{"id":65,"date":"2016-02-16T11:47:04","date_gmt":"2016-02-16T13:47:04","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/?page_id=65"},"modified":"2021-03-09T16:43:22","modified_gmt":"2021-03-09T19:43:22","slug":"ingresso-20122","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/discentes\/ingresso-20122\/","title":{"rendered":"Ingresso 2012\/2"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/2981304941613511\">Anderson Bolzan<\/a><\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/4976970583090892\">Dr. Dori Edson Nava<\/a><\/li>\n<li><strong>Co-Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0371096131093979\">Dr. Fl\u00e1vio Roberto Mello Garcia<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Projeto de Pesquisa<\/strong>: Efeito de hospedeiros e temperaturas na biologia de <em>Anastrepha grandis<\/em> (Macquart, 1846) (Diptera: Tephritidae) e comprova\u00e7\u00e3o em campo, do modelo de exig\u00eancias t\u00e9rmicas obtido em laborat\u00f3rio<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo: <\/strong><em>Anastrepha grandis<\/em> \u00e9 conhecida como mosca-das-cucurbit\u00e1ceas-sul-americana e caracteriza-se por atacar esp\u00e9cies nativas ou introduzidas de cucurbit\u00e1ceas. Embora o inseto cause danos devido a sua infesta\u00e7\u00e3o nos frutos, as maiores perdas se referem aos embargos na exporta\u00e7\u00e3o. Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de hospedeiros e temperaturas na biologia de <em>A. grandis<\/em> e comprovar em campo, o modelo de exig\u00eancias t\u00e9rmicas obtido em laborat\u00f3rio. Para o estudo da biologia foram utilizados sete hospedeiros, sendo: ab\u00f3bora de tronco (<em>Cucurbita pepo<\/em>), ab\u00f3bora (<em>Cucurbita moschata<\/em>), chuchu (<em>Sechium edule<\/em>), melancia mini (<em>Citrullus lanatus<\/em>), mel\u00e3o espanhol (<em>Cucumis melo<\/em>), ab\u00f3bora h\u00edbrida \u201cTetsukabuto\u201d (<em>Cucurbita maxima<\/em> x <em>Cucurbita moschata<\/em>) e pepino salada (<em>Cucumis sativus<\/em>). Para avaliar o efeito da temperatura no desenvolvimento biol\u00f3gico de <em>A. grandis<\/em> foram utilizadas as temperaturas constantes de 15, 20, 25, 30, 35\u00b0C. <em>Anastrepha grandis<\/em> apresentou um melhor desenvolvimento nos hospedeiros do g\u00eanero <em>Cucurbita<\/em> em rela\u00e7\u00e3o aos demais g\u00eaneros testados, o hospedeiro que desenvolveu um maior n\u00famero de insetos foi a ab\u00f3bora h\u00edbrida \u201cTetsukabuto\u201d e o hospedeiro em que os insetos se desenvolveram em menor tempo foi a ab\u00f3bora de tronco. Os hospedeiros do g\u00eanero <em>Cucumis<\/em>, mel\u00e3o espanhol e pepino salada, apresentaram baixa viabilidade para o est\u00e1gio larval. J\u00e1 os hospedeiros que n\u00e3o propiciaram desenvolvimento dos insetos foram a melancia e o chuchu. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temperatura que proporcionou maior viabilidade nos est\u00e1gios imaturos de <em>A. grandis<\/em> criadas em ab\u00f3bora de tronco foi a de 25\u00b0C, por\u00e9m houve desenvolvimento na faixa de temperatura entre 15 e 30\u00b0C. Na temperatura de 35\u00b0C n\u00e3o ocorreu desenvolvimento de <em>A. grandis<\/em>. As temperaturas mais baixas, 15 e 20\u00b0C, apresentaram uma maior viabilidade nos est\u00e1gios imaturos. A temperatura base (Tb) e a constante t\u00e9rmica (K) para est\u00e1gio de ovo e pupa foram de 8,3\u00b0C para ambos os est\u00e1gios e 132,3 GD para o est\u00e1gio de ovo e 347,0 GD para o est\u00e1gio de pupa, j\u00e1 para o per\u00edodo ovo-adulto este valor foi de 5,2\u00b0C e de 858,7 GD. A partir dos dados de temperatura coletados a campo, verificou-se que o ac\u00famulo de graus-dia (937,9 GD) e o per\u00edodo ovo-adulto (79,7 dias) de <em>A. grandis<\/em> foi semelhante ao estimado em laborat\u00f3rio com diferen\u00e7as de 9,2% e 6,4%, respectivamente.<strong><br \/>\nPalavras-chave:<\/strong> cucurbit\u00e1ceas; exig\u00eancias t\u00e9rmicas; mosca-das-cucurbit\u00e1ceas-sul-americana; temperatura base.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/files\/2016\/02\/Disserta\u00e7\u00e3o-Mestrado-Anderson-digital-PDF.pdf\" rel=\"\">Download (PDF)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/6327229827674379\">Ida Maria de Oliveira<\/a><\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7717849671434712\">Dr. Alci Enimar Loeck<\/a><\/li>\n<li><strong>Co-Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0371096131093979\">Dr. Fl\u00e1vio Roberto Mello Garcia<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Projeto de Pesquisa<\/strong>: An\u00e1lise faun\u00edstica, caracteriza\u00e7\u00e3o de inj\u00farias e efeito repelente de azadiractina a vespas sociais (Hymenoptera: Vespidae) em parreiras do munic\u00edpio de Bento Gon\u00e7alves, Rio Grande do Sul<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo<\/strong>: O Rio Grande do Sul concentra grande parte da \u00e1rea cultivada de parreiras no Brasil, destacando-se a Serra Ga\u00facha como principal regi\u00e3o produtora. Na busca de uvas de boa qualidade que proporcionem boa rentabilidade, um aspecto fundamental a ser observado \u00e9 a ocorr\u00eancia e controle de pragas, principalmente insetos. Este trabalho destaca a incid\u00eancia das vespas, que acarretam s\u00e9rios inc\u00f4modos na \u00e9poca de colheita. Devido \u00e0 escassez de alimento durante o ver\u00e3o, estes insetos acabam indo busc\u00e1-lo nos cachos de uva em matura\u00e7\u00e3o. Neste sentido este trabalho objetivou caracterizar as popula\u00e7\u00f5es de vespas sociais (Hymenoptera: Vespidae), analisar a faun\u00edstica das comunidades encontradas e a rela\u00e7\u00e3o destas com inj\u00farias aos frutos, assim como avaliar a repel\u00eancia de vespas a azadiractina em parreirais do munic\u00edpio de Bento Gon\u00e7alves-RS. As coletas foram realizadas por busca ativa nos meses de janeiro e fevereiro de 2014, e os indiv\u00edduos capturados foram identificados baseando-se nos caracteres morfol\u00f3gicos. A partir dos dados obtidos foi realizada an\u00e1lise faun\u00edstica da comunidade. Foram observadas tamb\u00e9m as inj\u00farias causadas nas bagas a fim de aferir exatamente quais esp\u00e9cies s\u00e3o respons\u00e1veis pelos rompimentos de casca. Por fim, na procura de uma alternativa para afugentar estes insetos e evitar a ocorr\u00eancia desta problem\u00e1tica foi realizado um teste de repel\u00eancia com azadiractina na concentra\u00e7\u00e3o de 1,2 g\/100L de ingrediente ativo, composto este org\u00e2nico e sem per\u00edodo de car\u00eancia. Foram identificadas dez esp\u00e9cies de vesp\u00eddeos capazes de utilizar as bagas de uva como alimento. As duas esp\u00e9cies predominantes foram <em>Polybia ignobilis<\/em> e <em>P. minarum<\/em> e constatou-se que <em>Synoeca cyanea<\/em> apresenta a capacidade de rompimento de bagas sadias e \u00edntegras. Outras tr\u00eas esp\u00e9cies, <em>Polistes cavapytiformis, P. versicolor <\/em>e<em> Brachygastra lecheguana<\/em>, tamb\u00e9m foram capazes de abrir a casca, mas em bagas com condi\u00e7\u00f5es de sanidade j\u00e1 prejudicadas. Nos testes realizados com azadiractina n\u00e3o houve repel\u00eancia, n\u00e3o sendo significativa a redu\u00e7\u00e3o de vespas e nem de abelhas no parreiral ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Palavras-chave:<\/strong> vesp\u00eddeos, praga, uva, controle.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/files\/2016\/02\/disserta\u00e7\u00e3o_Ida_Entomologia_Final.pdf\" rel=\"\">Download (PDF)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/4129968218090898\">Jana\u00edna Madruga Silva<\/a><\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0371096131093979\">Dr. Fl\u00e1vio Roberto Mello Garcia<\/a><\/li>\n<li><strong>Co-Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/3359494649252243\">Dr. Eduardo Jos\u00e9 Ely e Silva<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Projeto de Pesquisa<\/strong>: Borboletas (Lepidoptera: Hesperioidea e Papilionoidea) em Fragmentos da Floresta Estacional Semidecidual e dos Campos do Bioma Pampa no Sudeste do Rio Grande do Sul, Brasil<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo: <\/strong>O Bioma Pampa \u00e9 composto por ecossistemas que abrigam uma alta riqueza, possuindo aspectos de fauna e flora \u00fanicas no pa\u00eds. Ainda permanece em grande parte pouco conhecido, inclusive no que se refere \u00e0 fauna de borboletas, o que pode ser uma das principais causas de amea\u00e7a \u00e0 sua biodiversidade. Visando contribuir para o conhecimento das borboletas na regi\u00e3o, foi realizado um invent\u00e1rio para a Floresta Estacional Semidecidual e os Campos do Bioma Pampa em Morro Redondo e Cap\u00e3o do Le\u00e3o, Sudeste do Rio Grande do Sul, Brasil. Tamb\u00e9m foi elaborado um guia com as borboletas de uma das \u00e1reas estudadas, Horto Bot\u00e2nico Irm\u00e3o Teodoro Luis, Unidade de Preserva\u00e7\u00e3o Federal Permanente. As coletas foram realizadas mensalmente atrav\u00e9s do uso de redes entomol\u00f3gicas, entre outubro de 2012 a junho de 2013. Foram analisadas a composi\u00e7\u00e3o de borboletas, riqueza, abund\u00e2ncia e diversidade em tr\u00eas \u00e1reas (A1, A2 e A3). Totalizando 540 horas-rede foram registrados 3.065 indiv\u00edduos distribu\u00eddos em 154 esp\u00e9cies e seis fam\u00edlias de borboletas. Destes, 54% correspondem a Nymphalidae, 33% \u00e0 Hesperiidae, 5% \u00e0 Pieridae, 4% \u00e0 Lycaenidae, 2% \u00e0 Papilionidae e 2% Riodinidae. Hesperiidae foi a fam\u00edlia mais rica seguida de Nymphalidae, com <em>Tegosa claudina<\/em> (Eschscholtz, 1821) sendo a esp\u00e9cie mais abundante. Quatro esp\u00e9cies s\u00e3o novos registros para a regi\u00e3o. A \u00e1rea A1 apresentou valores intermedi\u00e1rios de abund\u00e2ncia, diversidade e esp\u00e9cies raras, e os maiores valores de riqueza e esp\u00e9cies exclusivas. A2 \u00e9 a \u00e1rea mais diversa, com o maior n\u00famero de esp\u00e9cies raras, valor intermedi\u00e1rio de riqueza, e o menor n\u00famero de indiv\u00edduos e esp\u00e9cies exclusivas. A \u00e1rea A3 obteve o maior n\u00famero de indiv\u00edduos e valores intermedi\u00e1rios de esp\u00e9cies exclusivas, por\u00e9m a menor diversidade, riqueza e n\u00famero de esp\u00e9cies raras. A similaridade na composi\u00e7\u00e3o foi maior entre A1 e A2.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: diversidade; Hesperiidae; invent\u00e1rio; Nymphalidae.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/files\/2016\/02\/DISSERTA\u00c7\u00c3O.pdf\" rel=\"\">Download (PDF)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/5889673006419974\">Priscilla Costa Gobbi<\/a><\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0371096131093979\">Dr. Fl\u00e1vio Roberto Mello Garcia<\/a><\/li>\n<li><strong>Co-Orientador<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7398906470318595\">Dr. Edison Zefa<\/a><\/li>\n<li><strong>Projeto de Pesquisa<\/strong>: Comportamento antipreda\u00e7\u00e3o das moscas-das-frutas <em>Anastrepha fraterculus <\/em>(Wiedemann, 1830) e <em>Ceratitis capitata <\/em>(Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae) mediante <em>Euophrys sutrix <\/em>Holmberg, 1875 (Araneae: Salticidae)<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo<\/strong>: A ecologia comportamental estuda as a\u00e7\u00f5es e escolhas de um organismo para obter sucesso na sua sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o. Os insetos apresentam amplo repert\u00f3rio comportamental que proporciona capacidade de defesa contra predadores. Para compreender esse repert\u00f3rio, deve-se proceder atrav\u00e9s de formula\u00e7\u00e3o de hip\u00f3teses test\u00e1veis. Desta forma, o objetivo desse trabalho foi observar e analisar a ocorr\u00eancia de comportamento antipreda\u00e7\u00e3o de <em>Anastrepha fraterculus<\/em> e <em>Ceratitis capitata<\/em> mediante <em>Euophrys sutrix<\/em>. Os experimentos foram realizados em arenas transl\u00facidas, e o repert\u00f3rio comportamental registrado em caderneta de campo, filmagens e fotos. Cada encontro durou quinze minutos, ou at\u00e9 que a mosca fosse predada. Como resultados, os valores para preda\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies <em>A. fraterculus<\/em> para macho e f\u00eamea e <em>C. capitata<\/em> para machos foram significativos quando comparados a testemunha <em>Musca domestica<\/em> atrav\u00e9s de teste Qui-quadrado para grau de liberdade 5% e teste de regress\u00e3o. Para an\u00e1lise de vari\u00e2ncia (ANOVA) e m\u00e9dias (Tukey) \u00e0 5% de probabilidade notou-se que o tempo de preda\u00e7\u00e3o foi significativo para as tr\u00eas esp\u00e9cies. Ainda para preda\u00e7\u00e3o, todos os indiv\u00edduos n\u00e3o predados exibiram comportamento agressivo. O comportamento foi relatado apenas para as esp\u00e9cies de mosca-das-frutas, sendo o tempo m\u00e9dio de exibi\u00e7\u00f5es durante a intera\u00e7\u00e3o de 15 min para <em>A. fraterculus<\/em> de 6,07 \u00b1 2,68 min com repeti\u00e7\u00f5es m\u00e9dias durante esse per\u00edodo de tempo de 2,53 \u00b1 1,57, para <em>C. capitata<\/em> o tempo m\u00e9dio de exibi\u00e7\u00f5es foi de 7,88 \u00b1 3,40 min, ocorrendo nesse intervalo de tempo 2,21 \u00b1 1,79 exibi\u00e7\u00f5es. A m\u00e9dia de indiv\u00edduos que fizeram uso de fuga em <em>A. fraterculus<\/em> foi de 7,89 \u00b1 3,42 min com m\u00e9dia de 2,53 \u00b1 1,25 repeti\u00e7\u00f5es. Para <em>C. capitata<\/em> a m\u00e9dia foi de 7,14 \u00b1 2,58 min e m\u00e9dia de repeti\u00e7\u00f5es de 1,83 \u00b1 1,03, para <em>M. domestica<\/em>, a m\u00e9dia foi de 10,17 \u00b1 2,12 min com m\u00e9dia de 2,87 \u00b1 2,36 repeti\u00e7\u00f5es, os valores n\u00e3o foram significativos para fuga. Relatou-se 10% de fugas em <em>E. sutrix<\/em>, para <em>A. fraterculus<\/em> ocorreram 37,5%, em <em>C. capitata<\/em>, 7,5% e <em>M. domestica<\/em> 20%. Constatou-se, que indiv\u00edduos de <em>Tephritidae<\/em> que apresentaram exibi\u00e7\u00f5es combinadas de extens\u00e3o e supina\u00e7\u00e3o conseguiram evitar a preda\u00e7\u00e3o. Sendo este trabalho fundamental para avaliarem-se novas t\u00e9cnicas de manejo de moscas-das-frutas e diminuir o preju\u00edzo material e econ\u00f4mico na fruticultura no Brasil.<br \/>\n<strong>Palavras-chave<\/strong>: mosca-das-frutas; intera\u00e7\u00e3o interespec\u00edfica; ecologia comportamental.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/files\/2016\/02\/Disserta\u00e7\u00e3o-2.pdf\" rel=\"\">Download (PDF)<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/ppgent\/files\/2016\/02\/ficha-catalogr\u00e1fica.pdf\" rel=\"\">Ficha Catalogr\u00e1fica (PDF)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anderson Bolzan Orientador: Dr. Dori Edson Nava Co-Orientador: Dr. Fl\u00e1vio Roberto Mello Garcia Projeto de Pesquisa: Efeito de hospedeiros e temperaturas na biologia de Anastrepha grandis (Macquart, 1846) (Diptera: Tephritidae) e comprova\u00e7\u00e3o em campo, do modelo de exig\u00eancias t\u00e9rmicas obtido em laborat\u00f3rio Resumo: Anastrepha grandis \u00e9 conhecida como mosca-das-cucurbit\u00e1ceas-sul-americana e caracteriza-se por atacar esp\u00e9cies nativas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":606,"featured_media":0,"parent":60,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-65","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.7 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ingresso 2012\/2 &#8226; 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