Antes de iniciarmos a retomada destas dez edições do SPMAV – Seminário de Pesquisa do Mestrado em Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas, é pertinente resgatarmos um pouco da história tanto do Seminário como do próprio Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, ao qual o evento está vinculado. Atualmente, (sempre foi) o X SPMAV, realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, da Universidade Federal de Pelotas, insere-se em um curso de mestrado que foi reconhecido e recomendado pela CAPES desde 2010-11. O curso de mestrado se consolida entre os demais programas de pós-graduação do país, constituindo sua proposta a partir do estudo da produção e reflexão em arte. Na perspectiva de conceitos e experiências práticas que possibilitem situar e interpretar social e historicamente as tendências que configuram as diferentes concepções em artes visuais na contemporaneidade, e sobre os processos de formação nesta área, o programa tem contribuído para o debate em arte no cenário nacional, por meio da produção de suas alunas e seus alunos, egressos e docentes. Tendo em vista tais premissas conceituais e metodológicas e a importância de fazer-se presente para além da sua esfera discente e docente, em 2011, ainda na vigência de sua inaugural turma de alunos e alunas, o PPGAVI – UFPel, conseguiu realizar a primeira edição do Seminário de Pesquisa do Mestrado em Artes Visuais, o nosso SPMAV. Assim, é importante sublinhar que o Seminário de Pesquisa do Mestrado em Artes Visuais constitui parte do processo de consolidação e amadurecimento do curso de Mestrado em Artes Visuais da UFPel, configurando um evento de crescente referência para a região sul e que envolve a participação efetiva do seu corpo docente e discente.

Em um contexto de instabilidades, distanciamentos e aproximações, fez-se imprescindível pensar a potência da arte contemporânea, da educação e das tecnologias. Assim, as proposições de artistas, educadores e educadoras e pesquisadores e pesquisadoras reunidos e reunidas pelo SPMAV se configuraram enquanto força criativa e puderam ser compreendidas enquanto táticas para fundamentar os modos poéticos de se comunicar. Sendo a tática um movimento inerente da arte, atuando a partir da arbitrariedade da linguagem subvertendo as lógicas – sejam elas quais forem. E, em uma realidade brutal, o encontro para trocas entre pesquisadores e pesquisadoras surgiu como uma possibilidade de vigor, de ânimo, de resistência.

Dessa forma, o SPMAV visou ser um desvio dessa brutalidade e potencializador da diversidade na/pela arte, uma tática para aproximar saberes e singularidades e, a partir desses encontros, tentar agir sobre as durezas do cotidiano. O X comemora as dez edições e fomenta a memória e o cultivo do passado, elaborando um arquivo dos SPMAVS e um diálogo sobre os mesmos na mesa Estratégias de sobrevivência da pesquisa em arte no SPMAV evocando os distintos temas, os variados formados e momentos da partilha em movimentos e em congregação de discentes, docentes, pesquisadores artistas e ativistas.

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