{"id":5091,"date":"2015-11-21T15:37:28","date_gmt":"2015-11-21T17:37:28","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/?p=5091"},"modified":"2015-11-26T16:10:16","modified_gmt":"2015-11-26T18:10:16","slug":"slogan-da-ufpel-e-tema-de-conversa-com-vitor-ramil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/2015\/11\/21\/slogan-da-ufpel-e-tema-de-conversa-com-vitor-ramil\/","title":{"rendered":"Slogan da UFPel \u00e9 tema de conversa com Vitor Ramil"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6746.jpg\"><img class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-5092\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6746-212x140.jpg\" alt=\"DSC_6746\" width=\"212\" height=\"140\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6746-212x140.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6746-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6746.jpg 1183w\" sizes=\"(max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/a>\u201cN\u00e3o estamos \u00e0 margem de um centro, mas no centro de uma outra hist\u00f3ria\u201d. O fragmento final da frase, um dos trechos mais significativos do livro <em>A Est\u00e9tica do Frio<\/em>, de Vitor Ramil, foi adotada como slogan pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Essa concep\u00e7\u00e3o foi tema da \u00faltima roda de conversa da Bienal Internacional de Arte e Cidadania da Universidade, no final da tarde deste s\u00e1bado (21). O pr\u00f3prio Vitor Ramil, acompanhado do professor Lu\u00eds Rubira \u2013 que recentemente lan\u00e7ou um livro sobre a obra do artista -, o reitor Mauro Del Pino e a pr\u00f3-reitora de Extens\u00e3o e Cultura, Denise Bussoletti, participaram dos debates. O evento marcou o lan\u00e7amento simb\u00f3lico do slogan.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6902.jpg\"><img class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-5093\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6902-212x140.jpg\" alt=\"DSC_6902\" width=\"212\" height=\"140\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6902-212x140.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6902-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6902.jpg 1183w\" sizes=\"(max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/a>O professor Rubira abriu as discuss\u00f5es fazendo um resgate hist\u00f3rico local, evidenciando a integra\u00e7\u00e3o j\u00e1 existente h\u00e1 muito tempo entre Pelotas e a regi\u00e3o Sul da Am\u00e9rica. Segundo ele, Vitor Ramil ser\u00e1 o primeiro artista a pensar essa unidade enquanto lugar, geografia, clima e outros aspectos compartilhados.<br \/>\nAo agradecer a Ramil por emprestar a frase \u00e0 Universidade, o reitor Mauro Del Pino falou sobre o contexto hist\u00f3rico e presente que leva a institui\u00e7\u00e3o a adotar o conceito \u201cno centro de uma outra hist\u00f3ria\u201d. \u201cNos permite estabelecer um nova diretriz para a UFPel e resgatar o papel hist\u00f3rico que a cidade e a Universidade t\u00eam prestado\u201d, disse, destacando que a concep\u00e7\u00e3o abre um horizonte importante e desmistifica a exist\u00eancia de eixos culturais <img class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-5094\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6928-212x140.jpg\" alt=\"DSC_6928\" width=\"212\" height=\"140\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6928-212x140.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6928-424x281.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6928.jpg 1183w\" sizes=\"(max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/>mais espec\u00edficos. Entre os \u201cgrandes centros\u201d Rio de Janeiro-S\u00e3o Paulo e Montevid\u00e9u-Buenos Aires, est\u00e1 Pelotas. \u201cPropor uma nova hist\u00f3ria tem a ver com a atual realidade da UFPel, relacionada com o que hoje se tem constitu\u00eddo e que potencialmente pode ser\u201d, observou.<\/p>\n<p>De acordo com o reitor, a UFPel est\u00e1 cada vez mais multicultural, recebendo estudantes, professores e visitantes de diversos lugares do pa\u00eds e do mundo. Conforme Del Pino, o compromisso \u00e9 transformar a UFPel em uma universidade da comunidade. \u201cQueremos propor pol\u00edticas e a\u00e7\u00f5es que deem sentido a isso. Que extrapolem os muros da Universidade. Que seja permanentemente aberta e, atrav\u00e9s dela, se expressem as mais diferentes manifesta\u00e7\u00f5es culturais e iniciativas que possibilitem o di\u00e1logo\u201d, afirmou. Isso estaria sintonizado com a forma\u00e7\u00e3o de profissionais comprometidos e uma sociedade mais inclusiva.<\/p>\n<p>Segundo o reitor, a Bienal \u00e9 uma iniciativa que d\u00e1 sentido ao slogan, porque agrega o protagonismo da Am\u00e9rica Latina e estabelece a UFPel como um grande centro de conviv\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>A Est\u00e9tica do Frio<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6955.jpg\"><img class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-5095\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2015\/11\/DSC_6955-212x140.jpg\" alt=\"DSC_6955\" width=\"212\" height=\"140\" \/><\/a>Bem-humorado, Vitor Ramil falou aos presentes sobre a concep\u00e7\u00e3o da ideia, que surgiu despretensiosa, intu\u00edda, quando morava no Rio de Janeiro e percebeu que a regi\u00e3o Sul \u201csempre se sentiu um pouco exclu\u00edda da tropicalidade brasileira\u201d. Depois, explicou, quando a ideia ficou conhecida, precisou desenvolver o conceito \u2013 que n\u00e3o est\u00e1 encerrado, mas caracteriza-se como uma \u201cprovoca\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com ele, Pelotas est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica bastante privilegiada. \u201cQuando formulei essa ideia, pensava no Rio Grande do Sul como um todo. Nossa hist\u00f3ria sempre \u00e9 contada como se s\u00f3 existisse o eixo Rio-S\u00e3o Paulo\u201d, disse.<\/p>\n<p>O artista disse sentir-se lisonjeado pela ado\u00e7\u00e3o da express\u00e3o pela UFPel. \u201cFico feliz em ver esse tipo de ideia ser aproveitada pela academia. Pelotas \u00e9 uma cidade que pode passar por per\u00edodos de marasmo, mas sempre ressurge. \u00c9 uma pot\u00eancia principalmente no sentido cultural. \u00c9 extremamente saud\u00e1vel ver a Universidade agindo culturalmente e colaborando com a cidade\u201d.<\/p>\n<p>A pr\u00f3-reitora Denise Bussoletti comentou, na ocasi\u00e3o, que a Bienal instiga e nela reside a possibilidade de reinventar o cen\u00e1rio cultural. \u201cEssa frase [o slogan] \u00e9 para pensar que hist\u00f3ria \u00e9 essa, que centro \u00e9 esse, que cidade \u00e9 essa\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>Prosseguindo no debate, o professor Rubira destacou que, na Filosofia, de Parm\u00eanides a Nietzsche, h\u00e1 a concep\u00e7\u00e3o de que \u201co centro est\u00e1 em toda parte\u201d. \u201cQuando pensamos nisso, vemos que podemos estar no local adequado. Essa frase conferiu \u00e0 Universidade uma identidade\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cN\u00e3o estamos \u00e0 margem de um centro, mas no centro de uma outra hist\u00f3ria\u201d. O fragmento final da frase, um dos trechos mais significativos do livro A Est\u00e9tica do Frio, de Vitor Ramil, foi adotada como slogan pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). 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