Como funciona a psicologia das cores no marketing?

O mundo corporativo atual possui grande competição em todos setores, mas muita gente ainda não compreende o tamanho da importância das cores nos negócios e o quanto poderiam se beneficiar caso utilizassem esse recurso a seu favor. Ainda é muito comum vermos o uso de cores de maneira aleatória, sem o mínimo critério, principalmente por empresas menores, com pouco ou nenhum recurso de marketing e design.

É preciso entender que, além de apostar em um bom projeto de identidade visual e branding, investir nas cores certas é o caminho mais curto para ganhar uma enorme vantagem em relação aos concorrentes.

Agindo assim, as ideias são transmitidas de maneira eficaz, direta e em comunhão com os interesses e necessidades do público-alvo. Com isso, a marca cresce, ganha mais espaço, aumenta as conversões e conquista a fidelidade do consumidor. É importante lembrar que as variáveis são muitas: enquanto uma cor que causa boa impressão em um determinado tipo de negócio, ela pode ser uma péssima opção em outro ramo de atividade, além disso é importante lembrar que muitos estudos nesta área buscam estabelecer padrões de consumo que estão em constante mutação em nossas gerações e culturas.

A seguir estão alguns exemplos de cores e finalidades das mesmas:

Vermelho

Sempre associado à paixão, a sua aplicação é feita com muito mais frequência na indústria de alimentos. Por ser estimulante e vibrante, sua simbologia remete ao apetite. Além disso, é utilizada em campanhas promocionais para instigar a ação das pessoas para as compras. Há também as associações negativas, como: raiva, perigo, violência e guerra. Portanto, o uso dessa cor deve ser feito com cautela, para não confundir a interpretação da mensagem que se pretende emitir.

Laranja

Por ser vibrante, essa cor também é aplicada em anúncios promocionais e na indústria de alimentos. Ela desperta, ainda, a criatividade e costuma ser usada para transmitir confiança. Marcas ligadas ao público jovem a adotam para passar a sensação de dinamismo, energia, atividade e proximidade.

Amarelo

Seu significado também remete ao estímulo do apetite e, nesse contexto, normalmente é usada em conjunto com o vermelho (como é possível notar em algumas redes de fast-food). Quando aparece separadamente, sem interferência de outras cores, ela é associada a acolhimento, esperança, otimismo e concentração.

Verde

A cor verde comporta um leque variado de opções, podendo estar relacionada a diversas coisas, como natureza, sustentabilidade, saúde, equilíbrio e harmonia. É muito explorada em logotipos de centros de saúde, produtos de limpeza e ambientes corporativos para transferir a ideia de ponderação e coerência.

Azul

O azul-claro costuma remeter à higiene, ao frescor e à tranquilidade, enquanto o azul-escuro é útil para criar uma atmosfera de confiança entre as marcas e os clientes.

 

Roxo e lilás

Essas são as cores da nobreza e a realeza, mas também da espiritualidade, da sabedoria, da calma e do respeito. Portanto, são muito exploradas em clínicas de estética, SPAs, marcas de produtos de beleza e negócios relacionados ao bem-estar.

Rosa

Nos tons claros, a suavidade da cor remete à delicadeza, à inocência, ao romantismo e à proteção. Essas tonalidades são usadas com frequência em marcas infantis e de doces. Os tons mais escuros, por sua vez, estão ligados à modernidade.

Marrom

Essa cor está associada à elegância e à sofisticação. Por isso, é a preferida de muitas lojas gourmet e negócios que pretendem transmitir o conceito de organização e comprometimento. Em marcas de produtos orgânicos, passa a ideia de rusticidade e amor à natureza.

Branco

A neutralidade dessa cor é vinculada à pureza, à tranquilidade e à limpeza. Sua combinação com outras cores proporciona harmonia e luminosidade.

Preto

Também é uma cor neutra, mas está conectada aos conceitos de poder, elegância, força e mistério. Quando combinada com outras cores, reflete significados diferenciados.

Cinza

É neutra e sóbria, transferindo a sensação de responsabilidade, profissionalismo e conhecimento. Por isso, combina com ambientes corporativos. As empresas da área de tecnologia, por exemplo, utilizam a cor para transmitir uma imagem de modernidade e inovação.

Marcos Afonso

Diretor-presidente

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Fonte: Como funciona a psicologia das cores no marketing? – Blog Impacta

https://www.impacta.com.br/blog/2019/02/13/como-funciona-a-psicologia-das-cores-no-marketing/

 

Tecnologia nas organizações

A gestão das organizações é sempre um assunto vivo e pertinente no mundo corporativo, independentemente da época na qual estejamos. Isso porque, a cada momento emerge uma nova teoria organizacional, novas informações, globalização, tecnologias e pesquisas, o que faz com que a organização, em se tratando de sua gestão, necessite de uma maleabilidade cada vez maior para se manter firme no mercado e evoluir sempre.

Em meados dos anos 1970, surgiu uma grande inovação em se tratando de tecnologia: o computador pessoal. Nesse momento, algumas organizações já dispunham de grandes computadores centrais dentro de suas instalações para auxiliar no seu processo de gestão, com a centralização das informações utilizada para tornar os processos mais ágeis e transparentes dentro das organizações. Entretanto, por volta dos anos 1990, os PCs já possuíam maior capacidade de armazenamento do que os robustos computadores centrais anteriores, contrariando a tendência de centralização das informações com um desenvolvimento completamente oposto.

A evolução rápida das tecnologias influenciou diretamente na gestão das organizações, principalmente em se tratando da comunicação organizacional. Apesar da natural resistência à mudança existente dentro dessas organizações, a tecnologia foi conquistando seu espaço em todas os processos até se tornar indispensável para a continuidade competitiva das empresas no mercado. Contudo, devido à sua rápida evolução, boa parte das organizações não fazem o melhor uso das tecnologias disponíveis atualmente. Em alguns casos, a mesma acaba, até, atrapalhando o dia a dia funcional de algumas organizações.

É necessário, então, retroceder alguns anos na história das organizações e perceber a origem da existência das empresas. As organizações se estruturaram através da necessidade humana de trabalhar coletivamente para atingir certos objetivos. Isso fez com que os seres humanos criassem mecanismos que facilitassem a obtenção de resultados almejados por um certo grupo e, a partir daí, estruturaram-se de modo a conseguir organizar e controlar todos os processos criados. Dessa maneira, é possível perceber que, em sua origem, a organização nada mais é do que o reflexo de um grupo de pessoas que trabalha em prol de um mesmo objetivo.

Sendo assim, é de extrema importância enxergar que, antes de entender e adaptar uma nova tecnologia a uma empresa, é necessário compreender e capacitar as pessoas que a compõe, buscando analisar as capacidades, os desafios e as necessidades das pessoas que farão, de fato, a tecnologia ser uma aliada e não uma adversária. O grande erro das empresas atualmente é colocar a tecnologia dentro da organização, mas não aplicar a organização à tecnologia. Se a organização é a soma das pessoas que a compõe, a tecnologia só pode prosperar como aliada no momento em que for bem utilizada por essas pessoas.

Neste momento caímos numa das maiores dificuldades modernas das organizações: a comunicação organizacional. A comunicação nada mais é do que a transmissão de informações e partilha de conhecimento. O grupo de pessoas componentes de uma organização está preocupado com um objetivo e se comunica para chegar até ele. Contudo, muitas vezes o agente desta comunicação não é humano e, se não for bem utilizado e direcionado, não se faz eficaz, prejudicando todo o processo da obtenção deste objetivo.

Desta maneira, chegamos, finalmente, ao ponto mais importante desta discussão: a tecnologia não se refere às máquinas utilizadas, mas sim ao uso qualificado dessas; à pratica! E, para que essa prática seja de real eficácia, é necessário que os agentes sejam capazes de captar o máximo dessas tecnologias e transmitir adiante toda sua capacidade de auxílio e facilitação na obtenção dos objetivos previamente definidos. Sendo assim, para que exista, de fato, essa transmissão, a comunicação organizacional deve, também, ser eficaz no ponto em que, se a organização (agentes) não compreende bem os seus processos, é impossível possuir tecnologia auxiliar eficaz para os mesmos.

Fica, assim, uma sugestão de autoavaliação para que, antes que seja implementada uma nova tecnologia, haja uma análise da comunicação interna da organização e também do porquê de esta tecnologia ser adicionada ao processo, para que se possa, de fato, aproveitar ao máximo suas potencialidades. E, caso você tenha ficado curioso(a) sobre o assunto, ficam aqui os links para os artigos base da criação deste texto e, também, um convite para vir conversar com a equipe da Emad Jr.

Até logo, abraço!

Ana Luísa Vahl Dias
Diretora de Marketing

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Artigo 01: Da tecnologia na organização à organização na tecnologia – James R. Taylor

http://revistacomsoc.pt/index.php/comsoc/article/view/1098

Artigo 02: Tecnologia: novas abordagens, conceitos, dimensões e gestão – José Carlos T. da Silva

http://www.prod.org.br/doi/10.1590/S0103-65132003000100005#

Gerenciamento de crises nas redes sociais

            O gerenciamento de crises nas redes sociais é sem dúvida uma das maiores preocupações de todo profissional que se relaciona diretamente em mídias sociais.

Dessa forma, o gerenciamento de crises nas redes sociais também pode ser considerado um desafio interessante de ser encarado, pois mostra a capacidade da marca em lidar com situações adversas.

            Ter uma resposta positiva das ações nas mídias sociais não passa de obrigação de um bom gestor de mídias sociais. O difícil mesmo é lidar com as diferenças e insatisfações.

Aprenda a lidar com as crises em suas mídias sociais.

Primeiramente, vale ressaltar que as crises nas redes sociais é algo inevitável. Se a marca acredita que irá criar uma presença em redes sociais e não vai se deparar com uma crise, esqueça. Isso faz parte do negócio.

1 Crie um plano de ação.

            As crises em redes sociais tendem a gerar um ambiente de stress que muitas vezes pode desestabilizar a equipe de gestão de mídias sociais. Dessa forma é importante criar um protocolo de ação, nela deverá contar um verdadeiro plano de contingência para essas ocasiões.

2 Resolva antes que cresça

            Deve-se primeiro eliminar o foco do problema o mais rápido possível. A procrastinação é um ingrediente que não pode estar presente na receita para o sucesso em redes sociais.

 3 Conheça o perfil

            A primeira providência assim que for identificada uma crise é fazer um levantamento do perfil de quem deu início à crise e outros perfis nas redes sociais que estejam dando amplificação ao caso.

4 Não retroalimente a situação

            Assunto encerrado é assunto finito. Não caia na armadilha de querer provar que no final das contas você estava certo. Um gestor de mídias sociais inteligente sabe diferenciar claramente a vantagem entre estar certo e proteger a marca.

5 Bonifique

            Ao final da crise, de maneira sutil, se achar necessário, bonifique o reclamante de alguma forma. Isso servirá como um presente de desculpas que certamente irá criar uma impressão de gentileza e reconhecimento de culpa.

6 Aprenda com a crise

            Por fim, deve-se eliminar o ponto de conflito, mas uma vez resolvida essa questão, é hora de analisar o caso. Durante a crise surgiu algum fator novo que não estava previsto em seu protocolo de ação? Se isso ocorreu, qual foi o procedimento adotado? Esse procedimento é a melhor atitude no caso de um novo problema desse tipo?

            O gerenciamento de crises em redes sociais é um aprendizado constante e por isso é necessária uma análise detalhada de todos os eventos. Descubra quais são as medidas que devem ser adotadas para evitar que se repita.

            Busque também aprimorar cada vez mais seus procedimentos, sempre visando a satisfação do cliente e a minimização dos danos à marca.

Link de apoio:

https://www.academiadomarketing.com.br/gerenciamento-de-crises-nas-redes-sociais/

Osvaldo Medeiros
Analista de Marketing

Técnicas de Networking

É muito provável que você já tenha ouvido falar sobre networking. Do inglês, o termo significa rede de relacionamentos, ou rede de contatos; basicamente, networking resume-se a uma rede poderosa de pessoas que trocam conhecimentos entre si com um objetivo comum. O cultivo dessa boa rede de contatos se faz cada vez mais importante para a carreira, pois abre portas para oportunidades cada vez melhores.

Veja abaixo 5 técnicas que o time da Emad separou para que você faça um networking simples e eficaz:

Vença a timidez

Encare o networking como uma conversa natural, ou como uma função do seu trabalho. Quanto mais você fizer, mais fácil vai ficar. Vale separar algumas perguntas chaves que vão te ajudar a manter uma conversa interessante.

Doe e receba

A essência do networking está na relação de troca: alie os seus interesses com quem os tem como ponto forte, e ofereça seus pontos fortes a quem tem interesse.

Pergunte

Não tenha vergonha de perguntar algo que não sabe ou pedir ajuda para resolver uma situação inusitada; provavelmente sua dúvida já foi a dúvida de alguém, e esse alguém tem a resposta. Além disso, essa é uma ótima oportunidade de fortalecer contatos, e tenha certeza de mostrar-se disponível para quem te ajudou.

Vá além das redes sociais

Redes sociais são ótimas para iniciar o contato com o diretor daquela empresa que você admira, mas interaja pessoalmente para garantir que ele saiba quem você é. Crie oportunidades de contato pessoal comparecendo em eventos, palestras, fóruns e outras situações que te proporcione interação com novas pessoas.

Qualidade é melhor que quantidade

Ter muitos contatos não significa que você está fazendo um bom networking. Garanta conexões fortes, principalmente se tem dificuldade em realizar o marketing pessoal. Contatos sem relacionamento são apenas contatos, mantenha-os sempre ativos para que exista de fato um vínculo.

Fonte: https://www.napratica.org.br/networking/

Lara Oliveira

Assistente de Gestão de Pessoas

Motivação Organizacional

Não é só o Processo Seletivo que tem seu papel de importância dentro da empresa. A Gestão de Pessoas tem de se atentar muito não só à captação do capital humano, mas também de sua permanência e satisfação em ambiente organizacional. Qualquer empresa depende muito do comprometimento individual de cada um que trabalha nela; um funcionário insatisfeito é, na grande maioria das vezes, improdutivo.

Uma Gestão eficiente não concentra seus esforços na padronização do trabalho, na generalidade ou em punir quem não segue estritamente as regras impostas. Indo muito além disso, uma empresa com essa parte bem desenvolvida atenta-se muito à diferença entre cada membro constituinte. Uma pessoa se sente bem trabalhando em um lugar no qual está confortável, onde sabe que vai ser respeitada e que sabe que é autônoma, mesmo tendo em vista as regras do ambiente organizacional.  Tendo suas necessidades básicas garantidas, tal qual Maslow previu em sua famosa pirâmide, os colaboradores podem se concentrar e realizar suas tarefas da melhor maneira possível.

Existem algumas maneiras de garantir que a motivação seja uma realidade dentro das organizações e que a relação com os funcionários seja estruturada. Como elencaram Milkovich e Boudreau:

    1. Comunicações: a organização deve comunicar e explicitar a sua filosofia aos funcionários e solicitar deles sugestões e opiniões sobre assuntos do trabalho. As comunicações devem ser de mão dupla.
    2. Cooperações: a organização deve compartilhar o processo decisório e o controle das atividades com os funcionários para obter sua cooperação e comprometimento.
    3. Proteção: o local de trabalho deve afetar o bem-estar dos funcionários sob o ponto de vista físico e proporcionar proteção contra possíveis retaliações ou perseguições do ponto de vista psicológico. As pessoas devem sentir que seu local de trabalho é agradável e seguro.
    4. Assistência: a organização deve responder às necessidades especiais de cada funcionário dando-lhes suporte e apoio para tanto. As pessoas devem sentir apoio e suporte da organização em suas necessidades e expectativas.
    5. Disciplina e conflito: a organização deve ter regras claras para lidar com a disciplina e a resolução de possíveis conflitos.

É interessante observar que os funcionários são motivados a produzir quando seu trabalho é reconhecido. Uma boa maneira de reconhecer os esforços individuais ou coletivos na empresa é eleger o “funcionário do mês”, por exemplo, o que garante a ele algum tipo de prêmio, ou dar um feedback positivo a frente de seus colegas. Destaca-se que feedbacks negativos jamais podem ser dados publicamente ou na frente de qualquer outro colega.

Beatriz Gruppelli

Diretora de Gestão de Pessoas

Recrutamento e Seleção

O processo de Recrutamento e Seleção de uma empresa consiste no meio que Gestão de Pessoas dispõe para atrair e selecionar os melhores candidatos para ocupar uma vaga numa empresa. É importante que o R&S seja constantemente atualizado conforme o tempo, para que seu caráter estratégico seja mantido e que a excelência possa ser alcançada.

Um planejamento prévio é essencial para que a máxima eficiência seja alcançada; a competição no mercado tem se tornado mais acirrada a cada ano que passa e ter uma equipe preparada e com os mesmos objetivos é essencial para elevar a empresa a um patamar mais alto, continuamente.

Por que o processo de Recrutamento e Seleção é tão importante para a organização?

Um bom processo de R&S pode garantir a economia de tempo e dinheiro, dois dos principais combustíveis de uma organização. Como exemplo, uma equipe mal formada custa à empresa alta rotatividade, baixa produtividade e ainda pode ser muito desmotivadora; tais motivos por si só são ruins, mas costumam ser decorrentes um do outro sendo, portanto, intrínsecos.

É essencial que as pessoas escolhidas e a equipe de recrutadores estejam em consonância com a cultura organizacional do local.

Diretoria de Gestão de Pessoas

Plano de Marketing

Plano de marketing são ações realizadas para chegar em um objetivo específico, como aumentar a visibilidade de uma marca, de uma mercadoria, e até mesmo da empresa e seus serviços oferecidos.

O marketing não é mais visto apenas para vender algo, com a era digital ter um bom plano de marketing na empresa significa planejamento e crescimento para esta, tornando-a mais competitiva no mercado e sempre atual.

É muito importante que a empresa tenha um profissional do campo de marketing para lhe auxiliar no planejamento de como ele deve seguir e ser feito, existem muitas empresas no mercado que prestam consultoria ajudando a fazer este planejamento. Focando no público e nos ideais da empresa para escolher qual é o melhor caminho a ser traçado.

Após ser traçado o plano pelo profissional de marketing, um cronograma de acompanhamento é necessário para obter sucesso e avaliar o que precisa ser corrigido para melhorar o plano, o cronograma também determina o momento em que cada ação deve ser realizada, como e por quem.

Fonte: https://goo.gl/iVgWb3

– Diretoria do Marketing

Avaliação 360°

As avaliações de desempenho, são uma parte importante dos sistemas de gestão de desempenho, são o resultado de um processo trimestral, semestral ou anual, em que um gerente avalia o desempenho de um funcionário de acordo com as exigências do cargo e usa as informações para mostrar à pessoa em que aspectos as melhorias são necessárias e por quê.

É um método que permite os gestores identificar os “elos fracos” de uma equipe. No dia a dia, no desempenho de suas atividades, muitos gestores cometem o erro de centralizar tudo, não dividindo as tarefas e responsabilidades com sua equipe. O resultado desse comportamento não costuma gerar bons resultados para os indivíduos e para a empresa.

Como funciona?

Na Avaliação de desempenho 360°, os participantes recebem feedbacks estruturados de seus superiores e subordinados. Além disso, o profissional elabora sua própria autoavaliação.

Como o nome indica, o Feedback de 360 graus destina-se a fornecer aos funcionários a visão mais precisa possível, com pareceres de todos os ângulos: supervisores, pares, subordinados, clientes e outros.

Fontes de avaliação do colaborador

Para chegarem a esse tal ‘feedback estruturado’, os membros da equipe preenchem um questionário específico, que descreve os comportamentos de liderança considerados essenciais pela organização.

É importante observar algumas questões apresentadas abaixo:

  • Responsabilizar os respondentes: Os supervisores devem discutir a contribuição de cada integrante da equipe de avaliação, informando a cada membro se ele usou as escalas classificatórias adequadamente, se suas respostas foram confiáveis e como outros participantes avaliaram o funcionário.
  • Evitar “jogar” com o sistema: Alguns indivíduos podem tentar ajudar ou magoar um funcionário dando-lhe uma avaliação alta ou baixa demais. Os membros da equipe podem tentar fazer um complô concordando em dar avaliações altas. Os supervisores devem fazer uma verificação para identificar respostas inválidas.

Graças aos feedbacks recebidos, o profissional pode guiar melhor o seu próprio desenvolvimento, perceber em quais pontos ele pode e deve melhorar e, assim, corresponder plenamente às expectativas da empresa.

Fontes:

BOHLANDER, George W., Scott Snell. Administração de Recursos Humanos: Tradução da 16ª edição norte-americana, 3rd edição. Cengage Learning Editores, 04/2015.

FRAGOSOS, Carolina. Avaliação 360 graus. Disponível em: <https://www.rhportal.com.br/artigos-rh/avaliao-360-graus/>.

– Diretoria de Gestão de Pessoas

Marketing Digital, o que é?

     Marketing Digital é um conjunto de atividades que uma empresa executa online com o objetivo de atrair novos negócios, criar relacionamentos e desenvolver uma identidade, isto é promover as marcas por meio de mídias digitais que é uma forma das empresas se comunicarem com o público.

    Dessa forma, o marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem utilizar por meio da internet, celular e redes sociais, para assim divulgar e comercializar seus produtos, conquistando novos clientes e melhorando a sua rede de relacionamentos.

    Existem diversas vantagens ao se utilizar este tipo de marketing, podemos citar: A interatividade com o público, com esta nova experiência as empresas podem ver o lado do consumidor através da interação em alguns cliques, o que aumenta o engajamento com a marca.

    Em relação ao consumidor há também um melhor direcionamento ao seu público, ou seja, atrair as pessoas que realmente tem o perfil para consumir a sua marca.

    Em um mundo virtual e online a obtenção de dados segue muito mais rápida e fácil de mensurar e analisar. Podendo então, identificar mais rapidamente as falhas e encontrar métodos para melhorar e corrigir.

Assim o marketing utiliza diversas disciplinas para identificar personas e quais suas necessidades e cobiças para entregar não somente produtos e serviços, mas também gerando lucro para quem o utiliza.

Fonte: https://goo.gl/gpf6i8

Fonte Imagem: https://goo.gl/mg9n7J

Diretoria de Marketing

Qual a importância da Pequisa de Clima Organizacional?

      Há empresas que atuam somente de forma operacional e possuem um péssimo ambiente de trabalho. Como mudar essa situação? É essencial que não apenas os gestores, mas também os diretores e os acionistas saibam da importância do clima para uma empresa.

      Um ambiente de trabalho positivo faz com que os funcionários se sintam bem sobre a vinda para o trabalho, e isso proporciona a motivação para sustentá-los ao longo do dia. A aplicação de uma pesquisa de clima organizacional ajuda a mensurar esses fatores que afetam o relacionamento que as pessoas têm entre si e a relação que possuem com a própria empresa. Pesquisas desse tipo são essenciais para a gestão da organização.

      O clima da instituição também pode ser definido como a percepção coletiva que as pessoas têm da organização, por meio das experiências práticas, políticas e estruturais. Ele é uma esfera psicológica que abrange a ligação entre a empresa e seus funcionários, configurada por um conjunto de características do ambiente de trabalho que podem ser medidas por meio de uma pesquisa.

Como aplicar esta pesquisa?

      Para aplicar a pesquisa de clima organizacional, o responsável pela área de Gestão de Pessoas deve observar as seguintes fases: elaboração do formulário, comunicação, aplicação da pesquisa, apuração dos dados, relatórios e plano de ação.

      A primeira fase é a criação de um formulário e para isso não há um padrão definido, pois as perguntas poderão variar de acordo com a realidade e com a cultura da empresa. A etapa seguinte é a comunicação, em que os gestores serão informados e passarão para sua equipe os benefícios dessa ferramenta. A divulgação poderá ser feita em reuniões e através dos meios de comunicação interna, como a TV corporativa para disseminar a pesquisa, bem como mostrar o seu resultado posteriormente.

      Com essas informações extraídas da pesquisa, é possível elaborar um relatório sugerindo um plano de ações para atacar os focos de problemas, com o intuito de melhorar o ambiente organizacional. A partir de pesquisa de clima aplicada, a organização poderá realizar uma avaliação sobre sua atuação, possibilitando um melhor planejamento de suas ações e favorecendo o desenvolvimento das habilidades e das competências organizacionais.

Fonte: https://blog.teclogica.com.br/importancia-das-pesquisas-de-clima-organizacional/

Diretoria de Gestão de Pessoas