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    Notícias
  • App Livre da IADT para Ações de Urgência e Terapêutica de Dentes Traumatizados

    A Associação Internacional de Traumatologia Dental – “International Association of Dental Traumatology” (IADT) disponibiliza o aplicativo (App) livre intitulado “ToothSOS” da IADT que pode ser instalado livremente em “Smart Phones” e “Tablets” por meio da “App Store” para dispositivos iOS bem como pela “Play Store/Google Play para dispositivos Android”.

    O aplicativo ToothSOS é um App oficial da IADT e tem como objetivo prover informações a respeito das injurias dentais traumáticas tanto para pacientes como para profissionais.

    Os pacientes com proficiência em idioma inglês podem obter informações em linguagem acessível sobre as primeiras ações de urgência a serem tomadas em caso de traumatismo dental, considerando que as ações realizadas no local do trauma serão determinantes para o prognóstico e manutenção do dente afetado.

    A PECOS, com esta publicação, pretende contribuir com o compartilhamento do App ToothSOS com o objetivo salvar o maior número possível de dentes afetados por traumas.

    O acesso rápido às informações detalhadas constantes das Diretrizes da IATD para traumas dentais também contribui com a prática clínica profissional.

    Ligações Externas

    https://itunes.apple.com/gb/app/toothsos/id1368359249?mt=8&ign-mpt=uo%3D4

    https://play.google.com/store/apps/details?id=com.iadtapp.toothsos&hl=en_US

    Dos Editores.

  • Comunicado de Segurança de Medicamentos da FDA sobre Clorexidina

    A “U.S. Food and Drug Administration (FDA)”, por meio do Comunicado de Segurança de Medicamentos (“FDA Drug Safety Communication”), alerta sobre reações alérgicas raras, porém graves, com o gluconato de clorexidina utilizado como antisséptico na pele (FDA, 2017).
    O Comunicado da FDA alerta que raras, porém graves reações alérgicas foram notificadas divido à ampla utilização de produtos contento o gluconato de clorexidina para antissepsia da pele, sendo que o número de relatos de reações alérgicas graves a esses produtos aumentou nos últimos anos (FDA, 2017).
    Nos Estados Unidos da América do Norte, os enxaguatórios bucais contendo gluconato de clorexidina já contêm aviso sobre a possibilidade de reações alérgicas graves em seus rótulos, mas os antissépticos de pele, ainda não apresentam tal notificação de alerta (FDA, 2017).
    O referido Comunicado da FDA sugere que os profissionais de saúde devam sempre perguntar aos pacientes se eles já tiveram uma reação alérgica a qualquer antisséptico antes de [utilizar], recomendar ou prescrever um produto contento gluconato de clorexidina, aconselhando aos pacientes a procurar atendimento médico imediato se sentirem algum sintoma de reação alérgica ao usar o produto. Nos casos cuja reação alérgica prévia foi informada pelo paciente, a equipe de saúde deve considerar o uso de antissépticos alternativos (vide “FDA Drug Safety Communication”).
    A FDA, por meio do seu comunicado, também orienta aos pacientes e consumidores que apresentarem sinais e sintomas de reação alérgica grave, que eles devam interromper o uso do produto que contém gluconato de clorexidina e procurar atendimento médico imediatamente. Ainda segundo o Comunicado da FDA, os sinais e sintomas de reação alérgica grave seriam os seguintes: chiado ou dificuldade para respirar, inchaço do rosto, urticária que pode progredir rapidamente para sintomas mais graves, erupção grave, ou choque, que é uma condição com risco à vida que ocorre quando o corpo não está recebendo fluxo sanguíneo suficiente.

    Referências

    FDA Drug Safety Communication: FDA warns about rare but serious allergic reactions with the skin antiseptic chlorhexidine gluconate. 2017. Disponível em <https://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm530975.htm>. Acesso em: 25 jul. 2018.
    FDA Drug Safety Communication: FDA warns about rare but serious allergic reactions with the skin antiseptic chlorhexidine gluconate. 2017. Disponível em <https://www.fda.gov/downloads/Drugs/DrugSafety/UCM539059.pdf>. Acesso em: 25 jul. 2018.

    Dos Editores.

  • Guia de Trauma Dental da Associação Internacional de Traumatologia Dentária em Língua Portuguesa

    A Associação Internacional de Traumatologia Dentária – “International Association of Dental Traumatology” (IADT) mantém, em seu sítio na internet, cuja URL é https://www.iadt-dentaltrauma.org/, uma página dedicada ao Guia de Trauma Dental da IADT (https://www.iadt-dentaltrauma.org/for-professionals.html).

    O Guia de Trauma Dental da IADT, elaborado, originalmente, em inglês, contendo três seções, encontra-se disponível na URL https://www.iadt-dentaltrauma.org/1-9%20%20IADT%20GUIDELINES%20Combined%20-%20LR%20-%2011-5-2013.pdf e é periodicamente atualizado, sendo que a última revisão ocorreu em 2012.

    A IADT vem expandindo a acessibilidade do seu Guia de Trauma Dental disponibilizando-o em múltiplas línguas e, recentemente, publicou o conteúdo do Guia de Trauma Dental em Língua Portuguesa. A tradução para o Português Brasil foi realizada por Emmanuel João Nogueira Leal da Silva (UNIGRANRIO e UERJ), Raquel Assed Bezerra Segato (USP) e Paulo Nelson Filho (USP).

    A IADT publicou, em língua portuguesa, separadamente, as três seções do Guia de Trauma Dental, a saber:

    1 Diretrizes de tratamento para fraturas dentárias e do osso alveolar em dentes permanentes
    (https://www.iadt-dentaltrauma.org/IADT_Guidelines_Portuguese_Diretrizes_Traducao_IADT_1.pdf);

    2 Avulsão de dentes permanentes
    (https://www.iadt-dentaltrauma.org/IADT%20Guidelines%20Portuguese%20Diretrizes%20Traducao%20IADT%202%20-%20Av%20ulsa~o%20de%20dentes%20permanentes.pdf);

    3 Lesões na dentição decídua
    (https://www.iadt-dentaltrauma.org/IADT_Guidelines_Portuguese_Diretrizes_Traducao_IADT_3.pdf).

    O Guia de Traumatismo Dentário da  IADT é extremamente importante na avaliação e no manejo das injúrias traumáticas dentais provendo elementos fundamentais para os profissionais responsáveis pelo diagnóstico e pela terapêutica dos pacientes que vivenciaram traumatismo alvéolo-dentário. O guia citado é endossado pela “American Association of Endodontists” e “American Academy of Pediatric Dentistry” e é baseado em evidências científicas da literatura atual, no julgamento profissional de especialistas e clínicos gerais e na opinião de consenso do grupo de trabalho seguido pela revisão dos diretores do corpo editorial do IADT (DIANGELIS et al., 2012, 2016; IADT 2012).

    A aderência ao Guia de Traumatismo Dentário da IADT, incluindo os aspectos endodônticos, embora não garanta o sucesso clínico, maximiza as chances de um desfecho favorável, sendo, por tanto, necessário que o profissional da saúde aplique o julgamento clínico em virtude das peculiaridades de cada caso (DIANGELIS et al., 2012, 2016; IADT 2012).

    Cerca de um quarto das crianças e um terço dos adultos vivenciam trauma dental. Nas crianças, as luxações predominam, enquanto, nos adultos, são as fraturas coronárias as mais frequentes, sendo que, a maior parte dos traumas ocorre em pacientes com até dezenove anos. Os fatores determinantes dos desfechos favoráveis são o diagnóstico, o plano de tratamento e o acompanhamento apropriados (DIANGELIS, 2012, 2016; IADT 2012). Enfatiza-se que o tratamento é diagnóstico dependente (BARBIN, 2008; BARBIN et al., 2008).

    Reitera-se que o Guia de Traumatismo Dentário da IADT provê informações clínicas úteis aos profissionais para o manejo dos pacientes acometidos por trauma dentário tanto em consultas de urgência (imediatas) quanto em consultas eletivas, considerando que o tratamento de urgência deva ser complementado em consultas eletivas subsequentes envolvendo a presença de especialistas com experiência em trauma dentário, bem como materiais, métodos e serviços, nem sempre disponíveis em consultas de urgência (DIANGELIS et al., 2012, 2016; IADT 2012).

    Referências

    BARBIN, E. L. Análise química da clorexidina misturada ou não ao hidróxido de cálcio. [tese de doutorado]. Ribeirão Preto (SP): Universidade de São Paulo; 2008. DOI: http://dx.doi.org/10.1016/j.joen.2008.08.032. Disponível em: <https://wp.ufpel.edu.br/pecos/files/2015/03/do_barbin.pdf>. Acesso em: 22 março 2017.

    BARBIN, E. L.; SAQUY, P. C.; GUEDES, D. F. C.; SOUSA NETO, M. D.; ESTRELA, C.; PÉCORA, J. D. Determination of para-Chloroaniline and Reactive Oxygen Species in Chlorhexidine and Chlorhexidine Associated with Calcium Hydroxide. Journal of Endodontics, v. 34, p. 1508-1514, 2008. Disponível em: <http://www.jendodon.com/article/S0099-2399(08)00802-9/ppt>. Acesso em: 06 março 2017.

    DIANGELIS, A. J. et al. International Association of Dental Traumatology guidelines for the management of traumatic dental injuries: 1. Fractures and luxations of permanent teeth. Dent Traumatol, v. 28, n. 1, p. 2-12, Feb 2012. ISSN 1600-9657. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22230724>. Acesso em: 06 março 2017.

    DIANGELIS, A. J. et al. Guidelines for the Management of Traumatic Dental Injuries: 1. Fractures and Luxations of Permanent Teeth. Pediatr Dent, v. 38, n. 6, p. 358-368, Oct 2016. ISSN 1942-5473. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27931478>. Acesso em: 08 março 2017.

    IADT. Dental Trauma Guidelines: Revised 2012. Disponível em: <https://www.iadt-dentaltrauma.org/1-9%20%20IADT%20GUIDELINES%20Combined%20-%20LR%20-%2011-5-2013.pdf>. Acesso em: 06 março 2017.

    Dos Editores e Lucas Teixeira Uarth.

  • Açúcar Adicionado e Risco de Doença Cardiovascular em Crianças

    A “American Heart Association” publicou uma declaração científica (VOS et al., 2016) que avalia a relação entre a adição de açúcares aos alimentos e o risco de doenças em crianças.

    Os açúcares adicionados aos alimentos que contribuem com uma dieta energeticamente densa, mas com baixa quantidade de nutrientes eleva o risco do desenvolvimento de obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer relacionado à obesidade e cárie dental.

    As evidências observadas na literatura científica revisada pelos autores da declaração científica (VOS et al., 2016) dão conta de que a adição de açúcares aos alimentos que reflita em uma elevação calórica ou elevação de consumo energético, na dieta, está associada com a elevação da adiposidade, elevação da adiposidade central, e com a dislipidemia, sendo estes, fatores de risco para doenças cardiovasculares ateroescleróticas.

    Segundo a declaração científica (VOS et al., 2016), as crianças de até 2 anos de idade devem evitar o consumo de açúcares adicionados. A declaração citada recomenda ainda que crianças com mais de 2 anos de idade consumam até 25 gramas, por dia, de açúcar adicionado em alimentos, distribuídas em pequenas porções, o que equivale a 6 colheres de chá, de açúcar (100 calorias), por dia.

    Referências Bibliográficas

    BRASIL. CAPES Notícias. American Heart Association faz recomendações sobre consumo de açúcar por crianças e jovens. Disponível em: <http://www-periodicos-capes-gov-br.ez66.periodicos.capes.gov.br/?option=com_pnews&component=NewsShow&view=pnewsnewsshow&cid=415&mn=0>. Acesso em: 23 set. 2016.

    VOS, M. B. et al. Added Sugars and Cardiovascular Disease Risk in Children: A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation, Aug 2016. ISSN 1524-4539. Disponível em: http://circ.ahajournals.org/content/early/2016/08/22/CIR.0000000000000439; <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27550974>. Acesso em: 23 set. 2016.

    Dos Editores.

  • Obra “Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e crítica” disponível no sítio da SciELO

    A obra intitulada “Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e crítica” de Jairnilson Silva Paim, publicada, em 2008, está disponível, na íntegra, na “Scientific Electronic Library Online” (SciELO), na seguinte URL: <http://static.scielo.org/scielobooks/4ndgv/pdf/paim-9788575413593.pdf>.

    PAIM, J. S. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e crítica. Salvador: EDUFBA. Rio de Janeiro: FioCruz, 2008. 356 p. ISBN: 978-85-232-0529-4. Disponível em <http://static.scielo.org/scielobooks/4ndgv/pdf/paim-9788575413593.pdf>. Acesso em: 21 set. 2016.

    Dos Editores e de Patrícia Rodrigues Chaves da Cunha.

  • Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (REBRATS)

    O Ministro de Estado da Saúde instituiu pela Portaria Nº 2.915/2011 do Ministério da Saúde a Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (REBRATS).

    Segundo descrição contida no sítio, na internet, da REBRATS, objetiva-se estabelecer uma “… ponte entre pesquisa, política e gestão, fornecendo subsídios para decisões de incorporação, monitoramento e abandono de tecnologias […] contribuindo para a formação e a educação continuada nas áreas do sistema de saúde brasileiro.

    Com a REBRATS, pretende-se criar condições para a elaboração e a disseminação de estudos de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), os quais são importantes para o processo de análise dos benefícios para a saúde e das consequências econômicas e sociais do emprego das tecnologias. A ATS passa pela análise da segurança, acurácia, eficácia, efetividade, custos, custo-efetividade, impacto orçamentário, equidade e impactos éticos, culturais e ambientais relativas às Tecnologias em Saúde.

    Ainda segundo o conteúdo constante do sítio na internet acima citado, a REBRATS objetiva o que segue:

    => Produzir e disseminar estudos e pesquisas prioritárias no campo de ATS;

    => Padronizar metodologias;

    => Validar e atestar a qualidade dos estudos;

    => Promover capacitação profissional; e

    => Estabelecer mecanismos para monitoramento de tecnologias novas e emergentes.

    Referências e Ligações Externas

    Ministério da Saúde. Portaria Nº 2.915, de 12 de dezembro de 2011. Institui a Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (REBRATS). Disponível em <http://rebrats.saude.gov.br/images/REBRATS/Portaria2915_2011.pdf>.

    Ministério da Saúde. Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (REBRATS). Disponível em <http://rebrats.saude.gov.br/>.

    Dos Editores.

  • Propugnando pela Conscientização do Consumo de Sódio

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) em conjunto com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) promovem a Semana Mundial pela Conscientização do Consumo de Sódio.

    A OMS e a OPAS estão “… fazendo um chamamento para as famílias, para “fugir do sódio escondido”,  escolhendo mais preparadas em casa e com ingredientes frescos (OMS/OPAS, 2015)”.

    Bibliografia

    OMS/OPAS. Disponível em <http://www.paho.org/bra/>. Acesso em 24 mar. 2015.

    OMS/OPAS. Semana Mundial pela Conscientização do Consumo de Sódio. Disponível em <http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=4797:semana-mundial-pela-conscientizacao-do-consumo-de-sodio&Itemid=821>. Acesso em 24 mar. 2015.

    Dos Editores.

  • Semana Nacional de Mobilização e Luta Contra a Tuberculose

        Na Semana Nacional de Mobilização e Luta Contra a Tuberculose, destaca-se que “… a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, atualmente, existam nove milhões de casos novos da doença no mundo (Blog da Saúde, 2015)”.

    Bibliografia

    Blog da Saúde. Ministério da Saúde. Brasil se destaca nos índices contra a tuberculose. 2015. Disponível em <http://www.blog.saude.gov.br/index.php/35326-brasil-se-destaca-nos-indices-contra-a-tuberculose>. Acesso em 24 mar. 2015.

    Dos Editores.

  • Portaria Interministerial Nº 1646/2014 Institui o GraduaCEO

    Foi publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, Nº 149, de quarta-feira, 6 de agosto de 2014, a Portaria Interministerial Nº 1646/2014 que institui o componente GraduaCEO – Brasil Sorridente, no âmbito da Política Nacional de Saúde Bucal, que irá compor a Rede de Atenção à Saúde (RAS), e dá outras providências.
    O Ministério da Saúde já havia apresentado, em 2013, a proposta de criação do GraduaCEO por meio da Nota Técnica Nº 38/2013 – CONASS – Pro-Gestores, a qual continha justificativas para a instituição do GraduaCEO e a minuta (esboço) da portaria.

    Ligações Externas

    Portaria Interministerial Nº 1.646, de 5 de agosto de 2014. Institui o componente GraduaCEO – Brasil Sorridente, no âmbito da Política Nacional de Saúde Bucal, que irá compor a Rede de Atenção à Saúde (RAS), e dá outras providências. DOU, Seção 1, Nº 149, de 6 de agosto de 2014, p.37-37. Disponível em <http://e-dou.com.br/diarios-oficiais/2014/08/diario-oficial-da-uniao-secao-1-06-08-2014/>. Acesso em: 22 agosto 2014.
    Nota Técnica Nº 38/2013 – CONASS/Pro-Gestores. Institui, no âmbito da Política Nacional de Saúde Bucal, o componente GraduaCEO – Brasil Sorridente e dá outras providências. Disponível em <http://blog.planalto.gov.br/assunto/graduaceo/>. Acesso em: 22 agosto 2014.

    Como citar este artigo

    Barbin, Eduardo Luiz; Camacho, Guilherme Brião; Spanó, Júlio César Emboava; Ramos, Oscar Luis Vasques; Waldemarin, Renato Fabrício de Andrade. Portaria Interministerial Nº 1646/2014 Institui o GraduaCEO. Plataforma de Ensino Continuado de Odontologia e Saúde (PECOS), Pelotas, 2014. Disponível em: <http://www.ufpel.edu.br/pecos/>. Acessado em: 22 ago. 2014.

    Dos Editores.

  • Consulta à Tabela Unificada de Procedimento SUS pela Internet

    A consulta de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) pode ser realizada pela Internet.
    O Departamento de Informática do SUS (DATASUS) disponibiliza, por meio do Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPM, Portaria SAS-MS Nº 116/93) do SUS (SIGTAP), a tabela de procedimentos SUS.
    A tabela unificada de procedimentos SUS é estruturada em grupos e subgrupos, como, por exemplo:
    => Procedimentos com finalidade diagnóstica (grupo 02), Diagnóstico por radiologia (subgrupo 02.04);
    => Procedimentos clínicos (grupo 03), Tratamentos odontológicos (subgrupo 03.07).
    A consulta “online” à tabela unificada de procedimentos SUS, pela internet, por meio de Computadores Pessoais (PCs), está disponível na URL <http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp>. Através dos PCs, também é possível gerar documentos no formato “pdf” com o resultado da consulta à tabela de procedimentos SUS relativas ao Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA), ao Sistema de Informações Hospitalares (SIH) ou a ambos (SIA/SIH).
    A consulta à tabela unificada de procedimentos SUS também pode ser realizada através de aplicativos para dispositivos pessoais móveis de tela sensível ao toque (“touchscreen”) como, por exemplo, “Tablet”, “Tablet PC” e “Smartphone”. Neste caso, sistemas na internet como, por exemplo, o Google play e o iTunes disponibilizam o aplicativo Procedimentos SUS (pelo Google play – “Play Store – Apps” e pelo iTunes) como, também, outros aplicativos com informações relacionadas ao SUS e/ou de interesse para profissionais da área da saúde.
    Os resultados da pesquisa na tabela unificada de procedimentos SUS são importantes para o preenchimento da “Ficha do SUS” relativa aos procedimentos realizados em pacientes por profissionais e/ou serviços de saúde vinculados ao SUS e visa garantir o repasse de recursos do SUS para o estabelecimento de saúde.

    Ligações externas

    DATASUS – Departamento de Informática do SUS. Disponível em: <http://datasus.saude.gov.br/>.
    SIGTAP: Consulta à Tabela Unificada de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS. Disponível em: <http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp>.
    SIGTAP – Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS. Disponível em: <http://sigtap.datasus.gov.br/>.
    Google play. Disponível em: <https://play.google.com/store>.
    iTunes. Disponível em: <http://www.apple.com/br/itunes/>.
    Portaria SAS-MS Nº 116, de 9 de setembro de 1993. Disponível em: <http://www1.saude.rs.gov.br/dados/PT%20SAS_MS%20116_93%20Orteses_Proteses_Ostomia.pdf>. Acessado em: 27 maio 2012.
    Procedimentos SUS. Google play. Disponível em: <https://play.google.com/store/apps/details?id=thirtyideas.psus>.
    Procedimentos SUS. Itunes. Disponível em: <https://itunes.apple.com/br/app/procedimentos-sus/id502701842?mt=8>.

    Como citar este artigo
    Barbin, Eduardo Luiz; Camacho, Guilherme Brião; Spanó, Júlio César Emboava; Ramos, Oscar Luis Vasques; Waldemarin, Renato Fabrício de Andrade. Consulta à Tabela Unificada de Procedimento SUS pela Internet. Plataforma de Ensino Continuado de Odontologia e Saúde (PECOS), Pelotas, 2014. Disponível em: <http://www.ufpel.edu.br/pecos/>. Acessado em: 27 maio 2012.

    Dos Editores e Veridiana Fischer Bergmann.