Quem somos

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1. DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES NO TELESSAÚDE MENTAL DE PELOTAS ( voltar ao topo da página )
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Equipe gestora da frente

JOSÉ RICARDO KREUTZ
UFPel – Universidade Federal de Pelotas
Ceng – Engenharia de Produção
Pelotas/RS/Brasil

LUIS ANTONIO DOS SANTOS FRANZ; Dr.
UFPel – Universidade Federal de Pelotas
Ceng – Engenharia de Produção
Pelotas/RS/Brasil

ALINE MACHADO DA SILVA
Secretaria Municipal de Saúde
Pelotas/RS/Brasil

GABRIELA LANZETTA HAACK
Secretaria Municipal de Saúde
Pelotas/RS/Brasil

QUENI VARGAS DE SOUZA
Secretaria Municipal de Saúde
Pelotas/RS/Brasil

Equipe de monitores da frente

AMANDA RIBEIRO
Engenharia de Produção
Curso:

BRUNO BORGES
Enfermagem
Curso:

FERNANDA SILVA
Psicologia
Curso:

GUILHERME NEITZKE
Engenharia de Produção
Curso:

GUSTAVO BORGES
Psicologia
Curso:

HELEN BARBOSA
Terapia Ocupacional
Curso:

KÁSSIA MEDRAN
Terapia Ocupacional
Curso:

LUIZA PINTO
Engenharia de Produção
Curso:

MAÍSA KRÖNING
Engenharia de Produção
Curso:

SUZANA AMARAL
Psicologia
Curso:

TOBIAS SILVA
Enfermagem
Curso:

Visão geral
Esse grupo dentro da proposta do PET Saúde prevê ações que permitirão a PROMOÇÃO DA INTEROPERABILIDADE de dados através de atividades de ensino, orientação e proposição de soluções tecnológicas e serviços nos software de suporte à operação do sistema Tele-saúde Mental, na cidade de Pelotas. Essas ações serão orientadas ao APOIO À INFORMATIZAÇÃO DO SUS e uso efetivo dos prontuários eletrônicos para atender aos padrões de interoperabilidade da RNDS, sem perder de vista a implementação de SOLUÇÕES DIGITAIS COLABORATIVAS E LIVRES PARA OFERTA DE SERVIÇOS E PARA A GESTÃO DO CUIDADO PELOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. Ainda está previsto na ação a realização de atividades de SUPORTE À MELHORIA DA INFRAESTRUTURA PARA OS SISTEMAS DIGITAIS e de CONECTIVIDADE. Com as ações, que serão tutoriadas pelo Professor José Ricardo Kreutz (área da Saúde Mental) e Prof Luis Antonio dos Santos Franz (área da Engenharia de Produção), espera-se consolidar caminhos para obtenção da AMPLIAÇÃO DA OFERTA DE TELEMEDICINA e TELESSAÚDE NO ÂMBITO DO SUS em território nacional. Em meio às atividades, os orientandos, por meio da interação com o preceptor e com os demais atores abrangidos pelo projeto, deverão contribuir para o fortalecimento dos mecanismos de segurança de acesso aos sistemas, dados e informações de saúde fortalecimento da saúde digital para ATENDIMENTO À SAÚDE DAS POPULAÇÕES NEGLIGENCIADAS, VULNERÁVEIS E ATÉ MESMO ISOLADAS GEOGRAFICAMENTE. Além disso, os orientados na área de psicologia auxiliarão nos atendimentos em telessaúde mental, colocando em prática seus conhecimentos da área e auxiliando nas soluções digitais colaborativas. Apoiar a proposição de soluções digitais colaborativas e livres que melhorem a oferta de serviços, a gestão do cuidado pelos profissionais de saúde e a qualidade da atenção à saúde.
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Objetivo geral da frente
Desenvolver e implementar estratégias integradas de telessaúde mental que promovam a interoperabilidade dos sistemas, melhorem a infraestrutura digital e a conectividade, ampliem o acesso a populações vulneráveis e otimizem a gestão do cuidado pelos profissionais, visando a eficiência e a qualidade dos serviços oferecidos.
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Objetivos específicos da frente
Objetivo específico 1: Compreender, propor e implementar ações de orientação para maior INTEROPERABILIDADE dos sistemas utilizados ou relacionados ao telessaúde, especialmente no APOIO À INFORMATIZAÇÃO para agregação de sistemas de contato com usuários e bancos de dados sob cuidado do telessaúde mental;
Objetivo específico 2: Analisar, orientar e implementar de tecnologias com foco no SUPORTE À MELHORIA DA INFRAESTRUTURA PARA OS SISTEMAS DIGITAIS e de CONECTIVIDADE mais efetiva com os usuários da rede;
Objetivo específico 3: Analisar, orientar e implementar sistemas digitais e processos para a AMPLIAÇÃO DA OFERTA DE TELESSAÚDE MENTAL também para POPULAÇÕES NEGLIGENCIADAS, VULNERÁVEIS, através do acompanhamento e potencialização do atendimentos.
Objetivo específico 4: Compreender e implementar SOLUÇÕES DIGITAIS PARA A GESTÃO E ATENDIMENTO DO CUIDADO PELOS PROFISSIONAIS DO TELESSAÚDE afetados eles próprios por sua rotina ocupacional e laboral.
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Atividades realizadas
1. Criação de módulos de educação a distância (EaD): Desenvolvimento de cursos online interativos para profissionais do Telessaúde Mental acerca da otimização do sistema;
2. Organização de um grupo tutorial presencial para auxiliar e garantir a educação permanente de profissionais dos Telessaúde Mental no uso otimizado do sistemas digitais já implementados ou produzidos;
3. Realização de webinars e workshops: Organização de eventos online e presenciais para discussão de casos práticos, apresentação de ferramentas digitais e debates sobre os desafios e oportunidades da sua implementação no SUS;
4. Desenvolvimento de materiais educativos: Elaboração de guias, infográficos e outros recursos informativos para profissionais de saúde.
5. Implementação de grupos de estudo e comunidades de prática: Criação de espaços virtuais e presenciais para que os profissionais possam compartilhar experiências, discutir artigos científicos e colaborar em projetos relacionados.
6. Atendimentos aos pacientes público alvo do Telessaúde mental, registro do atendimento no prontuário eletrônico e auxílio dos preceptores no registro como avaliação continuada sobre a eficácia das informações registradas no pós-atendimento na sua conexão com a rede.
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Resultados esperados
1. Obtenção de sistemas digitais integrados e interoperáveis para telessaúde mental;
2. Obtenção de estratégias e processos para ampliação do acesso a populações vulneráveis, aumento do volume de atendimentos;
3. Obtenção de estratégias e processos para otimização da gestão do cuidado pelos profissionais;
4. Obtenção de sistemas digitais, estratégias e processos para maior eficiência e a qualidade dos serviços oferecidos pelo telessaúde mental;
5. Obtenção de sistemas e processos para ampliação da conectividade à telessaúde mental.
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Indicadores
1. Número de usuários alcançados antes e após as ações previstas na propostas;
2. Número de webinars e workshops propostos, implementados e concluídos;
3. Número de guias, infográficos e outros materiais educativos;
4. Horas acumuladas na implementação de grupos de estudo e comunidades de prática.
5. Número de atendimentos em Telessaúde mental na RAPS.
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