{"id":14,"date":"2019-04-30T11:06:43","date_gmt":"2019-04-30T14:06:43","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/?page_id=14"},"modified":"2019-07-08T09:57:31","modified_gmt":"2019-07-08T12:57:31","slug":"grupos-de-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/grupos-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Grupos de Trabalho"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong>GT 1 \u2013 Institui\u00e7\u00f5es e Comportamento Pol\u00edtico<\/strong><\/p>\n<p><em>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/em> Alvaro Augusto de Borba Barreto, Acr\u00edsio Pereira Victorino e Nilton Garcia Sainz<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Grupo de Trabalho \u201cInstitui\u00e7\u00f5es e Comportamento Pol\u00edtico\u201d busca promover um intenso debate em torno da rela\u00e7\u00e3o entre indiv\u00edduos, grupos e institui\u00e7\u00f5es, no que se refere \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das estruturas e \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o dos valores e das a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas nas democracias. Nesse sentido, o GT \u00e9 de car\u00e1ter amplo, na inten\u00e7\u00e3o de proporcionar um maior desenvolvimento nas trocas de conhecimentos e na comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica entre os pesquisadores das \u00e1reas. Assim, estar\u00e1 dialogando com as correntes do neo-institucionalismo e da cultura pol\u00edtica, al\u00e9m de estar aberto a outras abordagens te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas das ci\u00eancias sociais. Logo, receber\u00e1 trabalhos que investiguem, principalmente, os seguintes temas: sistemas pol\u00edticos, elei\u00e7\u00f5es, partidos, elites, comportamentos legislativos, rela\u00e7\u00f5es executivo-legislativo e pol\u00edtica e Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 2 \u2013 G\u00eanero e Participa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p><em>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/em> Rosangela Marione Schulz e Mariana Schardosim Tavares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A desigualdade de g\u00eanero, bem como os fen\u00f4menos que dela decorrem, vem assumindo o protagonismo tanto nas an\u00e1lises acad\u00eamicas de diferentes \u00e1reas quanto na luta travada pelos diferentes movimentos e atores sociais. Nesse sentido, as teorias feministas e de g\u00eanero s\u00e3o, ao mesmo tempo, teorias que almejam repensar as bases conceituais da pr\u00f3pria teoria pol\u00edtica, na medida em que prop\u00f5em uma nova epistemologia, bem como um movimento pr\u00e1tico-pol\u00edtico de luta pela amplia\u00e7\u00e3o dos direitos das mulheres. Diante do exposto, este grupo de trabalho visa a abarcar an\u00e1lises e perspectivas disciplinares no campo dessas teorias, em especial no tocante \u00e0 sua evoluc\u0327a\u0303o e diversificac\u0327a\u0303o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 3 \u2013 Rela\u00e7\u00f5es Internacionais<\/strong><\/p>\n<p><em>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/em> Etiene Villela Marroni, Pedro Henrique Silva de Oliveira e Yndira Coelho Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As teorias de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais tradicionais apontam o surgimento do Sistema Internacional moderno em 1648 com a chamada Paz de Vestf\u00e1lia, uma s\u00e9rie de tratados que fundaram o que hoje \u00e9 comumente referido como a unidade b\u00e1sica de an\u00e1lise da disciplina, O Estado Nacional moderno. Contudo, tal centralidade epist\u00eamica come\u00e7ou a sofrer fortes cr\u00edticas acad\u00eamicas com o final da Guerra Fria, devido ao surgimento de novos atores e novos processos \u00e0 serem estudados. Em particular, nota-se uma crescente desterritorializa\u00e7\u00e3o e uma descentraliza\u00e7\u00e3o do papel do Estado Nacional no que tange o internacional. \u00c9 mediante tal contexto, que o presente Grupo de Trabalho (GT) apresenta sua proposta, visando compreender as novas din\u00e2micas emergentes e questionando o papel do Estado e dos novos atores e como estud\u00e1-los. Desta forma, trabalhos que envolvam o Estado e o Poder, vinculados a tem\u00e1ticas da Economia Pol\u00edtica Internacional, Meio Ambiente, Direito Internacional, Geopol\u00edtica, Seguran\u00e7a Internacional, Pol\u00edtica Externa e seus correlatos s\u00e3o o foco deste GT.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 4 \u2013 <b>Processos de (Des)democratiza\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina<\/b><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/em>Luciana Maria de Arag\u00e3o Ballestrin, Cristiano Ruiz Engelke e Yndira Coelho Soares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A proposta do GT \u00e9 promover a discuss\u00e3o te\u00f3rica e\/ou emp\u00edrica acerca dos limites e dos riscos que as democracias latino-americanas enfrentam nos dias atuais. Ainda que o diagn\u00f3stico de &#8220;crise&#8221; n\u00e3o seja incomum na hist\u00f3ria recente dos regimes democr\u00e1ticos na regi\u00e3o, a literatura sobre consolida\u00e7\u00e3o e qualidade democr\u00e1ticas dominantes nas d\u00e9cadas de 1990 e 2000 foi marcada muito mais pelo entusiasmo do que pela desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 institucionaliza\u00e7\u00e3o daquelas jovens poliarquias. O refor\u00e7o dessa percep\u00e7\u00e3o veio com as elei\u00e7\u00f5es que oportunizaram o\u00a0<i>Left Turn<\/i>\u00a0em v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina ao longos dos anos 2000, demonstrando uma in\u00e9dita aceita\u00e7\u00e3o poli\u00e1rquica de revezamento das elites pol\u00edticas \u00e0 esquerda do espectro ideol\u00f3gico. Contudo, este cen\u00e1rio tem sido recentemente modificado em v\u00e1rios pa\u00edses, em conson\u00e2ncia com a tend\u00eancia internacional. Dessa forma, o GT promover\u00e1 a reflex\u00e3o sobre os diferentes aspectos e especificidades latino-americanas no contexto global da crise das democracias liberais, problematizando o paulatino retorno do autoritarismo por meio de diferentes processos, ideologias, discursos, organiza\u00e7\u00f5es, identidades e institui\u00e7\u00f5es no contexto dos pr\u00f3prios regimes democr\u00e1ticos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 5 \u2013 P\u00f3s-estruturalismo e Teoria do Discurso<\/strong><\/p>\n<p><em>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/em> Bianca de Freitas Linhares, Let\u00edcia Baron e Anna Cl\u00e1udia Campos e Santos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O p\u00f3s-estruturalismo se coloca como uma das principais correntes intelectuais da segunda metade do s\u00e9culo XX. Por influ\u00eancia do pensamento de Heidegger e Derrida, ele parte de uma postura desconstrucionista e p\u00f3s-fundacional. Nesse sentido, refuta a exist\u00eancia de fundamentos \u00faltimos e compreende que cada fundamento \u2013 seja ele epistemol\u00f3gico, pol\u00edtico, social etc. \u2013 possui uma historicidade, ou seja, consiste em uma constru\u00e7\u00e3o discursiva, oriunda de um contexto hist\u00f3rico espec\u00edfico, n\u00e3o sendo um \u201cproduto\u201d puramente cognitivo. Atrav\u00e9s desta perspectiva, o p\u00f3s-estruturalismo rompe com os ideais de universalidade, totalidade e essencialidade, compreendendo os fen\u00f4menos a partir de suas conting\u00eancias. Dessa forma, o GT visa problematizar trabalhos que abordem \u2013 a partir de diferentes vieses \u2013 as contribui\u00e7\u00f5es, os debates e as inova\u00e7\u00f5es trazidas pelo pensamento p\u00f3s-estruturalista e p\u00f3s-fundacionalista para as teorias pol\u00edticas e sociais contempor\u00e2neas, em especial (mas n\u00e3o somente) para a Teoria do Discurso desenvolvida por Ernesto Laclau.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 6 \u2013 Justi\u00e7a de Transi\u00e7\u00e3o, Mem\u00f3ria e Direitos Humanos<\/strong><\/p>\n<p><em>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/em> Carlos Artur Gallo, Nilton Garcia Sainz e Pedro Henrique Silva de Oliveira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O final dos regimes autorit\u00e1rios como as ditaduras nazi-fascistas e as ditaduras de Seguran\u00e7a Nacional latino-americanas, diferen\u00e7as \u00e0 parte, pode ser observado a partir da an\u00e1lise de uma s\u00e9rie de problemas pol\u00edticos semelhantes que viriam a ser enfrentados em curto, m\u00e9dio e longo prazo pelas novas democracias. Tais problemas, que por um lado se relacionam diretamente com a (re)constru\u00e7\u00e3o institucional do regime democr\u00e1tico, tamb\u00e9m se referem, por outro, ao modo como se lida, no novo cen\u00e1rio pol\u00edtico com a mem\u00f3ria do per\u00edodo que foi encerrado. O que ser\u00e1 lembrado (relacionado ao per\u00edodo autorit\u00e1rio) nas novas democracias? Como ser\u00e1 elaborada esta mem\u00f3ria? Quem ser\u00e1 punido pelos crimes cometidos na vig\u00eancia destes regimes autorit\u00e1rios? Como e quando ocorrer\u00e3o julgamentos? Como ser\u00e3o indenizadas as v\u00edtimas? Em s\u00edntese, o que impede ou n\u00e3o a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de mem\u00f3ria em cada contexto? Este GT busca reunir estudos sobre as medidas de justi\u00e7a de transi\u00e7\u00e3o que est\u00e3o sendo implementadas em diversos pa\u00edses nas \u00faltimas d\u00e9cadas, possibilitando uma reflex\u00e3o que articula debates em torno do conceito de democracia, de direitos humanos e de mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GT 7 \u2013 Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica<\/strong><\/p>\n<p><em>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/em> Carlos Artur Gallo e Luis Gustavo Teixeira da Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O \u201cGT \u2013 7 Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica\u201d nasce com o objetivo de incorporar e integrar os estudantes de gradua\u00e7\u00e3o ao I Semin\u00e1rio de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da Universidade Federal de Pelotas. A proposta \u00e9 de um GT plural, que seja um espa\u00e7o aberto a todos(as) apresentarem seus trabalhos que est\u00e3o realizando durante os cursos de gradua\u00e7\u00e3o e que a partir da possibilidade de apresentar suas pesquisas e discutir outros estudos, crie-se um ambiente de desenvolvimento cient\u00edfico e que corrobore com o crescimento da Ci\u00eancia Pol\u00edtica no pa\u00eds. Dessa forma, o GT aceitar\u00e1 resumos que giram em torno das tem\u00e1ticas dos demais GTs, ou seja: Institui\u00e7\u00f5es e comportamento pol\u00edtico; G\u00eanero e participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica; Rela\u00e7\u00f5es internacionais; Teoria democr\u00e1tica e desigualdades; P\u00f3s-estruturalismo e teoria do discurso; Justi\u00e7a de transi\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e direitos humanos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GT 1 \u2013 Institui\u00e7\u00f5es e Comportamento Pol\u00edtico Coordena\u00e7\u00e3o: Alvaro Augusto de Borba Barreto, Acr\u00edsio Pereira Victorino e Nilton Garcia Sainz O Grupo de Trabalho \u201cInstitui\u00e7\u00f5es e Comportamento Pol\u00edtico\u201d busca promover um intenso debate em torno da rela\u00e7\u00e3o entre indiv\u00edduos, grupos e institui\u00e7\u00f5es, no que se refere \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das estruturas e \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o dos valores [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":880,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-14","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/880"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":83,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14\/revisions\/83"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/scpufpel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}