{"id":165,"date":"2020-06-15T22:46:14","date_gmt":"2020-06-16T01:46:14","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vetcor\/?p=165"},"modified":"2020-06-15T23:28:09","modified_gmt":"2020-06-16T02:28:09","slug":"para-uma-melhor-compreensao-da-toxicidade-de-ipomoea-asarifolia-evidencias-do-envolvimento-de-uma-lectina-foliar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/vetcor\/2020\/06\/15\/para-uma-melhor-compreensao-da-toxicidade-de-ipomoea-asarifolia-evidencias-do-envolvimento-de-uma-lectina-foliar\/","title":{"rendered":"Para uma melhor compreens\u00e3o da toxicidade de Ipomoea asarifolia: Evid\u00eancias do envolvimento de uma lectina foliar"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: justify\"><strong>Para uma melhor compreens\u00e3o da toxicidade de Ipomoea asarifolia: Evid\u00eancias do envolvimento de uma lectina foliar<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>H.O. Salles; I.M. Vasconcelos; L.F.L. Santos; H.D. Oliveira; P.P.C. Costa; N.R.F. Nascimento; C.F. Santos; D.F. Sousa; A.R.C. Jorge; D.B. Menezes; H.S.A. Monteiro; D.M.F. Gondim; J.T.A. Oliveira<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Foi relatado que a intoxica\u00e7\u00e3o natural do gado pela ingest\u00e3o de folhas de Ipomoea asarifolia ocorre amplamente no Brasil. Estudos anteriores realizados pelo nosso grupo de pesquisa forneceram fortes evid\u00eancias de que uma lectina poderia estar envolvida com as propriedades t\u00f3xicas de I. asarifolia. Para refor\u00e7ar esta hip\u00f3tese, uma fra\u00e7\u00e3o enriquecida em lectina (LEF) foi isolada das folhas de I. asarifolia e seus efeitos t\u00f3xicos foram avaliados. As folhas de I. asarifolia foram retiradas de plantas que crescem amplamente no campo, feridas mecanicamente e mantidas em uma c\u00e2mara a 25 3 C por 72 h no escuro, sob umidade relativa pr\u00f3xima de 100%. As prote\u00ednas foliares foram extra\u00eddas, precipitadas com sulfato de am\u00f4nio, cromatografadas em DEAE-celulose e fenil-Sepharose para produzir LEF que, sob SDS-PAGE, mostraram uma massa molecular de 44,0 kDa e ap\u00f3s a an\u00e1lise de amino\u00e1cidos N-terminais uma sequ\u00eancia prim\u00e1ria composta por AGYTPVLDIGAEVLAAGEPY. A toxicidade in vivo da LEF avaliada por inje\u00e7\u00e3o intraorbital em camundongos mostrou movimentos descoordenados graves induzidos sem morte. A LEF reduziu a contra\u00e7\u00e3o muscular de maneira dependente da dose e, em 29,8 mg \/ mL (CE50), produz 50% de inibi\u00e7\u00e3o da contra\u00e7\u00e3o, sugerindo que a LEF atenua a neurotransmiss\u00e3o auton\u00f4mica. Os rins de ratos isolados foram perfundidos com LEF e n\u00e3o foram observados efeitos na press\u00e3o de perfus\u00e3o ou na resist\u00eancia vascular renal, mas o fluxo urin\u00e1rio e a taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular aumentaram. Al\u00e9m disso, a porcentagem de transporte tubular de Na\u00fe, K\u00fe e Cl diminuiu. O exame histol\u00f3gico dos rins perfundidos com LEF exibiu pequenas altera\u00e7\u00f5es. Esses efeitos t\u00f3xicos observados acima foram concomitantes ao aumento da atividade de hemaglutina\u00e7\u00e3o da LEF, o que sugere fortemente que um dos princ\u00edpios t\u00f3xicos de I. asarifolia \u00e9 uma lectina presente em suas folhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/44308\/1\/API-Towards-a-better.pdf\">https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/44308\/1\/API-Towards-a-better.pdf<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para uma melhor compreens\u00e3o da toxicidade de Ipomoea asarifolia: Evid\u00eancias do envolvimento de uma lectina foliar H.O. Salles; I.M. Vasconcelos; L.F.L. Santos; H.D. Oliveira; P.P.C. Costa; N.R.F. Nascimento; C.F. Santos; D.F. Sousa; A.R.C. Jorge; D.B. 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