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Disciplinas Optativas – Mestrado e Doutorado
A SOCIOLOGIA CONFIGURACIONAL DE NORBERT ELIAS
Sigla: SCNE Número: 000493 Créditos: 2
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina enfocará a sociologia de N. Elias no âmbito do pensamento sociológico contemporâneo. Assim, iniciaremos sua exposição a partir de um dos debates teóricos que tem integrado a agenda da teoria sociológica as últimas três décadas, a saber, a disputa entre as abordagens macro e micro, bem como a discussão acerca dos fundamentos da ação social. Em seguida, abordaremos seus pressupostos epistemológicos com ênfase na perspectiva processual de sua sociologia; Depois será analisada a articulação proposta por N. Elias entre sociogênese e psicogênese com a discussão do conceito de habitus e da instituição estatal como invenção social; Na seqüência, trataremos das relações entre repressão social e repressão psíquica culminando na noção de economia emocional e numa sociologia da violência e do esporte; por fim, analisaremos os mecanismos sociais de integração e exclusão social recuperando os principais conceitos dessa sociologia configuracional de modo a visualizar as perspectivas de investigação sociológica abertas por N. Elias.
Bibliografia: ALEXANDER, Jeffrey C. O novo movimento teórico. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo: ANPOCS, nº4, pp.:05-28, junho, 1987. _________. Las teorias sociológicas desde la Segunda Guerra Mundial. Análisis multidimensional. Barcelona: Gedisa, 1997. ARCHER, Margaret S. Realist social theory: the morphogenetic approach. Cambridge: Cambridge University Press, 1995. _________. Cultura y teoría social. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión, 1997. BERTHELOT, Jean-Michel. Os novos desafios epistemológicos da sociologia. Sociologia, Problemas e Práticas. Lisboa, nº33, pp.111-131, 2000. _________. Sociologia, História e Epistemologia. Ijuí: Editora da Unijui, 2005. COLLIOT-THÉLÈNE, Catherine. O conceito de racionalização de Max Weber a Norbert Elias. In: GARRIGOU, Alain & LACROIX, Bernard. Norbert Elias. A política e a história. São Paulo: Perspectiva, 2001, pp.23-42. CORNU, Roger. Évolution et processus configurationnel chez Norbert Elias. Philophiques, Vol. 25, nº2, p.239-256, 1998. DELMOTTE, Florence. Norbert Elias: la civilisation et l’Etat: Enjeux épistémologiques et politiques d’une sociologie historique. Bruxelles: Université de Bruxelles, 2007. DELZESCAUX, Sabine. Norbert Elias. Une sociologie des processus. Paris: L’Harmattan, 2001. __________. Norbert Elias. Civilization et décivilisation. Paris: L´Harmattan, 2002. DUNNING, Eric. El fenómeno deportivo: estúdios sociológicos en torno al deporte, la violência y la civilización. Barcelona: Editorial Paidotribo, 2003. ELIAS, Norbert & SCOTSON, John L. Os estabelecidos e os outsiders. Sociologia das relações de poder a partir de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2000. ELIAS, Norbert. A condição humana. Lisboa: DIFEL, 1991. __________. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Zahar Editor: 1994. Cap.1, pp. 11-60. __________. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Zahar Editor,1993-1994. Vol. 1. __________. La génesis del deporte como problema sociológico. In: ELIAS, Norbert y DUNNING, Eric. Deporte y ocio en el proceso de la civilización. México D.F. FCE, 1995, pp.157-184. __________. Un ensayo sobre el deporte y la violencia. In: ELIAS, Norbert y DUNNING, Eric. Deporte y ocio en el proceso de la civilización. México D.F. FCE, 1995, pp.185-212. __________. Os alemães. A luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997. __________. Teoria simbólica. Oeiras: Celta, 1994. __________. Mozart: Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 1995. __________. Envolvimento e alienação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. __________. Sobre o tempo. Jorge Zahar, 1998. __________. Les transformations de la balance des pouvoirs entre les sexes. Etude sociologique d´un processus à travers l´exemple de l´Etat romain antique. Politix. Vol. 13, nº51, pp.15-53, 2000. __________. A sociedade da corte. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2001. __________. Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2001. __________. A solidão dos moribundos. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2001. __________. Introdução à sociologia. Lisboa: Edições 70, 2005. __________. A peregrinação de Watteau à ilha do amor. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2005. __________. Escritos & ensaios 1: Estado, processo, opinião pública. Zahar Editor, 2006. __________. Au-delà de Freud: sociologie, psychologie, psychanalyse. Paris: La Découverte, 2010. FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. In: ______. Obras Psicológicas Completas – Edição Standard Brasileira. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1996, Vol. XXI. GARRIGOU, Alain & LACROIX, Bernard. Norbert Elias. A política e a história. São Paulo: Perspectiva, 2001. HEINICH, Nathalie. De quelques maletendus concernant la pensée de d´Elias. In: TABBONI, Simonetta (Dir.). Norbert Elias: pour une sociologie non-normative. Tumultes, nº15. Paris: Éditions Kimé, 2000, pp.161-176. __________. A sociologia de Norbert Elias. Bauru, SP: Edusc, 2001.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

A SOCIOLOGIA DE JOSÉ DE SOUZA MARTINS
Sigla: SO Número: 56647 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Esta disciplina busca discutir a sociologia e a sociedade brasileira. Toma-se como referência fundamental, a análise da obra de José de Souza Martins, um dos mais importantes sociólogos brasileiros contemporâneos. A partir do estudo da obra deste autor, dos diversos e variados temas na sua obra contidos, pretende-se compreender a natureza das contradições e as particularidades do processo histórico da sociedade brasileira. A sociologia de José de Souza Martins remete necessariamente aos autores com os quais ele dialoga e que marcam profundamente seu pensamento. Apesar de que Martins dialoga abertamente com vários autores, dentre deles Weber, Durkheim, Goffman, Schutz, Luckmann, Foucault, são principalmente dois autores que o influenciam: Karl Marx e Henri Lefebvre. Assim, o estudo da obra de Martins também será o retorno a Marx, principalmente ao método dialético que Martins utiliza para compreender a formação do capitalismo brasileiro. Porém, estudar a obra de Martins, também implica entender o contexto do surgimento da sociologia crítica no Brasil, principalmente compreender a herança sociológica de Florestan Fernandes que se expressa nas contribuições teóricas originais dos seus discípulos e pares como Antonio Cândido, Octávio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Pereira e o próprio Martins, dentre outros.
Bibliografia: FERNANDES, Florestan. Sociedade de classes e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968. LEFEBVRE, Henri. Sociologia de Marx. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1979. LEFEBVRE, Henri. Introdução à modernidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. MARTINS, José de Souza . A SOCIABILIDADE DO HOMEM SIMPLES. 2. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2010. v. 1. 172 p. MARTINS, José de Souza . O CATIVEIRO DA TERRA. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2010. v. 1. 283 p. MARTINS, José de Souza . EXCLUSÃO SOCIAL E A NOVA DESIGUALDADE. 4. ed. São Paulo: Paulus, 2009. v. 1. 142 p. MARTINS, José de Souza . FRONTEIRA – A degradação do Outro nos confins do humano. 2. ed. SÃO PAULO: Contexto, 2009. v. 1. 190 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . TRAVESSIAS – A vivência da reforma agrária nos assentamentos. 2. ed. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2009. 294 p. MARTINS, José de Souza . A SOCIEDADE VISTA DO ABISMO (Novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais). 3. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2008. v. 1. 228 p. MARTINS, José de Souza . A APARIÇÃO DO DEMÔNIO NA FÁBRICA (Origens sociais do Eu dividido no subúrbio operário). 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2008. 220 p. . MARTINS, José de Souza . SOCIOLOGIA DA FOTOGRAFIA E DA IMAGEM. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2008. v. 1. 206 p. MARTINS, José de Souza . RETRATOS DO SILÊNCIO. 1. ed. São Paulo,SP: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 2008. v. 1. 180 p. MARTINS, José de Souza (Org.) ; ECKERT, C. (Org.) ; NOVAES, S. C. (Org.) . O IMAGINÁRIO E O POÉTICO NAS CIÊNCIAS SOCIAIS, Edusc, Bauru, 2005. 1. ed. Bauru (SP): Edusc, 2005. v. 1. 315 p. MARTINS, José de Souza . REFORMA AGRÁRIA – O IMPOSSÍVEL DIÁLOGO, 1ª edição/1ª reimpressão, Edusp, São Paulo, 2004. 1/1. ed. São Paulo: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 2004. v. 1. 176 p. MARTINS, José de Souza . O IMAGINÁRIO NA IMIGRAÇÃO ITALIANA. São Caetano do Sul-SP: Fundação Pró-Memória, 2003. MARTINS, José de Souza . O SUJEITO OCULTO (Ordem e transgressão na reforma agrária). 1. ed. Porto Alegre (RS): Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2003. 240 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . VERGONHA E DECORO NA VIDA COTIDIANA DA METRÓPOLE (Org.)tidiana da Metrópole. 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1999. v. 1. MARTINS, José de Souza . FLORESTAN – SOCIOLOGIA E CONSCIÊNCIA SOCIAL NO BRASILciência Social no Brasil. 1. ed. São Paulo: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 1998. v. 1. MARTINS, José de Souza (Org.) . HENRI LEFEBVRE E O RETORNO À DIALÉTICA (Org.). 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1996. v. 1. MARTINS, José de Souza (Org.) . (DES)FIGURAÇÕES: A VIDA COTIDIANA NO IMAGINÁRIO ONÍRICO DA METRÓPOLE (Org.)s: A Vida Cotidiana no Imaginário Onírico da Metrópole. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1996. v. 1. MARTINS, José de Souza . O PODER DO ATRASO (Ensaios de Sociologia da História Lenta). 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1994. v. 1. MARTINS, José de Souza . A CHEGADA DO ESTRANHO. 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1993. v. 1. MARTINS, José de Souza . SUBÚRBIO (Vida cotidiana e História no subúrbio de São Paulo). São Paulo: Editora Hucitec, 1992. v. 1. MARTINS, José de Souza (Org.) . O MASSACRE DOS INOCENTES (Org.). 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1991. v. 1. MARTINS, José de Souza . CAMINHADA NO CHÃO DA NOITE. 1. ed. SAO PAULO: HUCITEC, 1989. v. 1. 147 p. MARTINS, José de Souza . NÃO HÁ TERRA PARA PLANTAR NESTE VERÃO. 1. ed. Petrópolis: Vozes, 1986. v. 1. 112 p. MARTINS, José de Souza . A REFORMA AGRÁRIA E OS LIMITES DA DEMOCRACIA NA NOVA REPÚBLICA. 1. ed. São Paulo: Editora Hucitec, 1986. v. 1. MARTINS, José de Souza . A MILITARIZAÇÃO DA QUESTÃO AGRÁRIA NO BRASIL. 1. ed. Petrópolis: Vozes, 1984. v. 1. 134 p. MARTINS, José de Souza (Org.) . A MORTE E OS MORTOS NA SOCIEDADE BRASILEIRA. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1983. v. 1. 339 p. MARTINS, José de Souza . OS CAMPONESES E A POLÍTICA NO BRASIL.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

A SOCIOLOGIA E OS ESTUDOS CULTURAIS
Sigla: SO Número: 56971 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina visa refletir sobre uma tradição de estudos sociológicos da vertente britânica dos estudos culturais e seus desdobramentos contemporâneos. A partir deste referencial focar-se-á as temáticas das identidades, subjetividades, relações de poder e cultura, com foco nas representações, recepções e agenciamentos que envolvem a produção de produtos fílmicos, televisivos, dentre outros, incluindo as novas dinâmicas de produção/recepção dentro das novas mídias digitais. Dentro da tradição marxista, os estudos culturais foram responsáveis por uma “virada cultural”, a qual atribuiu importância à esfera da cultura na análise social em seu vínculo com as estruturas de poder da sociedade. Com a institucionalização dos Estudos Culturais em Birmigham, sob a direção de um centro de pesquisa pelo sociólogo Stuart Hall e posteriormente com sua expansão para outros contextos, tal perspectiva teórica se nutre de novas abordagens, expandindo as reflexões entre cultura e poder para além da dinâmica de classes sociais, envolvendo “raça”, gênero e sexualidade. A disciplina buscará abordar os textos clássicos e contemporâneos da referida perspectiva.
Bibliografia: BHABHA, Homi. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. BUTLER, Judith. Cuerpos que importan: sobre los límites materiales y discursivos del “sexo”. Buenos Aires, Barcelona, México: Paidós, 2002. ______. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. BRAH, Avtar. Diferença, Diversidade, Diferenciação. In: Cadernos Pagu. Campinas, Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, n. 26. p. 329-376, 2006. CEVASCO, Maria Elisa. Dez lições sobre estudos culturais. São Paulo: Boitempo Editorial, 2003. COSTA, Sérgio. Dois Atlânticos: teoria social, anti-racismo, cosmopolitismo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. FLEETWOOD, Nicole. Troubling Vision: Performance, Visuality and Blackness. Chicago: The University of Chicago Press, 2011. GROSFOGUEL, Ramón. Descolonizar as esquerdas ocidentalizadas: para além das esquerdas eurocêntricas rumo a uma esquerda transmoderna descolonial. Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar. São Carlos, v. 2, n. 2, jul./dez., p. 337-362, 2012. ______. Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, p. 115-147, 2008. HALL, Stuart. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 22, n. 2, p. 15-46, jul./dez. 1997. ______. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. _______. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Trad. Adelaine La Guardiã Resende et al. Belo Horizonte: Ed. UFMG; Brasília: Representação da Unesco no Brasil, 2003. ______. The work of representation. In: HALL, Stuart. Representation: Cultural representations and signifying practices. London: The Open University, 1997. HOGGART, R. As utilizações da cultura: aspectos da vida da classe trabalhadora, com especiais referenciais a publicações e divertimentos. Tradução de Maria do Carmo Cary. Lisboa: Editorial Presença, 1973. MARTIN-BARBERO, J. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2009 MATTELART, Armand; NEVEU, Érik. Introdução aos Estudos Culturais. São Paulo, Parábola, 2004. McCLINTOCK, Anne. Couro Imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas: Editora da UNICAMP, 2010. MISKOLCI, Richard. A Teoria Queer e a Sociologia: o desafio de uma analítica da normalização. Sociologias (UFRGS), v. 21, p. 150-182, 2009. ______. Desejo da Nação: masculinidade e branquitude no Brasil de fins do XIX. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2012. 207p. ______. Estranhando as Ciências Sociais: notas introdutórias sobre Teoria Queer. Florestan, v. 2, p. 8-25, 2014. PELUCIO, Larissa. Subalterno quem, cara pálida? Apontamentos às margens sobre pós-colonialismos, feminismos e estudos queer. Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar, v. 2, p. 395-418, 2012. PISCITELLI, Adriana. Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras. Sociedade e Cultura, Goiânia: UFG, v. 11, n. 2, p. 263-274, 2008. PRECIADO, Beatriz. Entrevista com Beatriz Preciado (por Jesús Carrillo). cadernos pagu, n. 28, p. 375-405, 2007. SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. ______. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. SCOTT, Joan W. “A Invisibilidade da Experiência”. Projeto História. São Paulo, 1998, p. 297-325. SEDGWICK, Eve Kosofsky. A Epistemologia do Armário. In: Cadernos Pagu, Campinas: Núcleo de Estudos de Gênero Pagu-UNICAMP, v. 28, p. 19-54, 2007. ______. Between Men: English Literature and Male Homossocial Desire. New York. Columbia University Press. 1985. SHOHAT, Ella; STAM, Robert. Crítica da Imagem Eurocêntrica. São Paulo: Cosac Naify, 2006. TURNER, Graeme. British Cultural Studies: An Introduction. London and New York, Routledge, 1990, p. 9-32.
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ABORDAGENS SOBRE A VIOLÊNCIA, CRIME E POLÍTICA NA AMÉRICA LATINA
Sigla: AVCPAL Número: 9999999 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina visa discutir algumas interseções entre a violência política e a narcoviolência, entendida aqui como a violência gerada por atores estatais e paraestatais, notadamente em países na América Latina, e ações coletivas, em novas dinâmicas de conflitos e disputas que geram formas inéditas de organização. Atualmente, o continente latino-americano possui uma das mais altas taxas de violência no mundo, apesar dos países não estarem oficialmente em guerra. Não obstante, a doutrina amplamente aplicada em seu território desde os anos 2000, conhecida como Guerra às Drogas, decorreu em um enfrentamento ao narcotráfico que, em sua narrativa oficial busca combater os efeitos gerados pela venda ilegal de entorpecentes, mas cujos efeitos práticos observados implicam na criminalização do dissenso. Assim, as novas formas de repressão estatal, mormente conectadas à instalação de Estados Policiais, cujo foco é a criminalização de ativistas, será abordada. A disciplina abordará também os principais aspectos sociológicos envolvidos na dinâmica das formas de violência e do que Merklen (2015) conceitua como politização das classes populares, investigando formas recentes de manifestação no espaço público que escapem às greves, ocupações e demais formas abordadas pela literatura movimentalista. Dessa forma, exemplos de violência fora do Estado serão abordadas como os ataques às bibliotecas e as queimas de veículos na França desde o início dos anos 2000, mas outras manifestações de violência performativa de ativistas nas ruas, como a tática Black Bloc, e os riots na Inglaterra, entre outras.
Bibliografia: SOREL, George. Reflexões Sobre a Violência. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p.87-109. SILVA, Luiz Antonio Machado da. Sociabilidade violenta: por uma interpretação da criminalidade contemporânea no Brasil urbano. Sociedade e estado, 2004, vol. 19, no 1, p. 53-84. WIEVIORKA, Michel. “O novo paradigma da violência”, 1997. Tempo Social, 9 (1): 5-41. SCHMITT, Carl. O conceito do político. Teoria do Partisan. Belo Horizonte: Del Rey, 2008 (capts 1 e 2). ARENDT, Hannah. O julgamento de Eichmann: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, capítulos I, II e VII. BENJAMIN, Walter. “Sobre a crítica do poder como violência”. Em: O anjo da história. Belo Horizonte: Autêntica, 2012, pp. 59-82. HOBBES, Thomas. O Leviatã. Parte I, caps. XIII e XIV. RODRIGUES, Thiago. Narcotráfico e militarização nas Américas: vício de guerra. Contexto Internacional, 2012, vol. 34, no 1, p. 9. TOKATLIAN, Juan Gabriel. Qué hacer con las drogas – Una mirada progresista sobre un tema habitualmente abordado desde el oportunismo político y los intereses creados. Buenos Aires: Editora Siglo XXI, 2017. pp 35-87. FARAH, Damián González. Narcotráfico. Una mirada social y Económica. Buenas Aires: Gárgola Ediciones, 2017. pp 57-75. ROSEN, Jonathan D. et ZEPEDA, Roberto. Una década de narcoviolencia en México, 2006-2016. Atlas de la seguridad y la defensa de México, 2016, p. 55-65. Disponível online em: http://www.casede.org/PublicacionesCasede/Atlas2016/JonathanD_Rozen_Roberto_Zepeda.pdf TILLY, Charles. The Politics of Collective Violence. Cambridge: Cambridge University Press, pp. 26-55. DUPUIS-DERI, Francis. Black Blocs. São Paulo: Veneta, 2014. pp. 79-118. MERKLEN, Denis. De la violence politique en démocratie. Cités, 2012, no 2, p. 57-73. LOADENTHAL, Michael. Concerning method and the study of political violence. Em: LOADENTHAL, M. The politics of attack.Communiqués and insurrectionary violence. 2017. Disponível online em: https://d2yvuud5fila0c.cloudfront.net/wp-content/uploads/2017/10/09101525/Pages-from-9781526114440.pdf TOKATLIAN, Juan Gabriel. Qué hacer con las drogas – Una mirada progresista sobre un tema habitualmente abordado desde el oportunismo político y los intereses creados. Buenos Aires: Editora Siglo XXI, 2017. pp. 15-44. BUHL, Kathrin et KOROL, Claudia. Criminalización de la protesta y de los movimientos sociales. Instituto Rosa Luxemburgo, Sao Paulo, Brasil (Octubre 2008), 2008. pp 10-15 FRANCISCO, Ronald A. The dictator’s dilemma.Repression and mobilization, 2005, vol. 64, no 2, p. 58-81. ZWERMAN, Gilda et STEINHOFF, Patricia. When activists ask for trouble: State-dissident interactions and the new left cycle of resistance in the United States and Japan.Repression and mobilization, 2005, p. 85-107. DUPUIS-DERI, Francis (2014). Black Blocs. São Paulo: Veneta, 2014. pp. 9-77. MERKLEN, Denis. Bibliotecas en llamas – Cuando las clases populares cuestionan la sociologia y la política. Buenos Aires: Universidad Nacional de General Sarmiento, 2016. pp. 57-138. CrimethInc. Ex-Workers’ Collective. The Legitimacy of Violence, the Violence of Legitimacy. Online: CrimethInc. 2012. Disponível online em: https://crimethinc.com/2012/03/27/the-illegitimacy-of-violence-the-violence-of-legitimacy GELDERLOOS, Peter. Como a Não Violência protege o Estado. 1a. ed. Porto Alegre: Editora Deriva, 2011. Capítulos 1 e 2. Disponível online em: https://pt.protopia.at/wiki/Como_a_N%C3%A3o-Viol%C3%AAncia_protege_o_Estado LAGRANGE, Hugues. Autopsie d’une vague d’émeutes. Em: Émeutes urbaines et protestations. Presses de Sciences Po (PFNSP), 2006. p. 37-58. SHARP, Gene. Waging nonviolent struggle. Porter Sargent, Boston, 2005, vol. 40. Disponível online em: https://pdfs.semanticscholar.org/66c1/fe94bf4a5e1fae6318f700fc4efec75af76d.pdf SHARP, Gene. How Nonviolent Struggle Works. The Albert Einstein Institution, Boston, MA, USA, 2013. pp. 17-46. Disponível online em: https://www.aeinstein.org/wp-content/uploads/2014/01/How-Nonviolent-Struggle-Works.pdf FANON, Franz. Los Condenados de la Terra. México: FCE, 2001. (prefácio de Jean Paul Sartre). WALZER, Michael. Guerras Justas e Injustas: Uma Argumentação Moral com Exemplos. Martins Fontes, 2003 (capts 10, 11 e 12). SCHMITT, Carl. O conceito do político. Teoria do Partisan. Belo Horizonte: Del Rey, 2008. pp. 151-216 AUYERO, Javier. Poor people’s politics: Peronist survival networks and the legacy of Evita. Duke University Press, 2001. pp 152-181. FREIRE, Jussara. Elevar a voz em uma ordem violenta: a indignação colocada à prova. Em: Vida sob o cerco–Violência e rotina nas favelas no Rio de Janeiro. Editora FAPERJ, Rio de Janeiro, 2008. DAVIS, Diane. The political and economic origins of violence and insecurity in contemporary Latin America: Past trajectories and future prospects.Violent Democracies in Latin America, 2010, p. 35-62. GOMES, Simone da Silva Ribeiro. Oportunidades políticas e estratégias militantes em contextos de violência rotinizada: uma comparação entre a Zona Oeste do Rio de Janeiro (Brasil) e Guerrero (México). Tese de doutorado apresentada ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ) para a obtenção do título de Doutor em Sociologia. 2016. pp 80-83 Disponível em: http://www.iesp.uerj.br/wp-content/uploads/2017/06/Tese_Simone-da-Silva-Ribeiro-Gomes.pdf SANTOS, José Vicente Tavares dos. Violências, América Latina: a disseminação de formas de violência e os estudos sobre conflitualidades.Sociologias, 2002, no 8, p. 16-32. WHITEHEAD, Neil L., FAIR, Jo Ellen, et PAYNE, Leigh A.Violent Democracies in Latin America. Duke University Press, 2010. pp 1-34 e 161-200. GARLAND, David. A cultura do controle: crime e ordem social na sociedade contemporânea. Rio de janeiro: Revan, 2008. pp 311-364. ŽIŽEK, S. Violência: seis reflexões laterais. São Paulo: Boitempo, 2014, pp. 23-89. GARLAND, David. A cultura do controle: crime e ordem social na sociedade contemporânea. Rio de janeiro: Revan, 2008. pp 365-411. ADORNO, Sérgio (2009), Políticas públicas de segurança e justiça penal. Cadernos Adenauer. Segurança Pública, Rio de Janeiro, v. IX, n. 4, p. 9-25.
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AGRICULTURA FAMILIAR E DESENVOLVIMENTO RURAL
Sigla: SO Número: 59122 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Produção Familiar e Agricultura Familiar. Camponês. Pequena Produção. O debate teórico e político nos países centrais e periféricos. As transformações da agricultura familiar e do mundo rural na realidade contemporânea. As estratégias de resistência e adaptação. Política Agrária Comunitária. Unidade I Introdução: A Agricultura Familiar como categoria sociológica. 1.1 Introdução à disciplina; o conceito de camponês e o debate sobre os rumos do campesinato, os enfoques teóricos, a pequena produção e a produção familiar na agricultura brasileira e latino-americana nos anos 1970. 1.2 O conceito de “agricultura familiar”; famílias rurais e grupos domésticos. Unidade II A agricultura familiar contemporânea e suas formas: unidade e diversidade. 2.1 A agricultura familiar brasileira: um breve diagnóstico 2.2 A agricultura familiar e as estratégias de reprodução social: cooperação, integração vertical, agricultura a tempo parcial e pluriatividade. 2.3 Agricultura familiar e políticas públicas: desenvolvimento e ruralidade. Unidade III A agricultura familiar no contexto dos países capitalistas avançados. 3.1 O desenvolvimento rural na perspectiva da União Européia: o caso da política agrária comunitária (PAC) e o novo marco político e institucional de desenvolvimento agrícola e rural: os grandes impasses e desafios. 3.2 A agricultura familiar, políticas de desenvolvimento rural, territorialidade e multifuncionalidade.
Bibliografia:HERVIEU, Bertrand. Los Campos del Futuro. Madrid: Ed. MAPA nº 188, 195p , 1996. p. 25-75. HEYNIG, Klaus. Principales Enfoques sobre la Economía Campesina. In: Revista de la CEPAL, Chile, Abril. p. 115-142, 1982. SACCO DOS ANJOS, F. Agricultura familiar, pluriatividade e desenvolvimento rural no sul do Brasil, Pelotas: EGUFPEL, 2003, 374 p. (Capítulo 1) p. 9-43. ALMEIDA, Mauro W. B. de. Redescobrindo a família rural, in: Revista Brasileira de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, nº 14, ano 5, 1990. p. 66-83. WOLF, Eric, Sociedades camponesas, Rio de Janeiro: Zahar, 1970. p. 13-87. ABRAMOVAY R. Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão. S. Paulo, R. de Janeiro, Campinas: HUCITEC/Edunicamp/Anpocs, 1992, 275 p. (Estudos Rurais). (Capítulos 5, 6 e 7) p. 135-207. MANN, Susan. A. & DICKINSON, J. M. Obstáculos ao Desenvolvimento da Agricultura Capitalista. Literatura Econômica, v.9, n.1, 1987. p.7-26. MOONEY, P.H. Tempo de trabalho, tempo de produção e desenvolvimento capitalista na agricultura: uma reconsideração da tese de Mann-Dickinson. Literatura Econômica, vol. 9, nº 1, 1987. p. 27-41. JEAN, B. A Forma Social da Agricultura Familiar Contemporânea: sobrevivência ou criação da economia moderna. Cadernos de Sociologia do PPGS/UFRGS, v.6, 229 p. 1994. .p.51-75. LAMARCHE, H. (coord.) A Agricultura Familiar. Comparação Internacional – Uma Realidade Multiforme. (trad. de TIJIWA, A.) Coleção Repertórios Campinas: Ed. UNICAMP, 1993, 336 p. p. 13-33. WANDERLEY, M. N. B. Raízes históricas do campesinato brasileiro.in:Tedesco (org.) Agricultura familiar: realidades e perspectivas. Passo Fundo: EDIUPF, 394 p, 1999. p.23-56. MEDEIROS, L. S. Trabalhadores Rurais, Agricultura Familiar e Organização Sindical. São Paulo em Perspectiva, Fundação SEADE, v.11, n.2, abr-jun, 136 p, 1997. p.65-72. SACCO DOS ANJOS, F. Y MOYANO, ESTRADA, Nuevas formas de cooperación económica en la agricultura familiar brasileña. El caso de los Condominios en el estado de Santa Catarina, in: Estudios Agrosociales y Pesqueros, nº 191, Madrid: Mapa, 2001. p. 137-163. RADOMSKY, Guilherme F. W.(2006) Reciprocidade, redes sociais e desenvolvimento rural. In: Schneider, S. (Org.) A Diversidade da Agricultura Familiar. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2006. (Série Estudos Rurais) p. 104-133. CARNEIRO, M.J. (2006) Pluriatividade da agricultura no Brasil: uma reflexão crítica. In: Schneider, S. (Org.) A Diversidade da Agricultura Familiar. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2006. (Série Estudos Rurais) p. 165-185. SCHNEIDER, Sérgio A pluriatividade como estratégia de reprodução social da agricultura familiar no Sul do Brasil, in: Estudos Sociedade e Agricultura, nº 16, abril, p. 164-184, 2001. BELIK, W. e PAULILO. O financiamento da produção agrícola brasileira na década de 90: ajustamento e seletividade, in: Leite, S. (org.) Políticas Públicas e Agricultura no Brasil, Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2001, p.95-120.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CAMPO E HABITUS: CONTRAPONTOS ENTRE AS SOCIOLOGIAS DE PIERRE BOURDIEU E BERNARD LAHIRE
Sigla: CHC Número: 0568176 Créditos: 2
Data de Início: 08/07/2014 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina focaliza, inicialmente, os conceitos de Pierre Bourdieu de campo e de habitus, tantos nas suas definições teóricas quanto na suas aplicações nas pesquisas empíricas desse autor. Intenta-se mostrar como esses conceitos funcionan na prática como ferramentas de pesquisa, evitando-se portanto a sua essencialização. Posteriormente se faz um contraponto conceitual com as formulações críticas colocadas por Bernard Lahire. Pretende-se debater as críticas colocadas pelo último autor no sentido de que nem todos os contextos ou práticas sociais podem ser compreendidos como campos, e que os “sistemas de disposições” a que apela o conceito de habitus nem sempre são tão coerentes e transferíveis do modo como é colocado pelo primeiro autor.
Bibliografia: Bourdieu, Pierre. A distinção: a crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Zouk, 2007. ____________. A gênese dos conceitos de habitus e de campo. In: O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. p. 59-73. ____________. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. ____________.Coisas ditas. São Paulo, Brasiliense: 2004. ____________. Esboço de uma teoria da prática. In: ORTIZ, Renato (org.). Pierre Bourdieu: sociologia. São Paulo: Ática, 1983. (Grandes cientistas sociais, 39). p. 46-81. ____________. Espaço social e gênese das “classes”. In: O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. p. 133-161. ____________.Homo academicus. Paris: Les Editions de Minuit, 1984. ____________. Las estructuras sociales de la economía. Buenos Aires: Manantial, 2001. ____________. O desencantamento do mundo: estructuras econômicas e estructuras temporais. São Paulo, Perspectiva, 1979. ____________. Questões de sociologia. Rio de janeiro: Marco Zero, 1983. ____________. Razões e Praticas. Sobre a teoria da ação. Papirus editora. 1997. Campinas. Castel, Robert. Conclusão: Pierre Bourdieu e a rigidez do mundo. In: Encrevé, P & Lagrave, R-M(orgs.). Trabalhar com Bourdieu. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Do homem plural ao mundo plural. Entrevista com Bernard Lahire. Análise Social, 202, XLVII (1.º), 2012. El trabajo sociológico de Pierre Bourdieu: deudas y críticas. Lahire, Bernard (Org). Buenos Aires: Siglo XXI Editores Argentina, 2005. La fabrication sociale d’un individu. Entretien avec Bernard Lahire. Nicolas DUVOUX. La vie das idées.fr. Lahire, Bernard.A cultura dos invidíduos. Porto Alegre: Artmed, 2006. ____________.El espíritu sociológico. Buenos Aires, Manantial. 2006. ____________. O Homem plural. Os determinantes da ação. Petropolis,Vozes.Editora Ciências Sociais da Educação. 2002. ____________. Patrimónios individuais de disposições. Para uma sociologia a escala individual. Sociologia, Problemas e Práticas, n.º 49, 2005, pp. 11-42 ____________.Retratos sociológicos: disposições e variações. Porto Alegre: Artmed, 2004. Respuestas por una Antropología Reflexiva. Entrevista de Pierre Bourdieu a Loic J. D. Waquant. pp. 63-99. Ed. Grijalbo, 1995. México. Wacquant, Loïq J. D. O legado sociológico de Pierre Bourdieu: duas dimensões e uma nota pessoal. Revista de Sociología e Política. Curitiba, 19, p. 95-110, nov. 2002.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CIDADE, TRABALHO E CULTURA
Sigla: SO Número: 56649 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: O objetivo da disciplina é o de discutir e acumular os conhecimentos gerados por diferentes análises sobre o processo de formação urbana, as transformações do mundo do trabalho e as manifestações culturais, permanentemente criadas e produzidas. Programa da disciplina: 1) Figuras da cidade: o encontro, o mosaico e o labirinto; 2) Aproximações ao mundo urbano; 3) A divisão social do espaço urbano, segregações, maneiras de habitar e usos da cidade; 4) Histórias de habitantes, histórias de imóveis; 5) Integração e socialização. A cidade como espaço de socialização e produção de cultura; 6) Transformações dos espaços urbanos e políticas da cidade.
Bibliografia:1) AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da sobremodernidade. São Paulo: Bertrand Editora, 1994. 2) AYMONINO, Carlo. O significado da cidade. Lisboa: Editorial Presença, 1984. 3) BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1993. 4) BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. São Paulo: Perspectiva, 1983. 5) BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1989. Obras Escolhidas, v. 3. 6) BRESCIANI, Maria Stella. Imagens da cidade (século XIX e XX). São Paulo: ANPUH-SP/ Marco Zero, 1993. 7) BRESCIANI, Maria Stella. Metrópoles: as faces do Monstro Urbano. IN: Revista Brasileira de História. São Paulo: ANPUH, Ed. Marco Zero, 1984/1985. 8) BRESCIANI, Maria Stella. Londres e Paris no século XIX. O Espetáculo da pobreza. São Paulo: Brasiliense, 1994. 9) CALVINO, Ítalo. As Cidades Invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. 10) CARVALHO, José Murilo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. 11) CONSTANTINO, Núncia. Modernidade, Noite e Poder: Porto Alegre na Virada para o Século XX. IN: Tempo. Rio de Janeiro, Vol. 4, 1997, p. 49-64. 12) CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1994. 13) CHALHOUB, Sidney. Trabalho, Lar e Botequim. São Paulo: Brasiliense, 1996. 14) CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 15) CHOAY, Françoise. O Urbanismo. São Paulo: Perspectiva, 1979. 16) CORBIN, Alain. Saberes e odores: o olfato e o imaginário social nos séculos XVIII e XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. 17) CORBIN, Alain. O Território do Vazio. A Praia e o Imaginário Ocidental. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. 18) CLAVAL, Paul. La Logique des Villes. Paris: Litec, 1981. 19) FENELON, Déa Ribeiro. Trabalho, cultura e história social: perspectiva de investigação. IN: Revista Projeto História. São Paulo: EDUC, 1985. 20) FLOREAL, Sylvio. Ronda da Meia-Noite. Vícios, Misérias e Esplendores da Cidade de São Paulo. São Paulo: Paz e Terra, 2003. 21) GRAFMEYER, Yves. Sociologia Urbana. Lisboa: Publicações Europa-América, 1995. 22) KOWARICK, Lúcio. A espoliação urbana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993. 23) LYNCH, Kevin. A imagem da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1988. 24) MONTEIRO, Circe (org.). Cidade e produção do cotidiano. Recife: MDU/ANPUR, 1995. 25) PAOLI, Maria Célia. São Paulo operária e suas imagens (1900-1940). IN: Revista Espaço & Debates. NERU/USP, 1991, n. 33. 26) PECHMAN, Robert Moses. Olhares sobre a cidade. Rio de Janeiro, Editora da UFRJ, 1994. 27) PERROT, Michelle. Os Excluídos da História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. 28) PESAVENTO, Sandra. Muito além do Espaço: por uma história cultural do urbano. IN: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 8, 1995, p. 279 a 290. 29) ROCHA, Oswaldo Porto. A Era das Demolições. Rio de Janeiro: SMC/DGDIC, 1995. 30) ROLNIK, Raquel. A cidade e a lei: legislação política e urbana e territórios na cidade de São Paulo. São Paulo: Studio Nobel/FAPESP, 1997. 31) ROLNIK, Raquel. História Urbana: História na Cidade? In: Fernandes, Ana e Gomes, Marco (Orgs.). Cidade e História. Salvador: UFBA/ANPUR, 1992. 32) ROSSI, Aldo. A arquitetura da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1995. 33) SENNETT, Richard. Carne e Pedra. Rio de Janeiro: Record, 1997. 34) SENETT, Richard. O Declínio do Homem Público. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. 35) SEVCENKO, Nicolau. Orfeu extático na metrópole: São Pulo, sociedade e cultura nos frementes anos 20. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. 36) THOMPSON, Edward. A Formação da Classe Operária Inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, Vols. I, II e III. 37) VEIGA, José Eli da. Cidades Imaginárias. O Brasil é menos urbano do que se calcula. Campinas, SP, Autores Associados, 2002. 38) VELLOSO, Mônica Pimenta. Modernismo no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000.
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Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CIÊNCIA E SOCIEDADE
Sigla: SO Número: 56650 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute as diferentes relações que se estabelecem entre as múltiplas organizações sociais produtoras de conhecimento (ideológico, científico, tecnológico etc.) com o conjunto da sociedade no sentido lato, tanto a partir uma perspectiva institucional da ciência, isto é, de seus diferentes lócus de produção, como a partir de uma perspectiva teórico-epistemológica, que busca refletir sobre novos e diferentes paradigmas que têm possibilitado limites e avanços ao conhecimento científico e tecnológico e remodelado a sociedade em suas múltiplas dimensões
Bibliografia:BLOOR, David. Conhecimento e Imaginário Social. Barcelona: Gedisa, 1998. BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. DUHEM, P. The Aim and Structure of Physical Theory. Princinton, 1914. CRESPI, Franco e FORNARI, Fabrizio. Introdução à Sociologia do Conhecimento. Bauru – SP: EDUSC, 2000. DURKHEIM, Emile. As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Ed. Nacional, 1990. KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1996. LAMO DE ESPINOSA, Emilio; GARCÍA, José; ALBERO, Cristóbal. La Sociología del Conicimiento y de la Ciencia. Madrid: Alianza, 1994. LATOUR, Bruno. Ciência em Ação. São Paulo: UNESP, 2000 MANNHEIM, Karl. Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982. MNATTEDI, Marcos. Introdução à abordagem sociológica do problema do Conhecimento Chapecó: Argos, 2006 MERTON, Robert K. Sociologia: Teoria e Estrutura. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1970. RODRIGUES, Léo Peixoto. Introdução à Sociologia do Conhecimento , da Ciência e do Conhecimento Científico. Passo Fundo – RS: UPF, 2005.
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Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CLASSE, MOBILIDADE E DESIGUALDADE SOCIAL NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Sigla: SO Número: 56658 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina se propõe a discutir os vários conceitos de classe social e suas transformações teóricas, trabalhando as concepções: Marxistas, neo Marxistas, Weberianas, Neo Weberianas e Pós Estruturalistas. Além disso, serão abordados os estudos sobre mobilidade social e as suas várias perspectivas epistemológicas, a linha da estratificação social, que constrói um modelo de análise de mobilidade social, o CASMIN Comparative Analyse Social Mobility in Industrial Nations, como também os modelos neo Marxistas de mobilidade social. Por fim, a disciplina pretende abordar os estudos sobre desigualdade social no Brasil e no mundo.
Bibliografia:AZEVEDO, Thales de. “Classes sociais e grupos de prestígio”, in: Cultura e situação racial no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1956. BOURDIEU, Pierre. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto Alegre, RS: Zouk, 2007. FERNANDES, Florestan. Integração do Negro na sociedade de classes. São Paulo: Cia editora Nacional, 1o. vol., 1965. ___________________.“A persistência do passado”, in: O negro no mundo dos brancos. São Paulo: Difel, 1972. GOLDTHORPE, John H et al. The Affluent Worker in Class Structure. London: Cambridge University Press, 1969. GUIMARÃES, Antonio Sérgio. “Cor, classe e status nos estudos de Pierson, Azevedo e Harris na Bahia, 1940-1960”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. _______________. (org.) Origens e destinos: desigualdades sociais ao longo da vida. Rio de Janeiro: Topbooks Editora, 2003. HASENBALG, Carlos. “Raça e Mobilidade Social”. In: Hasenbalg, C. e Silva, N. do V., Estrutura Social, Mobilidade e Raça. Rio de Janeiro, Vértice/IUPERJ, 1988. IANNI, Octávio. Teorias de estratificação social. São Paulo: Editora Nacional, 1972. MILIBAND, Ralph. “Análise de classes”. In: GIDDENS, Anthony & TURNER, Jonathan (org). Teoria social hoje. São Paulo: Editora UNESP, 1999. RIBEIRO, Carlos Antonio Costa. Estrutura de classe e mobilidade social no Brasil. Bauru, SP: Edusc. 2007. PASTORE, J. Desigualdade e mobilidade social no Brasil. São Paulo: T. A. Queiroz, 1979. PASTORE, J. e SILVA, Nelson do Valle. “Análise dos Processos de Mobilidade Social no Brasil no Último Século”. In: XXV encontro da ANPOCS, 2001. PIERSON, Donald. “O cenário” e “Composição racial das classes na sociedade baiana”, in: Brancos e Pretos na Bahia. São Paulo: Editora Nacional, 1971. SANTOS, Alcides F. Estrutura de posições de Classes no Brasil: mapeamento, mudanças e efeitos na renda. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002 SILVA, Nelson do Vale. “Extensão e Natureza das desigualdades raciais no Brasil”, in: GUIMARÃES, A. S. e HUNTLEY. Tirando as máscaras. São Paulo: Paz e Terra, 2000. __________________. As duas faces da mobilidade. In: Revista Dados, n. 21, Rio de Janeiro, 1979. __________________. Posição Social das Ocupações, Rio de Janeiro: IBGE, 1973. SOUZA, Jessé (org). A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. _________________. A ralé brasileira: quem é e como vive. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. VELHO, Otávio G.; PALMEIRA, Moacir G. S. & BERTELLI, Antônio. Estrutura de Classes e Estratificação Social. Rio de Janeiro, 1971. WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979. WRIGHT, Erik Olin. “Race, Class, and Income Inequality”. In: American Journal of Sociology, vol. 83, no. 6, pp.1368-1397, 1978.
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Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

CONTROLE SOCIAL: FORÇA DE TRABALHO E CONTROLE CRIMINAL
Sigla: SO Número: 59141 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute formas de controle social nos Estados modernos que se impõem sobre o conjunto da população, porém com mais ênfase sobre as classes mais pobres. Dessa forma, busca compreender a articulação entre a organização social para o trabalho e os processos de criminalização e incriminação em massa, com destaque para a passagem de uma sociedade disciplinar para a sociedade de controle, ressaltando obras como as de Georg Rusche & Otto Kirchheimer, Michel Foucault, David Garland e Loïc Wacquant. Além disso, se analisará a forma como esses processos ocorrem historicamente no Brasil.
Bibliografia: DELEUZE, Gilles. Conversações. São Paulo: Ed. 34, 1992. FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: história da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes, 1987. _____. Em defesa da sociedade. : curso no collège de France (1975- 1976). São Paulo: Martins Fontes, 1999. pp. GARLAND, David. A Cultura do controle: crime e ordem social na sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia, 2008. KOWARICK, Lucio. Trabalho e vadiagem: a origem do trabalho livre no Brasil. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1994. pp. MISSE, Michel. Malandros, marginais e vagabundos: acumulação social da violência no Rio de Janeiro. Tese de doutorado, Iuperj, mimeo, 1999. NEDER, Gizlene. Discurso Jurídico e Ordem Burguesa no Brasil. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1995. RUSCHE, Georg & KIRCHHEIMMER, Otto. Punição e estrutura social.Rio de Janeiro: Revan: Instituto Carioca de Criminologia, 200X. WACQUANT, Loïc, Bourdieu, Foucault, an the Penal State in the Neoliberal Era. In: ZAMORA, Daniel & BEHRENT, Michael C. Foucault and Neoliberalism. Cambridge, UK; Malden, MA, EUA: Polity, 2016. pp. 114-33. ZARIFIAN, P. Engajamento subjetivo, disciplina e controle. In: Novos Estudos CEBRAP, São Paulo. novembro, 2002. Bibliografia complementar: BARBOSA, Attila Magno Silva & MARTINS JR., Angelo. Da disciplina ao controle: novos processos de subjetivação no mundo do trabalho. In: Política & Sociedade – Florianópolis – Vol. 11 – Nº 22 – Novembro de 2012. pp. 75-92. BAUMAN, Zygmunt. Em busca da política. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000. CASTRO, Lola. Aniyar. Criminologia da Libertação. Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia, 2005. BERLINCK, Manoel T. Marginalidade social e relações de classe em São Paulo. Petrópolis: Vozes, 1975. HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2010. KOWARICK, Lúcio. Capitalismo e marginalidade na América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. MALAGUTI BATISTA, Vera. O medo na cidade do Rio de Janeiro: dois tempos de uma história. Rio de Janeiro: Revan, 2003. MELOSSI, Dario & PAVARINI, Massimo. Cárcere e Fábrica: as origens do sistema penitenciário (séculos XVI-XIX). Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia 2006. MORETZSOHN, Sylvia. Pensando contra os fatos: Jornalismo e cotidiano: do senso comum ao senso crítico. Rio de Janeiro: Revan, 2007. WACQUANT, Loïc, Punir os Pobres: A nova gestão da miséria nos Estados Unidos [A onda punitiva]. Rio de Janeiro: Revan; Instituto Carioca de Criminologia 2007.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE
Sigla: SO Número: 56663 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Objetivos Geral: discutir diversos aspectos do processo de desenvolvimento fazendo ênfase nas novas visões que pretendem [re]conciliar as atividades econômicas, a preservação da natureza e a equidade social. Objetivos específicos: – Discutir as principais interpretações de desenvolvimento – Analisar a origem do conceito de desenvolvimento sustentável – Analisar os diversos indicadores existentes para medir o desenvolvimento – Analisar os principais indicadores de sustentabilidade Justificativa: Esta disciplina surge da necessidade de aprofundar a discussão acerca das visões atuais pessimistas e otimistas que pretendem superar as velhas interpretações que vinculam desenvolvimento com crescimento econômico. Conteúdo: Introdução à problemática Desenvolvimento: interpretações e definições O mito do desenvolvimento Desenvolvimento como liberdade Cidades imaginárias e desenvolvimento O rural e o urbano no processo de desenvolvimento O falso problema da exclusão social Economia e meio ambiente Capital social e desenvolvimento Desenvolvimento sustentável: definição e indicadores Metodologia.
Bibliografia: ALIER, Joan M & SHLÜPMANN, Klaus. La ecologia y la economia. México: Fondo de Cultura Económica, 1993. BECKER, Dinizar F. Desenvolvimento sustentável: necessidade e/ou possibilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. BURSZTYN, Marcel (org). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense, 1994. CARDOSO, Fernando Henrique; FALETTO, Enzo. Dependência e desenvolvimento na América Latina – ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004. CAVALCANTI, Clóvis. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez, 1995. FOLADORI, Guillermo. Los limites del desarrollo sustentable. Montevideo: Ediciones de la banda Oriental/Revista trabajo y capital, 1999. FOSTER, John Bellamy. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2005. FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1974 IBGE – Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2002 e 2004, disponíveis em http://www.ibge.gov.br. JACOBS, Jane. Morte e Vida das Grandes Cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2000 (c1961). JACOBS, Jane. A Natureza das Economias. São Paulo: Beca, 2001. MAY, Peter & MOTTA, Ronaldo S. Valorando a natureza. São Paulo: Campus, 1994. MAY, Peter & LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da.. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MERICO, Luiz Fernando Krieger. Introdução à economia ecológica. Blumenau: EDIFURB, 2002. MORIN, Edgar e KERN, Anne Brigitte. Terra-Pátria. Porto Alegre: Sulina, 1995. PENTEADO, Hugo. Ecoeconomia: uma nova abordagem. São Paulo: Editora Lazuli [s.d]. PUTNAM, Robert. Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna. SACHS, Ignacy. Ecodesenvolvimento- crescer sem destruir. São Paulo: Vértice, 1986. SACHS, Ignacy. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. SACHS, Ignacy. Desenvolvimento: includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2004. SEN, Amartya K. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. SEN, Amartya K. Sobre Ética e Economia. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. SEN, Amartya K. Por que é necessário preservar a coruja-pintadaFolha de São Paulo,. São Paulo, 14 mar. 2004. SEROA DA MOTTA, Ronaldo. Economia ambiental. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. SOTO, William Héctor Gómez. A Ciência econômica, a ecologia e a crise do paradigma cartesiano: Uma análise da questão a partir de Fritjof Capra. Estudos do CEPE. No. 2 setembro 1995. UNISC, Santa Cruz do Sul. SOTO, William Héctor Gómez. Desenvolvimento sustentável, agricultura e capitalismo. IN: BECKER, Dinizar F. Desenvolvimento sustentável: necessidade e/ou possibilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. SOTO, William Héctor Gómez. A dialética do desenvolvimento regional: capital social, democracia, redes empresariais e dinâmica territorial. In: Becker, Dinizar F. e Wittmann, Milton Luiz. Desenvolvimento regional – abordagens interdisciplinares. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2003. SOUZA, Renato Santos de. Entendendo a questão ambiental – temas de economia, política e gestão do meio ambiente. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2000. VEIGA, José Eli da. A face rural do desenvolvimento. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000. VEIGA, José Eli da. Cidades Imaginárias. Campinas: Autores Associados, 2002. VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável; O desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Garamond, 2005. VEIGA, José Eli da. Meio Ambiente & Desenvolvimento. São Paulo: Ed. Senac, 2006. VEIGA, José Eli da. Textos vários em: http://www.econ.fea.usp.br/zeeli/ PNUD – Relatório(s) de desenvolvimento humano, disponíveis em http://www.pnud.org.br TRIGUEIRO, André (org.) Meio Ambiente no Século 21. 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2003.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

ELABORAÇÃO DE DISSERTAÇÃO
Sigla: ED Número: 0568163 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2014 Data de Fim: 
Ementa: Período de elaboração de dissertação – vínculo com o Programa de Pós-graduação em Sociologia
Bibliografia:Período de elaboração de dissertação
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ELABORAÇÃO DE TESE
Sigla: EDT Número: 000000 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Período de elaboração de tese – vínculo com o Programa de Pós-graduação em Sociologia
Bibliografia: Período de elaboração de tese
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

EMPRESA, EMPRESARIZAÇÃO E SOCIEDADE
Sigla: SO Número: 56668 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Empresa e modernidade. A centralidade da empresa. Desnaturalização da empresa. Visões de mundo que sustentam a ideia de empresa. Relações sociais fundadoras da empresa. Processo de empresarização (características, reflexos e resistência).
Bibliografia:ABRAHAM, Yves-Marie. L’entreprise est-elle nécessaire? In: DUPUIS, Jean-Pierre (org.). Sociologie de l’entreprise. Montréal: Gaëtan Morin Editeur, 2006, p. 323-374. BAUDRILLARD, J. Sociedade de consumo. São Paulo: Elfos, 1995. BOURDIEU, Pierre. Argelia 60 – estructuras econômicas y estructuras temporales. Madri: Siglo XXI Editores, 2006. DELEUZE, G. Conversações. São Paulo: Editora 34, 2007. DUMONT, L. O Individualismo: uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 1993. ______. Homo Aequalis – gênese e plenitude da ideologia econômica. Bauru: EDUSC, 2000. DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. ENGELS, F. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. São Paulo: Editora Escala, 2006. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Nascimento da prisão. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. ______. A Ordem do Discurso. 15.ed. São Paulo: Loyola, 2007. KALBERG, S. Max Weber’s types of rationality: cornerstones for the analysis of racionalization process in history. American Journal of Sociology, v.85, n.5, 1980. LÊ GOFF, Jacques. A bolsa e a vida. São Paulo: Brasiliense, 2004. LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo Civil. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003. MARX, Karl. Miséria da filosofia: resposta à filosofia da miséria, do Sr. Proudhon. São Paulo: Lech, 1982. ______. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1996. _______.; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003. MAUSS, M. Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. In: Sociologia e Antropologia. v.2. São Paulo: Edusp, 1974. PAGÈS, M; BONETTI, M; DE GAULEJAC, V; DESCENDRE, D. O poder das organizações. São Paulo: Atlas, 1987. POLANYI, K. A grande transformação. Rio de Janeiro: Campinas, 2000. PROUDHON, P. O que é a propriedade?. Lisboa: Estampa. 1975. PRZEWORSKI, A. A falácia neoliberal. Lua nova – Revista de cultura e política. n. 28-29, 1993. ROUSSEAU, Jean-Jacques. A Origem da Desigualdade Entre os Homens. São Paulo: Editora Escala, 2007. SAHLINS, M. A primeira sociedade da afluência. In: CARVALHO, E. A. Antropologia Econômica. São Paulo: Humanas, 1978 SCHUMPETER, J. A. Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura, 1961. ______. A Teoria do Desenvolvimento Econômico: uma investigação sobre lucros, capital, crédito, juro e o ciclo econômico São Paulo: Nova Cultural, 1988. SIMMEL, Georg. O dinheiro na cultura moderna. In: SOUZA, J. E OËLZE, B. (Orgs) Simmel e a Modernidade. Brasília: Editora UNB, 1998. SLATER, D. Cultura do consumo & modernidades. São Paulo: Nobel, 2001. SMITH, A. A Riqueza das Nações. São Paulo: Nova Cultural, 1996. SOLÉ, Andreu. Créateurs de mondes – nos possibles, nos impossibles. Paris: Éditions du Rocher, 2000. ______. L’enterprisation du monde. In CHAIZE, J.; TORRES, F. Repenser l’entreprise: Saisir ce qui commence, vingt regards sur une idée neuve. Paris: Le Cherche Midi, 2008. WEBER, Max. Os fundamentos da organização burocrática: uma contribuição do tipo ideal. In: CAMPOS, Edmundo (Org., introd. e trad.). Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. ______. Economia e Sociedade. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2004a. ______. A Ética protestante e o espírito do capitalismo: texto integral. São Paulo: Martin Claret, 2004b.
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Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

EPISTEMOLOGIA DA CIÊNCIA E DAS CIÊNCIAS SOCIAIS
Sigla: SO Número: 56670 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute o surgimento da Ciência, como forma de produção de conhecimento na modernidade, abordando alguns de seus principais referentes teórico-filosóficos. Assim, discute tanto o racionalismo como o empirismos, como matrizes teóricas do conhecimento que deram origem metódica às distintas relações entre sujeito e objeto. Discute os principais pontos do debate clássico, considerando as ciências da natureza e as ciências sociais, ao revisitar as noções de epistemologia analítica e epistemologia histórica. Por fim, introduz elementos de uma abordagem epistemológica complexa ao discutir a noção de indeterminação nas Ciências e a noção de pós-fundacionalismo nas ciências sociais.
Bibliografia:ANDERY, Maria Amélia. Para compreender a ciência. Espaço e Tempo: São Paulo 1988. 175 a 198 BACON. Francis. Novum Organum. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1979. VI a XXIV e 3 a 89. CHALMERS, A. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993 (p 24-63). DESCARTES, René. O discurso do Método. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983. VIII a XX e da 1 a 71 SCHWARTZ Joseph. O Momento criativo: mito e alienação nas ciências modernas. Círculo do Livro. 1992. p. 23-107. BRUYNE de, Paul; HERMAN Jacques; SCHOUTHEETE, Marc. Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: F. Alves, 1977. (p. 101-105). BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. CAPRA, Fritjof. O Ponto de Mutação. São Paulo: Círculo do Livro, 1972 COHEN, Percy. Teoria Social Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1970, (p.23-28). DUPUY, M. Jean-Pierre. Nas origens das ciências cognitivas. São Paulo: UNESP, 1996. HAMPEL, Carl. Aspects of scientific explanation and other essays in the philosophy of science. Nova York: Free, 1965. HANSON, Norwood. Patterns of discovery. Cambridge: Cambridge University, 1958. HOLTON. Gerald. La Imaginación Científica. México: FCE, 1985. JEFFREY C. Alexander. Las Teorias Sociológicas desde la Segunda Guerra Mundial. Barcelona, 1995. Cap. 1: Qué es la Teoría. p.11-26. KUHN, Thomas. A tensão e BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. BOMBASSARO, Luiz Carlos. Ciência e Mudança Conceitual: Notas para Epistemologia e História da Ciência. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1975. DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico: São Paulo: Editora Nacional, 1987.FEYERABEND, Paul. Contra o Método. Rio de Janeiro: F. Alves, 1977. GRANGER, Gilles-Gaston. A Ciência e as Ciências. São Paulo: UNESP, 1994. KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1996. LAKATOS, Imre e MUSGRAVE, Alan. A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1977. LÓWY, Michael, Ideologias e Ciência Social. São Paulo: Cortez, 1991. MARX, Karl. A crítica à Economia Política. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1983. POPPER, Karl. Textos escolhidos. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-RIO, 2010. _____. A miséria do Historicismo. São Paulo: Cultrix, 1980. p. 8-42 _____. Autobiografia Intelectual. São Paulo: Cultrix, Ed. Universidade de São Paulo, 1977 _____. A Sociedade Aberta e seus Inimigos. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: USP, 1974. v. 1 e 2 _____. A lógica da Pesquisa científica. São Paulo: Cultriz, 1974a. _____. A Ciência Normal e seus perigos. In: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan (Orgs). A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979, p. 63-71. COMTE, Auguste. Curso de filosofia positiva. In: Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1988. SILVERA, Fernando. A Filosofia da Ciência de Karl Popper: o Racionalismo Crítico. In: Cadernos Catarinense de Física, v.13, n.3, p. 219-230, dez. 1996.
Cursos

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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

ESTÁGIO DE DOCÊNCIA ORIENTADO
Sigla: EDO Número: 06811 Créditos: 3
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Estudos práticos e teóricos sobre a docência em ciências sociais e os processos pedagógicos envolvidos. Método principal: observação participante. Acompanhamento das atividades didáticas de uma turma da graduação, como seminários, aulas expositivas e processo de avaliação, com intervenções pontuais em alguns desses processos de ensino-aprendizagem, supervisionado pelo professor orientador.
Bibliografia:A ser indicada pelo professor orientador.
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SOCIOLOGIA Mestrado 51.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA

 

ESTÁGIO DE DOCÊNCIA (DOUTORADO)
Sigla: SO Número: 56976 Créditos: 3
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Estudos práticos e teóricos sobre a docência em Sociologia e os processos pedagógicos envolvidos. Método principal: observação participante. Acompanhamento das atividades didáticas de uma turma da graduação, como seminários, aulas expositivas e processo de avaliação, com intervenções pontuais em alguns desses processos de ensino-aprendizagem, supervisionado pelo professor orientador. Os discentes de doutorado contemplados com bolsa “Demanda Social” da Capes e do CNPq e optativa para os demais estudantes deverão realizar o estágio de docência até o final do quarto semestre do Curso. Os discentes poderão totalizar até 3 (três) créditos considerando essa disciplina, porém eles não serão utilizados para computo dos créditos totais do Curso.
Bibliografia: A bibliografia desta disciplina é de responsabilidade do professor regente.
Cursos

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SOCIOLOGIA Doutorado 51.0

 

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ETNOGRAFIA SOCIOLÓGICA, POLÍTICA E DO TRABALHO
Sigla: SO Número: 56972 Créditos: 2
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina explana as potencialidades do olhar etnográfico na sociologia. Expõe a sua capacidade para reconstituir as visões variadas que circulam na sociedade, fazer o cruzamento dos pontos de vistas sobre o objeto e tornar mais clara a complexidade das práticas sociais, questionando as categorias de descrição do mundo social. Para tanto, desenvolve-se a abordagem descritiva e interpretativa da pesquisa etnográfica bem como suas possibilidades técnicas (observação participante, entrevista etnográfica e outros registros). Explicitam-se exemplos de pesquisa etnográfica na área de sociologia do trabalho.
Bibliografia: AMEIGEIRAS, Aldo Ruben. El abordaje etnográfico en la investigación social. In: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006. pp. 107-151. ANGROSINO, Michael. Etnografia e observação participante. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. BEAUD, Stéphane e Pialoux, Michel. Etnografia operaria e Sociologia: a composição de uma equipe. In: Trabalhar com Bourdieu. Coordenadores: Pierre Encrevé e Rose-Marie Lagrave. Rio de Janeiro: Bertrand Russel, 2005. BEAUD, Stéphane e PIALOUX, Michel. Retorno à condição operária: investigação em fábricas da Peugeot na França. São Paulo: Boitempo, 2009. BEAUD, Stéphane e WEBER, Florence. Guia para a pesquisa de campo. Produzir e analisar dados etnográficos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014 BECKER, Howard S. Outsiders: hacia una sociología da desviación. Siglo XXI: Buenos Aires, 2009. BECKER, Howard S. Trucos del oficio: como conducir su investigacion en ciencias sociales. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2009. BLUMER, Herbert. El interacionismo simbólico: perspectiva y método. Hora: Barcelona, 1982 BURAWOY, Michael. Revister les terrains. Esquisse dùne theorie de l´ethnographie réflexive. In: Daniel Cefai (2010) (dir) L´engagement ethnographique. Ed de l´EHESS p. 295 -351. BOURDIEU, Pierre. A miséria da teoria. Petrópolis.Editora Vozes, 2012. FALEY, Douglas; Valenzuela, Ángela. Etnografia crítica. In: DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S. (Orgs.). Manual de Investigación Cualitativa. Vol. II. Paradigmas y perspectivas en disputa. Barcelona: Gedisa, 2012. pp. 79-110. GUBER, Rosana. La etnografia. método, campo y reflexividad. Buenos Aires: Siglo XXI, 2011. HOGGART, Richard. La culture du pauvre: études sur le style de vie des classes populaires en Anglaterre. Paris: De Minuit, 1970. LAHIRE, Bernard. O Homem plural. Os determinantes da ação. Petropolis,Vozes.Editora Ciências Sociais da Educação. 2002. LAHIRE, Bernard.Retratos sociológicos: disposições e variações. Porto Alegre: Artmed, 2004. SUPERVIELLE, Marcos. ; ROBERTT, Pedro . La investigación etnográfica. In: QUIÑONES, Mariela; SUPERVIELLE, Marcos; ACOSTA, Maria Julia. (Org.). Introducción a la Sociologia Cualitativa., Fundamentos epistemológicos y elementos de diseño y análisis. 1ed.Montevidéu: Universidad de la República-FCS., 2015, v. 1, p. 97-113. WACQUANT, Lois. Corpo e alma: notas etnográficas de um aprendiz de boxe. Rio de Janeiro: Relume, 2002. WACQUANT, Loïc. Seguindo Pierre Bourdieu no campo. Rev. Sociol. Polit., Jun 2006, no.26, p.13-29. WEBER, Florence. Ethnographie de la parenté. Entretien avec Florence Weber. La vie des ideés. In: http://www.laviedesidees.fr/ WEBER, Florence.Trabalho fora do trabalho. Uma etnografia das percepções. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. WHYTE, William Foote.. Sociedade de esquina. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2005.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 34.0

 

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FUNDAMENTOS DE SOCIOLOGIA
Sigla: FSO Número: 000497 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2013 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina visa discutir a formação do pensamento sociológico clássico para a compreensão das sociedades modernas no contexto das transformações econômicas, políticas e sociais promovidas pela emergência das sociedades capitalistas industriais da virada do século XVIII e XIX. Para tal serão abordados os seguintes pontos: o contexto histórico do aparecimento da sociologia; o materialismo histórico e dialético de Karl Marx; ofuncionalismo de Émile Durkheim; e a sociologia compreensiva de Max Weber. Os objetivos são oportunizar o acesso ao pensamento clássico da sociologia aos alunos ingressantes do programa oriundos de outras áreas de conhecimento, ao mesmo tempo em que também um momento de rediscussão de conteúdos aos alunos oriundos das ciências sociais.
Bibliografia:ARON, Raymond. Etapas do Pensamento Sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1982. CASTRO & DIAS. Sociologia. Introdução ao pensamento sociológico. Rio de Janeiro: Eldorado, 1981. COLLINS, Randall. Quatro tradições sociológicas. 2009. Petrópolis: Vozes. DURKHEIM, Emile. Coleção Grandes Cientistas Sociais. Nº 1. São Paulo: Ática, 1984. ______. As regras do método sociológico. São Paulo: Editora Nacional. 1990. LALLEMENT, M. História das idéias sociológicas – vol. I: Das origens a Max Weber. Petropólis: Vozes. 2008. MARX, Karl e ENGELS, F. A ideologia Alemã. São Paulo: Hucitec. 1993. MARX, K. O Capital (Edição resumida). Rio de Janeiro: LTC. 1982. SEEL, Carlos Eduardo. Sociologia clássica: Marx, Durkheim e Weber. Petropólis: Vozes. 2009. WEBER, MAX. Sociologia. Coleção Grandes cientistas Sociais. Nº 13. São Paulo: Ática, 1984. ______. A ética Protestante e o espírito do capitalismo. Lisboa: Editorial Presença. 1990. ______. Economia e sociedade – Volume I. São Paulo: Editora UnB. 2004.
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PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS SOBRE ESTADO E DESENVOLVIMENTO
Sigla: SO Número: 56983 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina apresenta cinco perspectivas sobre Estado e Desenvolvimento (inglesa, francesa, alemã, norte-americana e latino-americana). Teorias do Desenvolvimento na Sociologia. Políticas Públicas. Dinâmicas políticas e atores sociais. Interdependências e redes sociais. Movimentos Sociais e Estado.
Bibliografia: ARAÚJO, Luísa e RODRIGUES, Maria de Lurdes. Modelos de análise das políticas públicas: Sociologia, Problemas e Práticas [Online], 83 | 2016. Acessado em: 06 Fevereiro 2017. BIANCHI, Alvaro. O conceito de estado em Max Weber. Lua Nova [online]. 2014, n.92, pp.79-104. BOURDIEU. Pierre, Sobre o Estado. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.p.29-54/p. 441-460. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/267354862/Sobre-o-Estado-BOURDIEU-Pierre. Acessado: 01/09/2017. BRASIL, Gonçalves, Felipe; CAPELLA, Niedhardt Claudia Ana. Os Estudos das Políticas Públicas no Brasil: Passado, Presente e Caminhos Futuros da Pesquisa Sobre Análise de Políticas. Revista Política Hoje – Volume 25, n. 1. 2016. CASTELLS, Manuel. A nova economia: informacionalismo, globalização e funcionamento em rede. In: A Sociedade em rede. São Paulo: Editora Paz e Terra.1999. CORTES, Vargas, Soraya; LIMA, Leite Luciana. A contribuição da sociologia para a análise de políticas públicas. Lua Nova, São Paulo, 87: 33-62, 2012. COUTINHO. Nelson, Carlos. O Estado brasileiro: gênese, crise, alternativas. In: Fundamentos da educação escolar do brasil contemporâneo. p. 173-200. DAGNINO, Eveline. Construção democrática, neoliberalismo e participação: os dilemas da confluência perversa. Politica & Sociedade.N• 5 – outubro de 2004, p. 139 – 164. DURKHEIM, Emille. Da divisão social do trabalho. São Paulo: Editora Martins Fontes. 2007.p. 187-282. ELIAS. N. O processo civilizador – formação do estado e civilização (vol. 2), Rio de Janeiro: Jorge Zahar.1993.p. 87-171. Disponível em: https://uerjsa.files.wordpress.com/2013/04/elias-norbert-o-processo-civilizador-vol-ii.pdf . Acessado em: 01/09/2017. EVANS, Peter. O Estado como problema e solução. Lua Nova, São Paulo , 1993 . n. 28-29, p. 107-157. FERNANDES. F. A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975.p. 13-149/p.201-289. FOX, Jonathan. How Does Civil Society Thicken? The Political Construction of Social Capital in Rural Mexico. World Development, Vol. 24, Nº 6, 1089-1103.1996. FREY, K. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e políticas públicas, Brasília, IPEA, nº 21, jun.,2000. Disponível em: http://www.usp.br/procam/docs. Acessado em: 05/08/2009. HOWLETT, Michael; RAMESH, M; PERL, Anthony. O contexto da Política Pública. In: Política Pública: seus ciclos e subsistemas: uma abordagem integral. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.p. 57-103. JANNUZZI,P.M. Indicadores Sociais no Brasil: conceitos, medidas e aplicações. Campinas: Allínea/PUC-Campinas, 2004 (3ª. ed.).p.11-37 . Disponível em: https://favaretoufabc.files.wordpress.com/2014/06/januzzi-principais-indicadores-sociaiscompleto.pdf . Acessado em: 01/09/2017. KINGDON, John. Agendas, alternatives, and public policies. Nova York. Harper Collins. 1995. LEME, Alessandro, André. Desenvolvimento e sociologia: uma aproximação necessária. Soc. estado., Brasília , v. 30, n. 2, p. 495-527, Aug. 2015 . MARQUES, Eduardo. Redes sociais e poder no Estado brasileiro: aprendizados a partir de políticas urbanas. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 21 (60). 2006. MARTINS, de Souza, José. O Poder do Atraso; Ensaios de Sociologia da História Lenta. São Paulo: Hucitec, 1994.Cap. I e II. MARX, Karl. O 18 Brumário de Luís Bonaparte. NIERDELE, Paulo André; RADOMSKY, Guilherme Francisco Waterloo. Introdução às teorias do desenvolvimento. Coordenado pelo SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2016. POLANYI, K. 1944. A grande transformação: as origens da nossa época. Rio de Janeiro, Campus, 1980. p. 259-302. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/262942/mod_resource/content/2/A_grande_transformac%CC%A7ao_as_
origens_de_nossa_epoca_Polanyi.pdf Acessado em: 01/09/2017. WEBER, Max. Economia e sociedade. Brasília: Editora UNB, 1991. Volume II, Seção 8. p. 517-580.
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PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS COM SOFTWARE QUALITATIVO
Sigla: PCSQL Número: 0560174 Créditos: 2
Data de Início: 12/07/2018 Data de Fim: 
Ementa: Metodologia de análise qualitativa. Da teoria à empiria e da empiria à teoria. Debate teórico-metodológico. Métodos tradicionais de análise qualitativa. A introdução de software de análise qualitativa. O Tutorial do Software. Fontes de informação. Codificação textual e outros tipos de codificação. Combinações entre pesquisas quantitativa e qualitativas. Anotações e memos. Criação e exportação de relatórios
Bibliografia: GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Capítulos 8 e 9. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. pp. 135-177. KELLE, Udo. Análise com auxílio de computador: codificação e indexação. In: BAUER, Martin; GASKELL, George.(Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. pp. 393-415. CHERNOBILSKY, Lilia Beatriz. El uso de la computadora como auxiliar en el análisis de datos cualitativos. In: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene.(Org.). Barcelona: Gedisa, 2006. 239-273. QSR International. NVIVO. Versões mais recentes. TEIXEIRA, Alex. Análise qualitativa com o programa NVivo 8: fundamentos. 2010.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 34.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS COM SOFTWARE QUANTITATIVO
Sigla: PCSQT Número: 0560175 Créditos: 2
Data de Início: 12/07/2018 Data de Fim: 
Ementa: Noções gerais de metodologia da pesquisa quantitativa. Construções e importação de bases de dados. Manipulação de dados e transformação de bases de dados. Análise de frequências e cálculo de medidas de tendência central. Tipos de variáveis, tabelas estatísticas e cálculo de coeficientes de associação. Análise de Regressão e de Correlação. Análise Fatorial. Elaboração de gráficos e relatórios
Bibliografia: BISQUERRA, R. ; Sarriera, J, C e Martinez, Francesc. Introdução à estatística. Enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004. GARCÍA FERRANDO, Manuel. Socioestadística. Introducción a la estadística em sociología. Madrid: Alianza Editorial, 1985. GALTUNG, J. Técnicas de Pesquisa Social. Matriz de Dados. Noru´-Novos Rumos Sociológicos. Revista do PPGS/UFPel. 2013 PSPP. http://pspp.verkn.com.br/ WAGNER, Mario, B. ; Motta, Valter T. ; Dornelles, Cristina. SPSS passo a passo: statistical package for the social sciences. Caxias do Sul: Educs, 2004.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

PESQUISA QUALITATIVA EM SOCIOLOGIA COM O PROGRAMA N-VIVO
Sigla: SO Número: 56968 Créditos: 2
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Metodologia de análise qualitativa. Da teoria à empiria e da empiria à teoria. Debate teórico-metodológico. Métodos tradicionais de análise qualitativa. A introdução de software de análise qualitativa. O Tutorial do Software N-Vivo. Fontes de informação. Codificação textual e outros tipos de codificação (imagem, áudio, vídeo e fontes de internet). Classificações. Pesquisa quantitativa-qualitativa com conjuntos de dados. Anotações e memos. Criação e exportação de relatórios.
Bibliografia: GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Capítulos 8 e 9. Coleção Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed: 2009. pp. 135-177. KELLE, Udo. Análise com auxílio de computador: codificação e indexação. In: BAUER, Martin; GASKELL, George. (Orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. pp. 393-415. CHERNOBILSKY, Lilia Beatriz. El uso de la computadora como auxiliar en el análisis de datos cualitativos. In: Estratégias de investigación cualitativa. VASILACHIS DE GIALDINO, Irene. (Org.). Barcelona: Gedisa, 2006. 239-273. QSR International. NVIVO Introdução. 2009. TEIXEIRA, Alex. Análise qualitativa com o programa NVivo 8: fundamentos. 2010.
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PESQUISA QUANTITATIVA EM SOCIOLOGIA COM O PROGRAMA SPSS
Sigla: SO Número: 56969 Créditos: 2
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Pesquisa Quantitativa com o software SPSS. Noções gerais de metodologia da pesquisa quantitativa. Construções e importação de bases de dados. Manipulação de dados e transformação de bases de dados. Análise de frequências e cálculo de medidas de tendência central. Tipos de variáveis, tabelas estatísticas e cálculo de coeficientes de associação. Análise de Regressão e de Correlação. Análise Fatorial, Análise de Cluster e Análise de Correspondência.
Bibliografia: BISQUERRA, R. ; Sarriera, J, C e Martinez, Francesc. Introdução à estatística. Enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004. GARCÍA FERRANDO, Manuel. Socioestadística. Introducción a la estadística em sociología. Madrid: Alianza Editorial, 1985. GALTUNG, J. Técnicas de Pesquisa Social. Matriz de Dados. Norus-Novos Rumos Sociológicos. Revista do PPGS/UFPel. 2013. WAGNER, Mario, B. ; Motta, Valter T. ; Dornelles, Cristina. SPSS passo a passo: statistical package for the social sciences. Caxias do Sul: Educs, 2004.
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RAÇA, ETNIA E DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL
Sigla: RED Número: 0568157 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina discute a ideia de modernidade, construída pelo pensamento social brasileiro, a partir do final do século XIX, através do conceito de raça, e a formação da identidade nacional brasileira, na década de 30 do século XX, utilizando a noção de etnia. Além disso, também trabalha a reatualização dessa ideia a partir da formação de uma sociedade de consumo de massas, nos anos 70, e a globalização, a partir dos anos 90, principalmente, através das teorias pós- colonialistas. A ênfase da disciplina está na discussão da busca de uma identidade nacional e na construção da ideia de modernidade e seus reflexos, principalmente a discussão da manutenção das desigualdades sociais e raciais no Brasil.
Bibliografia:ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. “Dilemas do Brasil moderno: A questão racial na obra de Florestan Fernandes”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. AZEVEDO, Célia Marinho de. “O abolicionismo transatlântico e a memória do paraíso racial brasileiro”, in: Estudos Afro-asiáticos, n.º 30, dez.1996. AZEVEDO, Thales de. “Classes sociais e grupos de prestígio”, in: Cultura e situação racial no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1956. BAIRROS, Luiza. “Orfeu e Poder: uma perspectiva afro-americana sobre a política racial no Brasil”, in: Estudos Afro-asiáticos, n º 17,1996. BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998. DA MATTA, Roberto. “Digressão: a fabula das três raças, ou o problema do racismo à brasileira”, in Relativizando, uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1990. FERNANDES, Florestan. Integração do Negro na sociedade de classes. São Paulo: Cia editora Nacional, 1o. vol., 1965. ___________________.“A persistência do passado”, in: O negro no mundo dos brancos. São Paulo: Difel, 1972. FRY, Peter. “O que a Cinderela Negra tem a dizer sobre a ‘política racial” no Brasil”, in: Revista USP, n º 28. FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. Rio de Janeiro: Schimimidt, 1933. GILROY, Paul. Entre campos. São Paulo: Annablume, 2007. GUIMARÃES, Antonio Sérgio. “Cor, classe e status nos estudos de Pierson, Azevedo e Harris na Bahia, 1940-1960”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. _______________________. Classes, raça e democracia. São Paulo: Editora 34, 2002. HANCHRARD, Michel. “Cinderela negra? raça e esfera pública no Brasil”, in: Estudos Afro-asiáticos, n º 30, 1996. HARRIS, Marvin. “O Padrão brasileiro”, in: Padrão Racial nas Américas. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira, 1967. HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. IANNI, Otávio. “O negro e o mulato”, in: As metamorfoses do Escravo. São Paulo: Difel, 1965. MAGGIE, Yvonne. “Aqueles a quem foi negada a cor do dia: as categorias de cor e raça na cultura brasileira”, in: MAIO, Marcos Chor (org.). Raça, ciência e sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil/ Editora Fio Cruz,1995. MEDEIROS, Maria Alice de A. Elogio da dominação, Rio de Janeiro: Ed. Achimé, 1984. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira & identidade nacional. São Paulo: Editora brasiliense, 1985. PIERSON, Donald. “O cenário” e “Composição racial das classes na sociedade baiana”, in: Brancos e Pretos na Bahia. São Paulo: Editora Nacional, 1971. RAMOS, Guerreiro. Introdução crítica à sociedade brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Andes Ltda., 1957 (3a. parte). RODRIGUES, Raymundo Nina. Os Africanos no Brasil. Rio Janeiro: Centro Eldestein de Pesquisa, 2010. _____________. As coletividades anormais. Brasília: Edições do Senado Federal, 2006. ROMERO, Silvio. “Os novos partidos políticos no Brasil e o grupo positivista entre eles”, in: O evolucionismo e o positivismo no Brasil. Rio de Janeiro: Livraria Clássica, 1895. SANTOS, Luiz A. de Castro. “A casa-grande e o sobrado na obra de Gilberto Freire”, in: Anuário Antropológico 83, Tempo Brasileiro/Edições UFC, 1985. SCHWARCZ, Lília M. “Nomeando as diferenças: a construção da idéia de raça no Brasil”, in: VILLAS BOAS, Glacias & GONÇALVES, Marco Antonio (org.). O Brasil da virada do século. Rio de Janeiro Relume/ Dumar´, 1995. ___________________.O Espetáculo das Raças. São Paulo: Cia das Letras,2004 SILVA, Nelson do Vale. “Extensão e Natureza das desigualdades raciais no Brasil”, in: GUIMARÃES, A. S. e HUNTLEY. Tirando as máscaras. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

RELAÇÕES SOCIAIS DE GÊNERO E PODER
Sigla: SO Número: 56679 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: O objetivo da disciplina é examinar como e até que ponto as reflexões teóricas e metodológicas suscitadas pelos estudos de gênero e poder podem ser úteis aos cientistas sociais. De outra parte, busca-se relacionar a temática da saúde e da doença, aos dois conceitos anteriormente priorizados, na perspectiva de aprofundar debates sobre o homem enfermo.
Bibliografia: ARMUS, Diego. From Malaria to Aids: Disease in the History of Modern Latin América. Durham: Duke University Press, 2003. AZEVEDO, Francisca L. Nogueira de. Biografia e gênero. In: GUAZZELLI, Cesar Augusto Barcellos et al. (org.). Questões de teoria e metodologia da história. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2000. BERTOLLI FILHO, Cláudio. História Social da Tuberculose e do Tuberculoso. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. BRITO, Nara. La dansarina: A gripe espanhola e o cotidiano na cidade do Rio de Janeiro. História, Ciências e Saúde: Manguinhos, IV (1): 11-30, jun. 1997. BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. CHALHOUB, Sidney (Org.). Artes e ofícios de curar no Brasil: capítulos de história social. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2003. CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. CORBIN, Alain. Saberes e Odores. O olfato e o imaginário nos séculos dezoito e dezenove. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. COSTA, Nilson. Lutas urbanas e controle sanitário. Petrópolis: Vozes, 1985. COSTA, Jurandir. Ordem Médica e norma familiar. Rio de Janeiro: Graal, 1983. CUETO, Marcos. El regreso de lãs epidemias: salud y sociedad em el Perú del siglo XX. Lima: IEP, 1997. DANTES, Maria Amélia (Org.). Espaços da Ciência no Brasil. 1800-1930. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. DIAS, Maria Odila Leite da Silva. Teoria e método dos estudos feministas: perspectiva histórica e hermenêutica do cotidiano. In: Vários. Uma questão de gênero. São Paulo: Editora Rosa dos Tempos, 1991. ELIAS, Norbert. A solidão dos moribundos.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2001. FOUCAULT, Michel. A Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1984. FOUCAULT, Michel. A arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense, 1997. FOUCAULT, Michel. História da Loucura. São Paulo: Perspectiva, 2005. FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 2006. HOCHMAN, Gilberto e ARMUS, Diego (Orgs.). Curar, Controlar, Cuidar. Ensaios históricos sobre saúde e doença na América Latina e Caribe. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2004. MACHADO, Roberto et all. Danação da norma: medicina social e constituição da psiquiatria no Brasil. Rio de Janeiro: Graal, 1978. NASCIMENTO, Dilene e CARVALHO, Diana (Orgs.). Uma história brasileira das doenças.Brasília: Paralelo 15, 2004. NASCIMENTO, Dilene. As pestes do século XX: tuberculose e Aids no Brasil: uma história comparada. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005. NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos Feministas. Florianópolis, v. 8, n. 2, 2000. PEREIRA NETO, André de Faria. Ser Médico no Brasil. O presente no passado. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. PÔRTO, Ângela. A vida inteira que podia ter sido e não foi: a trajetória de um poeta tísico. História, Ciências e Saúde: Manguinhos, VI (3) 523-550, nov. 1999/fev. 2000. RIBEIRO, Maria Alice. História sem fim… um inventário da saúde pública. São Paulo: Unesp, 1993. RIBEIRO, Márcia. A Ciência nos Trópicos. A arte médica no Brasil do século XVIII. São Paulo: HUCITEC, 1997. ROSEN, George. Da Polícia Médica à Medicina Social. Rio de Janeiro: Graal, 1984. ROSEN, George. Uma História da Saúde Pública. São Paulo: Unesp/HUCITEC/ Abrasco, 1994. RAGO, Margareth. As mulheres na historiografia brasileira. In: SILVA, Zélia Lopes da (org.). Cultura histórica em debate. São Paulo: UNESP, 1995. SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. História Geral da Medicina Brasileira. São Paulo: HUCITEC: Ed. Universidade de São Paulo, 1991, 2 v. SCHPUN, Mônica Raisa (org.). Gênero sem fronteiras. Florianópolis: Editora Mulheres, 1997. SCOTT, Joan. História das mulheres. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: UNESP, 1992. SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & realidade. Porto Alegre: FACED/UFRGS, 20(2): 71-99, julho/dezembro 1995. SONTAG, Susan. A doença como metáfora. Rio de Janeiro: Graal,1988.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

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SEMINÁRIO AVANÇADO I
Sigla: SAI Número: 000500 Créditos: 2
Data de Início: 01/01/2012 Data de Fim: 
Ementa: Seminários realizados em função do interesse do docente (permanente, colaborador e visitante) do Programa, com a finalidade de desenvolver temáticas específicas de cada Linha de Pesquisa.
Bibliografia: De acordo com a proposta de seminário apresentada.
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SEMINÁRIOS DE HISTÓRIA ORAL
Sigla: SO Número: 56950 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina pretende abordar a História Oral, em seus aspectos teóricos e metodológicos. Neste sentido trabalhará com questões que incluem a História, a Memória e a Identidade. Também será enfocada a construção de um projeto de pesquisa que utilize a história oral como uma das suas metodologias, tendo especial atenção às modalidades (história oral temática, história oral de vida e tradição oral), elaboração de roteiro, entrevista, transcrição, questões jurídicas e guarda de acervo.
Bibliografia: ALBERTI, Verena. Ouvir Contar. Textos em História Oral. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2004. AMADO, Janaína e FERREIRA, Marieta. Usos e Abusos da História Oral. Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 1996. BAUMAN, Zygmunt. Identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. BENJAMIN, Walter. O narrador. São Paulo: Brasiliense, 1994. Obras Escolhidas, V.3. BORELLI, Sílvia. Memória e Temporalidade. Diálogo entre Walter Benjamin e Henri Bergson. São Paulo: EDUC, 1992. BOSI, Ecléa. Memória e Sociedade: Lembranças de Velhos. Ed. da Universidade de São Paulo, 2. Ed. 1987. CANDAU, Joël. Antropologia de la memoria. Buenos Aires: Nueva Visión, 2002. FERREIRA, Marieta de Moraes (org.).História oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro : Editora Fiocruz/Casa de Oswaldo Cruz / CPDOC – Fundação Getulio Vargas, 2000. HALBWACHS, Maurice. A Memória Coletiva. São Paulo: Centauro, 2004. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1999. MEIHY, José e HOLANDA, Fabíola. História Oral: como fazer, como pensar. São Paulo: Contexto, 2007. POLLAK, Michael. Memória, Esquecimento, Silêncio. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 2, n. 3, 1989, p. 3-15. SARLO, Beatriz. Tempo presente. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005. SCHMIDT, Benito. O Biográfico: perspectivas interdisciplinares. Santa Cruz do Sul: Ed. da UNISC, 2000.
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SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

SEMINÁRIOS DE ORIENTAÇÃO DE TESE
Sigla: SO Número: 56975 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina será desenvolvida com vistas a viabilizar a realização da qualificação e o posterior desenvolvimento da tese de doutoramento. Nesse sentido, a tônica da disciplina dar-se-á através de um constante processo de interlocução crítica e construtivista com vista à qualificação dos projetos de tese de doutorado, a ser desenvolvido diretamente com o orientador, de forma individualizada, a partir das necessidades e especificidades de cada projeto. O discente solicitará matrícula nesta disciplina no período de elaboração de tese para manter vínculo com o Programa de Pós-graduação em Sociologia, porém os créditos não serão utilizados para computo dos créditos totais do Curso.
Bibliografia: A bibliografia desta disciplina é de responsabilidade do professor orientador.
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SOCIOLOGIA DA GLOBALIZAÇÃO
Sigla: SO Número: 56963 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina tem o propósito de apresentar a crítica do pensamento social recente face ao processo de globalização ou mundialização que recolocou sob novos prismas as questões referentes ao: Estado – nação, processo produtivo, tradicional / moderno, às classes e aos movimentos sociais, e à cultura. Nesse complexo cenário emergiu a problemática do risco na sociedade, em contraste com a relativa certeza das análises clássicas do pensamento social mais centradas em espaços nacionais. A globalização não se efetiva num tempo-espaço abstrato, porém redimensiona o tempo-espaço, as hierarquias sociais, os conflitos sociais e as identidades coletivas numa constelação pós-nacional. A ideia de risco aparece dada à flexibilização societária, como um problema relevante na literatura sociológica contemporânea, pois diz respeito à reinvenção das relações entre indivíduo e sociedade – ação e estrutura – um dos objetos centrais da tradição sociológica
Bibliografia: CASTEL, Robert (1998) As metamorfoses da questão social. Uma crônica do salário. Petrópolis/RJ: Vozes. DABAT, Alejandro (1993) El mundo y las naciones. Cuernavaca:UNAM, Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinar. DOMINGUES, José Maurício (1999) Sociologia e modernidade. Para entender a sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: CivilizaçãoBrasileira. HARVEY, David (1992). A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola. Idem. (2004 a). Espaços de esperança. São Paulo: Loyola. MANNHEIM, Karl (1982). Sociologia. Marialice Foracchi (org.). São Paulo: Ática. (Coleção Grandes Cientistas Sociais: 25) SANTOS, Boaventura de Sousa (1997). Pela mão de Alice. O social e o político na pós-modernidade. São Paulo: Cortez. Idem. (1999). Reinventar a democracia : entre o pré-contratualismo e o pós-contratualismo. In: Agnes Heller et al. A crise dos paradigmas emciências sociais e os desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Contraponto. WALLERSTEIN, Immanuel (2002). Após o liberalismo. Em busca da reconstrução do mundo. Petrópolis / RJ: Vozes. BAUMAN, Zygmunt (1999). Globalização. As conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. BECK, Ulrich (1999). O que é globalização? Equívocos do globalismo. Respostas à globalização. São Paulo: Paz e Terra. BOURDIEU, Pierre (1997). A miséria do mundo. Petrópolis/RJ: Vozes. DUPAS, Gilberto (2005). Atores e poderes na nova ordem global. Assimetrias, instabilidades e imperativos de legitimação. São Paulo: EditoraUNESP. FURTADO, Celso (1992). Brasil a construção interrompida. Rio de Janeiro: Paz e Terra. GENTILI, Pablo (org.) (1999). Globalização excludente. Desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. Petrópolis / RJ: Vozes. HABERMAS, Jürgen (2001). A constelação pós-nacional. São Paulo: Littera Mundi. HARVEY, David (2004 b). O novo imperialismo. São Paulo: Loyola IANNI, Octávio (1992). A idéia de Brasil moderno. São Paulo: Brasiliense. Idem. (1995). Teorias da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Idem. (1997). A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. LIMOEIRO e CARDOSO, Miriam (1999). Ideologia da globalização e (des)caminhos da ciências sociais. In: Pablo Gentili (org.). Globalização excludente. Desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. op. cit. p. 96-127. MELLO, Alex Fiúza de. (2000). Capitalismo e mundialização em Marx. São Paulo: Perspectiva; Belém / PA: SECTAM. MICHALET, Charles-Albert (2003). O que é mundialização? São Paulo: Loyola. NOGUEIRA, Marco Aurélio (2004). Um Estado para a sociedade civil: temas éticos e políticos da gestão democrática. São Paulo: Cortez. ORTIZ, Renato (1994). Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense. SANTOS, Milton (2001). Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro / Rio de Janeiro: Record. SENE, Eustáquio de (2004). Globalização e espaço geográfico. São Paulo: Contexto. SORJ, Bernardo (2000). A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. BECK, Ulrich; GIDDENS, Anthony & LASH, Scott (1997). Modernidade reflexiva: política, tradição e estética na ordem social moderna. São Paulo: UNESP. BECK, Ulrich (1998). La sociedad del riesgo. Hacia una nueva modernidad. Barcelona/Espanha: Paidós, EWALD, François (1996). Le État Providence. Paris/França: Bernard Gasset. GIDDENS, Anthony (1991). As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP. Idem. (2003). Mundo em descontrole. O que a globalização está fazendo de nós. Rio de Janeiro: Record. HABERMAS, Jürgen (1983). Técnica e ciência enquanto ideologia. In: Benjamin, Horkheimer, Adorno & Habermas. Textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural. (Coleção Os Pensadores) SENNETT, Richard (1999). A corrosão do caráter. Consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record.
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SOCIOLOGIA DAS CIDADES
Sigla: SDC Número: 0568168 Créditos: 4
Data de Início: 01/01/2013 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina trata dos processos sociais e políticos que configuram a cidade numa estrutura de desigualdade e de diferenciação social. A discussão de conceitos, teorias e interpretações está relacionada à observação da reestruturação das formas de desenvolvimento das cidades e seu impacto na interação dos atores-cidadãos na sociedade contemporânea. Com base no referencial teórico-metodológico proposto por alguns autores propõe-se discutir os vários aspectos do processo contemporâneo de reconfiguração das cidades que geram situações de desigualdade e diferenciação social. Pretende-se estudar o processo de segmentação, fragmentação e segregação dos grupos e classes sociais no espaço urbano, bem como compreender as mudanças das relações sociais redimensionadas por aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais, que ocorrem no interior dos processos de interação (socialização e sociabilidade) no espaço local atravessado pela dinâmica de um mundo globalizado.
Bibliografia:BARCELLOS, Tanya; MAMMARELLA, R. O significado dos condomínios fechados no processo de segregação espacial na metrópoles. Textos para discussão FEE Nº 19. Porto Alegre: FEE, 2007. Disponível em: www.fee.tche.br Acessado: 10 de outubro de 2011. BOURDIEU, Pierre. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus, 1996. Cap.1. CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Segregação urbana, enclaves fortificados e espaço público. In: Cidade de Muros: crimes, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Edusp; Editora 34, 2000. cap.6, p.211-255; cap.7, p.257-300; cap. 8. p.301-340. ELIAS, Norbert. O Processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. Vol. 2 FRÚGOLI Jr., Heitor. Centralidade em São Paulo: trajetórias, conflitos e negociações na metrópole. São Paulo: EDUSP, 2006. Introdução e cap. 2. HARVEY, David. Os espaços de utopia. In: Espaços de Esperança. São Paulo: Ed. Loyola, 2004. p.181-238. HOLSTON, James. A cidade modernista: uma crítica de Brasília e sua utopia. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. Cap. 6 e 7. http://www.ifhc.org.br/files/apresentacoes/1939.pdf (15/out/2004). Acessado em 09/out/2011. JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Ed. WMF Martins Fontes, 2009. KOWARICK, Lúcio. Viver em risco: sobre a vulnerabilidade socioeconômica e civil. São Paulo: Ed. 34, 2009. LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999. Cap. IV, VI. MARTINS, José de Souza. Em fuga ou em busca? Notas sobre a “segregação” no modo de vida da metrópole. IN: A segregação nas metrópoles: características, tendências e políticas. Disponível em: MOTTA, Diana M. É o conceito de segregação pertinente para entender a realidade metropolitana? IN: A segregação nas metrópoles: características, tendências e políticas. Disponível: http://www.ifhc.org.br/files/apresentacoes/1938.pdf (15/out/2004). Acessado em 09/out/2011. PASTERNAK, Suzana. É o conceito de segregação pertinente para entender a realidade metropolitana? IN: A segregação nas metrópoles: características, tendências e políticas. Disponível: http://www.ifhc.org.br/files/apresentacoes/1937.pdf (15/out/2004). Acessado em 09/out/2011. POLANYI, Karl. A grande Transformação. Rio de Janeiro: Campus, 2000. p.89-98. RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz (org.) Metrópoles entre a coesão e a fragmentação: a cooperação e o conflito. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Rio de Janeiro: FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional. 2004. p.9-14; p.17-40. RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz (org.). O futuro das Metrópoles: desigualdades e governabilidade. Rio de Janeiro: Revan, FASE, 2000. p.63-98. SASSEN, Saskia. Sociologia da globalização. Porto Alegre: Artemed, 2010. Cap.2, 4 e 7. SIMMEL, Georg. “Sociability” e “Conflict”. In: On individuality and social forms. Chicago: University of Chicago, 1971. SIMMEL, Georg. Questões fundamentais de Sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. SOARES, Paulo Roberto Rodrigues & UEDA, Vanda. Cidades Médias e Modernização do Território no Rio Grande do Sul. In: Cidades Médias, Espaços em Transição. SPOSITO, M. Encarnação Beltrão (org.). São Paulo: Expressão Popular, 2007. SVAMPA, Maristella. Los que ganaron: la vida em los countries y barrios privados. Buenos Aires: Biblos, 2008. TASCHNER, Suzana P.; BÓGUS, Lúcia M.M.. A cidade dos anéis: São Paulo. Ribeiro (org.) O futuro das Metrópoles: desigualdades e governabilidade. Rio de Janeiro: Revan, FASE, 2000. WACQUANT, Loïc. Las dos caras de un gueto: ensayos sobre marginalización y penalización. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2010a. WACQUANT, Loïc. Os condenados da cidade. Rio de Janeiro: Revan; FASE, 2001. (2ª edição set. 2005. p.47-94; p. 95-109. WACQUANT, Loïc. Parias urbanos: marginalidad em La ciudad a comienzo del milênio. Buenos Aires: Manatial, 2010b. Introdução, cap. 2 e cap. 3.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

 

SOCIOLOGIA DO CONSUMO
Sigla: SO Número: 59142 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: O curso discute as principais linhas de pesquisa da Sociologia do Consumo, de modo que possa apresentar definições teóricas e alguns subsídios para pesquisa. O que se propõe é compreender e problematizar a noção de sociedade e cultura de consumo, considerando sua dimensão sociocultural, política, urbana e econômica, a partir das seguintes temáticas: (1) Teorias clássicas/contemporâneas da sociologia do consumo; (2) Classes, distinção e espaço social; (3) Cultura de consumo, identidade e diferença; (4) Consumidor-cidadão: o global e o local; (5) Mercados de bens e serviços e a política de valor. Com efeito, esse debate foca na dimensão do consumo na sociabilidade cotidiana, na constituição de identidades e práticas socioculturais, mas também debate as redefinições dos mercados pelo turismo e tecnologias, das políticas culturais, da participação política, da mobilidade, e, em sua dimensão mais ampla, das fronteiras dos estados nacionais.
Bibliografia: APPADURAI, Arjun. Consumo, duração e história. In. Dimensões culturais da globalização: a modernidade sem peias. Lisboa: Teorema, 2004. ______. Mercadorias e a Política de Valor. In A vida social das coisas: as mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: Editora da UFF, 2008. BARBOSA, Lívia. Sociedade de Consumo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. BOURDIEU, Pierre. Gostos de Classe e Estilo de Vida. In ORTIZ, Renato (org.). Pierre Bourdieu. São Paulo: Ática, Coleção Grandes Cientistas Sociais, v. 39, 1983. ______. A dinâmica dos campos. In A Distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto Alegre, RS: Zouk, 2007. CANCLINI, Néstor Garcia. Consumidores do século XXI, cidadãos do XVIII. In Consumidores e Cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2006. ______. O Consumo serve para pensar. In Consumidores e Cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2006. FEATHERSTONE, Mike. Teorias da cultura de consumo. In Cultura de consumo e pós-modernismo. São Paulo: Studio Nobel, 1995. ______. Estilo de vida e cultura de consumo. In Cultura de consumo e pós-modernismo. São Paulo: Studio Nobel, 1995. ______. A autonomização da esfera cultural. In O Desmanche da cultura: globalização e identidade. São Paulo: Studio Nobel: Sesc, 1997. HARVEY, David. A transformação político-econômica do capitalismo do final do século XX. In Condição Pós-moderna. 17ª ed. São Paulo, Editora Loyola, 2008. SIMMEL, Georg. A metrópole e a Vida do Espírito. In: FORTUNA, C. (org.). Cidade, cultura e globalização: ensaios de sociologia. Oeiras: Celta, 1997. MARINAS, José Miguel. Simmel y la Cultura del Consumo. Reis. Revista Española de Investigaciones Sociológicas [en linea] 2000, (Sin mes) : [Fecha de consulta: 6 de junio de 2016] Disponible en:].
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SOCIOLOGIA DO TRABALHO
Sigla: SO Número: Número: 56958 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: O curso visa discutir o papel do trabalho na sociedade capitalista e suas transformações atuais, procurando analisar as mudanças tecnológicas e organizacionais no processo de trabalho e suas implicações na constituição de identidades sociais, atores coletivos, movimentos sociais e políticos. Para tal os temas norteadores da disciplina são os seguintes: trabalho como categoria estruturante na sociedade capitalista; da acumulação fordista à acumulação flexível; a reordenação produtiva global: as redes empresariais e a desterritorialização da produção; flexibilização, fragmentação e heterogeneidade no trabalho; cidadania e direitos do trabalho; o novo mundo do trabalho para além da fábrica: informalidade e economia solidária; trabalho e subjetividade: a construção social de um novo trabalhador na contemporaneidade. A disciplina está organizada em aulas expositivas, discussão de textos e apresentação de vídeos sobre as temáticas.
Bibliografia: ANTUNES, Ricardo. Qual crise da sociedade do trabalho? In: Adeus ao trabalho? São Paulo: Cortez. 2005. BARBOSA, Attila Magno e Silva. (2011), “O empreendedor de si mesmo e a flexibilização no mundo do trabalho”. Revista de Sociologia e Política, Curitiba, 19, 38: 121-140. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. A busca por segurança no mundo atual. Rio, Zahar, 2003. BENDASSOLLI, Pedro Fernando. Público, privado e o indivíduo no novo capitalismo. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 12(2): 203-236, novembro de 2000. BEYNON, Huw. As práticas do trabalho em mutação. In: ANTUNES, Ricardo et alli. Neoliberalismo, trabalho e sindicatos. 4 ª ed. São Paulo: Boitempo, 1999. 136 p. p. 9-38. BIHR, Alain. Da grande noite à alternativa. São Paulo: Boitempo. 1998BOLTANSKI, Luc & CHIAPELLO, ÈVE. O novo espírito do capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2009. BOITO, Armando Jr. A crise do sindicalismo. . In SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. (orgs). Além da Fábrica: trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. São Paulo, Boitempo. 2003. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista. A degradação do trabalho no século XX. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1981. CACCIAMALI, Maria Cristina. Globalização e processo de informalidade. Campinas: Revista Economia e Sociedade, Unicamp, Instituto de Economia, n. 14, jun, 2000. CARELLI, Rodrigo de Lacerda. Terceirização e direitos trabalhistas no Brasil. In: DRUCK, Graça & FRANCO, Tânia. A perda da razão social do trabalho. São Paulo: Boitempo. p. 59-68. CASTEL, Robert. As Metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes. 1998. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Rio, Paz e Terra, 1999. CORIAT, Benjamim. Pensar pelo avesso: o modelo japonês de trabalho e organização. Rio deJaniro: UFRJ / Revan. 1994. HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo, Loyola, 1993. KOVÁCS, Ilona. Empresa flexível: problemas sociais do pós-taylorismo. In SANTOS, Maria João et alii. Globalizações: novos rumos do mundo do trabalho. Florianópolis/Lisboa: UFSC/Socius. 2001. p. 43-68. LIMA, Jacob Carlos. O trabalho autogestionário em cooperativas de produção: o paradigma revisitado. Rev. bras. Ci. Soc., Out 2004, vol.19, no.56, p.45-62. NARDI, Henrique Caetano. A propriedade social como suporte da existência: a crise do individualismo moderno e os modos de subjetivação contemporâneos. Psicol. Soc., Jan 2003, vol.15, no.1, p.37-56. OFFE, CLAUS. Trabalho: a categoria sociológica chave? In: Capitalismo desorganizado: transformações contemporâneas do trabalho e da política. São Paulo, Brasiliense, 1989. RODRIGUES, Iram Jácome. Comissão de fábrica e trabalhadores na indústria. São Paulo: Cortez, 1990. ______. O sindicalismo brasileiro: da confrontação à cooperação conflitiva. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, volume 9, n.º 3, SEADE. SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. Trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. In SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. (orgs). Além da Fábrica: trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. São Paulo, Boitempo. 2003. SENNETT, Richard. A cultura do novo capitalismo. Rio de Janeiro: São Paulo, Record. 2006. SILVA, L. A. M. da. Mercado de trabalho, ontem e hoje: informalidade e empregabilidade como categorias de entendimento. In: In SANTANA, M. A. e RAMALHO, J. R. (orgs). Além da Fábrica: Trabalhadores, sindicatos e a nova questão social. São Paulo, Boitempo. 2003 SINGER, Paul e SOUZA, A.R. A economia solidária no Brasil. A autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo, Contexto, 2000. THÉBAUD-MONY, A. e DRUCK, G. Terceirização: a erosão dos direitos dos trabalhadores na França e no Brasil. In: A perda da razão social do trabalho: terceirização e precarização. São Paulo, Boitempo, 2007. VARGAS, Nilton. “Gênese e difusão do taylorismo no Brasil”. Ciências Sociais Hoje. 85. São Paulo: Cortez/Editora ANPOCS. 1985. VASAPOLLO, Luciano. O trabalho atípico e a precariedade. São Paulo: Expressão Popular, 2005.
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SOCIOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL
Sigla: SO Número: 59123 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A Sociologia e os grandes paradigmas científicos: a tradição intelectual formativa segundo E. Durkheim, Karl Marx e Max Weber. A Sociologia Rural: origem, consolidação e crise. O debate teórico sobre a produção familiar segundo as grandes vertentes analítico-interpretativas: Marx, Lênin, Kautsky e Chayanov. Os enfoques sociológicos alternativos e contemporâneos.
Bibliografia: Unidade I. ARON, R. Max Weber (2002), in: As etapas do pensamento sociológico, Brasília, Martins Fontes, UnB, pp. 725-838. MARTINS, C. B. (1994) O que é Sociologia, São Paulo, Brasiliense, (Coleção Primeiros Passos). DURKHEIM, E. (1968) As regras do método sociológico, trad. de QUEIRÓS, M.I., 5ª ed., São Paulo, Ed. Nacional. GIDDENS, A. (1995) Sociología, Madrid: Alianza Editorial. WEBER, M. (1992) A ética protestante e o espírito do capitalismo, São Paulo, Pioneira. WEBER, M. (1991) Economia e Sociedade: fundamentos da Sociologia compreensiva, vol. 1, Brasília, Editora da UnB. MARX, K. (1970) Contribuição à crítica da economia política, São Paulo, Martins Fontes. Unidade II ANDERSON, A. (1986) Tendências na Sociologia Rural, in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, São Paulo, Hucitec, pp.191-197. MARTINS, J. S. (1986) As coisas no lugar (da ambigüidade à dualidade na reflexão sociológica sobre a relação cidade-campo) in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, p.11-38, São Paulo, Hucitec. NEWBY, H. (1982) El desafio de la sociología rural en la actualidad, in: Comercio Exterior, 32 (4): 347-356, México. SOROKIN, P.A., ZIMMERMAN, C.A., GALPIN, C., (1986) Diferenças fundamentais entre o mundo rural e urbano, in: MARTINS, J.S. (org), Introdução crítica à Sociologia Rural, São Paulo, Hucitec, pp.198-224. SACCO DOS ANJOS, F. (1995) Imprecisões, Ambigüidades e Contradições. Das Sociologias do Rural às fronteiras imprecisas entre o rural e o urbano, in: XXXIII Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural, vol. II, p. 1196-1207, Curitiba, PR. MARX, K. (1977) Formações econômicas pré-capitalistas, Rio de Janeiro, Paz e Terra. MARX, K. (1990) O 18 brumário de Luís Bonaparte, São Paulo: Mandacaru. LENIN, V. Y. (1985) O Desenvolvimento do Capitalismo na Rússia: o processo de formação do mercado interno para a grande indústria. 2ª ed., S. Paulo: Nova Cultural. 402 p. (Os Economistas) LENIN, V.I. (1980). O Programa Agrário da Social-Democracia na Primeira Revolução Russa de 1905-1907, São Paulo: Editora Ciências Humanas. KAUTSKY, K. (1980) A Questão Agrária. 3ª de., S. Paulo: Proposta Editorial. 329 p. CHAYANOV, A.V. (1974) La Organización de la Unidad Económica Campesina. 1ª Ed., Buenos Aires: Nueva Visión. 342 p. CHAYANOV, A.V. (1987) Sobre la Teoría de los Sistemas Económicos no Capitalistas. En: ARICÓ, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp, p.49-79. 194 p. CHAYANOV, A.V. (1987) Viaje de mi hermano Alexis al País de la Utopia Campesina, in: Aricó, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp. p.3-47. KERBLAY, B. A. V. (1987) Chayanov: su vida, carrera y trabajos. In: Aricó, J. (comp.) Chayanov y la Teoría de la Economía Campesina. 2ª ed., México: Pyp. p.83-137. 194p. LEHMANN, D. (1980) Ni Chayanov ni Lenin: Apuntes sobre la teoría de la economía campesina. En: Estudios Rurales Latinoamericanos, 3 (1), Enero-Abril. p.5-23. Unidade III ABRAMOVAY R. (1992) Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão. S. Paulo, R. de Janeiro, Campinas: HUCITEC/Edunicamp/Anpocs. 275 p. (Estudos Rurais). ABRAMOVAY, R (1998) . Funções e medidas da ruralidade no desenvolvimento contemporâneo, Texto para discussão nº 72, Brasília: IPEA. CEE (1992) El Futuro del Mundo Rural, Madrid: MAPA. SACCO DOS ANJOS, Flávio; CALDAS, Nádia Velleda. Pluriatividade e Ruralidade: Falsas Premissas e Falsos Dilemas. In: CAMPAGNOLA, Clayton; SILVA, José Graziano da. (Org.). O novo rural Brasileiro: novas ruralidades e urbanização. 1ª. ed. Brasília, 2004, v. 7, p. 71-105. SHANIN, T (1990). El último Marx: dioses y artesanos, in: SHANIN (1990) El Marx Tardio y la Via Russa. Marx y la periferia del capitalismo, Madrid: Editorial Revolución. p.13-58. WADA, H. (1990) Marx y la Rusia Revolucionaria, in: SHANIN (1990) El Marx Tardio y la Via Russa. Marx y la periferia del capitalismo, Madrid: Editorial Revolución. p.59-99.
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SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE
Sigla: SO Número: 59131 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Possibilitar a reflexão sobre as diferentes posturas epistemológicas nas Ciências Sociais em sua relação com a natureza e com o meio ambiente. Algumas abordagens teóricas da aproximação/distancimanento entre sociologia e ecologia: o realismo, o construcionismo, pós-construcionismo e a ecologia política. A relação sociedade e natureza diante dos desafios do desenvolvimento e das questões ambientais. A ciência, a técnica e as contradições com a dimensão ecológica. A modernidade e a sociedade do risco. A modernização e os múltiplos olhares sobre o desenvolvimento sustentável. Movimentos sociais e os conflitos ambientais. Ciência contemporânea, ruputas epistemológicas e as discussões sobre complexidade e (pós/de)colonialidade nas questões ambientais.
Bibliografia: ALMEIDA, Jalcione; PREMEBIDA, Adriano. Histórico, relevância e explorações ontológicas da questão ambiental. Sociologias, v. 16, n. 35, jan./abr. p. 14-33, 2014. BECK, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora 34. 2011. BRUSEKE, Franz J. A modernidade técnica. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Anpocs, vol. 17, n. 49, jun. 2002. p. 135-144. DESCOLA, Philippe – A Natureza: um conceito em sursis? P.109-122. A Ciência, Deus ou Diabo? São Paulo: Unesp, 2001. FLEURY, Lorena; ALMEIDA, Jalcione; PREMEBIDA, Adriano. O ambiente como questão sociológica: conflitos ambientais e m perpectiva. Sociologias, v. 16, n. 35, jan./abr., p. 34-83, 2014. FLORIANI, Dimas. Conhecimento, Meio Ambiente e Globalização, Curitiba: Juruá, 2004. FLORIT, Luciano F. Teoria social e relação sociedade – natureza a partir da obra de Anthony Giddens, Cadernos de Sociologia, Porto Alegre, Pós-Graduação em Sociologia – IFCH/UFRGS, n. 10, 1998. p. 61-86. GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo, Ed. da Unesp, 2008. GOLDBLATT, David. Teoria Social e Ambiente. Lisboa. Instituto Piaget, 1996. GUIVANT, Julia S. Os debates entre realistas e construtivistas sociais na sociologia ambiental: implicações para o desenvolvi mento rural sustentável e participativo. In: VI Congresso da ALASRU, Anais, Porto Alegre, 2002. HANNIGAN, John. Sociologia ambiental. Petrópolis: Vozes; 2009 LEFF, Enrique. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Cortez, 2004. LUHMANN, N. Sistemas Sociais: esboço de uma teoria geral. Rio de Janeirio: Vozes, 2016. MATURANA, Humberto. O que se observa depende do observador, p. 61-76. Gaia: Uma Teoria do Conhecimento. São Paulo: Editora Gaia, 2001. MIGNOLO, Walter – Os esplendores e as misérias da “ciência”: colonialidade, geopolítica do conhecimento e pluri-versalidade epistêmica, p. 667-710. In: SANTOS, B. Conhecimento Prudente para uma vida decente. São Paulo: Cortez, 2008. OLIVEIRA, Myriam C. C. de. Relação sociedade-natureza e suas matrizes paradigmáticas: uma introdução. Porto Alegre, PGDR/UFRGS, 2007. REDCLIFT, M. e WOODGATE, G. – De una sociología de la naturaleza a una sociología ambiental: más allá de la construcción social. Revista Internacional de Sociología, Madri, Janeiro-Agosto, 1998, p. 15-40. RODRIGUES, L. P (2017). Observação e ordem: “rascunhos” a uma Epistemologia do (com)plexus. Revista Mad , 0 (37) , 91-112. RODRIGUES, L. P.; NEVES, F. M. Sociologia de Niklas Luhmann. Rio de Janeiro: Vozes, 2017. ZHOURI; Andréa; LASCHEFSKI, Klemens. Desenvolvimento e conflitos ambientais: um novo campo de investigação. In : ZHOURI, Andréa; LASCHEFSKI, Klemens (orgs.). Desenvolvimento e conflitos ambientais. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2010.
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Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

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SOCIOLOGIA ECONÔMICA
Sigla: SO Número: 56961 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: A disciplina pretende apontar e discutir as principais linhas de pesquisa da Sociologia Econômica, perpassando pelas seguintes temáticas: (1) introdução ao estudo da sociologia econômica; (2) a sociologia da vida econômica; (3) o mercado como construção social; (4) por uma sociologia econômica do consumo; (5) família, gênero
Bibliografia: STEINER, P. A Sociologia Econômica. Trad. Maria Helena C. V. Trylinski. São Paulo: Editora Atlas, 2006. GRANOVETTER, Mark. Ação Econômica e Estrutura Social: o problema da incrustação. In: Marques, R. e Peixoto (orgs.) A Nova Sociologia Econômica: Uma Antologia. Oeiras-Portugal, Celta Editora, 2003. SWEDBERG, R. Max Weber e a ideia de sociologia econômica. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2005. WEBER. Max. As categorias sociológicas fundamentais da gestão econômica. Parte I, Cap. 2. Economia e sociedade. Brasília: UnB, 1999. BOURDIEU, Pierre. Introduction . In : Les Structures Sociales de La Economie. Paris, Seuil, pp. 10-26, 2000. POLANYI, Karl. A Grande Transformação. As origens da nossa época. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 2000. ZELIZER, Viviana. Dualidades perigosas. MANA. vol.15 n.1 Rio de Janeiro Apr, 2009. GRUN, R. MODELOS DE EMPRESA, MODELOS DE MUNDO: sobre algumas características culturais da nova ordem econômica e da resistência a ela. Rev. bras. Ci. Soc. v.14 n.41 São Paulo out. 1999. SIMMEL, G. Psicologia do Dinheiro e outros ensaios. Tradução Artur Mourão. Lisboa: Edições Texto e Grafia.2009. FLIGSTEIN, Neil. O mercado enquanto política. In: Marques, R. e Peixoto (orgs.) A Nova Sociologia Econômica: Uma Antologia. Oeiras-Portugal, Celta Editora, 2003.
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TÉCNICAS DE PESQUISA SOCIAL NA AGRICULTURA
Sigla: SO Número: 59124 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 27/09/2017
Ementa: Pesquisa social na agricultura. Introdução à pesquisa científica. Metodologias quantitativas. Metodologias qualitativas. Projeto de Pesquisa.Construção do conhecimento. Elaboração do projeto. Hipótese. Entrevista. Questionário. Estudo de comunidades rurais. Investigação Social.
Bibliografia: BACHELARD, G. O novo espírito científico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, Editora Vozes, 1968. p.121-151. (Capítulo VI) BERGER, H. O dilema da entrevista de pesquisa, in: Revista do IFCH, UFRGS, Porto Alegre, p.211-259. CARDOSO, M. L. La construcción de conocimientos. Cuestiones de teoría y método, México: Ediciones Era, p.11-33. CARVALHO, A. A. DE e NUNES, M. B. Como fazer uma entrevista, s.d. (mimeo) ECO, H. Como se faz uma tese, São Paulo: Editora Perspectiva (estudos), 2002. FOUCAULT, M. Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 1987. IANNI, O. Estudo de comunidade e conhecimento científico, in: Revista de Antropologia, v.9, n.1 e 2, 1961, p.109-119. KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas, São Paulo: Editora Perspectiva, 1978. MARTINS, J. de S. A imigração e a crise no Brasil agrário, São Paulo: Ed. Pioneira, 1973 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA FAO. Diagnóstico de Sistemas Agrários: Guia metodológico, s.d. 57 p. QUEIROZ, M.I.P. Variações sobre a técnica de gravador no registro da informação viva. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991.
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TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES
Sigla: SO Número: 56964 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Organizações e Modernidade. Racionalidade, Burocracia e Novas formas organizacionais. A chamada tradição dos estudos organizacionais (administração clássica, a dimensão humana nas organizações, estruturalismo, sistemas e ambiente, contingencialismo). Organizações, Poder e Discurso. Abordagens contemporâneas nos estudos organizacionais. Organizações e o nosso contexto.
Bibliografia: BÖHM, S.; SPOELSTRA, S. No critique (editorial). Ephemera: Theory and Politics in Organization, v.4, n.2, p.94-100, 2004. BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Pensata especial “Celso Furtado”: desenvolvimento como missão. Revista de Administração de Empresas (RAE), v.45, n.2, p.90-96, 2005. DiMAGGIO, Paul J., POWELL, Walter W. A gaiola de ferro revisitada: isomorfismo institucional e racionalidade coletiva nos campos organizacionais. Revista de Administração de Empresas, v.45, n.2, p.74-89, 2005. DU GAY, Paul. In praise of bureaucracy: Weber, organization, ethics. London: Sage, 2000. p.61-80 FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. 7.ed. Rio de janeiro: Globo, 1987. v.1-2. FAYOL, Henri. Administração Industrial e Geral. São Paulo: Atlas, 1981. FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária.p . 1-86 e 151-220. FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collége de France, pronunciada em 2 de dezembro de 1970. 9ª. ed. São Paulo: Loyola, 2003. FURTADO, Celso. Em busca de novo modelo: reflexões sobre a crise contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. ____. Introdução ao desenvolvimento: enfoque histórico-estrutural. 3.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000a. GUERREIRO RAMOS, Alberto. A Nova Ciência das Organizações: Uma Reconceituação da Riqueza das Nações. Rio de Janeiro/RJ: FGV, 1989. _____. Administração e Contexto Brasileiro. Rio de Janeiro/RJ: FGV, 1983. _____. A Redução Sociológica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996. HALL, H. Organizações: estrutura e processos. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 2004. HEYDEBRAND, Wolf V. New organizational forms. Work and Occupations. V. 16, n.3, 1989. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 13. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1979. KALBERG, Stephen. Max Weber’s types of rationality: cornerstones for the analysis of racionalization process in history. American Journal of Sociology, v.85, n.5. KALLINIKOS, Jannis. The social foundations of the bureaucratic order. Organization, v.11, n.1, p.13-36, 2004. MARAVELIAS, Christian. Freedom at work in the age of postbureaucratic organization. Ephemera: theory & politics in organization, v.7, n.4, p.555-574, 2007. MEYER, J. W., SCOTT, W. R. Organizational environments: ritual and rationality. Updated Edition. London: Sage, 1992. MISOCZKY, Maria Ceci; ANDRADE, Jackeline Amantino de. Tréplica: quem tem medo do fazer acadêmico enquanto práxis? Uma crítica à crítica domesticada nos estudos organizacionais. Revista de Administração Contemporânea (RAC), v.25, n.1, p.239-245, 2005b. MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996. MOTTA, F. C. P. Organização e poder: empresa, estado e escola. São Paulo: Atlas, 1986. PAGÈS, M. O Poder das Organizações. São Paulo: Atlas, 1987. PERROW, C. Análise organizacional: um enfoque sociológico. São Paulo: Atlas, 1976. ] REED, Michael. Beyond the iron Cage? Bureaucracy and democracy in the knowledge economy and society. In: Du GAY, Paul (Ed.) The values of bureaucracy. Oxford: Oxford University Press, 2005. p.115-140 CLEGG, Stewart, HARDY, Cynthia, NORD, Walter. Handbook de Estudos Organizacionais. Volume 1, 2 e 3 São Paulo Atlas, 1999. RIBEIRO, Darcy. O Brasil como problema. Rio de Janeiro: F. Alves, 1995. p. 85-146. SANTOS, Milton. O país distorcido: o Brasil, a globalização e a cidadania. São Paulo: Publifolha, 2002. SELZNICK, Philip. Institutionalism: old and new. Administrative Science Quarterly, v.41, p.270-271. TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios de Administração Científica. São Paulo: Atlas, 1982. TRAGTENBERG, Maurício. Administração, Poder e Ideologia. 2a ed. São Paulo: Cortez Editora, 1989. ___________. Burocracia e Ideologia. 2a ed. São Paulo: Ed. Ática, 1992. WEBER, M. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1963. ________. Economia e Sociedade. Brasília: UnB, 2004.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 68.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TÓPICOS ESPECIAIS
Sigla: SO Número: 56682 Créditos: 1
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: São realizados em função das demandas do PPGS/UFPel em desenvolver temáticas específicas que não estão relacionadas com as linhas de pesquisa. Também são realizados para contemplar cursos de curta duração oferecidos por professores visitantes e bolsistas PNPD.
Bibliografia: A bibliografia desta disciplina é de responsabilidade do professor regente.
Cursos

Curso Nível Carga Horária
SOCIOLOGIA Mestrado/Doutorado 17.0

 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA  

 

TRABALHO E SUBJETIVIDADE NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Sigla: SO Número: 56970 Créditos: 4
Data de Início: 13/03/2019 Data de Fim: 
Ementa: Aborda de que modo às mudanças promovidas pela lógica da flexibilização produtiva e das relações de trabalho contribuem para a construção de um novo indivíduo-trabalhador, assim como também para a reafirmação e/ou resignificação de identidades sociais a partir do trabalho. Para tal, parte do pressuposto de que as relações de poder são contextuais, históricas e em constante transformação e lança luz sobre novos processos de subjetivação gestados no mundo do trabalho. Os eixos temáticos são: a insegurança social e ontológica no mundo do trabalho; trabalho e identidades sociais; a crise do individualismo moderno e seus impactos no mundo do trabalho; velhos e novos modelos de gestão do trabalho e as estratégias de resistência e de contrapoder que lhes são impostas pelos trabalhadores; a passagem da ética do trabalho para a estética do consumo; a emergência da lógica do empreendedor de si mesmo.
Bibliografia: ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? São Paulo: Cortez, 1995. ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária. 2008. BARBOSA, Attila Magno e Silva. O empreendedor de si mesmo e a flexibilização no mundo do trabalho. Revista Sociologia e Política, Curitiba, v. 19, n. 38, p. 17-30, fev. 2011. BEAUD, Stéphane & PIALOUX, Michel. Retorno à condição operária: investigação em fábricas da Pegeot na França. São Paulo: Boitempo. 2009. BECK, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. São Paulo: 34. 2010. Segunda parte, pp. 105-228. BENDASSOLI, Pedro Fernando. Trabalho e identidade em tempos sombrio. Aparecida-SP: Idéias & Letras, 2007. BENDASSOLI, Pedro Fernando. Público, privado e o indivíduo no novo capitalismo. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 12(2): 203-236, novembro de 2000. ______. Trabalho e identidade em tempos sóbrios. Aparecida-SP: Idéias & Letras. 2007. BAUMAN, Zygmund. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. Cap. 4 Trabalho 150-192. ______. A sociedade individualizada. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Cap. 1 Ascensão e queda do trabalho 27-43. BIHR, A. Da grande noite à alternativa: o movimento operário em crise. São Paulo: Boitempo, 1998. BOLTANSKI, Luc & CHIAPELLO, ÈVE. O novo espírito do capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2009. DELEUZE, G. Conversações. São Paulo: 34, 1992CASTORIADIS, Cornelius. A experiência do movimento operário. São Paulo: Brasiliense. 1985. GORZ, A. Adeus ao proletariado: para além do socialismo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GORZ, André. Metamorfoses do trabalho. Crítica da Razão Econômica. São Paulo, Annablume. 2005. Parte I. KOVÁCS, Ilona. Empresa flexível: problemas sociais do pós-taylorismo. In SANTOS, Maria João et alii. Globalizações: novos rumos do mundo do trabalho. Florianópolis/Lisboa: UFSC/Socius. 2001. p. 43-68. NARDI, Henrique Caetano. A propriedade social como suporte da existência: a crise do individualismo moderno e os modos de subjetivação contemporâneos. Psicologia & Sociedade; 15 (1): 37-56 jan/jun. 2003. PAUGAM. Serge. O enfraquecimento e a ruptura dos vínculos sociais – uma dimensão essencial do processo de desqualificação social in SAWAIA, Bader (org). As artimanhas da exclusão social. Petropólis: Vozes, 2008. ROSENFIELD, Cinara L. Autonomia outorgada e apropriação do trabalho. Sociologias, Dez 2004, no.12, p.202-227. SENNETT, Richard. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro/ São Paulo: Record, 2005. 204 p. _____. A cultura do novo capitalismo. Rio de janeiro – São Paulo, Record. 2006. ZARIFIAN, Philippe. Engajamento subjetivo, disciplina e controle. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, p. 23-31, novembro, 2002. ______. O modelo da competência: trajetória histórica, desafios atuais e propostas. 2º Ed. São Paulo: Senac, 2003.
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ESTADO, SOCIEDADE E CULTURA