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    Notícias
  • Defesa de Dissertação

    Defesa de dissertação da discente Angélica de Sousa Marques, “Esmaltes Cerâmicos de Cinza: um dispositivo relacional como possibilidade de reconexão ser humano/natureza por meio da arte”, sob orientação da Profa. Dra. Angela Raffin Pohlmann, a realizar-se em 30 de março às 14h e 30min, de forma híbrida, no Auditório do Centro de Artes da UFPEL ou online através do link de acesso: https://webconf.ufpel.edu.br/b/ang-emu-tof-7uwhttps://webconf.ufpel.edu.br/b/ang-emu-tof-7uw

  • Defesa de Dissertação

    NASCE A ÚLTIMA QUE MORRE: Uma investigação poética, crítica e simbólica acerca da identidade nacional nas artes visuais contemporâneas

    Jessica Porciuncula

    Orientação:

    Profª Drª Renata Requião

    Banca examinadora:

    Profª Drª Maria Angélica Melendi (UFMG)

    Profª Drª Rízzia Rocha (UFMG)

    Profª Drª Gabriela Motta (UFPel)

    Profª Drª Kelly Wendt (UFPel)

    Dia 29/março (quarta-feira) – 14h 

    De forma híbrida e aberta ao público:

    PRESENCIAL: Relva Cultural (Almirante Barroso 3160)

    ONLINE: https://meet.google.com/dpj-sxio-csr

  • A Revista Multidisciplinar de Estudos Nerds/Geek está com chamada aberta para o dossiê “Além do arco-íris: diversidade sexual e de gênero no universo Nerd/Geek”

    “A Revista Multidisciplinar de Estudos Nerds/Geek, vinculada ao Liber Studium – Laboratório de Arqueologia do Capitalismo da Universidade Federal do Rio Grande está com chamada aberta para o dossiê “Além do arco-íris: diversidade sexual e de gênero no universo Nerd/Geek”, organizado por Fábio Ortiz Goulart (discente PPGArtes/UFPEL) e Rosângela Fachel (docente do PPGArtes/UFPEL).

    Não é de hoje que questões sobre sexualidade e gênero atravessam as discussões referentes às produções culturais do universo de interesse nerd/geek. Desde as primeiras HQs até as mais recentes produções de fãs – fanfics e fanarts – passando pelos desenhos animados, pelos games e por todo o universo expandido e em expansão que deriva dessas narrativas, são recorrentes as discussões sobre as questões de sexualidade e de gênero presentes nessas narrativas. Discussões que vão desde as famosas especulações, baseadas em “pistas” narrativas e estéticas, às análises de representação, contrarrepresentação e representatividade, que, atualmente, confluem com movimentos sociais, políticos, acadêmicos e identitários em prol da diversidade. Neste sentido, propomos este dossiê como um espaço para a ampla abordagem – teórica, crítica e estética – de questões referentes à diversidade sexual e de gênero em narrativas e produções do universo nerd/geek.

    Informações sobre a submissão e normas editorias, consultar o site da revista: https://revistaestudosnerds.furg.br”

  • IX Colóquio de Cinema e Arte na América Latina

    Latinidades Afro-ameríndias

    1a Circular

    A comissão organizadora do IX Colóquio de Cinema e Arte na América Latina (COCAAL) convida pesquisadoras e pesquisadores a submeterem trabalhos para a nova edição do evento. De volta à modalidade presencial, o COCAAL 2023 acontecerá de 19 a 22 de setembro de 2023, na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, Salvador, Bahia.

    Temática do COCAAL 2023

    O que está em jogo quando se designa a América Latina, seja para reivindicá-la ou recusá-la? A América Latina é uma fantasia ou um fantasma: não existe como presença plena ou projeto acabado, como identidade dada e território unificado; e é mais de uma, nos múltiplos tempos em que se desdobra, sem conjunção possível, como identidade fugidia ou terra dispersa, alheia a toda territorialização, isto é, a toda tentativa de apropriação e de instauração de um domínio unitário. América, em geral, e América Latina, em particular, se inscreveram na imaginação política global – naquilo que Walter Mignolo (2003) denomina “sistema mundial colonial/moderno” – como um campo de disputa. Dessa forma, a assinatura colonial inscrita na noção de América Latina deve ser reconhecida por qualquer reivindicação do termo e de suas derivações.

    Ao mesmo tempo, sem apagar a assinatura colonial que a inaugura, a história da América Latina deve ser lida a contrapelo, para que seja possível saber as realidades que a constituem, as disputas que a atravessam, os horizontes e as vertigens que a jogam para fora de si mesma. É preciso reconhecer, ao lado dos fantasmas coloniais cuja aparição permanece visível desde o nome, a sucessão múltipla de fantasmas cuja desaparição deve ser confrontada, mesmo que faltem nomes próprios suficientes para essa confrontação (e que esses nomes também procedam de uma genealogia colonial): os fantasmas de todas as pessoas que, sob o regime colonial de distribuição da violência, foram forçadas a desaparecer, no processo histórico de construção da experiência latino-americana.

    Reivindicar as latinidades afro-ameríndias, como faz esta nona edição do Colóquio de Cinema e Arte na América Latina, implica reconhecer a violência da nomeação colonial das gentes colonizadas e a assinatura colonial que aspira a unificar, assim, a noção de América Latina (como uma herança comum). Ao mesmo tempo, ao apontar para as latinidades afro-ameríndias, trata-se de repensar a América Latina a partir da relação e do diálogo entre culturas e perspectivas coletivas, por meio da abertura e da escuta às vozes e aos traços da multiplicidade de experiências das gentes que o projeto colonial pretendeu reunir de forma generalizada, sob signos de africanidade e amerindianidade, cujas designações genéricas uma série de movimentos posteriores buscaram e buscam transformar em alavancas estratégicas de intervenção social e política.

    Diante disso, impossível não salientarmos que iniciamos o ano de 2023 com a posse histórica de Sônia Guajajara, à frente do Ministério dos Povos Indígenas, do professor, jurista e filósofo Silvio Almeida, no Ministério de Direitos Humanos com a recriação do Ministério da Igualdade Racial, a cargo de Anielle Franco, três instâncias fundamentais para implementação de políticas públicas voltadas para o enfrentamento da violência colonial atualizada constantemente por sistemas de policiamento e governo, e efetivamente de governo como policiamento, que persistem como norma em todo o continente. “Nunca mais o Brasil sem nós”, disse em seu discurso de posse Sônia Guajajara. “Não recuaremos, não retrocederemos, não vamos abaixar a cabeça mais, não sairemos daqui”, afirmou Anielle Franco. “Homens e mulheres pretos e pretas do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós”, disse Silvio Almeida ao assumir a pasta. Falas que estão imbuídas de toda uma longa trajetória de movimentos e organização política de gentes negras e indígenas que têm buscado, desde o início, contestar as denominações coloniais a partir da reivindicação estratégica de seus termos, o que está presente ainda em outra fala de Guajajara: “Esse ministério é novo, mas na verdade esse ministério é ancestral”.

    Nesse sentido, além de pensar a América Latina no plural, por meio da noção de latinidades, se trata de reivindicar, por meio do adjetivo afro-ameríndias, a possibilidade de multiplicação de perspectivas para reinventar a vida em comum no continente, nos campos do cinema e da arte. As latinidades afro-ameríndias são uma abertura para as formas alternativas de vida em comum que Lélia Gonzalez designou por meio da noção de “Améfrica Ladina”, para as práticas de contra-colonização do que Antonio Bispo dos Santos chamou de “povos afro-pindorâmicos” e para as memórias e projeções que tanto Ailton Krenak quanto Davi Kopenawa, entre outros, têm encontrado no tempo do sonho, resistindo à colonização, às suas heranças e às suas formas de tentar impor o fim do mundo. Latinidades afro-ameríndias, portanto, são também ladinidades améfrico-pindorâmicas, e quantos outros nomes será preciso desarticular e rearticular, desmontar e remontar, para começar a reconhecer e a inventar a multiplicidade de suas figuras mundanas e fantasmas extra-mundanos.

    Em articulação com as ideias aqui expostas, incentivamos o envio de propostas de mesas e comunicações que transitem nos seguintes eixos temáticos:

    Histórias, memórias, fabulações e arquivos

    Perspectivas teóricas e metodológicas

    Estudos de recepção

    Cinema, arte e educação

    Corpos, gêneros e sexualidades

    Poéticas sonoras e musicais

    Linguagem: reconfigurações, experimentações, transgressões

    Militâncias e ativismos

    Representações, contra-representações e representatividade

    Afetos, emoções, sentimentos

    Bordas, margens, periferias

    Coletivo, comunal, comunitário

    Meio-ambiente e ecologias decoloniais

    Audiovisualidades insurgentes

    Artes e hibridismos

    Submissões

    A submissão de trabalhos deve ser realizada até o dia 30 de abril, por meio de formulário disponível no endereço https://forms.gle/9kK49BLMsLLAnHMg9, e pode ser em duas modalidades: mesas pré-constituídas e comunicações livres. Serão aceitos trabalhos em português e espanhol.

    1 – Mesas pré-constituídas

    As mesas pré-constituídas devem propor a articulação e o debate de pesquisas e discussões acerca de temas emergentes na América Latina, na área do audiovisual e das artes em perspectiva expandida.

    Cada mesa deve ser composta por 3 participantes, sendo que pelo menos uma pessoa deve ter o doutorado concluído. Demais participantes podem ser discentes de doutorado, pessoas com mestrado concluído ou em curso, com notório saber e/ou produção artística. Uma pessoa deve atuar também na moderação da mesa.

    O formulário de inscrição deve ser preenchido pela pessoa responsável pela coordenação da mesa. Ao formulário, deverá ser anexado o documento da proposta, em formato PDF, nomeado da seguinte forma:
    COCAAL 2023_mesa_SOBRENOME_Nome,


    O documento da proposta deve ser realizado a partir do modelo disponível em http:https://docs.google.com/document/d/1nNpaAZkv9TWLYAR3-j2tGAS6fpdhBU3UlANxaAN2ZtE/edit?usp=sharing e deve conter o Título da mesa, um Resumo de apresentação da temática da mesa e Resumos dos três trabalhos que compõem a mesa.

    As mesas aprovadas deverão respeitar o tempo máximo de 90 minutos de duração, destinando 20 minutos de exposição para cada participante e 30 minutos para perguntas e discussões. Em caso de aprovação, todas as pessoas participantes das mesas deverão realizar a inscrição individualmente, segundo cronograma e condições a serem anunciadas na ocasião da divulgação dos trabalhos aprovados.

    2 – Comunicações livres

    Podem submeter propostas de comunicação pessoas com mestrado em curso, mestrado concluído, doutorado em curso, doutorado concluído, pessoas com notório saber e/ou produção artística. Só é permitida uma inscrição por pessoa, mesmo em caso de co-autoria. Cada proposta poderá ter a autoria de no máximo 3 pessoas, que devem realizar a submissão individualmente no formulário disponível em https://forms.gle/9kK49BLMsLLAnHMg9, ao qual deve ser anexado o documento da proposta, em formato PDF, nomeado da seguinte forma: COCAAL 2023_livre_SOBRENOME_Nome

    O documento da proposta deve seguir o modelo disponível em http:https://docs.google.com/document/d/1okqSeaLpgqaRnMyfu9S6SUlErnKMsRaH5MA7kpb2cO8/edit?usp=sharing

    As comunicações aceitas deverão respeitar o tempo máximo de 20 minutos para exposição, nas datas e horários estabelecidos e previamente anunciados.

    Não serão aceitas propostas de mesas e comunicações entregues fora do prazo e que não estejam dentro das normas solicitadas pela chamada.

    DATAS IMPORTANTES:

    Inscrições de mesas pré-constituídas e comunicações livres – até 30 de abril

    Divulgação das propostas aprovadas – Até 31 de maio

    Pagamento da taxa de inscrição* – Até 20 de junho

    Divulgação do cronograma de apresentações – Até 10 de agosto

    Inscrição de ouvintes – de 30 de abril a 19 de setembro.

    Realização do evento – de 19 a 22 de setembro

    *Valores das taxas de inscrição

    Docente/Pesquisador com vínculo profissional e com apresentação de trabalhoR$ 130,00
    Pesquisador, mestre ou doutor, sem vínculo profissional com apresentação de trabalhoR$ 65,00
    Estudante de pós-graduação com apresentação de trabalhoR$ 65,00
    Docente/Pesquisador sem apresentação de trabalhoR$ 50,00
    Estudante de pós-graduação e graduação sem apresentação de trabalhosR$ 25,00
    Estudante de pós-graduação e graduação sem apresentação de trabalhos (UFBA, UFRB, UESB)Isento
    Estudante da rede pública do ensino médio, fundamental e técnicoIsento
    Professor do Ensino Fundamental e Médio de Escolas PúblicasIsento

    *A forma de pagamento da taxa de inscrição, para participantes do Brasil e do exterior, será informada na ocasião da divulgação dos trabalhos aprovados. No caso das mesas, todas as pessoas que participam devem pagar a taxa, assim como no caso de comunicações livres em co-autoria.

    Informações sobre a inscrição de ouvintes e sobre o envio de resumos expandidos e artigos para os Anais do evento serão divulgadas nas próximas circulares.

    Para dúvidas ou mais informações: coloquiococaal@gmail.com/ Instagram: @coloquiococaal

    COMITÊ ORGANIZADOR

    Dra. Ana Paula Nunes – UFRB
    Dr. Glauber Lacerda – UESB

    Dr. Guilherme Maia – UFBA

    Dr. Marcelo Ribeiro – UFBA

    Dra. Morgana Gama – UFBA

    Dra. Priscila Miraz – UFRB

    Dra. Regina Gomes – UFBA

    Dra. Rosângela Fachel – UFPel

    COMITÊ CIENTÍFICO

    Álvaro Vázquez Mantecón (Universidad Autónoma Metropolitana-México)

    Ana Laura Lusnich (Universidad de Buenos Aires – Argentina)

    Ana M. López (Tulane University – EUA)

    Ângela Freire Prysthon (Universidade Federal de Pernambuco – Brasil)

    Antonio Carlos Amancio Da Silva (Universidade Federal Fluminense – Brasil)

    Bertold Salas Murillo (Universidad de Costa Rica – Costa Rica)

    Clara Krieger (Universidad de Buenos Aires – Argentina)

    Claritza Peña Zerpa (Universidad Católica Andrés Bello – Venezuela)

    Eduardo Victorio Morettin (Universidade de São Paulo – Brasil)

    Geovanny Narváez (Universidad de Cuenca – Equador)

    Izabel de Fátima Cruz Melo (Universidade do Estado da Bahia – Brasil)

    Jerónimo Rivera (Universidad La Sabana – Colômbia)

    Luz Mónica Villarroel (Universidad Central De Chile)

    Laura Bezerra (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – Brasil)

    Mariana Amieva (Universidad de la República – Uruguai)

    Nilda Jacks (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil)

    Ronald Antonio Ramírez (Universidad de La Habana – Cuba)

    Yanet Aguilera (Universidade Federal de São Paulo – Brasil)

    Yobenj Aucardo Chicangana Bayona (Universidad Nacional de Colombia)