Reunião 27: Reunião Semanal (28/04/2026)

Na reunião semanal, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas no PET, tanto de maneira on-line, quanto de maneira presencial.

ASSUNTOS TRATADOS:
⯌ Revisão dos projetos presenciais em andamento
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade
⯌ Elaboração de perguntas para conhecer as mães do grupo de mães de crianças com diabetes
⯌ Distribução de cartazes de divulgação do mini curso sobre Ansiedade e o Universitário

Data: 28/04/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Gabriela Haack (Preceptora), Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Fernanda Silva, Guilherme Neitzke, Gustavo Borges, Helen Barbosa, Luiza Pinto, Maísa Kröning, Suzana Amaral, Tobias Silva.

Automedicação

   Um aluno acorda com dor de cabeça forte, abre a gaveta e pega um blister com um comprimido azul, a tia disse que esse era “tiro e queda” pra dor de cabeça. Em outro momento, o aluno se sente sobrecarregado com as provas e decide tomar aquele remedinho para focar e terminar os estudos rápido. “É só um comprimidinho, não tem como fazer mal não?”

   Embora a automedicação seja culturalmente aceita em algumas situações, como o uso de paracetamol em uma dor de cabeça, por exemplo. É importante manter a atenção aos sintomas e dirigir-se ao serviço de saúde se houver persistência desses.

   Mas é só um remédio para dor, todo mundo toma 😡! Pois é, a maioria das pessoas se automedicam, mas é fato que o uso indiscriminado, sem o conhecimento adequado e um processo de cuidado estruturado é um risco. O Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (SINTOX) traz que os medicamentos foram responsáveis por 28% de todas as notificações de intoxicação, e se sabe que casos de intoxicação por automedicação só costuma ser notificados quando ocorrem sintomas graves (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 2008).

   É importante que você sempre busque passar por um processo diagnóstico com um profissional para que se entendam as causas primeiras de sintomas. Por exemplo, uma dor de cabeça recorrente pode ser sintoma de infecção ou de pressão alta, dependendo das características dessa dor, quanto tempo você vai ficar sem tratar esses problemas se realizar apenas a automedicação dos sintomas?

   Além disso, existe toda uma outra problemática relacionada ao risco. As pessoas são diferentes e existem vários motivos que levam-nas a precisarem de diferentes doses de medicação. “Mas quem tem esse conhecimento? O profissional de saúde que atende a pessoa”. Portanto, utilizar medicamentos de outras pessoas passa por um risco real de superdosagem.

   Isso considerando que, querido leitor, você aceitou essa medicação de uma pessoa de confiança absoluta. Os riscos de aceitar medicações de estranhos são ainda mais agudos e preocupantes. “Não aceitem medicações de estranhos!”

   Aliás, esses perigos são ainda maiores quando pensamos nos medicamentos tarja preta. Esses medicamentos oferecem um risco maior que a maioria em seu uso e precisam de um controle e tratamento mais rigorosos para serem utilizados de maneira segura. E a maioria das medicações de tarja preta são psicotrópicas, e portanto importantes no contexto da saúde mental dos estudantes.

   Há estudos que encontraram que até 79,2% dos estudantes utilizaram medicamentos psicoativos sem prescrição médica. Bem mais estudantes do que fizeram uso de álcool nos últimos 30 dias, por exemplo (56,6%). É essencial que haja uma reflexão sobre a real necessidade de uso desses medicamentos que podem causar dependência, são fatores de risco para diversas doenças e podem apresentar efeitos nocivos à saúde em curto, médio e longo prazo (Reis, 2024).

   Além da automedicação em casos de ansiedade ou depressão presumidas, há também para elevar a vigilância e a motivação. Os efeitos colaterais nesses casos são tanto físicos quanto psicológicos e incluem, mas não se limitam, a dependência, depressão, ansiedade, psicose, alucinações e distúrbios hormonais e sexuais. Além dos efeitos adversos, o uso incorreto ainda pode trazer sintomas de abstinência como fadiga, depressão e insônia.

   “Mas… Eu realmente acredito que preciso desses medicamentos, eu acho que tenho algum problema de saúde mental mesmo 😕”. Nesses casos é importante lembrar que o SUS tem uma rede específica para o cuidado em Saúde Mental, a Rede de Atenção Psicossocial. Se você faz automedicação com psicotrópicos é essencial que busque atendimento em alguma porta de entrada dessa rede, ou seja, na Unidade Básica de Saúde (UBS) ou no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) para uma consulta médica sobre o uso dessas medicações e investigações de problemas de saúde subjacentes. 

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   Nós, do PET Nexus, estamos preparando um mês especial de conteúdos voltados à ansiedade e a população universitária, com posts no Instagram, posts no Blog e um curso de ansiedade aos universitários que será aberto no fim do mês de Abril (conta horas 😉). Vamos tratar sobre assuntos essenciais como o que é ansiedade, sintomas, tratamento, como ela impacta os universitários, estratégias de relaxamento e uma introdução a rede de atenção psicossocial. Esperamos vocês na live de abertura!!

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Referências

Os Perigos da Automedicação. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 2026. Disponível em: https://www.endocrino.org.br/2008/09/11/os-perigos-da-automedicacao/ Acesso em: 21 de abril de 2026.

Reis, F. et al.Uso de psicotrópicos em universitários da área da saúde. Revista Contemporânea, v. 4, n. 12, 2024

 

Autoria: Bruno Santos Borges, Acadêmico de Enfermagem, PET-Nexus

Reunião 26: Reunião Semanal (14/04/2026)

Na reunião desta terça-feira, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas e organizamos as metas de entrega do Curso EAD que está sendo produzido.

ASSUNTOS TRATADOS:
⯌ Revisão dos projetos em andamento
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade

Data: 14/04/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Fernanda Silva, Guilherme Neitzke, Gustavo Borges, Helen Barbosa, Kássia Medran, Luiza Pinto, Maísa Kröning, Suzana Amaral, Tobias Silva.

 

Reunião 25: Reunião Semanal (07/04/2026)

Nessa semana, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas e logo após realizamos os atendimentos de higiene do sono.

ASSUNTOS TRATADOS:
⯌ Revisão dos projetos em andamento
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade

ATIVIDADES REALIZADAS:
⯌ Atendimentos de Higiene do Sono: O grupo de monitores realizou atendimentos, onde acompanharam pacientes após a devolutiva do plano de higiene do sono. (Monitores: Gustavo, Hellen, Kássia, Maísa, Marina e Tobias)

Data: 07/04/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Gabriela Haack (Preceptora), Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Guilherme Neitzke, Gustavo Borges, Helen Barbosa, Kássia Medran, Luiza Pinto, Maísa Kröning, Marina Weymar,Tobias Silva.

 

A Ansiedade e o Universitário

   “O aluno está caminhando pelo corredor para a sala de aula, o pensamento acelerado, como vai dar conta de três fichamentos, quatro trabalhos escritos, duas provas e uma apresentação de seminário, tudo na mesma semana ?! Ele está com aparência cansada e com olheiras, tinha feito um trabalho durante a madrugada que precisava ser entregue hoje. Hoje é o quinto dia do mês e sua fatura está atrasada, ele precisava encontrar algum pequeno bico ou serviço para conseguir o dinheiro e… a porta da sala está trancada, ele checa o relógio, não está atrasado, então ele olha em volta, a universidade está vazia, estava tão preocupado com todo o resto que não percebeu o quanto tudo estava vazio, era feriado, hoje é a Páscoa.”

   Diferente do texto anterior, nem todos passaram por um momento como esse. Quando falamos de saúde mental e ansiedade em universitários, e no geral, sempre é essencial atentar ao contexto de cada indivíduo. Mas, quando falamos de ansiedade no Brasil, em especial no contexto universitário, estamos falando de um problema estrutural. Em 2015, a prevalência global de ansiedade era de 3,6%, nesse mesmo ano no Brasil era 10,9%, mas se observarmos a população universitária estamos falando de uma prevalência entre 35% e 45% (Martins et al., 2025; WHO, 2017).

   E o texto inicial ilustra isso, os vários trabalhos e as dificuldades financeiras são um problema que abrange a vasta maioria dos universitários, que também podem ser acompanhados por outros fatores de risco como: sobrecarga de responsabilidades, jornadas duplas, expectativas sociais desiguais, ser de minorias raciais, étnicas ou sexuais, medo do fracasso, insatisfação com o curso entre outras diversos fatores (Crispin; Carneiro, 2025).

   “Mas meu deus do céu, eu tenho vários desses fatores e agora eu tenho ansiedade ?!” É importante reforçar que ter fatores de risco não significa que a pessoa tenha ansiedade, ter ansiedade envolve sintomas, prejuízos e sofrimento psíquico. O local adequado para cuidar da sua saúde mental de maneira adequada com apoio profissional são as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os Centros de Atenção Psicossocial (os CAPS).

   Mas nem tudo são estatísticas ruins, opostos a esses fatores de risco que parecem quase intrínsecos a vivência universitária do jovem adulto brasileiro existem os fatores de proteção 😇.  Alguns desses fatores de proteção são: socialização e amizades, suporte social mútuo, acolhimento e reconhecimento no espaço universitário, prática da higiene do sono e atividade física regular (Crispin; Carneiro, 2025; Jardim; Castro; Ferreira-Rodrigues, 2020). Nem todos esses são fáceis para todo mundo, mas é sempre bom manter na rotina semanal um pouco de cada um desses para promover uma resiliência e uma saúde mental mais forte.

Imagem gerada por inteligência artificial

   “Ok, então o universitário tem mais fatores de risco para ansiedade e isso reflete em uma estatística maior, ok. Mas como a ansiedade pode impactar a nossa vida acadêmica?”

   É importante lembrar que nem sempre a ansiedade vai ter um impacto apenas negativo na nossa vida. Quando ela for uma emoção saudável ela servirá como um sinal de alerta e nos ajudará a nos mantermos preparados para provas, trabalho e eventos acadêmicos.

   Entretanto, quando ela se torna um transtorno, podem ocorrer diversos prejuízos para o indivíduo como diminuição da atenção, memória e raciocínio (Peres, 2018; Nick; Nazanin, 2013). Pode ocorrer, como houve com nosso personagem do início, um foco tão grande em preocupações futuras e pensamentos antecipatórios que ele esqueceu que era feriado e foi a faculdade. Ademais, também podem haver consequências na saúde física do universitário através de sintomas da ansiedade como tensão muscular, fadiga, alterações do sono, dores de cabeça e desconforto intestinal.

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   Então querido leitor👸🏼, gostou do post? Quer saber mais sobre ansiedade e se aprofundar na literatura científica sobre o assunto? Quer ver algumas técnicas especiais de autocuidado para pessoas com ansiedade? Saiba que o PET Nexus lançará no próximo mês um curso de ansiedade completo, com glossário de termos, vídeos, imagens, referências atuais, painéis interativos, impacto, sintomas e epidemiologia da ansiedade, e, principalmente, como funciona a ansiedade no ambiente universitário. E, ainda melhor, o curso vai sair completamente na faixa 😎 e valendo horas acadêmicas, fique atento aos próximos posts aqui no blog e no instagram @petsaudenexus onde o anunciaremos.

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Referências

MARTINS, A. J. O; BARBOSA A. S; DA SILVA, V. C. F; HAMIDEN, J. B. Impactos da ansiedade e depressão em estudantes universitários. Revista Observatorio de La Economia Latino Americana, Curitiba, v.23, n.12, 2025.

WHO. World Health Organization. Depression and Other Common Mental Disorders: Global Health Estimates. Geneva: WHO, 2017.

CRISPIM, I. DE M.; CARNEIRO, L. N. Ansiedade no ensino superior: revisão sobre a prevalência e seus multifatores. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia). Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiás, 2025.

JARDIM, M. G. L.; CASTRO, T. S.; FERREIRA-RODRIGUES, C. F.. Sintomatologia Depressiva, Estresse e Ansiedade em Universitários. Psico-USF, v. 25, n. 4, p. 645–657, out. 2020.

NICK, B.; NAZANIN, D. Attentional control deficits in trait anxiety: Why you see them and why you don’t. Biological Psychology, v. 92, n. 3, p. 440-446, 2013.

PERES, K. R. L. Transtorno de ansiedade social: psiquiatria e psicanálise. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.

 

Autoria: Bruno Santos Borges, Acadêmico de Enfermagem, PET-Nexus

Reunião 24: Reunião Semanal (31/03/2026)

Na reunião desta terça-feira, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas de maneira digital e logo após realizamos os atendimentos de higiene do sono.

ASSUNTOS TRATADOS:
⯌ Revisão dos projetos em andamento
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade

ATIVIDADES REALIZADAS:
⯌ Atendimentos de Higiene do Sono: O grupo de monitores realizou atendimentos, onde acompanharam pacientes após a devolutiva do plano de higiene do sono. (Monitores: Gustavo, Hellen, Kássia, Maísa, Marina e Tobias)

Data: 31/03/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Gabriela Haack (Preceptora), Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Guilherme Neitzke, Gustavo Borges, Helen Barbosa, Kássia Medran, Luiza Pinto, Marina Weymar,Suzana Amaral, Tobias Silva.

O que é ansiedade?

 

Imagem gerada por Inteligência Artificial

 

    Uma criança se aproxima da pracinha, esfrega as mãos na roupa para secar o suor, está agitada, com a testa franzida e muito alerta, parece estar procurando por alguma coisa, ou esperando que algo aconteça a qualquer momento. Por que essa criança está agindo dessa maneira? Será que ela tem… ansiedade🥺?

   Todos já passamos por isso, alguma apresentação de trabalho, conhecer alguém importante, fazer uma prova entre outros acontecimentos cotidianos são gatilhos comuns de ansiedade. “Mas, se todos sentem isso em algum momento da vida, então todos têm ansiedade😰?”

   Exatamente! Ou melhor, depende do que você quer dizer com ansiedade. Quando nos falamos apenas assim, ansiedade, estamos falando de uma emoção, um sentimento vago e desagradável de medo e apreensão derivado da antecipação de um perigo, algo estranho e/ou desconhecido (Castillo et al., 2000). Portanto, a ansiedade como uma emoção é algo inerente à experiência humana

   “Mas como você pode dizer algo assim! Tantos lugares que eu deixei de ir, tantas coisas que eu deixei de fazer pela ansiedade!🤬”. Então, a ansiedade também pode se tornar um transtorno. A função evolutiva da ansiedade seria aumentar o nosso desempenho para nos preparar para uma situação difícil (Miguel, 2020), mas quando a ansiedade se torna um transtorno de ansiedade essa função é prejudicada assim como diversas outras funcionalidades importantes no cotidiano.

   No caso da ansiedade é importante estarmos atentos para a sua proporcionalidade ao evento estressor, sua persistência e se há prejuízo ou sofrimento (Castillo et al., 2000; Lenhardt; Calvetti, 2017). Em momentos importantes da vida, provas, encontros com pessoas importantes, apresentação de trabalhos e entrevistas de emprego é normal ficar ansioso.

   Mas quando ela é excessiva, desproporcional e persistente ela causa sofrimento e prejuízo em diversas áreas da vida social, acadêmica e profissional. Perde sua função de sinal de alerta e de aumento de desempenho causando preocupação constante e difícil de controlar, que pode estar associada a sintomas físicos como tensão muscular, inquietação, fadiga e distúrbios do sono (Brentini et al., 2018; Lopes et al., 2019).

   Se há suspeita que a ansiedade está extrapolando o que seria normal, sendo prejudicial, sendo persistente, a busca pela avaliação profissional especializada é importante. O tratamento é eficaz e o padrão ouro é uma abordagem multimodal com cuidado por equipe multiprofissional, psicoterapia e, quando necessário, medicações prescritas pelo médico (Nada de tomar não sei o que porque o coleguinha usa, ou porque o desinfluenciador falou🙃).

   Saiba que, se se sente assim, não está sozinho. Se precisar, busque assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), há uma ferramenta essencial para entender como funciona cada serviço, o que você pode ter acesso e como o seu fluxo vai se dar no sistema, que são as linhas de cuidado. No caso da ansiedade há uma linha de cuidado própria que pode ajudá-lo a escolher o serviço para onde irá. Vou deixar o link da linha de cuidado para transtorno de ansiedade no adulto após as referências. Mas, adianto, se houver necessidade aguda, tanto os Centros de Atenção Psicossocial quanto as UPA’s e Pronto Socorros estão disponíveis para você.

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Então querido leitor👸🏼, gostou do post? Quer saber mais sobre ansiedade e se aprofundar na literatura científica sobre o assunto? Entender de onde vem a ansiedade da criança que encontramos no começo do texto? Saiba que o PET Nexus lançará nos próximos meses um curso de ansiedade completo, com glossário de termos, vídeos, imagens, referências atuais, painéis interativos, impacto, sintomas e epidemiologia da ansiedade, e, principalmente, como funciona a ansiedade no ambiente universitário. E, ainda melhor, o curso vai sair completamente na faixa 😎 e valendo horas acadêmicas, fique atento aos próximos posts aqui no blog e no instagram @petsaudenexus onde anunciaremos.

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Referências

BRENTINI, L. C.; BRENTINI, B. C. ARAÚJO, E. C. S.; AROS, A. C. S. P. C.; AROS, M. S. Transtorno de ansiedade generalizada no contexto clínico e social no âmbito da saúde mental. Nucleus, Ituverava, v. 15, n. 1, p. 237–242, abr. 2018.

CASTILLO, A. R. G. L. et al. Transtornos de ansiedade. Revista Brasileira de Psiquiatria, São Paulo, v. 22, supl. 2, p. 20–23, 2000.

LENHARDTK, Gabriela; CALVETTI, Prisla Ücker. Quando a ansiedade vira doença? Como tratar transtornos ansiosos sob a perspectiva cognitivo-comportamental. Aletheia, Canoas, v. 50, n. 1-2, p. 111–122, jan./dez. 2017.

LOPES, J. M. et al. Correlação entre ansiedade e desempenho acadêmico em estudantes universitários. Cadernos de Graduação: Ciências Biológicas e da Saúde, Maceió, v. 5, n. 2, p. 137-150, maio 2019.

MIGUEL, E. C. Clínica psiquiátrica: as grandes síndromes psiquiátricas, volume 2 – 2a ed.. 2. ed. Barueri: Manole, 2020.

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Autoria: Bruno Santos Borges, Acadêmico de Enfermagem, PET-Nexus

Reunião 23: Reunião Semanal (24/03/2026)

Nesta semana, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas e logo após realizamos os atendimentos de higiene do sono e follow-up do grupo de combate ao tabagismo.

ASSUNTOS TRATADOS:
Revisão dos projetos em andamento
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade
⯌ Elaboração de pautas e conteúdos voltados a um grupo de mães de crianças com diabetes

ATIVIDADES REALIZADAS:
⯌ Atendimentos de Higiene do Sono: O grupo de monitores realizou atendimentos, onde acompanharam pacientes após a devolutiva do plano de higiene do sono. (Monitores: Gustavo, Hellen, Kássia, Maísa, Marina e Tobias)
⯌ Atendimentos de Follow-up do Grupo de Combate ao Tabagismo: o grupo de monitores realizaram um questionário com antigos participantes do grupo de combate ao tabagismo. (Monitores: Bruno, Guilherme, Fernanda, Luiza e Suzana.

Data: 24/03/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Gabriela Haack (Preceptora), Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Guilherme Neitzke, Helen Barbosa, Kássia Medran, Luiza Pinto, Maísa Kröning, Marina Weymar,Suzana Amaral, Tobias Silva.

Reunião 22: Reunião Semanal (17/03/2026)

Na reunião dessa semana, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas e logo após realizamos os atendimentos de higiene do sono e follow-up do grupo de combate ao tabagismo.

ASSUNTOS TRATADOS:
Revisão dos projetos em andamento
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade
⯌ Elaboração de pautas e conteúdos voltados a um grupo de mães de crianças com diabetes

ATIVIDADES REALIZADAS:
⯌ Atendimentos de Higiene do Sono: O grupo de monitores realizou atendimentos, onde acompanharam pacientes após a devolutiva do plano de higiene do sono. (Monitores: Gustavo, Hellen, Kássia, Maísa, Marina e Tobias)
⯌ Atendimentos de Follow-up do Grupo de Combate ao Tabagismo: o grupo de monitores realizaram um questionário com antigos participantes do grupo de combate ao tabagismo. (Monitores: Bruno, Guilherme, Fernanda, Luiza e Suzana.

Data: 17/03/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Gabriela Haack (Preceptora), Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Gustavo Borges, Kássia Medran, Luiza Pinto, Suzana Amaral, Tobias Silva.

Reunião 21: Reunião Semanal (10/03/2026)

Nesta terça-feira, em primeiro momento discutimos sobre as atividades que estão sendo realizadas e logo após realizamos os atendimentos de higiene do sono.

ASSUNTOS TRATADOS:
Revisão dos projetos em andamento
⯌ Nova demanda: Elaboração de pautas e conteúdos voltados a um grupo de mães de crianças com diabetes
⯌ Discussão sobre os conteúdos do Curso EAD sobre Ansiedade

ATIVIDADES REALIZADAS:
⯌ Atendimentos de Higiene do Sono: O grupo de monitores realizou atendimentos, onde acompanharam pacientes após a devolutiva do plano de higiene do sono. (Monitores: Gustavo, Hellen, Kássia, Maísa, Marina e Tobias)

Data: 10/03/2026

Local da reunião: Centro de Especialidades

Presentes: Gabriela Haack (Preceptora), Aline Silva (Preceptora), Bruno Borges, Gustavo Borges, Kássia Medran, Luiza Pinto, Suzana Amaral, Tobias Silva.