{"id":1040,"date":"2016-11-08T10:45:07","date_gmt":"2016-11-08T12:45:07","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/?p=1040"},"modified":"2016-11-08T10:46:22","modified_gmt":"2016-11-08T12:46:22","slug":"i-coloquio-de-estudos-da-poesia-inscricoes-abertas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/2016\/11\/08\/i-coloquio-de-estudos-da-poesia-inscricoes-abertas\/","title":{"rendered":"I Col\u00f3quio de Estudos da Poesia &#8211; Inscri\u00e7\u00f5es abertas"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p>Acontece, no dia 18 de novembro, o I Col\u00f3quio de Estudos da Poesia, o qual contar\u00e1 com a presen\u00e7a da Profa. Dr. Marlova Gonsales Aseff (Universidade de Bras\u00edlia) e do Prof. Dr. Lawrence Flores Pereira. O evento \u00e9\u00a0organizado pelo Prof. Dr. Aulus Mandagar\u00e1 Martins e pela Profa. Dr. Juliana Steil, docentes do PPG Letras UFPel. As inscri\u00e7\u00f5es \u00a0s\u00e3o gratuitas e podem ser feitas por meio do email gfgb@terra.com.br.<\/p>\n<p>Data: 18\/11<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: 19h<\/p>\n<p>Local: sala 206 do Antigo Salis Goulart (R. F\u00e9lix da Cunha, n\u00ba 510, Centro, Pelotas-RS)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cOs poetas e a poesia traduzida no Brasil\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Resumo: Alfredo Bosi destacou que o aparecimento de numerosas tradu\u00e7\u00f5es de poesia nos anos 1980 talvez tenha sido o fen\u00f4meno mais digno de aten\u00e7\u00e3o da nossa historiografia liter\u00e1ria [no final do s\u00e9culo XX]. J\u00e1 para John Milton, \u201co n\u00famero de trabalhos publicados \u00e9 de tal forma consider\u00e1vel que a \u00e1rea da poesia traduzida deveria ser seriamente considerada um g\u00eanero da literatura brasileira contempor\u00e2nea\u201d. Nesse contexto, refletirei sobre o peso das escolhas tradut\u00f3rias dos poetas na poesia traduzida no Brasil entre 1960-2009 e sobre como eles, tendo a tradu\u00e7\u00e3o como instrumento, trabalharam pela continuidade ou pelo rompimento de determinados c\u00e2nones.<\/p>\n<p><strong>Marlova Gonsales Aseff<\/strong> (Universidade de Bras\u00edlia)<\/p>\n<p>Doutora em Estudos da Tradu\u00e7\u00e3o (2012) e em Teoria da Literatura (2007) pela Universidade Federal de Santa Catarina, com est\u00e1gio de pesquisa na Universitat de Barcelona (UB). Pesquisa principalmente os seguintes temas: a rela\u00e7\u00e3o entre a tradu\u00e7\u00e3o e a literatura nacional, a influ\u00eancia da atividade de escritores-tradutores e de poetas-tradutores nas suas pr\u00f3prias cria\u00e7\u00f5es e no sistema liter\u00e1rio nacional, literatura do Prata e modernismo hispano-americano. Traduz fic\u00e7\u00e3o e n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o no par espanhol-portugu\u00eas. No Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Literatura (P\u00f3sLit) da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), com o apoio do Programa Nacional de P\u00f3s-Doutorado (PNPD) da Capes, desenvolve o projeto\u00a0<em>Poesia Traduzida no Brasil<\/em>, um site que tem como objetivo principal disponibilizar para a comunidade cient\u00edfica e para a sociedade em geral um cat\u00e1logo online da poesia traduzida publicada no Brasil. A vers\u00e3o atual do cat\u00e1logo apresenta aproximadamente seiscentas entradas bibliogr\u00e1ficas referentes a tradu\u00e7\u00f5es de poesia publicadas em livro entre as d\u00e9cadas de 1960 a 2000.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cTradu\u00e7\u00e3o, poesia, oralidade\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Resumo: H\u00e1 um elo entre poesia, tradu\u00e7\u00e3o e oralidade que muitas vezes escapa ao cr\u00edtico. Observando a presen\u00e7a da oralidade nas diversas tradi\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias, o tradutor pode encontrar solu\u00e7\u00f5es ou ainda sugest\u00f5es para a tradu\u00e7\u00e3o que dependem da recaptura do modo de composi\u00e7\u00e3o herdado das tradi\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas antigas ou populares. Se \u00e9 fato que Shakespeare pertence a um mundo mais complexo que o da simples oralidade, seu teatro sempre contou com estruturas herdadas que, embora checadas pelas novas pr\u00e1ticas, se mantiveram intactas em seu drama. Compreender isto \u00e9 j\u00e1 um primeiro caminho para a boa tradu\u00e7\u00e3o da dramaticidade oral de Shakespeare.<\/p>\n<p><strong>Lawrence Flores Pereira<\/strong> (Universidade Federal de Santa Maria)<\/p>\n<p>Possui gradua\u00e7\u00e3o em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996) e doutorado em Teoria da Literatura pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (2000) com per\u00edodo de pesquisas na Fran\u00e7a (Paris IV), junto ao Centre de Recherche sur l\u2019Histoire du Th\u00e9\u00e2tre. Possui per\u00edodo de p\u00f3s-doutorado na Universidade de Massachusetts, no Massachusetts Center for Interdisciplinary Renaissance Studies, como <em>visiting scholar<\/em>. Em tradu\u00e7\u00e3o po\u00e9tica realizou tradu\u00e7\u00f5es de poesia moderna (T. S. Eliot, Baudelaire) e de textos dram\u00e1ticos (S\u00f3focles e Shakespeare). Sua tradu\u00e7\u00e3o de poesia mais recente \u00e9 <em>Metamorfose dos Olhos de F\u00edlis em Astros<\/em> (\u00c9 Realiza\u00e7\u00f5es, 2016), obra originalmente escrita em franc\u00eas por Germain Habert. Como poeta, publicou <em>Engano Especular<\/em> (\u00c9 Realiza\u00e7\u00f5es, 2012). Sua tradu\u00e7\u00e3o de <em>Hamlet<\/em> de Shakespeare (Penguin Classics\/Companhia das Letras, 2015) \u00e9 finalista do 58\u00ba Pr\u00eamio Jabuti (2016).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":253,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-1040","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p8vD3Q-gM","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1040","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/users\/253"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1040"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1040\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1043,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1040\/revisions\/1043"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1040"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1040"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgl\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1040"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}