BATALE

O BATALE  – Banco de Textos de Aquisição da Linguagem Escrita – foi criado em 2001 e possui, atualmente, em torno de 6000 textos espontâneos, os quais são distribuídos em 8 estratos, conforme constam abaixo:

  • textos produzidos, entre os anos de 2001 a 2004, por crianças de 1ª a 4ª série de duas escolas, uma pública e outra particular, da cidade de Pelotas-RS (transversal e longitudinal);
  • textos produzidos, no ano de 2008, por crianças portuguesas de 1° a 4° ano de uma escola pública, da região de Lisboa (transversal);
  • textos produzidos, no ano de 2009, por crianças de 1° a 4° ano de duas escolas públicas, da cidade de Pelotas-RS (transversal);
  • textos produzidos, no ano de 2009, por crianças portuguesas de 1° a 3° ano de uma escola pública, da região do Porto (transversal);
  • ditados de imagens produzidos, no ano de 2009, por crianças de 1ª a 4ª série de uma escola pública da cidade de Pelotas-RS (transversal);
  • textos produzidos, no ano de 2009, a partir de coletas longitudinais, por 15 alunos de EJA em uma escola pública da cidade de Pelotas-RS (longitudinal);
  • textos coletados em parceria com o Observatório da Educação (OBEDUC-Pacto/UFPel) entre os anos de 2013 e 2015, produzidos por crianças de 1º a 5º ano de três escolas públicas da cidade de Pelotas-RS (transversal e longitudinal);
  • textos coletados em parceria com o Observatório da Educação (OBEDUC-Pacto/UFPel) entre os anos de 2014 e 2015, produzidos por crianças de 1º a 3º ano de duas escolas públicas da cidade de Porto Alegre-RS (transversal e longitudinal).

Todas as coletas de texto foram realizadas por integrantes do grupo de pesquisa e seguiram a mesma metodologia: ida às escolas para aplicação de oficinas de produção textual que visavam a produção de textos espontâneos, cumprindo a seguinte rotina: aquecimento (atividade de estimulação por meio de imagens ou diálogos), produção (atividade de escrita individual) e socialização (atividade de leitura das produções realizadas).

Em momento posterior ao da coleta, os textos são digitados em Word, respeitando-se a grafia utilizada e a troca de linhas e, também, digitalizados e salvos em formato JPEG ou PDF. Dos textos, são extraídas todas as grafias em que há algum tipo de erro ortográfico, as quais são registradas em fichas específicas para a classificação dos erros, uma para cada aluno. Após, os dados são inseridos em um programa computacional criado a partir da plataforma Microsoft Access especificamente para a pesquisa, o qual permite a estocagem, a tabulação e a computação dos erros.