{"id":4008,"date":"2025-03-14T20:10:32","date_gmt":"2025-03-14T23:10:32","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/?page_id=4008"},"modified":"2025-06-17T18:37:07","modified_gmt":"2025-06-17T21:37:07","slug":"area-de-concentracao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgh\/area-de-concentracao\/","title":{"rendered":"\u00c1rea de concentra\u00e7\u00e3o e Linhas de pesquisa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><strong>HIST\u00d3RIA: FRONTEIRAS E IDENTIDADES<\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Universidade Federal de Pelotas, \u00e9 \u201cFronteiras e Identidades\u201d. A no\u00e7\u00e3o de Fronteira n\u00e3o \u00e9 considerada apenas como o espa\u00e7o geogr\u00e1fico, ou seja, uma demarca\u00e7\u00e3o que divide um territ\u00f3rio do outro ou a divis\u00e3o \u2013 a linha demarcat\u00f3ria \u2013 tra\u00e7ada nos mapas. \u00c9 compreendida tamb\u00e9m em suas implica\u00e7\u00f5es culturais, sociais e pol\u00edticas. A fronteira nos seus aspectos geogr\u00e1ficos \u00e9 um conceito caro ao Programa, dada sua localiza\u00e7\u00e3o: uma universidade em uma cidade pr\u00f3xima \u00e0s \u00e1reas lim\u00edtrofes do sul Brasil com o Uruguai e a Argentina, o que valoriza e vocaciona estudos fronteiri\u00e7os. Mencionando apenas alguns aspectos, a condi\u00e7\u00e3o de fronteira determinou as pol\u00edticas da Coroa Portuguesa, no Extremo Sul do Brasil, para o estabelecimento dos povoados, freguesias, vilas e cidades. As disputas de fronteira condicionaram o componente militar, influenciaram o desenvolvimento da economia e da pecu\u00e1ria. A condi\u00e7\u00e3o fronteiri\u00e7a delineou o perfil da urbaniza\u00e7\u00e3o, encetou din\u00e2mica pr\u00f3pria de imigra\u00e7\u00e3o, e trouxe interfer\u00eancias culturais das metr\u00f3poles platinas incomuns em outras regi\u00f5es do pa\u00eds. Interessam tamb\u00e9m fronteiras geogr\u00e1ficas de outras regi\u00f5es e \u00e9pocas. Associado \u00e0 no\u00e7\u00e3o de fronteira geogr\u00e1fica, o PPGH igualmente considera a fronteira em seus demais aspectos: sociais, \u00e9tnicos, culturais, imagin\u00e1rios, interdisciplinares, dentre outros. Exemplo: o estudo das fronteiras f\u00edsicas permite examinar rela\u00e7\u00f5es interculturais e negocia\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias, entre fronteiras absolutamente perme\u00e1veis, em que di\u00e1logos e trocas culturais, assim como conflitos, s\u00e3o constantes, verific\u00e1veis atrav\u00e9s, entre outros, da cultura material, dos costumes, das rela\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas e da produ\u00e7\u00e3o de imagens, bem como quest\u00f5es de g\u00eanero. Se o Programa possui uma rela\u00e7\u00e3o clara e imediata com as fronteiras, inclusive na abrang\u00eancia em que o conceito pode ser compreendido, igual aproxima\u00e7\u00e3o ocorre com a outra tem\u00e1tica que define, em conjunto com as Fronteiras, a sua \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o: Identidades. A discuss\u00e3o acerca do conceito de identidade, associado ao de fronteiras, al\u00e9m de ser \u00fatil para a discuss\u00e3o do presente das regi\u00f5es envolvidas, tamb\u00e9m \u00e9 v\u00e1lido para o seu passado. Embora marcado por guerras e dissens\u00f5es, o entorno local tamb\u00e9m se alicer\u00e7ou sobre a conviv\u00eancia e interpenetra\u00e7\u00e3o de pessoas, ideias, culturas e costumes estabelecidos historicamente, de sorte que nas identidades fronteiri\u00e7as, fronteira n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o que separa, mas a ponte que coloca as diferen\u00e7as em di\u00e1logo, em intera\u00e7\u00e3o, gerando um novo hibridizado. O estudo dessas rela\u00e7\u00f5es fronteiri\u00e7as, suas consequ\u00eancias locais e a peculiar configura\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria surgida nesta regi\u00e3o podem trazer aportes ainda pouco conhecidos para os pa\u00edses envolvidos. Esses estudos encontram no PPGH uma \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o que fornece os mecanismos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos, assim como os recursos necess\u00e1rios ao seu desenvolvimento. O tema das identidades tamb\u00e9m \u00e9 pensado a partir de suas variadas possibilidades de pesquisa e estudo. S\u00e3o relevantes as considera\u00e7\u00f5es sobre as identidades coletivas que se originam de uma diversidade de modos e l\u00f3cus, mas que t\u00eam em comum o fato de constitu\u00edrem formas de rea\u00e7\u00e3o de comunidades ou grupos frente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es vividas e a determina\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas. Nesse escopo, podem ser compreendidas pesquisas sobre a forma\u00e7\u00e3o de identidades \u00e9tnicas ou identidades relacionadas a grupos espec\u00edficos (p. ex. profissionais, trabalhadores, sindicatos, classistas, elites, associa\u00e7\u00f5es, partidos, gr\u00eamios, entre outros). Estudar as identidades possibilita compreender as formas de intera\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo com a realidade que o cerca e com seus desejos e interesses, num todo mut\u00e1vel. Se as formas de defini\u00e7\u00e3o e\/ou autodefini\u00e7\u00e3o identit\u00e1rias, individuais ou coletivas, podem se transformar ou mesmo variar, as identidades continuam buscando seu sentido nas intera\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas e cotidianas da sociedade. Na interface entre identidade e fronteiras, situa-se um campo te\u00f3rico fundamental nos debates atuais, sobretudo de vertente p\u00f3s-colonial, que d\u00e3o conta das rela\u00e7\u00f5es interculturais, em diversas inst\u00e2ncias, na sincronia e diacronia, para cuja compreens\u00e3o podem se aplicar conceitos como acultura\u00e7\u00e3o, transcultura\u00e7\u00e3o, hibridiza\u00e7\u00e3o, multiculturalismo, resist\u00eancia, descoloniza\u00e7\u00e3o, \u201cdecoloniza\u00e7\u00e3o\u201d, entre outros. A problem\u00e1tica das rela\u00e7\u00f5es interculturais pode ser evidenciada em v\u00e1rias escalas, regi\u00f5es e \u00e9pocas. Nesta seara, na esteira do debate p\u00f3s-moderno, as identidades n\u00e3o s\u00e3o entendidas como homog\u00eaneas, puras e est\u00e1veis, mas como m\u00faltiplas, inst\u00e1veis e mesmo incoerentes, e em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>LINHAS DE PESQUISA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>ESTADO: ENTRE PODER, TENS\u00d5ES E AUTORITARISMO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Perpassada por reflex\u00f5es concernentes a identidades e fronteiras, esta linha congrega estudos relacionados \u00e0s distintas rela\u00e7\u00f5es de poder que envolvem o Estado e seus m\u00faltiplos agentes e os demais setores da sociedade civil, dando \u00eanfase tanto aos processos de forma\u00e7\u00e3o, centraliza\u00e7\u00e3o, territorializa\u00e7\u00e3o e as distintas faces do autoritarismo estatal, como tamb\u00e9m as tens\u00f5es sociais e resist\u00eancias. Entre seus temas de predile\u00e7\u00e3o, respeitantes ao Brasil e ao cone sul latino-americano, e com abertura para distintos recortes temporais e espaciais, destacam-se o estudo dos governos e das pr\u00e1ticas autorit\u00e1rias e ditatoriais e as suas consequentes resist\u00eancias sociais e pol\u00edticas, os processos de forma\u00e7\u00e3o e burocratiza\u00e7\u00e3o dos Estados nacionais e as suas rela\u00e7\u00f5es com as identidades regionais, os sistemas pol\u00edticos e as institui\u00e7\u00f5es que disputam espa\u00e7os no seu interior, o papel das elites pol\u00edticas e administrativas e suas rela\u00e7\u00f5es sociais com outras esferas de poder. Tais tem\u00e1ticas s\u00e3o suscet\u00edveis a abordagens e enfoques variados, que podem abranger, entre outros, os estudos biogr\u00e1ficos e prosopogr\u00e1ficos, a hist\u00f3ria dos conceitos e das ideias pol\u00edticas, o ensino de Hist\u00f3ria, as pol\u00edticas de mem\u00f3ria e as identidades e culturas pol\u00edticas diversas.<\/p>\n<p><strong>Docentes: <\/strong>Alessandra Gasparotto, Bruno Rotta Almeida, Charles Pereira Pennaforte, Edgar \u00c1vila Gandra e Jonas Moreira Vargas<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>TRAJET\u00d3RIAS: ENTRE IDENTIDADES, MEM\u00d3RIA E CONFLITO SOCIAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A linha de pesquisa tem como foco a an\u00e1lise das diferentes experi\u00eancias e viv\u00eancias dos agentes hist\u00f3ricos, com \u00eanfase no processo de constru\u00e7\u00e3o dos sujeitos individuais ou coletivos, na interconex\u00e3o entre fronteiras e identidades sociais. Tais experi\u00eancias s\u00e3o entendidas em constante di\u00e1logo com o contexto, na dial\u00e9tica permanente de subordina\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia na constru\u00e7\u00e3o das trajet\u00f3rias individuais, da estrutura social e da significa\u00e7\u00e3o cultural. A linha tem por objetos preferenciais as fronteiras socioculturais entre classes, grupos ou setores e seus mecanismos de integra\u00e7\u00e3o e afirma\u00e7\u00e3o social e do indiv\u00edduo\u00a0(seja a partir dos estudos de g\u00eanero, das minorias \u00e9tnico-raciais, dos grupos migrantes, das comunidades ind\u00edgenas, de movimentos sociais, entre outros). Interessam tamb\u00e9m tem\u00e1ticas que se vinculem aos mundos do trabalho, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 religi\u00e3o e \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o, especialmente aquelas que envolvam a forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento das identidades dentro destes espa\u00e7os.\u00a0Estudos que abordem debates acerca de patrim\u00f4nio cultural, mem\u00f3rias, oralidades, trajet\u00f3rias individuais ou coletivas e rela\u00e7\u00f5es sociais de domina\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia, tamb\u00e9m\u00a0s\u00e3o tem\u00e1ticas que se trabalham nesta linha de pesquisa.<\/p>\n<p><strong>Docentes: <\/strong>Ana Mar\u00eda Sosa Gonz\u00e1lez, Aristeu Elisandro Machado Lopes, Eliane Cristina Deckmann Fleck, Jonas Moreira Vargas, Lisiane Sias Manke, Lorena Almeida Gill, M\u00e1rcia Janete Espig, Mauro Dillmann Tavares e Paulo Roberto Staudt Moreira<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>IMAGENS: ENTRE ICONOGRAFIA, CULTURA VISUAL E INTERMIDIALIDADE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nas suas interfaces com problem\u00e1ticas concernentes a identidades e fronteiras, esta linha tem como diretriz b\u00e1sica estudos transdisciplinares, derivados dos estudos sobre a cultura, em diferentes per\u00edodos hist\u00f3ricos e espa\u00e7os geogr\u00e1ficos, que t\u00eam como base a cultura visual e textual. A abertura para novos saberes colocou o\/a historiador\/a em meio a uma zona de fronteira epistemol\u00f3gica entre, de um lado, a Hist\u00f3ria, e, de outro, a Literatura, a M\u00fasica e outras manifesta\u00e7\u00f5es culturais e express\u00f5es imag\u00e9ticas ou audiovisuais. Os principais eixos tem\u00e1ticos s\u00e3o M\u00fasica, Literatura e Artes Visuais, investigados com um amplo leque de abordagens como: produ\u00e7\u00e3o\/recep\u00e7\u00e3o\/difus\u00e3o de produtos art\u00edsticos e suas rela\u00e7\u00f5es de sociabilidade; pr\u00e1ticas art\u00edsticas urbanas; pr\u00e1ticas e ritos consagrat\u00f3rios da imagem; representa\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias, musicais e visuais; patrim\u00f4nio imaterial e cultura material; cultura visual; estudos de iconologia e musicologia, estudos de intermidialidade. Todos estes campos colocam, portanto, problemas te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos espec\u00edficos, que abordados numa perspectiva transdisciplinar possibilitam um novo olhar sobre uma diversidade de fontes.<\/p>\n<p><strong>Docentes: <\/strong>Aristeu Elisandro Machado Lopes, Daniele Gallindo Gon\u00e7alves, F\u00e1bio Vergara Cerqueira e Larissa Patron Chaves<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>CULTURAS: ENTRE ENSINO, LINGUAGENS E FORMA\u00c7\u00c3O DE SENTIDOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A linha agrega pesquisas que problematizam linguagens e forma\u00e7\u00e3o de sentidos a partir de objetos de pesquisa hist\u00f3rica que apresentam reconhecidas rela\u00e7\u00f5es entre Hist\u00f3ria e Educa\u00e7\u00e3o, e suas fronteiras, em diferentes contextos. Preferencialmente a partir de abordagens te\u00f3ricas culturais, de car\u00e1ter hist\u00f3rico, sociol\u00f3gico e antropol\u00f3gico, valorizam-se os campos que acionam as pr\u00e1ticas e as representa\u00e7\u00f5es, tais como as in\u00fameras possibilidades de pesquisa advindas do ensino de hist\u00f3ria, da hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o, da educa\u00e7\u00e3o patrimonial, da hist\u00f3ria do livro e da leitura e da hist\u00f3ria p\u00fablica. A partir destes campos, abrem-se ilimitadas possibilidades tem\u00e1ticas, como a hist\u00f3ria ensinada em espa\u00e7os escolares e n\u00e3o escolares, a produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de livros, as organiza\u00e7\u00f5es curriculares, as religiosidades, os saberes hist\u00f3ricos produzidos e divulgados em diferentes suportes, as experi\u00eancias sociais de mem\u00f3ria hist\u00f3rica, a cultura hist\u00f3rica socialmente compartilhada, os embates pelas narrativas do passado, entre outros. Todos estes exemplos tem\u00e1ticos podem merecer abordagens com diferentes orienta\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter te\u00f3rico-metodol\u00f3gico e historiogr\u00e1fico.<\/p>\n<p><strong>Docentes:<\/strong> Alessandra Gasparotto, Lisiane Sias Manke, Mauro Dillmann Tavares, Patr\u00edcia Weiduschadt e Wilian Junior Bonete<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>HIST\u00d3RIA: FRONTEIRAS E IDENTIDADES A \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Universidade Federal de Pelotas, \u00e9 \u201cFronteiras e Identidades\u201d. 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