Abertura da Exposição do 6º FIVRS na Fundação ECARTA – POA

A Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943) segue comemorando seus 20 anos, promovendo um espaço plural para a produção artística contemporânea no RS. No dia 28 de agosto, a partir das 17h, apresenta conversa com artistas, organizadores e curadores. Às 19h, coquetel de inauguração do 6º Festival Internacional de Videodança do Rio Grande do Sul, na Galeria Ecarta, e também as exposições Encaixontando Desencaixados de Edu Devens (Edital do Projeto Potência) e trAMAR, de João Augusto Santos, no espaço do Professor Artista/Artista Professor.
O FIVRS – Festival Internacional de Videodança do RS, organizado pelo PPGARTES e Curso de Dança-Licenciatura da UFPel, em sua 6ª edição, recebeu 165 inscrições oriundas de 26 países: Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, EUA, França, Iran, Irlanda, Itália, Japão, Líbano, México, Países Baixos, Peru, Portugal, Reino Unido, República Democrática do Congo, Uruguai e Venezuela.
A expressiva participação do Brasil tem a representatividade de 15 estados – Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe – e do Distrito Federal.
A comissão avaliadora do FIVRS 2025 foi composta pelos seguintes profissionais:

Ana Sedeño Valdellós – Espanha
Criadora e diretora audiovisual, doutora em Comunicação Audiovisual e Professora do Departamento de Comunicação e Publicidade Audiovisual da Universidade de Málaga (Espanha). É autora dos livros Lenguaje del videoclip ( 2002), L a música contemporánea en el cine (2005), Historia del videoarte en España (2011) e Análisis del cine Contemporáneo: Estrategias estéticas, narrativas y de puesta en escena (2013). Seus interesses de pesquisa incluem as relações entre música, meios audiovisuais e as práticas audiovisuais na cena contemporânea sob uma perspectiva histórica e/ou educativa, com ênfase em produções artísticas, como videojockey, mapping e videodança.

André Rosa – Brasil
Pesquisador e artista, Licenciado em Dança e Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atua nas áreas de dança e videodança, com uma produção que abrange tanto a investigação teórica quanto a prática poética, premiada nacional e internacionalmente. Há 10 anos, é membro da Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão. Participou demais de50festivais na área de dança e foi realizador de dois Festivais de Videodança: em Natal (RN) e Recife (PE). Nos anos de 2018 e 2019, implementou o projeto “Videodançando na Escola” com alunos do ensino fundamental, por meio do programa “Mais Educação” em Natal/RN. Em 2020, participou do projeto Desbordamientos (Brasil – Argentina) da REDIV – Rede Iberoamericana de Videodança. Atualmente, é diretor artístico do Cinese Grupo de Dança Contemporânea, desenvolvendo espetáculos cênicos tecnológicos e videodança em colaboração com o grupo.

Diego Carrera – Uruguai
Realizador e editor audiovisual, mestre em Teoria e Crítica da Produção Audiovisual e, atualmente, professor adjunto da Faculdade de Letras da Universidade da República, Uruguai,ondeatuahámaisde25anosnaáreadeFotografia,CinemaeVídeo.Também trabalhou em outras faculdades públicas e privadas do país. Foi diretor do Festival Internacional de Videodança do Uruguai (Fivu) entre 2007 e 2017. Também trabalhou em produções de dança, criando visuais cênicos. Ministrou aulas e palestras em diversas regiões da Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba e México, publicando livros e artigos sobre o tema. Pesquisador certificado pela Comissão Setorial de Pesquisa Científica do Uruguai. Tem em seu currículo pesquisas sobre as relações entre dança e tecnologia, história da dança independente e, atualmente, trabalha em projetos de documentários transmidiáticos com o projeto TransmediaUy.

Matheus Brusa – RS, Brasil
Diretor, coreógrafo, professor de dança contemporânea e composição coreográfica, produtor e editor de videodança, jurado, cenógrafo, iluminador, palestrante e compositor de trilhas sonoras, graduado em Dança com especialização em Corpo e Cultura pela Universidade de Caxias do Sul. Acumula mais de 75 prêmios especiais em festivais de dança, incluindo 4 Prêmios FUNARTE, 2 prêmios Rumos Itaú Cultural (Dança e Vídeo-Dança) e 54 premiações no Festival de Joinville. Atuou como jurado do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo entre 2016 e 2023. Suas vídeodanças foram selecionadas para festivais nacionais e internacionais de destaque, como o Dança em Foco e o projeto Quarentena Projetada da Mídia NINJA, que exibiram seus trabalhos em 10 cidades brasileiras e em 15 países. Atualmente, é diretor artístico, coreógrafo, cenógrafo, iluminador e professor no Núcleo Artístico Ballet Margô e na Cia. Matheus Brusa.

Mayra Huerta Jiménez – México
Artista, pesquisadora e professora, doutora em Artes Visuais e Intermidiáticas pela Universidade Politécnica de Valência. É professora pesquisadora na Faculdade de Letras da Universidade Autônoma da Baixa Califórnia (UBAC). Integra a Faculdade de Imagem e Criação. Desenvolve pesquisas sobre ovídeo como meio criativo no noroeste do México e desenvolve práticas artísticas contemporâneas com audiovisual, fotografia e instalação. Integra a Rede Ibero-Americana de Pesquisa Narrativa Audiovisual (Rede INAV). Atualmente, integra o Sistema Nacional de Pesquisadores (SNI) do México e é diretora da Facultade de Artes Tijuana da UABC.