{"id":396,"date":"2016-04-12T03:48:29","date_gmt":"2016-04-12T06:48:29","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/?page_id=396"},"modified":"2018-08-17T19:05:02","modified_gmt":"2018-08-17T22:05:02","slug":"avaliacao-anatomopatologica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/servicos\/sovet-patologia\/avaliacao-anatomopatologica\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o Anatomopatol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<table style=\"height: 220px;width: 100%;border-collapse: collapse\" border=\"1\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%\">\n<p style=\"text-align: center\"><strong style=\"text-align: center\">Formul\u00e1rios de Requisi\u00e7\u00e3o de Exames Anatomopatol\u00f3gico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #30084d\"><a style=\"color: #30084d\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2018\/08\/SOVET-solicita\u00e7\u00e3o-patologia-canino_2018.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia\/Necropsia de CANINO<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #30084d\"><a style=\"color: #30084d\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2018\/08\/SOVET-solicita\u00e7\u00e3o-patologia-2018_felino.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia\/Necropsia de FELINO<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #30084d\"><a style=\"color: #30084d\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2018\/08\/SOVET-solicita\u00e7\u00e3o-patologia-2018_equino.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia\/Necropsia de EQUINO<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #30084d\"><a style=\"color: #30084d\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2018\/08\/SOVET-solicita\u00e7\u00e3o-patologia-mama-2018.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia de Mamas<\/a><\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: right\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2014\/02\/Jo\u00e3o-Katiellen.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-196 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2014\/02\/Jo\u00e3o-Katiellen-275x318.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"266\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2014\/02\/Jo\u00e3o-Katiellen-275x318.jpg 275w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2014\/02\/Jo\u00e3o-Katiellen-137x159.jpg 137w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/files\/2014\/02\/Jo\u00e3o-Katiellen.jpg 831w\" sizes=\"auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/a>Por:\u00a0Gustavo Felipe G\u00f3is Padilha Hugen;\u00a0Bruna Dias Fagundes;\u00a0Carolina Kilian<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O exame anatomopatol\u00f3gico consiste da avalia\u00e7\u00e3o macro e microsc\u00f3pica de tecidos para o diagn\u00f3stico de doen\u00e7as, e em especial, de tumores. Somente este exame d\u00e1 a certeza de que um tumor \u00e9 benigno ou maligno. \u00c9 a trav\u00e9s dele que, determinamos qual c\u00e9lula deu origem ao tumor e essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 imprescind\u00edvel para que o cl\u00ednico possa planejar a terapia.<\/p>\n<p>O exame anatomopatol\u00f3gico \u00e9 realizado pelo veterin\u00e1rio patologista e consiste em procedimentos complexos, que envolvem a interpreta\u00e7\u00e3o subjetiva das altera\u00e7\u00f5es encontradas no estudo macro e microsc\u00f3picas.<\/p>\n<p>S\u00e3o analisadas amostras (tecidos e \u00f3rg\u00e3os), com o intuito de confirmar ou excluir hip\u00f3teses de uma poss\u00edvel doen\u00e7a detectada pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio atrav\u00e9s de sinais cl\u00ednicos e hist\u00f3ricos do paciente.<\/p>\n<p>As amostras avaliadas incluem: bi\u00f3psias (incisionais ou excisionais) ou pe\u00e7as anat\u00f4micas obtidas em cirurgias ou meio de necropsias. Ap\u00f3s a coleta, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que estes fragmentos sejam acondicionados em um frasco vedado, com abertura superior que facilite a manipula\u00e7\u00e3o, acrescido de volume suficiente solu\u00e7\u00e3o fixadora para manter todas as amostras imersas. A solu\u00e7\u00e3o fixadora de rotina para a histopatologia \u00e9 o formol (formalina) a 10%. A amostra deve ser, submersa em recipiente contendo o l\u00edquido fixador, imediatamente ap\u00f3s sua retirada. O tempo m\u00e9dio de fixa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 8 a 48 horas, variando de acordo com o \u00edndice de fixa\u00e7\u00e3o. Em geral recomenda-se que as amostras com 1 mm de espessura permane\u00e7am 8 horas no fixador.<\/p>\n<p>Quando as amostras s\u00e3o recebidas no laborat\u00f3rio, elas s\u00e3o cuidadosamente identificadas e catalogadas. A partir da\u00ed, inicia-se o exame anatomopatol\u00f3gico, que se divide em duas etapas: avalia\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica (observa\u00e7\u00e3o a olho nu) e microsc\u00f3pica (observa\u00e7\u00e3o das amostras com aux\u00edlio de microsc\u00f3pio).<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica consiste da observa\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas da pe\u00e7a tais como a colora\u00e7\u00e3o, di\u00e2metro, consist\u00eancia, presen\u00e7a de cistos e aspectos invasivos da les\u00e3o. Inclui a clivagem, que \u00e9 a sele\u00e7\u00e3o das \u00e1reas mais adequadas e representativas da les\u00e3o, que ser\u00e3o destinados \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o na microscopia.<\/p>\n<p>O exame microsc\u00f3pico consiste da avalia\u00e7\u00e3o de l\u00e2minas histol\u00f3gicas, com aux\u00edlio de um microsc\u00f3pio. Assim sendo, \u00e9 necess\u00e1rio que o fragmento de tecido resultante da clivagem seja inclu\u00eddo no bloco de parafina, os quais ser\u00e3o submetido a cortes finos o suficiente para que se tornem transl\u00facidos a luz do microsc\u00f3pio. Como esses tecidos n\u00e3o tem cor \u00e9 necess\u00e1rio o uso de corantes para colorir diferentemente as v\u00e1rias estruturas celulares. Ap\u00f3s a colora\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel avaliar as c\u00e9lulas e identificar ao microsc\u00f3pio tecidos normais e diferenci\u00e1-los dos tecidos doentes ou com tumores.<\/p>\n<p>Diante de todas essas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel verificar que a atividade do m\u00e9dico veterin\u00e1rio patologista \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para a cl\u00ednica m\u00e9dica de pequenos e grandes animais, sendo recomendada para a identifica\u00e7\u00e3o de enfermidades, determina\u00e7\u00e3o da c<em>ausa mortis<\/em> e diagn\u00f3stico definitivo de algumas doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Vale referendar que o sucesso do diagn\u00f3stico ser\u00e1 tanto maior quanto for a intera\u00e7\u00e3o e compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es entre o veterin\u00e1rio clinico e o patologista, j\u00e1 que diversos fatores podem influenciar na interpreta\u00e7\u00e3o dos achados anatomopatol\u00f3gicos. A avalia\u00e7\u00e3o concomitante de dados do quadro cl\u00ednico-laboratorial-radiol\u00f3gico apresentado pelo pacientes pode ser fundamental para o diagn\u00f3stico preciso.<\/p>\n<p>eu origem ao tumor e essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 imprescind\u00edvel para que o cl\u00ednico possa planejar a terapia.<\/p>\n<p>O exame anatomopatol\u00f3gico \u00e9 realizado pelo veterin\u00e1rio patologista e consiste em procedimentos complexos, que envolvem a interpreta\u00e7\u00e3o subjetiva das altera\u00e7\u00f5es encontradas no estudo macro e microsc\u00f3picas.<\/p>\n<p>S\u00e3o analisadas amostras (tecidos e \u00f3rg\u00e3os), com o intuito de confirmar ou excluir hip\u00f3teses de uma poss\u00edvel doen\u00e7a detectada pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio atrav\u00e9s de sinais cl\u00ednicos e hist\u00f3ricos do paciente.<\/p>\n<p>As amostras avaliadas incluem: bi\u00f3psias (incisionais ou excisionais) ou pe\u00e7as anat\u00f4micas obtidas em cirurgias ou meio de necropsias. Ap\u00f3s a coleta, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que estes fragmentos sejam acondicionados em um frasco vedado, com abertura superior que facilite a manipula\u00e7\u00e3o, acrescido de volume suficiente solu\u00e7\u00e3o fixadora para manter todas as amostras imersas. A solu\u00e7\u00e3o fixadora de rotina para a histopatologia \u00e9 o formol (formalina) a 10%. A amostra deve ser, submersa em recipiente contendo o l\u00edquido fixador, imediatamente ap\u00f3s sua retirada. O tempo m\u00e9dio de fixa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 8 a 48 horas, variando de acordo com o \u00edndice de fixa\u00e7\u00e3o. Em geral recomenda-se que as amostras com 1 mm de espessura permane\u00e7am 8 horas no fixador.<\/p>\n<p>Quando as amostras s\u00e3o recebidas no laborat\u00f3rio, elas s\u00e3o cuidadosamente identificadas e catalogadas. A partir da\u00ed, inicia-se o exame anatomopatol\u00f3gico, que se divide em duas etapas: avalia\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica (observa\u00e7\u00e3o a olho nu) e microsc\u00f3pica (observa\u00e7\u00e3o das amostras com aux\u00edlio de microsc\u00f3pio).<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica consiste da observa\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas da pe\u00e7a tais como a colora\u00e7\u00e3o, di\u00e2metro, consist\u00eancia, presen\u00e7a de cistos e aspectos invasivos da les\u00e3o. Inclui a clivagem, que \u00e9 a sele\u00e7\u00e3o das \u00e1reas mais adequadas e representativas da les\u00e3o, que ser\u00e3o destinados \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o na microscopia.<\/p>\n<p>O exame microsc\u00f3pico consiste da avalia\u00e7\u00e3o de l\u00e2minas histol\u00f3gicas, com aux\u00edlio de um microsc\u00f3pio. Assim sendo, \u00e9 necess\u00e1rio que o fragmento de tecido resultante da clivagem seja inclu\u00eddo no bloco de parafina, os quais ser\u00e3o submetido a cortes finos o suficiente para que se tornem transl\u00facidos a luz do microsc\u00f3pio. Como esses tecidos n\u00e3o tem cor \u00e9 necess\u00e1rio o uso de corantes para colorir diferentemente as v\u00e1rias estruturas celulares. Ap\u00f3s a colora\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel avaliar as c\u00e9lulas e identificar ao microsc\u00f3pio tecidos normais e diferenci\u00e1-los dos tecidos doentes ou com tumores.<\/p>\n<p>Diante de todas essas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel verificar que a atividade do m\u00e9dico veterin\u00e1rio patologista \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para a cl\u00ednica m\u00e9dica de pequenos e grandes animais, sendo recomendada para a identifica\u00e7\u00e3o de enfermidades, determina\u00e7\u00e3o da c<em>ausa mortis<\/em> e diagn\u00f3stico definitivo de algumas doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Vale referendar que o sucesso do diagn\u00f3stico ser\u00e1 tanto maior quanto for a intera\u00e7\u00e3o e compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es entre o veterin\u00e1rio clinico e o patologista, j\u00e1 que diversos fatores podem influenciar na interpreta\u00e7\u00e3o dos achados anatomopatol\u00f3gicos. A avalia\u00e7\u00e3o concomitante de dados do quadro cl\u00ednico-laboratorial-radiol\u00f3gico apresentado pelo pacientes pode ser fundamental para o diagn\u00f3stico preciso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Formul\u00e1rios de Requisi\u00e7\u00e3o de Exames Anatomopatol\u00f3gico Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia\/Necropsia de CANINO Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia\/Necropsia de FELINO Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia\/Necropsia de EQUINO Requisi\u00e7\u00e3o de Histopatologia de Mamas Por:\u00a0Gustavo Felipe G\u00f3is Padilha Hugen;\u00a0Bruna Dias Fagundes;\u00a0Carolina Kilian O exame anatomopatol\u00f3gico consiste da avalia\u00e7\u00e3o &hellip; <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/servicos\/sovet-patologia\/avaliacao-anatomopatologica\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":356,"featured_media":196,"parent":382,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"class_list":["post-396","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/356"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=396"}],"version-history":[{"count":23,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":634,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/396\/revisions\/634"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/382"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/196"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/sovet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}