{"id":531,"date":"2017-06-22T12:48:08","date_gmt":"2017-06-22T15:48:08","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/?page_id=531"},"modified":"2019-05-17T12:16:09","modified_gmt":"2019-05-17T15:16:09","slug":"turma-2012","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/turma-2012\/","title":{"rendered":"Turma 2012"},"content":{"rendered":"<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-felipe-kruger.pdf\"><strong>A CONSTRU\u00c7\u00c3O HIST\u00d3RICA NA GRAPHIC NOVEL V FOR VENDETTA: ASPECTOS POL\u00cdTICOS, SOCIAIS E CULTURAIS NA INGLATERRA (1982-1988)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Felipe Rad\u00fcnz Kr\u00fcger<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo: <\/strong>A presente pesquisa, vinculada ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria, da Universidade Federal de Pelotas, objetiva investigar a narrativa imag\u00e9tica e textual na <em>graphic novel V for Vendetta<\/em>(1982-1988), criada pelos brit\u00e2nicos Alan Moore e David Lloyd a partir da sua rela\u00e7\u00e3o com aspectos do passado, mais especificamente, com a pol\u00edtica e sociedade da Inglaterra da d\u00e9cada de 1980. Como cria\u00e7\u00e3o art\u00edstico-cultural, acreditamos que seu per\u00edodo de produ\u00e7\u00e3o, o qual, \u00e9 concomitante aos mandatos de Margareth Thatcher (1979-1990), conhecida por promover o neoliberalismo na Inglaterra, foi crucial para as refer\u00eancias a que a obra cont\u00e9m, como a tomada de posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos seus idealizadores. Nesse sentido, este trabalho conta, como referencial te\u00f3rico metodol\u00f3gico os estudos de autores, como Ankersmit(2001, 2012), White(1991, 1999, 2006, 2010), Hutcheon(1991), Kellner(2001), Foucault(1996), entre outros, os quais possibilitaram vislumbrar a obra n\u00e3o como mera fonte, mas como uma constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da d\u00e9cada de 1980 inglesa. A proposta de an\u00e1lise pauta-se na vers\u00e3o original da obra, em entrevistas com os autores e document\u00e1rios. A partir das reflex\u00f5es efetuadas, percebemos que a constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica em <em>V for Vendetta<\/em> mant\u00e9m aproxima\u00e7\u00f5es com as narrativas historiogr\u00e1ficas, visto que tanto nosso objeto de estudo quanto a historiografia apresentam interpreta\u00e7\u00f5es sobre uma \u201crealidade\u201d passada.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-Chave:<\/strong> <em>V for Vendetta<\/em>; Metafic\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica; Inglaterra<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: Banca: <\/strong>Larissa Patron Chaves (UFPel, orientadora) Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel), N\u00e1dia da Cruz Senna (PPG em Artes Visuais\/UFPel), Arthur Lima de \u00c1vila (UFRGS).<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 11\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span>__________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-luiane-oares.pdf\"><strong>LOU\u00cfZE LAB\u00c9: INTERA\u00c7\u00d5ES, ESTRAT\u00c9GIAS E O LUGAR DO FEMININO EM DEBATE<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Luiane Soares Motta<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo: <\/strong>A presente pesquisa trata do universo feminino trazido pela autora Lou\u00efze Lab\u00e9, que viveu durante o s\u00e9culo XVI, na cidade francesa de Lyon. A express\u00e3o de sua escrita possibilita-nos compreender n\u00e3o s\u00f3 o seu sujeito e sua postura diante da sociedade, como tamb\u00e9m o seu pr\u00f3prio entorno e os del\u00edrios que nele habitam. A escrita liter\u00e1ria, que nada mais \u00e9 que um misto do exterior do indiv\u00edduo e suas elucubra\u00e7\u00f5es, possibilitou perceber a rela\u00e7\u00e3o d\u00fabia entre o ser mulher e ser autora, durante um tempo que, mesmo t\u00e3o distante temporalmente do presente, liga-se muito a ele e apresenta situa\u00e7\u00f5es que respondem ou permitem elucidar os moldes de nossa pr\u00f3pria contemporaneidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Lou\u00efze Lab\u00e9 \u2013 Literatura \u2013 Renascimento \u2013 Den\u00fancia e resist\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca:<\/strong> Ana Inez Klein (UFPel, orientadora), Rejane Barreto Jardim (UFPel), Ana Maria Colling (UFGD)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 23\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-maria-hallal.pdf\"><strong>IMAGENS DA CIDADE: REPRESENTA\u00c7\u00c3O E MODERNIZA\u00c7\u00c3O NA CIDADE DO RIO GRANDE NA D\u00c9CADA DE 1950<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Maria Clara Lysakowski Hallal<\/span><\/h3>\n<div class=\"text15\" align=\"left\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo: <\/strong><span id=\"yui_3_16_0_1_1427286469844_57036\">Este trabalho tem como recorte temporal a d\u00e9cada de 1950, mais especificamente, o per\u00edodo de governo do presidente Juscelino Kubistchek, 1956-1961. Momento marcado por in\u00fameras transforma\u00e7\u00f5es: a moderniza\u00e7\u00e3o estava em vigor, perpetuada atrav\u00e9s das transforma\u00e7\u00f5es urban\u00edsticas e quest\u00f5es como o desenvolvimentismo e as modifica\u00e7\u00f5es industriais. O Plano de Metas, lan\u00e7ado logo ap\u00f3s a posse do novo presidente, consistia em 31 metas, e tendeu a dar bases desenvolvimentistas para o Brasil, dentre os objetivos estava \u00e0 expans\u00e3o das \u00e1reas de energia, alimenta\u00e7\u00e3o, ind\u00fastria de base e transporte para todo o Brasil, inclusive, para o interior. Tamb\u00e9m abarcava a meta s\u00edntese, a constru\u00e7\u00e3o da nova capital federal, Bras\u00edlia. A partir disso, faz-se a seguinte quest\u00e3o: a partir de imagens do jornal <em>Rio Grande<\/em>, considerado o de maior circula\u00e7\u00e3o da cidade, e do est\u00fadio Casa Foto Rio Grande, ser\u00e1 estudado a representa\u00e7\u00e3o da nova visualidade urbana e se e como a moderniza\u00e7\u00e3o brasileira chegou a Rio Grande, no per\u00edodo estipulado. Os objetivos que norteiam este trabalho s\u00e3o: compreender como se expressou a visualidade urbana, consequentemente a moderniza\u00e7\u00e3o e urbaniza\u00e7\u00e3o na cidade do Rio Grande; identificar as modifica\u00e7\u00f5es urbanas na cidade durante a d\u00e9cada de 1950 e identificar as obras de infraestrutura, embelezamento e os problemas oriundos da poss\u00edvel moderniza\u00e7\u00e3o riograndina. <span id=\"yui_3_16_0_1_1427286469844_57035\">Dessa forma, foi poss\u00edvel constatar enquanto que as fontes, primordialmente, objetivavam mostrar o belo, oriundo das reformas, o antigo e defasado tamb\u00e9m foi evidenciado pelas fotografias do est\u00fadio e fotorreportagens do jornal. Nota-se, ent\u00e3o, que na cidade do Rio Grande, o antigo e novo faziam parte da constitui\u00e7\u00e3o moderna da cidade. Tamb\u00e9m foi poss\u00edvel perceber que os discursos da moderniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o eram simplesmente virtudes, mas sim organiza\u00e7\u00e3o das for\u00e7as, seja dos governos ou da popula\u00e7\u00e3o, pois esta, atrav\u00e9s do jornal ou fotografias do est\u00fadio, poderia sentir-se parte integrante desse ideal e participar, visto que a industrializa\u00e7\u00e3o, cidad\u00e3os\/habitantes, governos e urbaniza\u00e7\u00e3o est\u00e3o interligados e s\u00e3o dependentes no processo.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div id=\"yui_3_16_0_1_1427286469844_56669\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0<\/span><\/div>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-Chave: <\/strong>\u00a0Brasil; Juscelino Kubistchek; Moderniza\u00e7\u00e3o; Representa\u00e7\u00e3o; Rio Grande<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Elisabete da Costa Leal (UFPel, orientadora), Larissa Patron Chaves (UFPel), Alberto Gawryszewski (UEL)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 15\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-marilia-brandao.pdf\"><strong>DITADURA CIVIL MILITAR NA REGI\u00c3O SUL GA\u00daCHA: MILIT\u00c2NCIAS E ROTAS DE EX\u00cdLIO<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Mar\u00edlia Brand\u00e3o Amaro da Silveira<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> No presente trabalho intenta-se trazer novos elementos para a pesquisa em ditadura civil militar focando um tema cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda muito escassa. \u00c9 proposto explorar a forma com que o per\u00edodo se expressou, no que remete ao Rio Grande do Sul, em cidades do interior onde percebemos uma grande particularidade: a organiza\u00e7\u00e3o das rotas de ex\u00edlio. Delimitaremos o presente trabalho \u00e0s atividades de oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 ditadura civil militar nas cidades de interior e de fronteira, considerando as principais atividades de oposi\u00e7\u00e3o, a repress\u00e3o, os apoios ao golpe, dentre diversas particularidades. Focaremos, mais especificamente, na organiza\u00e7\u00e3o das rotas de ex\u00edlio, atividade peculiar que envolveu diversos grupos em solidariedade para garantir a vida de militantes procurados e, tamb\u00e9m, para a organiza\u00e7\u00e3o da milit\u00e2ncia no ex\u00edlio. A principal fonte ser\u00e1 a mem\u00f3ria, tanto dos organizadores das atividades, quanto dos transladados para fora do pa\u00eds. Focaremos o per\u00edodo compreendido entre o ano do golpe at\u00e9 o in\u00edcio dos anos de 1970, em que os grupos de resist\u00eancia foram duramente combatidos e se encontravam bastante desarticulados.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras Chave:<\/strong> Ditadura Civil Militar; Cidades de interior e de Fronteira; Rotas de Ex\u00edlio.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Edgar \u00c1vila Gandra (UFPel, orientador) Enrique Serra Padr\u00f3s (UFRGS), Renato Della Vechia (UCPel)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 15\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-paula-vieira.pdf\"><strong>O LUGAR DA MULHER NAS P\u00c1GINAS DE <em>O CRUZEIRO<\/em>: O CASO DE ELEG\u00c2NCIA E BELEZA E DA MULHER PARA A MULHER NA D\u00c9CADA DE 1960<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Paula de Oliveira Vieira<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: <em>O Cruzeiro<\/em> era uma revista de variedades, abrangia v\u00e1rios assuntos da sociedade brasileira. O foco desta disserta\u00e7\u00e3o s\u00e3o as p\u00e1ginas dedicadas \u00e0s mulheres. Sendo assim, as se\u00e7\u00f5es analisadas foram <em>Eleg\u00e2ncia e Beleza<\/em> e <em>Da Mulher<\/em> <em>para a mulher<\/em>. Em <em>Eleg\u00e2ncia e Beleza<\/em> as mulheres deveriam cuidar de sua sa\u00fade e apar\u00eancia para n\u00e3o perderem a feminilidade, caracter\u00edstica muito defendida pela revista. A mulher deveria obedecer a certos padr\u00f5es de beleza, um dos mais enaltecidos era a magreza. Para ser bela, a mulher tem de ser magra: a est\u00e9tica que mais aparece como um referencial de beleza, al\u00e9m da juventude. Desse modo s\u00e3o representados padr\u00f5es de beleza feminina, como uma mulher deve ser e como proceder para atingir um padr\u00e3o de beleza aceito e desejado. A segunda se\u00e7\u00e3o trabalhada, <em>Da Mulher para a mulher,<\/em> funcionava como um suposto correio sentimental, no qual mulheres e homens escreviam para a se\u00e7\u00e3o relatando seus problemas emocionais e afetivos. A se\u00e7\u00e3o funcionava como uma reguladora da vida feminina, regulava como as mulheres deveriam ser e agir em sociedade, refor\u00e7ando um papel estereotipado e machista de que a mulher \u00e9 inferior ao homem.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Hist\u00f3ria, G\u00eanero, <em>O Cruzeiro<\/em>, <em>Eleg\u00e2ncia e Beleza<\/em>,\u00a0 <em>Da Mulher para a mulher<\/em>.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel, orientador), Fl\u00e1via Maria Silva Rieth (PPG em Antropologia\/UFPel), Rejane Barreto Jardim (UFPel), Ana Maria Colling (UFGD)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 23\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-rodrigo-pinnow.pdf\"><strong>AS INFER\u00caNCIAS DA POL\u00cdTICA EXTERNA ESTADUNIDENSE NA<br \/>\nAM\u00c9RICA LATINA NO S\u00c9CULO XX: O CASO DO INSTITUTO CULTURAL<br \/>\nBRASILEIRO NORTE-AMERICANO-ICBNA<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Rodrigo Vieira Pinnow<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo: <\/strong>A presente pesquisa tem como objetivo analisar as infer\u00eancias da pol\u00edtica externa estadunidense na Am\u00e9rica Latina atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o dos centros binacionais norte-americanos em meados da d\u00e9cada de 1930. Entende-se que os estudos que contemplam a difus\u00e3o cultural dos Estados Unidos no continente latino-americano apresentam uma lacuna no que tange as a\u00e7\u00f5es das ag\u00eancias e \u00f3rg\u00e3os estadunidenses, bem como de seus representantes nas rela\u00e7\u00f5es com as elites latino-americanas. Nesse sentido, pretende-se ampliar a percep\u00e7\u00e3o sobre a Pol\u00edtica de Boa Vizinhan\u00e7a proposta pelo governo de Franklin Delano Roosevelt, ao considerar os centros binacionais como um dos vetores no processo de difus\u00e3o cultural estadunidense na Am\u00e9rica Latina. Prop\u00f5e-se incorporar uma nova perspectiva de an\u00e1lise acerca da influ\u00eancia dos Estados Unidos no continente latino-americano, a partir do estudo de caso do Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (ICBNA), analisando os pormenores do processo de cria\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do mapeamento dos demais centros pela Am\u00e9rica Latina. Diante disso, discute-se a aus\u00eancia do processo na historiografia, na qual n\u00e3o se encontram estudos extensivos sobre a difus\u00e3o cultural estadunidense atrav\u00e9s de institutos ou centros binacionais.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Am\u00e9rica Latina \u2013 Brasil \u2013 Estados Unidos \u2013 Pol\u00edtica de Boa Vizinhan\u00e7a \u2013 Centros Binacionais<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca:<\/strong> Arthur Lima de \u00c1vila (UFPel\/UFRGS, orientador), Edgar \u00c1vila Gandra (UFPel), Fernando da Silva Camargo (UFPel), Rodrigo Santos de Oliveira (FURG)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 25\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-tamara-oswald.pdf\"><strong>COMUNIDADES LUTERANAS LIVRES EM S\u00c3O LOUREN\u00c7O DO SUL (1886-1945)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Tamara Oswald<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo: <\/strong>Desde a chegada dos primeiros imigrantes a S\u00e3o Louren\u00e7o em 1858, o luteranismo se instalou naquela regi\u00e3o como principal religi\u00e3o entre os colonos. Como n\u00e3o havia pastores e professores entre eles, sentiram a necessidade de organizar locais comunit\u00e1rios onde pudessem professar a f\u00e9 e proporcionar o ensino aos jovens e crian\u00e7as. Naquele contexto, sem apoio da Igreja Alem\u00e3 para constru\u00edrem seus templos, procuraram ergu\u00ea-los de maneira aut\u00f4noma atrav\u00e9s da uni\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Do mesmo modo, pleitearam locais para desenvolver atividades educacionais na col\u00f4nia, adquirindo espa\u00e7os primeiramente atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00e3o e, mais tarde, da compra de lotes destinados a constru\u00e7\u00e3o das escolas-capela. Este per\u00edodo inicial de forma\u00e7\u00e3o das comunidades n\u00e3o contou com uma maior interven\u00e7\u00e3o ou aux\u00edlio das institui\u00e7\u00f5es luteranas que j\u00e1 se organizavam no pa\u00eds. Essa situa\u00e7\u00e3o mudou somente a partir de 1886, quando o S\u00ednodo Rio-Grandense passa a enviar pastores ordenados para o interior da prov\u00edncia, a fim de filiarem as comunidades aut\u00f4nomas \u00e0 sua institui\u00e7\u00e3o e arrebanhar novos fieis. Em 1900, o S\u00ednodo de Missouri tamb\u00e9m passa a enviar pastores \u00e0s regi\u00f5es coloniais com o mesmo prop\u00f3sito. A partir desse momento at\u00e9 1945, as comunidades que se organizaram de forma aut\u00f4noma s\u00e3o inseridas em um contexto de disputa religiosa entre as institui\u00e7\u00f5es sinodais, ao mesmo tempo em que se encontram num per\u00edodo de dist\u00farbios pol\u00edticos e \u00e9tnicos, em virtude das duas guerras mundiais e do Estado Novo, no Brasil. Al\u00e9m de verificar as atividades das comunidades livres e independentes em S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul neste contexto, este trabalho pretende trazer o tema do independentismo \u00e0s discuss\u00f5es sobre o luteranismo no Brasil, sobretudo no Rio Grande do Sul, visto que ainda existem comunidades livres em atividade, especialmente a regi\u00e3o sul. O diferencial desta pesquisa, al\u00e9m de verter sobre a tem\u00e1tica do independentismo, ainda pouco difundida entre os debates historiogr\u00e1ficos sobre o luteranismo no Brasil, est\u00e1 em ter utilizado fontes aut\u00f3ctones das comunidades livres e independentes, dando prioridade \u00e0 documenta\u00e7\u00e3o que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia sido utilizada. Esse olhar sobre fontes n\u00e3o-sinodais, d\u00e1 ao trabalho e \u00e0s pr\u00f3prias comunidades aut\u00f4nomas, voz e a possibilidade de um novo vi\u00e9s interpretativo sobre suas origens e perman\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Comunidades luteranas livres, S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul, Imigra\u00e7\u00e3o pomerana, Independentismo Luterano<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca:<\/strong> Adhemar Louren\u00e7o da Silva J\u00fanior (UFPel, orientador), Alexandre de Oliveira Karsburg (UFPel), Carmo Thum (FURG), Ren\u00e9 Ernaini Gertz (PUCRS)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 13\/06\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-rosendo-caetano.pdf\"><strong>O NAZI-FASCISMO NAS P\u00c1GINAS DO<em> DI\u00c1RIO POPULAR<\/em>. PELOTAS: 1923-1939<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Rosendo da Rosa Caetano<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> A presente disserta\u00e7\u00e3o se prop\u00f5e analisar como o <em>Di\u00e1rio Popular<\/em>, de Pelotas, entre 1923 e 1939, comportou-se em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s ideologias fascistas, especialmente em rela\u00e7\u00e3o ao nazismo alem\u00e3o. Apoiada em pesquisa documental e na historiografia sobre o tema, buscou-se tra\u00e7ar a trajet\u00f3ria do peri\u00f3dico durante o recorte cronol\u00f3gico estabelecido em rela\u00e7\u00e3o a seus posicionamentos ideol\u00f3gicos. O<em>Di\u00e1rio Popular <\/em>foi fundado no \u00faltimo quartel do s\u00e9culo XIX, ligado ao Partido Republicano Rio-Grandense (PRR), e constituiu-se repre\u00adsentante das classes conservadoras da cidade, sendo \u00f3rg\u00e3o oficial da municipalidade at\u00e9 os anos 1930. Ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, passou por um longo per\u00edodo de reformula\u00e7\u00e3o, desvinculando-se do PRR e opondo-se ao governo varguista. Por fim, ap\u00f3s a implanta\u00e7\u00e3o do Estado Novo, buscou conciliar-se com o regime e aliou-se a concep\u00e7\u00e3o estado-novista. O jornal tomou contato com o ide\u00e1rio fascista nos anos 1920, noticiando-o atrav\u00e9s de sua se\u00e7\u00e3o internacional. Posteriormente, a medida que o notici\u00e1rio deu \u00eanfase a vit\u00f3ria eleitoral de Adolf Hitler e a Coordena\u00e7\u00e3o da Alemanha, o nazismo tornou-se tema de capa. Inicial\u00admente o jornal manteve rela\u00e7\u00f5es cordiais com os representantes fascistas na cidade, espe\u00adcialmente com o Partido Nacional Fascista italiano e, posteriormente, tamb\u00e9m com a Se\u00e7\u00e3o do Partido Nazista. Contudo, ap\u00f3s a implanta\u00e7\u00e3o do Estado Novo, firmou o distanciamento iniciado j\u00e1 em meados de 1936.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave<\/strong>: Nazi-fascismo; nazismo, jornal <em>Di\u00e1rio Popular<\/em>, Pelotas, Rio Grande do Sul<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca:<\/strong> Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel, orientador), M\u00e1rcia Janete Espig (UFPel), Lorena Almeida Gill (UFPel), Gerson Wasen Fraga (UFFS)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 30\/04\/2014<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/2014-gesa-guedes.pdf\"><strong>CRIMINALIDADE FEMININA: HOMIC\u00cdDIOS EM PELOTAS (1880-1890)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h3 class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">Geza Lisiane Car\u00fas Guedes<\/span><\/h3>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo: <\/strong>Esta disserta\u00e7\u00e3o tem o objetivo de analisar a criminalidade feminina a partir dos homic\u00eddios ocorridos na cidade de Pelotas entre os anos de 1880 a 1890. Utilizando a metodologia da micro-hist\u00f3ria, foram pesquisados os processos criminais e as not\u00edcias relacionadas aos crimes. A an\u00e1lise percorre os caminhos das mulheres negras que figuraram como r\u00e9s em a\u00e7\u00f5es judiciais, seus la\u00e7os familiares e de parentesco, suas ocupa\u00e7\u00f5es e trabalhos. Procura explicar como o Direito tratou de maneira diversa as mulheres no que tange as normativas, bem como, os argumentos generificados utilizados pela Justi\u00e7a na elabora\u00e7\u00e3o das senten\u00e7as. A abordagem considerou o momento hist\u00f3rico de transi\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio para a Rep\u00fablica.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras- chave: <\/strong>Pelotas; criminalidade feminina; viol\u00eancia; mulheres negras; imprensa.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca:<\/strong> Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel, orientador), Beatriz Ana Loner (UFPel), \u00darsula Rosa da Silva (PPG em Artes Visuais\/UFPel), Paulo Roberto Staudt Moreira (UNISINOS)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 30\/05\/2014<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A CONSTRU\u00c7\u00c3O HIST\u00d3RICA NA GRAPHIC NOVEL V FOR VENDETTA: ASPECTOS POL\u00cdTICOS, SOCIAIS E CULTURAIS NA INGLATERRA (1982-1988) Felipe Rad\u00fcnz Kr\u00fcger Resumo: A presente pesquisa, vinculada ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria, da Universidade Federal de Pelotas, objetiva investigar a narrativa imag\u00e9tica e textual na graphic novel V for Vendetta(1982-1988), criada pelos brit\u00e2nicos Alan Moore e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":57,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-531","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/531","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/users\/57"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=531"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/531\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1269,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/531\/revisions\/1269"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=531"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}