{"id":11554,"date":"2019-06-07T13:51:08","date_gmt":"2019-06-07T16:51:08","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/?page_id=11554"},"modified":"2019-06-25T14:43:24","modified_gmt":"2019-06-25T17:43:24","slug":"programacao-ufpel-na-fenadoce-2019","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/programacao-ufpel-na-fenadoce-2019\/","title":{"rendered":"Programa\u00e7\u00e3o UFPel na Fenadoce 2019"},"content":{"rendered":"<p>A UFPel, mais uma vez, est\u00e1 presente na Fenadoce, com um estande que divulga os 50 anos da Institui\u00e7\u00e3o. O espa\u00e7o \u00e9 uma verdadeira vitrine din\u00e2mica para apresentar ao p\u00fablico algumas a\u00e7\u00f5es que exemplificam a amplitude e a intensidade da presen\u00e7a da UFPel na sociedade. O espa\u00e7o ter\u00e1 54 exposi\u00e7\u00f5es de alunos e a\u00e7\u00f5es de ensino, pesquisa e extens\u00e3o.<\/p>\n<p>A UFPel tamb\u00e9m est\u00e1 envolvida com o Centro de Atendimento ao Turista do Evento, o controle de qualidade de alimentos da Fenadoce e a Feira de Gastronomia. A Rede de Museus tamb\u00e9m faz parte da programa\u00e7\u00e3o externa (veja mais na Dica Cultural). A R\u00e1dio Federal FM da UFPel, 107,9, transmite uma programa\u00e7\u00e3o especial diretamente do estande da Universidade no evento.<a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Programa\u00e7\u00e3o-fenadoce-copiar.pdf\">123<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Programa\u00e7\u00e3o_fenadoce.pdf\">Acesse a programa\u00e7\u00e3o completa dos trabalhos que ser\u00e3o expostos no estande.<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Prog-13-06.jpg\">Acesse a programa\u00e7\u00e3o gastron\u00f4mica completa.<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21c6ca\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Palestras vinculadas ao Festival de Gastronomia da Fenadoce&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Palestras vinculadas ao Festival de Gastronomia da Fenadoce<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21c6ca\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente.jpg\"><img class=\"aligncenter size-large wp-image-11758\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente-1024x722.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"722\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente-1024x722.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente-400x282.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente-768x541.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente-45x32.jpg 45w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/flyer-palestras-fenadoce-impress\u00e3o-A5-frente.jpg 1241w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>PATRIM\u00d4NIOS DO NOSSO LUGAR<\/strong><\/p>\n<p>Entre os trabalhos de parceria estabelecidos pela UFPel e Fenadoce est\u00e1 parte da programa\u00e7\u00e3o do Festival de Gastronomia. Ao propor o tema Fenadoce Patrim\u00f4nio Nosso, o CDL apontou os caminhos pelos quais a Feira fala da cidade. Entende-se que o patrim\u00f4nio material e imaterial, associados como express\u00f5es da cultura local, faz-se representar pela tradi\u00e7\u00e3o doceira e tudo que a ela est\u00e1 ligado. Assim, as palestras que est\u00e3o agendadas para ocorrem na Fenadoce tratam deste patrim\u00f4nio sob muitos aspectos e muitos modos. Foi convidando os especialistas em diferentes tem\u00e1ticas que a UFPel atendeu este ponto da parceria, organizando um ciclo de palestras intituladas: Patrim\u00f4nios do nosso lugar.<\/p>\n<p>Iniciaram com os diretores dos museus que a UFPel possui no entorno da Pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio, que falaram sobre as exposi\u00e7\u00f5es e visitas que o p\u00fablico est\u00e1 realizando nos museus durante o per\u00edodo da Fenadoce.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, o Professor Valdecir Carlos Ferri palestrar\u00e1 sobre a\u00a0 <strong>influ\u00eancia da tradi\u00e7\u00e3o do vinho na identidade cultural portuguesa<\/strong>. Como Doutor em Ci\u00eancias agr\u00e1rias, na \u00e1rea de vitivinicultura fez o seu P\u00f3s-doutor na Universidade de Coimbra\/Portugal, justamente na \u00e1rea de patrim\u00f4nios alimentares: culturas e identidades. L\u00e1, observou como a presen\u00e7a desta bebida define e, ao mesmo tempo, acompanha os modos de vida dos portugueses. Sem d\u00favida, \u00e9 uma palestra imperd\u00edvel para quem gosta de vinho e quer saber um pouco mais sobre este nobre l\u00edquido.<\/p>\n<p>A palestra seguinte \u00e9 com o ge\u00f3grafo e Doutor em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural Alcir Nei Bach, que em seu mestrado e doutorado levantou o riqu\u00edssimo patrim\u00f4nio que a cidade tem na sua <strong>ind\u00fastria do p\u00eassego<\/strong>. Alcir entrevistou e visitou as ind\u00fastrias e os produtores e sabe coisas incr\u00edveis sobre a produ\u00e7\u00e3o desta fruta que \u00e9 t\u00e3o pr\u00f3pria da regi\u00e3o. Com muitas fotos sobre coisas interessantes, Alcir ir\u00e1 brindar os assistentes com hist\u00f3rias envolventes sobre esta produ\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>Depois, palestrar\u00e1 a Professora Adriane borda, arquiteta, Doutora pela <em>Universidad de Zaragoza<\/em> (Espanha) e p\u00f3s doutora em Arquitetura pela Universidade de <em>Leuven\/B\u00e9lgica<\/em>. Ela coordena o GEGRADI da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, laborat\u00f3rio de gr\u00e1fica digital que j\u00e1 produziu <strong>maquetes dos principais monumentos de Pelotas<\/strong>. O seu trabalho faz o p\u00fablico apreciar de outro modo as casas hist\u00f3ricas e outros monumentos da cidade, porque a forma como os esquemas, maquetes e outras interpreta\u00e7\u00f5es destes bens \u00e9 feita pelos recursos do laborat\u00f3rio, traz para a palma da m\u00e3o, os detalhes que os olhos n\u00e3o enxergam. \u00c9 um trabalho incrivelmente rico para todos!<\/p>\n<p>E n\u00e3o faltar\u00e1 um debate sobre a <strong>Agricultura Familiar<\/strong>, que ter\u00e1 Marigaiane Medeiros, Cooperativa Sul Ecol\u00f3gica, Zamir Cardoso, Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia, e Ana J\u00falia, Cooperativa Teia Ecol\u00f3gica, conversando sobre o que \u00e9 ser um produtor familiar e qual a import\u00e2ncia para todos desta produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o para por a\u00ed! A palestra seguinte contempla diretamente o que acontece na Cidade do Doce. A Professora Maria Let\u00edcia Ferreira, mestre em Antropologia e doutora em Hist\u00f3ria e P\u00f3s doutora pela Universidade de Paris-Sorbonne IV, entrevistou dezenas de <strong>doceiras em Pelotas<\/strong> e acabou gerando um acervo surpreendente de informa\u00e7\u00e3o sobre o of\u00edcio que estas mulheres adotaram. Esta pesquisa, deliciosa como a professora conta que foi, gerou parte importante do Invent\u00e1rio de Refer\u00eancias Culturais sobre a Tradi\u00e7\u00e3o Doceira de Pelotas e Regi\u00e3o. Todos est\u00e3o convidados a conhecer algumas hist\u00f3rias lindas sobre estas doceiras.<\/p>\n<p>E por falar em doces, vamos entender quando tudo isso come\u00e7ou. A Professora N\u00f3ris Leal, historiadora que foi a primeira diretora do Museu do Doce e est\u00e1 realizando seu doutorado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural, pesquisa, justamente, sobre <strong>a tradi\u00e7\u00e3o doceira da cidade de Pelotas<\/strong>. Ela j\u00e1 identificou a trajet\u00f3ria dos doces na cidade, e vem estudando o papel da Fenadoce na consolida\u00e7\u00e3o do entendimento de uma tradi\u00e7\u00e3o doceira.<\/p>\n<p>Para encerrar com chave de ouro, estar\u00e1 na Fenadoce o arquiteto <strong>Andrey<\/strong>\u00a0<strong>Rosenthal Schlee. <\/strong>Mestre e Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de S\u00e3o Paulo e professor Titular da Universidade de Bras\u00edlia, falar\u00e1 como Diretor do Departamento de Patrim\u00f4nio Material e Fiscaliza\u00e7\u00e3o do Iphan e Membro do Conselho Consultivo do Patrim\u00f4nio Museol\u00f3gico do IBRAM. Ele acompanhou o processo do <strong>tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas e do reconhecimento nacional da tradi\u00e7\u00e3o doceira, como patrim\u00f4nio imaterial<\/strong> e contar\u00e1 como aconteceu isto. Trata-se do \u00fanico caso no Brasil e n\u00e3o \u00e9 por nada, ent\u00e3o, que esta hist\u00f3ria casa t\u00e3o bem com a Fenadoce e com o patrim\u00f4nio que orgulha tanto Pelotas.<\/p>\n<p><u>Segue a programa\u00e7\u00e3o das palestras que ocorrem no Audit\u00f3rio 2 da Fenadoce<\/u><\/p>\n<p><strong>12 \/ quarta 16h<\/strong> &#8211; Palestra com o Professor Valdecir Carlos Ferri: A influ\u00eancia da tradi\u00e7\u00e3o do vinho na identidade cultural portuguesa.<\/p>\n<p><strong>14 \/ sexta 19h<\/strong> &#8211; Palestra com o Professor Alcir Nei Bach: A ind\u00fastria do p\u00eassego em Pelotas.<\/p>\n<p><strong>15 \/ s\u00e1bado 19h<\/strong> &#8211; Palestra com a Professora Adriane Borda de Almeida: Modela Pelotas: o patrim\u00f4nio na palma da m\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>17 \/ segunda 18h<\/strong> &#8211; Debate sobre a Agricultura Familiar \u2013 Da Terra \u00e0 Mesa com a participa\u00e7\u00e3o de Marigaiane Medeiros, Cooperativa Sul Ecol\u00f3gica, Zamir Cardoso, Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia, e Ana J\u00falia, Cooperativa Teia Ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>18 \/ ter\u00e7a 18h<\/strong> &#8211; Palestra com a Professora Maria Let\u00edcia Mazzucchi Ferreira: O doce pelotense: uma hist\u00f3ria de doceiras.<\/p>\n<p><strong>19 \/ quarta 16h<\/strong> &#8211; Palestra com a Professora N\u00f3ris Leal: A Linha do tempo dos doces em Pelotas.<\/p>\n<p><strong>21 \/ sexta 19h <\/strong>&#8211; Palestra com o Professor Andrey Rosenthal Schlee: Constru\u00e7\u00e3o e instru\u00e7\u00e3o do processo de tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas (IPHAN).<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21c7c3\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;A atua\u00e7\u00e3o dos alunos da UFPel no acolhimentos dos visitantes da Fenadoce&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>A atua\u00e7\u00e3o dos alunos da UFPel no acolhimentos dos visitantes da Fenadoce<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21c7c3\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/2.png\"><img class=\"alignleft wp-image-11679\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/2.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/2.png 536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/2-400x300.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/2-43x32.png 43w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a>A UFPel est\u00e1 envolvida em muitas a\u00e7\u00f5es na Fenadoce 2019. Ao entrar no Centro de eventos o primeiro contato do visitante \u00e9 com os alunos da UFPel, que est\u00e3o respons\u00e1veis pelas informa\u00e7\u00f5es sobre a Feira ou sobre os atrativos da cidade de Pelotas.<\/p>\n<p>A cada dia uma dupla ou trio de alunos se reveza nesta atividade, importante n\u00e3o somente para Feira, mas tamb\u00e9m para o amadurecimento profissional dos estudantes. A maioria \u00e9 do Curso de Turismo, mas n\u00e3o somente. Estudantes de v\u00e1rios outros cursos da UFPel atenderam ao convite para participar desta a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Antes do in\u00edcio da Fenadoce os alunos passaram por um treinamento, organizado por Silvana Bojanoski (Coordenadora de Patrim\u00f4nio da PREC), Dalila Hallal e Laura Rudzewicz (professoras do Curso de Turismo). Adriane Silveira, como organizadora da Fenadoce e representante do CDL, passou informa\u00e7\u00f5es sobre os espa\u00e7os e o funcionamento da Feira. Em seguida Leonardo Ferreira Resende mostrou os materiais e aplicativos produzidos pela Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inova\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio (SDETI) para a divulga\u00e7\u00e3o do turismo de Pelotas. Tamb\u00e9m fez parte do treinamento uma visita aos espa\u00e7os do Centro de Eventos.<\/p>\n<p>Os estudantes da UFPel assumiram esta atividade com postura profissional e sua atua\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo marcada pela gentileza, aten\u00e7\u00e3o e cordialidade.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21c829\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - 06 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - 06 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21c829\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-06-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11585\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-06-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-06-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-06-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-06-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-06-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 06 de junho<\/strong><\/p>\n<p>No dia 6 de junho, segundo da Fenadoce, o estande da UFPel apresentou ao p\u00fablico visitante da Feira quatro A\u00e7\u00f5es desenvolvidas na Universidade.<\/p>\n<p>A primeira exposi\u00e7\u00e3o reuniu os grupos do <strong>Programa de Educa\u00e7\u00e3o Tutorial da UFPel <\/strong>da UFPel. A UFPel possui grupos vinculados a cursos de gradua\u00e7\u00e3o e outros que desenvolvem temas interdisciplinares. Os grupos PET s\u00e3o formados por 12 bolsistas e um professor tutor e desenvolvem diversas atividades em ensino, pesquisa e extens\u00e3o.<\/p>\n<p>A segunda, foi o Projeto de Extens\u00e3o <strong>Ressignificando a Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica na Escola, <\/strong>apresentado por Franciele Ilha e Mariangela Afonso, professoras da Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica. O projeto de extens\u00e3o \u00e9 uma iniciativa do Grupo de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Educa\u00e7\u00e3o (GPEFE) e envolve professores da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica da rede municipal. A import\u00e2ncia do projeto para a comunidade envolvida \u00e9 proporcional ao que ele significa como exemplo de uma circunst\u00e2ncia desej\u00e1vel da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extens\u00e3o. Atuam nele, alunos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, em n\u00edvel de mestrado e doutorado, integrados com a comunidade das escolas nas quais desenvolvem a pesquisa. Ao mesmo tempo que a investiga\u00e7\u00e3o avan\u00e7a, o retorno \u00e0 comunidade acontece, tamb\u00e9m, em um processo de integra\u00e7\u00e3o, de viv\u00eancias compartilhadas e de aprendizado m\u00fatuo. Assim, o trabalho tamb\u00e9m evidencia como universidade e sociedade podem manter um di\u00e1logo intenso, colaborativo e proveitoso e como as dimens\u00f5es de ensino, pesquisa e extens\u00e3o podem ocorrer de modo harm\u00f4nico e simult\u00e2neo, propiciando ao estudante de gradua\u00e7\u00e3o a viv\u00eancia da sua forma\u00e7\u00e3o profissional e contato direto com a realidade social.<\/p>\n<p>A terceira, \u00e9 o projeto <strong>Carinho: oportunidades para crian\u00e7as e jovens com defici\u00eancias <\/strong>apresentado pelo Prof. Alexandre Carriconde Marques, da Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e das alunas Naielen Rodrigues e Bianca Ranson, de gradua\u00e7\u00e3o e mestrado, ambas da ESEF. Segundo o Prof. Alexandre, o projeto acontece desde 1997 (22 anos) e vem mantendo o seu prop\u00f3sito de oferecer um espa\u00e7o para a melhoria do estilo de vida de crian\u00e7as e jovens com defici\u00eancia. Tamb\u00e9m este \u00e9 um projeto de extens\u00e3o que objetiva aos estudantes da ESEF uma viv\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es concretas de ensino e aprendizado. Ao longo desta trajet\u00f3ria, mais de 600 pessoas com defici\u00eancia foram atendidas pelo projeto e mais de 400 estudantes, de gradua\u00e7\u00e3o e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o atuaram nele, dentre os quais, alguns que ingressaram no projeto no primeiro semestre do curso e s\u00f3 se afastaram ap\u00f3s a formatura. E, destacou o Prof. Alexandre, h\u00e1 casos em que o estudante continuou vinculado como p\u00f3s-graduando. Mais um exemplo da for\u00e7aque possui a forma\u00e7\u00e3o integrada de estudantes em diferentes n\u00edveis e em contato concreto com a realidade social. E, igualmente, um atestado do impacto social que as \u00e1reas do conhecimento podem ter ao dilu\u00edrem os muros da institui\u00e7\u00e3o e se inserirem na sociedade.<\/p>\n<p>Por fim, esteve presente o estudante do curso Economia L\u00facio Moscareli, que integra o <strong>N\u00facleo das Empresas Juniores de Pelotas<\/strong>. Muitas pessoas n\u00e3o sabem o que \u00e9 uma empresa junior, por esta raz\u00e3o apresent\u00e1-las ao p\u00fablico \u00e9 cada vez mais importante. Tais associa\u00e7\u00f5es, formadas exclusivamente por alunos dos cursos de gradua\u00e7\u00e3o, operam com todas as fun\u00e7\u00f5es de uma empresa, mas gerida por eles. Como explicou L\u00facio: elas possuem uma vantagem competitiva por ofertarem servi\u00e7os amparados por professores, alunos acima da m\u00e9dia que passam por rigorosos processos seletivos e a um pre\u00e7o abaixo do mercado. Seus integrantes trabalham voluntariamente em prol de uma experi\u00eancia que \u00e9 refer\u00eancia mundial, uma vez que o Brasil contempla o maior Movimento de Empresas Juniors do Mundo. E a UFPel \u00e9 a universidade que tem o maior n\u00famero de empresas em Pelotas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>O Festival de Gastronomia na Fenadoce<\/strong><\/p>\n<p>O Festival de Gastronomia da Fenadoce est\u00e1 sendo desenvolvido no espa\u00e7o da Feira por professores e alunos do Curso de Gastronomia da UFPel. No segundo dia da Feira, iniciou o Festival com duas aulas show e uma mesa redonda. Quem falou sobre este dia inaugural foi a Professora Carmelita da Costa Jardim, que destacou, de imediato, a import\u00e2ncia do evento na Feira. A divulga\u00e7\u00e3o que o Curso de Gastronomia obt\u00e9m neste espa\u00e7o \u00e9 importante, sobretudo porque sabemos que o campo em Pelotas cresce e se qualifica a partir do conhecimento que \u00e9 gerado neste curso. Tamb\u00e9m \u00e9 importante a viv\u00eancia dos alunos que est\u00e3o participando das atividades como ministrantes, juntamente com os professores. A intera\u00e7\u00e3o com a comunidade, a troca com os assistentes das oficinas, oportuniza ao estudante uma viv\u00eancia concreta da sua pr\u00e1tica profissional. Carmelita \u00e9 professora de do\u00e7aria, que \u00e9 uma disciplina com conte\u00fado de enfoque exclusivo aos doces de Pelotas e de origem portuguesa e confeitaria. A primeira aula-show foi sobre Papo-de-anjo e a segunda, sobre PANCs (plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais). Para quem foi na oficina de Papo-de-anjo, a grande surpresa foi constatar que, ao contr\u00e1rio do que muitos pensam, n\u00e3o se trata de um doce de dif\u00edcil preparo. Em 40 minutos, as lindas formas douradas estavam prontas. J\u00e1 na aula-show de PANCs, foram ensinados m\u00e9todos de preparo com algumas PANCs regionais e ao final da aula, as saladas de azedinha com ora-pro-n\u00f3bis foram regiamente degustadas pelos presentes, surpresos que ficaram em ver plantas aparentemente apartadas do nosso card\u00e1pio costumeiro, gerarem pratos saborosos. No meio destas aulas plenas de surpresas deliciosas, houve a mesa-redonda sobre as mulheres na cozinha. Carmelita mediou a mesa, cujo tema \u00e9 vinculado ao Projeto de Ensino <em>Maria Brasileira<\/em>, que discute a quest\u00e3o de g\u00eanero na cozinha. Carmelita destacou que o n\u00famero de mulheres na Gastronomia \u00e9 maior do que o de homens, no entanto, o destaque para o Chef, ao menos diante da m\u00eddia, \u00e9 o homem. A situa\u00e7\u00e3o reflete o pensamento geral da sociedade em que vivemos, na qual o preparo do alimento, quando feito pela express\u00e3o do conhecimento e da habilidade, n\u00e3o \u00e9 naturalmente atribu\u00eddo \u00e0 mulher. Portanto, Maria Brasileira trata da Gastronomia para al\u00e9m do preparo, para al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o e discute, com espontaneidade e profundidade, as atribui\u00e7\u00f5es de papeis na sociedade, que segregam os valores inerentes a todos os g\u00eaneros.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21c8dd\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;07 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>07 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21c8dd\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-07-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11586\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-07-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-07-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-07-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-07-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-07-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 07 de junho<\/strong><\/p>\n<p>Dando continuidade \u00e0 proposta de apresentar ao p\u00fablico visitante da Fenadoce a amplitude de a\u00e7\u00f5es que a UFPel desenvolve, no dia 07 de junho, terceiro da Fenadoce, o estande recebeu tr\u00eas novas A\u00e7\u00f5es desenvolvidas na Universidade.<\/p>\n<p>A primeira exposi\u00e7\u00e3o apresentou o trabalho <strong>Estat\u00edstica da Academia \u00e0 Pra\u00e7a<\/strong>, do Instituto de F\u00edsica e Matem\u00e1tica, apresentado por Giselda Maria Pereira, Muriel Belo Pereira e Elisia Pires Corr\u00eaa. Segundo Giselda, o projeto desenvolve atividades na forma de oficinas que abordam t\u00f3picos de estat\u00edstica, em oficinas que s\u00e3o voltadas para escolas e comunidade em geral. O projeto iniciou em 2018 e j\u00e1 atingiu mais de 500 pessoas. A import\u00e2ncia do trabalho reside em aproximar o conhecimento acad\u00eamico da comunidade em geral, abordando conte\u00fados de estat\u00edstica de forma l\u00fadica e interativa.<\/p>\n<p>A segunda exposi\u00e7\u00e3o reuniu dois projetos intitulados <strong>Vida de Inseto<\/strong> e <strong>Sement\u00e1rio<\/strong>, ambos do Instituto de Biologia, mas que congregam estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de diferentes cursos e unidades. Estiveram apresentando os projetos as Professoras Vera L\u00facia Bobrowski e Beatriz Helena Gomes Rocha, ambas do Instituto de Biologia e os estudantes Aldo Girardi Pozzebon, Silvia Naiane Jappe, ambos do curso de Agronomia e Giulia da Cunha Pereira, do curso de Nutri\u00e7\u00e3o. A conflu\u00eancia entre os projetos oportunizou ao p\u00fablico visitante observar a rela\u00e7\u00e3o entre os insetos e a produ\u00e7\u00e3o de sementes. Sobre isto, Vera ressaltou que a m\u00eddia explora muito a extin\u00e7\u00e3o das abelhas, no entanto, outros tantos insetos que s\u00e3o s\u00e3o polinizadores importantes, tamb\u00e9m encontram-se amea\u00e7ados pelas monoculturas e pelo uso indiscriminado de inseticidas. O estudante Aldo destacou que h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o de especificidade entre os insetos e as sementes, portanto, o conhecimento sobre estas podem indicar a\u00e7\u00f5es recomend\u00e1veis por parte dos profissionais de agronomia. A pesquisa desenvolvida no \u00e2mbito da universidade tem apontado a possibilidade de que novas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas, culturais e alternativas, possam mudar este cen\u00e1rio, beneficiando o necess\u00e1rio equil\u00edbrio que a natureza desenvolveu na exist\u00eancia entre os seres que coabitam determinados habitats. A exposi\u00e7\u00e3o foi muito visitada. O material que o grupo exp\u00f4s, sementes, insetos em caixas entomol\u00f3gicas, seja pelo colorido, pela diversidade e pela rela\u00e7\u00e3o entre os elementos expostos, convidou os visitantes a pararem e escutarem a imensid\u00e3o que este universo natural e essencial para n\u00f3s, humanos, apresenta. O conhecimento que gera interesse, gera tamb\u00e9m a\u00e7\u00f5es protetivas que buscam a harmonia entre as conviv\u00eancias. Compartilha-los, portanto, \u00e9 em si uma a\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>A terceira exposi\u00e7\u00e3o, intitulada <strong>Mural GBiotec<\/strong>, apresentada pela Profa Luciana Dode Bicca do Centro de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico e dos alunos Guilherme Souza, Nicole Ramos Scholl, Alice Nunes Turrie , todos do Curso de Biotecnologia, trouxe para os visitantes da feira as \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o e os laborat\u00f3rios do curso, expostos em um banner, uma mostra interativa apresentando o DNA e os processos de transcri\u00e7\u00e3o e tradu\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m literatura t\u00e9cnico cient\u00edfica para ser compartilha (#ler&amp;compartilhar). A Profa. Luciana destacou que a <strong>Bbioteca<\/strong>, uma a\u00e7\u00e3o de cultura do Mural, \u00e9 resultado da aplica\u00e7\u00e3o da ideia de um aluno do grupo. Surgiu h\u00e1 pouco mais de um ano, mas os resultados continuando surpreendendo. Das muitas doa\u00e7\u00f5es que chegam ao grupo, v\u00e1rios exemplares s\u00e3o lidos durante o processo de invent\u00e1rio, pelos pr\u00f3prios alunos e outros tantos v\u00e3o sendo levados pelo p\u00fablico que tem contato com a biblioteca itinerante. A reciprocidade entre os leitores e os doadores tem se intensificado e como n\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00e3o quanto ao g\u00eanero da obra doada, o p\u00fablico de leitores tem aumentado tanto na diversidade quanto na resposta em vir a ser doador. Assim, ao mesmo tempo em que o grupo enseja a divulga\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia e t\u00e9cnica, revigora a fonte de conhecimento que ainda hoje \u00e9 o sustent\u00e1culo de qualquer ci\u00eancia e o registro, por ora n\u00e3o superado, do conhecimento: o livro. Ao fim, Guilherme, Nicole e Alice relataram que com o projeto, descobriram que valores permanentes e profundos, como o compartilhamento, a generosidade da circularidade, a sustentabilidade, a humaniza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia s\u00e3o intensificados e ao mesmo tempo que os formam, formam o p\u00fablico para o qual o seu trabalho no futuro, se dirige. Portanto, o projeto contribuiu para entendessem que a for\u00e7a do conhecimento \u00e9 maior quando \u00e9 coletiva e que a divulga\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico \u00e9 tanto uma forma de viver a universidade como a de desenvolver a ci\u00eancia que, ao fim, tem na sua finalidade social a raz\u00e3o de ser.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>O Trabalho do Grupo Controle da Qualidade do doce na Fenadoce<\/strong><\/p>\n<p>A presen\u00e7a da UFPel na Fenadoce \u00e9 o resultado de uma parceria estabelecida desde o ano passado, mas que na presente edi\u00e7\u00e3o adquire a consist\u00eancia do benef\u00edcio m\u00fatuo. Se por um lado a UFPel ganha um espa\u00e7o de visibilidade para as a\u00e7\u00f5es que sua comunidade desenvolve, por outro, a Fenadoce ganha com o trabalho orientado dos estudantes. Esta \u00e9 a troca imediata que justifica a ocorr\u00eancia da UFPel na Feira. No entanto, em cada a\u00e7\u00e3o da parceria h\u00e1 uma trajet\u00f3ria de conhecimento que se fortalece e uma presen\u00e7a que tamb\u00e9m \u00e9 uma metodologia de forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica em uma universidade que se afirma na cidade e regi\u00e3o n\u00e3o apenas por estar nela, mas por estar integrada \u00e0 comunidade. E \u00e9, justamente, sobre a forma\u00e7\u00e3o do estudante na a\u00e7\u00e3o de Controle da Qualidade do Doce na Fenadoce que os professores M\u00e1rcia A. Gularte e Valdecir Carlos Ferri, que coordenam a a\u00e7\u00e3o, falaram. O relato versou sobre o que consiste esta a\u00e7\u00e3o e como est\u00e1 sendo, ao longo de alguns anos, trazer grupos de estudantes para a Fenadoce. M\u00e1rcia esclarece que o projeto que sustenta a a\u00e7\u00e3o tem o objetivo de orientar as doceiras, no sentido de diminuir ocorr\u00eancias de n\u00e3o conformidades para que os produtos estejam bem apresentados ao consumidor. Tais observa\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo realizadas por alunos dos cursos de Qu\u00edmica de Alimentos, Tecnologia em Alimentos e Nutri\u00e7\u00e3o, que registram as observa\u00e7\u00f5es para, posteriormente, serem sanadas as ocorr\u00eancias pelos professores, junto \u00e0s doceiras. Este trabalho vem contribuir para aumentar a confiabilidade na manuten\u00e7\u00e3o da qualidade.<\/p>\n<p>M\u00e1rcia conta que desde 2015, o projeto Qualidade dos Doces vem ocorrendo em parceria com a C\u00e2mara de Dirigentes Lojistas &#8211; CDL e UFPel. Esta trajet\u00f3ria est\u00e1 aumentando progressivamente a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia de apresentar os doces com qualidade, o que para o consumidor equivale a encontr\u00e1-los bem organizados nas prateleiras, em balc\u00f5es limpos, bem iluminados, manuseados por atendentes uniformizados, que se apresentam sem adere\u00e7os, usando luvas e, tamb\u00e9m, cordiais com os consumidores. Este conjunto de cuidados \u00e9 essencial para que o doce possa cumprir com a fun\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica que hoje desempenha, a de ser o cart\u00e3o postal da cidade de Pelotas.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m desta, o projeto tamb\u00e9m desenvolve a\u00e7\u00f5es de pesquisa, nas quais s\u00e3o realizadas an\u00e1lises microbiol\u00f3gicas voltadas a assegurar inocuidade para o consumo. A UFPel tem papel fundamental neste sentido, j\u00e1 que fez parte do estudo do hist\u00f3rico imaterial para a certifica\u00e7\u00e3o dos doces junto ao IPHAN e do registro no INPI, para o selo de proced\u00eancia de 14 doces tradicionais de Pelotas.<\/p>\n<p>O Prof. Ferri observou, al\u00e9m do j\u00e1 dito, que a experi\u00eancia do grupo na Fenadoce \u00e9 um exemplar momento de integra\u00e7\u00e3o entre os cursos. Os tr\u00eas envolvidos formam profissionais com habilidades espec\u00edficas e complementares entre si. Deste modo, o conv\u00edvio dos alunos durante os 19 dias da Fenadoce oportuniza, na realidade concreta, a compreens\u00e3o tanto das habilidades comuns como das espec\u00edficas e contribuem, de modo intenso, para que os estudantes percebam os seus poss\u00edveis campos de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os alunos do Controle dos Doces circular\u00e3o, durante os dias desta Fenadoce, entre as bancas da Cidade do Doce, usando os jalecos brancos nos quais est\u00e3o identificados os seus cursos pelos logos bordados no uniforme. E assim, a UFPel tamb\u00e9m circular\u00e1.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21c99b\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;08 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>08 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21c99b\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-08-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11587\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-08-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-08-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-08-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-08-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-08-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 08 de junho<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e1bado, dia 08, o p\u00fablico visitante da Fenadoce verificou no estande da UFPel novas A\u00e7\u00f5es desenvolvidas na Universidade. E as <strong>empresas juniores<\/strong> estiveram presentes. As duas primeiras exposi\u00e7\u00f5es apresentaram as Empresas Juniores da UFPel. A <strong>empresa EnGeoSul<\/strong>, bastante jovem, criada em novembro de 2017, foi apresentada pelos acad\u00eamicos Ana Luiza Galindo e Diego de Magalh\u00e3es, ambos do curso Engenharia de Petr\u00f3leo. A empresa de consultoria de Geoengenharia realiza mapeamento geol\u00f3gico, levantamento topogr\u00e1fico, an\u00e1lise de combust\u00edvel e georrefenciamento. Os clientes atendidos pela empresa s\u00e3o os mais variados, sendo, por exemplo, agricultores, empresas de engenharia de pequeno porte e postos de gasolina. Tamb\u00e9m profissionais liberais como engenheiros. A rela\u00e7\u00e3o da empresa com o mercado tem um atendimento importante e espec\u00edfico para a faixa de pequenos e m\u00e9dios empreendimentos e tamb\u00e9m para as demandas de empresas consolidadas, em situa\u00e7\u00f5es determinadas. Ana Luiza contou que h\u00e1 algum tempo a EnGeoSul realizou um trabalho para uma empresa grande de geologia. Tratava-se de um mapeamento geol\u00f3gico que a empresa n\u00e3o poderia realizar naquele momento. Sabedor da exist\u00eancia da EnGeoSul e do fato de que os estudantes possuem qualifica\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento correto da atividade, o empres\u00e1rio procurou a EJ, e o resultado foi t\u00e3o satisfat\u00f3rio que continuar\u00e1 a segunda etapa do projeto com a EnGeoSul. Diego relatou que estando na EJ pode experienciar novos programas espec\u00edficos da \u00e1rea de geologia e tamb\u00e9m que adveio desta experi\u00eancia uma vis\u00e3o concreta da vida empresarial. Os estudantes apontaram como \u00e9 essencial na sua forma\u00e7\u00e3o a experi\u00eancia de um trabalho real, com todos os desafios que a concretude do mercado apresenta. Ao mesmo tempo, enfatizaram o seu empenho em obter resultados progressivamente mais satisfat\u00f3rios, o que contribui para que o movimento das EJ se fortale\u00e7a. S\u00e3o, portanto, entusiastas desta experi\u00eancia acad\u00eamica\/profissional.<\/p>\n<p>A segunda empresa foi a <strong>V\u00e9rtice Engenharia J\u00fanior<\/strong>, apresentada por Louisi Oliva e Prisciane Demarco, ambas do curso de Engenharia Civil. A V\u00e9rtice vem operando desde 2014, e hoje atende um mercado muito amplo, que tanto se expressa na procura dos profissionais liberais como por empresas de pequeno e m\u00e9dio porte. Prisciane relata que hoje a V\u00e9rtice est\u00e1 desenvolvendo projetos para a UFPel. No dia 07 de junho, por exemplo, houve uma reuni\u00e3o com a Proplan para a V\u00e9rtice realizar o trabalho dos Projetos Preven\u00e7\u00e3o contra Inc\u00eandio dos pr\u00e9dios da UFPel, sobretudo o dos museus no centro hist\u00f3rico e da antiga sede da AABB. Ambas as colegas, hoje presidentes da V\u00e9rtice, ingressaram em 2017, quando estavam na metade do curso. Portanto, ainda no meio da trajet\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o profissional. A EJ propiciou para ambas a grande experi\u00eancia da pr\u00e1tica profissional em uma atividade que se define por esta pr\u00e1tica e, tamb\u00e9m, pelo desenvolvimento do esp\u00edrito empreendedor. Justamente, o emprendedorismo incentiva a gest\u00e3o de pessoas e, sobretudo, a autogest\u00e3o. As demandas de uma EJ levam o estudante ao enfrentamento de aspectos pessoais que acabam por se desenvolver na forma de habilidades muito favor\u00e1veis ao exerc\u00edcio da profiss\u00e3o. O grande desafio que a V\u00e9rtice, nas vis\u00e3o das aluna, enfrenta \u00e9 a inser\u00e7\u00e3o no mercado. Torn\u00e1-la conhecida, vista e, consequentemente, reconhecida \u00e9 uma meta para Louisi, Prisciane e todos os colegas da EJ. Grande desafio e grande sonho.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, mais duas outras empresas se apresentaram. Foi a vez da ECAPE, <strong>Empresa Junior de Consultoria Agron\u00f4mica e Planejamento Estrat\u00e9gico<\/strong>, apresentada pela aluna Daniela Valmorbida, graduanda do Curso Agronomia e da <strong>Empresa Arc\u00e1dia Consultoria Internacional<\/strong>, apresentada por Cristian da Rosa, graduando do Curso Rela\u00e7\u00f5es Internacionais. Daniela, que \u00e9 Diretora do Administrativo Financeiro, explicou que a ECAPE, surgida em 2014 por iniciativa dos alunos do curso, vem prestando consultoria para agricultores, pequenos e grandes, e ramos agr\u00edcolas em geral. Daniela destacou que o atendimento a este ramo \u00e9 essencial em Pelotas e Regi\u00e3o pelo destaque desta produ\u00e7\u00e3o na economia local. Por outro lado, o empreendedorismo, necess\u00e1rio ao engenheiro agr\u00f4nomo, \u00e9 um campo de conte\u00fados que o curso n\u00e3o abrange na totalidade. Portanto, a viv\u00eancia da EJ diferencia o estudante no mercado de trabalho. Por sua vez, Cristian, que \u00e9 o Diretor Comercial da Arc\u00e1dia, surgida em 2018, ou seja, empresa que iniciou sua trajet\u00f3ria recentemente, comenta que o atendimento da empresa, prestando consultoria e assessoria, \u00e9 feito para o ramo de bens e servi\u00e7os de pequenos e m\u00e9dios empres\u00e1rios, que buscam internacionalizar o seu neg\u00f3cio. As consultorias s\u00e3o voltadas para pesquisa de mercado e assessoria em negocia\u00e7\u00e3o. O dom\u00ednio de l\u00ednguas estrangeiras \u00e9 uma necessidade para o profissional que presta este servi\u00e7o. No cen\u00e1rio internacional, o ingl\u00eas \u00e9 a l\u00edngua franca do mercado, no entanto, na regi\u00e3o em que nos encontramos, Cristian observa que o dom\u00ednio do espanhol vem favoravelmente ao encontro das negocia\u00e7\u00f5es. Ambos destacaram que a viv\u00eancia nas EJs acrescenta crescimento pessoal. Daniela destaca o aprendizado em equipe, que as rela\u00e7\u00f5es de trabalho na EJ exigem que seja desenvolvido. Destacou que a organiza\u00e7\u00e3o e auto-organiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o decorr\u00eancias de um aprendizado inerente ao trabalho da Empresa. Cristian observou que h\u00e1 valores que s\u00e3o demandados e que, portanto, se desenvolvem na viv\u00eancia na EJ, um deles \u00e9 o pragmatismo. No entanto, h\u00e1 uma vis\u00e3o de mercado que a Arc\u00e1dia est\u00e1 mostrando, que parte da supera\u00e7\u00e3o de uma finalidade estrita para o Internacionalista, a de vir a ser um diplomata. O campo vem mostrando que este profissional tem um papel importante nas rela\u00e7\u00f5es que o Brasil pode ter com outras na\u00e7\u00f5es por meio do com\u00e9rcio, e em todas as formas de integra\u00e7\u00e3o que o mundo contempor\u00e2neo exige. Daniela e Cristian conversaram sobre o impacto que as EJs t\u00eam sobre a forma\u00e7\u00e3o profissional, mas foram enf\u00e1ticos em dizer que as duas empresas est\u00e3o sendo diferenciais na sua vis\u00e3o de como podem e devem atuar. H\u00e1, em especial, o valor social que as EJs desenvolvem, h\u00e1 um sentido de conv\u00edvio e de respeito, que se expressa na colabora\u00e7\u00e3o. O trabalho colaborativo funda-se no respeito, na intelig\u00eancia que o di\u00e1logo incentiva e na expectativa de contribuir com o desenvolvimento regional.<\/p>\n<p><strong>Prodic em a\u00e7\u00e3o na cidade de Pelotas: pesquisa e extens\u00e3o<\/strong> do curso de Veterin\u00e1ria, apresentada pela Josaine Rappeti e os alunos, P\u00e2mela Caye &#8211; residente da cirurgia do Hospital Veterin\u00e1rio &#8211; e Lu\u00e3 Borges Iepsen &#8211; graduando de Veterin\u00e1ria. Segundo a Prof.\u00aa Josaine, o grupo Prodic (Projeto integrado de pesquisa e extens\u00e3o Dioctophyme Renale em c\u00e3es e gatos), criado em 2012, envolve alunos de todos os n\u00edveis: gradua\u00e7\u00e3o, p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e resid\u00eancia e, inclusive, p\u00f3s-doutorado. O grupo, por um lado, desenvolve investiga\u00e7\u00e3o sobre o parasito que d\u00e1 nome ao trabalho, e por outro, preocupa-se com a divulga\u00e7\u00e3o que o verme provoca, a Dioctofimatose. A import\u00e2ncia do parasito, popularmente conhecido como &#8220;Verme Gigante do Rim&#8221;, est\u00e1 nesta doen\u00e7a que acarreta a destrui\u00e7\u00e3o do rim do hospedeiro, c\u00e3o ou gato e como zoonose, pode atacar a sa\u00fade humana. Josaine destacou o surpreendente dado de que Pelotas e regi\u00e3o \u00e9 a zona com maior n\u00famero de casos positivos diagnosticados no mundo. A informa\u00e7\u00e3o que a Prof.\u00aa ressalta \u00e9 de que a infec\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorre atrav\u00e9s do c\u00e3o e do gato, e sim pela ingest\u00e3o de peixe de \u00e1gua doce contaminado, ou, ainda, da pr\u00f3pria \u00e1gua contaminada. A apresenta\u00e7\u00e3o do grupo, portanto, \u00e9 de interesse da popula\u00e7\u00e3o em geral, sobretudo porque vivemos em uma regi\u00e3o de muita pesca, com \u00e1reas de alagamento e imensa quantidade de c\u00e3es errantes e semi-domiciliados, que acabam tendo papel fundamental na dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a atrav\u00e9s da elimina\u00e7\u00e3o dos ovos desse verme pela urina. Desse modo, a informa\u00e7\u00e3o veiculada pelos estudantes em oportunidades de grande circula\u00e7\u00e3o de pessoas, como a Fenadoce, \u00e9 a de tornar a doen\u00e7a, suas formas de infec\u00e7\u00e3o e de preven\u00e7\u00e3o conhecidas, al\u00e9m de indicar como \u00e9 poss\u00edvel reconhecer nos animais os sinais cl\u00ednicos. Para atingir o objetivo, o aprendizado de como se comunicar com um p\u00fablico n\u00e3o especializado \u00e9 importante e o trabalho de extens\u00e3o acaba desenvolvendo esta habilidade nos alunos. E, considerando que a comunica\u00e7\u00e3o se estabelece de muitos modos e com diferentes meios, os estudantes acabam gerando recursos criativos que aproximam o conte\u00fado e favorecem a compreens\u00e3o do que est\u00e1 sendo apresentado. O Prodic pode ser acessado pelo Facebook, Instagram e no site da UFPel.<\/p>\n<p>O Projeto de Ensino <strong>Liga Acad\u00eamica Interdisciplinar de Ci\u00eancias Forenses<\/strong> &#8211; LACiF, CCQFA, em desenvolvimento desde 2017, com a presen\u00e7a da Prof.\u00aa Dr.\u00aa Clarissa dos Santos (coordenadora da proposta) e dos alunos, Isabela Marques e Luan Passos, foi apresentado aos visitantes atrav\u00e9s dos principais resultados das a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pelo grupo. Dedicados a extrovers\u00e3o do conhecimento a partir de palestras, jornadas acad\u00eamicas e minicursos, a proposta contempla a\u00e7\u00f5es de Extens\u00e3o e Pesquisa em diversos setores vinculados \u00e0s Ci\u00eancias Forenses. Recentemente, um de seus integrantes participou de est\u00e1gio curricular no Instituto Geral de per\u00edcias IGP em Crici\u00fama, Santa Catarina, atuando no laborat\u00f3rio de an\u00e1lises forenses do Instituto de An\u00e1lises Forenses &#8211; IGP, bem como, os integrantes do LACiF, com protagonismo, participaram do Encontro Nacional de Qu\u00edmica Forense &#8211; ENQFOR, relatou sua coordenadora. Como grupo de estudos focado na aplica\u00e7\u00e3o de conte\u00fados cient\u00edficos para fins civis e criminais, o LACiF atua diretamente na qualifica\u00e7\u00e3o de per\u00edcias de crimes contra a vida, patrim\u00f4nio, meio ambiente e avalia\u00e7\u00f5es documentais a partir da intera\u00e7\u00e3o com profissionais\/especialistas da \u00e1rea. Como forma complementar ao ensino, alem de inserir o acad\u00eamico no mercado de trabalho, a proposta reflete na seguran\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o. Na pr\u00e1tica extensionista, subsidia ainda o acesso \u00e1 informa\u00e7\u00f5es a partir da experiencia do exerc\u00edcio na realidade social ao qual se insere, gerando metodologias espec\u00edficas conforme a demanda judicial. Maiores informa\u00e7\u00f5es podem ser acessadas na rede social Liga Acad\u00eamica Interdisciplinar de Ci\u00eancias Forenses &#8211; https:\/\/www.facebook.com\/LACiF.UFPel\/<\/p>\n<p>A <strong>Liga de Atendimento Pr\u00e9-Hospitalar<\/strong> (LAPH) \u00e9 um projeto de extens\u00e3o vinculado \u00e0 Faculdade de Enfermagem. Criada em 2009 pela Enf.\u00aa Dr.\u00aa Celmira Lange, atualmente conta com a colabora\u00e7\u00e3o das professoras Dr.\u00aa Caroline Linck, Dr.\u00aa Len\u00edcia Quadros e Dr.\u00aa Josiele Neves. Nesta apresenta\u00e7\u00e3o, estiveram presente as alunas Helen Sampaio e J\u00e9ssica Braga, acompanhadas da Prof.\u00aa Dr.\u00aa Josiele Neves. Na oportunidade, foram expostos um hemit\u00f3rax (manequim anatomofuncional) e um manequim beb\u00ea, a fim de permitir aproxima\u00e7\u00e3o das pessoas do atendimento de Suporte B\u00e1sico de vida ao simular as manobras de Ressuscita\u00e7\u00e3o Cardiopulmonar (RCP) e atua\u00e7\u00e3o nos casos de engasgo no manequim beb\u00ea. A LAPH desenvolve capacita\u00e7\u00f5es para a comunidade atrav\u00e9s de atividades de promo\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e preven\u00e7\u00e3o de acidentes. Deste modo, contribui para uma sociedade mais justa e empoderada no conhecimento relacionado ao atendimento pr\u00e9-hospitalar em casos de agravos \u00e0 sa\u00fade at\u00e9 a chegada do servi\u00e7o especializado. Para os acad\u00eamicos de enfermagem, \u00e9 oportunizado aproxima\u00e7\u00e3o com tem\u00e1ticas que envolvem o atendimento pr\u00e9-hospitalar, tais como: avalia\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria do trauma, seguran\u00e7a da cena, fraturas, engasgo parada cardiorrespirat\u00f3ria, ressuscita\u00e7\u00e3o cardiopulmonar, convuls\u00e3o, desmaio, choque el\u00e9trico, entre outros. A equipe do projeto aproveita a oportunidade para convidar os acad\u00eamicos de enfermagem para conhecer o projeto e coloca-se dispon\u00edvel para realizar capacita\u00e7\u00f5es \u00e0 comunidade atrav\u00e9s do e-mail: laphfen@gmail.com e pelo facebook https:\/\/www.facebook.com\/LAPH.UFPel\/<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21ca62\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;09 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>09 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21ca62\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-09-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11588\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-09-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-09-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-09-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-09-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-09-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 09 de junho<\/strong><\/p>\n<p>No dia 9 de junho, quinto da Fenadoce, seguiram no estande da UFPel as apresenta\u00e7\u00f5es das A\u00e7\u00f5es desenvolvidas na Universidade. A primeira exposi\u00e7\u00e3o apresentou a \u201c<strong>A\u00e7\u00e3o de Preven\u00e7\u00e3o de Intoxica\u00e7\u00f5es<\/strong>\u201d promovida pela Liga Acad\u00eamica Interdisciplinar de Toxicologia (LAITox), que atualmente envolve 18 alunos e 2 professores de v\u00e1rios unidades acad\u00eamicas, incluindo CCQFA, IB, FAMED e FE. No estande da Fenadoce estavam presentes a Prof.\u00aa Giana Cognato e as alunas do IB, Francise Pedra e Beatriz Freitas. Segundo a Prof.\u00aa Giana, a Liga Acad\u00eamica Interdisciplinar de Toxicologia, que iniciou em 2016 desenvolvendo a\u00e7\u00f5es de ensino, agora \u00e9 um projeto que busca integrar tamb\u00e9m a pesquisa e a extens\u00e3o. Desde maio de 2019, est\u00e3o em andamento a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o a serem desenvolvidas em duas escolas municipais (Adolfo Fetter e Sim\u00f5es Lopes), com o objetivo de prevenir uso de drogas entre adolescentes e adultos. A Prof.\u00aa Giana explicou que a Liga surgiu em decorr\u00eancia da identifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o sul de altos \u00edndices de intoxica\u00e7\u00e3o, especialmente com medicamentos. Outro foco de aten\u00e7\u00e3o da Liga \u00e9 a sa\u00fade dos trabalhadores rurais, em geral muito expostos aos agrot\u00f3xicos. As tr\u00eas participante da a\u00e7\u00e3o na Fenadoce ressaltaram que nos projetos do LAITox os alunos s\u00e3o os protagonistas, decidindo e organizando todas as etapas das a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21cafa\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;10 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>10 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21cafa\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-10-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11589\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-10-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-10-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-10-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-10-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-10-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 10 de junho<\/strong><\/p>\n<p>Na segunda feira, dia 10, o p\u00fablico visitante da Fenadoce verificou no estande da UFPel novas A\u00e7\u00f5es desenvolvidas na Universidade.<\/p>\n<p>A primeira exposi\u00e7\u00e3o, intitulada &#8220;<strong>Mel: o doce mais antigo do mundo<\/strong>&#8220;, foi apresentada pelo Professor Jerri Zanusso e pelo estudante de Agronomia Guilherme Dallman nHeinemann, da Faculdade de Agronomia. O Prof. Jerri explicou que se pensarmos na evolu\u00e7\u00e3o das abelhas, trata-se de cerca de 25 milh\u00f5es de anos de produ\u00e7\u00e3o desse alimento incr\u00edvel. Ent\u00e3o, o projeto divulga o uso do mel como ado\u00e7ante natural e como elemento integrado, inteiramente, \u00e0 tem\u00e1tica da feira, j\u00e1 que o seu uso na culin\u00e1ria possa ser t\u00e3o antigo quanto a pr\u00f3pria cultura humana. O Prof. Jerri lembra que a abelha j\u00e1 foi s\u00edmbolo de realeza, que em determinadas ocasi\u00f5es as colmeias integravam as heran\u00e7as familiares e que, inclusive, constitu\u00edam presentes de casamentos nobres. A versatilidade do mel se reflete nos produtos e receitas que com ele podem ser feitas. No entanto, o ser que propicia a exist\u00eancia desse alimento t\u00e3o rico \u00e9 um polinizador importante, cujo exist\u00eancia se encontra amea\u00e7ada e corre o risco de entrar em linha de extin\u00e7\u00e3o. O risco \u00e9 multifatorial: mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, defensivos qu\u00edmicos, pragas e doen\u00e7as, falta de alimento e assim vai. H\u00e1 registro de dados alarmantes, fornecidos pelos apicultores locais, de 30 a 40% ou mais de perda anual dos enxames. Este \u00e9 o principal objetivo do projeto, sensibilizar o p\u00fablico para a import\u00e2ncia do mel e, igualmente, para as amea\u00e7as que rondam as abelhas. Guilherme, filho de apicultor, mais de 12 anos trabalhando na produ\u00e7\u00e3o de mel, relata como propiciar o conhecimento sobre a apicultura \u00e9 importante para que o p\u00fablico entenda o valor deste alimento. Nesse sentido, o curso de gradua\u00e7\u00e3o ampliou o conhecimento de Guilherme sobre a ci\u00eancia que envolve a natureza das abelhas. Ao seu conhecimento pr\u00e1tico, soma-se, portanto, o conhecimento t\u00e9cnico, aprimorando o seu desempenho como apicultor e promovendo o seu papel de divulgador da ci\u00eancia. Guilherme se entende fazendo o seu curso para fora da Universidade, levando informa\u00e7\u00e3o e conhecimento para um p\u00fablico muito maior que entendendo o valor do alimento, poder\u00e1 adquirir h\u00e1bitos mais saud\u00e1veis de alimenta\u00e7\u00e3o e, talvez, somar-se aos produtores que, sobretudo, s\u00e3o defensores destes insetos incr\u00edveis.<\/p>\n<p>A segunda mostra intitulada &#8220;<strong>Laborat\u00f3rio Aberto de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o<\/strong>&#8221; foi apresentadas pela Prof.\u00aa Andr\u00e9a Lacerda Bachettini, restauradora Keli Scolari e pelas acad\u00eamicas Isis F\u00f3fano Gama e Kerllen Peres Cavalheiro, ambas de Curso de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Bens Culturais M\u00f3veis do Instituto de Ci\u00eancias Humanas. O Laborat\u00f3rio, fundado em 2009, desenvolve a\u00e7\u00f5es de restauro e conserva\u00e7\u00e3o de pinturas, esculturas e documentos hist\u00f3ricos, pertencentes a acervos de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas. Na mostra estava uma pintura \u00f3leo sobre tela, de g\u00eanero natureza morta e em um slide-show, v\u00e1rias outras obras e os processos de restauro empregados. Tamb\u00e9m estavam \u00e0 mostra o microsc\u00f3pio \u00f3ptico-digital utilizado para observar as camadas de tinta e os danos que dever\u00e3o ser tratados, a lupa binocular para observa\u00e7\u00e3o das fibras t\u00eaxteis da trama da tela, al\u00e9m dos instrumentos empregados no trabalho essencialmente manual que o conservador faz sobre a obra. Os visitantes puderam entender, assistindo os processos e olhando pelos equipamentos, a profundidade de tempo que os materiais de cada pe\u00e7a acumulam e, consequentemente, compreender o que faz o restaurador. Este laborat\u00f3rio e mais dois outros (Laborat\u00f3rio de Conserva\u00e7\u00e3o em Papel e o Laborat\u00f3rio de Ci\u00eancia do Patrim\u00f4nio, ambos do Curso de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o) est\u00e3o sendo os agentes do trabalho de conserva\u00e7\u00e3o da C\u00e1psula do Tempo de Yolanda Pereira.Para os que n\u00e3o est\u00e3o acompanhando o assunto, contamos que a c\u00e1psula do tempo foi retirada do monumento da Yolanda Pereira, localizado em um dos pontos da Pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio, no dia 7 de maio. O encontro da c\u00e1psula adveio de uma oportunidade e de um conhecimento pr\u00e9vio sobre a exist\u00eancia dela. A oportunidade veio do trabalho de reforma feito na Pra\u00e7a e o conhecimento, de uma pesquisa feita por um aluno da UFPel. Yolanda Pereira \u00e9 um \u00edcone da hist\u00f3ria da cidade porque em 1930 recebeu a s\u00e9rie de t\u00edtulos que culminou com o de Miss Universo. No dia 14 de maio, ap\u00f3s a abertura da caixa de metal, selada pela corros\u00e3o, a c\u00e1psula seguiu para o Laborat\u00f3rio que \u00e9 o respons\u00e1vel pela delicada e desafiadora miss\u00e3o de recuperar os fragmentos do que nela foi colocado h\u00e1 89 anos. Apenas tr\u00eas universidades no Brasil possuem Curso de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Bens Culturais. Todas s\u00e3o universidades federais. No entanto, o fato de um existir em Pelotas est\u00e1 associado ao patrim\u00f4nio que a cidade possui e reconhece, tanto material como imaterial. O patrim\u00f4nio desta cidade \u00e9 um privil\u00e9gio e a cidade tem o privil\u00e9gio de ter quem o cuide.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21cb9a\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;11 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>11 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21cb9a\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><em>Convite<\/em> Mesa redonda: Os Museus da UFPel na Fenadoce<\/strong><\/p>\n<p>Os diretores dos museus da UFPel \u2013 Museu de Artes Leopoldo Gotuzzo, Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter e Museu do Doce &#8211; participam de uma mesa redonda na Fenadoce, que este ano tem como tema <strong>Patrim\u00f4nio Nosso<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio:<\/strong> 16h.<br \/>\n<strong>Local:<\/strong> Audit\u00f3rio II do Centro de Eventos da Fenadoce.<\/p>\n<p><strong>Convidados: <\/strong>Lauer Alves Nunes dos Santos, Jo\u00e3o Ricardo Vieira Iganci e Roberto Heiden<br \/>\nDiretores dos Museus, respectivamente: Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo, Museu de Ci\u00eancias Naturais Carlos Ritter e Museu do Doce, todos da Universidade Federal de Pelotas e que atualmente se encontram no entorno da Pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio. Os tr\u00eas s\u00e3o professores da UFPel. Lauer \u00e9 graduado em Pintura e doutor em Comunica\u00e7\u00e3o e Semi\u00f3tica pela PUCSP. \u00c9 artista e organiza diversas exposi\u00e7\u00f5es de artes. Jo\u00e3o Ricardo \u00e9 graduado em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e doutor em Bot\u00e2nica. Pesquisador e professor de Bot\u00e2nica. Roberto \u00e9 graduado em Artes Visuais e doutor Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural. \u00c9 professor do Curso de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o da UFPel.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-11-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11591\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-11-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-11-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-11-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-11-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-11-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 11 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>N\u00facleo de Estudos e Pesquisas em Cogni\u00e7\u00e3o e Aprendizagem NEPCA &#8211;\u00a0<\/strong>O NEPCA foi criado em 2009, objetivando se constituir em espa\u00e7o de investiga\u00e7\u00e3o e documenta\u00e7\u00e3o sobre tem\u00e1ticas que envolvem as pessoas com defici\u00eancia e Transtorno do Espectro do Autismo. Estiveram presentes no estande a Prof.\u00aa Maria Teresa Nogueira, da faculdade de Psicologia; a Prof.\u00aa Rita C\u00f3ssio Rodrigues, do Instituto de Biologia; a Mestranda Ver\u00f4nica Porto; a Especialista Maximira Porci\u00fancula; e as acad\u00eamicas Luana Bueno e Ivana Vargas. As professoras relataram que o projeto, al\u00e9m de investigar como se d\u00e1 o diagn\u00f3stico e as interven\u00e7\u00f5es oportunizadas, realizam o estudo do Transtorno do Espectro Autista, realizando levantamento detalhado das pessoas atendidas no centro de neurodesenvolvimento da UFPel, diagn\u00f3sticos, tratamentos medicamentosos ou terap\u00eauticos e encaminhamentos. As linhas de pesquisa envolvem: S\u00edndrome de Asperger, Transtorno do Espectro Autista, Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva, processos mentais e aprendizagem. Maria conta que, em 2013, a pesquisa \u201cProcessos mentais e aprendizagem de pessoas SA (S\u00edndrome de Asperger)\u201d incluiu Portugal como foco de investiga\u00e7\u00e3o, centros de refer\u00eancia, escolas, professores e alunos. Um dos escopos analisados foram as pol\u00edticas p\u00fablicas de ambos os pa\u00edses no que tange a educa\u00e7\u00e3o inclusiva, encaminhamentos de alunos com defici\u00eancia, organiza\u00e7\u00e3o da inclus\u00e3o e, mais especificamente, inclus\u00e3o de alunos asperger nas escolas, centros de refer\u00eancia e centros de educa\u00e7\u00e3o especial. O alargamento dos dados, estudos, conceitos e horizontes, oportunizou a an\u00e1lise da import\u00e2ncia da Interven\u00e7\u00e3o precoce em todo o processo de inclus\u00e3o. Concomitante, inaugurava-se em Pelotas o Centro de Atendimento ao Autista, que o NEPCA j\u00e1 se inseria como elemento de apoio. Assim, em 2014, adaptando o modelo portugu\u00eas de interven\u00e7\u00e3o precoce, inicia-se em pelotas o projeto de investiga\u00e7\u00e3o \u201cInterven\u00e7\u00e3o Precoce para pessoas TEA: um estudo luso-brasileiro\u201d, em parceria com a Universidade do Minho, Centro de Atendimento ao Autista e Centro de Neurodesenvolvimento. O grupo aproveitou a oportunidade para divulgar que, entre os dias 28 e 30 de agosto, acontecer\u00e1, na FAEM, o 2\u00ba Conlubra &#8211; Congresso Luso Brasileiro sobre Transtorno do Espectro Autista e Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva. Saiba mais em https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/nepca\/.<\/p>\n<p><strong>Laborat\u00f3rio de S\u00edntese Org\u00e2nica Limpa LASOL<\/strong> &#8211; Laborat\u00f3rio de Pesquisa do Centro de Ci\u00eancia Qu\u00edmica, Farmac\u00eauticas e de Alimentos da Faculdade de Qu\u00edmica. O LASOL desenvolve pesquisas desde 2003 e possui como principal foco de investiga\u00e7\u00e3o a s\u00edntese de mol\u00e9culas que possuam aplica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, bem como aplica\u00e7\u00e3o de uma qu\u00edmica mais verde e mais limpa. O projeto \u00e9 coordenado pelo prof. Eder Lenard\u00e3o, que atua como orientador, juntamente com os profs. Gelson Perin, Raquel Jacob, Diego Alves, M\u00e1rcio dos Santos e Daniela Hartwig. Nessa edi\u00e7\u00e3o da Fenadoce, a equipe de acad\u00eamicos Daniela Rodrigues, Yanka Rocha e Lucas Iarocz apresentaram resultados parciais desenvolvidos no laborat\u00f3rio, tais como: modifica\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de \u00f3leos essenciais e vegetais; estudos farmacol\u00f3gicos biotecnol\u00f3gicos de mol\u00e9culas bioatiativas; s\u00edntese de compostos organocalcog\u00eanios e qu\u00edmica limpa e s\u00edntese e reconhecimento Quiral via Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica Nuclear de compostos org\u00e2nicos. As a\u00e7\u00f5es de pesquisa voltam-se para a \u00e1rea farmacol\u00f3gica, visando atingir uma mol\u00e9cula que possua potencial farmacol\u00f3gico de alto n\u00edvel para, posteriormente, chegar-se a possibilidade de aplica\u00e7\u00e3o industrial de produtos farmos. Para tanto, as mol\u00e9culas s\u00e3o submetidas a testes biol\u00f3gicos, atrav\u00e9s de parcerias do LASOL com grupos de pesquisa do curso de biotecnologia da UFPel (GPN e LaFarBio). O laborat\u00f3rio conta com alunos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mestrado, doutorado e p\u00f3s-doutorado.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3-Reitoria de Assuntos Estudantis &#8211; PRAE &#8211; UFPel<\/strong> possui foco em a\u00e7\u00f5es de perman\u00eancia estudantil na institui\u00e7\u00e3o. A PRAE, que tem por defini\u00e7\u00e3o o apoio ao acad\u00eamico nas dimens\u00f5es da qualidade da habita\u00e7\u00e3o, alimenta\u00e7\u00e3o, transporte, aux\u00edlio para m\u00e3es e pais universit\u00e1rios e aux\u00edlio pedag\u00f3gico atrav\u00e9s do NUPAD &#8211; N\u00facleo Psicopedag\u00f3gico de Apoio ao Discente, foi criada no ano de 2007, a partir da identifica\u00e7\u00e3o da necessidade de atendimento aos estudantes de diversas partes do pa\u00eds, ingressantes atrav\u00e9s do Sistema de Sele\u00e7\u00e3o Unificada (SISU), que passaram a demandar a amplia\u00e7\u00e3o do programa de moradia estudantil e a cria\u00e7\u00e3o de alojamento provis\u00f3rio. Essa foi a motiva\u00e7\u00e3o para transformar a CAEC (Coordenadoria de Assuntos Estudantis e Comunit\u00e1rios) em uma pr\u00f3-reitoria, aumentando a capacidade de atendimento dos estudantes, com uma estrutura mais adequada para responder positivamente a essas demandas e a outras, que foram se apresentando com a consolida\u00e7\u00e3o dessa forma de ingresso na UFPel. A PRAE conta, atualmente, com duas Coordena\u00e7\u00f5es: a de Integra\u00e7\u00e3o Estudantil (CIE) e a de Pol\u00edticas Estudantis (CPE), subdivididas em n\u00facleos que acompanham os diversos programas desenvolvidos na institui\u00e7\u00e3o. Nessa edi\u00e7\u00e3o da Fenadoce de 2019, atrav\u00e9s do seu Pr\u00f3-Reitor, Mario Renato de Azevedo Junior, e das T\u00e9cnicas Administrativas Luana Padilha Correa e Ang\u00e9lica Leitzke, a PRAE realizou di\u00e1logos com a comunidade visitante. Ang\u00e9lica, atuante na coordena\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas estudantis, salientou que a Coordena\u00e7\u00e3o em que atua auxilia nos processos de sele\u00e7\u00e3o dos ingressantes na Casa de Estudante e na administra\u00e7\u00e3o de infraestrutura da mesma. Luana reiterou a atua\u00e7\u00e3o da Coordena\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o de editais, de aux\u00edlios a eventos, subsidiando recursos ao acad\u00eamicos, bem como na atua\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o das formaturas institucionais, em conjunto com outros setores da institui\u00e7\u00e3o. Como foco, dentro das a\u00e7\u00f5es de 2019, demonstraram as novas estruturas da Casa de Estudantes ao p\u00fablico da Fenadoce, divulgando o Programa de Apoio Pedag\u00f3gico coordenado pela Prof.\u00aa Lucia Peres e pela Pedagoga Rejane Jouglard. Para maiores informa\u00e7\u00f5es, acesse https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prae\/.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21cc47\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;12 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>12 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21cc47\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><i>Convite<\/i>\u00a0Palestra: A influ\u00eancia da tradi\u00e7\u00e3o do vinho na identidade cultural portuguesa<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 16h.<br \/>\nSobre o palestrante:<strong> Valdecir Carlos Ferri <\/strong>\u00e9 Doutor em Ci\u00eancias agr\u00e1rias, na \u00e1rea de vitivinicultura, P\u00f3s-doutor pela Universidade de Coimbra\/Portugal na \u00e1rea de patrim\u00f4nios alimentares: culturas e identidades. Professor pesquisador em Ci\u00eancia e Tecnologia Agroindustial da UFPel. Membro do Diaita &#8211; Patrim\u00f4nio alimentar da Lusofonia, L\u00edder de Grupo de pesquisa em Bebidologia e Alimentici\u00eancia Inovativas &#8211; BIA; colaborador no N\u00facleo de Arranjos Produtivos Locais &#8211; APL Alimentos da Regi\u00e3o Sul. Atuou como Assistente t\u00e9cnico Estadual de Fruticultura pela Emater-RS. Foi respons\u00e1vel t\u00e9cnico pela elabora\u00e7\u00e3o de vinhos CVE (Cefet-BG) de Bento Gon\u00e7alves RS. Respons\u00e1vel pelo Laborat\u00f3rio de Inova\u00e7\u00e3o em Bebidas &#8211; LIBER.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-12-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11592\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-12-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-12-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-12-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-12-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-12-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 12 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Previs\u00f5es Meteorol\u00f3gicas &#8211; <\/strong>No dia 12 de junho, o Curso de Metereologia esteve presente no estande da UFPel. Estavam presentes os professores Leonardo Calvetti e Andr\u00e9 Becker Nunes, mais os alunos Isadora Grunemberg, Lucas Marten e Karollyn Andrzejewski, representando o curso de gradua\u00e7\u00e3o, o mestrado, o Pet Metereologia e o Centro de Previs\u00f5es Meteorol\u00f3gicas da UFPel (CPMET). De acordo com os professores, os campos de atua\u00e7\u00e3o do meteorologista s\u00e3o muitos, bem como os usu\u00e1rios. A aplica\u00e7\u00e3o na agricultura, na aeron\u00e1utica, na marinha s\u00e3o muito diretas, mas o estudo meteorol\u00f3gico tamb\u00e9m \u00e9 aplicado ao conhecimento sobre a polui\u00e7\u00e3o do ar, da climatologia e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e nas energias renov\u00e1veis. O grupo destacou na apresenta\u00e7\u00e3o o site do CPMET, o qual passou a funcionar plenamente em 2019 quando foi finalizada a instala\u00e7\u00e3o do radar metereol\u00f3gico da UFPel. No site \u00e9 poss\u00edvel acessar em tempo real a previs\u00e3o de chuvas e tempestades em um raio de 400 km, o que abrange quase todo o estado do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p><strong>Empresa Jr de Consultoria em Alimentos &#8211; Maillard Jr &#8211; <\/strong>Mais uma empresa j\u00fanior esteve na Fenadoce. Desta vez foi EJ de consultoria em alimentos (Maillard Jr) que contribuiu para divulgar e fomentar o movimento das empresas juniores e sua import\u00e2ncia para a comunidade bem como para a Universidade. No caso espec\u00edfico da Maillard, o objetivo esteve muito integrado \u00e0 feira sobretudo pela \u00e1rea de alimentos da universidade que atende, de modo amplo, as demandas da comunidade local al\u00e9m do potencial para pesquisas que o campo apresenta e a EJ pode atender. Desse modo, a Universidade tamb\u00e9m propicia que a a\u00e7\u00e3o de empres\u00e1rios juniores atenda todas as formas empresariais do local.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Palestra &#8211; A influ\u00eancia da tradi\u00e7\u00e3o do vinho na identidade cultural portuguesa<\/strong><\/p>\n<p>Na tarde desta quarta-feira, o audit\u00f3rio 2 da 27\u00aa Feira Nacional do Doce foi palco para conversar sobre a bebida jurupiga. O debate ocorreu por meio do trabalho realizado pelo professor da \u00e1rea de alimentos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Valdecir Ferri, intitulado &#8220;A influ\u00eancia da tradi\u00e7\u00e3o do vinho na identidade cultural portuguesa&#8221;.<\/p>\n<p>A pesquisa de Valdecir busca entender se o vinho \u00e9 considerado um fator de identidade cultural para os imigrantes portugueses no Brasil. O estudo iniciou em Portugal, quando o docente viajou para a a cidade de Coimbra com intuito de avaliar como que o vinho intitulado &#8220;jurupiga&#8221; \u00e9 produzido. &#8220;\u00c9 um vinho n\u00e3o muito comum, ent\u00e3o poucas comunidades elaboram esse tipo&#8221;, comenta. Os resultados mostraram que o vinho faz parte da vida social dos portugueses: seja em festa, anivers\u00e1rios, visitas em casa ou reuni\u00f5es, a jurupiga faz parte do momento. O estudo tamb\u00e9m apontou que o lucro com a bebida n\u00e3o \u00e9 um fator de import\u00e2ncia para as comunidades. &#8220;O importante \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia e manter a sociedade&#8221;, aponta o docente.<\/p>\n<p>No retorno ao Brasil, Valdecir esteve na Ilha dos Marinhos &#8211; local onde produzem a bebida na regi\u00e3o Sul &#8211; para verificar se o costume tamb\u00e9m se aplica aos imigrantes. Os resultados apontaram que a bebida \u00e9 um fator cultural e de identidade tamb\u00e9m no Brasil, fazendo com que a comunidade tenha orgulho de ser de origem portuguesa. &#8220;Ele integra as fam\u00edlias, faz com que a comunidade se re\u00fana, e muitas vezes a jurupiga faz com que eles resolvam problemas dentro da comunidade&#8221;, comenta Valdecir. A parte financeira tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 importante neste caso, sendo essencial apenas manter a tradi\u00e7\u00e3o e passar para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em Portugal, a castanha \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o que harmoniza com a jeropiga. Os pr\u00f3ximos passos do projeto ser\u00e1 associar a coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa ao doce e a bebida. &#8220;O pr\u00f3ximo passo ser\u00e1 fazer um elo entre o imigrante, o doce e a jurupiga&#8221;, afirma o professor.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21ccec\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;13 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>13 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21ccec\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-13-fde-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11593\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-13-fde-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-13-fde-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-13-fde-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-13-fde-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-13-fde-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 13 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Programa Perman\u00eancia e Qualidade Acad\u00eamica<\/strong> &#8211; O objetivo do programa, o qual \u00e9 vinculado \u00e0 coordenadoria de Ensino e Curr\u00edculo, \u00e9 o acompanhamento pedag\u00f3gico dos 96 cursos de gradua\u00e7\u00e3o da UFPel. Estiveram presentes no estande a coordenadora do programa, prof.\u00aa Maira Ferreira, e os t\u00e9cnicos administrativos da Pr\u00f3-reitoria de Ensino, Gustavo Rickes e Carla Lemos. Segunda a prof.\u00aa Maira, o programa realiza a orienta\u00e7\u00e3o de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o vigente, para uma melhor forma\u00e7\u00e3o dos estudantes, com discursos sobre os cursos, projetos e novas propostas, al\u00e9m de realizar a\u00e7\u00f5es de integra\u00e7\u00e3o do Ensino Superior com a Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. O programa \u00e9 dividido em 3 n\u00facleos, a saber: N\u00facleo de Projetos e programas, que envolve o ensino, monitorias, PIBID, PETs, etc; N\u00facleo de Licenciatura e Est\u00e1gios; e N\u00facleo de Bacharelado e Est\u00e1gios.<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o da Editora da UFPel e lan\u00e7amento do livro \u201cCarne Viva\u201d<\/strong> &#8211; Na sequ\u00eancia, a apresenta\u00e7\u00e3o foi da Editora da UFPel, que tamb\u00e9m fez o lan\u00e7amento do livro \u201cCarne Viva\u201d, de Andr\u00e9 Macedo. Estiveram presentes a Prof.\u00aa Ana da Rosa Bandeira, editora-chefe, e Morgana Riva, assessora, al\u00e9m do autor Andr\u00e9 Macedo. A Prof.\u00aa Ana Bandeira disse que a presen\u00e7a da Editora na Fenadoce objetivou apresentar aos visitantes que circularam na Fenadoce 2019 o trabalho desenvolvido pela Editora UFPel, o que foi feito atrav\u00e9s da exibi\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de E-books gratuitos. Hoje, a Editora da UFPel prioriza a publica\u00e7\u00e3o de obras digitais de livre acesso, seguindo o princ\u00edpio da distribui\u00e7\u00e3o gratuita e universal. O processo de editora\u00e7\u00e3o conta com a articula\u00e7\u00e3o de projetos de ensino e de extens\u00e3o e envolve estudantes de diferentes cursos que vivem a experi\u00eancia concreta de \u00e1reas como projeto gr\u00e1fico e diagrama\u00e7\u00e3o de livros. O livro \u201cCarne Viva\u201d de Andr\u00e9 Macedo \u00e9 uma novela gr\u00e1fica que conta hist\u00f3rias ambientadas na cidade de Pelotas. A criatividade do escritor, cartunista e desenhista encontrou nas arquibancadas de um est\u00e1dio de futebol o cen\u00e1rio para uma hist\u00f3ria cujos personagens sobrevivem em uma sociedade conflitada por tend\u00eancias fascistas, movimentos de resist\u00eancia, multiculturalismo e pela necessidade b\u00e1sicas e comuns a todos.<\/p>\n<p><strong>A Casa do Conselheiro<\/strong> &#8211; A mostra apresentou o livro multiformato &#8220;A Casa do Conselheiro&#8221; pelas coordenadoras do projeto as conservadoras Rosaura Isquierdo e Degli Quevedo, a muse\u00f3loga Jossana Peil Coelho e a terapeuta ocupacional Desir\u00e9e Nobre. O livro \u00e9 um produto l\u00fadico e did\u00e1tico voltado para crian\u00e7as, inclusive aquelas com necessidades educativas especiais. O tema, muito apropriado ao contexto da Feira, \u00e9 a sede do Museu do Doce da UFPel, a casa de n\u00famero 8 na Pra\u00e7a Cel. Pedro Os\u00f3rio. Nele a hist\u00f3ria da casa \u00e9 traduzida e apresentada, simultaneamente, em diferentes formatos (impresso e em s\u00edmbolos pictogr\u00e1ficos, braile, \u00e1udio-livro, v\u00eddeo-livro em libras e quatro esquemas t\u00e1teis). Todos os recursos est\u00e3o em uma \u00fanica caixa, que por si s\u00f3, j\u00e1 convida a que crian\u00e7as e adultos queiram saber o que h\u00e1 dentro. Tornando tudo ainda mais convidativo e contempor\u00e2neo, o conte\u00fado pode ser acessado em \u00e1udio e v\u00eddeo-livro por meio de um QRcode que remete para o site do Museu do Doce. O manuseio simult\u00e2neo das diferentes vers\u00f5es estimula a compreens\u00e3o do conte\u00fado e incentiva a integra\u00e7\u00e3o entre crian\u00e7as com e sem defici\u00eancia pelo fato de que experienciar os recursos conjuntamente ajuda a compreender e aceitar a defici\u00eancia. A casa hist\u00f3rica, integrante do patrim\u00f4nio cultural de prote\u00e7\u00e3o em n\u00edvel federal, que sedia o Museu, \u00e9 divulgada por este livro de maneira in\u00e9dita, criativa e integradora.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21cd85\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;14 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>14 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21cd85\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><em>Convite<\/em>\u00a0Palestra: A ind\u00fastria do p\u00eassego em Pelotas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 19h.<br \/>\nSobre o palestrante:<strong> Alcir Nei Bach <\/strong>\u00e9\u00a0graduado em Geografia e Doutor em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural pela UFPel. Professor aposentado desta Universidade, atuou nos cursos de Geografia e Turismo. Tanto no mestrado como no doutorado pesquisou sobre as antigas f\u00e1bricas de compotas de p\u00eassego da regi\u00e3o rural do munic\u00edpio de Pelotas. Conseguiu realizar o registro e documenta\u00e7\u00e3o dessas f\u00e1bricas e desse modo, revelou como essas empresas existiram, como era o cotidiano do trabalho, onde ficavam e qual o impacto na economia da regi\u00e3o. Acabou por mostrar a paisagem do per\u00edodo: muitos trabalhadores, muitos caminh\u00f5es circulando com essa produ\u00e7\u00e3o e muitas chamin\u00e9s despontando em cada f\u00e1brica.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: red\">As exposi\u00e7\u00f5es que aconteceriam no dia 14 de junho foram transferidas para o dia 23 de junho, em virtude da paralisa\u00e7\u00e3o marcada para este dia.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Palestra &#8211; <\/strong><strong>As F\u00e1bricas de Compotas de P\u00eassego em Pelotas <\/strong><strong>de 1950 a 1970<\/strong><\/p>\n<p>A continuidade das palestras vinculadas ao Festival de Gastronomia na Fenadoce ocorreu no dia 14 com os resultados da pesquisa que o Prof.<strong>\u00a0Alcir Nei Bach\u00a0<\/strong>realizou no seu mestrado e doutorado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural pela UFPel. Alcir buscou recuperar a hist\u00f3ria das ind\u00fastrias rurais de compotas de P\u00eassego em uma Pelotas que era maior do que \u00e9 hoje, porque os munic\u00edpios de Morro Redondo, Turu\u00e7u e Arroio do Padre ainda n\u00e3o haviam se emancipado. Muitas das f\u00e1bricas, neste per\u00edodo, n\u00e3o eram registradas e a documenta\u00e7\u00e3o formal n\u00e3o foi, portanto, gerada. No entanto, estas f\u00e1bricas familiares existiram desde o final do s\u00e9culo XIX. Para localiz\u00e1-las, Alcir foi ao encontro do que sobrou deste patrim\u00f4nio industrial. Localizou a maioria das f\u00e1bricas fechadas, identificadas pela chamin\u00e9 que um dia havia funcionado em todas. Com a persist\u00eancia pr\u00f3pria do pesquisador, Alcir foi ao encontro das pessoas que trabalharam nestas f\u00e1bricas e, assim, construiu um mapa de localiza\u00e7\u00e3o e uma hist\u00f3ria social das comunidades nas quais estas f\u00e1bricas surgiram e se desenvolveram. Acabou por identificar tr\u00eas per\u00edodos que marcaram a trajet\u00f3ria da maioria das f\u00e1bricas e observou os eventos sociais que as narrativas dos seus depoentes contavam sobre os bailes, sobre as festas, sobre o futebol colonial, sobre os t\u00edtulos de rainha dado \u00e0s mo\u00e7as do lugar e sobre o modo como aconteciam os casamentos, os cultos e os aprendizados que viabilizaram o surgimento de tantas f\u00e1bricas. Constatou que o fen\u00f4meno de surgimento destas ind\u00fastrias rurais iniciou em 1950, teve seu apogeu na d\u00e9cada de 1960 e o seu decl\u00ednio irrecuper\u00e1vel na seguinte, quando as grandes marcas de compotas se instalaram na cidade. No transcorrer da pesquisa, Alcir obteve r\u00f3tulos, documentos e fotografias que ajudam a ilustrar trinta anos de trabalho na col\u00f4nia voltado ao plantio e ao processamento do p\u00eassego e, em escala menor, de outras frutas. Muitos objetos foram trazidos a ele por seus depoentes, atestando a criatividade com que os problemas foram tratados por essas comunidades. A pesquisa de Alcir resultou no georrefenciamento destas f\u00e1bricas e em um levantamento de hist\u00f3rias que merecem ser conhecidas porque fazem parte da tradi\u00e7\u00e3o doceira da regi\u00e3o e a explicam em grande medida.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21ce21\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;15 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>15 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21ce21\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><em>Convite<\/em> Palestra:<\/strong> <strong>Modela Pelotas: o patrim\u00f4nio na palma da m\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 19h.<br \/>\nSobre a palestrante: <strong>Adriane Borda Almeida da Silva <\/strong>\u00e9 arquiteta, Doutora pela <em>Universidad de Zaragoza<\/em> (Espanha) e p\u00f3s doutora em Arquitetura pela Universidade de<em> Leuven\/B\u00e9lgica<\/em>. Atualmente \u00e9 professora titular da Universidade Federal de Pelotas e coordena o GEGRADI da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, laborat\u00f3rio de gr\u00e1fica digital que j\u00e1 produziu maquetes dos principais monumentos de Pelotas. As maquetes permitem que se conhe\u00e7am detalhes inacess\u00edveis de v\u00e1rios edif\u00edcios. O Grupo tamb\u00e9m usa v\u00e1rias outras t\u00e9cnicas de representa\u00e7\u00e3o digital para criar modelos tridimensionais do patrim\u00f4nio local.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-15-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11596\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-15-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-15-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-15-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-15-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-15-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 15 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>SOVET &#8211; Servi\u00e7o de Oncologia Veterin\u00e1ria: preven\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico e tratamento de c\u00e2ncer em animais<\/strong> &#8211; Atrav\u00e9s de uma abordagem delicada aos visitantes da feira, os membros do projeto SOVET entregaram folders, pirulitos e biscoitos caninos, al\u00e9m de apresentar informa\u00e7\u00f5es sobre o c\u00e2ncer em animais, principalmente do ponto de vista da sua preven\u00e7\u00e3o. O grupo levou para o estande bichos de pel\u00facia preparados com bordados e apliques que simulam as les\u00f5es neopl\u00e1sicas e banners ilustrativos das a\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias do SOVET. A exposi\u00e7\u00e3o se configurou como uma a\u00e7\u00e3o educativa e cumpriu com o objetivo de demonstrar o trabalho que vem sendo realizado pelo SOVET &#8211; UFPEL desde 2014.<\/p>\n<p><strong>Patrim\u00f4nio Arquitet\u00f4nico na Palma da M\u00e3o<\/strong> &#8211;\u00a0Esteve presente na exposi\u00e7\u00e3o alunos do Grupo de Estudos de Ensino\/aprendizagem de Gr\u00e1fica Digital, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e a coordenadora Profa. Adriane Borda. V\u00e1rias maquetes e esquemas t\u00e1teis referentes ao Patrim\u00f4nio Arquitet\u00f4nico da cidade de Pelotas, particularmente aquele do entorno da Pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio, foram apresentadas aos visitantes da Fenadoce. Ao parar para conhecer os modelos, os visitantes souberam que havia um intenso trabalho para chegar a cada resultado. Assim, para al\u00e9m da experi\u00eancia visual, cada esquema esclarece ao estudante de arquitetura a compreens\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es e de suas rela\u00e7\u00f5es de escala e de vizinhan\u00e7a. Mas \u00e9 preciso destacar que o grande desafio vencido a cada resultado \u00e9 que os modelos possam ser experienciados por meio do tato. O estudo que leva a cada resultado, vem da forma como a complexidade formal da informa\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser entendida. Por isso, os modelos est\u00e3o representados em diferentes escalas, em partes diferentes que se combinam para que a m\u00e3o possa entender o que o olho v\u00ea. A riqueza e exatid\u00e3o da interpreta\u00e7\u00e3o dos elementos decorativos encantou os visitantes. Todas as representa\u00e7\u00f5es foram produzidas por meio de t\u00e9cnicas de fabrica\u00e7\u00e3o digital, por impress\u00e3o 3D ou por corte a laser. O patrim\u00f4nio assim visto e sentido torna-se mais pr\u00f3ximo e afetivo.<\/p>\n<p><strong>Mostra de desenhos e ilustra\u00e7\u00f5es<\/strong> &#8211; Grupo PET-Artes Visuais e o Projeto Arte na Escola, presentes com alunos dos projetos e com a Profa. N\u00e1dia Senna, coordenadora, mostrou t\u00e9cnicas de desenhos e ilustra\u00e7\u00f5es em diferentes suportes e os visitantes foram surpreendidos pelas atividades interativas que os convidavam a vir no estande e conhecer a envolvente produ\u00e7\u00e3o no mundo da arte.<\/p>\n<p>Mais duas a\u00e7\u00f5es ocuparam o estande neste dia. O <strong>Grupo de Estudos em Qu\u00edmica Forense<\/strong> disponibilizou informa\u00e7\u00f5es sobre o curso de Bacharelado em Qu\u00edmica Forense da UFPel. Todas as informa\u00e7\u00f5es essenciais estiveram dispon\u00edveis, sobretudo aquelas que esclarecem as \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o do profissional formado e principais atividades desenvolvidas. Tamb\u00e9m foi apresentado o projeto de ensino intitulado: Grupo de Estudos em Qu\u00edmica Forense, que d\u00e1 apoio \u00e0s atividades desenvolvidas no Curso. Estavam presentes alguns materiais relacionados \u00e0s t\u00e9cnicas de investiga\u00e7\u00e3o em cenas de crimes, como modelos de pegadas, impress\u00f5es digitais reveladas, identifica\u00e7\u00f5es colorim\u00e9tricas de manchas de sangue e outros; e os apresentadores prestaram informa\u00e7\u00f5es sobre as curiosidades que o Curso oportuniza aos visitantes.<\/p>\n<p>A \u00faltima a\u00e7\u00e3o apresentou o <strong>Servi\u00e7o de Assist\u00eancia Jur\u00eddica da Faculdade de Direito<\/strong>. As apresentadoras buscaram divulgar o importante trabalho que \u00e9 oferecido \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Nele, alunos do Curso de Direito, sob a supervis\u00e3o dos professores, prestam orienta\u00e7\u00e3o jur\u00eddica \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de baixa renda. Junto ao servi\u00e7o foram apresentados os projetos de extens\u00e3o conduzidos pelo SAJ, a exemplo do Defensa (assessoria criminal) e do Direito Cuidativo (assessoria na \u00e1rea da sa\u00fade), entre outros que est\u00e3o sendo projetados para 2019 e 2020. Desse modo, a Faculdade de Direito, tamb\u00e9m ela um patrim\u00f4nio da cidade, fez-se presente na Feira, contribuindo para que o papel social da UFPel fosse mais conhecido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Palestra:<\/strong> <strong>Modela Pelotas: o patrim\u00f4nio na palma da m\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u201cModela Pelotas: O Patrim\u00f4nio na Palma da M\u00e3o\u201d foi o tema da palestra da professora Adriane Borda, coordenadora do projeto que j\u00e1 existe de forma intermitente h\u00e1 15 anos, e \u00e9 vinculado ao curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pelotas.<br \/>\nA professora explicou a hist\u00f3ria do projeto, que tem como objetivo o desenvolvimento de material digital para ensino e aprendizagem a partir da representa\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e arquitet\u00f4nico da cidade de Pelotas. Al\u00e9m disso, promove acessibilidade a partir de fabrica\u00e7\u00e3o digital, como impress\u00e3o 3D e corte a laser.<br \/>\n\u201cSa\u00edmos do mundo visual e trazemos para o mundo t\u00e1til. Essas representa\u00e7\u00f5es permitem descrever a arquitetura para pessoas com defici\u00eancia visual, j\u00e1 que elas podem tocar nesses objetos\u201d, disse Adriane Borda.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21cece\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;16 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>16 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21cece\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-16-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11597\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-16-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-16-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-16-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-16-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-16-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 16 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sala de Leitura \u00c9rico Ver\u00edssimo<\/strong> &#8211; A primeira entrevista foi com a Acad\u00eamica Cinara Tonello, bolsista do PET Educa\u00e7\u00e3o. O PET Educa\u00e7\u00e3o engloba projetos de ensino, pesquisa e extens\u00e3o, entre eles o projeto de extens\u00e3o \u201cSala de Leitura \u00c9rico Ver\u00edssimo\u201d que exp\u00f5em as micropol\u00edticas de leitura liter\u00e1ria, onde s\u00e3o apresentados trabalhos acad\u00eamicos para a comunidade acad\u00eamica da UFPel e escolas de Pelotas e e regi\u00e3o. Nas escolas s\u00e3o apresentados contos e poesias de autores consagrados da literatura do regional e nacional. O Projeto possui uma agenda intensa de apresenta\u00e7\u00f5es que incentivam a leitura em escolas p\u00fablicas. O projeto contempla atividades com crian\u00e7as de 6meses \u00e0 15 anos, bem como a participa\u00e7\u00e3o em projetos da terceira idade, como, por exemplo, a Universidade Aberta da Pessoa Idosa. Ainda, o projeto colabora, tamb\u00e9m, na forma\u00e7\u00e3o continuada de professores leitores de escolas p\u00fablicas. Por fim, durante a exposi\u00e7\u00e3o do projeto no estande da UFPel podia observar o fasc\u00ednio das crian\u00e7as com a personagem \u201cFada Madrinha\u201d e com a leitura do cl\u00e1ssico \u201cOu isto ou Aquilo\u201d da autora Cec\u00edlia de Medeiros.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7os e Cuidados na Aten\u00e7\u00e3o do Idoso<\/strong> &#8211; O segundo entrevistado foi o Prof Elcio Alteris, Chefe da Se\u00e7\u00e3o de Integra\u00e7\u00e3o Universidade e Sociedade da Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o e Cultura \u2013 PREC. O Prof Elcio apresentou o Projeto de Extens\u00e3o \u201cServi\u00e7os e Cuidados na Aten\u00e7\u00e3o do Idoso\u201d, o qual surge no intuito de atender uma demanda reprimida dos munic\u00edpios da Zona Sul na qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais que trabalham nas Institui\u00e7\u00f5es de Longa Perman\u00eancia para Idosos e das Secretarias Municipais de Sa\u00fade da Zona Sul do RS. O projeto tem como objetivo principal promover oficinas que auxiliam no atendimento das demandas relacionadas aos cuidados com o idoso, qualidade de vida, servi\u00e7os da \u00e1rea de administra\u00e7\u00e3o em residenciais, lares e institui\u00e7\u00f5es de longa perman\u00eancia. O curso foi dividido em tr\u00eas m\u00f3dulos compreendendo \u00e1reas especificas ao atendimento do idoso, sendo elas: administra\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os, sa\u00fade e lazer. Os m\u00f3dulos foram organizados de maneira a garantir uma maior dinamicidade e qualidade no atendimento aos idosos. Durante a exposi\u00e7\u00e3o notou-se um interesse dos visitantes com o projeto, especialmente profissionais da \u00e1rea querendo realizar o curso para atualizar-se ou oportunidade de emprego.<\/p>\n<p><strong>Programa de Desenvolvimento Social dos Munic\u00edpios da Zona Sul<\/strong> &#8211; O terceiro entrevistado foi o Prof Felipe Herrmann, Coordenador de Extens\u00e3o e Desenvolvimento Social da PREC. O Prof Herrmann apresentou o Programa de Desenvolvimento Social dos Munic\u00edpios da Zona Sul. O Programa articula projetos nas oito \u00e1reas da extens\u00e3o (educa\u00e7\u00e3o, cultura, comunica\u00e7\u00e3o, trabalho, meio ambiente, sa\u00fade, direitos humanos e tecnologia) com projetos de ensino e pesquisa, de modo interdisciplinar a partir do desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es voltadas para o atendimento das demandas sociais dos munic\u00edpios da Zona Sul do RS.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9dico Veterin\u00e1rio e os Cuidados com o seu Pet<\/strong> &#8211; A quarta entrevista foi com a Profa Carine Corcini que apresentou o projeto \u201cM\u00e9dico Veterin\u00e1rio e os Cuidados com o seu Pet\u201d. \u00c9 um projeto que acontece desde 2006, os objetivos do projeto envolvem a\u00e7\u00f5es de ensino, pesquisa e extens\u00e3o. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 extens\u00e3o s\u00e3o realizados eventos em prol da preven\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico e tratamento contra o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata e test\u00edculos de c\u00e3es. O projeto busca a conscientiza\u00e7\u00e3o para que os donos de pet possam conhecer e buscar ajuda caso seu c\u00e3o venha adoecer, as a\u00e7\u00f5es acontecem durante todo o ano devido o n\u00famero de c\u00e3es que adoecem com c\u00e2ncer. O projeto se intensifica em uma grande campanha de preven\u00e7\u00e3o no m\u00eas de outubro \u201coutubro azul\u201d. Al\u00e9m disso o projeto refor\u00e7a a import\u00e2ncia da castra\u00e7\u00e3o tanto de machos e f\u00eameas afim, de evitar o c\u00e2ncer e outros problemas relacionados.<\/p>\n<p><strong>Insetos&#8230; e da\u00ed?<\/strong> &#8211; A \u00faltima entrevista foi com o Prof Cristiano Iserhard que expos o projeto \u201cInsetos&#8230; e da\u00ed?\u201d. A proposta do trabalho \u00e9 divulgar a diversidade (abelhas, borboletas e formigas) de insetos que existem na regi\u00e3o de Pelotas, incluindo os ecossistemas da agricultura org\u00e2nica e convencional. Al\u00e9m de divulgar para a popula\u00e7\u00e3o pelotense da import\u00e2ncia dos insetos enquanto polinizadores e prestadores de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. De acordo com os estudos 2\/3 dos alimentos que chegam a nossa mesa s\u00e3o polinizados pelos insetos. O projeto iniciou esse ano e vem participando de feiras, eventos em cidades como Morro Redondo e Pelotas. Por fim, observou-se uma intera\u00e7\u00e3o grande dos participantes da Feira com o conte\u00fado que foi exposto pelos projetos, atraindo os olhares de pessoas das mais diversas idades.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21cf6e\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;17 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>17 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21cf6e\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><i><strong>Convite<\/strong> <\/i><strong>Debate sobre a\u00a0 Agricultura Familiar \u2013 Da Terra \u00e0 Mesa<\/strong><\/p>\n<p>No dia 17 de junho, \u00e0s 18h, no audit\u00f3rio 1, haver\u00e1 uma mesa redonda com gestores e extensionistas que trabalham com a Agricultura Familiar. Discutir-se-\u00e1 o caminho que o alimento percorre at\u00e9 chegar a mesa do consumidor.<\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 18h.<br \/>\n<strong>Local<\/strong>: audit\u00f3rio 1.<br \/>\nConvidados: participa\u00e7\u00e3o de <strong>Marigaiane Medeiros<\/strong>, Cooperativa Sul Ecol\u00f3gica, <strong>Zamir Cardoso<\/strong>, Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia, e <strong>Ana J\u00falia<\/strong>, Cooperativa Teia Ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-17-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11598\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-17-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-17-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-17-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-17-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-17-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 17 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Grupo de Gestantes do Hospital Escola<\/strong> &#8211; Exposi\u00e7\u00e3o apresentada por Amanda Leite, psic\u00f3loga; Camilla Benigno, fisioterapeuta; Lidiane Pozza, profissional da Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica; e Mariana Duarte, rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. O grupo apresentou o Curso de Gestantes, que \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Projeto de Extens\u00e3o &#8220;Preven\u00e7\u00e3o e Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade em Grupo de Gestantes e Pu\u00e9rperas&#8221;. O objetivo da mostra foi convidar o p\u00fablico visitante da Feira a conhecer o curso, que \u00e9 dividido em cinco m\u00f3dulos que desenvolvem t\u00f3picos tanto relativos \u00e0 gestante como a cuidados com o beb\u00ea. O curso, gratuito, aceita gestantes que, inclusive, n\u00e3o estejam realizando o pr\u00e9-natal no Ambulat\u00f3rio do Hospital Escola.<\/p>\n<p><strong>NURFS &#8211; 20 ANOS DE HIST\u00d3RIA<\/strong> &#8211; A segunda exposi\u00e7\u00e3o foi apresentada pelas bi\u00f3logas Greici Maia Behling, Sanara Blotto e D\u00e9bora da Silva Rodrigues, acompanhadas do estudante do Curso de Geografia, Kelvin Vasconcellos. O N\u00facleo de Reabilita\u00e7\u00e3o da Fauna Silvestre, que \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o suplementar da UFPel, existe h\u00e1 20 anos e desenvolve ensino, pesquisa e extens\u00e3o, com a participa\u00e7\u00e3o de alunos de todos os n\u00edveis, que atuam em capacita\u00e7\u00e3o e pesquisa relacionada \u00e0 clinica de animais silvestres e atividades de extens\u00e3o em educa\u00e7\u00e3o ambiental. O N\u00facleo recebia, h\u00e1 um tempo, animais oriundos da apreens\u00e3o feita pela Brigada Militar. No entanto, agora, os animais atendidos s\u00e3o, na sua maioria, filhotes recolhidos ou animais apreendidos por den\u00fancia de maus tratos. Quando \u00e9 poss\u00edvel, o animal reabilitado \u00e9 devolvido \u00e0 natureza. A exposi\u00e7\u00e3o apresentou banners e folders, jogos de tabuleiro tem\u00e1ticos e jogos da mem\u00f3ria com alguns animais silvestres. Para os visitantes da feira, al\u00e9m de conhecer as atividades do NURFS, foi poss\u00edvel ter ideia do importante trabalho que \u00e9 cuidar da fauna silvestre da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Sem estar previsto no calend\u00e1rio de exposi\u00e7\u00f5es, um grupo numeroso do <strong>Projeto Oficinas de Cria\u00e7\u00e3o Coletiva<\/strong> apareceu no estande, conduzido pela Assistente Social Nilza Bertoldi. Este \u00e9 um projeto do Departamento de Sa\u00fade Mental com o apoio do Departamento de Medicina Social, sob coordena\u00e7\u00e3o do professor Carlos Alberto Bandeira. O projeto de extens\u00e3o tem longa jornada, iniciada em 1996 e passou por muitos momentos, com diferentes a\u00e7\u00f5es. Atualmente \u00e9 constitu\u00eddo por quatro oficinas das quais participam pacientes psiqui\u00e1tricos: oficina do Ambulat\u00f3rio de Psiquiatria, Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade (UBS) Areal Leste, UBS Centro Social Urbano e UBS Vila Municipal. As oficinas s\u00e3o coordenadas pelas Assistentes Sociais Anete Bertoni, Nilza Bertoldi e Lenara Stelmach. A ades\u00e3o \u00e9 grande e importante: colaboram nas oficinas M\u00e9dicos Residentes em Psiquiatria e volunt\u00e1rios que desenvolvem trabalhos com arte e outras formas de express\u00e3o. Foi uma oportunidade feliz para registrar o depoimento de alguns dos presentes. O grupo, constitu\u00eddo por mais de 30 pessoas, estava na Fenadoce em um passeio que vem sendo feito h\u00e1 muitos anos. O passeio inicia pela recep\u00e7\u00e3o que o Estande dos Doces Crochemore faz a estes visitantes. Depois, o grupo segue a visita. A Assistente Social do Departamento de Sa\u00fade Mental, Nilza Bertoldi, \u00e9 uma verdadeira entusiasta do projeto e o acompanha desde o seu surgimento. Relatou como se deu a conquista da sua perman\u00eancia e reconhecimento. Como o trabalho, continuado vem mudando a perce\u00e7\u00e3o tanto de novos m\u00e9dicos como de todos os envolvidos sobre a doen\u00e7a psiqui\u00e1trica. Os participantes s\u00e3o encaminhados pelos m\u00e9dicos e assistentes sociais a partir do trabalho desenvolvido nos postos e s\u00e3o, no geral, pessoas com mais de 21 anos, de ambos os sexos e residentes nas proximidades das unidades de atendimento. O projeto demanda que familiares do paciente o acompanhem nas atividades, cujo fim \u00e9 a reabilita\u00e7\u00e3o psico-social, a melhoria da qualidade de vida destas pessoas e a preven\u00e7\u00e3o da reinterna\u00e7\u00e3o. Inclusivo, atencioso, integrador e humanit\u00e1rio \u00e9 um projeto de excel\u00eancia que deveria ser conhecido por todos. Portanto, registramos a visita do grupo e a felicidade de receb\u00ea-los no estande dos 50 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Debate sobre a\u00a0 Agricultura Familiar \u2013 Da Terra \u00e0 Mesa<\/strong><\/p>\n<p>O Festival de Gastronomia da Fenadoce promoveu, na noite desta segunda-feira (17), um debate sobre a import\u00e2ncia da valoriza\u00e7\u00e3o da agricultura familiar. Com o tema \u201cDa Terra \u00e0 Mesa\u201d, a roda de conversa contou com a presen\u00e7a do professor Felipe Herrmann, da UFPEL, Marigaine Medeiros, presidente da Cooperativa Sul Ecol\u00f3gica, Zamir Cardoso, do Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia, e Ana J\u00falia Rosa e Silvia Borba, da Cooperativa Teia Ecol\u00f3gica.<br \/>\nO principal tema discutido foi o est\u00edmulo \u00e0s cadeias curtas de comercializa\u00e7\u00e3o, ou seja, quando o produtor tem contato direto com o consumidor final, incentivando o mercado local de produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Esse tipo de iniciativa \u00e9 defendido em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s cadeias longas, que envolvem diversas etapas com atravessadores como transporte, venda para atacados e venda para o varejo antes de chegar no consumidor final, e esse processo pode prejudicar o produto, al\u00e9m de n\u00e3o chegar fresco ao cliente.<br \/>\nA Cooperativa Sul Ecol\u00f3gica trouxe para o debate um pouco da hist\u00f3ria da entidade, que trabalha exclusivamente com produtos org\u00e2nicos, planejando todo o processo desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a comercializa\u00e7\u00e3o. \u201cPara o consumidor, a vantagem \u00e9 ter um produto de qualidade, na sua \u00e9poca de produ\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o passou por longas viagens, e para o produtor \u00e9 o retorno financeiro praticamente imediato\u201d, disse a presidente da Sul Ecol\u00f3gica, Marigaine Medeiros.<br \/>\nOutro ponto debatido foi a necessidade da consci\u00eancia que o consumidor precisa desenvolver em rela\u00e7\u00e3o aos alimentos que compra, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s vantagens dos org\u00e2nicos e perigos dos agrot\u00f3xicos, tanto para quem come, quanto para quem produz, e tamb\u00e9m para o meio-ambiente. \u00c9 necess\u00e1rio, ainda, entender e respeitar as fases de produ\u00e7\u00e3o de cada alimento, entender que nem todos estar\u00e3o dispon\u00edveis o ano inteiro e, portanto, consumir os produtos da \u00e9poca correta &#8211; o que aumenta o leque de possibilidades na hora de cozinhar.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21d01f\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;18 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>18 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21d01f\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><i>Convite<\/i> Palestra:<\/strong> <strong>O doce pelotense: uma hist\u00f3ria de doceiras<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>:\u00a018h.<br \/>\n<strong>Local<\/strong>: audit\u00f3rio 1.<br \/>\nSobre a palestrante: <strong>Maria Let\u00edcia Mazzucchi Ferreira<\/strong> \u00e9 mestre em Antropologia e doutora em Hist\u00f3ria.\u00a0 P\u00f3s doutora pela Universidade de Paris-Sorbonne IV. Professora Titular da Universidade Federal de Pelotas. Coordenou o projeto CAFP-CAPES &#8220;Institui\u00e7\u00f5es, legisla\u00e7\u00e3o, territ\u00f3rios e comunidades: perspectivas sobre o patrim\u00f4nio material e imaterial no Brasil e Argentina&#8221;, envolvendo a UFPEL e a Universidade de Buenos Aires. Coordenou, pelo lado brasileiro, o projeto de coopera\u00e7\u00e3o com o <em>Laboratoire d&#8217;Anthropologie et de Psychologie Cognitives et Sociales<\/em>, da Universidade de Nice, Fran\u00e7a. Foi pesquisadora do Invent\u00e1rio Nacional de Refer\u00eancias Culturais: Doce Pelotense, promovido pelo IPHAN, Monumenta e UNESCO e nesta pesquisa entrevistou muitas doceiras, identificando v\u00e1rios aspectos da produ\u00e7\u00e3o do doce de confeitaria na cidade e regi\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-18-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11599\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-18-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-18-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-18-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-18-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-18-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 18 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Curso de L\u00ednguas: Ensino de L\u00ednguas Estrangeiras \u00c0 comunidade<\/strong> &#8211; durante as primeiras horas da tarde, os participantes do projeto conversaram com o p\u00fablico que passeava pelo Pavilh\u00e3o do Centro de Eventos da Fenadoce. Al\u00e9m de material explicativo e livros dos cursos dispon\u00edveis, os servidores tamb\u00e9m conversaram com a comunidade e esclareceram eventuais d\u00favidas. O curso faz parte do Centro de L\u00ednguas e Comunica\u00e7\u00e3o da UFPel e atualmente oferece aulas b\u00e1sicas dos idiomas de alem\u00e3o, espanhol, franc\u00eas e ingl\u00eas. As aulas s\u00e3o abertas \u00e0 comunidade em geral, com p\u00fablico alvo de 16 a 70 anos. O curso tem dura\u00e7\u00e3o de 2 anos, com apenas taxa inicial de R$125 para manuten\u00e7\u00e3o dos bolsistas das \u00e1reas de Licenciatura da Universidade que atuam como professores nas aulas. O Centro tamb\u00e9m oferece para a comunidade teste de Compet\u00eancia em Leitura na L\u00edngua Estrangeira, utilizado para ingressar na P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o, e curso de leitura preparat\u00f3ria para o teste, nas modalidades de l\u00edngua espanhola e inglesa. Esta foi a primeira vez que o grupo participou da Fenadoce. Para a coordenadora adjunta do projeto, Daniela Agendes, o espa\u00e7o da feira \u00e9 \u00f3timo para divulgar as atividades para \u00e0 comunidade. &#8220;Muitos adolescentes, alunos e av\u00f3s visitam a feira, e este \u00e9 o p\u00fablico que pretendemos que nos conhe\u00e7a&#8221;, afirma. As turmas s\u00e3o variadas, e as novas tem in\u00edcio em 24 de agosto, com inscri\u00e7\u00f5es online. A cada semestre \u00e9 lan\u00e7ado um novo edital, dispon\u00edvel em https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cursosdelinguas\/.<\/p>\n<p><strong>Vizinhan\u00e7a no Campus Anglo<\/strong> &#8211; O estande da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) recebeu, na tarde desta ter\u00e7a-feira (18), o projeto &#8220;Vizinhan\u00e7a no campus Anglo&#8221;. A coordenadora do projeto, Rog\u00e9ria Cruz, e as alunas do 3\u00ba semestre de Jornalismo, J\u00e9ssica Alves e do 8\u00ba semestre de Engenharia de Controle e Automa\u00e7\u00e3o, Betina Dummer, estiveram conversando com os visitantes e divulgando as atividades desenvolvidas. &#8220;Vizinhan\u00e7a no campus Anglo&#8221; tem como intuito interagir com a comunidade de Pelotas e aproximar a popula\u00e7\u00e3o em geral da Universidade. Assim, s\u00e3o promovidas visitas guiadas ao campus Anglo, onde s\u00e3o apresentados os 96 cursos e espa\u00e7os em geral oferecidos pela UFPel. &#8220;Queremos mostrar que existe na cidade uma Universidade p\u00fablica, gratuita e de excel\u00eancia&#8221;, afirma Rog\u00e9ria. O foco do projeto \u00e9 atender crian\u00e7as da rede b\u00e1sica de educa\u00e7\u00e3o, visando o conhecimento dos servi\u00e7os desde a primeira idade. O projeto teve in\u00edcio no primeiro semestre de 2019 e est\u00e1 aberto n\u00e3o apenas para escolas, mas tamb\u00e9m popula\u00e7\u00e3o em geral. Durante a a\u00e7\u00e3o, as participantes estiveram abordando os visitantes e explicando o projeto por meio de folders. Para a coordenadora, o espa\u00e7o da Fenadoce \u00e9 uma grande vitrine para o projeto. &#8220;\u00c9 muito importante porque \u00e9 um lugar onde est\u00e3o transitando muitas escolas e vem ao encontro do nosso objetivo&#8221;, afirmou. A opini\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 compartilhada com as acad\u00eamicas J\u00e9ssica e Betina. &#8220;Acho muito importante essa parceria da UFPel com a Fenadoce para poder divulgar o que acontece de fato na Universidade&#8221;, afirmou Betina. Diariamente, as alunas auxiliam no agendamento e nas visitas, cuidando a faixa et\u00e1ria de cada turma para conduzir o momento de forma adequada. &#8220;\u00c9 muito gratificante ver um projeto desses dentro da comunidade, quando estudante eu nunca estive dentro de uma Universidade p\u00fablica e \u00e9 necess\u00e1rio mostrar que nossas atividades s\u00e3o para ajudar a comunidade&#8221;, comentou J\u00e9ssica. \u00c9 poss\u00edvel agendar uma visita pelo telefone (53) 32843992 ou pelo e-mail nfra.prec@gmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Palestra:<\/strong> <strong>O doce pelotense: uma hist\u00f3ria de doceiras<\/strong><\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a, dia 18, foi a vez da profa Maria Let\u00edcia Mazzucchi Ferreira proferir a palestra intitulada <em><strong>Com a\u00e7\u00facar e com afeto: o fazer feminino na do\u00e7aria pelotense<\/strong><\/em>. Inicialmente, a Profa Let\u00edcia tra\u00e7ou um hist\u00f3rico do surgimento do doce tal como o conhecemos hoje, observando que enquanto resultado de um preparo intencional, a sua origem remonta ao per\u00edodo cl\u00e1ssico. H\u00e1 registro de um doce romano, resultado da mistura de farinha, leite e mel, que se assemelha a um biscoito decorado em baixo relevo de um dos lados. O doce era conhecido pelo nome de Obelina. idade m\u00e9dia, per\u00edodo em que o preparo contava a mistura de alimentos simples, como algumas frutas e mel. O doce enquanto um elemento distintivo da mesa dos comensais s\u00f3 despontar\u00e1 no reinado dos lu\u00edses, em especial de Lu\u00eds XV. O nome do chefe de cozinha Vatel viria a se tornar um \u00edcone da mesas da nobreza e os banquetes, o momento no qual a sensorialidade de cores, formas, aromas e sabores ganharia o seu \u00e1pice. Let\u00edcia observou que naquele per\u00edodo, a abund\u00e2ncia do doce altamente elaborado alcan\u00e7aria a sua express\u00e3o m\u00e1xima de criatividade e geraria o sentido de uma do\u00e7aria cuja fun\u00e7\u00e3o era celebrar o prazer em um mundo hedonista. No entanto, aquilo que est\u00e1 na origem do doce que marca a nossa tradi\u00e7\u00e3o doceira e que, por sua vez, \u00e9 marcado pela presen\u00e7a feminina surge nos conventos e, em menor propor\u00e7\u00e3o, nos mosteiros. Cabia \u00e0s monjas e monges a dedica\u00e7\u00e3o aos afazeres da cozinha, entre outros. Let\u00edcia ressaltou que para as mo\u00e7as de fam\u00edlias nobres ou abastadas havia dois caminhos na vida: o casamento ou o sacerd\u00f3cio e o ingresso no Convento fazia-se acompanhar, tal como no casamento, do dote. A vida destas religiosas pressupunha uma mesa farta, tanto que h\u00e1 c\u00e1lculos que indicam que a alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria das freiras poderia chegar a uma m\u00e9dia de 3 mil calorias. Assim, a fartura de itens, o tempo dispon\u00edvel e a liberdade concedida neste aspecto permitiu que a inventividade se expressasse na culin\u00e1ria e, consequentemente, na do\u00e7aria. Na do\u00e7aria, o apelo er\u00f3tico dos nomes dos doces, em Portugal, revela a sensorialidade do prazer convertida no doce, mesclada com a express\u00e3o do divino. Os nomes pelos quais ainda conhecemos os doces, tais como beijinho e papo de anjo, bem-casado e pedacinho de c\u00e9u, s\u00e3o exemplos da dualidade entre o prazer mundano e a oferenda. Tamb\u00e9m dos mosteiros vir\u00e1 a tradi\u00e7\u00e3o dos doces de ovos, na verdade, de gemas. Para manter os h\u00e1bitos engomados, imensa quantidade de claras eram consumidas e as gemas que sobravam, somadas ao a\u00e7\u00facar, foram a base das receitas que ainda persistem. Tal \u00e9 a matriz dos nossos doces, que atravessaram o Atl\u00e2ntico e aqui ganharam as formas que as criativas doceiras, mulheres que se colocavam horas nas cozinhas do fundo das casas, geraram. Let\u00edcia contou das muitas entrevistas que fez com doceiras, filhas e netas de doceiras e das habilidades que estas mulheres desenvolveram tanto na produ\u00e7\u00e3o do doce como na sua apresenta\u00e7\u00e3o: a decora\u00e7\u00e3o de cada um, a disposi\u00e7\u00e3o em bandejas e pratos, a cria\u00e7\u00e3o dos pelotines. Tudo fazia parte do ritual em fazer do bem receber e do of\u00edcio das suas vidas, uma miss\u00e3o.<br \/>\nA palestra de Let\u00edcia dimensionou a import\u00e2ncia das mulheres na constitui\u00e7\u00e3o da nossa tradi\u00e7\u00e3o doceira.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21d0d3\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;19 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>19 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21d0d3\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><i>Convite<\/i>\u00a0Palestra: A Linha do tempo dos doces em Pelotas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio:<\/strong> 16h.<br \/>\n<strong>Local:<\/strong> audit\u00f3rio 1.<br \/>\nSobre a palestrante: <strong>N\u00f3ris Mara Pacheco Martins Leal<\/strong> \u00e9 graduada em Hist\u00f3ria. Professora do Curso de Museologia da UFPel. Foi diretora do Museu do Doce e est\u00e1 realizando seu doutorado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural, pesquisando sobre a tradi\u00e7\u00e3o doceira da cidade de Pelotas. Nesta pesquisa, identificou a trajet\u00f3ria dos doces na cidade, o papel da Fenadoce na consolida\u00e7\u00e3o do entendimento de uma tradi\u00e7\u00e3o doceira, a rela\u00e7\u00e3o dos doces de confeitaria com os doces de frutas e o advento de um Museu para contar sobre esta tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-19-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11600\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-19-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-19-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-19-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-19-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-19-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 19 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>A\u00e7\u00f5es preventivas na Aten\u00e7\u00e3o Oconl\u00f3gica<\/strong> &#8211; os profissionais da resid\u00eancia Multiprofissional em Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade Oncol\u00f3gica do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) estiveram na 27\u00aa Feira Nacional do Doce conversando com os visitantes. Na oportunidade, acad\u00eamicos abordaram as precau\u00e7\u00f5es sobre o c\u00e2ncer de boca. De acordo com a cirurgi\u00e3-dentista da resid\u00eancia, Cleusa Jaccottet, a a\u00e7\u00e3o teve foco na abordagem e conversa sobre os riscos do tabagismo, uma vez que \u00e9 considerada a maior causa do c\u00e2ncer de boca atualmente. Residentes dos cursos de Odontologia, Enfermagem e Terapia Ocupacional estiveram no in\u00edcio da tarde conversando com os visitantes da Fenadoce sobre os Grupos de Controle de Tabagismo das Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBS) do munic\u00edpio e os males do tabaco. Ainda, o grupo apresentou para o p\u00fablico como realizar o auto-exame de c\u00e2ncer de boca: em oito passos, a popula\u00e7\u00e3o pode notar mudan\u00e7as em partes da boca como gengiva, l\u00e1bios, palato duro e mole, ventre e lateral da l\u00edngua. Os males do tabagismo: al\u00e9m do c\u00e2ncer de boca, o tabaco tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel por outras doen\u00e7as, como c\u00e2ncer de es\u00f4fago, c\u00e2ncer de pulm\u00e3o, c\u00e2ncer de faringe e c\u00e2ncer de est\u00f4mago. Na conversa com o p\u00fablico o grupo abordou informa\u00e7\u00f5es como que os produtos de tabaco matam seis em cada dez consumidores. Anualmente, sete milh\u00f5es de mortes s\u00e3o causadas pelo tabagismo, que inicia, em 80% dos casos, antes dos 18 anos.<\/p>\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o Musical na Inf\u00e2ncia: forma\u00e7\u00e3o, a\u00e7\u00e3o e pesquisa<\/strong> &#8211; o estande tamb\u00e9m recebeu os alunos do curso de M\u00fasica Licenciatura, que apresentaram os projetos de extens\u00e3o em Musicaliza\u00e7\u00e3o Infantil e Musicaliza\u00e7\u00e3o de Beb\u00eas. Os projetos, coordenados pela professora do curso, Regiana Blank Wille, s\u00e3o abertos \u00e0 comunidade, e atendem crian\u00e7as de 0 \u00e0 4 anos de idade, dividas em oito turmas. As aulas de musicaliza\u00e7\u00e3o acontecem de segunda \u00e0 quinta-feira, no 4\u00ba andar do Pr\u00e9dio 4, do Centro de Artes da UFPel, e s\u00e3o realizadas por 16 alunos volunt\u00e1rios do curso de licenciatura, e al\u00e9m dos alunos t\u00edpicos, a iniciativa atende crian\u00e7as com Autismo e S\u00edndrome de Down. Regiana destaca que a musicaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma de oportunizar aos pais que estejam mais pr\u00f3ximos dos seus filhos, driblando a falta de tempo para brincar e cantar com as crian\u00e7as, uma vez que as aulas dos projetos acontecem com a presen\u00e7a dos pais. Para a Fenadoce 2019, os participantes da Musicaliza\u00e7\u00e3o Infantil da UFPel trouxeram banners, v\u00eddeo-aulas, brinquedos, e instrumentos musicais utilizados durante as aulas, como pandeiro oceano, maracas, tambores e xilofones, todos pensados de forma l\u00fadica, coloridos e com desenhos que chamam a aten\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as para o mundo sonoro. A coordenadora aponta ainda a relev\u00e2ncia do projeto, uma vez que a m\u00fasica \u00e9 um direito de todos: \u201cA musica \u00e9 uma \u00e1rea de conhecimento e um direito das pessoas. O mundo sonoro faz parte da vida das crian\u00e7as, e hoje sabemos que mesmo as crian\u00e7as com defici\u00eancia auditiva podem sentir a m\u00fasica e ouvi-la de outras formas\u201d. Regiana destaca que o espa\u00e7o disponibilizado pela UFPel na Fenadoce 2019, \u00e9 de suma import\u00e2ncia para que a comunidade tenha conhecimento do que a universidade tem realizado para a popula\u00e7\u00e3o. A participa\u00e7\u00e3o no projeto \u00e9 limitada \u00e0s vagas dispon\u00edveis: basta acessar a p\u00e1gina facebook.com\/musicalizacaoinfantilufpel, e deixar uma mensagem demonstrando interesse e informando o nome dos pais, nome e idade da(s) crian\u00e7a(s). \u201cEste ano a procura foi grande, com muitas fam\u00edlias na fila, mas nossa ideia \u00e9 atender todos, ou o m\u00e1ximo poss\u00edvel\u201d, afirma Regiana.<\/p>\n<p><strong>NutriR\u00famen \u2013 Grupo de Pesquisa e Extens\u00e3o em Nutri\u00e7\u00e3o de Ruminantes &#8211; <\/strong>O Professor Rog\u00e9rio Bermudes e a mestranda Andressa Miranda trouxeram para o estande da UFPel informa\u00e7\u00f5es sobre o Projeto de Pesquisa e de Extens\u00e3o NutriR\u00famen. O Projeto, que iniciou em 2016, atualmente re\u00fane aproximadamente 60 alunos, tanto de mestrado e doutorado como de gradua\u00e7\u00e3o dos cursos de Zootecnia, Veterin\u00e1ria e Agronomia. No projeto estudantes e professores desenvolvem pesquisas sobre nutri\u00e7\u00e3o voltada para a melhoria do gado de corte e de produ\u00e7\u00e3o leiteira junto aos agropecuaristas de todo o Brasil. Segundo Andressa, o objetivo do projeto \u00e9 fazer a aproxima\u00e7\u00e3o da teoria desenvolvida em sala de aula com a pr\u00e1tica realizada nas propriedades rurais.<\/p>\n<p><strong>Conversando com a comunidade sobre doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os e tecidos &#8211; <\/strong>Na oportunidade as acad\u00eamicas do 9\u00ba semestre de Enfermagem, Juliane Giudice, e do 7\u00ba semestre de Enfermagem, Caroline Barcellos, conversaram com os visitantes sobre a import\u00e2ncia de dialogar com familiares sobre o desejo em ser um doador de \u00f3rg\u00e3os. Atualmente, conter a carteirinha de doador ou declarar ainda em vida o desejo n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lido. No momento do falecimento, apenas os familiares poder\u00e3o garantir que ocorra ou n\u00e3o a doa\u00e7\u00e3o. &#8220;A legisla\u00e7\u00e3o mudou, e muitos ainda n\u00e3o sabem que apenas com o &#8216;sim&#8217; dos familiares \u00e9 que os \u00f3rg\u00e3os ou tecidos poder\u00e3o ser utilizados por outros&#8221;, afirma Caroline. Al\u00e9m da conversa com a popula\u00e7\u00e3o, as estudantes tamb\u00e9m distribu\u00edram um livro feito especialmente para o p\u00fablico infantil. Intitulado &#8220;Deixe mais do que saudade&#8221;, a hist\u00f3ria do exemplar foi desenvolvida de forma l\u00fadica, com a tem\u00e1tica da doa\u00e7\u00e3o de c\u00f3rneas. Com intuito de alertar e sensibilizar a comunidade \u00e9 que os participantes do projeto buscam diariamente, desde 2017, ocupar espa\u00e7os p\u00fablicos de Pelotas. De acordo com as acad\u00eamicas, muitos mitos ainda s\u00e3o disseminados sobre doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os ou tecidos, o que impede que muitas vidas sejam salvas por receio. &#8220;Queremos que a popula\u00e7\u00e3o entenda que n\u00e3o h\u00e1 problema escolher n\u00e3o ser doador, mas tamb\u00e9m queremos desmistificar mitos e informa\u00e7\u00f5es destorcidas&#8221;, comenta Caroline. De acordo com a estudante Juliane, atualmente 39% das fam\u00edlias dizem &#8216;n\u00e3o&#8217; para a doa\u00e7\u00e3o por n\u00e3o saberem o real desejo do parente falecido. A parceria entre UFPel e Fenadoce representa, para as acad\u00eamicas, uma oportunidade de mostrar \u00e0 comunidade em geral tudo que \u00e9 desenvolvido em prol da popula\u00e7\u00e3o dentro da Universidade. &#8220;\u00c0s vezes estamos na rua mas as pessoas n\u00e3o sabem bem de onde viemos, o que estudamos, e aqui \u00e9 uma boa vitrine para mostrar de forma did\u00e1tica o que fazemos e do que podem usufruir&#8221;, afirma Juliana. O grupo \u00e9 multidisciplinar, contendo participa\u00e7\u00e3o de estudantes e profissionais de \u00e1reas diversas como Medicina, Medicina Veterin\u00e1ria e Antropologia. Al\u00e9m de dialogar com a popula\u00e7\u00e3o em ambientes p\u00fablicos, o projeto tamb\u00e9m realiza capacita\u00e7\u00f5es. &#8220;J\u00e1 conversamos, por exemplo, com estudantes do T\u00e9cnico de Enfermagem que, mesmo sendo da \u00e1rea da sa\u00fade, n\u00e3o t\u00eam a tem\u00e1tica abordada durante o curso&#8221;, comenta Caroline.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Palestra: A Linha do tempo dos doces em Pelotas<\/strong><\/p>\n<p>Qual o momento em que a cultura do doce transformou-se em tradi\u00e7\u00e3o na cidade de Pelotas? Esta foi a pergunta norteadora da palestra realizada no audit\u00f3rio 1 do Centro de Eventos da Fenadoce nesta quarta-feira (19). A atividade foi ministrada pela docente do curso de Museologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), N\u00f3ris Leal.<br \/>\nA ideia do projeto surgiu durante o desenvolvimento de sua tese do Doutorado em Mem\u00f3ria Social e Patrim\u00f4nio Cultural pela UFPel, focada na constru\u00e7\u00e3o do Museu do Doce. N\u00f3ris conta que ao longo do desenvolvimento do assunto, diversas quest\u00f5es surgiram, incluindo as raz\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o pelotense. &#8220;Senti necessidade de come\u00e7ar a estudar a quest\u00e3o de como o doce se posiciona na tradi\u00e7\u00e3o, de onde vem, como Pelotas tornou-se capital Nacional do Doce&#8221;, comenta. O in\u00edcio de tudo foi com a chegada dos portugueses ao Brasil, trazendo a cultura e costumes. Assim, quando Pelotas desenvolveu-se, os doces e a\u00e7\u00facares j\u00e1 estavam consagrados no Brasil. N\u00f3ris explica que os primeiros visitantes do munic\u00edpio, em 1820, n\u00e3o citam doces, mas sim pomares: todas as frutas como p\u00eassego e laranja, j\u00e1 transformadas em doce. &#8220;Deste relato, \u00e9 um sinal de que nas cozinhas j\u00e1 eram fabricados doces, e como se desenvolve o doce passando pelos grandes jantares, in\u00edcio das confeitarias na cidade e a quest\u00e3o de sociabilidade&#8221;, afirma.<br \/>\nO ponto chave para a consolida\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio como Capital do Doce se concretiza, de acordo com a docente, na primeira edi\u00e7\u00e3o da Feira Nacional do Doce. At\u00e9 este ponto, os doces aparecem na literatura pelotense constantemente, mas sem destaque. &#8220;\u00c9 na Fenadoce que explode a ideia de Pelotas realmente tem uma tradi\u00e7\u00e3o e ocorre toda a organiza\u00e7\u00e3o para que a gente chegue como patrim\u00f4nio cultural&#8221;, afirma. A linha do tempo apresentada por N\u00f3ris \u00e9 focada em todos os pontos principais da produ\u00e7\u00e3o do doce, com in\u00edcio na cana-de-a\u00e7\u00facar cultivada na pen\u00ednsula Ib\u00e9rica no per\u00edodo da conquista dos mouros e \u00e9 finalizada no ano de 2018, com o reconhecimento do Patrim\u00f4nio Cultural.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21d187\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;20 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>20 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21d187\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/progr-20-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11601\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/progr-20-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/progr-20-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/progr-20-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/progr-20-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/progr-20-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 20 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Projeto PinguinBots: Rob\u00f3tica M\u00f3vel<\/strong> &#8211; O PinguinBots \u00e9 um projeto multidisciplinar com foco em rob\u00f3tica m\u00f3vel, do Grupo de Estudos em rob\u00f3tica da UFPel. O projeto d\u00e1 continuidade a um trabalho que come\u00e7ou dentro do CDTec e que agora j\u00e1 envolve mais duas Unidades Acad\u00eamicas. Estiveram presentes no estande C\u00e9sar Martins, Gilberto Neto, Guibson dos Santos e Marcele Guarenti. Segundo o grupo, a rob\u00f3tica \u00e9 uma \u00e1rea de pesquisa interdisciplinar que emprega ferramentas, metodologias e tecnologias inerentes \u00e0 Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o e \u00e0 Engenharia de Computa\u00e7\u00e3o. O grupo realiza estudos na \u00e1rea de rob\u00f3tica, empregando os conhecimentos adquiridos no curso no desenvolvimento de sistemas rob\u00f3ticos.<\/p>\n<p><strong>Universidade Aberta Para Idosos &#8211; UNAPI<\/strong> &#8211; A UNAPI \u00e9 um programa de extens\u00e3o estrat\u00e9gico da PREC, destinado a pessoas com mais de 60 anos de idade. Tem como principal objetivo a inser\u00e7\u00e3o, socializa\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o do idoso por meio de cursos n\u00e3o regulares. O espa\u00e7o acad\u00eamico, uma vez aberto, contribui para a conscientiza\u00e7\u00e3o do processo de envelhecimento por parte do idoso, a humaniza\u00e7\u00e3o de si e a compreens\u00e3o acerca de suas potencialidades e limita\u00e7\u00f5es. S\u00e3o ofertadas semestralmente disciplinas com professores da institui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de palestras e oficinas, ao longo do ano, com tem\u00e1ticas relevantes, que contribuem diretamente para a melhoria de qualidade de vida do idoso. No estande da UFPel na Fenadoce, estavam presentes a servidora respons\u00e1vel pelas quest\u00f5es administrativas do programa, Ana Carolina Nogueira, e o bolsista Douglas Ramires, que conversaram com os visitantes da feira com a proposta de divulgar as a\u00e7\u00f5es da UNAPI.<\/p>\n<p><strong>Tecnologia Assistivas e Terapia Ocupacional<\/strong> &#8211; estiveram presentes no estande o prof. \u00c9lcio Alteris e a Terapeuta Ocupacional Desir\u00e9e Nobre. Segundo o prof. \u00c9cio, a\u00a0terapia ocupacional \u00e9 uma profiss\u00e3o de n\u00edvel superior que atende pessoas que, por algum motivo, n\u00e3o conseguem realizar as atividades do cotidiano, desta forma, vem garantir a autonomia dos sujeitos para realiza\u00e7\u00e3o de suas atividades, que podem ser: autocuidado, atividades instrumentais, de lazer, o brincar, atividades sociais, educacionais, trabalho e descanso e sono. Estas atividades fazem parte do desempenho ocupacional e os terapeutas ocupacionais interv\u00eam na dificuldade de realiz\u00e1-las.<\/p>\n<p><strong>UFPel Rocket Team<\/strong> &#8211;\u00a0 A UFPel Rocket Team \u00e9 um time de constru\u00e7\u00e3o e engenharia de foguetes para competi\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais de foguete modelismo. Estiveram presentes no estande os alunos Nelson Dutra, Markus Wirz, Arthur Barros e Eduardo Veiga. Formada por integrantes dos mais variados cursos, os alunos atuam nas \u00e1reas de estruturas, aerodin\u00e2mica, propuls\u00e3o avi\u00f4nica ou marketing, conforme as suas afinidades, tomando conhecimento e aprimorando as t\u00e9cnicas para constru\u00e7\u00e3o dos foguetes. Um dos diferenciais da equipe \u00e9 que os alunos projetam e produzem todo o material utilizado, tecnologia e conhecimento diferentemente de outras equipes que acabam comprando partes e incorporando ao projeto. Diferencial reconhecido na Spaceport America Cup em 2018, competi\u00e7\u00e3o Internacional realizada anualmente nos Estados Unidos, onde a equipe foi uma das tr\u00eas equipes a representar o Brasil na competi\u00e7\u00e3o de foguetes com apogeu de 3000m. Este ano a equipe n\u00e3o foi \u00e0 competi\u00e7\u00e3o, pois est\u00e1 trabalhando no aprimoramento dos sistemas e desenvolvimento do motor de comp\u00f3sitos para competi\u00e7\u00f5es com apogeu de 500 a 1000m, e tamb\u00e9m para expans\u00e3o do seu quadro de integrantes. No momento, a equipe est\u00e1 realizando um processo seletivo, para todas as \u00e1reas, e as inscri\u00e7\u00f5es estar\u00e3o abertas at\u00e9 o do 27 de junho. O link para inscri\u00e7\u00e3o pode ser acessado em <a href=\"https:\/\/forms.gle\/G83mSeJY8fMjdhW46\">https:\/\/forms.gle\/G83mSeJY8fMjdhW46<\/a>.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21d224\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;21 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>21 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21d224\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p style=\"text-align: center\"><strong><i>Convite <\/i>Palestra:<\/strong> <strong>Constru\u00e7\u00e3o e instru\u00e7\u00e3o do processo de tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas (IPHAN)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 19h.<strong><br \/>\nLocal<\/strong>: audit\u00f3rio 1.<br \/>\nSobre o palestrante: <strong>Andrey<\/strong>\u00a0<strong>Rosenthal Schlee <\/strong>\u00e9 Arquiteto, Mestre e Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de S\u00e3o Paulo e professor Titular da Universidade de Bras\u00edlia. \u00c9 Diretor do Departamento de Patrim\u00f4nio Material e Fiscaliza\u00e7\u00e3o do Iphan, Membro do Conselho Consultivo do Patrim\u00f4nio Museol\u00f3gico do IBRAM. Acompanhou o processo do tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas e do reconhecimento nacional da tradi\u00e7\u00e3o doceira, como patrim\u00f4nio imaterial, certificados pelo Conselho Consultivo do Iphan em maio de 2018.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-21-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11602\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-21-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-21-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-21-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-21-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-21-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 21 de junho<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Promovendo H\u00e1bitos Saud\u00e1veis na Escola &#8211; <\/strong>Nesta sexta feira, dia 21, o primeiro projeto que ocupou o estande UFPel 50 anos foi\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Promovendo H\u00e1bitos Saud\u00e1veis na Escola<strong>,\u00a0<\/strong>apresentado pelo Prof. Douver Michelon e pelas\u00a0acad\u00eamicas\u00a0do Curso de Odontologia Lu\u00edsa Sokolovsky Napole\u00e3o e Valesca Doro\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Dias<\/span><span style=\"font-weight: 400\">. <\/span>Aos visitantes da Feira, as estudantes mostraram parte das a\u00e7\u00f5es que desenvolvem com a sa\u00fade infantil em escolas da cidade. Mostraram infogr\u00e1ficos nos quais se v\u00ea o resultado de h\u00e1bitos que causam danos \u00e0 sa\u00fade bucal das crian\u00e7as e folders com\u00a0 orienta\u00e7\u00e3o sobre como manter uma escova\u00e7\u00e3o oral b\u00e1sica, como prevenir danos relacionados a h\u00e1bitos de suc\u00e7\u00e3o n\u00e3o nutritiva, como reconhecer o bruxismo infantil e outros h\u00e1bito recorrentes no p\u00fablico escolar. Tamb\u00e9m mostraram algumas estrat\u00e9gias motivacionais adequadas \u00e0s crian\u00e7as, com o emprego de macromodelos de dentaduras \u00e9 poss\u00edvel explicar como deve ser usada a escova e o fio dental corretamente. No estande, o grupo disp\u00f4s\u00a0 jogos, folhetos, gibis e desenhos\u00a0 para colorir, com temas que refor\u00e7am as tem\u00e1ticas mencionadas. Outros objetos, alguns muito coloridos e divertidos, funcionaram como facilitadores para que as crian\u00e7as se interessem pelos conte\u00fados e sintam que estes cuidados s\u00e3o bons e podem, tamb\u00e9m, ser l\u00fadicos. A import\u00e2ncia em divulgar o trabalho na Fenadoce \u00e9 atrair outros p\u00fablicos e difundir orienta\u00e7\u00f5es para que os respons\u00e1veis cultivem os h\u00e1bitos corretos para que suas crian\u00e7as cres\u00e7am com sa\u00fade bucal.<\/p>\n<p><strong>Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o: cultura, arte e ci\u00eancia<\/strong> &#8211; A segunda exposi\u00e7\u00e3o apresentada pela Profa. Daniele Baltz Fonseca e pelas acad\u00eamicas Bruna Gentil e Clara Ribeiro intitulou-se Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o: cultura, arte e ci\u00eancia e objetivou difundir entre os visitantes da feira o car\u00e1ter human\u00edstico, cient\u00edfico e t\u00e9cnico-pr\u00e1tico da pr\u00e1tica do conservador-restaurador. As acad\u00eamicas, bolsistas do Programa de Educa\u00e7\u00e3o Tutorial do Curso de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o da UFPel, apresentam, em diversas ocasi\u00f5es, trabalhos desenvolvidos no \u00e2mbito do curso que contemplam a an\u00e1lise de t\u00e9cnicas e materiais e para isso trouxeram uma escultura em madeira policromada. A observa\u00e7\u00e3o dos pormenores da obra atrav\u00e9s do microsc\u00f3pio digital despertou a curiosidade do p\u00fablico adulto e infantil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Constru\u00e7\u00e3o e instru\u00e7\u00e3o do processo de tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas<\/strong><\/p>\n<p>Nesta sexta-feira (21), o Arquiteto Andrey Rosenthal Schlee, professor Titular da Universidade de Bras\u00edlia e Diretor do Departamento de Patrim\u00f4nio Material e Fiscaliza\u00e7\u00e3o do Iphan, realizou a palestra \u201cConstru\u00e7\u00e3o e instru\u00e7\u00e3o do processo de tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas\u201d, durante o Festival de Gastronomia da Fenadce 2019. O professor Schlee apresentou o processo do tombamento do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas e do reconhecimento nacional da tradi\u00e7\u00e3o doceira como patrim\u00f4nio imaterial. O professor transmitiu, em primeira m\u00e3o, o filme apresentado ao Conselho Consultivo do Iphan, como defesa da tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas. \u201cEste filme nunca foi compartilhado com os interessados, e nada melhor do que apresent\u00e1-lo aqui na Fenadoce\u201d, apontou Schlee, que disse ainda ser um prazer estar de volta a Pelotas e na Fenadoce. Assista ao filme completo: <a href=\"https:\/\/vimeo.com\/257075389?1&amp;ref=fb-share\">https:\/\/vimeo.com\/257075389?1&amp;ref=fb-share<\/a><br \/>\nAo longo de sua palestra, Schelee apresentou dados sobre Pelotas e sua tradi\u00e7\u00e3o doceira, al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio com o Iphan, que iniciou em 1953, com o primeiro pedido de tombamento, para a casa onde nasceu Ferreira Viana, e se consolidou em 1955, com o primeiro tombamento realizado no munic\u00edpio, do Obelisco Republicano. Outro dado importante trazido por ele, foi relativo ao tombamento do Teatro 7 de Abril, que faz parte do conjunto de 11 teatros brasileiros que foram reconhecidos em um mesmo processo. Atualmente, morando em Bras\u00edlia, Schlee afirmou que participar da constru\u00e7\u00e3o do processo de tombamento, e, principalmente, da gest\u00e3o do conjunto hist\u00f3rico de Pelotas como patrim\u00f4nio nacional, tem sido uma realiza\u00e7\u00e3o. Ele lembrou, com carinho, da ultima edi\u00e7\u00e3o da Fenadoce que participou, quando o evento ainda n\u00e3o era realizado no Centro de Eventos, e destacou que ficou surpreso com a dimens\u00e3o que a feira tomou. Para Schlee, o reconhecimento recebido pelo Iphan \u00e9 resultado do esfor\u00e7o, ao longo do tempo, de muita gente de Pelotas, e do carinho e envolvimento de pessoas de fora dela. \u201cTodos sabem o que significa a cidade dos doces, e a feira \u00e9 de fato uma atra\u00e7\u00e3o\u201d, acrescentou.<br \/>\nA Pr\u00f3-Reitora de Extens\u00e3o e Cultura da UFPel, Francisca Michelon, acompanhou o evento e destacou a import\u00e2ncia da presen\u00e7a de Schelee na cidade. \u201cEle apresentou com brilhantismo como se constr\u00f3i a percep\u00e7\u00e3o do que n\u00f3s somos\u201d, disse. Para ela, a Fenadoce tem papel important\u00edssimo no processo de reconhecimento do patrim\u00f4nio pelotense, e aponta a felicidade da UFPel em ser parceira da feira. \u201cTemos o nosso patrim\u00f4nio e devemos cuidar, divulgar, torn\u00e1-lo nacional. A Fenadoce iniciou pequena, e se tornou um evento grande e important\u00edssimo para a tradi\u00e7\u00e3o doceira\u201d, destacou, e acrescentou: \u201cHoje sabemos quem somos, qual import\u00e2ncia do nosso patrim\u00f4nio. Ele gera renda, trabalho, orgulho, autoestima e convic\u00e7\u00e3o de que temos uma trajet\u00f3ria e devemos cuidar dela\u201d.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21d2d2\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;22 de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>22 de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21d2d2\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-22-de-junho.png\"><img class=\"aligncenter size-full wp-image-11603\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-22-de-junho.png\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-22-de-junho.png 843w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-22-de-junho-400x237.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-22-de-junho-768x456.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/prog-22-de-junho-54x32.png 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 22 de junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Resid\u00eancia Multiprofissional em Aten\u00e7\u00e3o a Sa\u00fade da Crian\u00e7a<\/strong> &#8211; A primeira entrevista foi com a Profa Sandra Valle, Vice-Coordenadora da Resid\u00eancia Multiprofissional em Aten\u00e7\u00e3o a Sa\u00fade da Crian\u00e7a. A Resid\u00eancia consiste em formar e habilitar profissionais de diferentes \u00e1reas da sa\u00fade na identifica\u00e7\u00e3o de problemas e intervir, oportunamente, de forma precoce na garantia de uma adequada sa\u00fade da crian\u00e7a. E hoje a resid\u00eancia proporciona as profissionais uma forma\u00e7\u00e3o mais abrangente e intensa a respeito da sa\u00fade da crian\u00e7a, a n\u00edvel hospitalar (Hospital Escola \u2013 HE) e ambulatorial (Ambulat\u00f3rios de Odontologia, Pediatria, Neuro Desenvolvimento, Gestantes do HE). Ainda, tamb\u00e9m, grupos que atuam na Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade. Nesses cen\u00e1rios de pr\u00e1tica profissional s\u00e3o realizados, aproximadamente, oitocentos consultas mensais, atualmente a resid\u00eancia configura-se refer\u00eancia em atendimento multiprofissional na regi\u00e3o. Nesse ambiente multiprofissional normalmente a crian\u00e7a, e seus respons\u00e1veis, s\u00e3o atendidos no m\u00ednimo por tr\u00eas profissionais distintos da \u00e1rea da sa\u00fade, que s\u00e3o: educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, nutri\u00e7\u00e3o e odontologia, os quais orientam quanto aos cuidados de rotina e situa\u00e7\u00e3o de recupera\u00e7\u00e3o da sa\u00fade das crian\u00e7as. E no estande da UFPel a resid\u00eancia prop\u00f4s a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade vinculadas a tr\u00eas temas, que s\u00e3o: est\u00edmulo a redu\u00e7\u00e3o do comportamento sedent\u00e1rio e da pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica; identifica\u00e7\u00e3o do teor de a\u00e7\u00facar em alimentos preferidos por crian\u00e7as, tamb\u00e9m, no aux\u00edlio na compreens\u00e3o que a alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u00e9 acess\u00edvel; estimulo a higiene e sa\u00fade bucal. Durante as exposi\u00e7\u00f5es pode-se observar a identifica\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as com as a\u00e7\u00f5es propostas e, consequentemente, uma motiva\u00e7\u00e3o na mudan\u00e7a das suas rotinas di\u00e1rias. Ainda, a intera\u00e7\u00e3o entre os profissionais e desses com as crian\u00e7as e respons\u00e1veis foi um fator preponderante para elucidar a necessidade de h\u00e1bitos e rotinas que promovem a sa\u00fade da crian\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Projeto de Pesquisa, Projetando lugares com idosos: Rumo as comunidades amigas do envelhecimento<\/strong> &#8211; A segunda entrevista ocorreu com a Prof\u00aa Dra. Celina Britto Corr\u00eaa e as Pesquisadoras Silene Sopen\u00e3 e Lorena Resende Maia da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo \u2013 FAUrb, onde apresentaram o Projeto de Pesquisa, Projetando lugares com idosos: Rumo as comunidades amigas do envelhecimento. Esse projeto de coopera\u00e7\u00e3o internacional \u00e9 financiado pela ESRC \u2013Economic &amp; Social Research Council, liderado no Brasil pela Prof\u00aa Dra. Adriana Portella do Laborat\u00f3rio de Estudos Comportamentais da FAUrb\/UFPel e no Reino Unido pelo Dr Ryan Woolrych da Heriot Watt University. Tamb\u00e9m participam do projeto a Universidade Nacional de Bras\u00edlia, Universidade Federal de Minas Gerais e Funda\u00e7\u00e3o Universidade Federal de Rio Grande. No Reino Unido participam: University of Dundee, The University of Edinburgh, Manchester Metropolitan University e Keele University. O projeto tem como foco explorar como os idosos enfrentam o envelhecimento em diferentes contextos urbanos, sociais e culturais. As pesquisadoras presentes no estande da UFPel avaliaram positivamente a oportunidade de divulga\u00e7\u00e3o do projeto para a comunidade de idosos, como tamb\u00e9m aproveitaram para convidar os agentes interessados no envelhecimento saud\u00e1vel para participarem do Simp\u00f3sio IAPS 2019 \u2013 Envelhecimento Populacional em um Mundo de Desigualdades: Como projetar cidades saud\u00e1veis para todos, que acontecer\u00e1 em Pelotas\/RS de 27 a 30 de Novembro, cuja as informa\u00e7\u00f5es podem ser encontradas na p\u00e1gina wp.ufpel.edu.br\/placeage. Por fim, as entrevistadas citaram que mudar a forma constru\u00edda n\u00e3o \u00e9 suficiente para criar um ambiente inclusivo para envelhecimento, pois os lugares s\u00e3o mais do que espa\u00e7os f\u00edsicos. Os ambientes adequados ao envelhecimento s\u00e3o articulados por meio de um forte sentido de lugar, definido pelos v\u00ednculos sociais, psicol\u00f3gicos e emocionais que as pessoas t\u00eam com o seu ambiente.<\/p>\n<p><strong>Barraca da Sa\u00fade<\/strong> &#8211; apresentado na sequencia, \u00e9 um Projeto de Extens\u00e3o protocolado pelo curso de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da UFPEL, coordenado pela Profa. Michele Mandagar\u00e1 de Oliveira e pelo Prof. Felipe Herrmann. Visando a\u00e7\u00f5es sociais transformadoras da vida do sujeito, nessa edi\u00e7\u00e3o da Fenadoce 2019, o projeto enfatizou aspectos l\u00fadicos na preven\u00e7\u00e3o da sa\u00fade atrav\u00e9s da proposta do &#8220;Jogo da Sa\u00fade&#8221;, contemplando informa\u00e7\u00f5es a partir de folhetearia especifica. O Jogo da Sa\u00fade, tabuleiro de perguntas e respostas que levam a crian\u00e7a a refletir sobre aspectos de uma vida saud\u00e1vel, foi apresentado pela equipe Gabriel Moura Pereira, Larissa de Souza Escobar, Luani Burket, Sidnei Morales e Elisangela Coutinho. Gabriel enfatizou que as metas do projeto s\u00e3o contribuir com a qualifica\u00e7\u00e3o social a partir de conhecimentos que impactem positivamente numa melhor sa\u00fade, no que se refere a cultura para uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, conhecimentos acerca da import\u00e2ncia da pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos, cuidado com animais (zoonoses), entre outros indicativos. O aluno que participa da proposta, projeto Barraca da Sa\u00fade, atrav\u00e9s do conhecimento da realidade em que opera, qualifica-se profissionalmente, ampliando seus conhecimentos e assim, adquirindo uma forma\u00e7\u00e3o compromissada com a realidade social.<\/p>\n<p><strong>Biotecnologista<\/strong> &#8211; A Import\u00e2ncia da Regulamenta\u00e7\u00e3o da Biotecnologia para a Inser\u00e7\u00e3o do Biotecnologista no Mercado de Trabalho Brasileiro, \u00faltimo projeto apresentado nesse dia, \u00e9 Projeto de Extens\u00e3o com a\u00e7\u00f5es de pesquisa sobre o conhecimento da popula\u00e7\u00e3o acerca do que \u00e9 \u201cbiotecnologia\u201d e a\u00e7\u00f5es de ensino, desenvolvidas a partir de rodas de conversas sobre as car\u00eancia das diretrizes curriculares e a respectiva regulamenta\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. O projeto objetiva a difus\u00e3o das especialidades da profiss\u00e3o do biotecnologista na sociedade, bem como se configura como estrat\u00e9gica pol\u00edtica para seu reconhecimento junto aos \u00f3rg\u00e3os federais. A coordenadora do projeto, atual coordenadora do Colegiado do Curso de Biotecnologia, Profa. Priscila Marques Moura de Leon, ressaltou que com a referida regulamenta\u00e7\u00e3o haver\u00e1 uma significativa prote\u00e7\u00e3o da biotecnologia enquanto \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o e, assim, valoriza\u00e7\u00e3o do oficio e de seu profissional. A abrang\u00eancia da proposta contempla a qualifica\u00e7\u00e3o da comunidade, a exemplos de atividades desenvolvidas nas escolas e no \u00e2mbito acad\u00eamico (com atividade pr\u00e1ticas nos laborat\u00f3rios do Centro de Biotecnologia) para os alunos do ensino m\u00e9dio, culminando com a participa\u00e7\u00e3o da equipe em f\u00f3runs e eventos aproximando ensino sistematizado e sociedade, ou seja, comunidade e universidade. Priscila enfatizou que j\u00e1 se identifica ingressos no curso que foram consequ\u00eancia da experi\u00eancia praticada do projeto na comunidade. Com folhetearia informativa, o projeto foi apresentado aos visitantes da Fenadoce pelos acad\u00eamicos Diego do Amaral e Ant\u00f4nio Duarte Pagano. Para Diego, a atua\u00e7\u00e3o no projeto proporciona dois aspectos fundamentais para a forma\u00e7\u00e3o do aluno: atuar na realidade social identificando suas reais necessidades no que tange a \u00e1rea da biotecnologia e, ao disseminar conhecimento espec\u00edfico sobre a \u00e1rea, consequentemente forma-se p\u00fablico para o seu reconhecimento e, desta maneira, impulsiona o mercado de trabalho.<\/p>\n\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<span class=\"collapseomatic \" id=\"id69fcd9c21d3af\"  tabindex=\"0\" title=\"&lt;strong&gt;Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - &lt;\/strong&gt;&lt;strong&gt;23&lt;\/strong&gt; &lt;strong&gt;de junho&lt;\/strong&gt;\"    ><strong>Programa\u00e7\u00e3o e not\u00edcias - <\/strong><strong>23<\/strong> <strong>de junho<\/strong><\/span><div id=\"target-id69fcd9c21d3af\" class=\"collapseomatic_content \">\n<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template.jpg\"><img class=\"wp-image-11734 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template.jpg\" alt=\"\" width=\"843\" height=\"498\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template.jpg 1756w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template-400x236.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template-768x454.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template-1024x605.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/prec\/files\/2019\/06\/Template-54x32.jpg 54w\" sizes=\"(max-width: 843px) 100vw, 843px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>As Exposi\u00e7\u00f5es no Estande UFPel 50 anos da Fenadoce &#8211; 23 de junho<\/strong><\/p>\n<p>A primeira exposi\u00e7\u00e3o do estande foi o <strong>F\u00f3rum Social da UFPel,<\/strong> apresentada pelo prof. Felipe Herrmann e pelas alunas J\u00e9ssica Lopes e J\u00e9ssica Alves. O F\u00f3rum Social \u00e9 um espa\u00e7o de natureza participativa, que tem por finalidade representar a comunidade civil organizada perante \u00e0 UFPel, visando que a institui\u00e7\u00e3o possa acompanhar, assessorar e a propor, junto com as entidades, a\u00e7\u00f5es que contribuam para a melhoria da realidade social e para o pleno exerc\u00edcio da cidadania no \u00e2mbito da nossa regi\u00e3o. A pr\u00f3xima reuni\u00e3o do F\u00f3rum acontecer\u00e1 no dia 27 de junho, \u00e0s 18h, no Clube Xavante, e a pauta ser\u00e1 sobre Saneamento B\u00e1sico.<\/p>\n<p>A segunda exposi\u00e7\u00e3o, intitulada <strong>Cultivando H\u00e1bitos Saud\u00e1veis na Sala de Espera E Cl\u00ednica Infantil, <\/strong>apresentada pelo Prof. Douver Michelon e por acad\u00eamicas \u00a0da Faculdade de Odontologia e ilustrou, as a\u00e7\u00f5es de acolhimento de crian\u00e7as e familiares que recebem atendimento ambulatorial na Cl\u00ednica Infantil da Faculdade de Odontologia. As a\u00e7\u00f5es objetivam orientar as crian\u00e7as e os respons\u00e1veis sobre o que s\u00e3o h\u00e1bitos ruins e bons para que a crian\u00e7a cres\u00e7a com sa\u00fade. Foram expostos objetos que auxiliam o p\u00fablico a entender os h\u00e1bitos indesejados e a observar como a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 eficaz para manter o equil\u00edbrio e a sa\u00fade bucal.<\/p>\n<p>A terceira Exposi\u00e7\u00e3o do estande foi<strong> Doen\u00e7as Renais em C\u00e3es e Gatos,\u00a0<\/strong>que apresentou a a\u00e7\u00e3o de dois grupos do Departamento de Patologia Animal da Faculdade de Veterin\u00e1ria: Grupo de Estudos de Neonatologia de C\u00e3es e Gatos e Grupo de Estudos de Doen\u00e7as Renais em C\u00e3es e Gatos. Estiveram no estande a Professora Fabiane Grecco e os acad\u00eamicos Lu\u00edsa Mariano Cerqueira, doutoranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Veterin\u00e1ria e Eduardo Gon\u00e7alves, acad\u00eamico do Curso de Veterin\u00e1ria. Os visitantes, aqueles que possuem pets ou n\u00e3o, puderam compreender atrav\u00e9s dos materiais que estavam dispon\u00edveis e das explica\u00e7\u00f5es oferecidas pelo grupo o que s\u00e3o estas doen\u00e7as que acometem os animais dom\u00e9sticos e como preveni-las. Causou especial aten\u00e7\u00e3o de muitos visitantes saber que h\u00e1 uma \u00e1rea de neonatologia que estuda a vida dos c\u00e3es e gatos do nascimento at\u00e9 os 21 dias de idade. Neste curto per\u00edodo, cuidados como vacina\u00e7\u00e3o e vermifuga\u00e7\u00e3o podem ser conduzidos de modo a proteger o animalzinho de doen\u00e7as amea\u00e7adoras. O trabalho conduzido pelos dois grupos \u00e9 t\u00e3o mais importante quanto mais aumenta a frequ\u00eancia destes animais de companhias nos lares.<\/p>\n<p>A quarta exposi\u00e7\u00e3o, intitulada\u00a0<strong>ClinPet orienta\u00e7\u00f5es e cuidados com c\u00e3es e gatos<\/strong>, deu continuidade ao assunto iniciado anteriormente. A ClinPet \u00e9 um Grupo de Pesquisa, Ensino e Extens\u00e3o em Cl\u00ednica de Pequenos Animais da Faculdade de Veterin\u00e1ria. O Grupo j\u00e1 tem uma jornada expressiva que se inicia com a sua cria\u00e7\u00e3o em 2006 por iniciativa da professora Dr. M\u00e1rcia de Oliveira Nobre. Envolve estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o cujo foco de interesse \u00e9 o trabalho com pequenos animais. O grupo \u00e9 bastante numeroso e estiveram no estande oito estudantes que apresentaram um amplo conte\u00fado organizado em folders com esclarecimento sobre o que \u00e9 a posse respons\u00e1vel, sobre alimenta\u00e7\u00e3o e ambiente adequados para uma vida saud\u00e1vel dos c\u00e3es e gatos de companhia, bem como sobre as doen\u00e7as mais comuns e formas de precav\u00ea-las. Para chamar a aten\u00e7\u00e3o dos visitantes, o grupo disp\u00f4s no estande um painel com rosto vazado, com o desenho de um gatinho com a altura m\u00e9dia de uma crian\u00e7a. Mostrou-se um recurso muito eficiente em fazer o p\u00fablico infantil e seus acompanhantes pararem na exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A quinta e \u00faltima exposi\u00e7\u00e3o, do dia e da Feira, foi\u00a0<strong>A vida secreta dos parasitos,\u00a0<\/strong>apresentada pela Profa.\u00a0 Foram colocados \u00e0 mostra muitos vidros contendo exemplares de parasitos que, imediatamente, motivaram a curiosidade dos visitantes que passavam pelo estande. A conversa entre as expositoras e o p\u00fablico abordou, de modo did\u00e1tico, como os parasitos s\u00e3o componentes da biodiversidade. Muitos visitantes pararam para observar os parasitos conservados em l\u00e2minas no microsc\u00f3pio que estava dispon\u00edvel. Tamb\u00e9m os banners, as maquetes feitas em EVA e TNT, e os folders levados pela equipe contribu\u00edram para que o assunto fosse apresentado de modo explicativo e did\u00e1tico. A exposi\u00e7\u00e3o foi elaborada pela equipe do Laborat\u00f3rio de Parasitologia de Animais Silvestres (LAPASIL\/IB\/UFPel) e fez parte do calend\u00e1rio de exposi\u00e7\u00f5es do Museu Carlos Ritter em agosto de 2018.<\/p>\n\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A UFPel, mais uma vez, est\u00e1 presente na Fenadoce, com um estande que divulga os 50 anos da Institui\u00e7\u00e3o. O espa\u00e7o \u00e9 uma verdadeira vitrine din\u00e2mica para apresentar ao p\u00fablico algumas a\u00e7\u00f5es que exemplificam a amplitude e a intensidade da presen\u00e7a da UFPel na sociedade. 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