O projeto busca dar continuidade a práticas integradas entre o curso de Psicologia, o Centro de Artes e o Mestrado em Artes Visuais da UFPel. Tais práticas foram iniciadas em 2022 pelo Grupo como Dispositivo e podem ser visitadas aqui!
Partindo de uma articulação entre diversas linguagens artísticas (Artes Visuais; Música; Teatro; Cinema) e a Psicologia Social, o projeto busca abrir condições de possibilidade para elaboração, desenvolvimento e divulgação de novas tecnologias sociais. Trata-se de constituir oficinas, ateliers, espaços de criação onde possamos nos colocar (encharcados por uma prática) diante a relação que envolve processos de criação e processos de subjetivação. No primeiro semestre de 2026 oferecemos uma breve formação aos alunos selecionados: um estudo prático sobre aplicações das linguagens cênicas no contexto da psicologia (Psicodrama, Sociodrama, Esquizodrama, etc). A partir de agosto – segundo semestre – abrimos o projeto às instituições parceiras e a comunidade em geral
Oficinas Realizadas com a Comunidade (2026/02)
O que pode um corpo que cuida?
O Laboratório de Artes e Psicologia Social (LAPSO) da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) convida os servidores da Secretaria Municipal de Educação de Pelotas (SME) para uma sessão de sociodrama.
O sociodrama é uma prática grupal que articula o teatro e a psicologia, criando possibilidades de experimentar, pelo corpo e pela cena, situações, sentimentos e relações que nem sempre encontram espaço na palavra. Por meio das artes cênicas, experiências do cotidiano podem ser revisitadas de forma lúdica, espontânea e coletiva.
Na performance “O que pode um corpo que cuida?”, somos convidados a olhar para aqueles que passam grande parte do seu cotidiano acolhendo, escutando e mediando os conflitos de outras pessoas. Pessoas que, muitas vezes, precisam apagar incêndios, encontrar caminhos e sustentar situações difíceis, mas que também podem precisar de um espaço para descansar, serem escutadas e permitir que alguém cuide delas.
A proposta parte da ideia de que o cuidado não precisa acontecer em uma única direção. Cuidar também pode significar confiar, compartilhar o peso, pedir ajuda e permitir-se ocupar, por um momento, o lugar de quem recebe cuidado. A cena torna-se, assim, um espaço para experimentar outros papéis, reconhecer limites e construir possibilidades de cuidado coletivo.
Venha experimentar conosco o que acontece quando quem está acostumado a cuidar também pode ser cuidado.
É com muito carinho que o LAPSO aguarda vocês.

O que não nos ensinaram a sentir
O Laboratório de Artes e Psicologia Social (LAPSO) da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) convida as mulheres atendidas pela Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE) para uma sessão de sociodrama.
O sociodrama é uma prática grupal que articula o teatro e a psicologia, criando possibilidades de experimentar, pelo corpo e pela cena, aquilo que nem sempre encontra espaço na palavra. Por meio das artes cênicas, memórias e afetos podem ser revisitados de forma lúdica, espontânea e coletiva.
Na performance “O que não nos ensinaram a sentir”, o público é convidado a imergir em sentimentos que, tantas vezes, somos ensinadas a esconder, controlar ou reprimir.
A performance parte de uma perspectiva feminista que encontra na arte uma possibilidade de elaborar esses afetos não a partir daquilo que devemos ser, mas daquilo que podemos experimentar juntas. A cena torna-se, assim, espaço de encontro, criação e espontaneidade.
Venha sentir, criar e experimentar conosco aquilo que nem sempre nos ensinaram a sentir.
É com muito carinho que o LAPSO aguarda vocês. ♥️

LABORATÓRIO: Formação em teatro e psicologia social (2026/01)
- Primeira Oficina

- Segunda Oficina

- Terceira Oficina

- Quinta Oficina


- Sétima Oficina



- Oitava Oficina



- Nona Oficina



- Décima Oficina



- Décima Primeira Oficina

- Décima Segunda Oficina

- Décima Terceira Oficina




Décima Quarta Oficina



Décima Quinta Oficina



Décima Sexta Oficina – Encerramento Dionisíaco


Décima Sétima Oficina

