{"id":5097,"date":"2015-11-21T15:38:29","date_gmt":"2015-11-21T17:38:29","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/?p=5097"},"modified":"2015-11-26T15:57:49","modified_gmt":"2015-11-26T17:57:49","slug":"bale-jovem-de-salvador-apresenta-duas-obras-na-bienal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/2015\/11\/21\/bale-jovem-de-salvador-apresenta-duas-obras-na-bienal\/","title":{"rendered":"Bal\u00e9 Jovem de Salvador apresenta duas obras na Bienal"},"content":{"rendered":"<p><img class=\"size-medium wp-image-51594 alignleft\" src=\"http:\/\/ccs2.ufpel.edu.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/DSC_7442-200x107.jpg\" alt=\"DSC_7442\" width=\"200\" height=\"107\" \/>Encerrando a parte de Dan\u00e7a da Bienal Internacional de Arte e Cidadania da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o Bal\u00e9 Jovem de Salvador apresentou as obras <em>Na Bahia<\/em> e <em>Tak<\/em>. As cores e movimentos de influ\u00eancia baiana tomaram conta do Audit\u00f3rio 2 do Centro de Artes quando os onze bailarinos entraram em cena.<\/p>\n<p><em>Na Bahia<\/em> tinha como \u00eanfase a mobilidade do corpo soteropolitano. Isso foi feito, e<img class=\"size-medium wp-image-51595 alignright\" src=\"http:\/\/ccs2.ufpel.edu.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/DSC_7483-200x132.jpg\" alt=\"DSC_7483\" width=\"200\" height=\"132\" \/>xplicou o diretor geral Matias Santiago, a partir de outras \u00e1reas do conhecimento e c\u00f3digos coreogr\u00e1ficos que, combinados, s\u00e3o uma surpresa a cada apresenta\u00e7\u00e3o. A inten\u00e7\u00e3o era evidenciar os tra\u00e7os da Bahia, com seu gingado e palavreado caracter\u00edstico, seu clima e a cidade de Salvador.<\/p>\n<p><img class=\"size-medium wp-image-51596 alignleft\" src=\"http:\/\/ccs2.ufpel.edu.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/DSC_7522-149x150.jpg\" alt=\"DSC_7522\" width=\"149\" height=\"150\" \/>J\u00e1 a obra <em>Tak<\/em> foi baseada no trabalho de Walter Smetak, m\u00fasico su\u00ed\u00e7o que se instalou na Bahia na d\u00e9cada de 1960 para a cria\u00e7\u00e3o da primeira escola de m\u00fasica e teatro. O Bal\u00e9 Jovem de Salvador transformou em dan\u00e7a aquilo que Smetak experienciava em suas pesquisas, com microtons e sil\u00eancios. O corpo dos bailarinos reproduzia os sons e instrumentos do m\u00fasico.<br \/>\n<img class=\"size-medium wp-image-51593 alignright\" src=\"http:\/\/ccs2.ufpel.edu.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/DSC_7314-200x105.jpg\" alt=\"DSC_7314\" width=\"200\" height=\"105\" \/>Ambas as obras s\u00e3o dirigidas coreograficamente por Santiago e Ana Carla Sampaio, diretora assistente. A primeira data de 2009 e a segunda, de 2014.<\/p>\n<p>Com um total de 35 bailarinos, o Bal\u00e9 Jovem de Salvador \u00e9 uma companhia de forma\u00e7\u00e3o profissional<br \/>\nindependente. Segundo Santiago, uma pedagogia pr\u00f3pria \u00e9 constru\u00edda a partir da necessidade de cada bailarino. O grupo trabalha, al\u00e9m da dan\u00e7a em si, com<br \/>\nintegrantes desempenhando os pap\u00e9is de produtores, cen\u00f3grafos, figurinistas e outros, que lidam com a dimens\u00e3o do espet\u00e1culo para o palco e al\u00e9m dele.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Experi\u00eancia e troca<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_7583.jpg\"><img class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-5106\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_7583-212x108.jpg\" alt=\"DSC_7583\" width=\"212\" height=\"108\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_7583-212x108.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_7583-424x216.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_7583.jpg 1577w\" sizes=\"(max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/a>Al\u00e9m da apresenta\u00e7\u00e3o da noite de s\u00e1bado (21), o Bal\u00e9 Jovem de Salvador participou da Mostra de Teatro e Dan\u00e7a de Origem Africana, que foi realizada em Pelotas na sexta-feira, uma oficina e um bate-papo com alunos do curso de Dan\u00e7a da UFPel.<br \/>\nEssa \u00e9 a primeira vez que o grupo se apresenta fora da Bahia. Para a bailarina Inah Irenam, 26 anos, a experi\u00eancia tem sido \u201cencantadora\u201d. Segundo ela, estar em contato com os acad\u00eamicos possibilitou a eles o entendimento das diversas viv\u00eancias de express\u00e3o corporal, licenciatura, t\u00e9cnica, produ\u00e7\u00e3o e posicionamento pol\u00edtico. \u201cPudemos trocar ideias e ver que embora estejamos geograficamente distantes, temos questionamentos e desejos muito pr\u00f3ximos\u201d, avaliou. Entre eles, caminhos na escolha da carreira, pesquisa em dan\u00e7a, refer\u00eancias brasileiras que precisam ser potencializadas, rela\u00e7\u00e3o entre os cursos de Dan\u00e7a no pa\u00eds e pol\u00edticas p\u00fablicas para a \u00e1rea e para o segmento das artes como um todo. \u201cDepois dessa viv\u00eancia, vamos chegar outras pessoas em Salvador\u201d, disse.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encerrando a parte de Dan\u00e7a da Bienal Internacional de Arte e Cidadania da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o Bal\u00e9 Jovem de Salvador apresentou as obras Na Bahia e Tak. As cores e movimentos de influ\u00eancia baiana tomaram conta do Audit\u00f3rio 2 do Centro de Artes quando os onze bailarinos entraram em cena. 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