{"id":9,"date":"2018-04-17T16:32:03","date_gmt":"2018-04-17T19:32:03","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/?page_id=9"},"modified":"2018-06-18T16:48:15","modified_gmt":"2018-06-18T19:48:15","slug":"o-projeto","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/o-projeto\/","title":{"rendered":"O Projeto"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong>RESUMO\u00a0<\/strong><br \/>\nO projeto de pesquisa \u201cTRAVESSIAS NA LINHA DE FRONTEIRA BRASIL-URUGUAY: controv\u00e9rsias e media\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o p\u00fablico de cidades-g\u00eameas\u201d, tem como objetivo geral: investigar o uso do espa\u00e7o p\u00fablico da linha de fronteira Brasil-Uruguay, definido pelas cidades-g\u00eameas (Chu\u00ed-Chuy, Jaguar\u00e3o-Rio Branco, Acegu\u00e1-Acegu\u00e1, Santana do Livramento-Rivera, Barra do Quara\u00ed-Bella Uni\u00f3n e Quara\u00ed-Artigas), utilizando como metodologia a \u201ccartografia urbana\u201d; com a inten\u00e7\u00e3o de mapear esses fen\u00f4menos urbanos pr\u00f3prios da contemporaneidade e contribuir para projetos futuros de pol\u00edticas p\u00fablicas integradoras e leituras mais heterog\u00eaneas de regi\u00f5es fronteiri\u00e7as. Essa metodologia \u00e9 entendida como uma inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica ao propor uma coleta de dados que v\u00e3o al\u00e9m das informa\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas &#8211; \u00e2mbito econ\u00f4mico, populacional, habitacional \u2013 e que ainda incorporam ao discurso da Linha de Fronteira fen\u00f4menos contempor\u00e2neos que at\u00e9 hoje n\u00e3o foram sistematizados sobre a regi\u00e3o da Fronteira Brasil-Uruguay. A ferramenta tecnol\u00f3gica ser\u00e1 aplicada em todas essas cidades-g\u00eameas, e que tamb\u00e9m pode ser refer\u00eancia para outros estudos em zonas urbanas distintas \u2013 outros bairros ou outras bordas. Pretende-se assim, disponibilizar todos esses dados coletados em uma plataforma online de acesso f\u00e1cil para as prefeituras, intend\u00eancias das cidades fronteiri\u00e7as, \u00f3rg\u00e3os e institui\u00e7\u00f5es interessados, al\u00e9m de contribuir para outras pesquisas na regi\u00e3o. Facilita-se o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e contribui para o desenvolvimento cient\u00edfico, tecnol\u00f3gico e de inova\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. As cidades-g\u00eameas da fronteira Brasil-Uruguay localizadas na regi\u00e3o sul do Rio Grande do Sul, vai da tr\u00edplice fronteira Brasil-Argentina-Uruguay at\u00e9 a foz do Arroio Chu\u00ed, s\u00e3o caracterizadas por linhas de fronteiras secas e fluviais, com aspectos de integra\u00e7\u00e3o econ\u00f4micos e culturais latentes. Tornando as zonas fronteiri\u00e7as alvo de a\u00e7\u00f5es do Estado e de programas de desenvolvimento integrados. As cidades- g\u00eameas tem suas malhas urbanas cont\u00ednuas ou descont\u00ednuas na linha de fronteira, apresentando morfologias e usos do espa\u00e7o p\u00fablico que v\u00e3o de grandes intensidades a vazios. Fronteira como zona de indiferencia\u00e7\u00e3o e indiscernibilidade, lugares de vida em aberto e em fluxos. A fronteira na fronteira. Questionam-se: como acontece a ocupa\u00e7\u00e3o\/vida urbana na linha de fronteira? Os usos dos lugares p\u00fablicos (parques, avenidas, largos, etc.) sofrem alguma altera\u00e7\u00e3o por fazerem parte de uma fronteira? Como e quem s\u00e3o as pessoas que apropriam desses lugares? Ao percorrer toda linha Brasil-Uruguay, h\u00e1 alguma diferen\u00e7a ou semelhan\u00e7a entre as cidades fronteiri\u00e7as? O m\u00e9todo proposto \u00e9 a cartografia urbana que pensa o espa\u00e7o p\u00fablico com produtor de subjetividades sempre em processo, utilizando an\u00e1lises da morfologia urbana, das an\u00e1lises de conte\u00fado e da pr\u00f3pria cartografia. Dividindo-se em tr\u00eas blocos, correspondentes as tr\u00eas anos de pesquisa: o primeiro se dedica \u201cA viagem pela linha de fronteira Brasil-Uruguay\u201d e pretende aproximar os pesquisadores ao campo da pesquisa em viagem as cidades-g\u00eameas e semin\u00e1rios; o segundo \u00e9 destinado a \u201cOuvir vozes da linha fronteira Brasil-Uruguay\u201d, nesse ano a pesquisa almeja aproximar os pesquisadores das m\u00faltiplas vozes que falam sobre e na fronteira Brasil-Uruguay realizando miss\u00f5es as cidades-g\u00eameas e semin\u00e1rios e; o terceiro \u00e9 designado a \u201cInscrever sobre a linha fronteira Brasil-Uruguay\u201d a partir das an\u00e1lises de todos os dados produzidos e um semin\u00e1rio internacional sobre a tem\u00e1tica da fronteira. Por fim, pretende-se que o projeto aproxime e integre \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, pesquisadores e comunidades locais em torno das tem\u00e1ticas que emergem da experi\u00eancia na fronteira com vistas a seus potenciais cultural, art\u00edstico e pedag\u00f3gico, dos espa\u00e7os p\u00fablicos na linha de fronteira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave: fronteira Brasil-Uruguay, cartografia urbana, morfologia urbana, an\u00e1lise de conte\u00fado, urbanismo contempor\u00e2neo<\/p>\n<p><strong>OBJETIVO\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O projeto de pesquisa \u201cTRAVESSIAS NA LINHA DE FRONTEIRA BRASIL-URUGUAY: controv\u00e9rsias e media\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o p\u00fablico de cidades-g\u00eameas\u201d, tem como objetivo geral investigar o uso do espa\u00e7o p\u00fablico da linha de fronteira Brasil-Uruguay, definido pelas cidades-g\u00eameas (Chu\u00ed-Chuy, Jaguar\u00e3o-Rio Branco, Acegu\u00e1-Acegu\u00e1, Santana do Livramento-Rivera, Barra do Quara\u00ed-Bella Uni\u00f3n e Quara\u00ed-Artigas), utilizando como metodologia a \u201ccartografia urbana\u201d; com a inten\u00e7\u00e3o de mapear esses fen\u00f4menos urbanos pr\u00f3prios da contemporaneidade e contribuir para projetos futuros de pol\u00edticas p\u00fablicas integradoras e leituras mais heterog\u00eaneas de regi\u00f5es fronteiri\u00e7as. Essa metodologia \u00e9 entendida como uma inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica ao propor uma coleta de dados que v\u00e3o al\u00e9m das informa\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas &#8211; \u00e2mbito econ\u00f4mico, populacional, habitacional \u2013 e que ainda incorporam ao discurso da Linha de Fronteira fen\u00f4menos contempor\u00e2neos que at\u00e9 hoje n\u00e3o foram sistematizados sobre a regi\u00e3o da Fronteira Brasil-Uruguay. A ferramenta tecnol\u00f3gica ser\u00e1 aplicada em todas essas cidades-g\u00eameas, e tamb\u00e9m pode ser refer\u00eancia para outros estudos em zonas urbanas distintas \u2013 outros bairros ou outras bordas.<br \/>\nA divulga\u00e7\u00e3o dos dados coletados atrav\u00e9s dessa plataforma online vem com o objetivo de disponibilizar esse material,\u00a0de forma f\u00e1cil, para\u00a0as prefeituras, intend\u00eancias das cidades fronteiri\u00e7as, \u00f3rg\u00e3os e institui\u00e7\u00f5es interessados, al\u00e9m de contribuir para outras pesquisas na regi\u00e3o. Facilita-se o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e contribui-se para o desenvolvimento cient\u00edfico, tecnol\u00f3gico e de inova\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>LOCAL\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As cidades-g\u00eameas da fronteira Brasil-Uruguay localizadas na regi\u00e3o sul do Rio Grande do Sul, vai da tr\u00edplice fronteira Brasil-Argentina-Uruguay at\u00e9 a foz do Arroio Chu\u00ed, s\u00e3o caracterizadas por linhas de fronteiras secas e fluviais, com aspectos de integra\u00e7\u00e3o econ\u00f4micos e culturais latentes. Tornando as zonas fronteiri\u00e7as alvo de a\u00e7\u00f5es do Estado e de programas de desenvolvimento integrados. As cidades-g\u00eameas tem suas malhas urbanas cont\u00ednuas ou descont\u00ednuas na linha de fronteira, apresentando morfologias e usos do espa\u00e7o p\u00fablico que v\u00e3o de grandes intensidades a vazios.<\/p>\n<p><strong>QUESTIONAMENTOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fronteira como zona de indiferencia\u00e7\u00e3o e indiscernibilidade, lugares de vida em aberto e em fluxos. A fronteira na fronteira. Questionam-se: como acontece a ocupa\u00e7\u00e3o\/vida urbana na linha de fronteira? Os usos dos lugares p\u00fablicos (parques, avenidas, largos, etc.) sofrem alguma altera\u00e7\u00e3o por fazerem parte de uma fronteira? Como e quem s\u00e3o as pessoas que apropriam desses lugares? Ao percorrer toda linha Brasil-Uruguay, h\u00e1 alguma diferen\u00e7a ou semelhan\u00e7a entre as cidades fronteiri\u00e7as? O m\u00e9todo proposto \u00e9 a cartografia urbana que pensa o espa\u00e7o p\u00fablico como produtor de subjetividades sempre em processo, utilizando an\u00e1lises da morfologia urbana, das an\u00e1lises de conte\u00fado e da pr\u00f3pria cartografia.<\/p>\n<p><strong>ETAPAS\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dividindo-se em tr\u00eas blocos, correspondentes as tr\u00eas anos de pesquisa: o primeiro se dedica \u201cA viagem pela linha de fronteira Brasil-Uruguay\u201d e pretende aproximar os pesquisadores ao campo da pesquisa em viagem as cidades-g\u00eameas e semin\u00e1rios; o segundo \u00e9 destinado a \u201cOuvir vozes da linha fronteira Brasil-Uruguay\u201d, nesse ano a pesquisa almeja aproximar os pesquisadores das m\u00faltiplas vozes que falam sobre e na fronteira Brasil-Uruguay realizando miss\u00f5es as cidades-g\u00eameas e semin\u00e1rios e; o terceiro \u00e9 designado a \u201cInscrever sobre a linha fronteira Brasil-Uruguay\u201d a partir das an\u00e1lises de todos os dados produzidos e um semin\u00e1rio internacional sobre a tem\u00e1tica da fronteira. Por fim, pretende-se que o projeto aproxime e integre \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, pesquisadores e comunidades locais em torno das tem\u00e1ticas que emergem da experi\u00eancia na fronteira com vistas a seus potenciais cultural, art\u00edstico e pedag\u00f3gico, dos espa\u00e7os p\u00fablicos na linha de fronteira.<\/p>\n<p><strong>EQUIPE\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">EDUARDO ROCHA, coordenador, Doutor em Arquitetura, Mestre em Educa\u00e7\u00e3o, Especialista em Patrim\u00f4nio Cultural, Arquiteto e Urbanista, bolsista de produtividade em pesquisa 2\/CNPQ, pesquisador e professor na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ANDR\u00c9 DE OLIVEIRA TORRES CARRASCO, pesquisador, Doutor e Mestre em Arquitetura e Urbanismo, Arquiteto e Urbanista, pesquisador e professor na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MAURICIO COUTO POLIDORI, pesquisador, Doutor em Ecologia, Mestre em Planejamento Urbano e Regional, Especialista em Planejamento Energ\u00e9tico e Ambiental, Arquiteto e Urbanista, pesquisador e professora na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">EMANUELA DI FELICE, , pesquisadora, Doutora e Mestre em Arquitetura e Urbanismo, Arquiteta, pesquisador e p\u00f3s-doutoranda na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">OT\u00c1VIO MARTINS PERES, pesquisador, Mestre em Arquitetura e Urbanismo, Arquiteto e Urbanista, Especialista em Gest\u00e3o Regional de Recursos H\u00eddricos, pesquisador e professora na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">D\u00c9BORA SOUTO ALLEMAND, pesquisadora, Mestre em Arquitetura e Urbanismo, Arquiteta e Urbanista, Licenciada em Dan\u00e7a, pesquisador e professora na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LUANA PAVAN DETONI, bolsista mestrado, Arquiteta e Urbanista, Mestranda em Arquitetura e Urbanismo, professora substituta na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">RAFAELA BARROS DE PINHO, colaborador, Mestra em Arquitetura e Urbanismo, Arquiteta e Urbanista, professora substituta na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CAROLINA MESQUITA CLASEN, bolsista mestrado, Licenciada em Artes Visuais, Mestranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LORENA MAIA RESENDE, bolsista mestrado, Arquiteta e Urbanista, Mestranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">SHIRLEY TERRA LARA DOS SANTOS, bolsista mestrado, Arquiteta e Urbanista, Mestranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">VALENTINA MACHADO, Arquiteta e Urbanista, Mestranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LA\u00cdS DELLINGHAUSEN PORTELA, bolsista, Acad\u00eamica em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LA\u00cdS BECKER FERREIRA, bolsista, Acad\u00eamica em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">NAT\u00c1LIA LOHMANN D&#8217;\u00c1VILA, bolsista, Acad\u00eamica em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">HUMBERTO LEVY DE SOUZA, bolsista, Acad\u00eamico em Artes Visuais na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">PIERRE MOREIRA DOS SANTOS, colaborador, Especialista em Sociologia, Bacharel e Licenciado em Ci\u00eancias Sociais, Licenciado em Letras Portugu\u00eas-Espanhol, Acad\u00eamico em Bacharelado Revis\u00e3o e Reda\u00e7\u00e3o de Textos na Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Consultores:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">FERNANDO FREITAS FU\u00c3O, pesquisador consultor, Doutor em Arquitetura, professor e pesquisador na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">JUAN MANUEL DIEZ TETAMANTI, pesquisador estrangeiro, consultor, Doutor em Geografia, Geografo, bolsista CONICET\/Argentina, professor e pesquisador na Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco, Argentina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LAURA NOVO DE AZEVEDO, pesquisadora estrangeira, consultora, Doutora em Desenho Urbano, Mestre em Planejamento Urbano e Regional, Especialista em Patrim\u00f4nio Cultural, Arquiteta e Urbanista, professora e pesquisadora na Oxford Brookes University, UK.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Apoiadores:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">EDUARDO R. PALERMO, diretor do Museu del Patrimonio, Intendencia Departamental de Rivera, Uruguay.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">NIRCE SAFFER MEDVEDOVSKI, coordenadora do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Pelotas, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">RUBENS KERN, Secretario Municipal de Planejamento e Urbanismo, Prefeitura Municipal de Jaguar\u00e3o, Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RESUMO\u00a0 O projeto de pesquisa \u201cTRAVESSIAS NA LINHA DE FRONTEIRA BRASIL-URUGUAY: controv\u00e9rsias e media\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o p\u00fablico de cidades-g\u00eameas\u201d, tem como objetivo geral: investigar o uso do espa\u00e7o p\u00fablico da linha de fronteira Brasil-Uruguay, definido pelas cidades-g\u00eameas (Chu\u00ed-Chuy, Jaguar\u00e3o-Rio Branco, Acegu\u00e1-Acegu\u00e1, Santana do Livramento-Rivera, Barra do Quara\u00ed-Bella Uni\u00f3n e Quara\u00ed-Artigas), utilizando como metodologia a \u201ccartografia &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/o-projeto\/\" class=\"more-link\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;O Projeto&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":716,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-9","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P9QwLM-9","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/716"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":415,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9\/revisions\/415"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/travessias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}