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  • Projeto Hortas Urbanas é apresentado no Fórum Social de maio

    POR  · PUBLICADO EM 07/06/2019 · ATUALIZADO EM 07/06/2019

    Por Jessica Alves

    Apresentação do projeto Hortas Urbanas no Fórum Social. Foto: Jessica Alves

    No último dia 29 de maio, o projeto Fórum Social promoveu um encontro mensal, no auditório do Museu do Doce, apresentando o projeto de extensão Hortas Urbanas aos representantes da comunidade pelotense. A palestra de apresentação se deu em torno da história e objetivos que o projeto visa alcançar, mostrando para os presentes um trabalho que nasceu na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e que busca beneficiar a população e conscientizá-la sobre a importância e benefícios de uma alimentação saudável.

    O Hortas Urbanas é um projeto de extensão da UFPel iniciado em 2017 na UBS General Osório, com objetivo de apoiar a organização de hortas no meio urbano a partir do plantio agroecológico, tendo em vista contribuir com a sustentabilidade ambiental. Além disso, ele envolve a saúde, alimentação saborosa, paisagem e sociabilidade, assim tornando o município inclusivo e sustentável utilizando tecnologias sociais, de baixo custo e que promovam bem-estar a todos os envolvidos.

    “Não é mais possível viver no meio urbano sem um projeto de sustentabilidade que vise o bem da população, temos que viver nas cidades em equilíbrio com o nosso ser e com o ambiente, dando mais um passo frente a uma outra racionalidade. E para que isto aconteça, temos que mudar nossa forma de pensar a alimentação, saúde, a agricultura, a economia e a cidade”, explica a nota institucional sobre o projeto.

    Segundo a professora do curso de geografia e coordenadora do projeto, Giovana Mendes de Oliveira, os participantes pretendem alcançar para a comunidade o selo Cidade Sustentável, onde as pessoas cultivam parte dos seus alimentos em hortas domésticas e comunitárias e têm uma relação de valorização da  natureza, de cuidado próprio e de valorização da cidade e do campo. Assim, o Fórum Social, projeto extensionista, que desenvolve um espaço de natureza participativa visando assessorar e acompanhar ações que contribuam para uma melhoria da realidade social e o exercício da cidadania, fez uma parceria com o Hortas Urbanas, apresentando o projeto para representantes de bairros e associações da comunidade de Pelotas, visando fortificar a relação de troca de conhecimentos entre a universidade e os cidadãos, expandindo o ensino até a casa de cada morador.

    “O cultivo de orgânicos na cidade precisa de tecnologia social desenvolvida, pois os insumos não são os mesmos que temos disponíveis. Temos que  conquistar a população para que ela compre a ideia, e ela sempre compra, mas na hora de iniciar o projeto as coisas são diferentes, precisa de tempo, esforço, dedicação, criar o hábito de vir na horta e isto é mais difícil. E tem o dinheiro, trabalhamos com baixo custo, mas ele sempre é preciso”, conta Giovana.

    A coordenadora também complementa que se precisa de muito diálogo com a comunidade, e isto leva tempo. A horta tem limites e possibilidades, e os integrantes trabalham para maximizar as possibilidades e minimizar com os limites. O projeto possui duas hortas em andamento e isso mostra que é possível.

  • Hortas Urbanas está em pauta na próxima reunião do Fórum Social

    A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de Pelotas (PREC/UFPel) realiza, nesta quarta-feira (29), reunião do Fórum Social. O encontro será às 18h, no Auditório do Museu do Doce, localizado no Casarão 8 da Praça Coronel Pedro Osório. O foco dos debates será Hortas Urbanas.

    Programação

    18h – Abertura, apresentação da pauta, dos participantes e informes gerais;

    18h 30min – Palestra – “Hortas Urbanas: Um projeto de sustentabilidade urbana para comunidade Pelotense” – Profª Giovana Mendes de Oliveira;

    20h – Encerramento.

    Sua presença em muito contribuirá para que a reunião atinja o impacto social que auspiciamos.

  • Atividade cultural marca o último dia do Congresso do Fórum Social da UFPel

    Para finalizar o Congresso do Fórum Social da UFPel, aconteceu uma atividade cultural no dia 14/11, na ABIG – Associação Beneficente Inova Guabiroba. A ação tinha o intuito de levar a universidade para a comunidade, a fim de interagir tais públicos. A atividade contou com a participação do estudante do curso de música da UFPel, Elias Dultra, que conversou com a comunidade sobre instrumentos musicais e a influência da música para a sociedade.

  • Congresso do Fórum Social encerra hoje

    Congresso começou na segunda. Foto: Micael Carvalho

    O segundo Congresso do Fórum Social da UFPel encerra as atividades nessa quarta-feira (14).

    Depois de dois dias de palestras e mesas temáticas com os seguintes temas: “A cidade que queremos: pensando democraticamente a complexidade viva”, “Discussão da atuação da UFPel nas áreas de Comunicação, Direitos Humanos, Cultura e Educação” e “Discussão da atuação da UFPel nas áreas de Saúde, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção, Trabalho” o congresso do Fórun Social finaliza suas dinâmicas com uma integração da Universidade Federal de Pelotas com a comunidade, localizada na Associação Inova Guabiroba, bairro Guabiroba, à partir das 16:00.

    As atividades são proporcionadas pelo Fórum Social, um espaço de natureza participativa que tem por finalidade representar a comunidade civil organizada junto à UFPel. O objetivo da Universidade é, por meio do Fórum, acompanhar, assessorar e propor, junto às entidades, ações que contribuam para a melhoria da realidade social e para o pleno exercício da cidadania em nossa região.

    Lembrando que a participação é aberta ao público e os inscritos receberão certificados.

    Por Jéssica Lopes

  • Realização do segundo dia do II Congresso do Fórum Social

    Docentes convidados para a primeira mesa do Congresso. Foto: Jessica Alves

    Nesta terça-feira (13) ocorreu o segundo dia do II Congresso do Fórum Social da UFPel, e assim como a cerimônia de abertura, o evento foi realizado no auditório térreo do Campus II da Universidade Federal de Pelotas. Como tema, foram promovidas mesas de conversa acerca da discussão e atuação da UFPel nas áreas de Comunicação, Direitos Humanos, Cultura, Educação, Saúde, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção e Trabalho.

    O Fórum Social é um espaço de natureza participativa que tem por finalidade representar a comunidade civil organizada junto à UFPel. O seu objetivo com a realização desta etapa do congresso foi de apresentar os projetos de extensão desenvolvidos pela universidade para a comunidade, podendo assim estreitar seus laços com esta, mostrando o que vem sendo trabalhado, abrindo possibilidade para desenvolvimento de novas propostas e incentivando os alunos a se inserirem nas atividades. Ao todo, a universidade possui 1306 projetos de extensão e muitos mais estão sendo desenvolvidos por diversos professores e técnicos.

    As cadeiras do local foram estrategicamente dispostas em formato de U para assim, representar o real funcionamento de um fórum, facilitando o diálogo, a comunicação e a construção de ações, agendando os projetos para 2019. As mesas temáticas foram divididas em dois grupos, onde cada tema teve a fala estimada em aproximadamente 15 minutos e ao final de cada grandes grupos foi aberto espaço para discussão acerca dos temas tratados.

    O evento reuniu membros da comunidade acadêmica e civil, contando também com a presença de participantes de diversas associações, centros de apoio, sindicatos e a casa dos conselhos.

    A próxima atividade do congresso será realizada na quarta-feira (14) na Associação Inova Guabiroba, no bairro Guabiroba, uma ação cultural artística de integração da universidade à comunidade, constituindo assim sua programação em conjunto.

    Por Jessica Alves

  • Congresso do Fórum Social da UFPel define agenda para 2019

    POR COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL · PUBLICADO EM 13/11/2018

       

    Até esta quarta-feira (14), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), através de sua Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, está realizando o 2º Congresso do seu Fórum Social, cujo objetivo é organizar uma agenda de atividades, para 2019, com a comunidade. Participam representantes de cerca de 30 entidades, como associações comunitárias e sindicatos. Até o começo do ano, as ações a serem desenvolvidas em 2019 estarão definidas, com o início dos trabalhos previsto para março.

    “Queremos envolver a Universidade com as comunidades, aproximar, trocar experiências, apresentar o que fazemos”, disse o coordenador do Fórum, Felipe Herrmann.

    No ato de abertura do evento, no fim da tarde da segunda-feira (12), no auditório do Campus 2, o vice-reitor da UFPel, Luís Amaral, considerou que, apesar da trajetória de muita relação com a comunidade, a Universidade ainda busca dialogar mais profundamente com a sociedade. “As comunidades têm de nos dizer como devemos nos inserir melhor na sociedade”, ressaltou. A pró-reitora de Extensão e Cultura, Francisca Michelon, esteve presente na mesa de abertura do Congresso.

    O evento teve como palestra de abertura A Cidade que Queremos: pensando democraticamente a complexidade viva, com José Renato Barcelos.

    O Fórum Social é um espaço de natureza participativa que tem por finalidade representar a comunidade civil organizada na UFPel. O objetivo do Fórum é acompanhar, assessorar e propor às entidades ações que contribuam para a melhoria da realidade social e para o pleno exercício da cidadania na região.

    Em 2018, o Fórum Social da UFPel realizou uma série de atividades que discutiram temas de interesse das comunidades. Inicialmente, as reuniões ocorreram no auditório do Museu do Doce, local tradicional dos encontros do Fórum. Atualmente, as reuniões são realizadas mensalmente de forma itinerante nas comunidades, a fim de intensificar a relação entre Universidade e comunidade. Nessa perspectiva, e com objetivo de elaborar um plano de trabalho para 2019, é que ocorre o 2º Congresso do Fórum Social da UFPel.

    Confira a programação do evento:

    12/11/18
    Local: Auditório Térreo do Campus 2 UFPel
    18h – Palestra de Abertura: “A Cidade que Queremos: pensando democraticamente a complexidade viva” – Palestrante: Me. José Renato Barcelos.

    13/11/18
    Local: Auditório Térreo do Campus 2 UFPel
    18h – Mesa Temática: “Discussão da atuação da UFPel nas áreas de Comunicação, Direitos Humanos, Cultura e Educação”.
    19h30min – Mesa Temática: “Discussão da atuação da UFPel nas áreas de Saúde, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção, Trabalho”.

    14/11/18
    Local: Associação Inova Guabiroba, bairro Guabiroba.
    14h – Integração UFPel e Comunidade: Ação artístico-cultural.

    Para mais informações, acesse o site do Fórum ou faça contato pelo e-mail  forumdeextensaoecultura@gmail.com

  • Congresso do Fórum Social da UFPel continua hoje

    O segundo Congresso do Fórum Social da UFPel, que teve início ontem (12), continua suas atividades nesta terça-feira.

    As atividades são proporcionadas pelo Fórum Social, um espaço de natureza participativa que tem por finalidade representar a comunidade civil organizada junto à UFPel. O objetivo da Universidade é, por meio do Fórum, acompanhar, assessorar e propor, junto às entidades, ações que contribuam para a melhoria da realidade social e para o pleno exercício da cidadania em nossa região.

    As atividades de hoje, no auditório térreo do Campus II:

    – 18h – Mesa Temática: “Discussão da atuação da UFPel nas áreas de Comunicação, Direitos Humanos, Cultura e Educação”.

    – 19h30min – Mesa Temática: “Discussão da atuação da UFPel nas áreas de Saúde, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção, Trabalho”

    O evento é aberto ao público e os inscritos receberão certificados.

    Por Jéssica Lopes

  • II Congresso do Fórum Social

    A Universidade Federal de Pelotas (UFPel), por meio de sua Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, promove entre os dias 12 e 14 de novembro o II Congresso do Fórum Social da UFPel. O evento terá como abertura a palestra “A cidade que queremos: pensando democraticamente a complexidade viva”, no Auditório Térreo do Campus II, às 18h, da próxima segunda-feira (12). O congresso é aberto a todos e os participantes serão certificados pelo evento.

    O Fórum Social é um espaço de natureza participativa que tem por finalidade representar a comunidade civil organizada junto à UFPel. O objetivo da Universidade é, por meio do Fórum, acompanhar, assessorar e propor, junto às entidades, ações que contribuam para a melhoria da realidade social e para o pleno exercício da cidadania, no âmbito da nossa região.

    No ano de 2018, o Fórum Social da UFPel realizou uma série de atividades discutindo temas de interesse das comunidades. Inicialmente, as reuniões ocorreram no auditório do Museu do Doce, local tradicional dos encontros do Fórum. Atualmente as reuniões são realizadas mensalmente de forma itinerante nas comunidades, a fim de intensificar a relação universidade e comunidade. Nessa perspectiva, e com objetivo de elaborar um plano de trabalho para 2019, ocorre o “II Congresso do Fórum Social da UFPel”.

    (mais…)

  • Políticas públicas, direitos humanos e democracia são pautas de mesa-redonda

     

    Na manhã da última quarta-feira (24), dentro da programação da 4ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão (SIIEPE) da UFPel, ocorreu a mesa-redonda “Políticas públicas, direitos humanos e democracia: vetores para o desenvolvimento social”. Mediada pelo professor Felipe Herrmann, coordenador de Extensão e Desenvolvimento Social da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, o debate reuniu docentes de três instituições de ensino superior de Pelotas: a professora Aline Mendonça, da Universidade Católica de Pelotas, o professor Edgar Mattarredona, do Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, e a professora Maria das Graças Britto, da Universidade Federal de Pelotas.

    Ao realizar a abertura da sessão, Herrmann citou a palestra do professor Francisco Tamarit, da Universidade de Córdoba (Argentina), que abriu a SIIEPE, questionando até onde as políticas públicas realmente estão orientadas para a população. O mediador ainda afirmou que orientar os indivíduos de seus direitos é o primeiro passo para o exercício da cidadania.

    Primeira a fazer uso da palavra, a professora Aline Mendonça destacou que há diferenças entre o conceito de desenvolvimento social e crescimento econômico, pois é possível que haja um deles sem que o outro acompanhe. Por isso, é necessário que se pensem as políticas públicas como estratégias de desenvolvimento: “As políticas públicas devem responder às expressões da questão social”. Dessa forma, essas estratégias podem trazer à população a garantia de direitos sociais fundamentais, sem os quais não é possível garantir o desenvolvimento social.

    Já o professor Edgar Mattarredona traçou um parelelo entre as políticas públicas em educação e o desenvolvimento da rede de educação profissional e tecnológica, a qual sua instituição faz parte. Em seu papel como diretor de Relações com a Sociedade, da Pró-Reitoria de Extensão do IFSul, ele afirmou que a área é de luta política, para a construção da democracia e da cidadania por meio da educação.

    Finalizando as falas temáticas, a professora Maria das Graças Britto, da Faculdade de Direito, ressaltou que as políticas públicas devem contemplar o coletivo, não individualidades, como componentes finalísticos. Para tanto, o componente balizador deve ser a dignidade da pessoa humana, segundo a docente, o fundamento dos direitos humanos. “Nossa república está fundada sobre essa dignidade, é o centro de nossa Constituição”, colocou.

    No entanto, Maria das Graças pondera que a simples existência na letra da carta magna não significa que tais direitos fundamentais estejam sendo garantidos na prática. “Se a Constituição fosse cumprida e efetivada, não precisaríamos das políticas públicas”, afirmou. Além disso, ela ainda reverberou o pensamento de Tamarit, ao questionar os presentes se tais iniciativas beneficiam a sociedade que as necessitam ou as exigências do mercado.

    Após a exposição de cada um dos debatedores, foi aberto espaço para perguntas e colocações do público.