{"id":11853,"date":"2019-06-20T17:28:52","date_gmt":"2019-06-20T20:28:52","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/?p=11853"},"modified":"2019-06-23T16:24:51","modified_gmt":"2019-06-23T19:24:51","slug":"linha-do-tempo-da-producao-doceira-em-pelotas-e-tema-de-palestra-na-fenadoce-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/2019\/06\/20\/linha-do-tempo-da-producao-doceira-em-pelotas-e-tema-de-palestra-na-fenadoce-2019\/","title":{"rendered":"Linha do tempo da produ\u00e7\u00e3o doceira em Pelotas \u00e9 tema de palestra na Fenadoce 2019"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris.jpg\"><img class=\"alignleft wp-image-11908\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"133\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris-400x267.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris-48x32.jpg 48w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/palestra-_noris.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a>Qual o momento em que a cultura do doce transformou-se em tradi\u00e7\u00e3o na cidade de Pelotas? Esta foi a pergunta norteadora da palestra realizada no audit\u00f3rio 1 do Centro de Eventos da Fenadoce nesta quarta-feira (19). A atividade foi ministrada pela docente do curso de Museologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), N\u00f3ris Leal.<\/p>\n<p>A ideia do projeto surgiu durante o desenvolvimento de sua tese do Doutorado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural pela UFPel, focada na constru\u00e7\u00e3o do Museu do Doce. N\u00f3ris conta que ao longo do desenvolvimento do assunto, diversas quest\u00f5es surgiram, incluindo as raz\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o pelotense. &#8220;Senti necessidade de come\u00e7ar a estudar a quest\u00e3o de como o doce se posiciona na tradi\u00e7\u00e3o, de onde vem, como Pelotas tornou-se capital Nacional do Doce&#8221;, comenta. O in\u00edcio de tudo foi com a chegada dos portugueses ao Brasil, trazendo a cultura e costumes. Assim, quando Pelotas desenvolveu-se, os doces e a\u00e7\u00facares j\u00e1 estavam consagrados no Brasil. N\u00f3ris explica que os primeiros visitantes do munic\u00edpio, em 1820, n\u00e3o citam doces, mas sim pomares: todas as frutas como p\u00eassego e laranja, j\u00e1 transformadas em doce. &#8220;Deste relato, \u00e9 um sinal de que nas cozinhas j\u00e1 eram fabricados doces, e como se desenvolve o doce passando pelos grandes jantares, in\u00edcio das confeitarias na cidade e a quest\u00e3o de sociabilidade&#8221;, afirma.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O ponto chave para a consolida\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio como Capital do Doce se concretiza, de acordo com a docente, na primeira edi\u00e7\u00e3o da Feira Nacional do Doce. At\u00e9 este ponto, os doces aparecem na literatura pelotense constantemente, mas sem destaque. &#8220;\u00c9 na Fenadoce que explode a ideia de Pelotas realmente tem uma tradi\u00e7\u00e3o e ocorre toda a organiza\u00e7\u00e3o para que a gente chegue como patrim\u00f4nio cultural&#8221;, afirma. A linha do tempo apresentada por N\u00f3ris \u00e9 focada em todos os pontos principais da produ\u00e7\u00e3o do doce, com in\u00edcio na cana-de-a\u00e7\u00facar cultivada na pen\u00ednsula Ib\u00e9rica no per\u00edodo da conquista dos mouros e \u00e9 finalizada no ano de 2018, com o reconhecimento do Patrim\u00f4nio Cultural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual o momento em que a cultura do doce transformou-se em tradi\u00e7\u00e3o na cidade de Pelotas? Esta foi a pergunta norteadora da palestra realizada no audit\u00f3rio 1 do Centro de Eventos da Fenadoce nesta quarta-feira (19). 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