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GRUPOS DE TRABALHO (GTs)

GT1: Economia e Moral: Sentidos Sociais, Valores e Desigualdades

Coordenadores/as: Marciele Agosta de Vasconcellos (PPGS/UFPel – ciele.vasconcellos@gmail.com) e Elaine da Silveira Leite (PPGS/UFPel – esleite20@gmail.com)

Modalidade: Virtual

Resumo: Este Grupo de Trabalho (GT) acolhe pesquisas que explorem as interfaces e interseções entre a Sociologia Econômica e a Sociologia da Moral, com atenção às práticas, valores, classificações e julgamentos que constituem e orientam a vida social cotidiana. Serão especialmente bem-vindos trabalhos que abordem as moralidades econômicas, os conflitos e disputas normativas, as práticas financeiras cotidianas, o consumo, o trabalho, as desigualdades sociais e os processos e regimes de valoração. O GT busca reunir tanto reflexões teóricas quanto pesquisas empíricas que contribuam para ampliar a compreensão das relações entre as dimensões econômica e moral do mundo social. Nesse sentido, interessa refletir sobre os modos pelos quais mercados, práticas econômicas e diferentes agentes sociais são atravessados por valores, sentidos sociais e disputas morais, bem como analisar como essas dimensões participam da produção, da reprodução e da contestação das desigualdades.

 

GT2: Por uma Sociologia dos ritmos urbanos: manifesto para uma agenda de pesquisa sobre tempo, cotidiano e produção do espaço

Coordenadores/as: Barby de Bittencourt Martins; William Héctor Gómez Soto

Modalidade: Virtual

Resumo: A Sociologia dos ritmos urbanos constitui uma perspectiva teórico-metodológica voltada à compreensão das cidades contemporâneas a partir da articulação entre tempo, espaço e cotidiano. Inspirada na obra de Henri Lefebvre, especialmente em sua teoria da produção do espaço, na crítica da vida cotidiana e na ritmoanálise, parte da hipótese de que muitas das contradições urbanas se expressam como conflitos entre diferentes ritmos e temporalidades sociais.

 

A cidade é compreendida como uma realidade produzida pela coexistência desigual de ritmos naturais, biológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais e tecnológicos. A urbanização capitalista tende a privilegiar os ritmos da acumulação, produtividade, circulação, consumo e inovação, subordinando ou invisibilizando os tempos associados ao cuidado, à convivência, à memória, à criação e aos ciclos da natureza. A aceleração da vida cotidiana, nesse sentido, não é apenas uma experiência subjetiva, mas parte dos processos de reprodução das relações sociais de produção.

 

Essa perspectiva permite investigar as tensões entre mercado e natureza, produção e reprodução da vida, velocidade tecnológica e relações sociais, planejamento e apropriação cotidiana do espaço. Nesses conflitos encontram- se simultaneamente mecanismos de dominação e possibilidades de resistência, criação e transformação.

 

O Grupo de Trabalho propõe reunir pesquisas teóricas e empíricas sobre essas múltiplas temporalidades, abrangendo questões como trabalho, mobilidade, mudanças climáticas, conflitos socioambientais, plataformas digitais, inteligência artificial, moradia, segregação, patrimônio, cultura e movimentos sociais.

 

Seu objetivo central é consolidar uma agenda de pesquisa que compreenda a cidade como uma realidade rítmica e contraditória, capaz de revelar tanto os mecanismos de reprodução das desigualdades quanto as possibilidades de construir outras formas de habitar, produzir e viver o espaço urbano.

 

GT3: Sociologia, Educação e Ensino de Ciências Sociais

Coordenadores/as: Francisco dos Santos Kieling, Doutor em Sociologia, franciscokieling@gmail.com, DESP – IFISP – UFPel

Vera Lucia dos Santos Schwarz, Doutora em Educação, verasschwarz@gmail.com, DESP – IFISP – UFPel

Analisa Zorzi, Doutora em Educação, ana.lpdufpel@gmail.com, DE – FAE- UFPel

Marcus Vinicius Spolle, Doutor em Sociologia, sociomarcus@gmail.com, DESP – IFISP – UFPel

Marielle Mendes Sacharuk, Mestranda em Sociologia, mariellesacharuk@gmail.com, PPGS – IFISP – UFPel

Modalidade: Híbrido

Resumo: O Grupo de Trabalho tem como objetivo central a discussão de pesquisas nas áreas da Sociologia da Educação e das práticas sobre o Ensino de Sociologia na educação básica, tendo como pano de fundo os diferentes debates teórico e metodológico que abordam os processos educativos a partir das Ciências Sociais. A relevância do tema está atrelada ao papel da Educação nas sociedades contemporâneas e das Ciências Sociais na formação de professores, nos processos escolares e no desenvolvimento do pensamento social crítico. Desse modo, a constituição de um espaço de debate teórico, metodológico e prático que reúna os agentes que trabalham com o tema torna-se estratégico para fomentar a qualificação dos participantes, tendo em vista as possibilidades de trocas acadêmicas e escolares.

 

GT4: Seguindo os fluxos: mercados ilegais, atores e territórios no Brasil

Coordenadores/as: Marcelli Cipriani Rodrigues. Socióloga. Doutora em Sociologia e Bacharela em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestra em Ciências Sociais e Bacharela em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Àrleson Renato Luz Costa. Sociólogo. Doutorando em Sociologia, Mestre em Sociologia, Licenciado e Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Modalidade: Virtual

Resumo: Uma mercadoria sai de uma cidade, atravessa uma fronteira, muda de mãos, chega a uma periferia e, algumas vezes, retorna transformada. Uma dívida conecta a rua à prisão; uma rota aproxima cidades distantes; um telefone articula vendedores, compradores e intermediários; uma fronteira, antes percebida como limite, torna-se passagem. É nesses movimentos que este Grupo de Trabalho propõe observar os mercados ilegais no Brasil.

Seguindo os fluxos: mercados ilegais, atores e territórios no Brasil, reúne pesquisas interessadas em acompanhar como pessoas, mercadorias, capitais, informações e formas de organização circulam e produzem conexões entre diferentes territórios. Partimos das experiências de pesquisa desenvolvidas na região Sul do país, sem fazer dela uma fronteira analítica; interessa-nos justamente compreender como dinâmicas localizadas se conectam a circuitos que atravessam cidades, estados, prisões, fronteiras nacionais e diferentes mercados.

O GT acolhe pesquisas sobre drogas, armas, veículos, contrabando, mercadorias furtadas ou roubadas, estelionato, lavagem de dinheiro, resíduos, mercados informais e outras formas de economias ilegais ou contestadas. Interessa também acompanhar os atores que fazem esses mercados acontecerem; como facções, comerciantes, trabalhadores, atravessadores, usuários, intermediários, agentes estatais e tantos outros personagens que, em suas práticas cotidianas, movimentam esses circuitos.

Mais do que mapear mercados, buscamos acompanhar seus percursos; por onde passam, quem os conecta, que territórios produzem e como se transformam ao circular. O GT pretende, assim, aproximar pesquisas que permitam pensar os mercados ilegais como fenômenos relacionais, territoriais e em permanente fluxo.

 

GT5: Racismo ambiental e sustentação da vida: desigualdades, cuidado coletivo e resistências

Coordenadores/as: Dra. Marilis Lemos de Almeida (UFPEL)

Dra. Luciana Garcia de Mello (UFRGS)

Dra. Marcella Beraldo de Oliveira (UNIRIO)

Doutoranda Nara Beatriz Matias Soares (UFPEL)

Mestranda Mabelly Pacífico (UFPEL)

Modalidade: Híbrido

Resumo: As crises climáticas, ambientais e sociais contemporâneas evidenciam e aprofundam desigualdades historicamente produzidas por relações de raça, gênero, classe, geração e colonialidade. Seus impactos são distribuídos de forma desigual, incidindo especialmente sobre populações racializadas, mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, populações ribeirinhas e grupos que vivem em territórios marcados pela precariedade da infraestrutura e pelo acesso desigual a recursos, direitos e proteção estatal. Nesse contexto, o racismo ambiental constitui uma dimensão central para compreender a produção e a distribuição desigual dos riscos e conflitos socioambientais.

Este Grupo de Trabalho propõe reunir pesquisas de pós-graduandos interessadas em discutir diferentes dimensões das desigualdades socioambientais e das formas de enfrentamento construídas por sujeitos e coletividades. Busca-se compreender como experiências de injustiça, violência e vulnerabilização se articulam a práticas de resistência, cuidado, reciprocidade e organização coletiva, produzindo diferentes formas de defesa e reprodução da vida.

O GT acolherá trabalhos e relatos de experiências de organizações sociais e estatais sobre racismo ambiental e justiça ambiental e climática; relações entre gênero, raça, classe, geração e território; conflitos e expropriações socioambientais; cuidado e reprodução social; práticas comunitárias e redes de solidariedade; (eco)feminismos; saberes e práticas de povos e comunidades tradicionais; movimentos sociais e ação coletiva; e respostas estatais e não estatais às desigualdades ambientais.

A proposta é promover o diálogo entre diferentes objetos, perspectivas teóricas e estratégias metodológicas, aproximando pesquisas em distintos estágios de desenvolvimento e contribuindo para a construção coletiva de interpretações sobre desigualdades, justiça, cuidado e resistências diante das transformações socioambientais contemporâneas.

 

GT6: Sociologia e Arqueologia em diálogo: conhecimento, materialidade e sociedade

Coordenadores/as: Gustavo Peretti Wagner, Doutor em História, Professor do departamento de Antropologia e Arqueologia do Instituto de Ciências Humanas-ICH, Professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia

Leonardo Pinto Oliveira, Doutorando em Antropologia – linha de formação em Arqueologia – PPGANT/UFPel, Mestre em Antropologia – área de concentração em Arqueologia – UFPel, Bacharel em Antropologia – UFPel, Licenciado em História

Modalidade: presencial

Resumo: Este GT propõe estabelecer um diálogo entre Sociologia Arqueologia a partir dos modos de produção do conhecimento sobre o passado e de suas implicações no presente. Parte-se da compreensão de que a Arqueologia não se limita à identificação e interpretação de vestígios materiais, constituindo também uma prática científica, social e profissional atravessada por questões epistemológicas, políticas e institucionais.

Interessa ao GT problematizar como objetos, paisagens, territórios, memórias e temporalidades participam da construção do conhecimento e das interpretações sobre diferentes sociedades. A proposta acolhe pesquisas que articulem epistemologia, filosofia da ciência, ontologia, teoria social e estudos da materialidade com a teoria e a prática arqueológica, contemplando temas como patrimônio, memória, poder, colonialidade, ética, arqueologia pública, políticas de preservação, formação e profissionalização.

Busca-se ainda discutir quem produz o conhecimento arqueológico, quais saberes são legitimados e para quem esse conhecimento é produzido, aproximando debates da Arqueologia, Sociologia e Antropologia. O GT pretende, assim, constituir um espaço interdisciplinar de reflexão sobre ciência, materialidade e sociedade, em diálogo com o tema do V Seminário Discente: “Conhecimento, conflitos e transformações contemporâneas”.

 

GT7: Gênero e Interseccionalidade: sujeitos e disputas contemporâneas 

Coordenadores: 

Alexsandra Pereira dos Santos | Doutora em Física pela UFPel | xapereira09@gmail.com | PPG Física UFPel

Isabela Lemos de Lima | cascaobela@gmail.com | Doutora em ciências no Programa de Pós-graduação Educação e Saúde na Infância e na Adolescência – Universidade Federal de São Paulo – Unifesp | Professora do Instituto Federal Sul-rio-grandense – campus Pelotas

Tuize Silva Rovere | Doutora em Desenvolvimento Regional pelo PPGDR/Unisc e Pós-doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pelo PROGRAU/UFPel | tuize.rovere@gmail.com | UFPel

Valquíria Machado | Doutoranda em Filosofia pela UFPel | valquiriamachado@gmail.com | UFPel

Kerolin Rodrigues Guadalupe | Mestranda em Sociologia | kerolinguadalupe@gmail.com | UFPel

Modalidade: Virtual (proporciona a possibilidade de participação de pessoas do país inteiro)

RESUMO: Discussões sobre gênero e sociedade envolvem diferentes dimensões da vida social, atravessadas por raça, classe, território, parentalidade, deficiências, entre outras formas de desigualdades e diferenciação social. Embora transformações políticas, culturais e institucionais venham ocorrendo tentando diminuir essas desigualdades em diferentes espaços da sociedade, desafios relacionados ao acesso a direitos, oportunidades, representação e participação nos processos de decisão de indivíduos pertencentes a grupos minoritários persistem.

Neste contexto, as experiências de gênero são constituídas por diferentes condições sociais, históricas e culturais, influenciando trajetórias pessoais, educacionais, profissionais e políticas. Assim, desigualdades podem se manifestar tanto nas estruturas e instituições quanto nas relações cotidianas, práticas sociais, divisão do trabalho e do cuidado, formas de participação política e espaços de produção de conhecimento.

O presente GT recebe pesquisas sobre gênero produzidas a partir de diferentes tradições teóricas e metodológicas dos feminismos e dos estudos de gênero, contemplando tanto reflexões teóricas quanto investigações empíricas em diferentes estágios de desenvolvimento. Entendemos que as vivências de gênero não se dão de forma homogênea, ganhando contornos distintos quando atravessadas por interseccionalidades. Por este motivo, o GT parte de um posicionamento aberto, buscando dar visibilidade à pluralidade de sujeitos, experiências e produções.

Convidamos, assim, trabalhos que tomem o gênero como eixo central de análise, isoladamente ou em diálogo com outras dimensões da vida social. As propostas podem transitar por eixos como violências de gênero; direito à cidade; corpos, identidades e sexualidades; vivências femininas; maternidades; políticas públicas e feminização da pobreza; misoginia; educação; acesso à saúde; entre outros.

 

GT8: Sociologia da Arte: entre teoria, método e pesquisa

Coordenadores: Pedro Robertt, docente vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas, doutor em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Email: pedro.robertt@ufpel.edu.br

Jair Jose Gauna Quiroz, doutor em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas. Email: jairgquiroz@gmail.com

Tainá Cardozo de Oliveira, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas. Email: tainacardozo@live.com

Dayane Trindade Macedo, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal da Paraíba. Email: dayanetrindadem@gmail.com

Riviane Enedino Pereira Cruz, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal da Paraíba, e docente na Universidade Estadual da Paraíba. Email: rivianeenedinop@gmail.com  

Modalidade: virtual

Resumo: O presente Grupo de Trabalho tem como objetivo reunir pesquisas inseridas no campo da Sociologia da Arte (em suas diversas modalidades: literatura, música, artes visuais, etc), promovendo um espaço de diálogo sobre as relações entre práticas artísticas e processos sociais. Interessa-nos discutir dimensões envolvidas na produção, circulação, legitimação e recepção de obras e práticas artísticas, considerando suas articulações com contextos sociais, culturais, políticos e econômicos. Serão contempladas pesquisas empíricas e teóricas que abordem processos de formação de trajetórias e carreiras, consagração e reconhecimento, estudos sobre instituições culturais, políticas e mecanismos de financiamento, relações entre Estado e mercado, além de formas de organização e circulação da produção simbólica. O GT pretende reunir trabalhos que se debruçam sobre as relações entre arte e desigualdades sociais, identidades, raça, gênero, classe, território, memória e transformações sociais, assim como trabalhos que investiguem as formas pelas quais práticas artísticas podem reproduzir, tensionar ou transformar relações de poder e mecanismos de classificação social. Serão bem-vindas diferentes perspectivas teóricas, objetos de pesquisa e estratégias metodológicas, de modo a favorecer o diálogo entre distintas tradições da Sociologia da Arte. O GT se mostra importante tendo em vista que o campo da Sociologia da Arte é, ainda, uma área que fica à margem dentro da disciplina, e esta é uma oportunidade de reunir pesquisadoras/es que se debruçam sobre o tema.

 

GT9: O que a Sociologia propõe para ajudar nas lutas contemporâneas na América Latina?

Coordenadores: profa. Dra. Carla Ávila (UCPEL) – Doutora em Política Social e Direitos Humanos – UCPEL.

Juan Pinãngo (UFPel) – Doutorando em Memória Social e Patrimônio Cultural.

Michele Corrêa (IFSul) – Doutoranda em Educação.

Modalidade: Híbrida

RESUMO: O GT tem como objetivo reunir pesquisas e reflexões que discutam o papel e as contribuições da Sociologia diante das lutas e dos desafios contemporâneos na América Latina, considerando diferentes formas de desigualdade, conflitos sociais, disputas territoriais, relações de poder, reconhecimento de direitos, saberes e fazeres e processos de resistência e transformação social. As transformações econômicas, políticas, sociais, ambientais e culturais vivenciadas na região colocam novos desafios para a produção do conhecimento sociológico. Ao mesmo tempo, conquistas resultantes de lutas históricas permanecem em disputa, enquanto novas demandas sociais emergem e se articulam a questões de alcance regional e global. Nesse cenário, torna-se relevante criar espaços de diálogo capazes de aproximar diferentes pesquisas, experiências e perspectivas sobre as lutas contemporâneas. A proposta deste GT parte da compreensão de que a Sociologia pode contribuir não apenas para interpretar as transformações sociais, mas também para problematizar desigualdades, relações de poder, conflitos e possibilidades de construção de alternativas orientadas pela justiça social e pela equidade. O GT busca acolher trabalhos que, fundamentados nos desafios da Sociologia contemporânea, analisem diferentes formas de resistência, disputas e processos de transformação social na América Latina, valorizando perspectivas teóricas, metodológicas e experiências de pesquisa diversas. Pretende-se, assim, fortalecer o intercâmbio acadêmico e a produção de conhecimentos comprometidos com a compreensão crítica da realidade latino-americana e com a construção de futuros possíveis, socialmente justos e equitativos. Também serão valorizados estudos que articulem diferentes escalas de análise e evidenciem experiências coletivas, práticas sociais e estratégias de enfrentamento das desigualdades contemporâneas regionais.

 

GT10: Violência e Coletividade: Atores, Gramáticas e Experiências no século XXI

 

Coordenadoras: Ana Ignez Dal Magro (Mestranda PPGS/UFPel; e-mail ana.ignez.dalmagro@gmail.com)

Kai Marques (Mestranda PPGS/UFPel; e-mail kaimarques96@gmail.com)

Simone da Silva Ribeiro Gomes (profa. Dra. PPGS/UFPel; e-mail simone.gomes@ufpel.edu.br)

Resumo: Neste Grupo de Trabalho, discutiremos expressões contemporâneas da violência, com o foco no século XXI. Incentivamos o envio de trabalhos que versem sobre a apresentação da violência em distintos contextos, e com diferentes atores. Serão bem-vindas propostas que visem investigar dinâmicas associadas à violência como categoria ampla, à violência coletiva e suas repercussões, bem como seus impactos para além de seus desdobramentos imediatos. Também serão bem-vindos trabalhos que proponham compreender a rotinização da violência e suas expressões em diversos contextos sociais, estudando tanto as dimensões específicas da violência em seus diversos âmbitos quanto as leituras sociais formadas e reproduzidas sobre ela. Tendo em vista a interdisciplinaridade comum aos estudos sobre violência, serão considerados trabalhos de áreas diversas das Ciências Sociais e Humanas. Tenciona-se acolher trabalhos variados e em diferentes estágios de construção, tanto estudos já realizados quanto propostas de trabalho em estágios incipientes de formação.

Modalidade: Híbrida.

 

Publicado em 18/09/2026.