{"id":6424,"date":"2025-04-01T12:00:56","date_gmt":"2025-04-01T15:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/?page_id=6424"},"modified":"2025-04-01T12:12:08","modified_gmt":"2025-04-01T15:12:08","slug":"por-uma-historia-mais-igualitaria-mulheres-no-ensino-de-historia-medieval-na-educacao-basica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/por-uma-historia-mais-igualitaria-mulheres-no-ensino-de-historia-medieval-na-educacao-basica\/","title":{"rendered":"Por uma Hist\u00f3ria mais igualit\u00e1ria: Mulheres no Ensino de Hist\u00f3ria Medieval na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\">Isabela Albuquerque<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">O protagonismo masculino dentro dos estudos hist\u00f3ricos e nas narrativas trazidas para a sala de aula, seja por meio dos\/as professores\/as ou atrav\u00e9s de materiais did\u00e1ticos, nos serve enquanto um questionamento a ser suscitado: onde est\u00e3o as mulheres na hist\u00f3ria do medievo? Escrever uma hist\u00f3ria das mulheres \u00e9 imperativo, pois isso significa n\u00e3o apenas lev\u00e1-las a s\u00e9rio, mas ultrapassar o \u00e1rduo problema de que &#8220;N\u00e3o se sabe sobre as mulheres, porque n\u00e3o h\u00e1 relatos nas fontes&#8221; (Perrot, 1995, 9). Tal assertiva, apesar de parcialmente verdadeira, levou historiadoras e historiadores a uma atitude corajosa de transpor as barreiras dessa suposta escassez de fontes a respeito das mulheres, haja vista que, elas est\u00e3o presentes nos documentos. Contudo, tendo em vista o car\u00e1ter mis\u00f3gino e tipicamente masculino na maior parte da documenta\u00e7\u00e3o, elas aparecem por vezes silenciadas, cabendo a n\u00f3s no presente, portanto, sermos respons\u00e1veis por identificarmos, traduzirmos e servirmos de porta vozes para esses sujeitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Podemos afirmar que existe, portanto, um sil\u00eancio historiogr\u00e1fico a respeito das mulheres na historiografia do s\u00e9culo XIX e que isso foi reproduzido no ensino de hist\u00f3ria nos anos subsequentes. As personagens femininas que aparecem nas narrativas oficiais, por exemplo, ocorrem em fun\u00e7\u00e3o de algum tipo de excepcionalidade (beleza, virtudes, hero\u00edsmo ou o contr\u00e1rio, interven\u00e7\u00f5es nocivas e atitudes tenebrosas, vidas escandalosas), mas s\u00f3 refor\u00e7a que &#8220;A no\u00e7\u00e3o de excepcionalidade indica que o estatuto vigente das mulheres \u00e9 o do sil\u00eancio que consente com a ordem&#8221; (Perrot, 1995, p.13). As personagens femininas s\u00f3 se faziam presentes a ponto de merecerem destaque nas narrativas hist\u00f3ricas, portanto, quando eram admiradas e exaltadas por suas virtudes ou identificadas como corrompidas por seus defeitos, numa esp\u00e9cie de modelo e contra-modelo e necessariamente julgadas a partir de olhos masculinos, atrav\u00e9s dos quais s\u00f3 poderiam ser classificadas como boas ou m\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Da perspectiva de uma hist\u00f3ria pol\u00edtica, narrativa e oficial, na qual a mem\u00f3ria da Na\u00e7\u00e3o foi forjada, o relato hist\u00f3rico gravita em torno dos acontecimentos p\u00fablicos, do fazer pol\u00edtico (interior e exterior), balizados sobretudo em documentos administrativos e, como as mulheres estavam em sua maior parte ausente desses lugares, desaparecem consequentemente do relato hist\u00f3rico. Contudo, ser\u00e1 que apenas dar alguma visibilidade \u00e0s mulheres j\u00e1 seria suficiente para fazermos uma hist\u00f3ria mais igualit\u00e1ria?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">No que concerne ao per\u00edodo do medievo, tanto em obras historiogr\u00e1ficas quanto did\u00e1ticas voltadas para a Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, as narrativas ainda encontram-se centradas numa Idade M\u00e9dia tipicamente androc\u00eantrica, na qual figuras masculinas encontram-se como os principais sujeitos e protagonistas dessas m\u00faltiplas hist\u00f3rias. Contudo, apenas a cr\u00edtica a essa constata\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 suficiente para alterarmos esse quadro. Ela deve vir acompanhada de propostas fact\u00edveis e compat\u00edveis para a realidade escolar e reduzir ou suprimir o per\u00edodo medieval dos curr\u00edculos escolares da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica est\u00e1 longe de ser uma resposta para tal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao Ensino de Hist\u00f3ria do 6o ano, uma das habilidades da Base Nacional Comum Curricular \u00e9 justamente a respeito do papel das mulheres no mundo antigo e medieval: \u201cDescrever e analisar os diferentes pap\u00e9is sociais das mulheres no mundo antigo e nas sociedades medievais (EF06HI19)\u201d (Brasil, 2020, p. 420-421).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Apesar do esfor\u00e7o em incluir mulheres enquanto objetos de conhecimento na educa\u00e7\u00e3o escolar, a forma como a proposta foi estruturada vem marcada por alguns desafios para os\/as professores\/as. O primeiro deles consiste em contemplar um per\u00edodo de tempo t\u00e3o abrangente (da Antiguidade ao Medievo), de sociedades t\u00e3o distintas (Gr\u00e9cia e Roma, Ocidente Medieval, Biz\u00e2ncio e mundo isl\u00e2mico) e marcadas por tamanha diferen\u00e7a e diversidade &#8211; n\u00e3o apenas entre si, mas dentro de suas pr\u00f3prias especificidades tamb\u00e9m &#8211; como um bloco \u00fanico. O segundo \u00e9 uma das principais contradi\u00e7\u00f5es no momento em que a hist\u00f3ria das mulheres emerge enquanto um campo de estudos: ao conferir voz e protagonismo \u00e0s mulheres na hist\u00f3ria, corre-se o risco de apenas destac\u00e1-las dentro de uma \u201chist\u00f3ria universal\u201d, subentendida como tipicamente masculina e androc\u00eantrica, n\u00e3o articulando-as \u00e0s sociedades em quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">A pergunta expressa aqui permanece ent\u00e3o: ser\u00e1 que as mulheres do medievo est\u00e3o realmente presentes nos livros did\u00e1ticos? E, se sim, de que forma elas aparecem? Ao analisarmos algumas obras selecionadas no \u00faltimo Plano Nacional do Livro Did\u00e1tico (PNLD) em 2024, pudemos observar como as obras did\u00e1ticas dialogam os conte\u00fados sobre o medievo e de que maneira articular mulheres junto a essas sociedades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Na obra did\u00e1tica Ararib\u00e1 conecta hist\u00f3ria (2022), podemos observar que as mulheres est\u00e3o presentes em dois momentos apenas: ao abordar mundo isl\u00e2mico e o papel da mulher na contemporaneidade (p. 202) e no t\u00f3pico &#8220;As mulheres no mundo feudal&#8221; (p. 215). Sendo que, no caso espec\u00edficos sobre mundo isl\u00e2mico, a \u00eanfase \u00e9 na contemporaneidade, ao tratar a respeito dos hijabs. J\u00e1 no t\u00f3pico sobre mundo feudal, composto de apenas uma p\u00e1gina, a \u00eanfase reside nas representa\u00e7\u00f5es a respeito das mulheres, na dicotomia Eva-Maria, no espa\u00e7o privado e no trabalho feminino. H\u00e1 tamb\u00e9m um box complementar falando sobre letramento e citando apenas Maria de Fran\u00e7a como uma autora do per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Ambos os casos demonstram que, se por um lado a compet\u00eancia da BNCC foi contemplada &#8211; ao menos parcialmente &#8211; ao longo de todo restante da obra, as ag\u00eancias femininas n\u00e3o s\u00e3o sequer mencionadas. Podemos indagar at\u00e9 que ponto \u00e9 fortuito ilumin\u00e1-las como objetos de conhecimento e ficarmos buscando respaldo nas teorias sexistas dos pais da Igreja com o objetivo de inferiorizar a figura feminina ou qu\u00e3o frequentemente elas foram compiladas, nas representa\u00e7\u00f5es que figuram entre a condena\u00e7\u00e3o e a idealiza\u00e7\u00e3o, mas que muito pouco ou nada falam de mulheres reais. O foco, portanto, deveria residir em suas ag\u00eancias, dentro da sociedade, na pr\u00e1tica, seja em contextos laicos e religiosos, j\u00e1 que, apesar de observarmos discursos anti-mulheres em cartas e homilias, no caso da Inglaterra do Alto Medievo, por exemplo, isso parece n\u00e3o ter surtido efeito (Fell, 1987, p. 13). A presen\u00e7a de mulheres nobres em doa\u00e7\u00f5es de terra, por exemplo, \u00e9 uma amostra de como elas circulavam e participavam, inclusive ativamente, de tomadas de decis\u00f5es, ao compor o Witan, a assembleia da aristocracia do per\u00edodo (Albuquerque, 2023, p. 91).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">J\u00e1 na obra Hist\u00f3ria: sociedade e cidadania (2022) de Alfredo Boulos, por exemplo, todas as mulheres (gregas, romanas e &#8220;medievais&#8221;) aparecem no bloco &#8220;Para Refletir&#8221; entre as p\u00e1ginas 280-282. Tendo em vista a forma como o objeto de conhecimento foi abordado, n\u00e3o ser\u00e3o esmiu\u00e7ados aqui os contextos a partir dos quais elas foram abordadas em m\u00edseros quatro par\u00e1grafos. A estrutura do livro em si j\u00e1 \u00e9 um indicativo do valor concedido ao papel das mulheres no medievo e a aten\u00e7\u00e3o e o destaque que merecem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Em linhas gerais, ao focar em um t\u00f3pico espec\u00edfico sobre mulheres, ambas as obras did\u00e1ticas analisadas acabam por praticamente descart\u00e1-las do restante dos outros conte\u00fados a respeito do per\u00edodo medieval, como se sua presen\u00e7a fosse inexistente ou irrelevante. Nossa proposta aqui \u00e9 a de pensar alternativas para de fato incluir as mulheres no Ensino de Hist\u00f3ria, na narrativa did\u00e1tico-escolar, traz\u00ea-las n\u00e3o apenas enquanto objetos contemplados, mas tamb\u00e9m como agentes e sujeitos, articuladas \u00e0s sociedades em que viveram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Cabe ressaltar que, para al\u00e9m de quest\u00f5es de representatividade para que meninas tamb\u00e9m possam se sentir contempladas, presentes nas aulas de Hist\u00f3ria, as mulheres n\u00e3o podem vir apenas como mera curiosidade ou um conhecimento acess\u00f3rio, mas \u00e9 preciso de fato vincular sua atua\u00e7\u00e3o ao processo hist\u00f3rico &#8211; embora cientes de que n\u00e3o existe uma categoria unificada e universalizada de \u201cmulheres\u201d (Soihet, 1997, p. 97). Primeiro, porque elas diferem enquanto integrantes de grupos sociais distintos, de acordo com tempo hist\u00f3rico no qual est\u00e3o inseridas, dos grupos sociais dos quais fazem parte, das atividades econ\u00f4micas \u00e0s quais se destinam, e no per\u00edodo medieval isso n\u00e3o foi diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">N\u00e3o se pode negar o predom\u00ednio do pensamento masculino e religioso na constru\u00e7\u00e3o intelectual da \u00e9poca, por\u00e9m, as mulheres no per\u00edodo medieval gozaram de oportunidades e direitos e realizaram importantes atividades em diversas \u00e1reas da sociedade (Dabat, 2002, p. 27). Ao incluir mais autoras mulheres do per\u00edodo medieval no Ensino de Hist\u00f3ria, por exemplo, observamos de que forma elas se articularam com o saber. Mais do que pessoas oprimidas, ou em outros casos exce\u00e7\u00f5es \u201cpessoas \u00e0 frente do seu tempo\u201d, encontramos sujeitos hist\u00f3ricos produtos de sua pr\u00f3pria \u00e9poca, que encontraram estrat\u00e9gias para se fazerem ser ouvidas. Dessa forma, podemos ir al\u00e9m de apenas encontrar um certo sentimento de pertencimento na hist\u00f3ria, mas avan\u00e7amos tamb\u00e9m na compreens\u00e3o de como as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e poder foram constru\u00eddas e como est\u00e3o ramificadas at\u00e9 hoje (Brochado &amp; Deplagne, 2018). Mulheres abadessas, escritoras, m\u00e9dicas, rainhas e viajantes s\u00e3o alguns dos exemplos que podem ser trabalhados em sala de aula de maneira articulada com a sociedade e n\u00e3o apenas como conte\u00fados pontuais e soltos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Outra proposta \u00e9 a partir do trabalho feminino na Baixa Idade M\u00e9dia, para o qual a condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica feminina n\u00e3o pareceu ter sido um limitador quanto \u00e0s atividades exercidas e que as mulheres de classes mais baixas atuaram em diferentes frentes como na agricultura, na produ\u00e7\u00e3o de cerveja e de t\u00eaxteis mas do qual o trabalho art\u00edstico tamb\u00e9m fez parte, j\u00e1 que as mulheres tamb\u00e9m se dedicaram \u00e0s artes, embora n\u00e3o consideremos muitas de suas obras como tais (Rocha, 2022). Essa reflex\u00e3o poderia ter sido inclu\u00edda, por exemplo, na reflex\u00e3o sobre o trabalho no Ocidente Medieval, no lugar de enfocar apenas a sociedade feudal e suas categorias tripartidas, por exemplo, ao inv\u00e9s de apenas como um conte\u00fado a parte sobre o Ocidente Medieval.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">J\u00e1 a respeito dos estudos sobre rainhas, a partir do conceito de queenship ou o of\u00edcio da rainha, compreendemos que o poder n\u00e3o representa apenas uma perspectiva vertical e patriarcal &#8211; como se emanasse \u201cdos c\u00e9us para o rei\u201d -, pois o monarca n\u00e3o era o \u00fanico governante, mas que a fam\u00edlia era o alicerce da monarquia (Earenfight, 2017, p. 3). Nas pr\u00f3prias fontes cron\u00edsticas referentes ao per\u00edodo medieval, o fato de a escrita da hist\u00f3ria apresentar frequentemente como vinculada \u00e0 genealogia dos reis auxilia na compreens\u00e3o do refor\u00e7o de uma perspectiva androc\u00eantrica a respeito da sociedade do Ocidente Medieval, algo que as narrativas did\u00e1ticas acabam por reproduzir como se fossem o rei o \u00fanico participante desse fen\u00f4meno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Da mesma forma, trazermos mulheres como Rosvita de Gandersheim (935-1002), cuja autoria \u00e9 atribu\u00edda a Gesta Ottonis Imperatoris (968) ou Ana Comnena (1083-1153), cuja an\u00e1lise minuciosa a respeito do governo de seu pai Aleixo I foi tecida na sua obra Alex\u00edada, refor\u00e7a o letramento de mulheres laicas e religiosas e sua import\u00e2ncia na pr\u00f3pria escrita da hist\u00f3ria (Miatello, 2020). Somando-se ao conjunto das \u201chistoriadoras\u201d como of\u00edcio, os Annales Quedlinburgenses (966-999), um conjunto de narrativas escritas pelas monjas no mosteiro feminino de Quedlinburg, na regi\u00e3o da Sax\u00f4nia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">A autoria feminina pode ser refor\u00e7ada ainda, nas figuras de Marguerite Porete (1250-1310), Mechthild de Magdeburgo (1207 \u2013 1282\/1294), Juliana de Norwich (1342-1416) e Margery Kempe (1373-1438), apenas para citar algumas autoras m\u00edsticas &#8211; um fen\u00f4meno composto majoritariamente por mulheres intelectuais que escreveram em vernacular e que valorizava a experi\u00eancia religiosa em detrimento de uma conhecimento teol\u00f3gico. Seus escritos e suas experi\u00eancias n\u00e3o apenas expressam que mulheres estiveram presentes, como tamb\u00e9m nos auxiliam na compreens\u00e3o da espiritualidade no ocidente medieval (Troch, 2012).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\">Logo, ao lan\u00e7armos m\u00e3o e luz a essas personagens, sujeitos de seu pr\u00f3prio tempo e agentes que trilharam seus pr\u00f3prios caminhos a partir tamb\u00e9m de suas escolhas, estamos contribuindo n\u00e3o apenas para confirmar que mulheres existiram, mas para compreend\u00ea-las enquanto agentes articuladas ao tempo em que viveram. Esse tipo de abordagem escapa de uma Hist\u00f3ria escolar que simplesmente aborda como as mulheres eram representadas nas fontes pelos homens ou celebra sua exist\u00eancia, mas transformam-nas, de fato, em agentes e sujeitos de seu pr\u00f3prio tempo.<\/p>\n<div style=\"padding: 0 2rem; text-align:justify\">\n<b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Documentos e obras did\u00e1ticas<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: vers\u00e3o aprovada. Bras\u00edlia: MEC, 2018. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"http:\/\/basenacionalcomum.mec.gov.br\/images\/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/basenacionalcomum.mec.gov.br\/images\/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">ANTONELLI, Maria Clara. <\/span><b>Ararib\u00e1 conecta hist\u00f3ria<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> : 6o ano: manual do professor. S\u00e3o Paulo: Editora Moderna, 2022.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BOULOS J\u00daNIOR, Alfredo. <\/span><b>Hist\u00f3ria sociedade &amp; cidadania<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> : 6o ano : ensino fundamental : anos finais. S\u00e3o Paulo : FTD, 2022.<\/span><\/p>\n<p><b>Bibliografia <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Albuquerque, Isabela. \u201cUma an\u00e1lise das rainhas ao sul do Humber na Inglaterra Anglo-Sax\u00f4nica a partir do conceito de queenship (s\u00e9culos VIII-X)\u201d. In: <\/span><b>Medievalis<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, v.12, n.2, 2023. p. 80-94.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Costa, Marcos Roberto N. e Costa, Rafael F. <\/span><b>Mulheres intelectuais na Idade M\u00e9dia:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Entre a medicina, a hist\u00f3ria, a poesia, a dramaturgia, a filosofia, a teologia e a m\u00edstica. &#8211; Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2019.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Brochado, Cl\u00e1udia Costa; Deplagne,Luciana Calado (org.). <\/span><b>Vozes de mulheres na Idade M\u00e9dia<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Jo\u00e3o Pessoa: Editora Ufpb, 2018.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dabat, Christine. \u201cMas, onde est\u00e3o as neves de outrora?\u201d Notas bibliogr\u00e1ficas sobre a\u00a0 condi\u00e7\u00e3o das mulheres no tempo das catedrais. <\/span><b>Cadernos de Hist\u00f3ria<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. UFPE, v. 1, n. 1, p. 21- 57, 2002.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Earenfight, Theresa. \u201cMedieval queenship\u201d.In: <\/span><b>History Compass<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2017. p. 1-9.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fell, Christine E. <\/span><b>Women in Anglo-Saxon England<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Cowley: Basil Blackwell, 1987.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Miatello, Andr\u00e9 Luis Pereira. \u201cA literatura m\u00edstica feminina e a escrita da Hist\u00f3ria na Baixa Idade M\u00e9dia ocidental: entre biografia, mem\u00f3ria e relato social\u201d. In: <\/span><b>Hist. Historiogr<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">., Ouro Preto, v. 13, n. 33, p. 163-195, maio-ago. 2020 &#8211; DOI <\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.15848\/hh.v13i33.1519\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/doi.org\/10.15848\/hh.v13i33.1519<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Perrot, Michelle. &#8220;Escrever uma hist\u00f3ria das mulheres: relato de uma experi\u00eancia&#8221;. In: <\/span><b>cadernos pagu<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (4) 1995: p. 9-28.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Rocha, Cinthia. Reflex\u00f5es sobre o trabalho art\u00edstico feminino na Idade M\u00e9dia. In: <\/span><b>Revista Signum<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 23, n. 2, 2022.p. 206-228.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Soihet, Rachel. \u201cHist\u00f3ria,mulheres, g\u00eanero: contribui\u00e7\u00f5es para um debate\u201d. In: Aguiar, Neuma (org.). <\/span><b>G\u00eanero e Ci\u00eancias Humanas:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> desafio \u00e0s ci\u00eancias desde a perspectiva das mulheres. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1997. p. 95-114.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tilly, Louise A. \u201cG\u00eanero, Hist\u00f3ria das Mulheres e Hist\u00f3ria Social\u201d. In: <\/span><b>cadernos pagu <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">(3) 1994. p. 29-62.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Troch, Lieve. \u201cM\u00edstica feminina na Idade M\u00e9dia: historiografia feminista e descoloniza\u00e7\u00e3o das paisagens medievais\u201d. In.: <\/span><b>Anais do II Semin\u00e1rio de Estudos Medievais da Para\u00edba<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Jo\u00e3o Pessoa: Editora Universit\u00e1ria, 2012. p. 27-39.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 2.5rem; padding: 0 1rem;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Doutora em Hist\u00f3ria Comparada pela UFRJ e Professora de Hist\u00f3ria Medieval e Ensino de Hist\u00f3ria Medieval da Universidade de Pernambuco (UPE\/Garanhuns)<\/p>\n<\/div>\n<hr \/>\n<div class=\"citationSection\">\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Publicado em 01 de Abril de 2025.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como citar:<\/strong> Albuquerque, Isabela. Por uma Hist\u00f3ria mais igualit\u00e1ria: Mulheres no Ensino de Hist\u00f3ria Medieval na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. <strong>Blog do POIEMA<\/strong>. Pelotas: 01 abr. 2025. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/por-uma-historia-mais-igualitaria-mulheres-no-ensino-de-historia-medieval-na-educacao-basica\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/por-uma-historia-mais-igualitaria-mulheres-no-ensino-de-historia-medieval-na-educacao-basica\/. <\/a>Acesso em: data em que voc\u00ea acessou o artigo.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Isabela Albuquerque[1] O protagonismo masculino dentro dos estudos hist\u00f3ricos e nas narrativas trazidas para a sala de aula, seja por meio dos\/as professores\/as ou atrav\u00e9s de materiais did\u00e1ticos, nos serve enquanto um questionamento a ser suscitado: onde est\u00e3o as mulheres na hist\u00f3ria do medievo? 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