{"id":318,"date":"2021-08-23T08:25:41","date_gmt":"2021-08-23T11:25:41","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ufpelnoteumundo\/?p=318"},"modified":"2021-08-27T00:10:06","modified_gmt":"2021-08-27T03:10:06","slug":"conhecendo-os-museus-da-ufpel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ufpelnoteumundo\/2021\/08\/23\/conhecendo-os-museus-da-ufpel\/","title":{"rendered":"Conhecendo os Museus da UFPel"},"content":{"rendered":"<p>A Rede de Museus da UFPel \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o suplementar da Pr\u00f3-reitoria de Extens\u00e3o e Cultura da Universidade Federal de Pelotas. Ccriada em 2017, tem como miss\u00e3o unir as institui\u00e7\u00f5es, projetos museol\u00f3gicos, acervos e cole\u00e7\u00f5es existentes na UFPel, visando a implementa\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica para a \u00e1rea, para desenvolver a\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o, valoriza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio museol\u00f3gica e de aproxima\u00e7\u00e3o com comunidade.<\/p>\n<p>S\u00e3o objetivos da rede: refletir, debater e propor pol\u00edticas de acervo, bem como diretrizes para a \u00e1rea museol\u00f3gica da Universidade, em conson\u00e2ncia com o regimento e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFPel e com as respectivas pol\u00edticas nacionais; promover a capacita\u00e7\u00e3o dos servidores atuantes nos diferentes espa\u00e7os da Rede de Museus; divulgar a miss\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es e potencialidades da Rede entre institui\u00e7\u00f5es cong\u00eaneres regionais, nacionais e estrangeiras, visando promover o interc\u00e2mbio e estabelecer parcerias;\u00a0 apoiar e fomentar o interc\u00e2mbio cient\u00edfico, tecnol\u00f3gico e cultural entre os integrantes da Rede e entre estes e as comunidades interna e externa da UFPel; valorizar e divulgar o patrim\u00f4nio museol\u00f3gico da UFPel; manter atualizado o invent\u00e1rio dos acervos da UFPel; propor e encaminhar projetos de interesse da Rede de Museus.<\/p>\n<p>A Rede de Museus conta com 28 membros em seu Conselho Consultivo que s\u00e3o os representantes dos cursos de gradua\u00e7\u00e3o ligados \u00e0 \u00e1rea museol\u00f3gica (conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o e museologia); representantes dos t\u00e9cnicos administrativos cargos de muse\u00f3logo e conservador-restaurador;\u00a0 os Museus de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter (MCNCR), Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (MALG), Museu do Doce (MD), Museu das Telecomunica\u00e7\u00f5es, Museu Arqueol\u00f3gico e Antropol\u00f3gico (MUARAN) representantes dos os projetos de extens\u00e3o da \u00e1rea dos Museus da Regi\u00e3o da Col\u00f4nia: Museu Gruppelli, Museu da Col\u00f4nia Maciel, Museu da Col\u00f4nia Francesa e o Museu Hist\u00f3rico de Morro Redondo; o Memorial do Anglo; o Planet\u00e1rio; Acervos e Cole\u00e7\u00f5es: Herb\u00e1rioPel, Discoteca L.C. Vinholes, Fototeca Mem\u00f3ria da UFPel,\u00a0 o Centro de Mem\u00f3ria e Pesquisa Hisales, Acervo do Clube do Choro, Laborat\u00f3rio de Ensino e Pesquisa em Antroplogia e Arqueologia (LEPAARQ), N\u00facleo de Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica Profa. Beatriz Loner\u00a0 Museus Virtuais: Museu das Coisas Banais, Museu Di\u00e1rio do Isolamento (MuDI), Museu Afro-Brasil-Sul (MABSul) e mais recentemente em fase de implementa\u00e7\u00e3o o Museu Virtual do Jud\u00f4.<\/p>\n<p>A Rede de Museus organiza 3 eventos anuais em parceria com os membros da Rede de Museus: O primeiro evento \u00e9 a &#8220;Semana dos Museus&#8221; realizada sempre em maio, na semana em que \u00e9 comemorado do dia dos museus, em 18 de maio evento que segue as orienta\u00e7\u00f5es do COnselho Internacional de Museus (ICOM) e pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM); O &#8220;Dia do Patrim\u00f4nio&#8221;realizado em agosto no dia 17, data que em alus\u00e3o ao nascimento de Rodrigo Mello Franco de Andrade\u00a0 primeiro presidente do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN) e por \u00faltimo a &#8220;Primavera dos Museus&#8221; evento anual organizado pelo IBRAM.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tr\u00eas museus da UFPel t\u00eam suas sedes no entorno da Pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio, criando um circuito museol\u00f3gico no centro hist\u00f3rico da cidade de Pelotas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter<\/strong><\/p>\n<p>O Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter constitui um \u00f3rg\u00e3o suplementar do Instituto de Biologia e teve seu acervo primordial constitu\u00eddo por animais taxidermizados e por quadros entomol\u00f3gicos, confeccionados pelo patrono do museu, Carlos Ritter (1851-1926) entre o final do s\u00e9culo XIX e o in\u00edcio do s\u00e9culo XX. O acervo foi doado pela esposa de Ritter \u00e0 Escola de Agronomia Eliseu Maciel em 1926, apesar de n\u00e3o haver registros de termo de doa\u00e7\u00e3o. O museu consta como pertencente \u00e0 Universidade Federal de Pelotas em seu decreto de cria\u00e7\u00e3o, ali referido apenas como \u201cMuseu\u201d (Decreto n\u00ba 65.881 de 16 de dezembro de 1969). Entretanto, foi aberto ao p\u00fablico apenas em 21 de maio de 1970. Al\u00e9m da cole\u00e7\u00e3o de animais taxidermizados, o Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter possui uma cole\u00e7\u00e3o entomol\u00f3gica. Parte dos esp\u00e9cimes colecionados e estudados pelo reconhecido professor Ceslau Maria Biezanko foi doada ao acervo do museu ap\u00f3s a sua morte, em 1986 (of\u00edcio n.07\/86, de 27 de junho de 1986). Entretanto, a maior parte da cole\u00e7\u00e3o permanece vinculada \u00e0 Faculdade de Agronomia.<\/p>\n<p>O museu apresenta uma cole\u00e7\u00e3o expogr\u00e1fica e cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas que est\u00e3o sob a responsabilidade de curadores espec\u00edficos de cada \u00e1rea de pesquisa. As propostas de exposi\u00e7\u00f5es seguem um tema em busca de preencher e ilustrar lacunas de conhecimento, s\u00e3o frutos de pesquisa b\u00e1sica e aplicada desenvolvidas por professores e estudantes de cursos ligados ao museu. A constitui\u00e7\u00e3o destes acervos inicia-se com a coleta de material em campo, a prepara\u00e7\u00e3o dos exemplares atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas espec\u00edficas para cada grupo e o tombamento e registro de informa\u00e7\u00f5es de campo que constituem o cat\u00e1logo da cole\u00e7\u00e3o e as etiquetas que acompanham cada exemplar.<\/p>\n<p>Em 2019 o Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter passou a ocupar o Casar\u00e3o 1, junto \u00e0 Pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio e pr\u00f3ximo dos outros museus da UFPel e de atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas no centro hist\u00f3rico de Pelotas. O principal p\u00fablico frequentador do museu permanece sendo constitu\u00eddo por estudantes de ensino fundamental e m\u00e9dio, de escolas de Pelotas e regi\u00e3o. Al\u00e9m das visitas peri\u00f3dicas \u00e0 exibi\u00e7\u00e3o permanente, existe um grande acr\u00e9scimo no n\u00famero de visitantes a cada exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria apresentada pelo museu. Estas exposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o organizadas por colaboradores, em geral professores da UFPel que possuem projetos de ensino, pesquisa ou extens\u00e3o em temas relacionados \u00e0s ci\u00eancias naturais e \u00e0 biodiversidade da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo<\/strong><\/p>\n<p>O Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (MALG) \u00e9 um museu universit\u00e1rio ligado ao Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), aberto \u00e0 comunidade e sem fins lucrativos.<\/p>\n<p>O MALG abriu ao p\u00fablico em 07 de novembro de 1986 para abrigar a obra do pintor pelotense Leopoldo Gotuzzo (Pelotas, 1886 \u2013 Rio de Janeiro, 1983), mas tem suas origens ligadas \u00e0 Escola de Belas Artes de Pelotas (EBA), da qual herdou as cole\u00e7\u00f5es, bem como o envolvimento e a dedica\u00e7\u00e3o de alguns dos seus funcion\u00e1rios, professores e ex-alunos.<\/p>\n<p>Atualmente o museu localiza-se no centro hist\u00f3rico da cidade, no pr\u00e9dio do antigo Liceu Riograndense, de significativa relev\u00e2ncia hist\u00f3rico-cultural, tanto para a comunidade pelotense como para a universit\u00e1ria. Foi um espa\u00e7o conquistado ap\u00f3s anos de luta institucional, por ter ocupado edifica\u00e7\u00f5es alugadas pela cidade.<\/p>\n<p>Possui um acervo de cerca de quatro mil (4000) itens, divididos em oito cole\u00e7\u00f5es, parte delas origin\u00e1rias da extinta Escola de Belas Artes de Pelotas como as cole\u00e7\u00f5es Leopoldo Gotuzzo, Escola de Belas Artes, Faustino Tr\u00e1paga e Jo\u00e3o Gomes de Mello Filho. Ap\u00f3s a funda\u00e7\u00e3o do MALG foram formadas as cole\u00e7\u00f5es S\u00e9culo XX, S\u00e9culo XXI, L.C. Vinholes e Ant\u00f4nio Caringi.<\/p>\n<p>Guarda ainda dois fundos arquiv\u00edsticos relativos \u00e0 Escola de Belas Artes e Marina de Moraes Pires. Possui documentos relativos a artistas, especialmente os locais, cat\u00e1logos e bibliografia da \u00e1rea para consulta local.<\/p>\n<p>Como Museu Universit\u00e1rio, o MALG atua no ensino, pesquisa e extens\u00e3o, em a\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias ou em parceria com os institutos e centros da UFPel.<\/p>\n<p>Desenvolve principalmente exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias de seu acervo e de artistas, institui\u00e7\u00f5es e projetos externos atrav\u00e9s de parcerias. Possui tr\u00eas galerias, sendo uma delas dedicada exclusivamente para mostras tempor\u00e1rias relativas ao patrono do museu, Leopoldo Gotuzzo. Tamb\u00e9m a Galeria Marina Moraes Pires, com exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias das outras cole\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de artistas e intui\u00e7\u00f5es externas. Por fim, a Galeria Luciana Renck Reis, destinada a exposi\u00e7\u00f5es de curta dura\u00e7\u00e3o. Possui ainda espa\u00e7o destinado a interven\u00e7\u00f5es art\u00edsticas diversas e exposi\u00e7\u00e3o de trabalhos das atividades educativas.<\/p>\n<p>Realiza projetos de car\u00e1ter educativo, visando o acesso da popula\u00e7\u00e3o aos bens art\u00edsticos e culturais.<\/p>\n<p>Se dedica a atividades acad\u00eamicas, servindo a disciplinas voltadas para curadoria e visitas t\u00e9cnicas de cursos do Centro de Artes, da Museologia e Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro, entre outros interessados. Tamb\u00e9m participa e promove eventos acad\u00eamicos, como palestras, confer\u00eancias, cursos, oficinas entre outros.<\/p>\n<p>Disponibiliza suas cole\u00e7\u00f5es e arquivos \u00e0 pesquisa acad\u00eamica, incentivando a produ\u00e7\u00e3o de trabalhos cient\u00edficos e a atua\u00e7\u00e3o de projetos de pesquisa relacionados \u00e0s artes visuais, museologia, hist\u00f3ria, conserva\u00e7\u00e3o e restauro, entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Museu do Doce<\/strong><\/p>\n<p>O Museu do Doce da Universidade Federal de Pelotas \u2013 situado na Pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio, n\u00famero 8 \u2013 foi criado em 30 de dezembro de 2011. Configura-se como \u00f3rg\u00e3o suplementar do Instituto de Ci\u00eancias Humanas da UFPel e tem como miss\u00e3o salvaguardar os suportes de mem\u00f3ria da tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas e da regi\u00e3o e como compromisso, produzir conhecimento sobre esse patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>A casa hist\u00f3rica que sedia o Museu do Doce foi constru\u00edda em 1878 a mando de Francisco Antunes Maciel, pol\u00edtico pelotense que foi Conselheiro do Imperador. Em 1977, a casa foi tombada em n\u00edvel federal pelo Iphan e comprada pela UFPel em 2006. Em 2010, a UFPel deu in\u00edcio ao processo de restaura\u00e7\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es para uso do Museu. Em 2013, o restauro foi conclu\u00eddo e o Museu do Doce instalou-se na casa.<\/p>\n<p>O Museu do Doce preserva uma s\u00e9rie de objetos que t\u00eam origem nas tradi\u00e7\u00f5es doceiras de Pelotas e regi\u00e3o, como tamb\u00e9m de pe\u00e7as que se relacionam direta ou indiretamente com essas tradi\u00e7\u00f5es. O doce local como fen\u00f4meno cultural que se reconhece por meio desses diversos suportes e registros, ganha narrativas e representa\u00e7\u00f5es a partir das diferentes articula\u00e7\u00f5es poss\u00edveis entre esses conjuntos. \u00c9 parte da rotina do museu, do aperfei\u00e7oamento de sua estrutura de acondicionamento e protocolos de documenta\u00e7\u00e3o\/cataloga\u00e7\u00e3o e de guarda, que s\u00e3o tamb\u00e9m desenvolvidos processos investigativos em torno das pe\u00e7as de modo a potencializar as qualidades comunicacionais do acervo.<\/p>\n<p>Todas as cole\u00e7\u00f5es preservadas no Museu do Doce surgiram a partir de doa\u00e7\u00f5es realizadas pela comunidade. Algumas dessas cole\u00e7\u00f5es devem sua conforma\u00e7\u00e3o a partir de expressivos conjuntos com origem em um \u00fanico doador. Frequentemente o museu recebe doa\u00e7\u00f5es individuais de pe\u00e7as que dialogam com as cole\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes.<\/p>\n<p>O Museu do Doce realiza atividades culturais diversas e exposi\u00e7\u00f5es voltadas para o tema das tradi\u00e7\u00f5es doceiras de Pelotas, tais como a Tradi\u00e7\u00e3o dos Doces Finos de Mesa e a Tradi\u00e7\u00e3o dos Doces Coloniais. Os diferentes temas e quest\u00f5es relativas a essas tradi\u00e7\u00f5es s\u00e3o recuperados e apresentados ao p\u00fablico no Museu do Doce de modo a dar-se evid\u00eancia aos m\u00faltiplos fatores que perpassam esse fen\u00f4meno cultural latente. O Museu do Doce \u00e9 um lugar de mem\u00f3ria para uma tradi\u00e7\u00e3o viva que atravessa diferentes espa\u00e7os\/tempos da cidade de Pelotas e regi\u00e3o. Essa tradi\u00e7\u00e3o revivida pela mem\u00f3ria no museu, atualiza-se a cada momento tamb\u00e9m pelo olfato e paladar ao longo dos estabelecimentos diversos que permitem degustar todas essas iguarias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"UFPel no teu mundo - conhecimento, ci\u00eancia e educa\u00e7\u00e3o para a sociedade. [#07]\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wlp1SxDArNs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Rede de Museus da UFPel \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o suplementar da Pr\u00f3-reitoria de Extens\u00e3o e Cultura da Universidade Federal de Pelotas. 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