Você conhece a análise SWOT?

É muito comum haver dificuldades para tomada de decisões dentro das organizações, e em muitos casos as decisões tomadas são equivocadas, pois elas são feitas a partir do feeling do gestor e não são baseadas em dados adquiridos através de análises organizacionais. Felizmente existe uma ferramenta capaz de nos auxiliar nesses momentos, a análise SWOT ajuda a tomar decisões acertadas, definir estratégias, encontrar pontos que devem ser melhorados, entre outros.

A análise SWOT é uma ferramenta utilizada para avaliar os cenários e identificar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da empresa. Isso é feito de forma simples, porém os resultados são significativos, tendo em vista que será identificado fatores positivos, negativos, internos e externos, como podemos ver na imagem a seguir:

S (Strengths ou forças)

Aqui será identificado as forças internas da organização, no que a empresa realmente é boa, as vantagens internas da empresa em relação ao seus concorrentes. Para conseguir defini-las de forma precisa, pense nos seguintes tópicos:

  • Quais nossa maior vantagem competitiva?
  • Quais nossos melhores produtos?
  • Quais nossas melhores atividades e processos?

W (Weaknesses ou fraquezas)

Aqui temos o oposto, devemos identificar quais são as fraquezas que estão prejudicando os negócios e colocando em desvantagem em relação aos concorrentes. Alguns questionamentos podem ajudar:

  • Tenho uma mão-de-obra qualificada?
  • Nosso pessoal está devidamente capacitado?
  • Tenho uma gestão adequada? 

O (Opportunities ou oportunidades)

São forças externas que influenciam positivamente a empresa. Elas dependem de fatores externos, por isso, não podemos controlá las. Para conseguir defini-las de forma precisa, pense nos seguintes tópicos:

  • Algum evento na região que possa ser aproveitado?
  • Alguma redução de impostos que possa nos beneficiar?

T (Threats ou ameaças)

A ameaças são eventos externos que podem prejudicar a competitividade do empreendimento, além do planejamento estratégico e os resultados. Alguns questionamentos podem ajudar:

  • Algum grande concorrente entrando em nosso mercado?
  • Algum dos nossos fornecedores está saindo do mercado?

Depois que todos quadrantes estiverem preenchidos devemos transformar a análise SWOT em ações e estratégias, para isso devemos relacionar forças e fraquezas com oportunidades e ameaças para definir os planos de ações.

Se você estiver enfrentando dificuldades para tomar decisões e montar as estratégias da sua organização, entre em contato com a Emad Jr. para solucionar as suas dificuldades.

Bruno Silva

Analista de Marketing


Fontes:

https://www.google.com/search?q=analise+swot&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=fx9Vb6v9iI4IAM%253A%252CmV0WpFixhxVRXM%252C%252Fm%252F01q_dt&vet=1&usg=AI4_-kT5LUjyKH-UBmFNt8QfwI4rUrKP8Q&sa=X&ved=2ahUKEwjS6ParmIfjAhVJK7kGHdiCAxoQ_B0wFXoECAYQAw#imgrc=fx9Vb6v9iI4IAM:

https://www.heflo.com/pt-br/swot/o-que-e-analise-swot/

https://blog.contaazul.com/analise-swot-para-pequenas-empresas-o-que-muda-e-como-fazer

https://blog.runrun.it/matriz-swot/

https://www.treasy.com.br/blog/matriz-swot-analise-swot-matriz-fofa/

https://wp.ufpel.edu.br/emadjr/noticias/

Como funciona a psicologia das cores no marketing?

O mundo corporativo atual possui grande competição em todos setores, mas muita gente ainda não compreende o tamanho da importância das cores nos negócios e o quanto poderiam se beneficiar caso utilizassem esse recurso a seu favor. Ainda é muito comum vermos o uso de cores de maneira aleatória, sem o mínimo critério, principalmente por empresas menores, com pouco ou nenhum recurso de marketing e design.

É preciso entender que, além de apostar em um bom projeto de identidade visual e branding, investir nas cores certas é o caminho mais curto para ganhar uma enorme vantagem em relação aos concorrentes.

Agindo assim, as ideias são transmitidas de maneira eficaz, direta e em comunhão com os interesses e necessidades do público-alvo. Com isso, a marca cresce, ganha mais espaço, aumenta as conversões e conquista a fidelidade do consumidor. É importante lembrar que as variáveis são muitas: enquanto uma cor que causa boa impressão em um determinado tipo de negócio, ela pode ser uma péssima opção em outro ramo de atividade, além disso é importante lembrar que muitos estudos nesta área buscam estabelecer padrões de consumo que estão em constante mutação em nossas gerações e culturas.

A seguir estão alguns exemplos de cores e finalidades das mesmas:

Vermelho

Sempre associado à paixão, a sua aplicação é feita com muito mais frequência na indústria de alimentos. Por ser estimulante e vibrante, sua simbologia remete ao apetite. Além disso, é utilizada em campanhas promocionais para instigar a ação das pessoas para as compras. Há também as associações negativas, como: raiva, perigo, violência e guerra. Portanto, o uso dessa cor deve ser feito com cautela, para não confundir a interpretação da mensagem que se pretende emitir.

Laranja

Por ser vibrante, essa cor também é aplicada em anúncios promocionais e na indústria de alimentos. Ela desperta, ainda, a criatividade e costuma ser usada para transmitir confiança. Marcas ligadas ao público jovem a adotam para passar a sensação de dinamismo, energia, atividade e proximidade.

Amarelo

Seu significado também remete ao estímulo do apetite e, nesse contexto, normalmente é usada em conjunto com o vermelho (como é possível notar em algumas redes de fast-food). Quando aparece separadamente, sem interferência de outras cores, ela é associada a acolhimento, esperança, otimismo e concentração.

Verde

A cor verde comporta um leque variado de opções, podendo estar relacionada a diversas coisas, como natureza, sustentabilidade, saúde, equilíbrio e harmonia. É muito explorada em logotipos de centros de saúde, produtos de limpeza e ambientes corporativos para transferir a ideia de ponderação e coerência.

Azul

O azul-claro costuma remeter à higiene, ao frescor e à tranquilidade, enquanto o azul-escuro é útil para criar uma atmosfera de confiança entre as marcas e os clientes.

 

Roxo e lilás

Essas são as cores da nobreza e a realeza, mas também da espiritualidade, da sabedoria, da calma e do respeito. Portanto, são muito exploradas em clínicas de estética, SPAs, marcas de produtos de beleza e negócios relacionados ao bem-estar.

Rosa

Nos tons claros, a suavidade da cor remete à delicadeza, à inocência, ao romantismo e à proteção. Essas tonalidades são usadas com frequência em marcas infantis e de doces. Os tons mais escuros, por sua vez, estão ligados à modernidade.

Marrom

Essa cor está associada à elegância e à sofisticação. Por isso, é a preferida de muitas lojas gourmet e negócios que pretendem transmitir o conceito de organização e comprometimento. Em marcas de produtos orgânicos, passa a ideia de rusticidade e amor à natureza.

Branco

A neutralidade dessa cor é vinculada à pureza, à tranquilidade e à limpeza. Sua combinação com outras cores proporciona harmonia e luminosidade.

Preto

Também é uma cor neutra, mas está conectada aos conceitos de poder, elegância, força e mistério. Quando combinada com outras cores, reflete significados diferenciados.

Cinza

É neutra e sóbria, transferindo a sensação de responsabilidade, profissionalismo e conhecimento. Por isso, combina com ambientes corporativos. As empresas da área de tecnologia, por exemplo, utilizam a cor para transmitir uma imagem de modernidade e inovação.

Marcos Afonso

Diretor-presidente

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Fonte: Como funciona a psicologia das cores no marketing? – Blog Impacta

https://www.impacta.com.br/blog/2019/02/13/como-funciona-a-psicologia-das-cores-no-marketing/

 

Tecnologia nas organizações

A gestão das organizações é sempre um assunto vivo e pertinente no mundo corporativo, independentemente da época na qual estejamos. Isso porque, a cada momento emerge uma nova teoria organizacional, novas informações, globalização, tecnologias e pesquisas, o que faz com que a organização, em se tratando de sua gestão, necessite de uma maleabilidade cada vez maior para se manter firme no mercado e evoluir sempre.

Em meados dos anos 1970, surgiu uma grande inovação em se tratando de tecnologia: o computador pessoal. Nesse momento, algumas organizações já dispunham de grandes computadores centrais dentro de suas instalações para auxiliar no seu processo de gestão, com a centralização das informações utilizada para tornar os processos mais ágeis e transparentes dentro das organizações. Entretanto, por volta dos anos 1990, os PCs já possuíam maior capacidade de armazenamento do que os robustos computadores centrais anteriores, contrariando a tendência de centralização das informações com um desenvolvimento completamente oposto.

A evolução rápida das tecnologias influenciou diretamente na gestão das organizações, principalmente em se tratando da comunicação organizacional. Apesar da natural resistência à mudança existente dentro dessas organizações, a tecnologia foi conquistando seu espaço em todas os processos até se tornar indispensável para a continuidade competitiva das empresas no mercado. Contudo, devido à sua rápida evolução, boa parte das organizações não fazem o melhor uso das tecnologias disponíveis atualmente. Em alguns casos, a mesma acaba, até, atrapalhando o dia a dia funcional de algumas organizações.

É necessário, então, retroceder alguns anos na história das organizações e perceber a origem da existência das empresas. As organizações se estruturaram através da necessidade humana de trabalhar coletivamente para atingir certos objetivos. Isso fez com que os seres humanos criassem mecanismos que facilitassem a obtenção de resultados almejados por um certo grupo e, a partir daí, estruturaram-se de modo a conseguir organizar e controlar todos os processos criados. Dessa maneira, é possível perceber que, em sua origem, a organização nada mais é do que o reflexo de um grupo de pessoas que trabalha em prol de um mesmo objetivo.

Sendo assim, é de extrema importância enxergar que, antes de entender e adaptar uma nova tecnologia a uma empresa, é necessário compreender e capacitar as pessoas que a compõe, buscando analisar as capacidades, os desafios e as necessidades das pessoas que farão, de fato, a tecnologia ser uma aliada e não uma adversária. O grande erro das empresas atualmente é colocar a tecnologia dentro da organização, mas não aplicar a organização à tecnologia. Se a organização é a soma das pessoas que a compõe, a tecnologia só pode prosperar como aliada no momento em que for bem utilizada por essas pessoas.

Neste momento caímos numa das maiores dificuldades modernas das organizações: a comunicação organizacional. A comunicação nada mais é do que a transmissão de informações e partilha de conhecimento. O grupo de pessoas componentes de uma organização está preocupado com um objetivo e se comunica para chegar até ele. Contudo, muitas vezes o agente desta comunicação não é humano e, se não for bem utilizado e direcionado, não se faz eficaz, prejudicando todo o processo da obtenção deste objetivo.

Desta maneira, chegamos, finalmente, ao ponto mais importante desta discussão: a tecnologia não se refere às máquinas utilizadas, mas sim ao uso qualificado dessas; à pratica! E, para que essa prática seja de real eficácia, é necessário que os agentes sejam capazes de captar o máximo dessas tecnologias e transmitir adiante toda sua capacidade de auxílio e facilitação na obtenção dos objetivos previamente definidos. Sendo assim, para que exista, de fato, essa transmissão, a comunicação organizacional deve, também, ser eficaz no ponto em que, se a organização (agentes) não compreende bem os seus processos, é impossível possuir tecnologia auxiliar eficaz para os mesmos.

Fica, assim, uma sugestão de autoavaliação para que, antes que seja implementada uma nova tecnologia, haja uma análise da comunicação interna da organização e também do porquê de esta tecnologia ser adicionada ao processo, para que se possa, de fato, aproveitar ao máximo suas potencialidades. E, caso você tenha ficado curioso(a) sobre o assunto, ficam aqui os links para os artigos base da criação deste texto e, também, um convite para vir conversar com a equipe da Emad Jr.

Até logo, abraço!

Ana Luísa Vahl Dias
Diretora de Marketing

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Artigo 01: Da tecnologia na organização à organização na tecnologia – James R. Taylor

http://revistacomsoc.pt/index.php/comsoc/article/view/1098

Artigo 02: Tecnologia: novas abordagens, conceitos, dimensões e gestão – José Carlos T. da Silva

http://www.prod.org.br/doi/10.1590/S0103-65132003000100005#

Gerenciamento de crises nas redes sociais

            O gerenciamento de crises nas redes sociais é sem dúvida uma das maiores preocupações de todo profissional que se relaciona diretamente em mídias sociais.

Dessa forma, o gerenciamento de crises nas redes sociais também pode ser considerado um desafio interessante de ser encarado, pois mostra a capacidade da marca em lidar com situações adversas.

            Ter uma resposta positiva das ações nas mídias sociais não passa de obrigação de um bom gestor de mídias sociais. O difícil mesmo é lidar com as diferenças e insatisfações.

Aprenda a lidar com as crises em suas mídias sociais.

Primeiramente, vale ressaltar que as crises nas redes sociais é algo inevitável. Se a marca acredita que irá criar uma presença em redes sociais e não vai se deparar com uma crise, esqueça. Isso faz parte do negócio.

1 Crie um plano de ação.

            As crises em redes sociais tendem a gerar um ambiente de stress que muitas vezes pode desestabilizar a equipe de gestão de mídias sociais. Dessa forma é importante criar um protocolo de ação, nela deverá contar um verdadeiro plano de contingência para essas ocasiões.

2 Resolva antes que cresça

            Deve-se primeiro eliminar o foco do problema o mais rápido possível. A procrastinação é um ingrediente que não pode estar presente na receita para o sucesso em redes sociais.

 3 Conheça o perfil

            A primeira providência assim que for identificada uma crise é fazer um levantamento do perfil de quem deu início à crise e outros perfis nas redes sociais que estejam dando amplificação ao caso.

4 Não retroalimente a situação

            Assunto encerrado é assunto finito. Não caia na armadilha de querer provar que no final das contas você estava certo. Um gestor de mídias sociais inteligente sabe diferenciar claramente a vantagem entre estar certo e proteger a marca.

5 Bonifique

            Ao final da crise, de maneira sutil, se achar necessário, bonifique o reclamante de alguma forma. Isso servirá como um presente de desculpas que certamente irá criar uma impressão de gentileza e reconhecimento de culpa.

6 Aprenda com a crise

            Por fim, deve-se eliminar o ponto de conflito, mas uma vez resolvida essa questão, é hora de analisar o caso. Durante a crise surgiu algum fator novo que não estava previsto em seu protocolo de ação? Se isso ocorreu, qual foi o procedimento adotado? Esse procedimento é a melhor atitude no caso de um novo problema desse tipo?

            O gerenciamento de crises em redes sociais é um aprendizado constante e por isso é necessária uma análise detalhada de todos os eventos. Descubra quais são as medidas que devem ser adotadas para evitar que se repita.

            Busque também aprimorar cada vez mais seus procedimentos, sempre visando a satisfação do cliente e a minimização dos danos à marca.

Link de apoio:

https://www.academiadomarketing.com.br/gerenciamento-de-crises-nas-redes-sociais/

Osvaldo Medeiros
Analista de Marketing