{"id":526,"date":"2017-06-22T12:45:00","date_gmt":"2017-06-22T15:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/?page_id=526"},"modified":"2017-06-22T12:45:00","modified_gmt":"2017-06-22T15:45:00","slug":"turma-2011","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/turma-2011\/","title":{"rendered":"Turma 2011"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-ana-costa.pdf\"><strong>CRIADOS DE SERVIR: ESTRAT\u00c9GIAS DE SOBREVIV\u00caNCIA<br \/>\nNA CIDADE DO RIO GRANDE (1880-1894)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Ana Paula do Amaral Costa<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: Esta disserta\u00e7\u00e3o investiga o trabalho dos criados de servir na cidade do Rio Grande nos anos de 1880 a 1894. Para atender os objetivos da an\u00e1lise e compreens\u00e3o dos mecanismos de controle sobre estes trabalhadores as fontes foram variadas, tendo o Regulamento de Loca\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o de Criados e Amas de Leite e o Livro de Registro da Conduta dos Criados de Servir e Amas de leite como principais fontes. Este regulamento era uma forma de controle sobre a vida e o trabalho dos criados de servir, vigorando na cidade do Rio Grande de 1887 a 1890 e de 1893 a 1894. O controle passou a ser intenso na \u00e9poca da aboli\u00e7\u00e3o, pois o principal alvo era a popula\u00e7\u00e3o negra egressa da escravid\u00e3o e seus descendentes. Mas os criados resistiram \u00e0 disciplina do trabalho. A respeito das lutas dos trabalhadores pela liberdade e dignidade de trabalho, as fontes citadas juntamente com os artigos de jornais possibilitaram observar uma interrup\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica de disciplinamento imposta pela regulamenta\u00e7\u00e3o, dirigida aos trabalhadores do setor dom\u00e9stico. Essa interrup\u00e7\u00e3o ocorreu por uma tentativa de organiza\u00e7\u00e3o dos criados de servir negros contra a utiliza\u00e7\u00e3o de uma regulamenta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o que feria o direito a liberdade, adquirido com a lei de 13 de maio de 1888. Observou-se que estas lutas dos criados de servir e dos demais trabalhadores negros pelo direito a liberdade no imediato p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o, geraram um sentimento de pertencimento \u00e0 cor.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave<\/strong>: escravid\u00e3o, Rio Grande, criados de servir, estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca<\/strong>: Lorena Almeida Gill (UFPel, orientadora), Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel), Beatriz Ana Loner (UFSM) e\u00a0 Henrique Espada Rodrigues Lima e Filho (UFSC)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 19\/04\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-andre-silva.pdf\"><strong>UM FRANC\u00caS NO INTERIOR PAULISTA: PAUL DELEUZE<br \/>\nE O CASO DA S\u00c3O PAULO NORTHERN RAILROAD COMPANY (1909 \u2013 1916)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Andr\u00e9 Luiz da Silva<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: Utilizando uma metodologia baseada na micro-hist\u00f3ria, esta pesquisa volta-se para os bastidores da fal\u00eancia, liquida\u00e7\u00e3o e compra da Estrada de Ferro Araraquara (EFA) pela S\u00e3o Paulo Northern Railroad Company (SPNRC), rastreando a rede de intera\u00e7\u00f5es entre os diversos personagens envolvidos com a ferrovia e com Paul Deleuze, presidente da SPNRC. Ap\u00f3s um profundo estudo historiogr\u00e1fico constatou-se que o envolvimento de Deleuze com a EFA est\u00e1 diretamente relacionado a um empr\u00e9stimo realizado por um grupo de investidores que, em 1909, adquiriu mais da metade das a\u00e7\u00f5es da ferrovia araraquarense. Por meio de um procurador, os administradores da EFA estabeleceram um acordo com o banco alem\u00e3o L. Behrens &amp; Sohne. O empr\u00e9stimo foi realizado a partir de dados pouco condizentes com a real situa\u00e7\u00e3o financeira da ferrovia, ent\u00e3o j\u00e1 endividada. Com o empr\u00e9stimo o passivo da ferrovia aumentou consideravelmente e como j\u00e1 vivenciava problemas financeiros anteriores, veio a falir em 1914. Neste meio tempo, os diferentes grupos interessados no controle da EFA entraram em disputas judiciais relativas \u00e0s supostas irregularidades cometidas pelos diretores da estrada de ferro e pelo banco alem\u00e3o na emiss\u00e3o das deb\u00eantures. A Primeira Grande Guerra tornou-se um obst\u00e1culo para que os portadores de deb\u00eantures pudessem ter uma participa\u00e7\u00e3o direta na liquida\u00e7\u00e3o da EFA, sendo que o banco L. Behrens &amp; Sohne utilizou-se deste fator para conduzir diretamente o processo de liquida\u00e7\u00e3o da ferrovia. Paul Louis Joseph Deleuze, banqueiro e advogado, presidente de um banco com sede nos EUA e filial em Paris, era um dos debenturistas. Articulando-se com os demais portadores de obriga\u00e7\u00f5es e em seguida com os banqueiros alem\u00e3s, fundou nos EUA a empresa S\u00e3o Paulo Northern Railroad Company, vindo para o Brasil como parte da estrat\u00e9gia dos banqueiros alem\u00e3es em contornar a poss\u00edvel anula\u00e7\u00e3o do empr\u00e9stimo e reduzir os direitos dos debenturistas. A presente disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 um estudo a respeito das estrat\u00e9gias de Paul Deleuze e outros personagens envolvidos na fal\u00eancia, liquida\u00e7\u00e3o e compra da Estrada de Ferro Araraquara entre 1909 e 1916.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Estrada de Ferro Araraquara, Paul Deleuze, S\u00e3o Paulo Northern Railroad Company, Oeste Paulista.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>M\u00e1rcia Janete Espig (UFPel, orientadora), Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel), Henry Marcelo Martins da Silva (UFMS), Pedro Geraldo Tosi (UNESP)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 20\/03\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-cristine-tedesco.pdf\"><strong>\u201cE NON DITE CHE DIPINGEVA COME UN UOMO\u201d: HIST\u00d3RIA E LINGUAGEM<br \/>\nPICT\u00d3RICA DE ARTEM\u00cdSIA LOMI GENTILESCHI ENTRE AS D\u00c9CADAS<br \/>\nDE 1610 E 1620 EM ROMA E FLOREN\u00c7A<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Cristine Tedesco<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: A presente pesquisa tem como objetivo principal entender a complexa rela\u00e7\u00e3o entre a vida e a obra de Artem\u00edsia [Lomi] Gentileschi (1593-1654). O estudo privilegia os primeiros tempos de atua\u00e7\u00e3o da jovem pintora, principalmente em Roma e Floren\u00e7a. Selecionamos dois principais tipos de fontes para fazer este trabalho, escritas e imag\u00e9ticas. A an\u00e1lise das imagens foi realizada ao mesmo tempo em que estudamos os interrogat\u00f3rios do processo crime <em>Stupri et lenocinij Pro Curia et Fisco,<\/em>em que Agostino Tassi \u00e9 acusado de desvirginar for\u00e7adamente Artem\u00edsia, durante o ano de 1611. Realizamos uma investiga\u00e7\u00e3o atrelada \u00e0s discuss\u00f5es de <em>g\u00eanero, <\/em>pois entendemos que o feminino e o masculino s\u00e3o constru\u00eddos pela cultura e que as identidades subjetivas de homens e mulheres possuem origens sociais, as quais se relacionam de forma complexa e tensa. (SCOTT, 1990). Destacamos que a presente pesquisa \u00e9 norteada pelo m\u00e9todo de redu\u00e7\u00e3o de escala na an\u00e1lise historiogr\u00e1fica, empregada por Michel Foucault (1991) e tamb\u00e9m muito trabalhada nos estudos de Carlo Ginzburg (2006). Sobre a an\u00e1lise das imagens, nos filiamos \u00e0 metodologia de Luigi Pareyson (1997). Segundo o autor, \u201c[&#8230;] a obra reimerge na hist\u00f3ria: longe de reduzir-se a um simples momento do fluxo temporal, \u00e9 capaz de, ela pr\u00f3pria, produzir hist\u00f3ria [&#8230;]\u201d. (PAREYSON, 1997, p. 133). Mesmo silenciada por uma historiografia androc\u00eantrica, Artem\u00edsia pintou figuras humanas que superam n\u00e3o s\u00f3 o pai, mas muitos outros artistas de seu tempo. O desvirginamento for\u00e7ado, os exames ginecol\u00f3gicos, a tortura, o casamento arranjado entre um homem endividado e seu pai, os percal\u00e7os de uma mulher que anseia a inser\u00e7\u00e3o no mundo masculinizado das artes s\u00e3o quest\u00f5es importantes da vida de Artem\u00edsia e da conjuntura analisada pela pesquisa. Artem\u00edsia construiu uma linguagem anticonformista do ponto figurativo e estil\u00edstico, pintou na maioria de suas obras a intensidade de uma rede de poder patriarcal que a artista percebia em seu cotidiano.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Artem\u00edsia Lomi Gentileschi, G\u00eanero, Hist\u00f3ria, Imagens<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Rejane Barreto Jardim (UFPel, orientadora); Elisabete da Costa Leal (UFPel), Larissa Patron Chaves (UFPel), Celso Bordignon (MUSCAP)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 18\/03\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-lidiane-friderichs.pdf\"><strong>SAINDO DOS TRILHOS: OS FERROVI\u00c1RIOS RIOGRANDINOS DURANTE A DITADURA CIVIL-MILITAR (1960 &#8211; 1970)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Lidiane Elizabete Friderichs<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: Esse estudo analisar\u00e1 como o movimento oper\u00e1rio\/sindical ferrovi\u00e1rio da cidade do Rio Grande\/RS se organizava anterior e posteriormente ao golpe civil-militar de 1964. Tendo como objetivo principal, entender como a Ditadura afetou a organiza\u00e7\u00e3o desses trabalhadores e como eles estruturaram suas a\u00e7\u00f5es sindicais ap\u00f3s a implanta\u00e7\u00e3o desta.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Hist\u00f3ria. Ditadura civil-militar, Trabalhadores ferrovi\u00e1rios, Repress\u00e3o, Oposi\u00e7\u00e3o, Rio Grande.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Edgar \u00c1vila Gandra (UFPel, orientador), Enrique Serra Padr\u00f3s (UFRGS), Beatriz Ana Loner (UFSM)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 08\/04\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-luiz-feijo.pdf\"><strong>NARRATIVA E REPRESENTA\u00c7\u00c3O NOS QUADRINHOS: A RESTAURA\u00c7\u00c3O MEIJI (1868) NOS MANG\u00c1S<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Luiz Carlos Coelho Feij\u00f3<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: Relativamente recentes no Brasil, os mang\u00e1s conquistaram f\u00e3s de diversas idades e g\u00eaneros atrav\u00e9s de t\u00edtulos como Dragon Ball e Dragon Ball Z, Samurai X, One Piece entre outros. Muitas de suas hist\u00f3rias possuem fundo hist\u00f3rico ou fazem refer\u00eancia a partes da hist\u00f3ria japonesa, principalmente os de samurais e shinobis (ninjas), o que acabou despertando o interesse de leitores brasileiros, acostumados at\u00e9 ent\u00e3o com hist\u00f3rias ocidentais que em sua grande maioria eram puramente ficcionais. Toda esta notoriedade adquirida pelos mang\u00e1s no Ocidente chamou a aten\u00e7\u00e3o de estudiosos ocidentais, dentre os quais citam-se Sonia Bibe Luyten (2000); Paul Gravett (2006) e Robin Brenner (2007), levando-os a realizarem pesquisas que v\u00e3o do surgimento dos mang\u00e1s ao papel exercido por eles na cultura japonesa atual. Levando isto em considera\u00e7\u00e3o, este estudo tem por finalidade observar como tr\u00eas mangak\u00e1s (Nanae Chrono, Hideaki Sorachi e Nobuhiro Watsuki) se utilizam de suas obras para transmitir a seus leitores a sua vis\u00e3o sobre determinados eventos ocorridos na Restaura\u00e7\u00e3o Meiji, seja atrav\u00e9s da narrativa ou da representa\u00e7\u00e3o de personagens hist\u00f3ricas inseridas em suas tramas.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Mang\u00e1, Imagem, Bakumatsu, Restaura\u00e7\u00e3o Meiji, Hist\u00f3ria japonesa.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel, orientador), F\u00e1bio Vergara Cerqueira (UFPel), N\u00e1dia da Cruz Senna (PPG em Artes Visuais\/UFPel)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 06\/05\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-maira-schmitz.pdf\"><strong>NAS ASAS DO VAPOR&#8230; CONSTRU\u00c7\u00c3O DO ESPA\u00c7O FERROVI\u00c1RIO EM PELOTAS\/RS (FIM DO S\u00c9C. XIX \u2013 IN\u00cdCIO DO S\u00c9C. XX)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Maira Eveline Schmitz<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho possui por tema a ferrovia na cidade de Pelotas, no per\u00edodo espec\u00edfico de 1884, momento da inaugura\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Rio Grande \u2013 Bag\u00e9 e da esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria pelotense, at\u00e9 as primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX \u2013 entre os anos de 1910 e 1920. O objeto central da pesquisa s\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es e os conflitos sociais que vieram com os trens e ultrapassaram o espa\u00e7o da esta\u00e7\u00e3o, construindo o que pode ser chamado de \u201cespa\u00e7o ferrovi\u00e1rio urbano\u201d. O foco, assim, direciona-se para a elabora\u00e7\u00e3o visual e para a constitui\u00e7\u00e3o de sociabilidades espec\u00edficas nestas espacialidades. Para a elabora\u00e7\u00e3o deste trabalho, a an\u00e1lise ocorreu, principalmente, por meio de jornais e fotografias que representassem o espa\u00e7o da ferrovia no per\u00edodo, somados a relat\u00f3rios e regulamentos t\u00e9cnicos, correspond\u00eancias e mem\u00f3rias escritas. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 metodologia com as imagens, partindo de trabalhos como de Ana Maria Mauad e Zita Possamai, dividiu-se as fontes em categorias tem\u00e1ticas; ap\u00f3s, seguindo as contribui\u00e7\u00f5es de Canabarro, optou-se por um esquema de an\u00e1lise que focaliza os diversos planos de uma imagem, seja em rela\u00e7\u00e3o ao que est\u00e1 representado, ou aos sentidos que a representa\u00e7\u00e3o evoca; por fim, a linha interpretativa te\u00f3rico-metodol\u00f3gica principal partiu dos tr\u00eas focos sugeridos por Ulpiano Bezerra de Meneses, ao pensar a rela\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria com as imagens: o visual, o vis\u00edvel e a vis\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o aos peri\u00f3dicos, seguiu-se na linha interpretativa de T\u00e2nia Regina de Luca. De certo modo, o tratamento dos peri\u00f3dicos n\u00e3o diferiu muito daquele dado \u00e0s imagens, sendo tamb\u00e9m classificados por categorias tem\u00e1ticas, para ap\u00f3s prosseguir com uma an\u00e1lise centrada na forma como as narrativas eram expostas e no seu conte\u00fado.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Estrada de Ferro do Rio Grande a Bag\u00e9, Pelotas, Visualidade, Sociabilidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Elisabete da Costa Leal (UFPel, orientadora), Larissa Patron Chaves (UFPel), Marluza Marques Harres (UNISINOS)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 15\/03\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-maria-aguiar.pdf\"><strong>A REPRESENTA\u00c7\u00c3O DO MOVIMENTO SUFRAGISTA NA IMPRENSA RIO-GRANDINA 1930-1934.<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Maria do Carmo Pinto Arana de Aguiar<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> A aus\u00eancia de debate sobre o movimento sufragista no interior do estado do Rio Grande do Sul nos motivou a propor a presente discuss\u00e3o e analisar a representa\u00e7\u00e3o do movimento sufragista na imprensa rio-grandina atrav\u00e9s do Jornal Echo do Sul e O Tempo entre os anos de 1930 a 1934. O recorte temporal 1930-1934 se justifica por ser um per\u00edodo conturbado politicamente dentro da hist\u00f3ria do Rio Grande do Sul e do Brasil, mas principalmente pelo acirramento das reivindica\u00e7\u00f5es pelo voto feminino at\u00e9 sua legaliza\u00e7\u00e3o na Constitui\u00e7\u00e3o de 1934. O presente estudo se foca na cidade do Rio Grande onde ocorreram v\u00e1rias mudan\u00e7as significativas na sociedade, devido \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o crescente que vinha ocasionando mudan\u00e7as no cotidiano citadino. Essas mudan\u00e7as foram sendo sentidas ainda nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, quando durante a Grande Guerra ocorreu a necessidade de inser\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho. A industrializa\u00e7\u00e3o e o contexto permeado pela guerra for\u00e7ou muitas mulheres a ingressarem rapidamente no espa\u00e7o p\u00fablico. Essa inser\u00e7\u00e3o nas f\u00e1bricas acabou por acelerar a forma\u00e7\u00e3o dos movimentos em prol dos direitos femininos. A maior participa\u00e7\u00e3o das mulheres no ambiente p\u00fablico, antes negado a elas, colocou-as em evid\u00eancia, ao mesmo tempo em que possibilitou a forma\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es politizadas que vieram a reivindicar direitos pol\u00edticos, como o voto.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Movimento sufragista, imprensa, feminismo.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Elisabete da Costa Leal (UFPel, orientadora), Edgar \u00c1vila Gandra (UFPel), Clarice Gontarski Speranza (UFPel)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 17\/07\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-marilia-pohndorf.pdf\"><strong>O MOVIMENTO ESTUDANTIL UNIVERSIT\u00c1RIO EM PELOTAS DURANTE A REDEMOCRATIZA\u00c7\u00c3O DO BRASIL (1978- 1985): MEM\u00d3RIAS DE ATUA\u00c7\u00d5ES CONTRA A DITADURA<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Marilia da Rocha Hofst\u00e4tter Pohndorf<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> O estudo trata das formas de atua\u00e7\u00f5es do Movimento Estudantil universit\u00e1rio em Pelotas contra a ditadura civil-militar brasileira, durante o per\u00edodo que abrange o processo de redemocratiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do pa\u00eds (1978 \u2013 1985). Pretendemos compreender a complexidade dos militantes estudantis e as quest\u00f5es que emergiram na agenda pol\u00edtica do Movimento, contextualizada ao per\u00edodo de reabertura, o qual mostrou ser a \u00faltima faceta do governo ditatorial. O Movimento Estudantil, ao longo da ditadura civil-militar brasileira, manifestou-se de diferentes maneiras pelas liberdades democr\u00e1ticas. Assim, consideramos os conceitos de mem\u00f3ria e identidade do Movimento Estudantil, como se deram suas a\u00e7\u00f5es de luta no cen\u00e1rio da cidade de Pelotas e as rela\u00e7\u00f5es internas nas universidades em an\u00e1lise (Universidade Federal de Pelotas e Universidade Cat\u00f3lica de Pelotas). Por meio de entrevistas realizadas sob a metodologia de Hist\u00f3ria Oral, buscamos verificar a reorganiza\u00e7\u00e3o e as mudan\u00e7as alcan\u00e7adas no Movimento Estudantil diante do objetivo de alcan\u00e7ar um novo cen\u00e1rio pol\u00edtico e social, no qual obtivessem a possibilidade de discutir quest\u00f5es de ordem diversa, por\u00e9m atreladas ao ideal de liberdade, t\u00e3o sufocado durante a repress\u00e3o ditatorial.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Movimento Estudantil, Hist\u00f3ria Oral, Pelotas, Redemocratiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Edgar \u00c1vila Gandra (UFPel, orientador), Lorena Almeida Gill (UFPel), Enrique Serra Padr\u00f3s (UFPel), Silvio Roberto Stefano (UNICENTRO)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 27\/05\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-susan-machado.pdf\"><strong>DA VILA DOM BOSQUINHO AO BAIRRO CIDADE DE \u00c1GUEDA:<br \/>\nUM PROCESSO DE REMO\u00c7\u00c3O RELATOS DE MORADORES<br \/>\nDO MUNIC\u00cdPIO DO RIO GRANDE\/RS (2004-2012)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Susan Lauren Zille Machado<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> Este estudo tem por objetivo investigar o processo de remo\u00e7\u00e3o dos moradores da Vila Dom Bosquinho para o Bairro Cidade de \u00c1gueda, no munic\u00edpio do Rio Grande. A partir das lembran\u00e7as compartilhadas pelos moradores, busca-se analisar pr\u00e1ticas e condutas que possibilitaram averiguar a exist\u00eancia ou n\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o com o novo bairro em que vivem. Para a presente disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 importante considerar que Rio Grande foi a primeira localidade do pa\u00eds a ser contemplada com projetos habitacionais incentivados pelo Governo Federal, por meio da Caixa Econ\u00f4mica. Logo, o Cidade de \u00c1gueda al\u00e9m de ser o mais recente bairro institu\u00eddo no munic\u00edpio, apresenta estrutura peculiar, j\u00e1 que compreende habita\u00e7\u00f5es ilegais precedentes \u00e0s das resid\u00eancias financiadas pelos projetos habitacionais, o Programa de Subs\u00eddio \u00e0 Habita\u00e7\u00e3o e o Morar Melhor. Al\u00e9m disto, atualmente s\u00e3o frequentes as invas\u00f5es de pessoas que buscam um espa\u00e7o para viver com suas fam\u00edlias, fato que ocorre simultaneamente \u00e0 \u00e9poca da dita \u2015explos\u00e3o de progresso\u2016 advinda com a instala\u00e7\u00e3o do polo naval para a constru\u00e7\u00e3o de plataformas de extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, previstas para no m\u00ednimo at\u00e9 o ano de 2015. Trata-se de um modelo de desenvolvimento que explora intensamente as \u00e1reas centrais da cidade com o turismo, o com\u00e9rcio e o lazer, e relegam as periferias para a margem das benesses provenientes daquele espa\u00e7o. Neste sentido, se tratando de uma pesquisa em Hist\u00f3ria do Tempo Presente norteada pelo suporte metodol\u00f3gico da Hist\u00f3ria Oral Tem\u00e1tica H\u00edbrida, o recorte temporal selecionado se estende de 2004, ano de in\u00edcio das remo\u00e7\u00f5es, a 2012, data em que finda os prazos pr\u00e9-estabelecidos de entrega dos resultados obtidos.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Projetos Habitacionais, Vila Dom Bosquinho, Bairro Cidade de \u00c1gueda, Munic\u00edpio do Rio Grande, Hist\u00f3ria Oral.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Lorena Almeida Gill (UFPel, orientador), Edgar \u00c1vila Gandra (UFPel), Sidney Gon\u00e7alves Vieira (PPG em Geografia\/UFPel), Adriana Kivanski de Senna (FURG)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 19\/03\/2013<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\">__________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><a style=\"color: #000000\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/files\/2016\/09\/dissertacao-thais-carvalho.pdf\"><strong>GENTE DA NOITE: CULTURA POPULAR E SOCIABILIDADE NOTURNA<br \/>\nEM PELOTAS, RS (1930-1939)<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Tha\u00eds de Freitas Carvalho<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente estudo discute a noite pelotense de 1930 a 1939, com \u00eanfase nas sociabilidades noturnas ligadas \u00e0 cultura popular desse per\u00edodo. A escolha da d\u00e9cada de 1930 do s\u00e9culo passado refere-se \u00e0 conjuntura de urbaniza\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o da cidade de Pelotas, percebida na an\u00e1lise do desenvolvimento do espa\u00e7o urbano, eletrifica\u00e7\u00e3o e dinamiza\u00e7\u00e3o das atividades culturais. Torna-se evidente a rela\u00e7\u00e3o da cidade e seus habitantes com concep\u00e7\u00f5es e no\u00e7\u00f5es de comportamento ligadas aos ideais de modernidade e civilidade, os quais carregavam elementos de normatiza\u00e7\u00e3o que serviam ao surgimento de um capitalismo voltado ao consumo. O confronto entre estes novos padr\u00f5es de conviv\u00eancia social e os velhos valores herdados de um modo de vida rural, \u00e9 contemplado neste trabalho por meio da an\u00e1lise das sociabilidades noturnas presentes nesse universo popular. O tempo noturno, escolhido por privilegiar o dom\u00ednio dos trabalhadores sobre seu tempo, revela esses e outros tra\u00e7os de uma cultura popular que mostra-se efervescente e singular, estabelecendo trocas e interc\u00e2mbios n\u00e3o s\u00f3 com o Brasil \u2013 levando-se em conta a pol\u00edtica getulista, vigente no per\u00edodo, de aproximar os estados brasileiros por meio da cultura popular -, mas tamb\u00e9m com outros pa\u00edses que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul e com a regi\u00e3o de Pelotas. Partindo das declara\u00e7\u00f5es e depoimentos contidos nos inqu\u00e9ritos policiais e processos criminais do per\u00edodo, torna-se poss\u00edvel visualizar a vitalidade de uma noite popular que transitou pelas ruas e recheou o espa\u00e7o urbano com seus encontros, seus conflitos e seus amores. Com o intuito de dar alguns passos no sentido de preencher esta lacuna na Hist\u00f3ria de Pelotas, prop\u00f5e-se aqui a discuss\u00e3o do tema \u201cnoite popular\u201d, para que a cidade dos casar\u00f5es e charqueadas tamb\u00e9m seja conhecida por seus not\u00edvagos, os quais, de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, d\u00e3o vida \u00e0 noite pelotense at\u00e9 os nossos dias.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Palavras-chave: <\/strong>Noite, Sociabilidade, Cultura popular.<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Banca: <\/strong>Elisabete da Costa Leal (UFPel, orientadora), Adhemar Louren\u00e7o da Silva J\u00fanior (UFPel), Mario de Souza Maia (UFPel), M\u00e1rcia Ramos de Oliveira (UDESC)<\/span><\/p>\n<p class=\"text15\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Data da defesa<\/strong>: 04\/07\/2013<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CRIADOS DE SERVIR: ESTRAT\u00c9GIAS DE SOBREVIV\u00caNCIA NA CIDADE DO RIO GRANDE (1880-1894) Ana Paula do Amaral Costa Resumo: Esta disserta\u00e7\u00e3o investiga o trabalho dos criados de servir na cidade do Rio Grande nos anos de 1880 a 1894. 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