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  • Cronograma das disciplinas 2020/1

    Preparados para 2020_1?

    Calma ainda tem um tempinho, mas aqui vão os horários do próximo semestre, pra já irem se preparando.

    Cronograma semanal de disciplinas 20201

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    Os alunos que se matricularão em “Seminário de Orientação” (10790128) , deverão matricular-se na turma do seu respectivo orientador, conforme lista a seguir:

    01 – Andrea Bachettini
    02 – Bruno Noremberg
    03 – Annelise Montone
    04 – Daniele Fonseca
    05 – Karen Caldas / Juliana
    06 – Luiza Carvalho
    07 – Roberto Heiden
    08 – Silvana Bojanoski
    09 – Juliane Serres
    10 – Pedro Sanches
    11 – Darlan Marchi

    Os alunos que concluirão seu estágio curricular obrigatório até o fina de 2020/1 deverão matricular-se na disciplina “Estágio Curricular Obrigatório” (10790115) escolhendo pela turma do seu professor orientador de estágio, conforme tabela abaixo:

    01 – Andrea Bachettini
    02 – Bruno Noremberg
    03 – Annelise Montone
    04 – Daniele Fonseca
    05 – Karen Caldas / Juliana
    06 – Luiza Carvalho
    07 – Roberto Heiden
    08 – Silvana Bojanoski
    09 – Juliane Serres
    10 – Pedro Sanches
    11 – Darlan Marchi

     

     

    Segue a ementa da disciplina Seminário Temático

    Introdução a Ciência de Materiais

    Princípios e conceitos básicos que envolvem a ciência dos materiais. Estrutura atômica, ligações químicas (covalente, iônicas, metálicas), estrutura cristalina e como estas afetam as propriedades físicas, químicas e mecânicas dos seguintes grupos de materiais: metálicos, cerâmicos, poliméricos e compósitos. Técnicas de caracterização e processos de degradação mais decorrentes em cada um dos tipos de materiais.

    Objetivos

    Conhecer a classificação dos tipos de Materiais; Identificar as interações atômicas existentes nos materiais; reconhecer as propriedades dos materiais correlacionando com suas ligações químicas.

    Bibliografias

    CALLISTER, W. D. Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8a Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008

    D.R. ASKELAND, D.R. ; PHULÉ, P.P. Ciência e Engenharia dos Materiais;São Paulo: CENCAGE, 2008.

    ASHBY, M.; JONES, R.H. Engenharia de Materiais: Uma introdução a propriedades, aplicações e projeto, Vols. I e II, 3a Edição; São Paulo: Elsevier, 2007.

    VLACK, L. H. V. Princípios de ciência e Tecnologia dos materiais. São Paulo: Ed. Campus, 2000.

  • Edital E-BooK 2019/2020

    Segue em anexo,

    informações para a publicação do E-Book 2019/2020 do curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Moveis. 

  • EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA DO PET-CR 02/2019

    O grupo Programa de Educação Tutorial de Conservação e Restauro (PET-CR), dá início a mais um novo “Edital de Seleção para Bolsista”. O grupo é um programa de desenvolvimento acadêmico que auxilia na criação de atividades extracurriculares aos acadêmicos. Atualmente existem 15 grupos PET na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). É com muito orgulho que o nosso curso de Conservação e Restauração tem um PET que é só dele.

    Abaixo seguem as regras para participar desse processo seletivo:

    – Estar regularmente matriculado no Curso de Conservação e Restauração (UFPEL);
    – Estar cursando entre o 1ª e o 4ª SEMESTRE;
    – Ter disponibilidade de 20 horas semanais;
    – Ter disponibilidade de trabalhar no período de férias.

    LINK: https://conservacaoerestauro.wixsite.com/pet-…/untitled-ctzx

    Qualquer dúvida podem entrar em contato com os petianos no Campus ou pelo e-mail: petconservacaoerestauro@gmail.com

  • Oficina de “Técnicas Básicas de Desenho por Observação para Produção de Documentação de Conservação e Restauração”

       No dia 01 de novembro de 2019, aconteceu a oficina de “Técnicas Básicas de Desenho por Observação para Produção de Documentação de Conservação e Restauração”, ministrada por Francielle Rosa dos Santos, no Laboratório de Materiais e Técnicas (LAMTEC), do curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (CBCM), da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Na oficina as participantes aprenderam a diferenciar e desenhar formas, identificar proporções, observar e medir objetos, em curta e longa distância. Os desenhos se relacionaram com o tema da documentação, como laudos técnicos, diagnósticos e mapas de danos. Saberes estes pertinentes para formação do conservador-restaurador. Abaixo alguns relatos da oficina:

    “A oficina da Fran foi super didática, clara, divertida e inspiradora para continuar o curso”.

    “A oficina foi bastante proveitosa, esclareceu dúvidas pertinentes e proporcionou um momento de descontração e aquisição de mais um excelente conhecimento”.

    “Adorei a oficina! Abordagem clara sobre os fundamentos de desenho para o uso na área de conservação e restauração”.

    O PET-CR, juntamente com as participantes agradecemos a disponibilidade e a dedicação nesse encontro. Desejamos sucesso seguido de um caloroso abraço. Obrigado!

     

  • Relato de Experiência

    Na próxima quinta-feira (19) teremos um relato de experiência do estágio curricular obrigatório feito pela petiana Milene Sequeira Araújo no Museu dos Capuchinhos do Rio Grande do Sul (MUSCAP).

    Contamos com a sua presença!

    Data: 19/09 (quinta-feira)

    Horário: 17hs

    Local: Sala 302, Campus II – ICH, Rua Almirante Barroso, 1202 – Pelotas/RS

    Nenhuma descrição de foto disponível.

  • Museu Dom Diogo de Souza – FAT/URCAMP

    Foto: Preview Banco de Imagens. Disponível em: <https://www.agenciapreview.com/bage-a-rainha-da-fronteira/>

    O Museu Dom Diogo de Souza localiza-se em Bagé, Rio Grande do Sul, e possui um dos mais ricos acervos do estado.

    Idealizado pelo historiador Tarcísio Antônio da Costa Taborda, foi inaugurado em 1956 e sua primeira sede foi em duas salas da Vila Vicentina (asilo de idosos). Em março de 1975, o museu deslocou-se para o prédio da Sociedade Portuguesa de Beneficência. Em 1969, passou a ser mantido e a fazer parte da Fundação Attila Taborda/Urcamp.

    Além do Museu Dom Diogo de Souza, a Fundação Attila Taborda também é mantenedora do Museu da Gravura Brasileira, da Universidade da Região da Campanha (Urcamp), do Hospital de Clínicas Dr. Mário Araújo, da Casa da Menina e do Jornal Minuano.

    Segundo uma das gestoras, a Profª. Ms. Carmen Barros, o Museu Dom Diogo de Souza conta com três reservas técnicas, sendo uma de documentos (contendo aproximadamente 4 mil documentos) e duas de artefatos (com aproximadamente 7 mil objetos), uma fototeca (com mais de 100 mil fotografias) e duas hemerotecas (mais de 320 tipos e edições de jornais de Bagé). Há, ainda, outra reserva técnica com documentos do Município, oriundos da antiga Câmara de Vereadores. Todo o acervo do museu é proveniente de doações.

    Barros aponta que, apesar dos profissionais do museu atuarem há muitos anos na área, sendo capacitados e possuindo diversos cursos de mediação, conservação preventiva de acervos, conservação e restauração de papel, etc., ainda assim a gestão dos museus, equipe e funcionários realizam um constante trabalho de pesquisa histórica, artística, patrimonial, museológica e metodológica para a manutenção de toda a estrutura histórica e cultural que um museu desse porte oferece à comunidade.

    No que se refere à expografia, a equipe gestora dos museus a elabora, através das constantes pesquisas já mencionadas. Já a mediação é pensada a cada nova exposição, e realizada, geralmente, por estagiários subsidiados pela equipe. No que se refere ao acondicionamento, acervos e política de descarte, a equipe gestora é assessorada por um museólogo. No que tange documentação, há, ainda, um trabalho de digitalização do acervo sendo realizado.

    O museu costuma receber acadêmicos para pesquisas e estágios e, além do curso de graduação em história que Universidade possui, outros cursos também encontram um ambiente propício para a realização de atividades multi/inter/transdisciplinares.

    Barros conta que há, na URCAMP, uma nova metodologia de ensino chamada “Graduação i”, cuja qual adota o ensino por competências na educação superior. Essa nova proposta amplia as possibilidades de ensino e protagonismo dos próprios acadêmicos, possibilitando sua atuação em projetos interdisciplinares. Um exemplo disso é o curso de administração pensar a sustentabilidade do museu, o curso de direito trabalhar a questão do direito autoral do museu, o curso de pedagogia atuar na mediação e elaboração de jogos ou ações educativas, etc.

    O Museu Dom Diogo de Souza tem como objetivo pesquisar, coletar, preservar, democratizar, comunicar e educar sobre a diversidade histórica de Bagé e região e seu horário de funcionamento é de terças à sextas-feiras, das 8h30 às 11h 30 e das 14h às 18h, e aos sábados e domingos das 14h às 18h.

     

    Pétrya Bischoff

    Pedadoga, Bacharelanda em Conservação e Restauração, Bolsista PET Conservação e Restauro.

  • Restauração de obras do acervo religioso de Adail Bento Costa, do Museu da Baronesa, está em fase final na UFPel

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    Imagens 1, 2 e 3: Antes, durante e depois do tratamento no Cristo Crucificado. Detalhe.

    Fonte: Pétrya Bischoff

    O Museu Municipal Parque da Baronesa, localiza-se no bairro Areal, na cidade de Pelotas, trata-se de uma chácara que pertenceu à família de charqueadores Antunes Maciel. Foi adquirida em 1863 pelo Rio-Grandino Coronel Annibal Antunes Maciel, como presente de casamento para seu filho de mesmo nome – o Barão de Três Serros, e sua esposa Amélia Hartley de Britto. Na chácara, viveram três gerações dos Antunes Maciel, os quais se mudaram para a cidade do Rio de Janeiro, enquanto a residência virou moradia esporádica da filha Déa Antunes Maciel. Atualmente a edificação pertence ao município de Pelotas e abriga o Museu Parque da Baronesa.

    Já Adail Bento Costa Filho nasceu em 1908, formou-se em Pintura no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre e viajou pela Europa para aperfeiçoar seus estudos. Entre imagens, objetos litúrgicos, quadros e diversos objetos de arte, Adail restaurou 2043 peças. Deixou para o município de Pelotas sua coleção de antiguidades; parte dessa coleção se encontra hoje exposta no Museu da Baronesa, cuja restauração ele mesmo projetou e executou, há mais de trinta anos.

    Uma parceria entre o Museu da Baronesa e o Curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) oportunizou a restauração de 10 obras pertencentes ao acervo de arte sacra Adail Bento Costa. As obras ingressaram no Laboratório de Conservalçai e Restauração de obras em Madeira no primeiro semestre de 2019, para o desenvolvimento das atividades práticas da disciplina de Conservação e Restauração de Bens em Madeira II, do quinto semestre, sob responsabilidade da professora Daniele Baltz da Fonseca.

    As obras foram distribuídas aos alunos da disciplina em março de 2019 e iniciaram-se os estudos pelas duplas ou trios, passando pelas etapas de identificação do objeto, testes organolépticos, fotográficos, de luz UV e raio X, de solubilidade e resistência da camada pictórica e base de preparação para o diagnóstico do estado de e discussão sobre os possíveis tratamentos. O subsídio para a elaboração da proposta de intervenção da obra foi a minuta do  Manual de Orientações para Projetos de Restauração do IPHAN.

    Após a elaboração da proposta de intervenção, com base nos resultados obtidos nas etapas anteriores, iniciou-se a intervenção. Para tal, cada obra necessitava de uma abordagem diferente, correspondente aos danos detectados.

    A aluna Bruna, que está trabalhando em uma imagem espanhola do século XIX representando Nossa Senhora da Conceição, relatou que a obra chegou ao laboratório com infestação biológica ativa, além de estar com caminhos ocos em seu interior. Ou seja, houve a necessidade de realizar duas desinfestações e suas respectivas limpezas e posteriormente preenchimento e consolidação desse interior “rendilhado” (os caminhos feitos pelas térmitas).

    Nesse momento, a obra está passando por reintegração pictórica e a última etapa será o verniz de proteção. Entretanto, Bruna Gentil comenta que não será possível terminar a obra nesse semestre.

    Já a aluna Kerllen Cavalheiro aponta que sua imagem, que chegou ao laboratório sem rosto e sem braços, foi identificada como Santa Luzia devido a atributos iconográficos presentes. Ela afirma que a maior dificuldade encontrada na restauração da peça foi durante a etapa de limpeza, pois, conforme aponta a professora Daniele “a camada pictórica se mostrava frágil a todos os solventes utilizados durante a fase a testes e, portanto, foi utilizado o pó de borracha, que removeu sutilmente algumas manchas.”

    A aluna Adriane Tejada trabalha em um Jesus Cristo Crucificado; ela está finalizando a cruz de madeira, a qual falta somente finalizar a reintegração cromática no douramento das ponteiras estilizadas e passar o verniz de proteção. A maior dificuldade apontada por Adriane foi a estabilização da estrutura da cruz pelo verso. A haste vertical da cruz apresentava uma intervenção na qual uma ruptura havia sido colada, provavelmente com PVA. Esta intervenção anterior soltou-se durante a limpeza da obra, mostrando a necessidade de remover os excessos de cola e promover uma nova fixação, desta fez foram usados pinos galvanizados para melhorar a sustentação estrutural do suporte, uma vez que a área de interface entre as partes quebradas era muito pequena.

    Todas as imagens que chegaram ao laboratório em março de 2019 retornarão juntas ao Museu, quando estiverem prontas. Essa ação, além de propiciar que os alunos das disciplinas práticas tenham, ainda no curso, contato com obras de valor patrimonial, reflete, também, em uma contrapartida para a comunidade, que se beneficia com o acervo restaurado.

    Enquanto acadêmica, a oportunidade de trabalhar com a peça do acervo de arte sacra de um museu como o da Baronesa, que possui um fio condutor na própria constituição da cidade de Pelotas, é inspirador e gratificante, pois mesmo a confiança depositada a nós, discentes, ao lidar com peças tão importantes, constitui um pilar importante na identidade do profissional conservador-restaurador.

    Pétrya Bischoff

    Pedadoga, Bacharelanda em Conservação e Restauração, Bolsista PET Conservação e Restauro.

  • IV Semana Acadêmica

    Olá, seja bem-vindo!

    Aqui você encontrará o link para inscrição da IV Semana Acadêmica da Conservação e Restauração, que tem como tema “A pluridisciplinaridade na Conservação e Restauração”. Abaixo o site com informações, cadastramento e participação em oficinas:

    Inscrição para a IV Semana Acadêmica da Conservação e Restauração

    O critério de homologação da inscrição em oficinas ocorrerá por ordem de preenchimento totais das vagas. A homologação será divulgada no dia 05/09, podendo ser postada no máximo 23h59min do mesmo dia. A divulgação da homologação ocorrerá por meio do site do evento e na página do Facebook ‘PET Conservação e Restauro – UFPEL’. Lembrando! Caso ocorra desistência da vaga em oficina, favor avisar com antecedência via e-mail para petconservacaoerestauro@gmail.com, com seu nome completo e oficina. Desde já, agradecemos sua participação e venha conosco curtir esse momento.