{"id":8268,"date":"2017-10-18T08:30:10","date_gmt":"2017-10-18T10:30:10","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/?p=8268"},"modified":"2017-10-18T08:30:25","modified_gmt":"2017-10-18T10:30:25","slug":"8268","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/2017\/10\/18\/8268\/","title":{"rendered":"Programa\u00e7\u00e3o da Semana Cine UFPel"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><strong>Quinta-feira, 19\/10 \u00e0s 19h &#8211; Cinemas em Rede<\/strong><\/p>\n<p>Longa: <strong>Alma Palavra Alma<\/strong><br \/>\nDir.: Delvair Montagner e Armando Buc\u00e3o<br \/>\n(BRA, Doc, 2015, 1h30)<br \/>\nSinopse: Aproximadamente 13 mil ind\u00edgenas de diversas etnias dividem um espa\u00e7o de 3.500 hectares no Mato grosso do Sul, lutando contra repress\u00e3o pol\u00edtica, religiosa e latifundi\u00e1ria na demarca\u00e7\u00e3o de terras. Uma situa\u00e7\u00e3o que faz com que a regi\u00e3o tem uma taxa de suic\u00eddios alt\u00edssima, assim como a de homic\u00eddios. Uma realidade exposta por Delvair Montagner e Armando Bulc\u00e3o.<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Sexta-feira, 20\/10 \u00e0s 19h &#8211; Estreia com Debate<\/strong><\/p>\n<p>Longa: <strong>Divinas Divas<\/strong><br \/>\nDir.: Leandra Leal<br \/>\n(BRA, Doc, 2017, 1h50)<br \/>\nSinopse: Divinas Divas aborda a primeira gera\u00e7\u00e3o de artistas travestis do Brasil. Rog\u00e9ria, Val\u00e9ria, Jane Di Castro, Camille K, Fujica de Holliday, Elo\u00edna, Marquesa e Brigitte de B\u00fazios formaram, na d\u00e9cada de 1970, o grupo que testemunhou o auge de uma Cinel\u00e2ndia 02 repleta de cinemas e teatros, cen\u00e1rio de contesta\u00e7\u00e3o e provoca\u00e7\u00e3o aos costumes da \u00e9poca. Um dos primeiros palcos a abrigar travestis no Brasil, o Teatro Rival era ent\u00e3o produzido por Am\u00e9rico Leal, av\u00f4 de Leandra Leal, diretora do document\u00e1rio. O filme ir\u00e1 acompanhar o reencontro das artistas para a a montagem de um espet\u00e1culo, trazendo para a cena as hist\u00f3rias e mem\u00f3rias de uma gera\u00e7\u00e3o<br \/>\nque revolucionou o comportamento sexual e desafiou a moral de uma \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>S\u00e1bado, 21\/10 \u00e0s 16h &#8211; Cineclube Zero Quatro<\/strong><\/p>\n<p>Longa: <strong>O Cangaceiro<\/strong><br \/>\nDir.: Lima Barreto<br \/>\n(BRA, Fic, 1953, 1h45)<br \/>\nSinopse: &#8220;O Cangaceiro&#8221;, filme realizado em 1953, foi um dos maiores sucessos do cinema brasileiro de todos os tempos. Escrito e dirigido por Lima Barreto, com di\u00e1logos criados por Rachel de Queiroz, &#8220;O Cangaceiro&#8221; foi o primeiro filme brasileiro a conquistar as telas do mundo. Considerado at\u00e9 hoje o melhor filme produzido pela Companhia Cinematogr\u00e1fica Vera Cruz, sua hist\u00f3ria se inspirava na lend\u00e1ria figura de Lampi\u00e3o: o bando de cangaceiros do capit\u00e3o Gaudino semeia o terror pela caatinga nordestina. A professora Maria Cl\u00f3dia, raptada durante um assalto do grupo, se apaixona pelo pac\u00edfico Teodoro. O forte amor entre os dois gera grande conflito entre a turma. O Cangaceiro ganhou o pr\u00eamio de melhor filme de aventura e de melhor trilha sonora com a m\u00fasica &#8220;Ol\u00ea mui\u00e9 rendeira&#8221;, interpretada pela tamb\u00e9m atriz Vanja Orico no Festival Internacional de Cannes. O sucesso em Cannes levou o filme para mais de 80 pa\u00edses e ele foi vendido para a Columbia Pictures. S\u00f3 na Fran\u00e7a, ficou cinco anos em cartaz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quinta-feira, 19\/10 \u00e0s 19h &#8211; Cinemas em Rede Longa: Alma Palavra Alma Dir.: Delvair Montagner e Armando Buc\u00e3o (BRA, Doc, 2015, 1h30) Sinopse: Aproximadamente 13 mil ind\u00edgenas de diversas etnias dividem um espa\u00e7o de 3.500 hectares no Mato grosso do Sul, lutando contra repress\u00e3o pol\u00edtica, religiosa e latifundi\u00e1ria na demarca\u00e7\u00e3o de terras. 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