O Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPel vem manifestar seu apoio aos servidores públicos do Ministério da Cultura, que se encontram em estado […]
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas vem a público manifestar seu repúdio à aprovação, no Senado, do Projeto de […]
Com muita satisfação, o Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAnt) comunica que o resultado da última Avaliação Quadrienal da CAPES elevou a nota do Programa para cinco.
Letícia de Cássia Costa de Oliveira, Estudante de Doutorado do PPGAnt, assume direção do Memorial do Rio Grande do Sul e do Museu Antropológico – Instituições vinculadas à Secretaria da Cultura (Sedac).
‘Difícil, cansativo, perigoso’, disse Bruno à Folha antes de ir à floresta pela última vez
Indigenista morto falou à reportagem semanas antes de ingressar na região da Terra Indígena Vale do Javari, no AM
MANAUS “O presidente [Jair Bolsonaro] não demarcou um centímetro como ele prometeu. O presidente da Funai, o [Marcelo] Xavier, está lá para isso. É a administração do caos. Não sei não [suspiro]. Difícil, cansativo, perigoso. Vamos simbora.”
Foi dessa forma que o indigenista Bruno Pereira, 41, completou uma de suas respostas à Folha durante longa entrevista por telefone semanas antes de viajar pela última vez à terra indígena Vale do Javari, no Amazonas.
A entrevista é de 22 de abril, dia em que se comemora o descobrimento do Brasil. Passados 44 dias, em 5 de junho, Bruno desapareceu nas imediações da terra indígena. Foi assassinado ao lado do jornalista britânico Dom Phillips, 57, que escrevia um livro sobre a Amazônia e contava com a ajuda do indigenista.