{"id":65,"date":"2026-09-18T17:16:56","date_gmt":"2026-09-18T20:16:56","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/?page_id=65"},"modified":"2026-10-16T22:43:09","modified_gmt":"2026-10-17T01:43:09","slug":"grupos-de-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/grupos-de-trabalho\/","title":{"rendered":"GRUPOS DE TRABALHO (GTs)"},"content":{"rendered":"<p><b>GT1: <\/b>Economia e Moral: Sentidos Sociais, Valores e Desigualdades<\/p>\n<p><b>Coordenadores\/as: <\/b>Marciele Agosta de Vasconcellos (PPGS\/UFPel &#8211; ciele.vasconcellos@gmail.com) e Elaine da Silveira Leite (PPGS\/UFPel \u2013 esleite20@gmail.com)<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>Virtual<\/p>\n<p><b>Resumo: <\/b>Este Grupo de Trabalho (GT) acolhe pesquisas que explorem as interfaces e interse\u00e7\u00f5es entre a Sociologia Econ\u00f4mica e a Sociologia da Moral, com aten\u00e7\u00e3o \u00e0s pr\u00e1ticas, valores, classifica\u00e7\u00f5es e julgamentos que constituem e orientam a vida social cotidiana. Ser\u00e3o especialmente bem-vindos trabalhos que abordem as moralidades econ\u00f4micas, os conflitos e disputas normativas, as pr\u00e1ticas financeiras cotidianas, o consumo, o trabalho, as desigualdades sociais e os processos e regimes de valora\u00e7\u00e3o. O GT busca reunir tanto reflex\u00f5es te\u00f3ricas quanto pesquisas emp\u00edricas que contribuam para ampliar a compreens\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre as dimens\u00f5es econ\u00f4mica e moral do mundo social. Nesse sentido, interessa refletir sobre os modos pelos quais mercados, pr\u00e1ticas econ\u00f4micas e diferentes agentes sociais s\u00e3o atravessados por valores, sentidos sociais e disputas morais, bem como analisar como essas dimens\u00f5es participam da produ\u00e7\u00e3o, da reprodu\u00e7\u00e3o e da contesta\u00e7\u00e3o das desigualdades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT2<\/b>: Por uma Sociologia dos ritmos urbanos: manifesto para uma agenda de pesquisa sobre tempo, cotidiano e produ\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o<\/p>\n<p><b>Coordenadores\/as: <\/b>Barby de Bittencourt Martins; William H\u00e9ctor G\u00f3mez Soto<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>Virtual<\/p>\n<p><b>Resumo<\/b>: A Sociologia dos ritmos urbanos constitui uma perspectiva te\u00f3rico-metodol\u00f3gica voltada \u00e0 compreens\u00e3o das cidades contempor\u00e2neas a partir da articula\u00e7\u00e3o entre tempo, espa\u00e7o e cotidiano. Inspirada na obra de Henri Lefebvre, especialmente em sua teoria da produ\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, na cr\u00edtica da vida cotidiana e na ritmoan\u00e1lise, parte da hip\u00f3tese de que muitas das contradi\u00e7\u00f5es urbanas se expressam como conflitos entre diferentes ritmos e temporalidades sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cidade \u00e9 compreendida como uma realidade produzida pela coexist\u00eancia desigual de ritmos naturais, biol\u00f3gicos, sociais, econ\u00f4micos, pol\u00edticos, culturais e tecnol\u00f3gicos. A urbaniza\u00e7\u00e3o capitalista tende a privilegiar os ritmos da acumula\u00e7\u00e3o, produtividade, circula\u00e7\u00e3o, consumo e inova\u00e7\u00e3o, subordinando ou invisibilizando os tempos associados ao cuidado, \u00e0 conviv\u00eancia, \u00e0 mem\u00f3ria, \u00e0 cria\u00e7\u00e3o e aos ciclos da natureza. A acelera\u00e7\u00e3o da vida cotidiana, nesse sentido, n\u00e3o \u00e9 apenas uma experi\u00eancia subjetiva, mas parte dos processos de reprodu\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa perspectiva permite investigar as tens\u00f5es entre mercado e natureza, produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o da vida, velocidade tecnol\u00f3gica e rela\u00e7\u00f5es sociais, planejamento e apropria\u00e7\u00e3o cotidiana do espa\u00e7o. Nesses conflitos encontram- se simultaneamente mecanismos de domina\u00e7\u00e3o e possibilidades de resist\u00eancia, cria\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Grupo de Trabalho prop\u00f5e reunir pesquisas te\u00f3ricas e emp\u00edricas sobre essas m\u00faltiplas temporalidades, abrangendo quest\u00f5es como trabalho, mobilidade, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, conflitos socioambientais, plataformas digitais, intelig\u00eancia artificial, moradia, segrega\u00e7\u00e3o, patrim\u00f4nio, cultura e movimentos sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Seu objetivo central \u00e9 consolidar uma agenda de pesquisa que compreenda a cidade como uma realidade r\u00edtmica e contradit\u00f3ria, capaz de revelar tanto os mecanismos de reprodu\u00e7\u00e3o das desigualdades quanto as possibilidades de construir outras formas de habitar, produzir e viver o espa\u00e7o urbano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT3: <\/b>Sociologia, Educa\u00e7\u00e3o e Ensino de Ci\u00eancias Sociais<\/p>\n<p><b>Coordenadores\/as: <\/b>Francisco dos Santos Kieling, Doutor em Sociologia,\u00a0<a href=\"mailto:franciscokieling@gmail.com\">franciscokieling@gmail.com<\/a>, DESP &#8211; IFISP &#8211; UFPel<\/p>\n<p>Vera Lucia dos Santos Schwarz, Doutora em Educa\u00e7\u00e3o,\u00a0<a href=\"mailto:verasschwarz@gmail.com\">verasschwarz@gmail.com<\/a>, DESP &#8211; IFISP &#8211; UFPel<\/p>\n<p>Analisa Zorzi, Doutora em Educa\u00e7\u00e3o,\u00a0<a href=\"mailto:ana.lpdufpel@gmail.com\">ana.lpdufpel@gmail.com<\/a>, DE &#8211; FAE- UFPel<\/p>\n<p>Marcus Vinicius Spolle, Doutor em Sociologia, <a href=\"about:blank\">sociomarcus@gmail.com,<\/a> DESP &#8211; IFISP &#8211; UFPel<\/p>\n<p>Marielle Mendes Sacharuk, Mestranda em Sociologia, <a href=\"about:blank\">mariellesacharuk@gmail.com,<\/a> PPGS &#8211; IFISP \u2013 UFPel<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>H\u00edbrido<\/p>\n<p><b>Resumo: <\/b>O Grupo de Trabalho tem como objetivo central a discuss\u00e3o de pesquisas nas \u00e1reas da Sociologia da Educa\u00e7\u00e3o e das pr\u00e1ticas sobre o Ensino de Sociologia na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, tendo como pano de fundo os diferentes debates te\u00f3rico e metodol\u00f3gico que abordam os processos educativos a partir das Ci\u00eancias Sociais. A relev\u00e2ncia do tema est\u00e1 atrelada ao papel da Educa\u00e7\u00e3o nas sociedades contempor\u00e2neas e das Ci\u00eancias Sociais na forma\u00e7\u00e3o de professores, nos processos escolares e no desenvolvimento do pensamento social cr\u00edtico. Desse modo, a constitui\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de debate te\u00f3rico, metodol\u00f3gico e pr\u00e1tico que re\u00fana os agentes que trabalham com o tema torna-se estrat\u00e9gico para fomentar a qualifica\u00e7\u00e3o dos participantes, tendo em vista as possibilidades de trocas acad\u00eamicas e escolares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT4: <\/b>Seguindo os fluxos: mercados ilegais, atores e territ\u00f3rios no Brasil<\/p>\n<p><b>Coordenadores\/as: <\/b>Marcelli Cipriani Rodrigues. Soci\u00f3loga. Doutora em Sociologia e Bacharela em Ci\u00eancias Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestra em Ci\u00eancias Sociais e Bacharela em Direito pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (PUCRS).<\/p>\n<p>\u00c0rleson Renato Luz Costa. Soci\u00f3logo. Doutorando em Sociologia, Mestre em Sociologia, Licenciado e Bacharel em Ci\u00eancias Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>Virtual<\/p>\n<p><b>Resumo: <\/b>Uma mercadoria sai de uma cidade, atravessa uma fronteira, muda de m\u00e3os, chega a uma periferia e, algumas vezes, retorna transformada. Uma d\u00edvida conecta a rua \u00e0 pris\u00e3o; uma rota aproxima cidades distantes; um telefone articula vendedores, compradores e intermedi\u00e1rios; uma fronteira, antes percebida como limite, torna-se passagem. \u00c9 nesses movimentos que este Grupo de Trabalho prop\u00f5e observar os mercados ilegais no Brasil.<\/p>\n<p>Seguindo os fluxos: mercados ilegais, atores e territ\u00f3rios no Brasil, re\u00fane pesquisas interessadas em acompanhar como pessoas, mercadorias, capitais, informa\u00e7\u00f5es e formas de organiza\u00e7\u00e3o circulam e produzem conex\u00f5es entre diferentes territ\u00f3rios. Partimos das experi\u00eancias de pesquisa desenvolvidas na regi\u00e3o Sul do pa\u00eds, sem fazer dela uma fronteira anal\u00edtica; interessa-nos justamente compreender como din\u00e2micas localizadas se conectam a circuitos que atravessam cidades, estados, pris\u00f5es, fronteiras nacionais e diferentes mercados.<\/p>\n<p>O GT acolhe pesquisas sobre drogas, armas, ve\u00edculos, contrabando, mercadorias furtadas ou roubadas, estelionato, lavagem de dinheiro, res\u00edduos, mercados informais e outras formas de economias ilegais ou contestadas. Interessa tamb\u00e9m acompanhar os atores que fazem esses mercados acontecerem; como fac\u00e7\u00f5es, comerciantes, trabalhadores, atravessadores, usu\u00e1rios, intermedi\u00e1rios, agentes estatais e tantos outros personagens que, em suas pr\u00e1ticas cotidianas, movimentam esses circuitos.<\/p>\n<p>Mais do que mapear mercados, buscamos acompanhar seus percursos; por onde passam, quem os conecta, que territ\u00f3rios produzem e como se transformam ao circular. O GT pretende, assim, aproximar pesquisas que permitam pensar os mercados ilegais como fen\u00f4menos relacionais, territoriais e em permanente fluxo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT5: <\/b>Racismo ambiental e sustenta\u00e7\u00e3o da vida: desigualdades, cuidado coletivo e resist\u00eancias<\/p>\n<p><b>Coordenadores\/as: <\/b>Dra. Marilis Lemos de Almeida (UFPEL)<\/p>\n<p>Dra. Luciana Garcia de Mello (UFRGS)<\/p>\n<p>Dra. Marcella Beraldo de Oliveira (UNIRIO)<\/p>\n<p>Doutoranda Nara Beatriz Matias Soares (UFPEL)<\/p>\n<p>Mestranda Mabelly Pac\u00edfico (UFPEL)<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>H\u00edbrido<\/p>\n<p><b>Resumo: <\/b>As crises clim\u00e1ticas, ambientais e sociais contempor\u00e2neas evidenciam e aprofundam desigualdades historicamente produzidas por rela\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, g\u00eanero, classe, gera\u00e7\u00e3o e colonialidade. Seus impactos s\u00e3o distribu\u00eddos de forma desigual, incidindo especialmente sobre popula\u00e7\u00f5es racializadas, mulheres, povos ind\u00edgenas, comunidades quilombolas, popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas e grupos que vivem em territ\u00f3rios marcados pela precariedade da infraestrutura e pelo acesso desigual a recursos, direitos e prote\u00e7\u00e3o estatal. Nesse contexto, o racismo ambiental constitui uma dimens\u00e3o central para compreender a produ\u00e7\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o desigual dos riscos e conflitos socioambientais.<\/p>\n<p>Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e reunir pesquisas de p\u00f3s-graduandos interessadas em discutir diferentes dimens\u00f5es das desigualdades socioambientais e das formas de enfrentamento constru\u00eddas por sujeitos e coletividades. Busca-se compreender como experi\u00eancias de injusti\u00e7a, viol\u00eancia e vulnerabiliza\u00e7\u00e3o se articulam a pr\u00e1ticas de resist\u00eancia, cuidado, reciprocidade e organiza\u00e7\u00e3o coletiva, produzindo diferentes formas de defesa e reprodu\u00e7\u00e3o da vida.<\/p>\n<p>O GT acolher\u00e1 trabalhos e relatos de experi\u00eancias de organiza\u00e7\u00f5es sociais e estatais sobre racismo ambiental e justi\u00e7a ambiental e clim\u00e1tica; rela\u00e7\u00f5es entre g\u00eanero, ra\u00e7a, classe, gera\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rio; conflitos e expropria\u00e7\u00f5es socioambientais; cuidado e reprodu\u00e7\u00e3o social; pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias e redes de solidariedade; (eco)feminismos; saberes e pr\u00e1ticas de povos e comunidades tradicionais; movimentos sociais e a\u00e7\u00e3o coletiva; e respostas estatais e n\u00e3o estatais \u00e0s desigualdades ambientais.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 promover o di\u00e1logo entre diferentes objetos, perspectivas te\u00f3ricas e estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas, aproximando pesquisas em distintos est\u00e1gios de desenvolvimento e contribuindo para a constru\u00e7\u00e3o coletiva de interpreta\u00e7\u00f5es sobre desigualdades, justi\u00e7a, cuidado e resist\u00eancias diante das transforma\u00e7\u00f5es socioambientais contempor\u00e2neas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT6: <\/b>Sociologia e Arqueologia em di\u00e1logo: conhecimento, materialidade e sociedade<\/p>\n<p><b>Coordenadores\/as: <\/b>Gustavo Peretti Wagner, Doutor em Hist\u00f3ria, Professor do departamento de Antropologia e Arqueologia do Instituto de Ci\u00eancias Humanas-ICH, Professor do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia<\/p>\n<p>Leonardo Pinto Oliveira, Doutorando em Antropologia \u2013 linha de forma\u00e7\u00e3o em Arqueologia \u2013 PPGANT\/UFPel, Mestre em Antropologia \u2013 \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o em Arqueologia \u2013 UFPel, Bacharel em Antropologia \u2013 UFPel, Licenciado em Hist\u00f3ria<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>presencial<\/p>\n<p><b>Resumo: <\/b>Este GT prop\u00f5e estabelecer um di\u00e1logo entre Sociologia Arqueologia a partir dos modos de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento sobre o passado e de suas implica\u00e7\u00f5es no presente. Parte-se da compreens\u00e3o de que a Arqueologia n\u00e3o se limita \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o de vest\u00edgios materiais, constituindo tamb\u00e9m uma pr\u00e1tica cient\u00edfica, social e profissional atravessada por quest\u00f5es epistemol\u00f3gicas, pol\u00edticas e institucionais.<\/p>\n<p>Interessa ao GT problematizar como objetos, paisagens, territ\u00f3rios, mem\u00f3rias e temporalidades participam da constru\u00e7\u00e3o do conhecimento e das interpreta\u00e7\u00f5es sobre diferentes sociedades. A proposta acolhe pesquisas que articulem epistemologia, filosofia da ci\u00eancia, ontologia, teoria social e estudos da materialidade com a teoria e a pr\u00e1tica arqueol\u00f3gica, contemplando temas como patrim\u00f4nio, mem\u00f3ria, poder, colonialidade, \u00e9tica, arqueologia p\u00fablica, pol\u00edticas de preserva\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o e profissionaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Busca-se ainda discutir quem produz o conhecimento arqueol\u00f3gico, quais saberes s\u00e3o legitimados e para quem esse conhecimento \u00e9 produzido, aproximando debates da Arqueologia, Sociologia e Antropologia. O GT pretende, assim, constituir um espa\u00e7o interdisciplinar de reflex\u00e3o sobre ci\u00eancia, materialidade e sociedade, em di\u00e1logo com o tema do V Semin\u00e1rio Discente: \u201cConhecimento, conflitos e transforma\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT7:<\/b><b> G\u00eanero e Interseccionalidade: sujeitos e disputas contempor\u00e2neas<\/b><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>Coordenadores:\u00a0<\/b><\/p>\n<p>Alexsandra Pereira dos Santos | Doutora em F\u00edsica pela UFPel | xapereira09@gmail.com | PPG F\u00edsica UFPel<\/p>\n<p>Isabela Lemos de Lima | cascaobela@gmail.com | Doutora em ci\u00eancias no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade na Inf\u00e2ncia e na Adolesc\u00eancia &#8211; Universidade Federal de S\u00e3o Paulo &#8211; Unifesp | Professora do Instituto Federal Sul-rio-grandense &#8211; campus Pelotas<\/p>\n<p>Tuize Silva Rovere | Doutora em Desenvolvimento Regional pelo PPGDR\/Unisc e P\u00f3s-doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pelo PROGRAU\/UFPel | tuize.rovere@gmail.com | UFPel<\/p>\n<p>Valqu\u00edria Machado | Doutoranda em Filosofia pela UFPel | valquiriamachado@gmail.com | UFPel<\/p>\n<p>Kerolin Rodrigues Guadalupe | Mestranda em Sociologia | kerolinguadalupe@gmail.com | UFPel<\/p>\n<p><b>Modalidade<\/b>: Virtual (proporciona a possibilidade de participa\u00e7\u00e3o de pessoas do pa\u00eds inteiro)<\/p>\n<p><b>RESUMO: <\/b>Discuss\u00f5es sobre g\u00eanero e sociedade envolvem diferentes dimens\u00f5es da vida social, atravessadas por ra\u00e7a, classe, territ\u00f3rio, parentalidade, defici\u00eancias, entre outras formas de desigualdades e diferencia\u00e7\u00e3o social. Embora transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, culturais e institucionais venham ocorrendo tentando diminuir essas desigualdades em diferentes espa\u00e7os da sociedade, desafios relacionados ao acesso a direitos, oportunidades, representa\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o nos processos de decis\u00e3o de indiv\u00edduos pertencentes a grupos minorit\u00e1rios persistem.<\/p>\n<p>Neste contexto, as experi\u00eancias de g\u00eanero s\u00e3o constitu\u00eddas por diferentes condi\u00e7\u00f5es sociais, hist\u00f3ricas e culturais, influenciando trajet\u00f3rias pessoais, educacionais, profissionais e pol\u00edticas. Assim, desigualdades podem se manifestar tanto nas estruturas e institui\u00e7\u00f5es quanto nas rela\u00e7\u00f5es cotidianas, pr\u00e1ticas sociais, divis\u00e3o do trabalho e do cuidado, formas de participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e espa\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento.<\/p>\n<p>O presente GT recebe pesquisas sobre g\u00eanero produzidas a partir de diferentes tradi\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas dos feminismos e dos estudos de g\u00eanero, contemplando tanto reflex\u00f5es te\u00f3ricas quanto investiga\u00e7\u00f5es emp\u00edricas em diferentes est\u00e1gios de desenvolvimento. Entendemos que as viv\u00eancias de g\u00eanero n\u00e3o se d\u00e3o de forma homog\u00eanea, ganhando contornos distintos quando atravessadas por interseccionalidades. Por este motivo, o GT parte de um posicionamento aberto, buscando dar visibilidade \u00e0 pluralidade de sujeitos, experi\u00eancias e produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Convidamos, assim, trabalhos que tomem o g\u00eanero como eixo central de an\u00e1lise, isoladamente ou em di\u00e1logo com outras dimens\u00f5es da vida social. As propostas podem transitar por eixos como viol\u00eancias de g\u00eanero; direito \u00e0 cidade; corpos, identidades e sexualidades; viv\u00eancias femininas; maternidades; pol\u00edticas p\u00fablicas e feminiza\u00e7\u00e3o da pobreza; misoginia; educa\u00e7\u00e3o; acesso \u00e0 sa\u00fade; entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT8: <\/b>Sociologia da Arte: entre teoria, m\u00e9todo e pesquisa<\/p>\n<p><b>Coordenadores: <\/b>Pedro Robertt, docente vinculado ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas, doutor em Sociologia pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Email: pedro.robertt@ufpel.edu.br<\/p>\n<p>Jair Jose Gauna Quiroz, doutor em Sociologia pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas. Email: jairgquiroz@gmail.com<\/p>\n<p>Tain\u00e1 Cardozo de Oliveira, doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas. Email: tainacardozo@live.com<\/p>\n<p>Dayane Trindade Macedo, doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia da Universidade Federal da Para\u00edba. Email: dayanetrindadem@gmail.com<\/p>\n<p>Riviane Enedino Pereira Cruz, doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia da Universidade Federal da Para\u00edba, e docente na Universidade Estadual da Para\u00edba. Email: rivianeenedinop@gmail.com\u00a0\u00a0<b><\/b><\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>virtual<\/p>\n<p><b>Resumo<\/b>: O presente Grupo de Trabalho tem como objetivo reunir pesquisas inseridas no campo da Sociologia da Arte (em suas diversas modalidades: literatura, m\u00fasica, artes visuais, etc), promovendo um espa\u00e7o de di\u00e1logo sobre as rela\u00e7\u00f5es entre pr\u00e1ticas art\u00edsticas e processos sociais. Interessa-nos discutir dimens\u00f5es envolvidas na produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o, legitima\u00e7\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o de obras e pr\u00e1ticas art\u00edsticas, considerando suas articula\u00e7\u00f5es com contextos sociais, culturais, pol\u00edticos e econ\u00f4micos. Ser\u00e3o contempladas pesquisas emp\u00edricas e te\u00f3ricas que abordem processos de forma\u00e7\u00e3o de trajet\u00f3rias e carreiras, consagra\u00e7\u00e3o e reconhecimento, estudos sobre institui\u00e7\u00f5es culturais, pol\u00edticas e mecanismos de financiamento, rela\u00e7\u00f5es entre Estado e mercado, al\u00e9m de formas de organiza\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica. O GT pretende reunir trabalhos que se debru\u00e7am sobre as rela\u00e7\u00f5es entre arte e desigualdades sociais, identidades, ra\u00e7a, g\u00eanero, classe, territ\u00f3rio, mem\u00f3ria e transforma\u00e7\u00f5es sociais, assim como trabalhos que investiguem as formas pelas quais pr\u00e1ticas art\u00edsticas podem reproduzir, tensionar ou transformar rela\u00e7\u00f5es de poder e mecanismos de classifica\u00e7\u00e3o social. Ser\u00e3o bem-vindas diferentes perspectivas te\u00f3ricas, objetos de pesquisa e estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas, de modo a favorecer o di\u00e1logo entre distintas tradi\u00e7\u00f5es da Sociologia da Arte. O GT se mostra importante tendo em vista que o campo da Sociologia da Arte \u00e9, ainda, uma \u00e1rea que fica \u00e0 margem dentro da disciplina, e esta \u00e9 uma oportunidade de reunir pesquisadoras\/es que se debru\u00e7am sobre o tema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT9<\/b>: O que a Sociologia prop\u00f5e para ajudar nas lutas contempor\u00e2neas na Am\u00e9rica Latina?<\/p>\n<p><b>Coordenadores<\/b>: profa. Dra. Carla \u00c1vila (UCPEL) &#8211; Doutora em Pol\u00edtica Social e Direitos Humanos &#8211; UCPEL.<\/p>\n<p>Juan Pin\u00e3ngo (UFPel) &#8211; Doutorando em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural.<\/p>\n<p>Michele Corr\u00eaa (IFSul) &#8211; Doutoranda em Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>H\u00edbrida<\/p>\n<p><b>RESUMO: <\/b>O GT tem como objetivo reunir pesquisas e reflex\u00f5es que discutam o papel e as contribui\u00e7\u00f5es da Sociologia diante das lutas e dos desafios contempor\u00e2neos na Am\u00e9rica Latina, considerando diferentes formas de desigualdade, conflitos sociais, disputas territoriais, rela\u00e7\u00f5es de poder, reconhecimento de direitos, saberes e fazeres e processos de resist\u00eancia e transforma\u00e7\u00e3o social. As transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, pol\u00edticas, sociais, ambientais e culturais vivenciadas na regi\u00e3o colocam novos desafios para a produ\u00e7\u00e3o do conhecimento sociol\u00f3gico. Ao mesmo tempo, conquistas resultantes de lutas hist\u00f3ricas permanecem em disputa, enquanto novas demandas sociais emergem e se articulam a quest\u00f5es de alcance regional e global. Nesse cen\u00e1rio, torna-se relevante criar espa\u00e7os de di\u00e1logo capazes de aproximar diferentes pesquisas, experi\u00eancias e perspectivas sobre as lutas contempor\u00e2neas. A proposta deste GT parte da compreens\u00e3o de que a Sociologia pode contribuir n\u00e3o apenas para interpretar as transforma\u00e7\u00f5es sociais, mas tamb\u00e9m para problematizar desigualdades, rela\u00e7\u00f5es de poder, conflitos e possibilidades de constru\u00e7\u00e3o de alternativas orientadas pela justi\u00e7a social e pela equidade. O GT busca acolher trabalhos que, fundamentados nos desafios da Sociologia contempor\u00e2nea, analisem diferentes formas de resist\u00eancia, disputas e processos de transforma\u00e7\u00e3o social na Am\u00e9rica Latina, valorizando perspectivas te\u00f3ricas, metodol\u00f3gicas e experi\u00eancias de pesquisa diversas. Pretende-se, assim, fortalecer o interc\u00e2mbio acad\u00eamico e a produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos comprometidos com a compreens\u00e3o cr\u00edtica da realidade latino-americana e com a constru\u00e7\u00e3o de futuros poss\u00edveis, socialmente justos e equitativos. Tamb\u00e9m ser\u00e3o valorizados estudos que articulem diferentes escalas de an\u00e1lise e evidenciem experi\u00eancias coletivas, pr\u00e1ticas sociais e estrat\u00e9gias de enfrentamento das desigualdades contempor\u00e2neas regionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>GT10: <\/b>Viol\u00eancia e Coletividade: Atores, Gram\u00e1ticas e Experi\u00eancias no s\u00e9culo XXI<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Coordenadoras: <\/b>Ana Ignez Dal Magro (Mestranda PPGS\/UFPel; e-mail ana.ignez.dalmagro@gmail.com)<\/p>\n<p>Kai Marques (Mestranda PPGS\/UFPel; e-mail kaimarques96@gmail.com)<\/p>\n<p>Simone da Silva Ribeiro Gomes (profa. Dra. PPGS\/UFPel; e-mail simone.gomes@ufpel.edu.br)<\/p>\n<p><b>Resumo: <\/b>Neste Grupo de Trabalho, discutiremos express\u00f5es contempor\u00e2neas da viol\u00eancia, com o foco no s\u00e9culo XXI. Incentivamos o envio de trabalhos que versem sobre a apresenta\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia em distintos contextos, e com diferentes atores. Ser\u00e3o bem-vindas propostas que visem investigar din\u00e2micas associadas \u00e0 viol\u00eancia como categoria ampla, \u00e0 viol\u00eancia coletiva e suas repercuss\u00f5es, bem como seus impactos para al\u00e9m de seus desdobramentos imediatos. Tamb\u00e9m ser\u00e3o bem-vindos trabalhos que proponham compreender a rotiniza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia e suas express\u00f5es em diversos contextos sociais, estudando tanto as dimens\u00f5es espec\u00edficas da viol\u00eancia em seus diversos \u00e2mbitos quanto as leituras sociais formadas e reproduzidas sobre ela. Tendo em vista a interdisciplinaridade comum aos estudos sobre viol\u00eancia, ser\u00e3o considerados trabalhos de \u00e1reas diversas das Ci\u00eancias Sociais e Humanas. Tenciona-se acolher trabalhos variados e em diferentes est\u00e1gios de constru\u00e7\u00e3o, tanto estudos j\u00e1 realizados quanto propostas de trabalho em est\u00e1gios incipientes de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Modalidade: <\/b>H\u00edbrida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GT1: Economia e Moral: Sentidos Sociais, Valores e Desigualdades Coordenadores\/as: Marciele Agosta de Vasconcellos (PPGS\/UFPel &#8211; ciele.vasconcellos@gmail.com) e Elaine da Silveira Leite (PPGS\/UFPel \u2013 esleite20@gmail.com) Modalidade: Virtual Resumo: Este Grupo de Trabalho (GT) acolhe pesquisas que explorem as interfaces e interse\u00e7\u00f5es entre a Sociologia Econ\u00f4mica e a Sociologia da Moral, com aten\u00e7\u00e3o \u00e0s pr\u00e1ticas, valores, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1619,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-65","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/65","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1619"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/65\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":114,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/65\/revisions\/114"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vseminariodiscenteppgs\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}