Um prodígio musical que encanta

 

 

Rubem Aloy, Vano Costa, André Chiesa e Mauro Oliveira fazem parte da banda criada em 2014

Fabio Ávila

     O músico pelotense Vano Costa, da banca Vano e os Capones, mas para os amigos mais antigos, o “Vano do Simões Lopes”, é um talento precoce. No início da década de 80, aos sete anos de idade, já tocava violão e ensaiava os primeiros passos na aventura musical, compartilhando seus conhecimentos sonoros com os amigos da escola, no bairro Siimões Lopes, onde morava.

No fim da década de 80, já estava inserido no contexto musical da cidade. Hoje destaca-se como cantor, guitarrista e compositor, apresentando composições singulares, que  retratam o cotidiano e experiências do real e do imaginário. Quando se apresenta, no entanto, dá a impressão  de que é apenas lúdico, pois parece focar mais no divertimento do que a qualquer outro objetivo. Seus shows alegram todo o tipo de público, o clima de descontração faz com que todos se sintam como crianças em um parque de diversões.

Nessa caminhada, compôs mais de 100 canções. No ano de 2014, passou a fazer gravações, motivando a criação da banda Vano e os Capones. No grupo, conta com a companhia de André Chiesa na bateria, Mauro Gonçalves no contrabaixo e Rubem Aloy nos violões, backings e guitarras.

Vano Costa ressalta que, embora tendo gravado somente em 2014, algumas canções foram compostas há mais de 15 anos. Entre as melhores, estão as canções “O que sobrou de bom” e “Tudo bem”.

O que se esperar, não do artista, mas do ser humano Vano Costa? Suas expressões e comportamento denotam um homem de espírito manso e humilde, todavia, atrás do violão ou da guitarra e soltando a voz no microfone, esqueça o que leu nas linhas anteriores. Há uma transformação inexplicável, tem-se a sensação de que não se trata da mesma pessoa, de franzino vira um gigante e a voz com nuances de rouca, lembra grandes ícones vocais como Raul Seixas, Emilio Santiago e o consagrado Milton Nascimento.

As emoções são intensas e cada nuance no timbre de voz, uma nova sensação. Aproveitem enquanto é possível encontrar o vocalista andando livremente pelas ruas da cidade, quem buscar, ouvir e conhecer o trabalho que realiza, terá uma certeza paradoxal: Por que essa banda ainda não estourou no País? Então melhor pegar logo o seu autógrafo e tirar umas fotos com a gurizada da banda.

Quem deseja conhecer o trabalho da banda pode acessa os vídeos no Facebook ou no Youtube.

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