O Projeto Próton obteve seu início em 2023 a partir da iniciativa dos professores Diogo La Rosa Novo e William Boschetti, com o objetivo de auxiliar estudantes ingressantes na disciplina de química geral. Inicialmente, o projeto consistia em aulas preparatórias realizadas antes do início do semestre letivo, com foco na revisão de conceitos fundamentais da química e na adaptação dos novos estudantes às demandas acadêmicas.
Com o passar do tempo, o projeto fora ampliado, passando a oferecer encontros semanais de apoio às turmas. Os conteúdos e módulos trabalhados são alinhados os docente responsável pela disci´plina, buscando acompanhar o desenvolvimento das aulas e atender às principais dificuldades dos estudantes.
Atualmente, as atividades são ministradas por discentes voluntários da graduação, sempre sob orientação de professores colaboradores. Além dos encontros, o projeto também realiza monitorias extraclasse de modo remoto, nas quais os monitores auxiliam na resolução de exercícios e esclarecimento de dúvidas.
Ao longo de seu desenvolvimento, o projeto passou a adotar metodologias ativas de ensino, estimulando a participação dos estudantes no processo de aprendizagem e contribuindo para a construção de uma basse sólida nos fundamentos da química. Para consolidar as suas atividades, o projeto também passou a participar de eventos acadêmicos como o SIIEPE (Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão), ampliando sua atuação e impacto na comunidade universitária.
![]() Turma pioneira do Próton, com início em junho de 2023. |
![]() Apresentação de resultados na 9ª edição da SIIEPE e turma 2023.2 |
![]() Turma 2024.1 |
![]() Apresentação de resultados na 10ª edição da SIIEPE. |
![]() Turma 2024.2 |
![]() Turma 2025.1 |

Apresentação de resultados na 11ª edição da SIIEPE e turma 2025.2
Estatísticas
As estatísticas do projeto indicam um excelente impacto positivo no desempenho acadêmico dos estudantes participantes. Na edição de 2025.1, considerando os alunos do curso de farmácia, observa-se que entre os estudantes frequentes (mínimo de 20% de presença) houve 85% de aprovações, enquanto entre os não participantes foram registradas apenas 3 aprovações, evidenciando uma diferença significativa nos resultados. De maneira semelhante, na edição 2025.2, com a maioria dos estudantes sendo de química forense, 75% dos regulares no projeto obtiveram aprovação, ao passo que entre os não inscritos somente dois estudantes foram aprovados. Esses dados sugerem que a participação nas atividades do Próton contribui para melhores índices de aprovação, reforçando a importância das ações de acompanhamento, monitoria e apoio pedagógico desenvolvidas pelo projeto.

“O Próton foi de grande ajuda em um momento de estresse e pressão com as provas. Com aulas lúdicas e descontraídas, o pessoal sempre esteve disponível para tirar dúvidas em qualquer momento do dia. De forma leve, passamos em química geral.”
– Eduarda Castro, aluna de química forense e participante da edição 2025.2.





