Convite: Labareda (Laboratório de Desenho & Antropologia)

há cerca de 3 meses o grupo de pesquisa Labareda (Laboratório de Desenho & Antropologia) foi criado formalmente no CNPq. Desde então, temos nos reunido nas quartas das 16:00 às 18:00 para compartilhar e experimentar técnicas de desenho e, fundamentalmente, desenhar. Inspirados na leitura das Histórias de Camile (fabulação especulativa de D. Haraway, cap. 4 de Staying with the trouble) temos feito desenhos para um projeto coletivo. Ao mesmo tempo, aqueles que têm projetos individuais seguem desenvolvendo-os nos encontros.

Uma vez por mês também discutimos algum texto de interesse do grupo. E no dia 28 de julho às 16:00, iremos contar com a presença da autora e artista Filipa Pontes para discutir o capítulo 4 “Desenho e autoetnografia” (pp. 221-278) de sua tese de doutorado intitulada “DicionáriosDeArtista: a Experiência do Lugar. Autoetnografia no Campo do Desenho”.

Com esta breve apresentação do Labareda, gostaríamos de convidar as pessoas interessadas pelo desenho e suas grafias para nossas atividades semanais. E convidar a todos para essa discussão do trabalho de Filipa Pontes, em específico.

Para participar dos encontros do Labareda e/ou ter acesso ao link do evento com Filipa Pontes, escreva para laboratorio.labareda@gmail.com

(Sobre) vivências em tempos de pandemia: memórias em ensaio

Convidamos tod@s a contribuir com trabalhos para o dossiê “(Sobre) vivências em tempos de pandemia: memórias em ensaio”, organizado por Daniele Borges e Alex Nakaóka para a Revista Fotocronografias!!

“A tarefa e o dever deste dossiê é compor um arquivo imagético cuja relevância se aparenta urgente e necessária, visto que, como nos diz Samain (2012), “a questão do arquivo não é uma questão do passado, mas uma questão de futuro, a questão do futuro mesmo, a questão de uma resposta, de uma promessa e de uma responsabilidade para amanhã”. Ao levarmos em consideração o fato das imagens “constituírem o lugar de um processo vivo, nunca nos mostrando um pensamento único e definitivo” (Samain, 2012), mas incluindo lacunas, não-ditos, lembranças e até os esquecimentos nele contidos, a potência das imagens em resguardar as nossas memórias, como se fossem “relicários” em tempos de pandemia, será essencial para projetarmos um futuro distinto ao que Latour (2020) nomeia como uma “mutação ecológica duradoura e irreversível” causada pelo sistema econômico no qual vivemos”.

Envio dos ensaios até 30 de março de 2021.

Mais informações disponíveis na página da revista:
https://medium.com/fotocronografias/vol-07-n-16-sobre-viv%C3%AAncias-em-tempos-de-pandemia-mem%C3%B3rias-em-ensaio-f47514a43c71