Prevenção de cárie na primeira infância

Coordenadora: Prof(a). Dr(a). Anelise Fernandes Montagner

Painel de especialistas: Ana Paula Pires dos Santos, Cassiana Neves Mello, Carlos Alberto Feldens, Eugênia Carrera Malhão, Fabian Calixto Fraiz, Fausto Medeiros Mendes, Françoise Helene Van de Sande, Lucas Brum Cleff, Marília Leão Goettems, Mariana Cadermatori, Maximiliano Sérgio Cenci, Tamara Kerber Tedesco, Mariana Minatel Braga, Paula dos Santos Leffa, Priscila Olin Silva e Renata Sá Rocha.

INTRODUÇÃO:

A doença cárie afeta mais de 600 milhões de crianças pelo mundo, sendo a doença prevenível mais prevalente e, além disso, compartilha fatores de risco com outras doenças associadas ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade infantil, doenças cardiovasculares e diabetes (PITTS et al., 2019). Vários termos foram sugeridos para definir a doença cárie em crianças pré-escolares – menores de 6 anos de idade – e atualmente o termo empregado é cárie na primeira infância – CPI (TINANOFF et al., 2019). CPI é a presença de uma ou mais superfícies cariadas (lesões não cavitadas ou cavitadas), perdidas ou restauradas (devido à doença cárie) em qualquer dente decíduo de uma criança com menos de seis anos de idade (AAPD, 2017). A CPI não representa apenas um problema de saúde pública, mas também um problema social, visto que pode interferir na alimentação, hábitos de sono, desempenho escolar, e outras atividades diárias das crianças, podendo afetar o desenvolvimento da dentição permanente e até mesmo comprometer o crescimento e desenvolvimento da criança (PAHEL et al., 2007; TESCH et al., 2007; HEINRICH-WELTZEIN et al., 2012).

Dessa forma, o objetivo do desenvolvimento desta diretriz para a prática clínica é fornecer recomendações para prevenção e controle da doença cárie em crianças na primeira infância, a fim de auxiliar as eSB na tomada de decisões baseada em evidências.

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