
Os acadêmicos Luciara Nogueira Bertotti, Roger Stolz Silva e Andreia Galvão da Rosa, representantes do polo UAB Cruz Alta, apresentaram trabalho no 9° CEG – Congresso de Ensino de Graduação – com o título: O COLECIONISMO COMO PRÁTICA CULTURAL E ACERVO DE MEMÓRIA. O trabalho teve o apoio da tutora presencial Daiana Jardim Bonazza, e como orientador o Professor Thiago Amorim, representado pela professora Carminha Lese.
Foi uma semana de intensas atividades, e, segundo a apresentadora do trabalho Luciara Nogueira, uma excelente oportunidade de imersão na vida acadêmica presencial, nas mais variadas áreas do conhecimento, visto a diversidade de temas propostos nas 3.491 produções, número recorde nesta edição do evento, assim como o número de inscritos que ultrapassou a marca de 10.900. Além das apresentações, as palestras, com temas atuais e de grande importância educacional, complementaram o evento, juntamente com as apresentações artísticas.
Os acadêmicos ressaltam a importância dessas atividades para revigorar o sentido de pertencimento que elas agregam, assim como a integração com professores do curso, tutores e equipe administrativa da UFPEL. Esta é a terceira participação das atividades presenciais na UFPEL em 2023, em junho, esse mesmo grupo participou na cidade de Pelotas do encontro UFPEL sem distância, e em abril, foram 8 graduandos de Cruz Alta que participaram do Seminário de Estudos Históricos – CLHD..

Com a Coordenadora da UAB, Professora Rosaura Espírito Santo da Silva

Com a Vice-Reitora Úrsula Silva e Eleonora Santos Coordenadora de Arte, Cultura e Patrimônio

Acadêmica Luciara representando a equipe.

Apresentadores da sala.

Roger, Luciara e Andreia confraternizando com colegas da UFPEL.

Professora Carmem Anita Hoffmann. e tutora Andrea prestigiando a apresentação.
Parabéns aos acadêmicos pelo trabalho apresentado. Que venham outros trabalhos!


Os/as cadêmicos/as do Curso de Licenciatura em História à Distância, sexto semestre, cursaram, dentre outras disciplinas, o Componente Curricular de Estágio no Ensino Fundamental II, com ênfase na regência de classe.
Foi um semetre repleto de desafios, conquistas e aprendizagens, visto que houve a prepararação pedagogicamente e didaticamente para assumir a regência da turma que foi observada durante o Estágio no Ensino Fundamental I.
A equipe de Estágio II foi composta pelas Professoras Jésica Hencke, Letícia Campagnolo Cavalheiro, Liza Bilhalva Martins da Silva e pela Tutora Profª Andréa Silveira.
Como atividade final da disciplina houve a socialização do estágio onde a Professora Liza e o Professor Edgar Grandra puderam acompanhar os acadêmicos presencialmente nos Polos. Abaixo algumas imagens dessas socializações:

Polo de Agudo

Polo de Cruz Alta

Polo de Santana da Boa Vista

Polo de Santana do Livramento

Polo de Rosário do Sul

Polo de Sobradinho

Polo de Três Passos
Comunidade Quilombola do Ibicuí da Armada é destaque na FECAM
No dia 07 de novembro os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual de Ensino Médio Professor Chaves encantaram os visitantes da FECAM (Feira Cultural de Arte Moderna). Os estudantes apresentarem a origem, a história e o cotidiano da Comunidade Remanescente de Quilombo Ibicuí da Armada, localizada no interior do município da Sant’ Ana do Livramento.
O interesse sobre a comunidade iniciou com as aulas de história sobre a escravidão no Brasil, a abolição da escravatura e as formas de resistência do povo negro através dos Quilombos. Tive a oportunidade de planejar, organizar e executar as aulas e o projeto para a FECAM, enquanto aluna da disciplina de Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental II, do Curso de Licenciatura em História à Distância, da Universidade Federal de Pelotas, Polo de Sant’ Ana do Livramento, sob a supervisão da professora de História da escola, Sra. Loren Nunes Rocha.
Os alunos descobriram que, no município onde vivem e estudam, há uma comunidade quilombola reconhecida como patrimônio cultural pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e iniciaram uma pesquisa para apresentar esta comunidade na FECAM.
O interesse e a curiosidade dos alunos
Organizou-se os alunos em quatro grupos e cada um elaborou um roteiro de perguntas focados em uma entrevista com a Senhora Maria Leci Vieira Vaqueiro, Presidente da Associação Remanescente de Quilombo Ibicuí da Armada. O roteiro abordou quatro temas: a origem e bandeiras de luta, saúde e educação, economia e renda e Infraestrutura.
O PodCast
Primeiramente a ideia era entrevistar a Senhora Maria Leci, na própria comunidade e os alunos organizaram-se com a divisão de funções como entrevistador, roteirista, relator e fotógrafo. Devido a condições adversas, não foi possível a visita in loco, mas a entrevista não sofreu prejuízo, pois a EEEM Professor Chaves desenvolve um projeto de Podcast e possui equipamentos adequados para esta nova forma de conhecer, pesquisar e divulgar os trabalhos dos alunos. E a experiência foi fantástica!
Os alunos receberam a Senhora Maria Leci e realizaram a entrevista conforme o roteiro. Recolheram as informações das quais tinham curiosidade e montaram a exposição para a FECAM.
Do quilombo à escola
De maneira incrível e no dia tão esperado de realização da FECAM, ao entrar na sala de aula do 8º ano da Escola Professor Chaves, os visitantes foram remetidos e convidados a conhecer o cotidiano da comunidade quilombola. A exposição continha cartazes contando a história da comunidade, amostra e mudas de plantas medicinais usadas no dia a dia, mostra de artesanato feito pelas mulheres, fotos de atividades e da participação no documentário “Sobreviventes do Pampa”que foi indicado ao Kikito em Gramado/2023. Os alunos recebiam os visitantes, os conduziam pela exposição e contavam o que descobriram sobre a comunidade, a partir do PodCast, o qual também ficou à disposição dos visitantes.
Os alunos do 8º ano descobriram que a Comunidade Remanescente de Quilombo Ibicuí da Armada está localizada a 40 km da sede do Município de Sant Ana do Livramento. Originou-se de um escravo comprado em Pelotas que, por trabalhar com gado e na lida campeira, recebeu o nome de MANOEL VICENTE VAQUEIRO.
Na educação, as crianças estudam na escola Municipal Rafael Vieira da Cunha e utilizam transporte escolar custeado pelo Município; os jovens e adultos do Ensino Médio estudam na cidade e utilizam transporte escolar custeado pelo Estado.
A cultura tem o predomínio do gauchismo, gostam de um tiro de laço, um baile, uma gaita, participam de encontro com as demais comunidades quilombolas rurais do Estado e preservam o cultivo de chás medicinais e sementes, como o milho catete.
A saúde é atendida através de mutirões organizados pela Unidade Básica Simon Bolívar que levam atendimento médico, laboratorial, vacinas, exames e medicamentos.
As famílias possuem uma alimentação saudável através do cultivo de hortas orgânicas e aí reside a maior luta atual da comunidade, contra os aviões que espalham agrotóxicos nas grandes propriedades rurais e atingem as terras vizinhas.
A atividade econômica é solidária e cada família cultiva e planta alimentos ou criam animas e praticam o comércio dentro da própria localidade e para consumo próprio.
As mulheres trabalham com artesanato em lã, fazem pães, doces, cultivo de sementes, hortas orgânicas e participam de feiras na cidade quando possível.
Todos contam com a assistência e apoio técnico da Emater, UNIPAMPA, Instituto Federal e UERGS.
A comunidade não tem acesso a transporte público; possui energia elétrica concedida através do programa Luz para Todos; tem água potável de 03 poços artesianos que atendem todas as casas e a sede; a coleta de resíduos é feita por meio de fossas e o lixo é queimado ou transformado em adubo. O lixo seco é trazido para a cidade pelos próprios moradores. Conta com internet, possui uma casa digital com 9 computadores, datashow, notebooks e boa tecnologia digital.
A cada relato feito pelos próprios alunos sobre o cotidiano da comunidade, observou-se a empolgação, a entrega e o sucesso na aprendizagem sobre o tema proposto e ressaltavam uma frase retirada da entrevista com a Senhora Maria Leci quando se refere à Comunidade Remanescente de Quilombo Ibicuí da Armada: “Não falem de nós, sobre nós, sem nós”.
Carla Simone Jardim Saraiva, graduanda do Curso de Licenciatura em História à Distância, da Universidade Federal de Pelotas.

Turma do 8 º ano

Professora Josiane, acadêmica Carla e a profa titular Loren Nunes Rocha.
Confira a postagem nas redes sociais da EEEM Professor Chaves- Santana do Livramento/RS:
Na noite de quarta-feira dia 08 de novembro a atividade no Polo UAB Santana di Livramento foi uma palestra com o Prof. Dr. Edgar Gandra sobre a Guerra da Ucrânia e uma fala sobre “Guerra Palestina X Israel: longa duração”.
O tema foi abordado sob a perspectiva geopolítica. Algumas imagens da palestra:


INSCRIÇÕES: 02 a 21 de janeiro de 2024
O envio da documentação exigida deverá ser encaminhada para o e-mail ppghufpelmestrado2024@gmail.com
Edital de Seleção de Mestrado – 2024/1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
CONSELHO COORDENADOR DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO
RESOLUÇÃO Nº 29, DE 13 DE SETEMBRO DE 2018
Dispõe sobre o Regulamento do Ensino
de Graduação na UFPel
…
Seção II
DA SEGUNDA CHAMADA
Art. 151. O discente que, por impedimento legal devidamente
comprovado, faltar a uma avaliação, poderá realizá-la em outro momento, desde que requeira por escrito ao colegiado do curso, até 3 (três) dias úteis após a realização da avaliação anterior:
I – Caberá ao colegiado de curso deliberar sobre a solicitação do aluno,
encaminhando-a ao Departamento ou Câmara de Ensino responsável pelo componente curricular em até 3 dias úteis, para definição de nova data para a avaliação.
II – Para fins desse Regulamento, considera-se motivo para solicitação de
nova data para realização de avaliação:
a) acidentes – mediante apresentação de boletim de ocorrência policial;
b) assalto – mediante apresentação de boletim de ocorrência policial;
c) casamento – mediante apresentação de certidão de casamento do
discente ocorrido em até 8 (oito) dias de antecedência da data da avaliação.
d) saúde – mediante apresentação de atestado médico, com carimbo
(contendo o CRM) e assinatura do médico.
e) trabalho – apresentação de declaração de exercício de atividade
profissional excepcional com identificação do empregador;
f) catástrofes naturais que impeçam o deslocamento para os locais da
avaliação;
g) situações geradas por terceiros, como greves de transporte público,
obstrução de vias e demais situações, condicionadas a aceitação do colegiado, alheias a vontade do discente.
h) participação em eventos científicos, quando o discente estiver
apresentando trabalho, mediante comprovação de participação.
…
Normativa sobre a justificativa de faltas: Critérios para a solicitação de 2ª chamada CLHD
Encaminhar um e-mail para a Coordenação do Curso historia.uab.ufpel@gmail.com
Nome: Polo:
Matrícula do Aluno:
Disciplina (salientando qual atividade ou avaliação):
Data:
Justificativa:
Não esquecer de anexar um comprovante.
Coordenação.
Postagem original:
As atividades complementares deverão ser realizadas ao longo de todo o curso e incluem estudos e práticas independentes e presenciais e/ou à distância, inclusive disciplinas cursadas opcionalmente e que excedam a carga horária exigida para conteúdos curriculares optativos. Serão reconhecidos: monitorias, programas de iniciação à docência, programas de iniciação científica, programas de extensão, programas de tutoria, estudos complementares, cursos realizados em áreas afins, participação em eventos de caráter acadêmico-científicos-culturais (congressos, simpósios, jornadas etc.), participação em grupos de pesquisa e grupos de estudo, publicações etc., devidamente certificados. Preferencialmente, a carga horária destas atividades deverá ser distribuída entre ensino, pesquisa e extensão de forma equitativa (respeitando-se 1/3 da carga horária para cada uma delas). São atividades complementares, ainda, viagens e visitas de estudos, de forma coletiva, a sítios históricos e instituições de interesse para o ensino e a pesquisa, como museus, arquivos, centros de documentação e instituições de ensino etc. Atividades desenvolvidas e disciplinas cursadas em outras instituições, quando não computadas em outro componente curricular, também serão consideradas como atividades complementares.
O limite de carga horária a ser creditada por cada tipo de atividade é o constante da seguinte tabela:
Estudos Integradores: Atividades e Carga Horária
| Atividades |
Carga horária máxima por atividades |
|
| Ensino | Bolsas, Monitoria ou equivalente | 20 horas |
| Cursos de língua estrangeira | 40 horas | |
| Disciplinas opcionais (optativas) | 60 horas | |
| Participação voluntária em Projetos de Ensino | 40 horas | |
| Participação em Grupos de Estudo | 20 horas | |
| Participação como ouvinte em eventos (Seminários, Simpósios, Congressos, etc.) | 60 horas | |
| Participação na Semana Acadêmica do Curso | 60 horas | |
| Pesquisa | ||
| Participação voluntária em Projetos de Pesquisa | 40 horas | |
| Apresentação de trabalhos, oficinas, comunicações, seminários, etc. (20 horas cada um) | 20 horas | |
| Resumos publicados em Anais | 20 horas | |
| Publicação de trabalho completo, individual ou em co-autoria | 40 horas | |
| Viagens e visitas de estudos | 20 horas | |
| Participação como ouvinte em eventos (Seminários, Simpósios, Congressos, etc.) | 60 horas | |
| Extensão | ||
| Participação voluntária em Projetos de Extensão | 90 horas | |
| Resumos publicados em Anais | 20 horas | |
| Bolsas, Monitoria ou equivalente | 20 horas | |
| Apresentação de trabalhos, oficinas, comunicações, seminários, etc. (20 horas cada um) | 20 horas | |
| Participação como ouvinte em eventos (Seminários, Simpósios, Congressos, etc.) | 60 horas | |
| Publicação de trabalho completo, individual ou em co-autoria | 40 horas | |
| Representação Discente | Participação no Centro Acadêmico | 20 horas |
| Participação no colegiado do curso | 20 horas | |
Link com mais notícias: https://wp.ufpel.edu.br/clhd/2022/12/13/formacao-complementar-estudos-integradores-2/
Trabalho de Conclusão de Curso
Na medida em que se entende a formação do professor de história como a formação de um professor-historiador, torna-se relevante a exigência de um Trabalho de Conclusão de Curso como requisito para a integralização curricular do Curso de Licenciatura em História a Distância da UFPel. O Trabalho de Conclusão de Curso se caracteriza como um trabalho de iniciação científica, onde o aluno irá exercitar-se no ofício de historiador e aprimorar conhecimentos sobre um determinado tema de seu interesse, de caráter histórico ou relacionado ao ensino de História, sob orientação de um professor do quadro docente da Universidade. A formulação do TCC abrange a pesquisa para construção ou qualificação do conhecimento relativo à História ou ao seu ensino, incluído a pesquisa para a divulgação científica como, por exemplo, artigos científicos, trabalhos de revisão crítica da literatura sobre determinado tema e ou a elaboração de material didático.
Segue: