{"id":824,"date":"2020-04-07T17:06:02","date_gmt":"2020-04-07T20:06:02","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ri\/?page_id=824"},"modified":"2024-08-06T16:21:34","modified_gmt":"2024-08-06T19:21:34","slug":"pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ri\/projetos\/pesquisa\/","title":{"rendered":"Projetos de Pesquisa"},"content":{"rendered":"<h4>T\u00cdTULO:\u00a0 MOVIMENTOS ANTISSIST\u00caMICOS NO SISTEMA-MUNDO ATUAL<\/h4>\n<p><strong>Coordenador<\/strong>: Prof. Dr. Charles Pennaforte<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 27\/08\/2020 &#8211; 25\/08\/2026<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: O projeto de pesquisa tem como objetivo analisar a realidade antissist\u00eamica internacional a partir da constata\u00e7\u00e3o do decl\u00ednio da primazia estadunidense (WALLERSTEIN,1994; ARRIGHI, 1996) no \u00e2mbito da geopol\u00edtica, economia e cultura. A realidade capitalista pode ser analisada sob as mais diversas perspectivas te\u00f3ricas ideol\u00f3gicas. E tem sido ao longo do tempo. Nossa proposta aqui \u00e9 manter uma tradi\u00e7\u00e3o ligada ao marxismo sem, contudo cair na perspectiva ortodoxa. Sendo assim, o capitalismo e suas contradi\u00e7\u00f5es ser\u00e3o avaliadas \u00e0 luz da \u00f3tica do Sistema-Mundo (economia-mundo) proposta por I. Wallerstein. A crise de &#8220;hegemonia&#8221; dos EUA ser\u00e1 de grande import\u00e2ncia para a compreens\u00e3o do nosso projeto, pois tentaremos fazer uma articula\u00e7\u00e3o entre esta crise e a ascens\u00e3o de novos grupos anti hegem\u00f4nicos\/antissist\u00eamicos na Am\u00e9rica Latina, por exemplo, bem como a atua\u00e7\u00e3o da R\u00fassia e da China, por meio dos BRICS, no cen\u00e1rio internacional.<\/p>\n<p>Grupo de Pesquisa CNPq Geopol\u00edtica e Mercosul: <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geomercosul\">http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geomercosul<\/a><\/p>\n<p>LabGRIMA &#8211; UFPel: <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labgrima\">http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labgrima<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: A CIBERSEGURAN\u00c7A COMO CEN\u00c1RIO DE DISPUTAS GEOPOL\u00cdTICAS CONTEMPOR\u00c2NEAS<\/h4>\n<p><strong>Coordenador<\/strong>: Prof. Dr. Charles Pennaforte<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 01\/07\/2020 -28\/06\/2026<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: Nos anos recentes o ciberespa\u00e7o consolidou-se como um novo meio de disputa entre os Estados.\u00a0 As disputas ocorridas entre EUA, R\u00fassia e Coreia do Norte, por exemplo, demonstram a nova fase de disputa entre Estados, bem como a dinamiza\u00e7\u00e3o de seus sistemas cibern\u00e9ticos nos \u00faltimos anos. Esse novo ambiente tem sido utilizado em conjunto com as formas tradicionais de guerra para incrementar o potencial estrat\u00e9gico dos pa\u00edses para sua defesa ou atua\u00e7\u00e3o ofensiva.<\/p>\n<p>Grupo de Pesquisa CNPq Geopol\u00edtica e Mercosul: <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geomercosul\">http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/geomercosul<\/a><\/p>\n<p>LabGRIMA &#8211; UFPel: <a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labgrima\">http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/labgrima<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: NEGOCIA\u00c7\u00d5ES INTERNACIONAIS: ATORES E DIN\u00c2MICAS<\/h4>\n<p><strong>Coordenadora<\/strong>: Profa. Dra. Silvana Schimanski<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 01\/07\/2020 &#8211; 01\/07\/2028<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: As negocia\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito das institui\u00e7\u00f5es internacionais, tanto de car\u00e1ter global &#8211; como por exemplo, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) &#8211; quanto regional &#8211; como por exemplo, Mercosul, Uni\u00e3o Europeia, Associa\u00e7\u00e3o Latino Americana de Integra\u00e7\u00e3o (ALADI) &#8211; envolvem din\u00e2micas complexas. Indiv\u00edduos (diplomatas negociadores) defendem os interesses Estatais (resultantes das diretrizes de pol\u00edtica externa, bem como de processos decis\u00f3rios dom\u00e9sticos) em um contexto pautado por princ\u00edpios, normas, regras e procedimentos para tomada de decis\u00e3o, caracter\u00edsticos de cada institui\u00e7\u00e3o ou regime internacional (KRASNER, 1983; ROSENAU, 2000). Diferente das negocia\u00e7\u00f5es privadas, ou mesmo, das negocia\u00e7\u00f5es bilaterais, as negocia\u00e7\u00f5es multilaterais em Organiza\u00e7\u00f5es Internacionais tendem a se prolongar ao longo de anos e se desenvolvem em diferentes fases. Basicamente, envolvem um per\u00edodo preparat\u00f3rio, no qual propostas s\u00e3o apresentadas; um per\u00edodo no qual as propostas s\u00e3o discutidas, a fim de se alcan\u00e7ar uma f\u00f3rmula que leve a acordo; e, por fim, um per\u00edodo sobre os detalhes e resultados (ZARTMAN, BERGMAN, 1982). Nesse sentido, sob a \u00f3tica das abordagens te\u00f3rico-conceituais das negocia\u00e7\u00f5es internacionais e considerando o \u00e2mbito das organiza\u00e7\u00f5es internacionais, este projeto se prop\u00f5e a desenvolver a\u00e7\u00f5es que permitam analisar as din\u00e2micas negociadoras em diferentes contextos institucionais. Trata-se de um projeto que contribui com o eixo estruturante de forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais: Institui\u00e7\u00f5es, Regimes e Organiza\u00e7\u00f5es Internacionais.<\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: BRICS E CHINA: UMA AN\u00c1LISE DA POL\u00cdTICA INTERNACIONAL CONTEMPOR\u00c2NEA<\/h4>\n<p><strong>Coordenador<\/strong>: Prof. Dr. William Daldegan de Freitas<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 01\/06\/2021 &#8211; 01\/06\/2025<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul formam o BRICS. Diferentes em in\u00fameros aspectos, esses pa\u00edses t\u00eam mantido reuni\u00f5es regulares desde 2009 para tratar pautas da agenda internacional. As diferen\u00e7as n\u00e3o impedem que consensos sejam criados no BRICS, como tamb\u00e9m n\u00e3o geram quaisquer constrangimentos para iniciativas individuais e paralelas de seus membros. Alguns exemplos s\u00e3o: o F\u00f3rum de Di\u00e1logo IBAS, a Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o de Xangai (SCO), a Parceria Econ\u00f4mica Regional Abrangente (RCEP) e a Iniciativa do Cintur\u00e3o e Rota (BRI). A China tem destaque nos tr\u00eas \u00faltimos sendo promotora da BRI. Ora, a multiplicidade de iniciativas concomitante ao BRICS e, sobretudo, a participa\u00e7\u00e3o da China nelas, suscita questionamentos acerca da intera\u00e7\u00e3o entre os cinco membros e as ambi\u00e7\u00f5es envolvidas. Especialmente o fato de que, apesar da n\u00e3o formaliza\u00e7\u00e3o, o BRICS permanece uma arena pol\u00edtica para intera\u00e7\u00e3o de seus membros. Diante do exposto, toma-se como problema de pesquisa a an\u00e1lise da pol\u00edtica internacional contempor\u00e2nea (2009 &#8211; dias correntes) na qual o Brics, em especial a China, tem adotado a\u00e7\u00f5es individuais de promo\u00e7\u00e3o de acordos e alian\u00e7as em detrimento do aprofundamento da intera\u00e7\u00e3o e das potencialidades no \u00e2mbito do BRICS.<\/p>\n<p>Grupo de Pesquisa Economia, Pol\u00edtica e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/epdi\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/epdi\/<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>T\u00cdTULO:<\/strong> <strong>POL\u00cdTICA EXTERNA E INSER\u00c7\u00c3O INTERNACIONAL DO BRASIL\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Coordenadora:<\/strong> Profa. Dra. Fernanda Fernandes<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia:<\/strong> 08\/12\/2023 &#8211; 08\/12\/2025<\/p>\n<p>O projeto tem como objeto de estudo a pol\u00edtica externa brasileira, com \u00eanfase na formula\u00e7\u00e3o de diretrizes, defini\u00e7\u00e3o de agenda e implementa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es que consubstanciam o comportamento do Brasil no sistema internacional contempor\u00e2neo. Considerando o acumulado hist\u00f3rico da diplomacia brasileira e as tend\u00eancias de sua inser\u00e7\u00e3o internacional, as transforma\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas vivenciadas no pa\u00eds ap\u00f3s o per\u00edodo de redemocratiza\u00e7\u00e3o (1985) produziram impactos significativos na pol\u00edtica externa, desde sua concep\u00e7\u00e3o, arena decis\u00f3ria, bem como a emerg\u00eancia de novos temas. No que tange \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, as discuss\u00f5es acerca da pol\u00edtica externa enquanto pol\u00edtica p\u00fablica, do ponto de vista conceitual e metodol\u00f3gico, refletiram tais transforma\u00e7\u00f5es, ampliando o debate acad\u00eamico acerca das rela\u00e7\u00f5es externas.<\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO:\u00a0EM BUSCA DO WALLMAPU: A POLITIZA\u00c7\u00c3O DA ETNICIDADE PELOS MOVIMENTOS MAPUCHE NO CHILE E NA ARGENTINA<\/h4>\n<p><strong>Coordenador<\/strong>: Prof. Dr. F\u00e1bio Duval<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia:<\/strong> 31\/05\/2023 &#8211; 05\/06\/2025<\/p>\n<p>O projeto prop\u00f5e-se a Investigar os processos de etnog\u00eanese do grupo \u00e9tnico mapuche, na Argentina e no Chile, compondo os diferentes quadros institucionais de tratamento da quest\u00e3o mapuche ao longo das hist\u00f3rias coloniais e dos Estados chileno e argentino. Ademais pretende-se realizar uma genealogia dos movimentos sociais mapuche atuantes contemporaneamente no Chile e na Argentina, analisando as estrat\u00e9gias argumentativas e de luta dos movimentos sociais mapuche atuantes no Chile e na Argentina. E, por fim, comparar a atua\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais mapuche existentes no Chile e na Argentina.<\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: A \u201cDEMOCRATIZA\u00c7\u00c3O DO INTERNACIONAL\u201d FRENTE \u00c0 \u201cDESDEMOCRATIZA\u00c7\u00c3O DO NACIONAL\u201d: UMA AN\u00c1LISE DA REGRESS\u00c3O DEMOCR\u00c1TICA COMO FEN\u00d4MENO GLOBAL.<\/h4>\n<p><strong>Coordenadora<\/strong>: Profa. Dra. Luciana Ballestrin<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 03\/08\/2020 &#8211; 02\/08\/2024<strong> (Finalizado)<\/strong><\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: O presente projeto de investiga\u00e7\u00e3o objetiva verificar a rela\u00e7\u00e3o entre os processos contempor\u00e2neos de desdemocratiza\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis nacionais e internacional. Parte-se da hip\u00f3tese b\u00e1sica de que a crise da democracia liberal nos \u00faltimos anos possui impactos para o recuo da agenda internacional politicamente orientada para sua extens\u00e3o ao n\u00edvel global. Recentemente, diversos tem sido os termos empregados para designar a interrup\u00e7\u00e3o do ciclo virtuoso, induzido principalmente ap\u00f3s o fim da Guerra Fria, entre democracia e liberalismo no mundo ocidental: \u201cp\u00f3s-democracia\u201d; \u201cdesdemocratiza\u00e7\u00e3o\u201d; \u201cdesconsolida\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica\u201d. No contexto dos anos 1990, diferentes projetos de \u201cdemocracia global\u201d foram teorizados e debatidos na academia e nas institui\u00e7\u00f5es internacionais, contrastando com o status atual que esses projetos desfrutam na agenda internacional (hip\u00f3tese secund\u00e1ria). H\u00e1 que se analisar, portanto, se o crescente desprest\u00edgio e desapre\u00e7o democr\u00e1tico que tem sido diagnosticado nos \u00e2mbitos dom\u00e9sticos possui influ\u00eancia ou impacto no externo, no que se refere \u00e0s iniciativas de democratiza\u00e7\u00e3o do internacional.<\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: MEM\u00d3RIAS DE GAZA &#8211; AS PERCEP\u00c7\u00d5ES DA VIOL\u00caNCIA NO TERRIT\u00d3RIO PALESTINO OCUPADO<\/h4>\n<p><strong>Coordenador<\/strong>: Prof. Dr. F\u00e1bio Duval<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 04\/03\/2019 &#8211; 18\/12\/2020 <strong>(Finalizado)<\/strong><\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: A t\u00e3o conhecida \u201cQuest\u00e3o Palestina\u201d, como \u00e9 comumente descrita pela m\u00eddia e mesmo nos meios acad\u00eamicos, tornou-se mais acirrada a partir da cria\u00e7\u00e3o do Estado de Israel. Como resultado dos diversos tipos de persegui\u00e7\u00f5es que os judeus sofreram no continente europeu, o Movimento Sionista, articulando-se com as lideran\u00e7as pol\u00edticas internacionais, conseguiu apoio da Gr\u00e3-Bretanha para a Declara\u00e7\u00e3o Balfour em 1917, o que contribuiu para a cria\u00e7\u00e3o do Mandato Brit\u00e2nico sobre a Palestina em 1920, e, posteriormente, em 1947, a vota\u00e7\u00e3o do Plano de Partilha da Palestina pela ONU e cria\u00e7\u00e3o de dois Estados na regi\u00e3o, o que se deu, parcialmente, em 1948. Como resultado de um processo totalmente ex\u00f3geno, a guerra entre \u00e1rabes e judeus tornou-se um fato e, a partir de ent\u00e3o, mesmo com a assinatura do armist\u00edcio em 1949, n\u00e3o foram mais criadas situa\u00e7\u00f5es para a viabiliza\u00e7\u00e3o de um Estado Palestino na regi\u00e3o, perdurando apenas o Estado judeu, Israel. Subsequentemente, as guerras de 1967 e 1973 impuseram uma nova l\u00f3gica \u00e0 regi\u00e3o e o surgimento de organiza\u00e7\u00f5es palestinas que n\u00e3o mais estariam dispostas a aceitar os obst\u00e1culos para a cria\u00e7\u00e3o de seu Estado sem um processo de luta. Assim, ainda que o recrudescimento da luta dos israelenses contra a popula\u00e7\u00e3o palestina tenha se tornado realidade, a Organiza\u00e7\u00e3o para a Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina (OLP), o Hamas, dentre outras organiza\u00e7\u00f5es, passaram a reivindicar o direito pelo territ\u00f3rio da Palestina. Esse projeto visa analisar a situa\u00e7\u00e3o atual da Palestina no intuito de compreender as estrat\u00e9gias dos atores envolvidos no conflito. Para tanto, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de artigos cient\u00edficos, tamb\u00e9m ser\u00e3o produzidos um document\u00e1rio sobre a vida na Palestina, mais particularmente, na Faixa de Gaza; um livro, composto de fotografias e texto, acerca da percep\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia nos territ\u00f3rios palestinos ocupados, notadamente na Faixa de Gaza; programas de r\u00e1dio, em parceria com o programa Vozes do Mundo, desenvolvido no \u00e2mbito do projeto de extens\u00e3o ConjuntuRI \u2013 An\u00e1lise de Conjuntura Internacional e veiculado pela Radio.Com \u2013 Pelotas, e mini document\u00e1rios para divulga\u00e7\u00e3o em canal do YouTube.<\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: GOVERNAN\u00c7A DE \u00c1GUAS: BACIAS HIDROGR\u00c1FICAS TRANSFRONTEIRI\u00c7AS<\/h4>\n<p><strong>Coordenadora<\/strong>: Profa. Dra. Fernanda de Moura Fernandes<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 01\/09\/2020 &#8211; 01\/09\/2022 <strong>(Finalizado)<\/strong><\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: A pesquisa se prop\u00f5e a analisar a gest\u00e3o compartilhada da bacia hidrogr\u00e1fica Mirim-S\u00e3o Gon\u00e7alo, situada entre os territ\u00f3rios de Brasil e Uruguai, bem como sua implementa\u00e7\u00e3o e atual funcionamento. No que tange a governan\u00e7a de \u00e1guas internacionais, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) deu um passo decisivo ao estabelecer em 1992 a Declara\u00e7\u00e3o de Dublin sobre \u00c1gua e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel. As bacias hidrogr\u00e1ficas foram reconhecidas como unidades territoriais com caracter\u00edsticas f\u00edsicas e sociais pr\u00f3prias, cuja gest\u00e3o deve ser integrada, descentralizada, participativa e promotora da igualdade de g\u00eanero. No caso das bacias hidrogr\u00e1ficas transfronteiri\u00e7as, como a bacia Mirim-S\u00e3o Gon\u00e7alo, parte-se da premissa de que o desafio em estabelecer este modelo de governan\u00e7a \u00e9 ainda mais complexo, devido principalmente: (a) diversidade de marcos legais, institucionais, pol\u00edticas, planos e a\u00e7\u00f5es em ambos os pa\u00edses; e (b) a multiplicidade de atores (governamentais e n\u00e3o governamentais) e de interesses que incidem sobre os usos da \u00e1gua tanto no Brasil quanto no Uruguai. Desta forma, a pesquisa se insere no debate sobre governan\u00e7a de \u00e1guas internacionais e a gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos, buscando verificar a exist\u00eancia de lacunas no funcionamento das normas e institui\u00e7\u00f5es compartilhadas; a exist\u00eancia de sistemas de informa\u00e7\u00e3o e ferramentas que promovam a coordena\u00e7\u00e3o e a integra\u00e7\u00e3o entre os diferentes atores que interagem nesta bacia hidrogr\u00e1fica; e a baixa participa\u00e7\u00e3o dos atores locais no processo decis\u00f3rio sobre os usos da \u00e1gua.<\/p>\n<hr \/>\n<h4>T\u00cdTULO: ESTADO, MERCADO, DESIGUALDADE: UM DEBATE ACERCA DO DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL<\/h4>\n<p><strong>Coordenador<\/strong>: Prof. Dr. William Daldegan de Freitas<\/p>\n<p><strong>Vig\u00eancia<\/strong>: 28\/09\/2020 &#8211; 28\/09\/2024 <strong>(Finalizado)<\/strong><\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong>: O Estado, al\u00e9m do seu territ\u00f3rio, povo e institui\u00e7\u00f5es, det\u00eam poder e riqueza. O Mercado, espa\u00e7o donde os fluxos financeiros e comerciais s\u00e3o transacionados, tamb\u00e9m pode ser considerados detentor de poder e riqueza. Todavia, poder e riqueza s\u00e3o mensurados a partir de par\u00e2metros nem sempre claros. Estes, por vezes, conformam-se na desigualdade. O debate acerca do desenvolvimento internacional exige, pois, um esfor\u00e7o anal\u00edtico que abarca as intera\u00e7\u00f5es entre Estado e Mercado permeados por padr\u00f5es de desigualdade. O desenvolvimento internacional \u00e9, portanto, reflexo de um conjunto de a\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias, exitosas ou n\u00e3o, aplicadas ao longo do tempo por diferentes atores imersos num sistema internacional em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Grupo de Pesquisa Economia, Pol\u00edtica e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/epdi\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/epdi\/\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00cdTULO:\u00a0 MOVIMENTOS ANTISSIST\u00caMICOS NO SISTEMA-MUNDO ATUAL Coordenador: Prof. Dr. Charles Pennaforte Vig\u00eancia: 27\/08\/2020 &#8211; 25\/08\/2026 RESUMO: O projeto de pesquisa tem como objetivo analisar a realidade antissist\u00eamica internacional a partir da constata\u00e7\u00e3o do decl\u00ednio da primazia estadunidense (WALLERSTEIN,1994; ARRIGHI, 1996) no \u00e2mbito da geopol\u00edtica, economia e cultura. 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