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Disciplinas Optativas
A SOCIOLOGIA CONFIGURACIONAL DE NORBERT ELIAS
Sigla: SCNE Número: 000493 Créditos: 2
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina enfocará a sociologia de N. Elias no âmbito do pensamento sociológico contemporâneo. Assim, iniciaremos sua exposição a partir de um dos debates teóricos que tem integrado a agenda da teoria sociológica as últimas três décadas, a saber, a disputa entre as abordagens macro e micro, bem como a discussão acerca dos fundamentos da ação social. Em seguida, abordaremos seus pressupostos epistemológicos com ênfase na perspectiva processual de sua sociologia; Depois será analisada a articulação proposta por N. Elias entre sociogênese e psicogênese com a discussão do conceito de habitus e da instituição estatal como invenção social; Na seqüência, trataremos das relações entre repressão social e repressão psíquica culminando na noção de economia emocional e numa sociologia da violência e do esporte; por fim, analisaremos os mecanismos sociais de integração e exclusão social recuperando os principais conceitos dessa sociologia configuracional de modo a visualizar as perspectivas de investigação sociológica abertas por N. Elias.
Bibliografia:Referências ALEXANDER, Jeffrey C. O novo movimento teórico. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo: ANPOCS, nº4, pp.:05-28, junho, 1987. _________. Las teorias sociológicas desde la Segunda Guerra Mundial. Análisis multidimensional. Barcelona: Gedisa, 1997. ARCHER, Margaret S. Realist social theory: the morphogenetic approach. Cambridge: Cambridge University Press, 1995. _________. Cultura y teoría social. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión, 1997. BERTHELOT, Jean-Michel. Os novos desafios epistemológicos da sociologia. Sociologia, Problemas e Práticas. Lisboa, nº33, pp.111-131, 2000. _________. Sociologia, História e Epistemologia. Ijuí: Editora da Unijui, 2005. COLLIOT-THÉLÈNE, Catherine. O conceito de racionalização de Max Weber a Norbert Elias. In: GARRIGOU, Alain & LACROIX, Bernard. Norbert Elias. A política e a história. São Paulo: Perspectiva, 2001, pp.23-42. CORNU, Roger. Évolution et processus configurationnel chez Norbert Elias. Philophiques, Vol. 25, nº2, p.239-256, 1998. DELMOTTE, Florence. Norbert Elias: la civilisation et l’Etat: Enjeux épistémologiques et politiques d’une sociologie historique. Bruxelles: Université de Bruxelles, 2007. DELZESCAUX, Sabine. Norbert Elias. Une sociologie des processus. Paris: L’Harmattan, 2001. __________. Norbert Elias. Civilization et décivilisation. Paris: L’Harmattan, 2002. DUNNING, Eric. El fenómeno deportivo: estúdios sociológicos en torno al deporte, la violência y la civilización. Barcelona: Editorial Paidotribo, 2003. ELIAS, Norbert & SCOTSON, John L. Os estabelecidos e os outsiders. Sociologia das relações de poder a partir de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2000. ELIAS, Norbert. A condição humana. Lisboa: DIFEL, 1991. __________. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Zahar Editor: 1994. Cap.1, pp. 11-60. __________. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Zahar Editor,1993-1994. Vol. 1. __________. La génesis del deporte como problema sociológico. In: ELIAS, Norbert y DUNNING, Eric. Deporte y ocio en el proceso de la civilización. México D.F. FCE, 1995, pp.157-184. __________. Un ensayo sobre el deporte y la violencia. In: ELIAS, Norbert y DUNNING, Eric. Deporte y ocio en el proceso de la civilización. México D.F. FCE, 1995, pp.185-212. __________. Os alemães. A luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997. __________. Teoria simbólica. Oeiras: Celta, 1994. __________. Mozart: Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 1995. __________. Envolvimento e alienação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. __________. Sobre o tempo. Jorge Zahar, 1998. __________. Les transformations de la balance des pouvoirs entre les sexes. Etude sociologique d’un processus à travers l’exemple de l’Etat romain antique. Politix. Vol. 13, nº51, pp.15-53, 2000. __________. A sociedade da corte. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2001. __________. Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2001. __________. A solidão dos moribundos. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2001. __________. Introdução à sociologia. Lisboa: Edições 70, 2005. __________. A peregrinação de Watteau à ilha do amor. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2005. __________. Escritos & ensaios 1: Estado, processo, opinião pública. Zahar Editor, 2006. __________. Au-delà de Freud: sociologie, psychologie, psychanalyse. Paris: La Découverte, 2010. FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. In: ______. Obras Psicológicas Completas – Edição Standard Brasileira. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1996, Vol. XXI. GARRIGOU, Alain & LACROIX, Bernard. Norbert Elias. A política e a história. São Paulo: Perspectiva, 2001. HEINICH, Nathalie. De quelques maletendus concernant la pensée de d’Elias. In: TABBONI, Simonetta (Dir.). Norbert Elias: pour une sociologie non-normative. Tumultes, nº15. Paris: Éditions Kimé, 2000, pp.161-176. __________. A sociologia de Norbert Elias. Bauru, SP: Edusc, 2001. JANZ, Nathalie. Globus symbolicus. Ernst Cassirer: un épistémologue de la troisième voie? Paris: Éditions Kimé, 2001. JOLY, Marc. Devenir Norbert Elias: Histoire croisée d’un processus de reconnaissance scientifique: la réception française. Paris: Fayard, 2012. KILMINSTER, Richard. Norbert Elias: post-philosophical sociology. London: Routledge, 2007. KRIEKEN, Robert Van. Norbert Elias. New York: Routledge, 1998. LIVET, Pierre et NEF, Frédéric. Épistémologie et ontologie en sciences sociales. In: KEUCHEYAN, Razmig et BRONNER, Gérald (Eds.). La théorie sociale contemporaine. Paris: PUF, 2012, pp.147-163. LOYAL, Steven & QUILLEY, Stephen. The sociology of Norbert Elias. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. MARTUCCELLI, Danilo. Sociologies de la modernité. Paris: Gallimard, 1999. _________. La notion d’individu chez Norbert Elias. Considerations à partir de la configuration établis-marginaux. In: TABBONI, Simonetta (Dir.). Norbert Elias: pour une sociologie non-normative. Tumultes, nº15. Paris: Éditions Kimé, 2000, pp.45-66. MASTENBROEK, Willen. Negociaciones y emociones. In: WEILER, Vera (Ed.). Figuraciones en proceso. Bogotá: Fundación Social, 1998, pp. 152-193. MENNELL, Stephen. The american civilizing process. Cambridge: Polity Press, 2007. _________. All manners of food: eating and taste in England and France from the middle ages to the present. University of Illinois Press, 1995. SALUMETS, Thomas. Norbert Elias and human interdependencies. Ithaca, NY: McGill-Queen’s University Press, 2002. SMITH, Dennis. Norbert Elias and modern social theory. London: Sage, 2000. SPIERENBURG, Pieter. Violência, castigo, el cuerpo y el honor. In: WEILER, Vera (Ed.). Figuraciones en proceso. Bogotá: Fundación Social, 1998, pp.116-151. WAIZBORT, Leopoldo (Org.). Dossiê Norbert Elias. São Paulo: Edusp, 1999. WOUTERS, Cas. Sobre la sociogénesis de una tercera naturaleza en la civilización de las emociones. In: WEILER, Vera (Ed.). Figuraciones en proceso. Bogotá: Fundación Social, 1998, pp.194-226. _________. Sex and manners: female emancipation in the West 1890 – 2000. London: Sage, 2004. _________. Informalization: manners and emotions since 1890. London: Sage, 2007. WOUTERS, Cas et PONCHARAL Bruno. Comment les processus de civilisation se sont-ils prolongés? De la “seconde nature” à la “troisième nature”. Vingtième Siècle. Revue d’histoire. Vol. 2, n°106, p.161-175, 2010.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

A SOCIOLOGIA DE JOSÉ DE SOUZA MARTINS
Sigla: SJSM Número: 0568177 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Esta disciplina busca discutir a sociologia e a sociedade brasileira. Toma-se como referência fundamental, a análise da obra de José de Souza Martins, um dos mais importantes sociólogos brasileiros contemporâneos. A partir do estudo da obra deste autor, dos diversos e variados temas na sua obra contidos, pretende-se compreender a natureza das contradições e as particularidades do processo histórico da sociedade brasileira. A sociologia de José de Souza Martins remete necessariamente aos autores com os quais ele dialoga e que marcam profundamente seu pensamento. Apesar de que Martins dialoga abertamente com vários autores, dentre deles Weber, Durkheim, Goffman, Schutz, Luckmann, Foucault, são principalmente dois autores que o influenciam: Karl Marx e Henri Lefebvre. Assim, o estudo da obra de Martins também será o retorno a Marx, principalmente ao método dialético que Martins utiliza para compreender a formação do capitalismo brasileiro. Porém, estudar a obra de Martins, também implica entender o contexto do surgimento da sociologia crítica no Brasil, principalmente compreender a herança sociológica de Florestan Fernandes que se expressa nas contribuições teóricas originais dos seus discípulos e pares como Antonio Cândido, Octávio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Pereira e o próprio Martins, dentre outros.
Bibliografia:FERNANDES, Florestan. Sociedade de classes e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968 LEFEBVRE, Henri. Sociologia de Marx. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1979 LEFEBVRE, Henri. Introdução à modernidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969 LEFEBVRE, Henri. A re-produção das relações de produção. Porto: Publicações Scorpião, 1973 MARTINS, José de Souza . A SOCIABILIDADE DO HOMEM SIMPLES. 2. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2010. v. 1. 172 p. MARTINS, José de Souza . O CATIVEIRO DA TERRA. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2010. v. 1. 283 p. MARTINS, José de Souza . EXCLUSÃO SOCIAL E A NOVA DESIGUALDADE. 4. ed. São Paulo: Paulus, 2009. v. 1. 142 p. MARTINS, José de Souza . FRONTEIRA – A degradação do Outro nos confins do humano. 2. ed. SÃO PAULO: Contexto, 2009. v. 1. 190 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . TRAVESSIAS – A vivência da reforma agrária nos assentamentos. 2. ed. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2009. 294 p. MARTINS, José de Souza . A SOCIEDADE VISTA DO ABISMO (Novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais). 3. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2008. v. 1. 228 p. MARTINS, José de Souza . A APARIÇÃO DO DEMÔNIO NA FÁBRICA (Origens sociais do Eu dividido no subúrbio operário). 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2008. 220 p. . MARTINS, José de Souza . SOCIOLOGIA DA FOTOGRAFIA E DA IMAGEM. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2008. v. 1. 206 p. MARTINS, José de Souza . RETRATOS DO SILÊNCIO. 1. ed. São Paulo,SP: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 2008. v. 1. 180 p. MARTINS, José de Souza (Org.) ; ECKERT, C. (Org.) ; NOVAES, S. C. (Org.) . O IMAGINÁRIO E O POÉTICO NAS CIÊNCIAS SOCIAIS, Edusc, Bauru, 2005. 1. ed. Bauru (SP): Edusc, 2005. v. 1. 315 p. MARTINS, José de Souza . REFORMA AGRÁRIA – O IMPOSSÍVEL DIÁLOGO, 1ª edição/1ª reimpressão, Edusp, São Paulo, 2004. 1/1. ed. São Paulo: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 2004. v. 1. 176 p. MARTINS, José de Souza . O IMAGINÁRIO NA IMIGRAÇÃO ITALIANA. São Caetano do Sul-SP: Fundação Pró-Memória, 2003. MARTINS, José de Souza . O SUJEITO OCULTO (Ordem e transgressão na reforma agrária). 1. ed. Porto Alegre (RS): Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2003. 240 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . VERGONHA E DECORO NA VIDA COTIDIANA DA METRÓPOLE (Org.)tidiana da Metrópole. 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1999. v. 1. MARTINS, José de Souza . FLORESTAN – SOCIOLOGIA E CONSCIÊNCIA SOCIAL NO BRASILciência Social no Brasil. 1. ed. São Paulo: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 1998. v. 1. MARTINS, José de Souza (Org.) . HENRI LEFEBVRE E O RETORNO À DIALÉTICA (Org.). 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1996. v. 1. MARTINS, José de Souza (Org.) . (DES)FIGURAÇÕES: A VIDA COTIDIANA NO IMAGINÁRIO ONÍRICO DA METRÓPOLE (Org.)s: A Vida Cotidiana no Imaginário Onírico da Metrópole. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1996. v. 1. MARTINS, José de Souza . O PODER DO ATRASO (Ensaios de Sociologia da História Lenta). 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1994. v. 1. MARTINS, José de Souza . A CHEGADA DO ESTRANHO. 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1993. v. 1. MARTINS, José de Souza . SUBÚRBIO (Vida cotidiana e História no subúrbio de São Paulo). São Paulo: Editora Hucitec, 1992. v. 1. MARTINS, José de Souza (Org.) . O MASSACRE DOS INOCENTES (Org.). 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1991. v. 1. MARTINS, José de Souza . CAMINHADA NO CHÃO DA NOITE. 1. ed. SAO PAULO: HUCITEC, 1989. v. 1. 147 p. MARTINS, José de Souza . NÃO HÁ TERRA PARA PLANTAR NESTE VERÃO. 1. ed. Petrópolis: Vozes, 1986. v. 1. 112 p. MARTINS, José de Souza . A REFORMA AGRÁRIA E OS LIMITES DA DEMOCRACIA NA NOVA REPÚBLICA. 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1986. v. 1. MARTINS, José de Souza . A MILITARIZAÇÃO DA QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL. 1. ed. Petrópolis: Vozes, 1984. v. 1. 134 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . A MORTE E OS MORTOS NA SOCIEDADE BRASILEIRA. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1983. v. 1. 339 p. MARTINS, José de Souza . OS CAMPONESES E A POLÍTICA NO BRASIL. 1. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 1981. v. 1. 233 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . INTRODUÇÃO CRÍTICA À SOCIOLOGIA RURAL (org.). 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1981. v. 1. 224 p. MARTINS, José de Souza . EXPROPRIAÇÃO E VIOLÊNCIA. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 1980. v. 1. 181 p. MARTINS, José de Souza . CAPITALISMO E TRADICIONALISMO. 1. ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1975. v. 1. 161 p. MARTINS, José de Souza . A IMIGRAÇÃO E A CRISE DO BRASIL AGRÁRIO. 1. ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1973. v. 1. 222 p. . MARTINS, José de Souza . EMPRESÁRIO E EMPRESA NA BIOGRAFIA DO CONDE MATARAZZO. 1. ed. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais – UFRJ, 1967. v.1 MARX, Karl. El Capital. Libro 1, cap VI (inédito). México, DF, Siglo XXI, 1978 MARX, Karl. O Capital. Vol. V. Coleção os Economistas. São Paulo: Nova Cultura, 1986 MARX, Karl. O Capital. Livro 1, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004 MARX, Karl. A ideologia alemã. São Paulo: Boitempo, 2007
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A SOCIOLOGIA E OS ESTUDOS CULTURAIS
Sigla: SEC Número: 0560130 Créditos: 4
Data de Início: 10/08/2016 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina visa refletir sobre uma tradição de estudos sociológicos da vertente britânica dos estudos culturais e seus desdobramentos contemporâneos. A partir deste referencial focar-se-á as temáticas das identidades, subjetividades, relações de poder e cultura, com foco nas representações, recepções e agenciamentos que envolvem a produção de produtos fílmicos, televisivos, dentre outros, incluindo as novas dinâmicas de produção/recepção dentro das novas mídias digitais. Dentro da tradição marxista, os estudos culturais foram responsáveis por uma “virada cultural”, a qual atribuiu importância à esfera da cultura na análise social em seu vínculo com as estruturas de poder da sociedade. Com a institucionalização dos Estudos Culturais em Birmigham, sob a direção de um centro de pesquisa pelo sociólogo Stuart Hall e posteriormente com sua expansão para outros contextos, tal perspectiva teórica se nutre de novas abordagens, expandindo as reflexões entre cultura e poder para além da dinâmica de classes sociais, envolvendo “raça”, gênero e sexualidade. A disciplina buscará abordar os textos clássicos e contemporâneos da referida perspectiva.
Bibliografia:BHABHA, Homi. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. BUTLER, Judith. Cuerpos que importan: sobre los límites materiales y discursivos del “sexo”. Buenos Aires, Barcelona, México: Paidós, 2002. ______. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. BRAH, Avtar. Diferença, Diversidade, Diferenciação. In: Cadernos Pagu. Campinas, Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, n. 26. p. 329-376, 2006. CEVASCO, Maria Elisa. Dez lições sobre estudos culturais. São Paulo: Boitempo Editorial, 2003. COSTA, Sérgio. Dois Atlânticos: teoria social, anti-racismo, cosmopolitismo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. FLEETWOOD, Nicole. Troubling Vision: Performance, Visuality and Blackness. Chicago: The University of Chicago Press, 2011. GROSFOGUEL, Ramón. Descolonizar as esquerdas ocidentalizadas: para além das esquerdas eurocêntricas rumo a uma esquerda transmoderna descolonial. Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar. São Carlos, v. 2, n. 2, jul./dez., p. 337-362, 2012. ______. Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, p. 115-147, 2008. HALL, Stuart. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 22, n. 2, p. 15-46, jul./dez. 1997. ______. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. _______. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Trad. Adelaine La Guardiã Resende et al. Belo Horizonte: Ed. UFMG; Brasília: Representação da Unesco no Brasil, 2003. ______. The work of representation. In: HALL, Stuart. Representation: Cultural representations and signifying practices. London: The Open University, 1997. HOGGART, R. As utilizações da cultura: aspectos da vida da classe trabalhadora, com especiais referenciais a publicações e divertimentos. Tradução de Maria do Carmo Cary. Lisboa: Editorial Presença, 1973. MARTIN-BARBERO, J. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2009 MATTELART, Armand; NEVEU, Érik. Introdução aos Estudos Culturais. São Paulo, Parábola, 2004. McCLINTOCK, Anne. Couro Imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas: Editora da UNICAMP, 2010. MISKOLCI, Richard. A Teoria Queer e a Sociologia: o desafio de uma analítica da normalização. Sociologias (UFRGS), v. 21, p. 150-182, 2009. ______. Desejo da Nação: masculinidade e branquitude no Brasil de fins do XIX. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2012. 207p. ______. Estranhando as Ciências Sociais: notas introdutórias sobre Teoria Queer. Florestan, v. 2, p. 8-25, 2014. PELUCIO, Larissa. Subalterno quem, cara pálida? Apontamentos às margens sobre pós-colonialismos, feminismos e estudos queer. Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar, v. 2, p. 395-418, 2012. PISCITELLI, Adriana. Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras. Sociedade e Cultura, Goiânia: UFG, v. 11, n. 2, p. 263-274, 2008. PRECIADO, Beatriz. Entrevista com Beatriz Preciado (por Jesús Carrillo). cadernos pagu, n. 28, p. 375-405, 2007. SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. ______. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. SCOTT, Joan W. “A Invisibilidade da Experiência”. Projeto História. São Paulo, 1998, p. 297-325. SEDGWICK, Eve Kosofsky. A Epistemologia do Armário. In: Cadernos Pagu, Campinas: Núcleo de Estudos de Gênero Pagu-UNICAMP, v. 28, p. 19-54, 2007. ______. Between Men: English Literature and Male Homossocial Desire. New York. Columbia University Press. 1985. SHOHAT, Ella; STAM, Robert. Crítica da Imagem Eurocêntrica. São Paulo: Cosac Naify, 2006. TURNER, Graeme. British Cultural Studies: An Introduction. London and New York, Routledge, 1990, p. 9-32 WILLIAMS, Raymond. Cultura e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1978. ______. O Campo e a Cidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. YOUNG, Robert. Desejo Colonial: Hibridismo em Teoria, Cultura e Raça. São Paulo: Perspectiva, 2005.
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AGRICULTURA FAMILIAR E DESENVOLVIMENTO RURAL
Sigla: AFDR Número: 0188115 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Produção Familiar e Agricultura Familiar. Camponês. Pequena Produção. O debate teórico e político nos países centrais e periféricos. As transformações da agricultura familiar e do mundo rural na realidade contemporânea. As estratégias de resistência e adaptação. Política Agrária Comunitária. Unidade I Introdução: A Agricultura Familiar como categoria sociológica. 1.1 Introdução à disciplina; o conceito de camponês e o debate sobre os rumos do campesinato, os enfoques teóricos, a pequena produção e a produção familiar na agricultura brasileira e latino-americana nos anos 1970. 1.2 O conceito de “agricultura familiar”; famílias rurais e grupos domésticos. Unidade II A agricultura familiar contemporânea e suas formas: unidade e diversidade. 2.1 A agricultura familiar brasileira: um breve diagnóstico 2.2 A agricultura familiar e as estratégias de reprodução social: cooperação, integração vertical, agricultura a tempo parcial e pluriatividade. 2.3 Agricultura familiar e políticas públicas: desenvolvimento e ruralidade. Unidade III A agricultura familiar no contexto dos países capitalistas avançados. 3.1 O desenvolvimento rural na perspectiva da União Européia: o caso da política agrária comunitária (PAC) e o novo marco político e institucional de desenvolvimento agrícola e rural: os grandes impasses e desafios. 3.2 A agricultura familiar, políticas de desenvolvimento rural, territorialidade e multifuncionalidade.
Bibliografia:HERVIEU, Bertrand. Los Campos del Futuro. Madrid: Ed. MAPA nº 188, 195p , 1996. p. 25-75. HEYNIG, Klaus. Principales Enfoques sobre la Economía Campesina. In: Revista de la CEPAL, Chile, Abril. p. 115-142, 1982. SACCO DOS ANJOS, F. Agricultura familiar, pluriatividade e desenvolvimento rural no sul do Brasil, Pelotas: EGUFPEL, 2003, 374 p. (Capítulo 1) p. 9-43. ALMEIDA, Mauro W. B. de. Redescobrindo a família rural, in: Revista Brasileira de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, nº 14, ano 5, 1990. p. 66-83. WOLF, Eric, Sociedades camponesas, Rio de Janeiro: Zahar, 1970. p. 13-87. ABRAMOVAY R. Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão. S. Paulo, R. de Janeiro, Campinas: HUCITEC/Edunicamp/Anpocs, 1992, 275 p. (Estudos Rurais). (Capítulos 5, 6 e 7) p. 135-207. MANN, Susan. A. & DICKINSON, J. M. Obstáculos ao Desenvolvimento da Agricultura Capitalista. Literatura Econômica, v.9, n.1, 1987. p.7-26. MOONEY, P.H. Tempo de trabalho, tempo de produção e desenvolvimento capitalista na agricultura: uma reconsideração da tese de Mann-Dickinson. Literatura Econômica, vol. 9, nº 1, 1987. p. 27-41. JEAN, B. A Forma Social da Agricultura Familiar Contemporânea: sobrevivência ou criação da economia moderna. Cadernos de Sociologia do PPGS/UFRGS, v.6, 229 p. 1994. .p.51-75. LAMARCHE, H. (coord.) A Agricultura Familiar. Comparação Internacional – Uma Realidade Multiforme. (trad. de TIJIWA, A.) Coleção Repertórios Campinas: Ed. UNICAMP, 1993, 336 p. p. 13-33. WANDERLEY, M. N. B. Raízes históricas do campesinato brasileiro.in:Tedesco (org.) Agricultura familiar: realidades e perspectivas. Passo Fundo: EDIUPF, 394 p, 1999. p.23-56. MEDEIROS, L. S. Trabalhadores Rurais, Agricultura Familiar e Organização Sindical. São Paulo em Perspectiva, Fundação SEADE, v.11, n.2, abr-jun, 136 p, 1997. p.65-72. SACCO DOS ANJOS, F. Y MOYANO, ESTRADA, Nuevas formas de cooperación económica en la agricultura familiar brasileña. El caso de los Condominios en el estado de Santa Catarina, in: Estudios Agrosociales y Pesqueros, nº 191, Madrid: Mapa, 2001. p. 137-163. RADOMSKY, Guilherme F. W.(2006) Reciprocidade, redes sociais e desenvolvimento rural. In: Schneider, S. (Org.) A Diversidade da Agricultura Familiar. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2006. (Série Estudos Rurais) p. 104-133. CARNEIRO, M.J. (2006) Pluriatividade da agricultura no Brasil: uma reflexão crítica. In: Schneider, S. (Org.) A Diversidade da Agricultura Familiar. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2006. (Série Estudos Rurais) p. 165-185. SCHNEIDER, Sérgio A pluriatividade como estratégia de reprodução social da agricultura familiar no Sul do Brasil, in: Estudos Sociedade e Agricultura, nº 16, abril, p. 164-184, 2001. BELIK, W. e PAULILO. O financiamento da produção agrícola brasileira na década de 90: ajustamento e seletividade, in: Leite, S. (org.) Políticas Públicas e Agricultura no Brasil, Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2001, p.95-120.
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CAMPO E HABITUS: CONTRAPONTOS ENTRE AS SOCIOLOGIAS DE PIERRE BOURDIEU E BERNARD LAHIRE
Sigla: CHC Número: 0568176 Créditos: 2
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina focaliza, inicialmente, os conceitos de Pierre Bourdieu de campo e de habitus, tantos nas suas definições teóricas quanto na suas aplicações nas pesquisas empíricas desse autor. Intenta-se mostrar como esses conceitos funcionan na prática como ferramentas de pesquisa, evitando-se portanto a sua essencialização. Posteriormente se faz um contraponto conceitual com as formulações críticas colocadas por Bernard Lahire. Pretende-se debater as críticas colocadas pelo último autor no sentido de que nem todos os contextos ou práticas sociais podem ser compreendidos como campos, e que os “sistemas de disposições” a que apela o conceito de habitus nem sempre são tão coerentes e transferíveis do modo como é colocado pelo primeiro autor.
Bibliografia:Referências A propósito do Homem plural. Entrevista com Bernard Lahire, Cronos vol. 10,n°2,2009. p.165–‐177. Bourdieu, Pierre. A distinção: a crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Zouk, 2007. ____________. A gênese dos conceitos de habitus e de campo. In: O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. p. 59-73. ____________. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. ____________.Coisas ditas. São Paulo, Brasiliense: 2004. ____________. Esboço de uma teoria da prática. In: ORTIZ, Renato (org.). Pierre Bourdieu: sociologia. São Paulo: Ática, 1983. (Grandes cientistas sociais, 39). p. 46-81. ____________. Espaço social e gênese das “classes”. In: O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. p. 133-161. ____________.Homo academicus. Paris: Les Editions de Minuit, 1984. ____________. Las estructuras sociales de la economía. Buenos Aires: Manantial, 2001. ____________. O desencantamento do mundo: estructuras econômicas e estructuras temporais. São Paulo, Perspectiva, 1979. ____________. Questões de sociologia. Rio de janeiro: Marco Zero, 1983. ____________. Razões e Praticas. Sobre a teoria da ação. Papirus editora. 1997. Campinas. Castel, Robert. Conclusão: Pierre Bourdieu e a rigidez do mundo. In: Encrevé, P & Lagrave, R-M(orgs.). Trabalhar com Bourdieu. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Do homem plural ao mundo plural. Entrevista com Bernard Lahire. Análise Social, 202, XLVII (1.º), 2012. El trabajo sociológico de Pierre Bourdieu: deudas y críticas. Lahire, Bernard (Org). Buenos Aires: Siglo XXI Editores Argentina, 2005. La fabrication sociale d’un individu. Entretien avec Bernard Lahire. Nicolas DUVOUX. La vie das idées.fr. Lahire, Bernard.A cultura dos invidíduos. Porto Alegre: Artmed, 2006. ____________.El espíritu sociológico. Buenos Aires, Manantial. 2006. ____________. O Homem plural. Os determinantes da ação. Petropolis,Vozes.Editora Ciências Sociais da Educação. 2002. ____________. Patrimónios individuais de disposições. Para uma sociologia a escala individual. Sociologia, Problemas e Práticas, n.º 49, 2005, pp. 11-42 ____________.Retratos sociológicos: disposições e variações. Porto Alegre: Artmed, 2004. Respuestas por una Antropología Reflexiva. Entrevista de Pierre Bourdieu a Loic J. D. Waquant. pp. 63-99. Ed. Grijalbo, 1995. México. Wacquant, Loïq J. D. O legado sociológico de Pierre Bourdieu: duas dimensões e uma nota pessoal. Revista de Sociología e Política. Curitiba, 19, p. 95-110, nov. 2002.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CIDADE, TRABALHO E CULTURA
Sigla: CTC Número: 0728107 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: O objetivo da disciplina é o de discutir e acumular os conhecimentos gerados por diferentes análises sobre o processo de formação urbana, as transformações do mundo do trabalho e as manifestações culturais, permanentemente criadas e produzidas. Programa da disciplina: 1) Figuras da cidade: o encontro, o mosaico e o labirinto; 2) Aproximações ao mundo urbano; 3) A divisão social do espaço urbano, segregações, maneiras de habitar e usos da cidade; 4) Histórias de habitantes, histórias de imóveis; 5) Integração e socialização. A cidade como espaço de socialização e produção de cultura; 6) Transformações dos espaços urbanos e políticas da cidade.
Bibliografia:1) AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da sobremodernidade. São Paulo: Bertrand Editora, 1994. 2) AYMONINO, Carlo. O significado da cidade. Lisboa: Editorial Presença, 1984. 3) BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1993. 4) BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. São Paulo: Perspectiva, 1983. 5) BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1989. Obras Escolhidas, v. 3. 6) BRESCIANI, Maria Stella. Imagens da cidade (século XIX e XX). São Paulo: ANPUH-SP/ Marco Zero, 1993. 7) BRESCIANI, Maria Stella. Metrópoles: as faces do Monstro Urbano. IN: Revista Brasileira de História. São Paulo: ANPUH, Ed. Marco Zero, 1984/1985. 8) BRESCIANI, Maria Stella. Londres e Paris no século XIX. O Espetáculo da pobreza. São Paulo: Brasiliense, 1994. 9) CALVINO, Ítalo. As Cidades Invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. 10) CARVALHO, José Murilo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. 11) CONSTANTINO, Núncia. Modernidade, Noite e Poder: Porto Alegre na Virada para o Século XX. IN: Tempo. Rio de Janeiro, Vol. 4, 1997, p. 49-64. 12) CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1994. 13) CHALHOUB, Sidney. Trabalho, Lar e Botequim. São Paulo: Brasiliense, 1996. 14) CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 15) CHOAY, Françoise. O Urbanismo. São Paulo: Perspectiva, 1979. 16) CORBIN, Alain. Saberes e odores: o olfato e o imaginário social nos séculos XVIII e XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. 17) CORBIN, Alain. O Território do Vazio. A Praia e o Imaginário Ocidental. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. 18) CLAVAL, Paul. La Logique des Villes. Paris: Litec, 1981. 19) FENELON, Déa Ribeiro. Trabalho, cultura e história social: perspectiva de investigação. IN: Revista Projeto História. São Paulo: EDUC, 1985. 20) FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite. Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Paz e Terra, 2003. 21) GRAFMEYER, Yves. Sociologia Urbana. Lisboa: Publicações Europa-América, 1995. 22) KOWARICK, Lúcio. A espoliação urbana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993. 23) LYNCH, Kevin. A imagem da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1988. 24) MONTEIRO, Circe (org.). Cidade e produção do cotidiano. Recife: MDU/ANPUR, 1995. 25) PAOLI, Maria Célia. São Paulo operária e suas imagens (1900-1940). IN: Revista Espaço & Debates. NERU/USP, 1991, n. 33. 26) PECHMAN, Robert Moses. Olhares sobre a cidade. Rio de Janeiro, Editora da UFRJ, 1994. 27) PERROT, Michelle. Os Excluídos da História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. 28) PESAVENTO, Sandra. Muito além do Espaço: por uma história cultural do urbano. IN: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 8, 1995, p. 279 a 290. 29) ROCHA, Oswaldo Porto. A Era das Demolições. Rio de Janeiro: SMC/DGDIC, 1995. 30) ROLNIK, Raquel. A cidade e a lei: legislação política e urbana e territórios na cidade de São Paulo. São Paulo: Studio Nobel/FAPESP, 1997. 31) ROLNIK, Raquel. História Urbana: História na Cidade? In: Fernandes, Ana e Gomes, Marco (Orgs.). Cidade e História. Salvador: UFBA/ANPUR, 1992. 32) ROSSI, Aldo. A arquitetura da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1995. 33) SENNETT, Richard. Carne e Pedra. Rio de Janeiro: Record, 1997. 34) SENETT, Richard. O Declínio do Homem Público. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. 35) SEVCENKO, Nicolau. Orfeu extático na metrópole: São Pulo, sociedade e cultura nos frementes anos 20. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. 36) THOMPSON, Edward. A Formação da Classe Operária Inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, Vols. I, II e III. 37) VEIGA, José Eli da. Cidades Imaginárias. O Brasil é menos urbano do que se calcula. Campinas, SP, Autores Associados, 2002. 38) VELLOSO, Mônica Pimenta. Modernismo no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CIÊNCIA E SOCIEDADE
Sigla: CSO Número: 0568149 Créditos: 4
Data de Início: 06/06/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute as diferentes relações que se estabelecem entre as múltiplas organizações sociais produtoras de conhecimento (ideológico, científico, tecnológico etc.) com o conjunto da sociedade no sentido lato, tanto a partir uma perspectiva institucional da ciência, isto é, de seus diferentes lócus de produção, como a partir de uma perspectiva teórico-epistemológica, que busca refletir sobre novos e diferentes paradigmas que têm possibilitado limites e avanços ao conhecimento científico e tecnológico e remodelado a sociedade em suas múltiplas dimensões
Bibliografia:BLOOR, David. Conhecimento e Imaginário Social. Barcelona: Gedisa, 1998. BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. DUHEM, P. The Aim and Structure of Physical Theory. Princinton, 1914. CRESPI, Franco e FORNARI, Fabrizio. Introdução à Sociologia do Conhecimento. Bauru – SP: EDUSC, 2000. DURKHEIM, Emile. As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Ed. Nacional, 1990. KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1996. LAMO DE ESPINOSA, Emilio; GARCÍA, José; ALBERO, Cristóbal. La Sociología del Conicimiento y de la Ciencia. Madrid: Alianza, 1994. LATOUR, Bruno. Ciência em Ação. São Paulo: UNESP, 2000 MANNHEIM, Karl. Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982. MNATTEDI, Marcos. Introdução à abordagem sociológica do problema do Conhecimento Chapecó: Argos, 2006 MERTON, Robert K. Sociologia: Teoria e Estrutura. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1970. RODRIGUES, Léo Peixoto. Introdução à Sociologia do Conhecimento , da Ciência e do Conhecimento Científico. Passo Fundo – RS: UPF, 2005.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CLASSE, MOBILIDADE E DESIGUALDADE SOCIAL NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Sigla: CMD Número: 0568175 Créditos: 4
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina se propõe a discutir os vários conceitos de classe social e suas transformações teóricas, trabalhando as concepções: Marxistas, neo Marxistas, Weberianas, Neo Weberianas e Pós Estruturalistas. Além disso, serão abordados os estudos sobre mobilidade social e as suas várias perspectivas epistemológicas, a linha da estratificação social, que constrói um modelo de análise de mobilidade social, o CASMIN Comparative Analyse Social Mobility in Industrial Nations, como também os modelos neo Marxistas de mobilidade social. Por fim, a disciplina pretende abordar os estudos sobre desigualdade social no Brasil e no mundo.
Bibliografia:AZEVEDO, Thales de. “Classes sociais e grupos de prestígio”, in: Cultura e situação racial no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1956. BOURDIEU, Pierre. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto Alegre, RS: Zouk, 2007. FERNANDES, Florestan. Integração do Negro na sociedade de classes. São Paulo: Cia editora Nacional, 1o. vol., 1965. ___________________.“A persistência do passado”, in: O negro no mundo dos brancos. São Paulo: Difel, 1972. GOLDTHORPE, John H et al. The Affluent Worker in Class Structure. London: Cambridge University Press, 1969. GUIMARÃES, Antonio Sérgio. “Cor, classe e status nos estudos de Pierson, Azevedo e Harris na Bahia, 1940-1960”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. _______________. (org.) Origens e destinos: desigualdades sociais ao longo da vida. Rio de Janeiro: Topbooks Editora, 2003. HASENBALG, Carlos. “Raça e Mobilidade Social”. In: Hasenbalg, C. e Silva, N. do V., Estrutura Social, Mobilidade e Raça. Rio de Janeiro, Vértice/IUPERJ, 1988. IANNI, Octávio. Teorias de estratificação social. São Paulo: Editora Nacional, 1972. MILIBAND, Ralph. “Análise de classes”. In: GIDDENS, Anthony & TURNER, Jonathan (org). Teoria social hoje. São Paulo: Editora UNESP, 1999. RIBEIRO, Carlos Antonio Costa. Estrutura de classe e mobilidade social no Brasil. Bauru, SP: Edusc. 2007. PASTORE, J. Desigualdade e mobilidade social no Brasil. São Paulo: T. A. Queiroz, 1979. PASTORE, J. e SILVA, Nelson do Valle. “Análise dos Processos de Mobilidade Social no Brasil no Último Século”. In: XXV encontro da ANPOCS, 2001. PIERSON, Donald. “O cenário” e “Composição racial das classes na sociedade baiana”, in: Brancos e Pretos na Bahia. São Paulo: Editora Nacional, 1971. SANTOS, Alcides F. Estrutura de posições de Classes no Brasil: mapeamento, mudanças e efeitos na renda. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002 SILVA, Nelson do Vale. “Extensão e Natureza das desigualdades raciais no Brasil”, in: GUIMARÃES, A. S. e HUNTLEY. Tirando as máscaras. São Paulo: Paz e Terra, 2000. __________________. As duas faces da mobilidade. In: Revista Dados, n. 21, Rio de Janeiro, 1979. __________________. Posição Social das Ocupações, Rio de Janeiro: IBGE, 1973. SOUZA, Jessé (org). A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. _________________. A ralé brasileira: quem é e como vive. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. VELHO, Otávio G.; PALMEIRA, Moacir G. S. & BERTELLI, Antônio. Estrutura de Classes e Estratificação Social. Rio de Janeiro, 1971. WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979. WRIGHT, Erik Olin. “Race, Class, and Income Inequality”. In: American Journal of Sociology, vol. 83, no. 6, pp.1368-1397, 1978.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE
Sigla: DMA Número: 0568112 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Ementa Objetivos Geral: discutir diversos aspectos do processo de desenvolvimento fazendo ênfase nas novas visões que pretendem [re]conciliar as atividades econômicas, a preservação da natureza e a equidade social. Objetivos específicos: – Discutir as principais interpretações de desenvolvimento – Analisar a origem do conceito de desenvolvimento sustentável – Analisar os diversos indicadores existentes para medir o desenvolvimento – Analisar os principais indicadores de sustentabilidade Justificativa: Esta disciplina surge da necessidade de aprofundar a discussão acerca das visões atuais pessimistas e otimistas que pretendem superar as velhas interpretações que vinculam desenvolvimento com crescimento econômico. Conteúdo: Introdução à problemática Desenvolvimento: interpretações e definições O mito do desenvolvimento Desenvolvimento como liberdade Cidades imaginárias e desenvolvimento O rural e o urbano no processo de desenvolvimento O falso problema da exclusão social Economia e meio ambiente Capital social e desenvolvimento Desenvolvimento sustentável: definição e indicadores Metodologia: A disciplina estará estruturada a partir de aulas expositivas e seminários visando a discussão entre os alunos. Para viabilizar as discussões pretende-se definir responsáveis para a exposição e pelo questionamento dos textos de cada tema. Avaliação: A avaliação da disciplina será feita a partir da: * Participação em sala de aula * apresentação dos textos * elaboração de resenhas. * elaboração de um artigo para revista
Bibliografia:ALIER, Joan M & SHLÜPMANN, Klaus. La ecologia y la economia. México: Fondo de Cultura Económica, 1993. BECKER, Dinizar F. Desenvolvimento sustentável: necessidade e/ou possibilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. BURSZTYN, Marcel (org). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense, 1994 CARDOSO, Fernando Henrique; FALETTO, Enzo. Dependência e desenvolvimento na América Latina – ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004 CAVALCANTI, Clóvis. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez, 1995 FOLADORI, Guillermo. Los limites del desarrollo sustentable. Montevideo: Ediciones de la banda Oriental/Revista trabajo y capital, 1999 FOSTER, John Bellamy. A ecologia de Marx – materialismo e natureza. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2005 FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1974 IBGE – Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2002 e 2004, disponíveis em http://www.ibge.gov.br JACOBS, Jane. Morte e Vida das Grandes Cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2000 (c1961). JACOBS, Jane. A Natureza das Economias. São Paulo: Beca, 2001. MAY, Peter & MOTTA, Ronaldo S. Valorando a natureza. São Paulo: Campus, 1994. MAY, Peter & LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da.. Economia do meio ambiente – teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003 MERICO, Luiz Fernando Krieger. Introdução à economia ecológica. Blumenau: EDIFURB, 2002 MORIN, Edgar e KERN, Anne Brigitte. Terra-Pátria. Porto Alegre: Sulina, 1995 PENTEADO, Hugo. Ecoeconomia – uma nova abordagem. São Paulo: Editora Lazuli [s.d] PUTNAM, Robert. Comunidade e democracia – a experiência da Itália moderna. SACHS, Ignacy. Ecodesenvolvimento- crescer sem destruir. São Paulo: Vértice, 1986 SACHS, Ignacy. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. SACHS, Ignacy. Desenvolvimento: includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. SEN, Amartya K. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. SEN, Amartya K. Sobre Ética e Economia. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. SEN, Amartya K. Por que é necessário preservar a coruja-pintadaFolha de São Paulo,. São Paulo, 14 mar. 2004. SEROA DA MOTTA, Ronaldo. Economia ambiental. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006 SOTO, William Héctor Gómez. A Ciência econômica, a ecologia e a crise do paradigma cartesiano – Uma análise da questão a partir de Fritjof Capra. Estudos do CEPE. No. 2 setembro 1995. UNISC, Santa Cruz do Sul. SOTO, William Héctor Gómez. Desenvolvimento sustentável, agricultura e capitalismo. IN: BECKER, Dinizar F. Desenvolvimento sustentável: necessidade e/ou possibilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. SOTO, William Héctor Gómez. A dialética do desenvolvimento regional – capital social, democracia, redes empresariais e dinâmica territorial. In: Becker, Dinizar F. e Wittmann, Milton Luiz. Desenvolvimento regional – abordagens interdisciplinares. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2003. SOUZA, Renato Santos de. Entendendo a questão ambiental – temas de economia, política e gestão do meio ambiente. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2000. VEIGA, José Eli da. A face rural do desenvolvimento. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000 VEIGA, José Eli da. Cidades Imaginárias. Campinas: Autores Associados, 2002 VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável; O desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Garamond, 2005. VEIGA, José Eli da. Meio Ambiente & Desenvolvimento. São Paulo: Ed. Senac, 2006. VEIGA, José Eli da. Textos vários em: http://www.econ.fea.usp.br/zeeli/ PNUD – Relatório(s) de desenvolvimento humano, disponíveis em http://www.pnud.org.br TRIGUEIRO, André (org.) Meio Ambiente no Século 21. 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2003.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

ELABORAÇÃO DE DISSERTAÇÃO
Sigla: ED Número: 0568163 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2014 Data de Fim: 
Ementa: Período de elaboração de dissertação – vínculo com o Programa de Pós-graduação em Sociologia
Bibliografia:Período de elaboração de dissertação
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Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

EMPRESA, EMPRESARIZAÇÃO E SOCIEDADE
Sigla: EES Número: 000971 Créditos: 4
Data de Início: 10/03/2014 Data de Fim: 
Ementa: Empresa e modernidade. A centralidade da empresa. Desnaturalização da empresa. Visões de mundo que sustentam a ideia de empresa. Relações sociais fundadoras da empresa. Processo de empresarização (características, reflexos e resistência).
Bibliografia:ABRAHAM, Yves-Marie. L’entreprise est-elle nécessaire? In: DUPUIS, Jean-Pierre (org.). Sociologie de l’entreprise. Montréal: Gaëtan Morin Editeur, 2006, p. 323-374. BAUDRILLARD, J. Sociedade de consumo. São Paulo: Elfos, 1995. BOURDIEU, Pierre. Argelia 60 – estructuras econômicas y estructuras temporales. Madri: Siglo XXI Editores, 2006. DELEUZE, G. Conversações. São Paulo: Editora 34, 2007. DUMONT, L. O Individualismo: uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 1993. ______. Homo Aequalis – gênese e plenitude da ideologia econômica. Bauru: EDUSC, 2000. DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. ENGELS, F. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. São Paulo: Editora Escala, 2006. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Nascimento da prisão. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. ______. A Ordem do Discurso. 15.ed. São Paulo: Loyola, 2007. KALBERG, S. Max Weber’s types of rationality: cornerstones for the analysis of racionalization process in history. American Journal of Sociology, v.85, n.5, 1980. LÊ GOFF, Jacques. A bolsa e a vida. São Paulo: Brasiliense, 2004. LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo Civil. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003. MARX, Karl. Miséria da filosofia: resposta à filosofia da miséria, do Sr. Proudhon. São Paulo: Lech, 1982. ______. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1996. _______.; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003. MAUSS, M. Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. In: Sociologia e Antropologia. v.2. São Paulo: Edusp, 1974. PAGÈS, M; BONETTI, M; DE GAULEJAC, V; DESCENDRE, D. O poder das organizações. São Paulo: Atlas, 1987. POLANYI, K. A grande transformação. Rio de Janeiro: Campinas, 2000. PROUDHON, P. O que é a propriedade?. Lisboa: Estampa. 1975. PRZEWORSKI, A. A falácia neoliberal. Lua nova – Revista de cultura e política. n. 28-29, 1993. ROUSSEAU, Jean-Jacques. A Origem da Desigualdade Entre os Homens. São Paulo: Editora Escala, 2007. SAHLINS, M. A primeira sociedade da afluência. In: CARVALHO, E. A. Antropologia Econômica. São Paulo: Humanas, 1978 SCHUMPETER, J. A. Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura, 1961. ______. A Teoria do Desenvolvimento Econômico: uma investigação sobre lucros, capital, crédito, juro e o ciclo econômico São Paulo: Nova Cultural, 1988. SIMMEL, Georg. O dinheiro na cultura moderna. In: SOUZA, J. E OËLZE, B. (Orgs) Simmel e a Modernidade. Brasília: Editora UNB, 1998. SLATER, D. Cultura do consumo & modernidades. São Paulo: Nobel, 2001. SMITH, A. A Riqueza das Nações. São Paulo: Nova Cultural, 1996. SOLÉ, Andreu. Créateurs de mondes – nos possibles, nos impossibles. Paris: Éditions du Rocher, 2000. ______. L’enterprisation du monde. In CHAIZE, J.; TORRES, F. Repenser l’entreprise: Saisir ce qui commence, vingt regards sur une idée neuve. Paris: Le Cherche Midi, 2008. WEBER, Max. Os fundamentos da organização burocrática: uma contribuição do tipo ideal. In: CAMPOS, Edmundo (Org., introd. e trad.). Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. ______. Economia e Sociedade. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2004a. ______. A Ética protestante e o espírito do capitalismo: texto integral. São Paulo: Martin Claret, 2004b.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

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Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

EPISTEMOLOGIA DA CIÊNCIA E DAS CIÊNCIAS SOCIAIS
Sigla: ECCS Número: 0568174 Créditos: 4
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute o surgimento da Ciência, como forma de produção de conhecimento na modernidade, abordando alguns de seus principais referentes teórico-filosóficos. Assim, discute tanto o racionalismo como o empirismos, como matrizes teóricas do conhecimento que deram origem metódica às distintas relações entre sujeito e objeto. Discute os principais pontos do debate clássico, considerando as ciências da natureza e as ciências sociais, ao revisitar as noções de epistemologia analítica e epistemologia histórica. Por fim, introduz elementos de uma abordagem epistemológica complexa ao discutir a noção de indeterminação nas Ciências e a noção de pós-fundacionalismo nas ciências sociais.
Bibliografia:ANDERY, Maria Amélia. Para compreender a ciência. Espaço e Tempo: São Paulo 1988. 175 a 198 BACON. Francis. Novum Organum. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1979. VI a XXIV e 3 a 89. CHALMERS, A. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993 (p 24-63). DESCARTES, René. O discurso do Método. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983. VIII a XX e da 1 a 71 SCHWARTZ Joseph. O Momento criativo: mito e alienação nas ciências modernas. Círculo do Livro. 1992. p. 23-107. BRUYNE de, Paul; HERMAN Jacques; SCHOUTHEETE, Marc. Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: F. Alves, 1977. (p. 101-105). BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. CAPRA, Fritjof. O Ponto de Mutação. São Paulo: Círculo do Livro, 1972 COHEN, Percy. Teoria Social Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1970, (p.23-28). DUPUY, M. Jean-Pierre. Nas origens das ciências cognitivas. São Paulo: UNESP, 1996. HAMPEL, Carl. Aspects of scientific explanation and other essays in the philosophy of science. Nova York: Free, 1965. HANSON, Norwood. Patterns of discovery. Cambridge: Cambridge University, 1958. HOLTON. Gerald. La Imaginación Científica. México: FCE, 1985. JEFFREY C. Alexander. Las Teorias Sociológicas desde la Segunda Guerra Mundial. Barcelona, 1995. Cap. 1: Qué es la Teoría. p.11-26. KUHN, Thomas. A tensão e BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. BOMBASSARO, Luiz Carlos. Ciência e Mudança Conceitual: Notas para Epistemologia e História da Ciência. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1975. DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico: São Paulo: Editora Nacional, 1987.FEYERABEND, Paul. Contra o Método. Rio de Janeiro: F. Alves, 1977. GRANGER, Gilles-Gaston. A Ciência e as Ciências. São Paulo: UNESP, 1994. KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1996. LAKATOS, Imre e MUSGRAVE, Alan. A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1977. LÓWY, Michael, Ideologias e Ciência Social. São Paulo: Cortez, 1991. MARX, Karl. A crítica à Economia Política. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1983. POPPER, Karl. Textos escolhidos. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-RIO, 2010. _____. A miséria do Historicismo. São Paulo: Cultrix, 1980. p. 8-42 _____. Autobiografia Intelectual. São Paulo: Cultrix, Ed. Universidade de São Paulo, 1977 _____. A Sociedade Aberta e seus Inimigos. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: USP, 1974. v. 1 e 2 _____. A lógica da Pesquisa científica. São Paulo: Cultriz, 1974a. _____. A Ciência Normal e seus perigos. In: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan (Orgs). A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979, p. 63-71. COMTE, Auguste. Curso de filosofia positiva. In: Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1988. SILVERA, Fernando. A Filosofia da Ciência de Karl Popper: o Racionalismo Crítico. In: Cadernos Catarinense de Física, v.13, n.3, p. 219-230, dez. 1996.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

ESTÁGIO DE DOCÊNCIA ORIENTADO
Sigla: EDO Número: 06811 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Estudos práticos e teóricos sobre a docência em ciências sociais e os processos pedagógicos envolvidos. Método principal: observação participante. Acompanhamento das atividades didáticas de uma turma da graduação, como seminários, aulas expositivas e processo de avaliação, com intervenções pontuais em alguns desses processos de ensino-aprendizagem, supervisionado pelo professor orientador.
Bibliografia:A ser indicada pelo professor orientador.
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SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

FUNDAMENTOS DE SOCIOLOGIA
Sigla: FSO Número: 000497 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2013 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina visa discutir a formação do pensamento sociológico clássico para a compreensão das sociedades modernas no contexto das transformações econômicas, políticas e sociais promovidas pela emergência das sociedades capitalistas industriais da virada do século XVIII e XIX. Para tal serão abordados os seguintes pontos: o contexto histórico do aparecimento da sociologia; o materialismo histórico e dialético de Karl Marx; ofuncionalismo de Émile Durkheim; e a sociologia compreensiva de Max Weber. Os objetivos são oportunizar o acesso ao pensamento clássico da sociologia aos alunos ingressantes do programa oriundos de outras áreas de conhecimento, ao mesmo tempo em que também um momento de rediscussão de conteúdos aos alunos oriundos das ciências sociais.
Bibliografia:ARON, Raymond. Etapas do Pensamento Sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1982. CASTRO & DIAS. Sociologia. Introdução ao pensamento sociológico. Rio de Janeiro: Eldorado, 1981. COLLINS, Randall. Quatro tradições sociológicas. 2009. Petrópolis: Vozes. DURKHEIM, Emile. Coleção Grandes Cientistas Sociais. Nº 1. São Paulo: Ática, 1984. ______. As regras do método sociológico. São Paulo: Editora Nacional. 1990. LALLEMENT, M. História das idéias sociológicas – vol. I: Das origens a Max Weber. Petropólis: Vozes. 2008. MARX, Karl e ENGELS, F. A ideologia Alemã. São Paulo: Hucitec. 1993. MARX, K. O Capital (Edição resumida). Rio de Janeiro: LTC. 1982. SEEL, Carlos Eduardo. Sociologia clássica: Marx, Durkheim e Weber. Petropólis: Vozes. 2009. WEBER, MAX. Sociologia. Coleção Grandes cientistas Sociais. Nº 13. São Paulo: Ática, 1984. ______. A ética Protestante e o espírito do capitalismo. Lisboa: Editorial Presença. 1990. ______. Economia e sociedade – Volume I. São Paulo: Editora UnB. 2004.
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SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

METODOLOGIA DA PESQUISA SOCIOLÓGICA
Sigla: OPS Número: 000492 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina integra os principais elementos da pesquisa em sociología, apontando para o desenvolvimento do projeto de pesquisa de dissertação do aluno. Visa mostrar a integração entre os elementos teóricos e metodológicos e os procedimentos de investigação. Apresentam-se as principais abordagens metodológicas na área da Sociologia, desenvolvendo-se concomitantemente técnicas de pesquisa quantitativas e qualitativas. Além dos aspectos mencionados, são abordados procedimentos de organização e análise da informação.
Bibliografia:ALAMI, Sophie; DESJEUX, Dominique, GARABUAU-MOUSSAOUI; Isabelle. Os métodos qualitativos. Capítulo 1. A abordagem qualitativa. ANGROSINO, Michael. Etnografia e observação participante. Capítulo 5. Observação etnográfica. pp. 73-87. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. AMEIGEIRAS, Aldo Rubén. El abordaje etnográfico en la investigación social. pp. 107-151. Em: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006. BARBOUR, Rosaline. Grupos Focais. Coleção Pesquisa Qualitativa. Capítulos 3, 4 e 5. pp. 53-102. Porto Alegre: Artmed: 2009. BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Porto: Edições 70, 1995. BECKER, Howard. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. Capítulo 2. Problemas de inferência e prova na observação participante. pp. 47-64. Capítulo 4. A história de vida e o mosaico científico. 110-115. Hucitec: São Paulo, 1999. BOURDIEU, Pierre. A miséria do mundo. Capítulo: Compreender. Petropolis: Vozes, 1998. pp. 693-732. BRANDAO., Carlos R. Pesquisa participante. Sao Paulo: Brasiliense, 2006. CARDOSO Ruth. Aventuras de antropólogos em campo ou como escapar das armadilhas do método. Em: CARDOSO Ruth (Org.). A aventura antropologica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2004. pp. 95-105. CEA D’ANCONA, Maria Ángeles. Metodologia cuantitativa: estrategias y técnicas de investigación social. Capítulo 2. El análisis de la realidae social. pp. 43-77. Capítulo 3. La organización de la investigación. pp. 81-122. Capítulo. 11. El Informe de la investigación. pp. 377-383. Madrid: Síntesis, 1998. CELLARD, André. A análise documental. In: POUPART, Jean et al (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. pp. 295-316. COULON, Alain. Etnometodologia. Petropolis : Vozes, 1995. DESLAURIERS, Jean-Pierre; KÉRISIT, Michèle. O delineamento de pesquisa qualitativa. In: POUPART, Jean et al (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. pp. 127-153. FALS BORDA, Orlando. Aspectos teóricos da pesquisa participante: considerações sobre o significado e o papel da ciência na participação mpopular. Em: Pesquisa participante. BRANDAO, Carlos R. (Org). Sao Paulo: Brasiliense, 2006. pp. 42-62. KERLINGER, Fred. Metodologia da pesquisa em Ciências Sociais. Um tratamento conceitual. São Paulo: EPU; EDUP, 1980. GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Capítulo 1. Natureza da análise qualitativa e Capítulo 4. Codificação e categorização temáticas. pp. 15-25 e pp. 59-78. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. GIL, Antonio Carlos. Métodos y técnicas de Pesquisa Social. Capítulo 11. Entrevista. pp. 109-120. Capítulo 12. Questionário. pp. 121-135. São Paulo: Atlas, 2009. GOBO, Giampietro. O projeto de pesquisa nas investigações qualitativas. Em: MELUCCI, Alberto (Org.). Por uma sociologia reflexiva. Pesquisa qualitativa e cultura.. Petrópolis: Vozes, 2005. pp. 91-115. GOODE, William Josiah; HATT, Paul Kitchener. Métodos em pesquisa social. Capítulos 13. A Entrevista. São Paulo: Nacional, 1973. pp. 237-268. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia.: Petrópolis: Vozes, 2001. HOULE, Gilles. A sociologia como ciência da vida: a abordagem biográfica. In: POUPART, Jean et al (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. pp. 317-334. FLICK, Uwe. Qualidade na pesquisa qualitativa. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. MANN, Peter. Métodos de investigação sociológica. Capítulo 4. Documentação como fonte de dados. pp. 62-88. MALLIMACI, Fortunato e GIMÉNEZ BELIVEAU, Verónica. Historia de vida e métodos biográficos. In: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006. pp. 175-212. MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. Capítulo 8. Pesquisa. pp. 148-164. São Paulo, Atlas, 2010. MELUCCI, Alberto. Busca de qualidade, ação social e cultura. Por uma sociologia reflexiva. Em: MELUCCI, Alberto (Org). Por uma sociologia reflexiva. Pesquisa qualitativa e cultura. Petrópolis: Vozes, 2001. pp. 25-42. MINAYO, Maria Cecilia (Org.). Pesquisa social: teoria, metodo e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994. PIRES, Alvaro. Sobre algumas questões epistemológicas de uma metodologia geral para as ciências sociais. In: A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos. In: POUPART, Jean et al (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. pp. 43-94. POUPART, Jean. A entrevista de tipo qualitativo: considerações epistemológicas, teóricas e metodológicas. In: POUPART, Jean et al (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. pp. 215-253. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social. Métodos y técnicas. Capítulo 12. Questionário. pp. 189-206. Capítulo 14. Análise de Conteúdo. pp. 220-244. Capítulo 19. Relatório de Pesquisa. 298-317. São Paulo: Atlas, 2008. SANTAGADA, Salvatore. Indicadores Sociais: uma primeira abordagem social e histórica. Revista Pensamento Plural No. 1. Mestrado em Ciências Sociais. UFPel. Pelotas. pp. 113-142. Julho/Dezembro 2007. SELLTIZ, Claire;JAHODA, Marie; DEUTSCH, Morton;COOK, Stuart, M. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: Herder, 1974. VALLES, Miguel. Técnicas cualitativas de investigación social. Reflexión metodológica y práctica profesional. Madrid: Síntesis, 1997. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. La investigación cualitativa. pp. 23-64. Em: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE ESTADO E DESENVOLVIMENTO
Sigla: PSED Número: 0560169 Créditos: 4
Data de Início: 01/09/2017 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina apresenta cinco perspectivas sobre Estado e Desenvolvimento (inglesa, francesa, alemã, norte-americana e latino-americana). Teorias do Desenvolvimento na Sociologia. Políticas Públicas. Dinâmicas políticas e atores sociais. Interdependências e redes sociais. Movimentos Sociais e Estado.
Bibliografia:ARAÚJO, Luísa e RODRIGUES, Maria de Lurdes. Modelos de análise das políticas públicas: Sociologia, Problemas e Práticas [Online], 83 | 2016. Acessado em: 06 Fevereiro 2017. BIANCHI, Alvaro. O conceito de estado em Max Weber. Lua Nova [online]. 2014, n.92, pp.79-104. BOURDIEU. Pierre, Sobre o Estado. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.p.29-54/p. 441-460. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/267354862/Sobre-o-Estado-BOURDIEU-Pierre. Acessado: 01/09/2017. BRASIL, Gonçalves, Felipe; CAPELLA, Niedhardt Claudia Ana. Os Estudos das Políticas Públicas no Brasil: Passado, Presente e Caminhos Futuros da Pesquisa Sobre Análise de Políticas. Revista Política Hoje – Volume 25, n. 1. 2016. CASTELLS, Manuel. A nova economia: informacionalismo, globalização e funcionamento em rede. In: A Sociedade em rede. São Paulo: Editora Paz e Terra.1999. CORTES, Vargas, Soraya; LIMA, Leite Luciana. A contribuição da sociologia para a análise de políticas públicas. Lua Nova, São Paulo, 87: 33-62, 2012. COUTINHO. Nelson, Carlos. O Estado brasileiro: gênese, crise, alternativas. In: Fundamentos da educação escolar do brasil contemporâneo. p. 173-200. DAGNINO, Eveline. Construção democrática, neoliberalismo e participação: os dilemas da confluência perversa. Politica & Sociedade.N• 5 – outubro de 2004, p. 139 – 164. DURKHEIM, Emille. Da divisão social do trabalho. São Paulo: Editora Martins Fontes. 2007.p. 187-282. ELIAS. N. O processo civilizador – formação do estado e civilização (vol. 2), Rio de Janeiro: Jorge Zahar.1993.p. 87-171. Disponível em: https://uerjsa.files.wordpress.com/2013/04/elias-norbert-o-processo-civilizador-vol-ii.pdf . Acessado em: 01/09/2017. EVANS, Peter. O Estado como problema e solução. Lua Nova, São Paulo , 1993 . n. 28-29, p. 107-157. FERNANDES. F. A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975.p. 13-149/p.201-289. FOX, Jonathan. How Does Civil Society Thicken? The Political Construction of Social Capital in Rural Mexico. World Development, Vol. 24, Nº 6, 1089-1103.1996. FREY, K. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e políticas públicas, Brasília, IPEA, nº 21, jun.,2000. Disponível em: http://www.usp.br/procam/docs. Acessado em: 05/08/2009. HOWLETT, Michael; RAMESH, M; PERL, Anthony. O contexto da Política Pública. In: Política Pública: seus ciclos e subsistemas: uma abordagem integral. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.p. 57-103. JANNUZZI,P.M. Indicadores Sociais no Brasil: conceitos, medidas e aplicações. Campinas: Allínea/PUC-Campinas, 2004 (3ª. ed.).p.11-37 . Disponível em: https://favaretoufabc.files.wordpress.com/2014/06/januzzi-principais-indicadores-sociaiscompleto.pdf . Acessado em: 01/09/2017. KINGDON, John. Agendas, alternatives, and public policies. Nova York. Harper Collins. 1995. LEME, Alessandro, André. Desenvolvimento e sociologia: uma aproximação necessária. Soc. estado., Brasília , v. 30, n. 2, p. 495-527, Aug. 2015 . MARQUES, Eduardo. Redes sociais e poder no Estado brasileiro: aprendizados a partir de políticas urbanas. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 21 (60). 2006. MARTINS, de Souza, José. O Poder do Atraso; Ensaios de Sociologia da História Lenta. São Paulo: Hucitec, 1994.Cap. I e II. MARX, Karl. O 18 Brumário de Luís Bonaparte. NIERDELE, Paulo André; RADOMSKY, Guilherme Francisco Waterloo. Introdução às teorias do desenvolvimento. Coordenado pelo SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2016. POLANYI, K. 1944. A grande transformação: as origens da nossa época. Rio de Janeiro, Campus, 1980. p. 259-302. WEBER, Max. Economia e sociedade. Brasília: Editora UNB, 1991. Volume II, Seção 8. p. 517-580.
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PESQUISA QUALITATIVA EM SOCIOLOGIA COM O PROGRAMA N-VIVO
Sigla: PQNV Número: 0568108 Créditos: 2
Data de Início: 10/02/2017 Data de Fim: 
Ementa: Metodologia de análise qualitativa. Da teoria à empiria e da empiria à teoria. Debate teórico-metodológico. Métodos tradicionais de análise qualitativa. A introdução de software de análise qualitativa. O Tutorial do Software N-Vivo. Fontes de informação. Codificação textual e outros tipos de codificação (imagem, áudio, vídeo e fontes de internet). Classificações. Pesquisa quantitativa-qualitativa com conjuntos de dados. Anotações e memos. Criação e exportação de relatórios.
Bibliografia:GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Capítulos 8 e 9. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. pp. 135-177. KELLE, Udo. Análise com auxílio de computador: codificação e indexação. In: BAUER, Martin; GASKELL, George. (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. pp. 393-415. CHERNOBILSKY, Lilia Beatriz. El uso de la computadora como auxiliar en el análisis de datos cualitativos. In: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006. 239-273. QSR International. NVIVO Introdução. 2009. TEIXEIRA, Alex. Análise qualitativa com o programa NVivo 8: fundamentos. 2010.
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RAÇA, ETNIA E DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL
Sigla: RED Número: 0568157 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute a ideia de modernidade, construída pelo pensamento social brasileiro, a partir do final do século XIX, através do conceito de raça, e a formação da identidade nacional brasileira, na década de 30 do século XX, utilizando a noção de etnia. Além disso, também trabalha a reatualização dessa ideia a partir da formação de uma sociedade de consumo de massas, nos anos 70, e a globalização, a partir dos anos 90, principalmente, através das teorias pós- colonialistas. A ênfase da disciplina está na discussão da busca de uma identidade nacional e na construção da ideia de modernidade e seus reflexos, principalmente a discussão da manutenção das desigualdades sociais e raciais no Brasil.
Bibliografia:ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. “Dilemas do Brasil moderno: A questão racial na obra de Florestan Fernandes”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. AZEVEDO, Célia Marinho de. “O abolicionismo transatlântico e a memória do paraíso racial brasileiro”, in: Estudos Afro-asiáticos, n.º 30, dez.1996. AZEVEDO, Thales de. “Classes sociais e grupos de prestígio”, in: Cultura e situação racial no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1956. BAIRROS, Luiza. “Orfeu e Poder: uma perspectiva afro-americana sobre a política racial no Brasil”, in: Estudos Afro-asiáticos, n º 17,1996. BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998. DA MATTA, Roberto. “Digressão: a fabula das três raças, ou o problema do racismo à brasileira”, in Relativizando, uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1990. FERNANDES, Florestan. Integração do Negro na sociedade de classes. São Paulo: Cia editora Nacional, 1o. vol., 1965. ___________________.“A persistência do passado”, in: O negro no mundo dos brancos. São Paulo: Difel, 1972. FRY, Peter. “O que a Cinderela Negra tem a dizer sobre a ‘política racial” no Brasil”, in: Revista USP, n º 28. FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. Rio de Janeiro: Schimimidt, 1933. GILROY, Paul. Entre campos. São Paulo: Annablume, 2007. GUIMARÃES, Antonio Sérgio. “Cor, classe e status nos estudos de Pierson, Azevedo e Harris na Bahia, 1940-1960”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. _______________________. Classes, raça e democracia. São Paulo: Editora 34, 2002. HANCHRARD, Michel. “Cinderela negra? raça e esfera pública no Brasil”, in: Estudos Afro-asiáticos, n º 30, 1996. HARRIS, Marvin. “O Padrão brasileiro”, in: Padrão Racial nas Américas. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira, 1967. HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. IANNI, Otávio. “O negro e o mulato”, in: As metamorfoses do Escravo. São Paulo: Difel, 1965. MAGGIE, Yvonne. “Aqueles a quem foi negada a cor do dia: as categorias de cor e raça na cultura brasileira”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. MEDEIROS, Maria Alice de A. Elogio da dominação, Rio de Janeiro: Ed. Achimé, 1984. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira & identidade nacional. São Paulo: Editora brasiliense, 1985. PIERSON, Donald. “O cenário” e “Composição racial das classes na sociedade baiana”, in: Brancos e Pretos na Bahia. São Paulo: Editora Nacional, 1971. RAMOS, Guerreiro. Introdução crítica à sociedade brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Andes Ltda., 1957 (3a. parte). RODRIGUES, Raymundo Nina. Os Africanos no Brasil. Rio Janeiro: Centro Eldestein de Pesquisa, 2010. _____________. As coletividades anormais. Brasília: Edições do Senado Federal, 2006. ROMERO, Silvio. “Os novos partidos políticos no Brasil e o grupo positivista entre eles”, in: O evolucionismo e o positivismo no Brasil. Rio de Janeiro: Livraria Clássica, 1895. SANTOS, Luiz A. de Castro. “A casa-grande e o sobrado na obra de Gilberto Freire”, in: Anuário Antropológico 83, Tempo Brasileiro/Edições UFC, 1985. SCHWARCZ, Lília M. “Nomeando as diferenças: a construção da idéia de raça no Brasil”, in: VILLAS BOAS, Glacias & GONÇALVES, Marco Antonio (org.). O Brasil da virada do século. Rio de Janeiro Relume/ Dumar´, 1995. ___________________.O Espetáculo das Raças. São Paulo: Cia das Letras,2004 SILVA, Nelson do Vale. “Extensão e Natureza das desigualdades raciais no Brasil”, in: GUIMARÃES, A. S. e HUNTLEY. Tirando as máscaras. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
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Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

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RELAÇÕES SOCIAIS DE GÊNERO E PODER
Sigla: EGP Número: 0568172 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: O objetivo da disciplina é examinar como e até que ponto as reflexões teóricas e metodológicas suscitadas pelos estudos de gênero e poder podem ser úteis aos cientistas sociais. De outra parte, busca-se relacionar a temática da saúde e da doença, aos dois conceitos anteriormente priorizados, na perspectiva de aprofundar debates sobre o homem enfermo.
Bibliografia:ARMUS, Diego. From Malaria to Aids: Disease in the History of Modern Latin América. Durham: Duke University Press, 2003. AZEVEDO, Francisca L. Nogueira de. Biografia e gênero. In: GUAZZELLI, Cesar Augusto Barcellos et al. (org.). Questões de teoria e metodologia da história. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2000. BERTOLLI FILHO, Cláudio. História Social da Tuberculose e do Tuberculoso. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. BRITO, Nara. La dansarina: A gripe espanhola e o cotidiano na cidade do Rio de Janeiro. História, Ciências e Saúde: Manguinhos, IV (1): 11-30, jun. 1997. BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. CHALHOUB, Sidney (Org.). Artes e ofícios de curar no Brasil: capítulos de história social. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2003. CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. CORBIN, Alain. Saberes e Odores. O olfato e o imaginário nos séculos dezoito e dezenove. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. COSTA, Nilson. Lutas urbanas e controle sanitário. Petrópolis: Vozes, 1985. COSTA, Jurandir. Ordem Médica e norma familiar. Rio de Janeiro: Graal, 1983. CUETO, Marcos. El regreso de lãs epidemias: salud y sociedad em el Perú del siglo XX. Lima: IEP, 1997. DANTES, Maria Amélia (Org.). Espaços da Ciência no Brasil. 1800-1930. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. DIAS, Maria Odila Leite da Silva. Teoria e método dos estudos feministas: perspectiva histórica e hermenêutica do cotidiano. In: Vários. Uma questão de gênero. São Paulo: Editora Rosa dos Tempos, 1991. ELIAS, Norbert. A solidão dos moribundos.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2001. FOUCAULT, Michel. A Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1984. FOUCAULT, Michel. A arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense, 1997. FOUCAULT, Michel. História da Loucura. São Paulo: Perspectiva, 2005. FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 2006. HOCHMAN, Gilberto e ARMUS, Diego (Orgs.). Curar, Controlar, Cuidar. Ensaios históricos sobre saúde e doença na América Latina e Caribe. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2004. MACHADO, Roberto et all. Danação da norma: medicina social e constituição da psiquiatria no Brasil. Rio de Janeiro: Graal, 1978. NASCIMENTO, Dilene e CARVALHO, Diana (Orgs.). Uma história brasileira das doenças.Brasília: Paralelo 15, 2004. NASCIMENTO, Dilene. As pestes do século XX: tuberculose e Aids no Brasil – uma história comparada. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005. NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos Feministas. Florianópolis, v. 8, n. 2, 2000. PEREIRA NETO, André de Faria. Ser Médico no Brasil. O presente no passado. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. PÔRTO, Ângela. A vida inteira que podia ter sido e não foi: a trajetória de um poeta tísico. História, Ciências e Saúde: Manguinhos, VI (3) 523-550, nov. 1999/fev. 2000. RIBEIRO, Maria Alice. História sem fim… um inventário da saúde pública. São Paulo: Unesp, 1993. RIBEIRO, Márcia. A Ciência nos Trópicos. A arte médica no Brasil do século XVIII. São Paulo: HUCITEC, 1997. ROSEN, George. Da Polícia Médica à Medicina Social. Rio de Janeiro: Graal, 1984. ROSEN, George. Uma História da Saúde Pública. São Paulo: Unesp/HUCITEC/ Abrasco, 1994. RAGO, Margareth. As mulheres na historiografia brasileira. In: SILVA, Zélia Lopes da (org.). Cultura histórica em debate. São Paulo: UNESP, 1995. SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. História Geral da Medicina Brasileira. São Paulo: HUCITEC: Ed. Universidade de São Paulo, 1991, 2 v. SCHPUN, Mônica Raisa (org.). Gênero sem fronteiras. Florianópolis: Editora Mulheres, 1997. SCOTT, Joan. História das mulheres. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: UNESP, 1992. SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & realidade. Porto Alegre: FACED/UFRGS, 20(2): 71-99, julho/dezembro 1995. SONTAG, Susan. A doença como metáfora. Rio de Janeiro: Graal, 1984. STEPAN, Nancy. Gênese e evolução da ciência brasileira. Oswaldo Cruz e a política de investigação científica e médica. Rio de Janeiro: Arte Nova, 1976. TELAROLLI JÚNIOR, Rodolpho. Poder e saúde: as epidemias e a formação dos serviços de saúde em São Paulo. São Paulo: Unesp, 1996. TRONCA, Ítalo. As máscaras do medo: lepra e aids. Campinas, São Paulo: Editora da UNICAMP, 2000. WEBER, Beatriz. As artes de curar: Medicina, Religião, Magia e Positivismo na República Rio-Grandense – 1889/1928. Santa Maria: Ed. da UFSM; Bauru: EDUSC, Editora da Universidade do Sagrado Coração, 1999.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SEMINÁRIO AVANÇADO I
Sigla: SAI Número: 0568108 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Noções gerais de metodologia da pesquisa quantitativa. Construções e importação de bases de dados. Manipulação de dados e transformação de bases de dados. Análise de frequências e cálculo de medidas de tendência central. Tipos de variáveis, tabelas estatísticas e cálculo de coeficientes de associação. Análise de Regressão e de Correlação. Análise Fatorial, Análise de Cluster e Análise de Correspondência. (Realizados em função do interesse de docentes e discentes do Programa, com a finalidade de desenvolver temáticas específicas de cada Linha de Pesquisa. )
Bibliografia:BISQUERRA, R. ; Sarriera, J, C e Martinez, Francesc. Introdução à estatística. Enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004. GARCÍA FERRANDO, Manuel. Socioestadística. Introducción a la estadística em sociología. Madrid: Alianza Editorial, 1985. GALTUNG, J. Técnicas de Pesquisa Social. Matriz de Dados. Noru´-Novos Rumos Sociológicos. Revista do PPGS/UFPel. 2013 WAGNER, Mario, B. ; Motta, Valter T. ; Dornelles, Cristina. SPSS passo a passo: statistical package for the social sciences. Caxias do Sul: Educs, 2004.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SEMINÁRIO AVANÇADO II
Sigla: SAII Número: 000500 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Teoria do Discurso e à forma hegemônica da política. (Realizados em função do interesse de docentes e discentes do Programa, com a finalidade de desenvolver temáticas específicas de cada Linha de Pesquisa.)
Bibliografia:De acordo com a proposta de seminário apresentada.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

SEMINÁRIO AVANÇADO III
Sigla: ESA Número: 000501 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Realizados em função do interesse de docentes e discentes do Programa, com a finalidade de desenvolver temáticas específicas de cada Linha de Pesquisa.
Bibliografia:De acordo com a proposta de seminário apresentada.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

SEMINÁRIO AVANÇADO IV
Sigla: SAIV Número: 000502 Créditos: 2
Data de Início: 05/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: Realizados em função do interesse de docentes e discentes do Programa, com a finalidade de desenvolver temáticas específicas de cada Linha de Pesquisa.
Bibliografia:De acordo com a proposta de seminário apresentada.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

SEMINÁRIO AVANÇADO. PESQUISA QUANTITATIVA EM SOCIOLOGIA COM O PROGRAMA SPSS
Sigla: SEMIN.SPS Número: 0568108 Créditos: 2
Data de Início: 13/12/2014 Data de Fim: 
Ementa: Pesquisa Quantitativa com o software SPSS. Noções gerais de metodologia da pesquisa quantitativa. Construções e importação de bases de dados. Manipulação de dados e transformação de bases de dados. Análise de frequências e cálculo de medidas de tendência central. Tipos de variáveis, tabelas estatísticas e cálculo de coeficientes de associação. Análise de Regressão e de Correlação. Análise Fatorial, Análise de Cluster e Análise de Correspondência.
Bibliografia:BISQUERRA, R. ; Sarriera, J, C e Martinez, Francesc. Introdução à estatística. Enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004. GARCÍA FERRANDO, Manuel. Socioestadística. Introducción a la estadística em sociología. Madrid: Alianza Editorial, 1985. GALTUNG, J. Técnicas de Pesquisa Social. Matriz de Dados. Noru´-Novos Rumos Sociológicos. Revista do PPGS/UFPel. 2013. WAGNER, Mario, B. ; Motta, Valter T. ; Dornelles, Cristina. SPSS passo a passo: statistical package for the social sciences. Caxias do Sul: Educs, 2004.
Cursos

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SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SEMINÁRIO DE DISSERTAÇÃO
Sigla: SDD Número: 0568104 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Promove encaminhamentos para a produção da dissertação através do debate dos projetos de pesquisa dos alunos. Fornece um suporte suplementar para o desenvolvimento e a estruturação da versão final do projeto a partir de indicações metodológicas direcionadas aos temas de pesquisa.
Bibliografia:BECKER, Howard. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. Hucitec: São Paulo, 1999. BOURDIEU, Pierre; CHAMBORDERON, Jean-Claude.; PASSERON, Jean-Claude. Ofício de Sociólogo: metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis, Vozes, 2007. BRUYNE, Paul de et al. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais. Rio de Janeiro: F. Alves, 1977. CEA D’ANCONA, Maria Ángeles. Metodologia cuantitativa: estrategias y técnicas de investigación social. Madrid: Síntesis, 1998. CHAMPAGNE, Patrick; LENOIR, Remi; MERLLIÉ, Dominique; PINTO, Louis. Iniciação à prática sociológica. Rio de Janeiro: Vozes, 1999 . KERLINGER, Fred. Metodologia da pesquisa em Ciências Sociais. Um tratamento conceitual. São Paulo: EPU; EDUP, 1980. GIL, Antonio Carlos. Métodos y técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 2009. MELUCCI, Alberto (Org.). Por uma sociologia reflexiva. Pesquisa qualitativa e cultura.. Petrópolis: Vozes, 2005. GOODE, William Josiah; HATT, Paul Kitchener. Métodos em pesquisa social. São Paulo: Nacional, 1973. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia.: Petrópolis: Vozes, 2001. FLICK, Uwe. Qualidade na pesquisa qualitativa. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo, Atlas, 2010. MINAYO, Maria Cecilia (Org.). Pesquisa social: teoria, metodo e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994. POUPART, Jean et al (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos. In: Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social. Métodos y técnicas. Capítulos 12 e 14. São Paulo: Atlas, 2008. SELLTIZ, Claire;JAHODA, Marie; DEUTSCH, Morton;COOK, Stuart, M. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: Herder, 1974. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. Capítulo III. Teoria e prática científica. São Paulo: Cortez, 2007. TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. Capítulo 2. Três enfoques na pesquisa em ciências sociais: o positivismo, a fenomenologia e o marxismo. São Paulo: Atlas, 2007. VALLES, Miguel. Técnicas cualitativas de investigación social. Reflexión metodológica y práctica profesional. Madrid: Síntesis, 1997. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org). Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SEMINÁRIOS DE HISTÓRIA ORAL
Sigla: MQHO Número: 0568173 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina pretende abordar a História Oral, em seus aspectos teóricos e metodológicos. Neste sentido trabalhará com questões que incluem a História, a Memória e a Identidade. Também será enfocada a construção de um projeto de pesquisa que utilize a história oral como uma das suas metodologias, tendo especial atenção às modalidades (história oral temática, história oral de vida e tradição oral), elaboração de roteiro, entrevista, transcrição, questões jurídicas e guarda de acervo.
Bibliografia:ALBERTI, Verena. Ouvir Contar. Textos em História Oral. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2004. AMADO, Janaína e FERREIRA, Marieta. Usos e Abusos da História Oral. Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 1996. BAUMAN, Zygmunt. Identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. BENJAMIN, Walter. O narrador. São Paulo: Brasiliense, 1994. Obras Escolhidas, V.3. BORELLI, Sílvia. Memória e Temporalidade. Diálogo entre Walter Benjamin e Henri Bergson. São Paulo: EDUC, 1992. BOSI, Ecléa. Memória e Sociedade: Lembranças de Velhos. Ed. da Universidade de São Paulo, 2. Ed. 1987. CANDAU, Joël. Antropologia de la memoria. Buenos Aires: Nueva Visión, 2002. FERREIRA, Marieta de Moraes (org.).História oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro : Editora Fiocruz/Casa de Oswaldo Cruz / CPDOC – Fundação Getulio Vargas, 2000. HALBWACHS, Maurice. A Memória Coletiva. São Paulo: Centauro, 2004. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1999. MEIHY, José e HOLANDA, Fabíola. História Oral: como fazer, como pensar. São Paulo: Contexto, 2007. POLLAK, Michael. Memória, Esquecimento, Silêncio. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 2, n. 3, 1989, p. 3-15. SARLO, Beatriz. Tempo presente. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005. SCHMIDT, Benito. O Biográfico: perspectivas interdisciplinares. Santa Cruz do Sul: Ed. da UNISC, 2000.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SOCIOLOGIA DA QUESTÃO CIDADÃ E DOS DIREITOS HUMANOS
Sigla: SQC Número: 0568164 Créditos: 4
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 27/09/2017
Ementa: A disciplina discute, numa primeira parte, a questão da concretização da cidadania por meio do direito na sociedade contemporânea. A problemática nuclear situa-se nas relações entre a dinâmica social complexa e multicultural e a autorrealização dos indivíduos como membros da sociedade que exercem diversos tipos de cidadania. Numa segunda parte, a disciplina propõe debater a concretização dos Direitos Humanos em face da realidade social. Trata-se de uma análise da viabilidade da concretização dos Direitos Humanos no contexto social. Com isso, a reflexão abrirá os horizontes ao problema central da efetivação dos Direitos Humanos, qual seja: sua condição de serem efetivados nos diversos âmbitos da cidadania.
Bibliografia:BAUMAN, Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. Trad. Mauro Gama e Cláudia Martinelli Gama. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Trad. Carlos Nelson Coutinho. 9. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992. COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos direito humanos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. CORTINA, Adela. Cidadãos do mundo: para uma teoria da cidadania. Tra. Silvana Cobucci Leite. São Paulo: Loyola, 2005. HARVEY, David. Condição pós-moderna. Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. 6. ed. São Paulo: Loyola, 1996. HERRERA GÓMEZ, Manuel. Liberalismo versus comunitarismo. Navarra: Aranzandi, 2007. KUMAR, Krishan. Da sociedade pós-industrial à pós-moderna. Trad. Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. LAFER, Celso. A reconstrução dos direitos humanos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. LIPOVETSKY, Gilles. A era do vazio. Trad. Therezinha Monteiro Deutsch. Barueri: Manole, 2005. SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1998.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SOCIOLOGIA DAS CIDADES
Sigla: SDC Número: 0568168 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2013 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina trata dos processos sociais e políticos que configuram a cidade numa estrutura de desigualdade e de diferenciação social. A discussão de conceitos, teorias e interpretações está relacionada à observação da reestruturação das formas de desenvolvimento das cidades e seu impacto na interação dos atores-cidadãos na sociedade contemporânea. Com base no referencial teórico-metodológico proposto por alguns autores propõe-se discutir os vários aspectos do processo contemporâneo de reconfiguração das cidades que geram situações de desigualdade e diferenciação social. Pretende-se estudar o processo de segmentação, fragmentação e segregação dos grupos e classes sociais no espaço urbano, bem como compreender as mudanças das relações sociais redimensionadas por aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais, que ocorrem no interior dos processos de interação (socialização e sociabilidade) no espaço local atravessado pela dinâmica de um mundo globalizado.
Bibliografia:BARCELLOS, Tanya; MAMMARELLA, R. O significado dos condomínios fechados no processo de segregação espacial na metrópoles. Textos para discussão FEE Nº 19. Porto Alegre: FEE, 2007. Disponível em: www.fee.tche.br Acessado: 10 de outubro de 2011. BOURDIEU, Pierre. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus, 1996. Cap.1. CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Segregação urbana, enclaves fortificados e espaço público. In: Cidade de Muros: crimes, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Edusp; Editora 34, 2000. cap.6, p.211-255; cap.7, p.257-300; cap. 8. p.301-340. ELIAS, Norbert. O Processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. Vol. 2 FRÚGOLI Jr., Heitor. Centralidade em São Paulo: trajetórias, conflitos e negociações na metrópole. São Paulo: EDUSP, 2006. Introdução e cap. 2. HARVEY, David. Os espaços de utopia. In: Espaços de Esperança. São Paulo: Ed. Loyola, 2004. p.181-238. HOLSTON, James. A cidade modernista: uma crítica de Brasília e sua utopia. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. Cap. 6 e 7. http://www.ifhc.org.br/files/apresentacoes/1939.pdf (15/out/2004). Acessado em 09/out/2011. JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Ed. WMF Martins Fontes, 2009. KOWARICK, Lúcio. Viver em risco: sobre a vulnerabilidade socioeconômica e civil. São Paulo: Ed. 34, 2009. LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999. Cap. IV, VI. MARTINS, José de Souza. Em fuga ou em busca? Notas sobre a “segregação” no modo de vida da metrópole. IN: A segregação nas metrópoles: características, tendências e políticas. Disponível em: MOTTA, Diana M. É o conceito de segregação pertinente para entender a realidade metropolitana? IN: A segregação nas metrópoles: características, tendências e políticas. Disponível: http://www.ifhc.org.br/files/apresentacoes/1938.pdf (15/out/2004). Acessado em 09/out/2011. PASTERNAK, Suzana. É o conceito de segregação pertinente para entender a realidade metropolitana? IN: A segregação nas metrópoles: características, tendências e políticas. Disponível: http://www.ifhc.org.br/files/apresentacoes/1937.pdf (15/out/2004). Acessado em 09/out/2011. POLANYI, Karl. A grande Transformação. Rio de Janeiro: Campus, 2000. p.89-98. RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz (org.) Metrópoles entre a coesão e a fragmentação: a cooperação e o conflito. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Rio de Janeiro: FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional. 2004. p.9-14; p.17-40. RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz (org.). O futuro das Metrópoles: desigualdades e governabilidade. Rio de Janeiro: Revan, FASE, 2000. p.63-98. SASSEN, Saskia. Sociologia da globalização. Porto Alegre: Artemed, 2010. Cap.2, 4 e 7. SIMMEL, Georg. “Sociability” e “Conflict”. In: On individuality and social forms. Chicago: University of Chicago, 1971. SIMMEL, Georg. Questões fundamentais de Sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. SOARES, Paulo Roberto Rodrigues & UEDA, Vanda. Cidades Médias e Modernização do Território no Rio Grande do Sul. In: Cidades Médias, Espaços em Transição. SPOSITO, M. Encarnação Beltrão (org.). São Paulo: Expressão Popular, 2007. SVAMPA, Maristella. Los que ganaron: la vida em los countries y barrios privados. Buenos Aires: Biblos, 2008. TASCHNER, Suzana P.; BÓGUS, Lúcia M.M.. A cidade dos anéis: São Paulo. Ribeiro (org.) O futuro das Metrópoles: desigualdades e governabilidade. Rio de Janeiro: Revan, FASE, 2000. WACQUANT, Loïc. Las dos caras de un gueto: ensayos sobre marginalización y penalización. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2010a. WACQUANT, Loïc. Os condenados da cidade. Rio de Janeiro: Revan; FASE, 2001. (2ª edição set. 2005. p.47-94; p. 95-109. WACQUANT, Loïc. Parias urbanos: marginalidad em La ciudad a comienzo del milênio. Buenos Aires: Manatial, 2010b. Introdução, cap. 2 e cap. 3.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SOCIOLOGIA DO TRABALHO
Sigla: SDT Número: 0568159 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: O curso visa discutir o papel do trabalho na sociedade capitalista e suas transformações atuais, procurando analisar as mudanças tecnológicas e organizacionais no processo de trabalho e suas implicações na constituição de identidades sociais, atores coletivos, movimentos sociais e políticos. Para tal os temas norteadores da disciplina são os seguintes: trabalho como categoria estruturante na sociedade capitalista; da acumulação fordista à acumulação flexível; a reordenação produtiva global: as redes empresariais e a desterritorialização da produção; flexibilização, fragmentação e heterogeneidade no trabalho; cidadania e direitos do trabalho; o novo mundo do trabalho para além da fábrica: informalidade e economia solidária; trabalho e subjetividade: a construção social de um novo trabalhador na contemporaneidade. A disciplina está organizada em aulas expositivas, discussão de textos e apresentação de vídeos sobre as temáticas.
Bibliografia:ANTUNES, Ricardo. Qual crise da sociedade do trabalho? In: Adeus ao trabalho? São Paulo: Cortez. 2005. BARBOSA, Attila Magno e Silva. (2011), “O empreendedor de si mesmo e a flexibilização no mundo do trabalho”. Revista de Sociologia e Política, Curitiba, 19, 38: 121-140. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. A busca por segurança no mundo atual. Rio, Zahar, 2003. BENDASSOLLI, Pedro Fernando. Público, privado e o indivíduo no novo capitalismo. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 12(2): 203-236, novembro de 2000. BEYNON, Huw. As práticas do trabalho em mutação. In: ANTUNES, Ricardo et alli. Neoliberalismo, trabalho e sindicatos. 4 ª ed. São Paulo: Boitempo, 1999. 136 p. p. 9-38. BIHR, Alain. Da grande noite à alternativa. São Paulo: Boitempo. 1998BOLTANSKI, Luc & CHIAPELLO, ÈVE. O novo espírito do capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2009. BOITO, Armando Jr. A crise do sindicalismo. . In SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. (orgs). Além da Fábrica – trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. São Paulo, Boitempo. 2003. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista. A degradação do trabalho no século XX. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1981. CACCIAMALI, Maria Cristina. Globalização e processo de informalidade. Campinas: Revista Economia e Sociedade, Unicamp, Instituto de Economia, n. 14, jun, 2000. CARELLI, Rodrigo de Lacerda. Terceirização e direitos trabalhistas no Brasil. In: DRUCK, Graça & FRANCO, Tânia. A perda da razão social do trabalho. São Paulo: Boitempo. p. 59-68. CASTEL, Robert. As Metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes. 1998. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Rio, Paz e Terra, 1999. CORIAT, Benjamim. Pensar pelo avesso: o modelo japonês de trabalho e organização. Rio deJaniro: UFRJ / Revan. 1994. HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo, Loyola, 1993. KOVÁCS, Ilona. Empresa flexível: problemas sociais do pós-taylorismo. In SANTOS, Maria João et alii. Globalizações: novos rumos do mundo do trabalho. Florianópolis/Lisboa: UFSC/Socius. 2001. p. 43-68. LIMA, Jacob Carlos. O trabalho autogestionário em cooperativas de produção: o paradigma revisitado. Rev. bras. Ci. Soc., Out 2004, vol.19, no.56, p.45-62. NARDI, Henrique Caetano. A propriedade social como suporte da existência: a crise do individualismo moderno e os modos de subjetivação contemporâneos. Psicol. Soc., Jan 2003, vol.15, no.1, p.37-56. OFFE, CLAUS. Trabalho: a categoria sociológica chave? In: Capitalismo desorganizado: transformações contemporâneas do trabalho e da política. São Paulo, Brasiliense, 1989. RODRIGUES, Iram Jácome. Comissão de fábrica e trabalhadores na indústria. São Paulo: Cortez, 1990. ______. O sindicalismo brasileiro: da confrontação à cooperação conflitiva. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, volume 9, n.º 3, SEADE. SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. Trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. In SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. (orgs). Além da Fábrica – trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. São Paulo, Boitempo. 2003. SENNETT, Richard. A cultura do novo capitalismo. Rio de janeiro – São Paulo, Record. 2006. SILVA, L. A. M. da. Mercado de trabalho, ontem e hoje: informalidade e empregabilidade como categorias de entendimento. In: In SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. (orgs). Além da Fábrica – trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. São Paulo, Boitempo. 2003 SINGER, Paul e SOUZA, A.R. A economia solidária no Brasil. A autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo, Contexto, 2000. THÉBAUD-MONY, A. e DRUCK, G. Terceirização: a erosão dos direitos dos trabalhadores na França e no Brasil. In: A perda da razão social do trabalho: terceirização e precartização. São Paulo, Boitempo, 2007. VARGAS, Nilton. “Gênese e difusão do taylorismo no Brasil”. Ciências Sociais Hoje. 85. São Paulo: Cortez/Editora ANPOCS. 1985. VASAPOLLO, Luciano. O trabalho atípico e a precariedade. São Paulo: Expressão Popular, 2005. 117 p. WOOD, Stephen. O modelo japonês em debate: pós-fordismo ou japonização do fordismo. RBCS, n 17, out. 1991. ZARIFIAN, Philippe. Engajamento subjetivo, disciplina e controle. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, p. 23-31, novembro, 2002.
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Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SOCIOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL
Sigla: SDR Número: 188105 Créditos: 4
Data de Início: 10/08/2016 Data de Fim: 
Ementa: A Sociologia e os grandes paradigmas científicos: a tradição intelectual formativa segundo E. Durkheim, Karl Marx e Max Weber. A Sociologia Rural: origem, consolidação e crise. O debate teórico sobre a produção familiar segundo as grandes vertentes analítico-interpretativas: Marx, Lênin, Kautsky e Chayanov. Os enfoques sociológicos alternativos e contemporâneos.
Bibliografia:Unidade I ARON, R. Max Weber (2002), in: As etapas do pensamento sociológico, Brasília, Martins Fontes, UnB, pp. 725-838. MARTINS, C. B. (1994) O que é Sociologia, São Paulo, Brasiliense, (Coleção Primeiros Passos). DURKHEIM, E. (1968) As regras do método sociológico, trad. de QUEIRÓS, M.I., 5ª ed., São Paulo, Ed. Nacional. GIDDENS, A. (1995) Sociología, Madrid: Alianza Editorial. WEBER, M. (1992) A ética protestante e o espírito do capitalismo, São Paulo, Pioneira. WEBER, M. (1991) Economia e Sociedade: fundamentos da Sociologia compreensiva, vol. 1, Brasília, Editora da UnB. MARX, K. (1970) Contribuição à crítica da economia política, São Paulo, Martins Fontes. Unidade II ANDERSON, A. (1986) Tendências na Sociologia Rural, in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, São Paulo, Hucitec, pp.191-197. MARTINS, J. S. (1986) As coisas no lugar (da ambigüidade à dualidade na reflexão sociológica sobre a relação cidade-campo) in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, p.11-38, São Paulo, Hucitec. NEWBY, H. (1982) El desafio de la sociología rural en la actualidad, in: Comercio Exterior, 32 (4): 347-356, México. SOROKIN, P.A., ZIMMERMAN, C.A., GALPIN, C., (1986) Diferenças fundamentais entre o mundo rural e urbano, in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, São Paulo, Hucitec, pp.198-224. SACCO DOS ANJOS, F. (1995) Imprecisões, Ambigüidades e Contradições. Das Sociologias do Rural às fronteiras imprecisas entre o rural e o urbano, in: XXXIII Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural, vol. II, p. 1196-1207, Curitiba, PR. MARX, K. (1977) Formações econômicas pré-capitalistas, Rio de Janeiro, Paz e Terra. MARX, K. (1990) O 18 brumário de Luís Bonaparte, São Paulo: Mandacaru. LENIN, V. Y. (1985) O Desenvolvimento do Capitalismo na Rússia: o processo de formação do mercado interno para a grande indústria. 2ª ed., S. Paulo: Nova Cultural. 402 p. (Os Economistas) LENIN, V.I. (1980) O Programa Agrário da Social-Democracia na Primeira Revolução Russa de 1905-1907, São Paulo: Editora Ciências Humanas. KAUTSKY, K. (1980) A Questão Agrária. 3ª de., S. Paulo: Proposta Editorial. 329 p. CHAYANOV, A.V. (1974) La Organización de la Unidad Económica Campesina. 1ª Ed., Buenos Aires: Nueva Visión. 342 p. CHAYANOV, A.V. (1987) Sobre la Teoría de los Sistemas Económicos no Capitalistas. En: ARICÓ, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp, p.49-79. 194 p. CHAYANOV, A.V. (1987) Viaje de mi hermano Alexis al País de la Utopia Campesina, in: Aricó, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp. p.3-47. KERBLAY, B. A. V. (1987) Chayanov: su vida, carrera y trabajos. In: Aricó, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp. p.83-137. 194p. LEHMANN, D. (1980) Ni Chayanov ni Lenin: Apuntes sobre la teoría de la economía campesina. En: Estudios Rurales Latinoamericanos, 3 (1), Enero-Abril. p.5-23. Unidade III ABRAMOVAY R. (1992) Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão. S. Paulo, R. de Janeiro, Campinas: HUCITEC/Edunicamp/Anpocs. 275 p. (Estudos Rurais). ABRAMOVAY, R (1998) . Funções e medidas da ruralidade no desenvolvimento contemporâneo, Texto para discussão nº 72, Brasília: IPEA. CEE (1992) El Futuro del Mundo Rural, Madrid: MAPA. SACCO DOS ANJOS, Flávio; CALDAS, Nádia Velleda. Pluriatividade e Ruralidade: Falsas Premissas e Falsos Dilemas. In: CAMPAGNOLA, Clayton; SILVA, José Graziano da. (Org.). O novo rural Brasileiro: novas ruralidades e urbanização. 1ª. ed. Brasília, 2004, v. 7, p. 71-105. SHANIN, T (1990). El último Marx: dioses y artesanos, in: SHANIN (1990) El Marx Tardio y la Via Russa. Marx y la periferia del capitalismo, Madrid: Editorial Revolución. p.13-58. WADA, H. (1990) Marx y la Rusia Revolucionaria, in: SHANIN (1990) El Marx Tardio y la Via Russa. Marx y la periferia del capitalismo, Madrid: Editorial Revolución. p.59-99.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE
Sigla: SMA Número: 111111 Créditos: 4
Data de Início: 27/09/2017 Data de Fim: 
Ementa: Possibilitar a reflexão sobre as diferentes posturas epistemológicas nas Ciências Sociais em sua relação com a natureza e com o meio ambiente. Algumas abordagens teóricas da aproximação/distancimanento entre sociologia e ecologia: o realismo, o construcionismo, pós-construcionismo e a ecologia política. A relação sociedade e natureza diante dos desafios do desenvolvimento e das questões ambientais. A ciência, a técnica e as contradições com a dimensão ecológica. A modernidade e a sociedade do risco. A modernização e os múltiplos olhares sobre o desenvolvimento sustentável. Movimentos sociais e os conflitos ambientais. Ciência contemporânea, rupturas epistemológicas e as discussões sobre complexidade e (pós/de)colonialidade nas questões ambientais.
Bibliografia:ALMEIDA, Jalcione; PREMEBIDA, Adriano. Histórico, relevância e explorações ontológicas da questão ambiental. Sociologias, v. 16, n. 35, jan./abr. p. 14-33, 2014. BECK, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora 34. 2011. BRUSEKE, Franz J. A modernidade técnica. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Anpocs, vol. 17, n. 49, jun. 2002. p. 135-144. DESCOLA, Philippe – A Natureza: um conceito em sursis? P.109-122. A Ciência, Deus ou Diabo? São Paulo: Unesp, 2001. FLEURY, Lorena; ALMEIDA, Jalcione; PREMEBIDA, Adriano. O ambiente como questão sociológica: conflitos ambientais e m perpectiva. Sociologias, v. 16, n. 35, jan./abr., p. 34-83, 2014. FLORIANI, Dimas. Conhecimento, Meio Ambiente e Globalização, Curitiba: Juruá, 2004. FLORIT, Luciano F. Teoria social e relação sociedade – natureza a partir da obra de Anthony Giddens, Cadernos de Sociologia, Porto Alegre, Pós-Graduação em Sociologia – IFCH/UFRGS, n. 10, 1998. p. 61-86. GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo, Ed. da Unesp, 2008. GOLDBLATT, David. Teoria Social e Ambiente. Lisboa. Instituto Piaget, 1996. GUIVANT, Julia S. Os debates entre realistas e construtivistas sociais na sociologia ambiental: implicações para o desenvolvi mento rural sustentável e participativo. In: VI Congresso da ALASRU, Anais, Porto Alegre, 2002. HANNIGAN, John. Sociologia ambiental. Petrópolis: Vozes; 2009 LEFF, Enrique. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Cortez, 2004. LUHMANN, N. Sistemas Sociais: esboço de uma teoria geral. Rio de Janeirio: Vozes, 2016. MATURANA, Humberto. O que se observa depende do observador, p. 61-76. Gaia: Uma Teoria do Conhecimento. São Paulo: Editora Gaia, 2001. MIGNOLO, Walter – Os esplendores e as misérias da “ciência”: colonialidade, geopolítica do conhecimento e pluri-versalidade epistêmica, p. 667-710. In: SANTOS, B. Conhecimento Prudente para uma vida decente. São Paulo: Cortez, 2008. OLIVEIRA, Myriam C. C. de. Relação sociedade-natureza e suas matrizes paradigmáticas: uma introdução. Porto Alegre, PGDR/UFRGS, 2007. REDCLIFT, M. e WOODGATE, G. – De una sociología de la naturaleza a una sociología ambiental: más allá de la construcción social. Revista Internacional de Sociología, Madri, Janeiro-Agosto, 1998, p. 15-40. RODRIGUES, L. P (2017). Observação e ordem: “rascunhos” a uma Epistemologia do (com)plexus. Revista Mad, 0 (37), 91-112. RODRIGUES, L. P.; NEVES, F. M. Sociologia de Niklas Luhmann. Rio de Janeiro: Vozes, 2017. ZHOURI; Andréa; LASCHEFSKI, Klemens. Desenvolvimento e conflitos ambientais: um novo campo de investigação. In: ZHOURI, Andréa; LASCHEFSKI, Klemens (orgs.). Desenvolvimento e conflitos ambientais. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2010.
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SOCIOLOGIA E MUNDO RURAL
Sigla: ECS Número: 000498 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 27/09/2017
Ementa: A Sociologia e os grandes paradigmas científicos: a tradição intelectual formativa segundo E. Durkheim, Karl Marx e Max Weber. A Sociologia Rural: origem, consolidação e crise. O debate teórico sobre a produção familiar segundo as grandes vertentes analítico-interpretativas: Marx, Lênin, Kautsky e Chayanov. Os enfoques sociológicos alternativos e contemporâneos. Unidade I. A Sociologia como ciência: os grandes paradigmas científicos. 1.1 Introdução: O Positivismo comteano e as origens da Sociologia. 1.2 A Sociologia objetiva de Émile Durkheim: Sociedade e consenso. 1.3 A Sociologia do conflito: o paradigma marxista e o materialismo histórico e dialético. 1.4 A Sociologia compreensiva de Max Weber. Ciência e racionalidade: ética e cultura. Unidade II A Sociologia Rural. 2.1 Introdução: O “rural” como questão e objeto de estudo. 2.2 O enfoque dicotômico clássico e as origens da Sociologia Rural como disciplina específica e aplicada. 2.3 O modo de produção capitalista e a agricultura: o debate sobre a “Questão Agrária”. 2.3.1 O marxismo agrário ortodoxo. 2.3.1.1 A contribuição de V. I. Lênin. 2.3.1.2 A contribuição de K. Kautsky 2.3.2 A contribuição de Alexander Chayanov e o papel da Escola de Organização da Produção. 2.3.3 O “campesinato” na perspectiva do marxismo agrário e do referencial “chayanoviano”. Unidade III O debate contemporâneo sobre a evolução do campesinato e do mundo rural 3.1 The young Marx: o campesinato revisitado… 3.2 Rural e ruralidade. O mundo rural e seus novos papéis 3.3 O novo rural e as novas dinâmicas da ruralidade contemporânea. Rompendo com a tradição dicotômica.
Bibliografia:ARON, R. Max Weber (2002), in: As etapas do pensamento sociológico, Brasília, Martins Fontes, UnB, pp. 725-838. MARTINS, C. B. (1994) O que é Sociologia, São Paulo, Brasiliense, (Coleção Primeiros Passos). DURKHEIM, E. (1968) As regras do método sociológico, trad. de QUEIRÓS, M.I., 5ª ed., São Paulo, Ed. Nacional. p. 9-43. GIDDENS, A. (1995) Sociología, Madrid: Alianza Editorial. WEBER, M. (1992) A ética protestante e o espírito do capitalismo, São Paulo, Pioneira. Zahar, 1970. p. 13-87. WEBER, M. (1991) Economia e Sociedade: fundamentos da Sociologia compreensiva, vol. 1, Brasília, Editora da UnB. MARX, K. (1970) Contribuição à crítica da economia política, São Paulo, Martins Fontes. ANDERSON, A. (1986) Tendências na Sociologia Rural, in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, São Paulo, Hucitec, pp.191-197. MARTINS, J. S. (1986) As coisas no lugar (da ambigüidade à dualidade na reflexão sociológica sobre a relação cidade-campo) in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, p.11-38, São Paulo, Hucitec. 229 p. 1994. .p.51-75. NEWBY, H. (1982) El desafio de la sociología rural en la actualidad, in: Comercio Exterior, 32 (4): 347-356, México. SOROKIN, P.A., ZIMMERMAN, C.A., GALPIN, C., (1986) Diferenças fundamentais entre o mundo rural e urbano, in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, São Paulo, Hucitec, pp.198-224, 394 p, 1999. p.23-56. SACCO DOS ANJOS, F. (1995) Imprecisões, Ambigüidades e Contradições. Das Sociologias do Rural às fronteiras imprecisas entre o rural e o urbano, in: XXXIII Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural, vol. II, p. 1196-1207, Curitiba, PR. 1997. p.65-72. MARX, K. (1977) Formações econômicas pré-capitalistas, Rio de Janeiro, Paz e Terra MARX, K. (1990) O 18 brumário de Luís Bonaparte, São Paulo: Mandacaru. LENIN, V. Y. (1985) O Desenvolvimento do Capitalismo na Rússia: o processo de formação do mercado interno para a grande indústria. 2ª ed., S. Paulo: Nova Cultural. 402 p. (Os Economistas) LENIN, V.I. (1980) O Programa Agrário da Social-Democracia na Primeira Revolução Russa de 1905-1907, São Paulo: Editora Ciências Humanas. KAUTSKY, K. (1980) A Questão Agrária. 3ª de., S. Paulo: Proposta Editorial. 329 p. CHAYANOV, A.V. (1974) La Organización de la Unidad Económica Campesina. 1ª Ed., Buenos Aires: Nueva Visión. 342 p. CHAYANOV, A.V. (1987) Sobre la Teoría de los Sistemas Económicos no Capitalistas. En: ARICÓ, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp, p.49-79. 194 p. CHAYANOV, A.V. (1987) Viaje de mi hermano Alexis al País de la Utopia Campesina, in: Aricó, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp. p.3-47. ABRAMOVAY R. (1992) Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão. S. Paulo, R. de Janeiro, Campinas: HUCITEC/Edunicamp/Anpocs. 275 p. (Estudos Rurais). ABRAMOVAY, R (1998) . Funções e medidas da ruralidade no desenvolvimento contemporâneo, Texto para discussão nº 72, Brasília: IPEA. SACCO DOS ANJOS, Flávio; CALDAS, Nádia Velleda. Pluriatividade e Ruralidade: Falsas Premissas e Falsos Dilemas. In: CAMPAGNOLA, Clayton; SILVA, José Graziano da. (Org.). O novo rural Brasileiro: novas ruralidades e urbanização. 1ª. ed. Brasília, 2004, v. 7, p. 71-105. SHANIN, T (1990). El último Marx: dioses y artesanos, in: SHANIN (1990) El Marx Tardio y la Via Russa. Marx y la periferia del capitalismo, Madrid: Editorial Revolución. p.13-58. WADA, H. (1990) Marx y la Rusia Revolucionaria, in: SHANIN (1990) El Marx Tardio y la Via Russa. Marx y la periferia del capitalismo, Madrid: Editorial Revolución. p.59-99.
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SOCIOLOGIA E PRAGMATISMO
Sigla: SPR Número: 0568165 Créditos: 2
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 27/09/2017
Ementa: A disciplina irá abordar a sociologia contemporânea a partir de um dos debates teóricos que tem integrado sua agenda nas últimas três décadas, a saber, o giro pragmático efetuado em seu interior, no qual será enfatizada a sociologia pragmática de Luc Boltanski e Laurent Thévenot. Não obstante, também se buscará discutir as influências do pragmatismo na sociologia norte-americana, sua recepção pela sociologia durkhemiana, bem como noutras abordagens mais recentes da teorização sociológica. Ademais, a disciplina buscará também fornecer aos alunos aportes teóricos para a construção de seus objetos de pesquisa
Bibliografia:BERTHELOT, Jean-Michel. Os novos desafios epistemológicos da sociologia. Sociologia, Problemas e Práticas. Lisboa, nº33, pp.:111-131, 2000. Disponível em: http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/spp/n33/n33a05.pdf _________. Sociologia, História e Epistemologia. Ijuí: Editora da Unijui, 2005. BARNES, Barry. Practice as collective action. In: SCHATZKI, Theodore; KNORR-CETINA, Karin; SAVIGNY, Eike Von. The practice turn in contemporary theory. London: Routledge, 2001. BÉNATOUÏL, Thomas. Critique et pragmatique en sociologie. Quelques principes de lecture. Annales. Histoire, Sciences Sociales. Vol. 54, nº2, pp.: 281-317, 1999. Disponível em: http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/ahess_0395-2649_1999_num_54_2_279749 BLIC, Damien de et LEMIEUX, Cyril. Le scandale comme épreuve. Élements de sociologie pragmatique. Politix, Vol. 18, nº71, pp.:09-38, 2005. Disponível em: http://www.cairn.info/revue-politix-2005-3-page-9.html BLOOR, David. Wittgenstein and the priority of practice. In: SCHATZKI, Theodore; KNORR-CETINA, Karin; SAVIGNY, Eike Von. The practice turn in contemporary theory. London: Routledge, 2001. BOLTANSKI, Luc. El amor y la justícia como competencias: tres ensayos de sociologia de la acción. Buenos Aires: Amorrortu Editores, 2001. _________. La condition fœtale: une sociologie de l’engendrement et de l’avortement. Paris: Gallimard, 2004. _________. La soufrance à distance. Paris: Gallimard, 2007. _________. De la critique. Précis de sociologie de l´émancipation. Paris: Gallimard, 2009. _________. Autour de De la justification: un parcours dans le domaine de la sociologie morale. In: BREVIGLIERI, Marc, LAFAYE, Claudette et TROM, Danny (Dir.). Compétences critiques et sens de La justice. Paris: Econômica, 2009, pp.:15-35. _________. Enigmes et complots: une enquête à propos d’enquêtes. Paris:Gallimard, 2012. BOLTANSKI, Luc et THÉVENOT, Laurent. De la justification. Les économies de la grandeur. Paris: Gallimard, 1991. BOLTANSKI, Luc et CHIAPELLO, Ève. O novo espírito do capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2009. BOUMAZA, Magali et HAMAN, Philippe (Dir.). Sociologie des mouvements des précaires. Espaces mobilizes et repertoires d’action. Paris: L’Harmattan, 2007. BOURDIEU, Pierre. A Economia das trocas lingüísticas. São Paulo: Edusp, 1996. Caps.3 e 4. __________. Para uma sociologia da ciência. Lisboa: Edições 70, 2004. BREVIGLIERI, Marc et STAVO-DEBAUGE, Joan. Le geste pragmatique de la sociologie française: autour des travaux de Luc Boltanski et Laurent Thévenot. Antropolítica, nº7, pp.:07-22, 1999. BREVIGLIERI, Marc, LAFAYE, Claudette et TROM, Danny (Dir.). Compétences critiques et sens de La justice. Paris: Econômica, 2009. CEFAÏ, Daniel. Les cadres de l’action collective. Définitions et problèmes. In: CEFAÏ, Daniel et TROM, Danny (Dir.). Les formes de l’action collective. Mobilisations dans des arènes publiques. Paris: Éditions de l’École des Hautes Études en Sciences Sociales, 2001, pp.:51-97. _________. Pourquoi se mobilise-t-on? Les théories de l’action collective. Paris: Éditions la Découverte, 2007. Parte IV: Les legs d’Erving Goffman à la sociologie de l’action collective, pp.: 549-701. CEFAÏ, Daniel et TROM, Danny (Dir.). Les formes de l’action collective. Présentation Mobilisations dans des arènes publiques. Paris: Éditions de l’École des Hautes Études en Sciences Sociales, 2001, pp.:9-23. CEFAÏ, Daniel et TERZI, Cédric (Dir.). L’expérience des problèmes publics. Perspectives pragmatistes. Paris, EHESS, 2012. CHAUVIRÉ, Christiane et OGIEN, Albert. La régularité. Habitude, disposition et savoir-faire dans l’explication de l’action. Paris: Éditions de l’EHESS, 2002. CHAUVIRÉ, Christiane, OGIEN, Albert et QUÉRÉ, Louis. (Dir.). Dynamiques de l’erreur. Paris: Éditions de l’EHESS, 2009. CORCUFF, Philippe. Acteur pluriel contre habitus? 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SOCIOLOGIA ECONÔMICA
Sigla: SE Número: 0568158 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina pretende apontar e discutir as principais linhas de pesquisa da Sociologia Econômica, perpassando pelas seguintes temáticas: (1) introdução ao estudo da sociologia econômica; (2) a sociologia da vida econômica; (3) o mercado como construção social; (4) por uma sociologia econômica do consumo; (5) família, gênero
Bibliografia:STEINER, P. A Sociologia Econômica. Trad. Maria Helena C. V. Trylinski. São Paulo: Editora Atlas, 2006. GRANOVETTER, Mark. Ação Econômica e Estrutura Social: o problema da incrustação. In: Marques, R. e Peixoto (orgs.) A Nova Sociologia Econômica: Uma Antologia. Oeiras-Portugal, Celta Editora, 2003. SWEDBERG, R. Max Weber e a ideia de sociologia econômica. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2005. WEBER. Max. As categorias sociológicas fundamentais da gestão econômica. Parte I, Cap. 2. Economia e sociedade. Brasília: UnB, 1999. BOURDIEU, Pierre. Introduction . In : Les Structures Sociales de La Economie. Paris, Seuil, pp. 10-26, 2000. POLANYI, Karl. A Grande Transformação. As origens da nossa época. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 2000. ZELIZER, Viviana. Dualidades perigosas. MANA. vol.15 n.1 Rio de Janeiro Apr, 2009. GRUN, R. MODELOS DE EMPRESA, MODELOS DE MUNDO: sobre algumas características culturais da nova ordem econômica e da resistência a ela. Rev. bras. Ci. Soc. v.14 n.41 São Paulo out. 1999. SIMMEL, G. Psicologia do Dinheiro e outros ensaios. Tradução Artur Mourão. Lisboa: Edições Texto e Grafia.2009. FLIGSTEIN, Neil. O mercado enquanto política. In: Marques, R. e Peixoto (orgs.) A Nova Sociologia Econômica: Uma Antologia. Oeiras-Portugal, Celta Editora, 2003.
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SOCIOLOGIA JURÍDICA: A CONSTITUIÇÃO DA NORMA NA SOCIEDADE
Sigla: SJC Número: 0568167 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2013 Data de Fim: 27/09/2017
Ementa: A disciplina discute a problemática do fenômeno jurídico na perspectiva da sociologia a partir das dimensões sócio-jurídicas latentes nas relações intersubjetivas e interculturais oriundas da dinâmica social. Para tanto, aborda questões pertinentes à influência do direito na sociedade e da sociedade no direito no que diz respeito ao reconhecimento das manifestações sociais como eventos normativos, isto é sua influência sobre a constituição da dimensão jurídico-normativa.
Bibliografia:AZEVEDO, Plauto Faraco de. Aplicação do Direito e Contexto Social. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. BOUDON, Raymond; BOURRICAUDO, François. Dicionário Crítico de Sociologia. 2. ed. Atica, 2000. COSTA, Maria Cristina C. Sociologia, introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1987. DEMO, Pedro. Introdução à Sociologia: complexidade interdisciplinar. Atlas. 2002. DURKHEIM, Émile. As regras do Método Sociológico. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1999. LEVY-BRUHL, Henri. Sociologia do Direito. São Paulo: Martins Fontes, 2000. MACHADO NETO, A. L. Sociologia jurídica. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 1974. NEDER, Gizlene. Discurso Jurídico e Ordem Burguesa no Brasil. Porto Alegre: SAFE. 1995. OLIVEIRA, Perseo Santos. Introdução à Sociologia. 16. ed. São Paulo: Ática, 2002. ROSA, Felipe Augusto de M. Sociologia do Direito. São Paulo: Jorge Zahar, 2001. SANTOS, Boaventura de Souza. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez, 1999. SCURO NETO, Pedro. Sociologia geral e jurídica. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2010 WEBER, Max. Ensaios sobre a teoria das ciências sociais. 2ª. Ed. São Paulo: Centauro, 2003.
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SOCIOLOIGA DA GLOBALIZAÇÃO
Sigla: SDG Número: 0568171 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina tem o propósito de apresentar a crítica do pensamento social recente face ao processo de globalização ou mundialização que recolocou sob novos prismas as questões referentes ao: Estado – nação, processo produtivo, tradicional / moderno, às classes e aos movimentos sociais, e à cultura. Nesse complexo cenário emergiu a problemática do risco na sociedade, em contraste com a relativa certeza das análises clássicas do pensamento social mais centradas em espaços nacionais. A globalização não se efetiva num tempo-espaço abstrato, porém redimensiona o tempo-espaço, as hierarquias sociais, os conflitos sociais e as identidades coletivas numa constelação pós-nacional. A idéia de risco aparece dada à flexibilização societária, como um problema relevante na literatura sociológica contemporânea, pois diz respeito à reinvenção das relações entre indivíduo e sociedade – ação e estrutura – um dos objetos centrais da tradição sociológica
Bibliografia:A) Pensamento Social CASTEL, Robert (1998) As metamorfoses da questão social. Uma crônica do salário. Petrópolis/RJ: Vozes. DABAT, Alejandro (1993) El mundo y las naciones. Cuernavaca:UNAM, Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinar. DOMINGUES, José Maurício (1999) Sociologia e modernidade. Para entender a sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: CivilizaçãoBrasileira. FRIDMAN, Luis Carlos (2000) Vertigens pós-modernas. Configurações institucionais contemporâneas. Rio de Janeiro: Relume Dumará. FERREIRA, Leila da Costa (org.) (1997). A sociologia no horizonte do século XXI. São Paulo: Boitempo Editorial. FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN (1996). Para abrir as Ciências Sociais. Immanuel Wallerstein et al. São Paulo: Cortez. (ComissãoGulbenkian para Reestruturação das Ciências Sociais). HARVEY, David (1992). A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola. Idem. (2004 a). Espaços de esperança. São Paulo: Loyola. MANNHEIM, Karl (1982). Sociologia. Marialice Foracchi (org.). São Paulo: Ática. (Coleção Grandes Cientistas Sociais: 25) SANTOS, Boaventura de Sousa (1997). Pela mão de Alice. O social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez. Idem. (1999). Reinventar a democracia : entre o pré-contratualismo e o pós-contratualismo. In: Agnes Heller et al. A crise dos paradigmas emciências sociais e os desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Contraponto. WALLERSTEIN, Immanuel (2002). Após o liberalismo. Em busca da reconstrução do mundo. Petrópolis / RJ: Vozes. B) Globalização ou Mundialização e o Estado-nacional. BAUMAN, Zygmunt (1999). Globalização. As conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. BECK, Ulrich (1999). O que é globalização? Equívocos do globalismo. Respostas à globalização. São Paulo: Paz e Terra. BOURDIEU, Pierre (1997). A miséria do mundo. Petrópolis/RJ: Vozes. DUPAS, Gilberto (2005). Atores e poderes na nova ordem global. Assimetrias, instabilidades e imperativos de legitimação. São Paulo: EditoraUNESP. FURTADO, Celso (1992). Brasil a construção interrompida. Rio de Janeiro: Paz e Terra. GENTILI, Pablo (org.) (1999). Globalização excludente. Desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. Petrópolis / RJ: Vozes. HABERMAS, Jürgen (2001). A constelação pós-nacional. São Paulo: Littera Mundi. HARVEY, David (2004 b). O novo imperialismo. São Paulo: Loyola IANNI, Octávio (1992). A idéia de Brasil moderno. São Paulo: Brasiliense. Idem. (1995). Teorias da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Idem. (1997). A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. LIMOEIRO e CARDOSO, Miriam (1999). Ideologia da globalização e (des)caminhos da ciências sociais. In: Pablo Gentili (org.). Globalização excludente. Desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. op. cit. p. 96-127. MELLO, Alex Fiúza de. (2000). Capitalismo e mundialização em Marx. São Paulo: Perspectiva; Belém / PA: SECTAM. MICHALET, Charles-Albert (2003). O que é mundialização? São Paulo: Loyola. NOGUEIRA, Marco Aurélio (2004). Um Estado para a sociedade civil: temas éticos e políticos da gestão democrática. São Paulo: Cortez. ORTIZ, Renato (1994). Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense. SANTOS, Milton (2001). Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro / Rio de Janeiro: Record. SENE, Eustáquio de (2004). Globalização e espaço geográfico. São Paulo: Contexto. SORJ, Bernardo (2000). A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. C) Risco Social BECK, Ulrich; GIDDENS, Anthony & LASH, Scott (1997). Modernidade reflexiva: política, tradição e estética na ordem social moderna. São Paulo: UNESP. BECK, Ulrich (1998). La sociedad del riesgo. Hacia una nueva modernidad. Barcelona/Espanha: Paidós, EWALD, François (1996). Le État Providence. Paris/França: Bernard Gasset. GIDDENS, Anthony (1991). As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP. Idem. (2003). Mundo em descontrole. O que a globalização está fazendo de nós. Rio de Janeiro: Record. GUIVANT, Julia S. (1998). A trajetória das análises de risco: da periferia ao centro da teoria social. REVISTA BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM CIÊNCIAS SOCIAIS. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. BIB, Rio de Janeiro, n.° 46. 2° semestre de 1998. HABERMAS, Jürgen (1983). Técnica e ciência enquanto ideologia. In: Benjamin, Horkheimer, Adorno & Habermas. Textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural. (Coleção Os Pensadores) SENNETT, Richard (1999). A corrosão do caráter. Conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record.
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TÉCNICAS DE PESQUISA SOCIAL NA AGRICULTURA
Sigla: TPSA Número: 188168 Créditos: 4
Data de Início: 01/03/2013 Data de Fim: 
Ementa: Pesquisa social na agricultura. Introdução à pesquisa científica. Metodologias quantitativas. Metodologias qualitativas. Projeto de Pesquisa.Construção do conhecimento. Elaboração do projeto. Hipótese. Entrevista. Questionário. Estudo de comunidades rurais. Investigação Social.
Bibliografia:BACHELARD, G. O novo espírito científico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, Editora Vozes, 1968. p.121-151. (Capítulo VI) BERGER, H. O dilema da entrevista de pesquisa, in: Revista do IFCH, UFRGS, Porto Alegre, p.211-259. CARDOSO, M. L. La construcción de conocimientos. Cuestiones de teoría y método, México: Ediciones Era, p.11-33. CARVALHO, A. A. DE e NUNES, M. B. Como fazer uma entrevista, s.d. (mimeo) ECO, H. Como se faz uma tese, São Paulo: Editora Perspectiva (estudos), 2002 FOUCAULT, M. Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 1987. IANNI, O. Estudo de comunidade e conhecimento científico, in: Revista de Antropologia, v.9, n.1 e 2, 1961, p.109-119. KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas, São Paulo: Editora Perspectiva, 1978. MARTINS, J. de S. A imigração e a crise no Brasil agrário, São Paulo: Ed. Pioneira, 1973 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA FAO. Diagnóstico de Sistemas Agrários: Guia metodológico, s.d. 57 p. QUEIROZ, M.I.P. Variações sobre a técnica de gravador no registro da informação viva. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991.
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TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES
Sigla: TO Número: 1700113 Créditos: 3
Data de Início: 14/03/2016 Data de Fim: 
Ementa: Organizações e Modernidade. Racionalidade, Burocracia e Novas formas organizacionais. A chamada tradição dos estudos organizacionais (administração clássica, a dimensão humana nas organizações, estruturalismo, sistemas e ambiente, contingencialismo). Organizações, Poder e Discurso. Abordagens contemporâneas nos estudos organizacionais. Organizações e o nosso contexto.
Bibliografia:BÖHM, S.; SPOELSTRA, S. No critique (editorial). Ephemera: Theory and Politics in Organization, v.4, n.2, p.94-100, 2004. BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Pensata especial “Celso Furtado”: desenvolvimento como missão. Revista de Administração de Empresas (RAE), v.45, n.2, p.90-96, 2005. CAMPOS, Edmundo (org.) Sociologia da Burocracia. 4.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. CARVALHO, Cristina Amélia. Poder, Controle e Conflito nas Organizações Modernas. Maceió: Editora da UFAL, 1998. CLEGG, Stewart. Organizações Modernas. Celta: Oeiras, Portugal, 1998. DELLAGNELO, Eloise, MACHADO-DA-SILVA, Clóvis. Literatura sobre novas formas organizacionais: onde se encontram as evidências empíricas de ruptura com o modelo burocrático de organizações? Anais do 24º do ENANPAD, 2000. DiMAGGIO, Paul J., POWELL, Walter W. A gaiola de ferro revisitada: isomorfismo institucional e racionalidade coletiva nos campos organizacionais. Revista de Administração de Empresas, v.45, n.2, p.74-89, 2005. DU GAY, Paul. In praise of bureaucracy: Weber, organization, ethics. London: Sage, 2000. p.61-80 FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. 7.ed. Rio de janeiro: Globo, 1987. v.1-2. FAYOL, Henri. Administração Industrial e Geral. São Paulo: Atlas, 1981. FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária.p . 1-86 e 151-220. FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collége de France, pronunciada em 2 de dezembro de 1970. 9ª. ed. São Paulo: Loyola, 2003. FURTADO, Celso. Em busca de novo modelo: reflexões sobre a crise contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. _____________. Introdução ao desenvolvimento: enfoque histórico-estrutural. 3.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000a. GUERREIRO RAMOS, Alberto. A Nova Ciência das Organizações: Uma Reconceituação da Riqueza das Nações. Rio de Janeiro/RJ: FGV, 1989 . “_____________. A Redução Sociológica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996. _____________. Administração e Contexto Brasileiro. Rio de Janeiro/RJ: FGV, 1983. _____________. A Redução Sociológica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996. _____________. Administração e Contexto Brasileiro. Rio de Janeiro/RJ: FGV, 1983. HALL, H. Organizações: estrutura e processos. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 2004. HEYDEBRAND, Wolf V. New organizational forms. Work and Occupations. V. 16, n.3, 1989. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 13. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1979. BALCÃO, Yolanda; CORDEIRO, Laerte. O Comportamento Humano da Pessoa. Rio de Janeiro: ed. FGV, 1975 KALBERG, Stephen. Max Weber’s types of rationality: cornerstones for the analysis of racionalization process in history. American Journal of Sociology, v.85, n.5, KALLINIKOS, Jannis. 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Cadernos EBAPE.BR, v.1, n.1, 2003 (www.ebape.fgv.br/cadernosebape). MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996. MOTTA, F. C. P. Organização e poder: empresa, estado e escola. São Paulo: Atlas, 1986. PAGÈS, M. O Poder das Organizações. São Paulo: Atlas, 1987. PERROW, C. Análise organizacional: um enfoque sociológico. São Paulo: Atlas, 1976. ] REED, Michael. Beyond the iron Cage? Bureaucracy and democracy in the knowledge economy and society. In: Du GAY, Paul (Ed.) The values of bureaucracy. Oxford: Oxford University Press, 2005. p.115-140 CLEGG, Stewart, HARDY, Cynthia, NORD, Walter. Handbook de Estudos Organizacionais. Volume 1, 2 e 3 São Paulo Atlas, 1999. RIBEIRO, Darcy. O Brasil como problema. Rio de Janeiro: F. Alves, 1995. p. 85-146. SANTOS, Milton. O país distorcido: o Brasil, a globalização e a cidadania. São Paulo: Publifolha, 2002. SELZNICK, Philip. Institutionalism: old and new. Administrative Science Quarterly, v.41, p.270-271. TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios de Administração Científica. São Paulo: Atlas, 1982. TRAGTENBERG, Maurício. Administração, Poder e Ideologia. 2a ed. São Paulo: Cortez Editora, 1989. ___________. Burocracia e Ideologia. 2a ed. São Paulo: Ed. Ática, 1992. WEBER, M. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1963. ________. Economia e Sociedade. Brasília: UnB, 2004.
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SOCIOLOGIA Mestrado 51.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TEORIA SOCIOLÓGICA I
Sigla: TSI Número: 0568179 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute os problemas e temas constituintes da formação da sociologia a partir da influência do pensamento sociológico clássico de Karl Marx, Émile Durkheim; Max Weber e Georg Simmel. Nesse sentido, ela parte dos seguintes eixos teóricos e temáticos: Marx e os marxismos; Durkheim e os desdobramentos do funcionalismo; Weber e a sociologia alemã; Simmel e a “sociologia formal”; a Escola de Chicago e a sociologia norte-americana.
Bibliografia:ADORNO, Theodor W; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Tradução de Guido Antonio de Almeida, Rio de Janeiro: Zahar. 1985. ANDERSON, Perry. Considerações sobre o marxismo ocidental: nas trilhas do materialismo histórico. São Paulo: Boitempo. ARON, Raymond. Etapas do Pensamento Sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1982. BECKER, Howard. Uma teoria da ação coletiva. Rio de Janeiro: Zahar. 1977. ______. A escola de Chicago. MANA 2(2):177-188, 1996 BLUMER, Herbert. Symbolic Interactionism: perspective and method. Los Angeles: University of California. 1998. COLLINS, Randall. Quatro tradições sociológicas. 2009. Petrópolis: Vozes. DURKHEIM, Emile. Coleção Grandes Cientistas Sociais. Nº 1. São Paulo: Ática, 1984. COULON, Alain. A escola de Chicago. Campinas: Papirus. 1995. DOMINGUES, José Maurício. A SOCIOLOGIA DE Talcott Parsons FREITAG, Barbara. A teoria crítica ontem e hoje. São Paulo: Brasiliense. 2004. GOFFMAN. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro: Guanabara. 1988. HORKHEIMER, Max. Eclipse da razão. São Paulo: Centauro.2002. LALLEMENT, M. História das idéias sociológicas – vol. I: Das origens a Max Weber. Petropólis: Vozes. 2008. ______. História das idéias sociológicas – vol. II: De Parsons aos contemporâneos. Petropólis: Vozes. 2004. ROCHER, Guy. Talcott Parsons e a sociologia americana. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1976. SIMMEL, Georg. Questões fundamentais da sociologia: indivíduo e sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2006. VANDENBERGHE, Frédéric. As sociologia de Georg Simmel. Bauru/Belém: Edusc/UFPA. 2005. MILLS, C. Wright. Sobre o artesanato intelectual. Rio de Janeiro: Zahar. 2009.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TEORIA SOCIOLÓGICA II
Sigla: TSII Número: 000491 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute os problemas e temas contemporâneos da sociologia enfatizando as análises que propõem a articulação mútua entre estrutura e ação social e entre as dimensões objetivas e subjetivas que constituem as dinâmicas sociais. Para tal, ela parte dos seguintes eixos teóricos e temáticos: a sociologia configuracional de Norbert Elias; o estruturalismo construtivista de Pierre Bourdieu; as teorias da Estruturação e da modernidade de Anthony Giddens; as teorias da ação comunicativa e da modernidade de Jürgen Habermas; a teoria dos sistemas de Niklas Luhmann; o debate sobre reconhecimento, redistribuição e justiça; a analítica do poder de Michel Foucault; Pós-modernidade, Pós-estruturalismo e seus desdobramentos.
Bibliografia:BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Lisboa: Difel, 1989. Cap, 1 e 3. _____. Razões Práticas. Campinas-SP: Parirus,1996. Cap. 1 -13-33. _____. Os usos sociais da ciência. São Paulo: UNESO, 2004 p. 7-50. _____; Ioïc Wacquant. Uma invitación a la sociologia reflexiva. Buenos Aires, Século XXI, 2008, p. 26-90. COHEN, Ira. Teoria da Estruturação e Práxis social. I: GIDDENS, Anthony ;TURNER, Jonathan (Orgs). Teoria Social Hoje. São Paulo: UNESP 1999. 393-446 CURCUFF, Philippe. As Novas Sociologias: Construção da Realidade Social. Bauru – SP: EDUSC, 2001.48-66. DOSSE, François. História do Estruturalismo: o campo do signo, 1945/1966. São Paulo: Editora Ensaio, 1993; FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio de Jasneiro: Forense Universitária, 2007. _____. História da Loucura: na idade Clássica. São Paulo, Perspectiva, 2005. _____. As Palavras e as Coisas. São Paulo: Martins Fontes, 2002. _____ . Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Glaal, 1979. GIDDENS, Anthony. A Constituição da Sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1989. 1 -31. ______; PIERSAO, Cristopher. Conversando com Anthony Giddens. Rio de Janeiro FGV:2000. ______. La Teoría de la Estruturación. In: Cuaderno de Sociología, n 4, junio, 1988. 47-73. LUHMANN, Niklas. Sociedad y Sistema la Ambición de la Teoria. Barcelona, Buenos Aires, México: Ediciones Paidós; I.C.E la Universidad Autónoma de Barcelona, 1990. MACHADO, Roberto. Arqueologia, filosofia e literatura. In: CASTELO BRANCO, Guilherme e PORTOCARRERO Vera. Retratos de Foucault. Rio de janeiro: Nau, 2000. _____. Ciências e Saber: a trajetória da arqueologia de Michel Foucault. Rio de Janeiro: Graal, 1981. NEVES, Clarissa; NEVES, Fabrício. O que há de complexo no mundo complexo? Niklas Luhmann e a teoria dos Sistemas Sociais. Sociologias. Ano 8, n15 jan/jun, 2006. P.182-207. PETERS, Michael. Pós-estruturalismo e a teoria da diferença: Belo Horizonte: Autêntica,2000, p.20-39. RODRIGUES. Léo Peixoto. A (Des)estruturação das Estruturas e a (Re)estruturação dos Sistemas: uma revisão epistemológica crítica In: RODRIGUES, Léo P. e MENDONÇA, Daniel (Orgs.). Ernesto Laclau e Niklas Luhmann: o Pós-fundacionismo e a abordagem sistêmica nas organizações sociais. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006, 35-67. ______. Autopoiésis e o Sistema Social de Niklas Luhmann: A Propósito De Alguns Conceitos. In: Sociologias. Porto Alegre: UFRGS. Ano 2, n3, jan/jun 2000, p.254-284. ______.Sistemas autorreferentes, autopoiéticos: noção-chave para a compreensão de Niklas Luhmann. Pensamento Plural. Ano 2 n.3 julho/dezembro, 2008, p.105-120. STRATHERN, Paul. Foucault em 90 minutos. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
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SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TÓPICO I – SOCIOLOGIA DA QUESTÃO AMBIENTAL: QUESTÕES CENTRAIS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS
Sigla: TISQA Número: 000503 Créditos: 1
Data de Início: 25/04/2017 Data de Fim: 31/07/2017
Ementa: A proposta da disciplina é apresentar, de forma introdutória, a relação entre sociedade e natureza que vem sendo delineada na sociologia a partir da década de 1960. De forma específica introduz os principais conceitos e debates sobre as questões técnicas e científicas (ou tecnocientíficas) que engloba a relação sociedade e natureza nos processos sociais contemporâneos (como na construção de grandes empreendimentos, por exemplo). Também faz parte da proposta discutir os processos que culminaram na larga problematização do paradigma científico, ampliando as controvérsias científicas e, com elas, os desafios para novos campos de pesquisa no que tange às questões ambientais.
Bibliografia:MATTEDI, Marcos A GUINADA AMBIENTAL NA SOCIOLOGIA: CONSIDERAÇÕES EPISTEMOLÓGICA, METODO Divers@ Revista Eletrônica Interdisciplinar, Matinhos, v. 8, n. 2, p. 145-154, jul./dez. 2015. ALMEIDA, Jalcione; PREMEBIDA, Adriano. Histórico, relevância e explorações ontológicas da questão ambiental. Sociologias, v. 16, n. 35, jan./abr. p. 14-33, 2014. BOURG, Dominique. Natureza e técnica: ensaio sobre a ideia de progresso. Lisboa, Instituto Piaget, 1997. p. 11-13; 65-154. BRUSEKE, Franz J. A modernidade técnica. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Anpocs, vol. 17, n. 49, jun. 2002. p. 135-144. GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo, Ed. da Unesp, 1991. p. 11-60; 83-136; 173-177 ( ü ) BECK, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora 34. 2011. p. 23-103; 235-274 LATOUR, Bruno; SCHWARTZ, Cécile; CHARVOLIN, Florian. Crises dos meios ambientes: desafios às ciências humanas. In: ARAÚJO, Hermetes R. de (Org.). Tecnociência e cultura: ensaios sobre o tempo presente. São Paulo: Esta- ção Liberdade,. p. 91-126, 1998. RODRIGUES, Léo; NEVES Fabrício, DOS ANJOS, José Carlos. A contribuição da Sociologia à compreensão de uma epistemologia complexa da Ciência contemporânea. Sociologias, Porto Alegre, ano 18,no 41, jan/abr 2016, p. 24-53.
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SOCIOLOGIA Mestrado 17.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Não existem áreas de concentração obrigatórias à disciplina.  

 

TÓPICO II – TÉCNICAS DE PESQUISA QUALITATIVA COM TEXTO, IMAGEM E VÍDEOS
Sigla: TTPQIV Número: 000504 Créditos: 1
Data de Início: 27/09/2017 Data de Fim: 13/12/2017
Ementa: Triangulação de métodos e dados. Circularidade dos conceitos-chave. Análise de dados etnográficos resultantes da observação participante/direta: 1) Interpretar e redigir entrevistas abertas, estruturadas, semi-estruturadas e questionários. 2) Pesquisa iconográfica e análise de dados audiovisual (imagens, fotografias, filmes/vídeos). 3) Análise do discurso: informacional, estrutural e sociológica.
Bibliografia:BEAUD, Stéphane; WEBER, Florence. Trabalhar as entrevistas e o diário de campo. In Guia para a pesquisa de campo: Produzir e analisar dados etnográficos. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2007, p.155-170. ______. Interpretar e redigir. In Guia para a pesquisa de campo: Produzir e analisar dados etnográficos. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2007, p. 171-189. ______. O raciocínio etnográfico. In PAUGAM, Serge. A pesquisa sociólogica. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2015, p. 185-201. CHAUVIN, Sébastien; JOUNIN, Nicolas. A observação direta. In PAUGAM, Serge. A pesquisa sociólogica. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2015, p. 124-140. FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Miriam Moreira (Org.). Desafios da imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas: Papirus, 1998. 319 p FLICK, Uwe. O processo da pesquisa qualitativa. In Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, p. 93-101. ______. Questões de pesquisa. In Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, p. 102-108. ______. Entrevistas. In Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, p. 143-163. ______. Dados multifocais. In Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, p. 201-261. GODECHOT. Olivier. Interpretar as redes sociais. In PAUGAM, Serge. A pesquisa sociólogica. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2015, p. 270-289. GOMES, Mariana Selister. O imaginário social. Dados, Rio de Janeiro, v. 56, n. 4, p. 867-900, dez. 2013. Disponível em . LIMIEUX. Cyril. Problematizar. In PAUGAM, Serge. A pesquisa sociólogica. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2015, p. 33-52. ______. A escrita sociológica. In PAUGAM, Serge. A pesquisa sociólogica. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2015, p. 307-324. LOIZOS, P. Vídeo, Filme e Fotografia como Documentos de Pesquisa. In: Pesquisa Qualitativa com Texto, Imagem e Som. Petrópolis – RJ: Vozes, 2002. PARIZOT, Isabelle. A pesquisa por questionário. In PAUGAM, Serge. A pesquisa sociólogica. Petrópolis/RJ: Ed. Vozes, 2015, p. 85-101.
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SOCIOLOGIA Mestrado 17.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TÓPICOS ESPECIAS
Sigla: TOE Número: 000503 Créditos: 1
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: São realizados em função dos interesses dos alunos em desenvolver temáticas específicas que não estão presentes nas disciplinas do curso. Também são realizados para contemplar cursos de curta duração oferecidos por professores visitantes.
Bibliografia:De acordo com a proposta de tópicos apresentada.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TÓPICOS I: CONTROLE SOCIAL: FORÇA DE TRABALHO E CONTROLE CRIMINAL
Sigla: TCSC Número: 000503 Créditos: 1
Data de Início: 27/09/2017 Data de Fim: 13/12/2017
Ementa: A disciplina discute formas de controle social nos Estados modernos que se impõem sobre o conjunto da população, porém com mais ênfase sobre as classes mais pobres. Dessa forma, busca compreender a articulação entre a organização social para o trabalho e os processos de criminalização e incriminação em massa, com destaque para a passagem de uma sociedade disciplinar para a sociedade de controle, ressaltando obras como as de Georg Rusche & Otto Kirchheimer, Michel Foucault, David Garland e Loïc Wacquant. Além disso, se analisará a forma como esses processos ocorrem historicamente no Brasil.
Bibliografia:DELEUZE, Gilles. Conversações. São Paulo: Ed. 34, 1992. FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: história da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes, 1987. _____. Em defesa da sociedade. : curso no collège de France (1975- 1976). São Paulo: Martins Fontes, 1999. pp. 285-315. GARLAND, David. A Cultura do controle: crime e ordem social na sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia, 2008. KOWARICK, Lucio. Trabalho e vadiagem: a origem do trabalho livre no Brasil. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1994. pp. 100- 118. MISSE, Michel. Malandros, marginais e vagabundos: acumulação social da violência no Rio de Janeiro. Tese de doutorado, Iuperj, mimeo, 1999. NEDER, Gizlene. Discurso Jurídico e Ordem Burguesa no Brasil. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1995. RUSCHE, Georg & KIRCHHEIMMER, Otto. Punição e estrutura social.Rio de Janeiro: Revan: Instituto Carioca de Criminologia, 200X. WACQUANT, Loïc, Bourdieu, Foucault, an the Penal State in the Neoliberal Era. In: ZAMORA, Daniel & BEHRENT, Michael C. Foucault and Neoliberalism. Cambridge, UK; Malden, MA, EUA: Polity, 2016. pp. 114-33. ZARIFIAN, P. Engajamento subjetivo, disciplina e controle. In: Novos Estudos CEBRAP, São Paulo. novembro, 2002. pp. 23-31. 1.15. Bibliografia complementar: BARBOSA, Attila Magno Silva & MARTINS JR., Angelo. Da disciplina ao controle: novos processos de subjetivação no mundo do trabalho. In: Política & Sociedade – Florianópolis – Vol. 11 – Nº 22 – Novembro de 2012. pp. 75-92. BAUMAN, Zygmunt. Em busca da política. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000. CASTRO, Lola. Aniyar. Criminologia da Libertação. Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia, 2005. BERLINCK, Manoel T. Marginalidade social e relações de classe em São Paulo. Petrópolis: Vozes, 1975. HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2010. KOWARICK, Lúcio. Capitalismo e marginalidade na América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. MALAGUTI BATISTA, Vera. O medo na cidade do Rio de Janeiro: dois tempos de uma história. Rio de Janeiro: Revan, 2003. MELOSSI, Dario & PAVARINI, Massimo. Cárcere e Fábrica: as origens do sistema penitenciário (séculos XVI-XIX). Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia 2006. MORETZSOHN, Sylvia. Pensando contra os fatos: Jornalismo e cotidiano: do senso comum ao senso crítico. Rio de Janeiro: Revan, 2007. WACQUANT, Loïc, Punir os Pobres: A nova gestão da miséria nos Estados Unidos [A onda punitiva]. Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia 2007.
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TRABALHO E CIDADANIA
Sigla: TRC Número: 000499 Créditos: 4
Data de Início: 05/07/2014 Data de Fim: 27/09/2017
Ementa: A disciplina resgata o debate clássico em torno da formação dos Estados de bem-estar social, em que a cidadania se constitui como um componente de contrapeso diante dos efeitos de desigualdade social provenientes do sistema de classes e do mundo do trabalho. Problematiza a reformulação da questão da cidadania em uma época de grandes transformações globais, com impactos profundos sobre o trabalho e sobre a configuração dos Estados nacionais.
Bibliografia:ABRAMO, Laís; LEITE, Márcia de Paula. Novas institucionalidades e novas formas de regulação no mundo do trabalho. Pro-Posições, Campinas, v. 13, n.1, p. 60-77. 2002. ARRIGHI, Giovanni; SILVER, Beverly. Caos e governabilidade no moderno sistema mundial. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001. ARRIGHI, Giovanni. La globalización, la soberania estatal y la interminable acumulación del capital. Iniciativa Socialista No. 48, marzo de 1998. Disponível em: . ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX. Dinheiro, poder e as origens de nosso tempo. Rio de Janeiro: Contraponto; São Paulo: Editora Unesp, 1996. BOYER, Robert; DRACHE, Daniel. Introdução. In: ______. (coords.) Estados contra mercados: os limites da globalização. Lisboa: Instituto Piaget, 1996. p. 13-42. BOYER, Roberto. Estado e mercado. Um novo envolvimento no século XXI? In: ______; DRACHE, Daniel.. (coords.) Estados contra mercados: os limites da globalização. Lisboa: Instituto Piaget, 1996. CARDOSO, Adalberto Moreira; COMIN, Álvaro Augusto. Câmaras setoriais, modernização produtiva e democratização nas relações de trabalho no Brasil: a experiências do setor automobilístico. In: VILLAS BOAS, Claucia; GONÇALVES, Marco Antonio. O Brasil na virada do século: o debate dos cientistas sociais. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. 1995. CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social. Uma crônica do salário. Petrópolis: Editora Vozes, 1999. CLARKE, Simon. Crise do fordismo ou crise da socialdemocracia? Revista Lua Nova. Setembro de 1991. No. 24. pp. 117-150. DE LA GARZA TOLEDO, Enrique. Problemas clásicos y actuales de la crisis del trabajo.2001.Disponívelem:http://docencia.izt.uam.mx/egt/publicaciones/capituloslibros/problemas.pdf. DE LA GARZA TOLEDO, Enrique; HERNÁNDEZ, Juan Manuel. Fin del trabajo o trabajo sin fin. In: DE LA GARZA TOLEDO, Enrique (coord.). Tratado latinoamericano de sociología del trabajo. México: Fondo de Cultura Económica, 2000. p. 755-773. DUARTE, Adriana. 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Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TRABALHO E SUBJETIVIDADE NO MUNDO CONTEMPORÁNEO
Sigla: TSM Número: 0568170 Créditos: 4
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: Aborda de que modo às mudanças promovidas pela lógica da flexibilização produtiva e das relações de trabalho contribuem para a construção de um novo indivíduo-trabalhador, assim como também para a reafirmação e/ou resignificação de identidades sociais a partir do trabalho. Para tal, parte do pressuposto de que as relações de poder são contextuais, históricas e em constante transformação e lança luz sobre novos processos de subjetivação gestados no mundo do trabalho. Os eixos temáticos são: a insegurança social e ontológica no mundo do trabalho; trabalho e identidades sociais; a crise do individualismo moderno e seus impactos no mundo do trabalho; velhos e novos modelos de gestão do trabalho e as estratégias de resistência e de contrapoder que lhes são impostas pelos trabalhadores; a passagem da ética do trabalho para a estética do consumo; a emergência da lógica do empreendedor de si mesmo.
Bibliografia:Referências ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? São Paulo: Cortez, 1995. ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária. 2008. BARBOSA, Attila Magno e Silva. O empreendedor de si mesmo e a flexibilização no mundo do trabalho. Revista Sociologia e Política, Curitiba, v. 19, n. 38, p. 17-30, fev. 2011. BEAUD, Stéphane & PIALOUX, Michel. Retorno à condição operária: investigação em fábricas da Pegeot na França. São Paulo: Boitempo. 2009. BECK, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. São Paulo: 34. 2010. Segunda parte, pp. 105-228. BENDASSOLI, Pedro Fernando. Trabalho e identidade em tempos sombrio. Aparecida-SP: Idéias & Letras, 2007. BENDASSOLI, Pedro Fernando. Público, privado e o indivíduo no novo capitalismo. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 12(2): 203-236, novembro de 2000. ______. Trabalho e identidade em tempos sóbrios. Aparecida-SP: Idéias & Letras. 2007. BAUMAN, Zygmund. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. Cap. 4 Trabalho 150-192. ______. A sociedade individualizada. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Cap. 1 Ascensão e queda do trabalho 27-43. BIHR, A. Da grande noite à alternativa: o movimento operário em crise. São Paulo: Boitempo, 1998. BOLTANSKI, Luc & CHIAPELLO, ÈVE. O novo espírito do capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2009. DELEUZE, G. Conversações. São Paulo: 34, 1992CASTORIADIS, Cornelius. A experiência do movimento operário. São Paulo: Brasiliense. 1985. GORZ, A. Adeus ao proletariado: para além do socialismo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GORZ, André. Metamorfoses do trabalho. Crítica da Razão Econômica. São Paulo, Annablume. 2005. Parte I. KOVÁCS, Ilona. Empresa flexível: problemas sociais do pós-taylorismo. In SANTOS, Maria João et alii. Globalizações: novos rumos do mundo do trabalho. Florianópolis/Lisboa: UFSC/Socius. 2001. p. 43-68. NARDI, Henrique Caetano. A propriedade social como suporte da existência: a crise do individualismo moderno e os modos de subjetivação contemporâneos. Psicologia & Sociedade; 15 (1): 37-56 jan/jun. 2003. PAUGAM. Serge. O enfraquecimento e a ruptura dos vínculos sociais – uma dimensão essencial do processo de desqualificação social in SAWAIA, Bader (org). As artimanhas da exclusão social. Petropólis: Vozes, 2008. ROSENFIELD, Cinara L. Autonomia outorgada e apropriação do trabalho. Sociologias, Dez 2004, no.12, p.202-227. SENNETT, Richard. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro/ São Paulo: Record, 2005. 204 p. _____. A cultura do novo capitalismo. Rio de janeiro – São Paulo, Record. 2006. ZARIFIAN, Philippe. Engajamento subjetivo, disciplina e controle. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, p. 23-31, novembro, 2002. ______. O modelo da competência: trajetória histórica, desafios atuais e propostas. 2º Ed. São Paulo: Senac, 2003.
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