{"id":5251,"date":"2023-05-16T12:00:33","date_gmt":"2023-05-16T15:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/?page_id=5251"},"modified":"2023-05-15T17:00:36","modified_gmt":"2023-05-15T20:00:36","slug":"texto-os-anais-irlandeses-um-itinerario-pela-irlanda-medieval-no-espaco-e-no-tempo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-os-anais-irlandeses-um-itinerario-pela-irlanda-medieval-no-espaco-e-no-tempo\/","title":{"rendered":"Texto: Os Anais Irlandeses: Um itiner\u00e1rio pela Irlanda Medieval no espa\u00e7o e no tempo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\">Kau\u00ea J. Neckel<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Irlanda Medieval floresceu uma cont\u00ednua tradi\u00e7\u00e3o de escrita da Hist\u00f3ria. Os chamados anais irlandeses variam em cronologia, mas constituem uma tradi\u00e7\u00e3o interconectada de cr\u00f4nicas do per\u00edodo. As passagens, repetidas entre as cr\u00f4nicas, v\u00e3o da \u201ccria\u00e7\u00e3o do mundo\u201d at\u00e9 meados do s\u00e9culo XVII. As cr\u00f4nicas compartilham registros de batalhas e escaramu\u00e7as, obitu\u00e1rios de figuras pol\u00edticas dos principais cl\u00e3s Irlandeses, \u00f3bitos e sucess\u00f5es episcopais, fen\u00f4menos pseudo-hist\u00f3ricos (relatos ficcionais, geralmente interpreta\u00e7\u00f5es alternativas de eventos-chave do per\u00edodo) e demarcam posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e eclesi\u00e1sticas. Seu foco principal s\u00e3o os acontecimentos da ilha da Irlanda, mas tamb\u00e9m assinalam eventos de Gales e do norte Brit\u00e2nico, assim como algumas entradas sobre o centro-sul Brit\u00e2nico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse ensaio, produzo um breve manual de consulta aos locais de origem e respectivas temporalidades dessas documenta\u00e7\u00f5es. N\u00e3o pretendo fazer uma investiga\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter cient\u00edfico, mas uma apresenta\u00e7\u00e3o formal do que s\u00e3o essas fontes e qual seu papel dentro da hist\u00f3ria da Irlanda. Os anais irlandeses constituem um itiner\u00e1rio pelo espa\u00e7o, pois foram constru\u00eddos em localidades distribu\u00eddas pela ilha da Irlanda, e pelo tempo, pois seus recortes temporais de registro dos acontecimentos s\u00e3o variados e multifacetados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses registros, como uma caracter\u00edstica da escrita em cr\u00f4nica, s\u00e3o identificados ano a ano a partir do <em>Anno Domini<\/em> (AD) para o per\u00edodo ap\u00f3s o nascimento de Cristo e do <em>Anno Mundi <\/em>(AM) para eventos anteriores a Cristo. Em termos de conte\u00fado, h\u00e1 uma varia\u00e7\u00e3o entre data\u00e7\u00f5es escolhidas pelos cronistas para a cria\u00e7\u00e3o do mundo por Ad\u00e3o at\u00e9 o ano 1616 AD. A tradi\u00e7\u00e3o dos anais irlandeses \u00e9 concebida a partir dos seguintes documentos:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><em>Chronicon Scotorum<\/em> (CS), escrita em Clonmacnoise por volta do s\u00e9culo XII em Latim, cujo manuscrito mais antigo \u00e9 de 1660, sua entrada final \u00e9 do ano de 1150;<\/li>\n<li><em>Anais de Tigernach<\/em> (AT, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Tiarnaigh<\/em>), redigidos provavelmente por Tigernach U\u00e1 Br\u00e1in (? \u2013 1088) em Clonmacnoise por volta de fins do s\u00e9culo XII, cobrem os eventos entre os anos de 766 e 973, est\u00e1 parcialmente em Irland\u00eas Antigo e parcialmente em Latim;<\/li>\n<li><em>Anais do Ulster <\/em>(AU, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Uladh<\/em>), produzidos na ilha de Ballymacmanus por volta do s\u00e9culo XV por Ruaidhr\u00ed \u00d3 Luin\u00edn (? \u2013 1528), relatam os anos entre 431 e 1540 e usam majoritariamente o Irland\u00eas com poucas entradas em Latim;<\/li>\n<li><em>Anais de Boyle<\/em> (AB, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Mhainistir na B\u00faille<\/em>), escritos no s\u00e9culo XIII em Boyle no idioma Irland\u00eas, com alguns registros em Latim, t\u00eam entradas at\u00e9 1253;<\/li>\n<li><em>Anais de Innisfallen <\/em>(AI, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Innis Faithlinn<\/em>), escritos em Irland\u00eas no s\u00e9culo XV, no monast\u00e9rio da ilha de Innisfallen em Lough Lane na regi\u00e3o de Munster, cobrem entre 433 e 1450;<\/li>\n<li><em>Anais de Connacht<\/em> (AC, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Connacht<\/em>), redigidos em Tuam entre o s\u00e9culo XV e XVI sob supervis\u00e3o do cl\u00e3 \u00d3 Duibhgeann\u00e1in em Irland\u00eas moderno, cobrem os anos entre 1224 e 1544;<\/li>\n<li><em>Anais de Loch C\u00e9<\/em> (ALC, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Lough C\u00e9<\/em>), escritos por volta da d\u00e9cada de 1560 sob observa\u00e7\u00e3o do cl\u00e3 MacDermott, em Loch C\u00e9, cobrem os eventos da regi\u00e3o de Connacht entre 1014 e 1590;<\/li>\n<li><em>Anais dos Quatro Mestres <\/em>(AQM, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la na gCeithre M\u00e1istr\u00ed<\/em>), escritos no s\u00e9culo XVII na abadia de Donegal, em Irland\u00eas moderno e Latim, com registros de 2242 AM at\u00e9 o 1616 AD;<\/li>\n<li><em>Anais de Clonmacnoise<\/em> (AClon, em Irland\u00eas, <em>Ann\u00e1la Chluain Mhic N\u00f3is<\/em>), produzidos por volta de 1660 em Ingl\u00eas moderno \u2013 uma tradu\u00e7\u00e3o dos <em>Anais de Connacht<\/em> com algumas men\u00e7\u00f5es originais \u2013 atribu\u00eddos a Conall MacGeoghegan, cobrem os anos at\u00e9 1408.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5253\" style=\"width: 321px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/05\/Locais-de-producao_Kaue.png\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5253\" class=\"wp-image-5253 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/05\/Locais-de-producao_Kaue-321x400.png\" alt=\"\" width=\"321\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/05\/Locais-de-producao_Kaue-321x400.png 321w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2023\/05\/Locais-de-producao_Kaue.png 481w\" sizes=\"auto, (max-width: 321px) 100vw, 321px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-5253\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1: Locais de produ\u00e7\u00e3o dos anais irlandeses medievais (produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria).<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem, tamb\u00e9m, documenta\u00e7\u00f5es amplamente derivadas dos registros cron\u00edsticos, mas com um formato liter\u00e1rio n\u00e3o-cron\u00edstico, s\u00e3o o <em>L\u00e9bor Gab\u00e1la \u00c9ireann<\/em> (<em>O Livros das Invas\u00f5es<\/em>) e o <em>Cog\u00e1dh Gaedhel re Gallaibh<\/em> (<em>As Guerras dos Irlandeses contra os forasteiros<\/em>). Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m menciono os <em>Anais Fragment\u00e1rios<\/em> e os <em>Anais de Roscrea<\/em> que, embora sejam registros em formato de cr\u00f4nica, n\u00e3o compartilham as mesmas fontes que os anais irlandeses principais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por ser uma tradi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, n\u00e3o existem evid\u00eancias de um \u00fanico grupo pol\u00edtico interessado na constru\u00e7\u00e3o dos anais irlandeses, entretanto, o historiador D\u00e1ibhi \u00d3 Cr\u00f3in\u00edn (1983) acredita que as mesas de P\u00e1scoa impulsionaram a fabrica\u00e7\u00e3o dos anais. Houveram consider\u00e1veis disputas eclesi\u00e1sticas sobre o c\u00f4mputo da P\u00e1scoa nessas mesas, com mais intensidade at\u00e9 664, quando parte das diverg\u00eancias encontraram um ponto de eclos\u00e3o no s\u00ednodo de Whitby. Tais disputas se deram entre a data\u00e7\u00e3o pelo m\u00e9todo irland\u00eas e aquela pelo m\u00e9todo romano, uma vez que a contagem do tempo pelo <em>Anno Mundi<\/em> era recha\u00e7ada pelos romanos e reconhecida pelos irlandeses. Ap\u00f3s Whitby, parte da cristandade irlandesa foi expulsa dos monast\u00e9rios ingleses. Os povos Ga\u00e9licos ainda mantiveram a P\u00e1scoa irlandesa at\u00e9 716, quando Iona come\u00e7ou a considerar a P\u00e1scoa romana. Nesse sentido, os anais irlandeses provavelmente figuraram como um elemento fortalecedor da perspectiva irlandesa de data\u00e7\u00e3o pascal. A quest\u00e3o pascal foi abandonada a partir de meados do s\u00e9culo VIII, mesmo assim, o reconhecimento do <em>Anno Mundi<\/em> continuou nos anais irlandeses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos eventos do in\u00edcio do medievo (431 \u2013 911) dos anais irlandeses foram registrados na chamada <em>Cr\u00f4nica da Irlanda<\/em>, o documento inaugural da tradi\u00e7\u00e3o. Essa cr\u00f4nica \u00e9 uma reconstitui\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica da sequ\u00eancia comum de todos esses anais at\u00e9 911. A <em>Cr\u00f4nica da Irlanda<\/em> foi escrita entre 431 e 740 no mosteiro de Iona (cujo nome nesse momento \u00e9 <em>Cr\u00f4nica de Iona<\/em>) e, ap\u00f3s 740, foi movida para Armagh, onde ficou at\u00e9 911. Em suma, a <em>Cr\u00f4nica da Irlanda<\/em> \u00e9 o ponto de partida dessa tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao menos no in\u00edcio do medievo, a Igreja dos Irlandeses n\u00e3o tinha um centro eclesi\u00e1stico \u00fanico. Embora Armagh tenha sido um centro de aprendizado relevante durante toda Idade M\u00e9dia, n\u00e3o exercia poder vertical sobre os outros monast\u00e9rios irlandeses. Nessa perspectiva, a organiza\u00e7\u00e3o da <em>paruchia<\/em> se destaca como um elemento fundamental dessa multiplicidade espacial e temporal dos anais irlandeses. A <em>paruchia<\/em> era um sistema eclesi\u00e1stico pr\u00f3prio da Irlanda, composta por diversos monast\u00e9rios aut\u00f4nomos espalhados pela ilha. Sua estrutura se evidencia nos anais irlandeses dado que eles se separaram em diversas localidades ap\u00f3s 911 e continuaram em textos com conte\u00fado divergente. Os textos, portanto, reproduzem essa autonomia eclesi\u00e1stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos registros dos anais irlandeses entre 431 e 911 simbolizam a recep\u00e7\u00e3o de outras cr\u00f4nicas do per\u00edodo pelos cronistas irlandeses. As cr\u00f4nicas de Eus\u00e9bio de Cesareia (260 \u2013 339), Jer\u00f4nimo de Estrid\u00e3o (342 \u2013 420), Paulo Or\u00f3sio (375 \u2013 420), Pr\u00f3spero da Aquit\u00e2nia (390 \u2013 455), Isidoro de Sevilha (560 \u2013 636) e Beda (673 \u2013 735) s\u00e3o citadas ou t\u00eam seus conte\u00fados inclu\u00eddos. Muitos dos eventos de fora da Irlanda s\u00e3o registrados nos anais irlandeses a partir dessas fontes. Por isso, ainda que esses anais sejam irlandeses em sua origem, t\u00eam conex\u00f5es globais com outras territorialidades se vistos a partir da recep\u00e7\u00e3o desses eruditos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Daniel McCarthy (1998), os anais irlandeses se separam em tr\u00eas grandes grupos: o grupo Clonmacnoise (AT e CS), o grupo Cluana (AU e AI) e o grupo Connacht (AC, ALC, AClon e AQM). Esses grupos constituem-se de tradi\u00e7\u00f5es independentes, embora com diversos elementos entrecruzados. Seu ponto principal de diferencia\u00e7\u00e3o de conte\u00fado s\u00e3o as entradas a partir de 911, quando os anais come\u00e7am a diferir seus registros, o que indica um momento de separa\u00e7\u00e3o entre as produ\u00e7\u00f5es documentais. Provavelmente em 911, ou logo depois, uma c\u00f3pia da ent\u00e3o <em>Cr\u00f4nica da Irlanda<\/em> foi movida para Clonmacnoise, o que evidencia a divis\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o em grupos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com exce\u00e7\u00e3o de dois anais (<em>AClon <\/em>e <em>AQM<\/em>), todos os anais come\u00e7am com as iniciais <em>K.I. <\/em>ou <em>K<\/em> (<em>Kalendas Ianuarii<\/em>, os calend\u00e1rios de janeiro) para referir ao ano descrito. Assim, os anais irlandeses s\u00e3o compostos por duas subtradi\u00e7\u00f5es. Em primeiro lugar, a subtradi\u00e7\u00e3o calendas, que seguia os <em>K.I.<\/em> baseados no calend\u00e1rio lunar romano. Em segundo lugar, a subtradi\u00e7\u00e3o real-can\u00f4nica, dos <em>AClon<\/em> e <em>AQM<\/em>, que tinham o objetivo maior de registro das sucess\u00f5es reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A continuidade da tradi\u00e7\u00e3o quintessencialmente medieval dos anais irlandeses at\u00e9 o s\u00e9culo XVII sugere como as fronteiras temporais entre o medievo e a modernidade s\u00e3o flex\u00edveis no caso irland\u00eas. O fim dessa tradi\u00e7\u00e3o de registro (1616 nos\u00a0 <em>AQM<\/em> e 1660 nos <em>AClon<\/em>) foi precedido pelo in\u00edcio da <em>plantation <\/em>inglesa no Ulster (1609), e pelas Guerras Confederadas Irlandesas (1641 &#8211; 1653), que marcam os primeiros confrontos entre Cat\u00f3licos e Protestantes na Irlanda. Em fun\u00e7\u00e3o da coloniza\u00e7\u00e3o for\u00e7ada dos Ingleses, estes eventos simbolizam o confisco da terra dos Irlandeses e, no aspecto cultural, da l\u00edngua Ga\u00e9lica. Os elementos identit\u00e1rios foram centrais tanto no nascedouro da tradi\u00e7\u00e3o cron\u00edstica pela perspectiva conectada com as ilhas Brit\u00e2nicas quanto no seu fim. Em s\u00edntese, o fim da tradi\u00e7\u00e3o de registro dos anais irlandeses sugere um lento processo de subalterniza\u00e7\u00e3o da identidade Irlandesa por aquela dos Ingleses, imposto por meio da coloniza\u00e7\u00e3o. A estrutura lingu\u00edstica dos <em>AClon<\/em>, por exemplo, \u00e9 uma evid\u00eancia, pois os anais est\u00e3o escritos j\u00e1 no Ingl\u00eas moderno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De forma geral, ainda se necessita de investiga\u00e7\u00f5es mais aprofundadas no campo das cr\u00f4nicas irlandesas \u2013 cujo esfor\u00e7o realizo em minha tese de doutoramento. Busco por conex\u00f5es com outras cr\u00f4nicas insulares a partir dos padr\u00f5es de conte\u00fado entre a <em>Cr\u00f4nica da Irlanda<\/em>, a <em>Cr\u00f4nica Anglo-Sax\u00f4nica <\/em>escrita por volta de 892 em Winchester, no reino de Wessex, e com os <em>Anais de Gales<\/em>, escritos em St. Davids, reino de Dyfed, at\u00e9 955. Com isso em mente, os anais irlandeses s\u00e3o uma tradi\u00e7\u00e3o f\u00e9rtil para investiga\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica pelo m\u00e9todo conectivo. Com diferentes localidades e momentos de produ\u00e7\u00e3o, sem d\u00favida, os registros dos anais irlandeses concebem um itiner\u00e1rio pela Irlanda no espa\u00e7o e no tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CHARLES-EDWARDS, T. M. <strong>The Chronicle of Ireland. <\/strong>Liverpool: Liverpool University Press, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DUMVILLE, David. GRABOWSKI, Kathryn. <strong>Chronicles and Annals of Mediaeval Ireland and Wales.<\/strong> Woodbridge: The Boydell Press, 1984.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DUMVILLE, David. On editing and translating medieval Irish Chronicles: the Annals of Ulster. <strong>Cambridge Medieval Celtic Studies<\/strong>, v. 10, 1985. p. 67-86.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EVANS, Nicholas. <strong>The Past and the Present in Medieval Irish Chronicles. <\/strong>Woodbridge: The Boydell Press, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MCCARTHY, Daniel P. <strong>The Irish Annals: <\/strong>their genesis, evolution and history. Dublin: Four Court Press, 1998.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MAC NIOCAILL, Gear\u00f3id. <strong>The Medieval Irish Annals.<\/strong> Dublin: Dublin Historical Association, 1975.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00daLTIPLOS AUTORES. <strong>CELT: Corpus of Electronic Texts of Medieval Ireland<\/strong> (University College Cork). Acessado em 15 de fevereiro de 2022. Dispon\u00edvel em &lt; <a href=\"https:\/\/celt.ucc.ie\/publishd.html\">https:\/\/celt.ucc.ie\/publishd.html<\/a> &gt;. (Cont\u00e9m a maioria dos anais aqui citados na \u00edntegra em tradu\u00e7\u00f5es para o Ingl\u00eas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NECKEL, Kau\u00ea J. A Cr\u00f4nica da Irlanda entre tradi\u00e7\u00f5es historiogr\u00e1ficas, cronol\u00f3gicas e manuscritas (740 &#8211; 911). Dossi\u00ea: Vis\u00f5es do tempo no medievo e a escrita da Hist\u00f3ria (org. por Elton Medeiros e Isabela Albuquerque). <strong>Revista Clio, <\/strong>v. 40, n. 2, 2022. p. 44-70.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00d3 CR\u00d3IN\u00cdN, D\u00e1ibhi. Early Irish annals from Easter tables: a case restated. <strong>Peritia<\/strong>, n. 2, 1983, p. 74-86.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SMYTH, A. P. The Earliest Irish Annals: Their First Contemporary Entries, and the Earliest Centres of Recording. <strong>Proceedings of the Royal Irish Academy, <\/strong>v. 72, 1972. p. 1-48.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Doutorando no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pesquisa os anais irlandeses, galeses e ingleses em sua tese de doutoramento, com foco no movimento da etnicidade a partir das repeti\u00e7\u00f5es dos conte\u00fados desses anais. Lattes: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/4026417535421365\">http:\/\/lattes.cnpq.br\/4026417535421365<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Publicado em 16 de maio de 2023.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como citar:<\/strong> NECKEL, Kau\u00ea J. Os Anais Irlandeses: Um itiner\u00e1rio pela Irlanda Medieval no espa\u00e7o e no tempo.\u00a0 <strong>Blog do POIEMA<\/strong>. Pelotas 16 mai 2023. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-os-anais-irlandeses-um-itinerario-pela-irlanda-medieval-no-espaco-e-no-tempo\/\">https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-os-anais-irlandeses-um-itinerario-pela-irlanda-medieval-no-espaco-e-no-tempo\/<\/a> Acessado em: data em que voc\u00ea acessou o artigo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Kau\u00ea J. Neckel[1] Na Irlanda Medieval floresceu uma cont\u00ednua tradi\u00e7\u00e3o de escrita da Hist\u00f3ria. Os chamados anais irlandeses variam em cronologia, mas constituem uma tradi\u00e7\u00e3o interconectada de cr\u00f4nicas do per\u00edodo. As passagens, repetidas entre as cr\u00f4nicas, v\u00e3o da \u201ccria\u00e7\u00e3o do mundo\u201d at\u00e9 meados do s\u00e9culo XVII. 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