudo com humor” e “Nosso lugar – Arroio Grande em traços e versos”; Aline Andersson,  “A gatinha Mafalda e seus irmãos v. 1, 2 e 3” e “O diário de uma assassina”; Alceu Amaral, “Albergue dos ventos”; Danilo Kuhn, “O mensageiro celeste” e Denise Soares, “O amor liberta”.

19h  Oficina literária com a Sandra Veroneze da Pragmatha Editora na sede do CEL. Evento gratuito e inscrições através do (53) 99117.2356.

Dia 24/10 – Sexta-feira (Integrando a 42ª Feira do Livro na AABB)

9h às 16h – Circuito de contação de história do projeto “Contar histórias: uma arte ancestral” da escritora Cleia Dröse na Comunidade Aparecida.

17h – Conversa sobre o livro “O Segredo das Cinzas” da escritora e celiana Elsa Timm no Restaurante Nona Bray.

19h – Entrega de premiação do 3º Concurso Literário Sérgio de Laforet Padilha, Lançamento da 23ª Antologia do CEL, apresentação musical e jantar alusivo ao 29º aniversário do CEL no Grêmio Esportivo Lourencianos com Buffet livre R$ 60,00 (reservas pelo 53. 99110.8671).

 

Como ocorre todos os anos, haverá palestras e lançamentos de livros

 

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21ª edição do projeto “Ruas de Lazer” será no bairro Guabiroba

Esporte, lazer e cultura no domingo, dia 19 de outubro, em promoção da UFPel  e Prefeitura de Pelotas

 

Projeto reúne atrações musicais, práticas esportivas e outros serviços             Fotos: Divulgação

 

A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Prefeitura Municipal realizam neste domingo, dia 19 de outubro, das 14h às 18h30, mais uma edição do Ruas de Lazer, projeto que transforma as ruas da cidade em espaços de convivência, cultura e diversão.

A 21ª edição do projeto acontece na Rua Irmão Fernando de Jesus, entre Arnaldo da Silva e Dirceu de Ávila Martins, no bairro Guabiroba. A participação é gratuita e aberta a toda a comunidade.

A programação reúne projetos da UFPel e da Prefeitura de Pelotas, oferecendo atividades esportivas, oficinas educativas, ações de saúde e cidadania. Haverá atrações culturais como: aula do grupo Vida Ativa e apresentações musicais com o projeto Encontros no Choro, Luís Otávio Gaiteiro e Solon Silva.

O Ruas de Lazer busca incentivar a ocupação saudável dos espaços urbanos, fortalecer os laços comunitários e valorizar a cultura local. Aproxima a universidade, o poder público e a população em um grande encontro ao ar livre.

 

 

A patinação é um dos esportes que tem sido praticados nas edições do Ruas de Lazer

 

Quando: Domingo, 19 de outubro, das 14h às 18h30

Onde: Rua Irmão Fernando de Jesus, entre Arnaldo da Silva e Dirceu de Ávila Martins, no bairro Guabiroba

Programação artística no palco: 14h30 – Projeto Vida Ativa

15h30 Encontros no Choro

16h15 – Luís Otávio – Gaiteiro

16h45 Pagode do Uendel

17h30 – Solon Silva

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Curso gratuito de audiovisual abre 120 vagas para artistas e produtores gaúchos

Inscrições abertas até 25 de outubro para nova turma da capacitação “Com Que Vídeo eu Vou?” com aulas on-line em 2026

 

Curso tratará do audiovisual e de suas técnicas digitais

 

Estão abertas até 25 de outubro as inscrições para a segunda turma do curso gratuito “Com que vídeo eu vou?” (CQV), voltado a artistas visuais e produtores culturais do Rio Grande do Sul. A capacitação on-line oferece 120 vagas e acontece em janeiro e fevereiro de 2026. A atividade desenvolve conhecimentos sobre a linguagem audiovisual para o produtor cultural potencializar e divulgar as artes em diversos segmentos. É destinada a artistas visuais e produtores. Também se volta para as iniciativas culturais sediadas em todas as regiões gaúchas, com cadastro habilitado na Secretaria da Cultura do Estado (Sedac/RS). A segunda turma do curso leva o nome de “Take 02”.

“A diversidade de aplicações do curso é vasta, abrangendo desde o uso das plataformas digitais para ampliar a visibilidade do trabalho até a criação de projetos de memória e patrimônio, como a organização de acervos em áudio e vídeo”, explica Joana Tassinari, fundadora da CQV e mestre em Comunicação e Cultura com atuação de 30 anos no mercado audiovisual. “Escolhemos o nome ‘Take’ para exemplificar essa diversidade. Ela se manifesta na nossa vida cotidiana, sempre que utilizamos o celular para registrar um momento, estamos fazendo um ‘take’, uma tomada”, complementa.

A capacitação teórica será ministrada na plataforma Zoom, ao vivo ou sincronicamente, nos meses de janeiro e fevereiro. Serão reunidas quatro turmas de 30 alunos, sendo um grupo no formato inclusivo para pessoas portadoras de deficiências, com tradução simultânea em Libras.

O “Take 01”, que está em andamento no segundo semestre de 2025, segue o mesmo formato e número de integrantes. O terceiro “Take” acontecerá em formato de aulas práticas presenciais a partir de março de 2026, para quem prestou um dos módulos anteriores.

O próprio formato do curso é adaptável a diferentes segmentos profissionais. “Em relação aos aspectos mercadológicos, abordaremos a forma como o material será exibido, desde os locais de exibição até as redes sociais”, detalha Joana. “Apresentaremos uma pesquisa detalhada sobre redes sociais, que abordará as possibilidades e formas de utilização. Portanto, o curso oferece uma base mais ampla”, finaliza. Joana assina a coordenação acadêmica do conteúdo com Igor Waltz, doutor em Comunicação.

Em março de 2026, o CQV apresentará seu ciclo prático, o “Take 03”, que envolve uma oficina presencial com 160 vagas, exclusivas para os participantes do ciclo teórico (Takes 1 e 2). Serão oito turmas com 20 vagas, todas gratuitas, que ocorrerão presencialmente em sete municípios localizados em sete diferentes Regiões Funcionais do Estado.

Nesta fase final, o projeto traz ao Estado a mobile journalist Patricia Gomes para ministrar aulas. Radicada em Londres, ela é especialista em produção audiovisual profissional com smartphone. Seus documentários e reportagens receberam diversos prêmios no Brasil e no exterior, incluindo o Emmy Internacional.

O projeto “Com que vídeo eu vou? – Capacitação Audiovisual para Produtores Culturais e Artistas Visuais do Rio Grande do Sul” conta com recursos do Edital SEDAC/PNAB RS nº 27/2024 para artes visuais.

Sobre o conteúdo

O ciclo teórico inclui tópicos como a linguagem básica do audiovisual, formas de distribuição e formação de canais e perfis online, escolha de formatos, técnicas de criação e roteirização, recursos técnicos, a contratação de produtores ou realização de parcerias, a discussão sobre o uso de Inteligência Artificial como auxiliar de criação e produção, entre outros temas.

A capacitação também conta com um manual didático gratuito, exclusivamente concebido para o projeto, que servirá como material de referência e consulta e traz uma bibliografia adicional para aprofundamento posterior dos conhecimentos.

Sobre a CQV

Marca registrada da Farfalla Produção Cinematográfica, a CQV – “Com que vídeo eu vou?” é uma Consultoria Audiovisual Corporativa que surgiu da experiência de sua criadora junto ao mercado audiovisual profissional e comunicação corporativa. Ao identificar as lacunas entre necessidades e resultados, Joana Tassinari criou uma metodologia para tornar a decisão de qual vídeo escolher mais assertiva e sustentável.

 

Serviço

As inscrições podem ser feitas pelo Instagram e no seguinte link

Período de inscrições: de 25/09/2025 a 25/10/2025

Aulas do Take 2: janeiro e fevereiro de 2026

Formato: aulas ao vivo, online pela plataforma Zoom

Custo: gratuito

Público: artistas visuais, produtores ou iniciativas culturais sediadas em todas as regiões do Estado, exclusivamente com cadastro habilitado na Secretaria da Cultura do RS (SEDAC)

Financiamento: iniciativa contemplada no Edital SEDAC/PNAB RS nº 27/2024 – ARTES VISUAIS, que disponibiliza os recursos descentralizados através da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), instituída pela Lei Federal nº 14.399/2022, Decreto Federal nº 11.740/2023, Instrução Normativa MinC nº 10, de 28 de dezembro de 2023, Instrução Normativa SEDAC nº 04/2024 e legislação correlata.

Pré-requisitos: confirmação de presença é critério eliminatório; os alunos receberão certificado de participação conforme as regras da Chamada Pública, disponível em bit.ly/CQV_PNAB-RS

Redes sociais:

Instagram

LinkedIn

TikTok

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I Mostra de Animação do Festival de Cinema da Fronteira começa amanhã em Pelotas

Com entrada franca, festival exibe mais de 20 curtas nacionais e o longa ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ na escola Jornalista Deogar Soares, Otroporto e CEU Dunas​

 

Filme “A Mina de Quimera” tem direção de Thiago Calcagno Martins, Cadu Zimmermann, Gabriel Dias dos Santos

 

De 10 a 12 de setembro de 2025, a cidade de Pelotas será palco de uma seleção especial de curtas e de um longa-metragem que marcaram a história do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, com sessões gratuitas em três pontos da cidade. A seleção reúne cerca de 20 curtas produzidos em vários estados do Brasil e o longa “Bizarros Peixes das Fossas Abissais”, de Marão, com projeções na escola Jornalista Deogar Soares, Otroporto e CEU Dunas.

De diferentes estilos, técnicas e narrativas, a seleção reúne títulos que marcaram presença em edições anteriores do Festival, realizado anualmente nas cidades fronteiriças de Bagé, Livramento e Rivera (Uruguai). Além destes filmes, a Mostra também contará com curtas produzidos por estudantes durante as oficinas de stop motion realizadas em escolas municipais e estaduais de Pelotas, celebrando a criatividade e o talento das novas gerações.

 

O longa-metragem exibido é “Bizarros Peixes das Fossas Abissais”       Foto: Divulgação/Vitrine Filmes

 

“Bizarros Peixes das Fossas Abissais” é o longa desta edição da Mostra de Animação. Com direção do premiado animador Marão, traz as vozes de Rodrigo Santoro, Natalia Lage e Guilherme Briggs. A produção acompanha uma mulher com esdrúxulos superpoderes, uma tartaruga com transtorno obsessivo-compulsivo e uma nuvem com incontinência pluviométrica em uma insólita jornada até as profundezas do oceano. O filme mistura animação artesanal e imaginação sem limites e passa na quinta-feira (dia 11 de setembro), às 10h, no Otroporto, e sexta-feira (12 de setembro), às 15h, no CEU Dunas.

“Esta versão especial do Festival da Fronteira busca celebrar o berço da animação no RS”, explica Zeca Brito, diretor artístico do Festival. “Graças ao curso superior de animação da UFPEL, a linguagem se popularizou no Estado e hoje faz parte da realidade profissional de muitos artistas”, complementa. A programação começa na quarta (10 de setembro), com a exibição da Sessão de Curtas-metragens, às 9h, na escola Jornalista Deogar Soares. O mesmo programa será projetado na quinta, às 15h, no Otroporto, e no CEU Dunas, na sexta-feira, às 10h.

A Mostra de Animação do Festival Internacional de Cinema da Fronteira é uma realização do Programa Economia da Cultura e Diversidade, Governo de Pelotas, através da Lei Paulo Gustavo do Governo Federal.

I Mostra de Animação do Festival Internacional de Cinema da Fronteira será sempre com entrada franca. Pode ser acompanhada nas redes sociais pelo Instagram e pelo Site Oficial.

 

“Minha Primeira Memória”,  de Lara Salsa, é uma produção oriunda de  Recife   Foto: Divulgação

 

Programação

Quando: De 10 a 12 de setembro de 2025

Onde: na Escola Municipal Jornalista Deogar Soares (Rua Vinte, 17 – bairro Dunas) no dia 10; Otroporto (Rua Benjamin Constant, 701a – bairro Porto) no dia 11; e CEU Dunas (Avenida Ulysses Silveira Guimarães, bairro Dunas) no dia 12.

10/09 (quarta-feira) – EMEF Jornalista Deogar Soares

9h – Sessão de Curtas-metragens:

“Minha Primeira Memória”, direção de Lara Salsa – Recife/Brasil

“Ana Morphose”, direção de João Rodrigues – Guimarães/Portugal

“Tardes no Escarafuncha”, direção de Fernando Ferreira Garróz –  Franca/Brasil

“Coaxo”, direção de Cecília Martinez – Pelotas/Brasil

“Carcinização”, direção de Denis Souza – Pelotas/Brasil

“Lotus”, direção de Sara Pinheiro e Larissa Moreira – Florianópolis/ Brasil

“A Mina de Quimera”, direção de Thiago Calcagno Martins, Cadu Zimmermann, Gabriel Dias dos Santos – Pelotas/Brasil

“Livre”, direção de Claudio Luiz Marques – Rio Grande/Brasil

Curtas-metragens produzidos nas oficinas nas escolas. (Colégio Estadual Félix da Cunha, EMEF Deogar Soares)

11/09 (quinta-feira) – Otroporto

10h – Sessão de Longa-metragem: Bizarros Peixes das Fossas Abissais, direção de Marão – Brasil

15h – Sessão de Curtas-metragens:

“Minha Primeira Memória”, direção de Lara Salsa – Recife/Brasil

“Ana Morphose”, direção de João Rodrigues – Guimarães/Portugal

“Tardes no Escarafuncha”, direção de Fernando Ferreira Garróz –  Franca/Brasil

“Coaxo”, direção de Cecília Martinez – Pelotas/Brasil

“Carcinização”, direção de Denis Souza – Pelotas/Brasil

“Lotus”, direção de Sara Pinheiro e Larissa Moreira – Florianópolis/ Brasil

“A Mina de Quimera”, direção de Thiago Calcagno Martins, Cadu Zimmermann, Gabriel Dias dos Santos – Pelotas/Brasil

“Livre”, direção de Claudio Luiz Marques – Rio Grande/Brasil

Curtas-metragens produzidos nas oficinas nas escolas. (Colégio Estadual Félix da Cunha, EMEF Deogar Soares)

12/09 (sexta-feira) – CEU Dunas

10h – Sessão de Curtas-metragens:

“Minha Primeira Memória”, direção de Lara Salsa – Recife/Brasil

“Ana Morphose”, direção de João Rodrigues – Guimarães/Portugal

“Tardes no Escarafuncha”, direção de Fernando Ferreira Garróz –  Franca/Brasil

“Coaxo”, direção de Cecília Martinez – Pelotas/Brasil

“Carcinização”, direção de Denis Souza – Pelotas/Brasil

“Lotus”, direção de Sara Pinheiro e Larissa Moreira – Florianópolis/ Brasil

“A Mina de Quimera”, direção de Thiago Calcagno Martins, Cadu Zimmermann, Gabriel Dias dos Santos – Pelotas/Brasil

“Livre”, direção de Claudio Luiz Marques – Rio Grande/Brasil

Curtas-metragens produzidos nas oficinas nas escolas. (Colégio Estadual Félix da Cunha, EMEF Deogar Soares)

15h – Sessão de Longa-metragem: Bizarros Peixes das Fossas Abissais, direção de Marão – Brasil

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“A Hora do Mal” foge da mesmice no gênero de terror

Com estrutura narrativa inusitada, o novo filme de Zach Cregger se destaca ao entregar uma experiência memorável    

Por Isadora Jaeger    

 

Filme está sendo avaliado como um dos melhores do ano entre os lançamentos  Fotos: Divulgação/Warner Bros

 

Dirigido por Zach Cregger, “A Hora do Mal (“Weapons”) estreou nos cinemas brasileiros no dia 7 de agosto. O longa apresenta a misteriosa história do desaparecimento de um grupo de crianças da mesma turma escolar, que foge de suas casas exatamente às 2h17 da madrugada. Após o sumiço, todas as suspeitas e desavenças da cidade recaem sobre a professora da classe, interpretada por Julia Garner.

Logo em seus primeiros dias de exibição, o filme conquistou público e crítica, sendo chamado de “o mais ousado de 2025” e “melhor terror do ano”, além de ser comparado a obras de Stephen King e aos contos dos Irmãos Grimm. O sucesso refletiu também nas bilheteiras: tornou-se a segunda maior pré-venda de um filme de terror no ano, atrás apenas de “Pecadores”.

 

                       Professora da turma desaparecida, Justine Gandy (interpretada por Julia Garner) vira principal suspeita                       

 

Mas a que se deve tamanha recepção positiva? O filme opta por uma narrativa fragmentada, dividida em capítulos que acompanham a perspectiva de diferentes personagens. Apesar de ser uma estrutura arriscada, o filme acerta nesse formato para melhor desenvolver seu suspense, com intersecções de pontos de vista que não se tornam cansativos. Em vez disso, as rupturas da trama instigam a curiosidade do espectador, aos poucos montando a imagem completa do enredo.

O recurso não é exatamente novidade para o diretor Zach Cregger. Em seu filme anterior, “Noites Brutais” (2022), o diretor já havia arriscado uma estrutura semelhante. Na época, o filme foi bem recebido pela crítica, mas ainda divide opiniões. Para alguns espectadores, a ousadia da ruptura narrativa no segundo ato é o destaque do filme, já para outros, a distinção das partes fazem com que a narrativa não funcione como um todo.

Além disso, “A Hora do Mal” compartilha com “Noites Brutais” certos elementos visuais e simbólicos, como a figura da mulher debilitada ou envelhecida representada como uma imagem aterrorizante e o porão da casa como cenário crucial para a história. O uso de idosas como vilãs do terror não é um fenômeno recente, tem se tornado cada vez mais uma obsessão no cinema recente, aparecendo em produções como “X – A Marca da Morte”  (2022), “A Libertação” (2024) e “A Substância” (2024).

 

Produção cinematográfica aposta em recursos pouco convencionais

 
Apesar disso, “A Hora do Mal” evita recorrer a outro clichê típico do gênero: a criança como a fonte do terror no filme. Enquanto muitos filmes de horror retratam crianças em situações de possessão ou como agentes do mal, aqui eles aparecem como vítimas. O filme também não exagera em truques como jumpscares, mas utiliza destes momentos para segurar a tensão do espectador em seu ápice, com cenas que demonstram a proeza de Cregger.

O grotesco aparece especialmente nas consequências sofridas pelo único menino que não desapareceu junto com seus colegas, Alex. Por particularidades da trama, seus pais são reduzidos a um estado catatônico, deixando-o sozinho para lidar com a presença maligna em sua própria casa e tentar reverter a situação de sua família.

 


Alex, interpretado por Cary Christopher

 

Com essa mesma abordagem amarga do terror, Cregger foge da convenção de restaurar a ordem no desfecho do filme. O público mais otimista encontra um final apenas parcialmente satisfatório, mais próximo de uma realidade onde as consequências dos acontecimentos estarão sempre presentes nas vidas dos afetados.

No fim das contas, “A Hora do Mal” não é um filme perfeito e deixa furos narrativos pelo caminho. Ainda assim, o simples fato de apostar em meios não convencionais já é positivo em uma época em que filmes de terror se mesclam por sua mesmice.

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Curta-metragem dirigido por mulheres indígenas do povo Kaingang estreia no 53º Festival de Cinema de Gramado

Percorrendo o circuito de festivais, “Fuá – O Sonho” será apresentado neste sábado, dia 16 de agosto. às 13h, com sessão aberta e gratuita a toda comunidade     

Por Vanessa Oliveira   

 

 

O filme “Fuá – O Sonho”, com o nome da principal personagem do curta-metragem, aborda os sonhos perturbadores da menina Fuá com uma planta misteriosa. Ela sente que essas histórias sonhadas podem ser um chamado. Preocupada também em encontrar a cura para o problema de visão da mãe, Fuá parte em busca de ajuda para entender o que há por trás dessas imaginações. Talvez elas possam auxiliar na melhora da sua progenitora.

O Festival de Cinema de Gramado é um dos mais tradicionais e importantes eventos de cinema do Brasil e da América do Sul. Acontece anualmente na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, e exibe filmes brasileiros, além de curtas metragens gaúchos. 

Viviane Jag Fej Farias, diretora do curta e mãe de Fuá, conta que foi uma experiência incrível e que a ideia principal de realizar o curta surgiu anos atrás, quando seus sogros manifestaram o desejo de contar sobre os remédios tradicionais do povo Kaingang, através de um livro.  “Eles queriam muito fazer esse livro, mas faleceram antes de começar e eu tive a honra de transformar a história que eles me contaram em um curta-metragem,” relata.

Fuá também é o nome de um dos principais alimentos da cultura Kaingang, uma planta conhecida por suas propriedades medicinais que se chama erva da moura em português. Os conhecimentos sobre a planta conduzem a narrativa do curta.

A atriz Marciely Salvador (Fuá), conta que pretende continuar fazendo cinema no futuro: “Atuar no curta-metragem foi divertido e muito legal, porque é a minha segunda vez participando de uma gravação. Quero continuar atuando no futuro, para que os jovens não se esqueçam da sua cultura e de onde vieram. Desde pequena, eu sempre sonhei em fazer parte de um filme e agora esse sonho está se tornando realidade.”

A produção do curta envolveu uma equipe de 25 pessoas e contou com a verba da Lei Paulo Gustavo e vai concorrer ao prêmio Assembleia Legislativa, que selecionou 18 curtas gaúchos.

Clique para assistir o Trailer Oficial de Fuá – O Sonho

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