{"id":4848,"date":"2022-12-08T12:00:05","date_gmt":"2022-12-08T15:00:05","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/?page_id=4848"},"modified":"2023-05-10T19:32:19","modified_gmt":"2023-05-10T22:32:19","slug":"texto-uma-curiosidade-por-vidas-alheias-minha-incursao-pelas-biografias-dos-troubadours-e-das-trobairitz","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-uma-curiosidade-por-vidas-alheias-minha-incursao-pelas-biografias-dos-troubadours-e-das-trobairitz\/","title":{"rendered":"Texto: Uma Curiosidade por Vidas Alheias? Minha incurs\u00e3o pelas biografias dos Troubadours e das Trobairitz"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\">Marcella Lopes Guimar\u00e3es (UFPR\/CNPq)<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0O t\u00edtulo \u201cbrinca\u201d com uma duplicidade que tem me acompanhado nos \u00faltimos anos, pelo menos desde que comecei a estudar um tipo espec\u00edfico de documentos. A primeira acep\u00e7\u00e3o da palavra vida \u00e9 mais imediata: a vida como exist\u00eancia emp\u00edrica e hist\u00f3rica, que evolui do nascimento de um ser at\u00e9 a sua morte. Mas reconhe\u00e7o que d\u00e1 para abrir essa compreens\u00e3o e empregar a palavra para aquelas exist\u00eancias que lemos e que, de repente, fazem parte da nossa vida. Algum personagem amado de um bom livro, de uma s\u00e9rie, de um mang\u00e1, anime&#8230;, que passa a ser uma refer\u00eancia e que tem \u2013 mesmo ficcional \u2013 uma exist\u00eancia para n\u00f3s. Ent\u00e3o, nos dois casos, parece que vida se cola com exist\u00eancia, quer uma exist\u00eancia de carne e osso, quer uma exist\u00eancia de papel ou das virtualidades de nossa vida hodierna. Voltando \u00e0 duplicidade que me acompanha, <em>vida<\/em> \u00e9 tamb\u00e9m o nome de alguns documentos hist\u00f3ricos. Na minha pesquisa, recebe o nome de <em>vida<\/em> \u2013 e agora quando me referir a essa acep\u00e7\u00e3o, ela vai sempre em it\u00e1lico no texto \u2013 aos textos biogr\u00e1ficos que introduzem a obra dos poetas \u2013 homens e mulheres, <em>troubadours<\/em> e <em>trobairitz<\/em> \u2013 em reuni\u00f5es muito especiais de poemas medievais: os cancioneiros. At\u00e9 hoje, o sentido de cancioneiro n\u00e3o mudou. Se voc\u00ea abrir o dicion\u00e1rio, vai perceber que cancioneiro segue sendo uma reuni\u00e3o de can\u00e7\u00f5es e\/ou poemas. No caso dos cancioneiros a que me refiro, s\u00e3o reuni\u00f5es em livro, cujas p\u00e1ginas s\u00e3o pergaminho, que \u00e9 um suporte de origem animal sobre o qual letrados medievais \u2013 sobretudo no ocidente latino \u2013 escreviam. N\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o houvesse papel, e mesmo n\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o tenha havido cancioneiros em papel, mas o uso do papel era muit\u00edssimo raro nesse per\u00edmetro cultural em que a poesia dos poetas foi concebida e, depois, compilada: entre o sul da Fran\u00e7a e a Pen\u00ednsula It\u00e1lica. Antecipo uma quest\u00e3o: \u2013 <em>Vida<\/em>, assim mesmo, escrito em portugu\u00eas?! De fato, o substantivo vida em portugu\u00eas tamb\u00e9m tem entre seus sentidos a biografia, mas no caso dos cancioneiros que eu estudo, a palavra vida, assim bem igual ao portugu\u00eas, est\u00e1 mesmo em occitano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Esses cancioneiros a que me refiro reuniram a obra po\u00e9tica das <em>trobairitz<\/em> e dos <em>troubadours<\/em>, concebidas no dom\u00ednio lingu\u00edstico occitano, no dialeto <em>limousin<\/em>. Ent\u00e3o, na regi\u00e3o que chamamos de Fran\u00e7a hoje, no momento em que essa poesia floresceu e se desenvolveu \u2013 entre os s\u00e9culos XII e XIII \u2013, o franc\u00eas n\u00e3o era a \u00fanica l\u00edngua falada l\u00e1 por todo mundo. O poeta florentino Dante Alighieri (1265-1321) escreveu um livro sobre os falares n\u00e3o latinos de sua \u00e9poca, bem importante para o reconhecimento da l\u00edngua occitana (o livro se chama <em>De Vulgari Eloquentia<\/em>). Sua atitude n\u00e3o foi de reprimir a express\u00e3o desses falares, em rela\u00e7\u00e3o a uma l\u00edngua t\u00e3o prestigiada para a comunica\u00e7\u00e3o elevada e mesmo para a comunica\u00e7\u00e3o internacional, como o latim. Sua inten\u00e7\u00e3o foi dizer que esses falares, filhos do latim, eram uma express\u00e3o aut\u00eantica, sincera e que j\u00e1 abrigavam as condi\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas para fazer nascer a poesia! Dante foi um incr\u00edvel poeta e ele tamb\u00e9m \u201cse exercitou\u201d em uma l\u00edngua jovem. Pois Dante, que era um grande f\u00e3 dos trovadores do sul da Fran\u00e7a, batizou algumas l\u00ednguas usando como crit\u00e9rio a maneira de afirmar, ou seja, de dizer o sim. Ent\u00e3o, o franc\u00eas da \u00e9poca dele, falado mais ao norte do reino, era a l\u00edngua <em>d\u2019oil <\/em>e a l\u00edngua dos trovadores, falada ao sul, a l\u00edngua <em>d\u2019oc<\/em>. Ali\u00e1s, por causa da l\u00edngua, toda uma regi\u00e3o da Fran\u00e7a foi identificada: a Occit\u00e2nia. Se voc\u00ea olhar um mapa da Fran\u00e7a atual, vai ver que existe at\u00e9 hoje uma regi\u00e3o chamada Occit\u00e2nia. \u00c9 claro que os limites mudaram desde o s\u00e9culo XII, XIII&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Ent\u00e3o, j\u00e1 h\u00e1 alguns anos, eu estudo biografias de poetas, chamadas de <em>vidas<\/em>, escritas em uma l\u00edngua que vem do latim, chamada occitano. Essas biografias encontram-se em cerca de vinte cancioneiros que tamb\u00e9m re\u00fanem a poesia desses homens e mulheres. Entre os s\u00e9culos XII e XIII floresceu, no sul da Fran\u00e7a, uma poesia original que teve na sua ess\u00eancia uma concep\u00e7\u00e3o de amor, chamada de <em>fin\u2019amor<\/em>, que podemos traduzir como amor verdadeiro. Veja, n\u00e3o se trata de amor verdadeiro no sentido do sucedido. Estou falando aqui de poesia. O <em>fin\u2019amor<\/em> \u00e9 uma rede de conversa\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias que transcende os constrangimentos da vida emp\u00edrica e hist\u00f3rica dos homens e mulheres que cultivaram a poesia. Por meio do <em>fin\u2019amor<\/em>, eles e elas manifestaram o desejo, a espera e o \u201cdeleite\u201d e isso foi extraordin\u00e1rio, pois, por meio dessa cria\u00e7\u00e3o \u2013 destaco: original! \u2013 homens e mulheres falaram de igual para igual em uma sociedade mis\u00f3gina. Tenho um respeito reverente e um encantamento por essa poesia. A poesia desses homens e mulheres se difundiu muito. Dante os conheceu na sua It\u00e1lia e eles e elas j\u00e1 estavam mortos h\u00e1 d\u00e9cadas. Muitas pessoas valorizaram essa poesia a ponto de financiar a confec\u00e7\u00e3o de cancioneiros para guardar a mem\u00f3ria da obra e de quem esses poetas foram.<\/p>\n<div id=\"attachment_4850\" style=\"width: 282px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/Imagem1ash.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4850\" class=\"wp-image-4850 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/Imagem1ash-282x400.jpg\" alt=\"\" width=\"282\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/Imagem1ash-282x400.jpg 282w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/Imagem1ash.jpg 388w\" sizes=\"auto, (max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4850\" class=\"wp-caption-text\">P\u00e1gina do cancioneiro K (BNF, fr. 12473). Vida de Arnaurt Daniel na parte inferior da 1\u00aa coluna, iniciada com a capitular A, em vermelho. Arnaut Daniel era um dos trovadores preferidos de Dante Alighieri [https:\/\/gallica.bnf.fr\/ark:\/12148\/btv1b60007960\/f127.item]<\/p><\/div>Tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas do que est\u00e1 em vermelho na imagem acima:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 160px; text-align: justify;\">Arnaut Daniel foi da mesma regi\u00e3o do senhor Arnaut de Maroill, da diocese de P\u00e9rigord, de um castelo chamado Rib\u00e9rac, e foi um gentil homem. Aprendeu bem as letras e se deleitava em compor. E abandonou as letras e se fez jogral, e tomou uma maneira de compor em rimas ricas, por isso suas cantigas n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis de compreender e de aprender.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 160px; text-align: justify;\">E amou uma alta dama da Gasconha, mulher do monsenhor Guilherme de Bouvilla, mas n\u00e3o se imagina que a dama lhe tenha honrado no direito do amor, pelo que ele diz:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 160px; text-align: justify;\">Eu sou Arnaut que amasso o ar<br \/>\nE ca\u00e7o a lebre com o boi<br \/>\nE nado contra a mar\u00e9<br \/>\n(GUIMAR\u00c3ES, 2021, p. 57).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Eu leio a poesia dos <em>troubadours<\/em> e das <em>trobairitz<\/em> h\u00e1 muitos anos&#8230;\u00a0 mas s\u00f3 conheci as biografias em 2014. Desde ent\u00e3o, passei a estud\u00e1-las com todo interesse. Realizei alguns exerc\u00edcios de tradu\u00e7\u00e3o, mostrei para v\u00e1rias pessoas e apresentei em eventos. Meu objetivo, nesse primeiro momento, foi testar escolhas e m\u00e9todos. Como comecei a trabalhar? Eu comecei a distinguir preposi\u00e7\u00f5es, artigos, conjun\u00e7\u00f5es, verbos, comparando o texto em prosa das <em>vidas<\/em> \u00e0 poesia que eu conhecia bem; tamb\u00e9m usei tradu\u00e7\u00f5es em franc\u00eas, em ingl\u00eas e em castelhano, para construir um dicion\u00e1rio pessoal. At\u00e9 o livro que publiquei em 2021, n\u00e3o havia uma tradu\u00e7\u00e3o integral dessas 101 biografias de poetas em portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Essas biografias podem ser mais ou menos pr\u00f3ximas do sucedido aos poetas. Como assim? \u00c9 que os bi\u00f3grafos (conhecemos a identidade de apenas dois bi\u00f3grafos) usaram como fontes principais a poesia dos <em>troubadours<\/em> e das <em>trobairitz<\/em>. Ent\u00e3o, essas biografias s\u00e3o biografias liter\u00e1rias. Podemos encontrar muito do sucedido nelas, mas quando a gente l\u00ea tudo fica muito claro que o sucedido n\u00e3o foi o objetivo principal da escrita. Essa escrita tinha por objetivo animar a mem\u00f3ria, no melhor sentido de insuflar o esp\u00edrito novamente! Esses homens e essas mulheres poetas estavam mortos, sua exist\u00eancia tinha sido atravessada por eventos dram\u00e1ticos, como a Cruzada Albigense, a expans\u00e3o violenta da monarquia francesa (e da l\u00edngua francesa&#8230;), mas sua obra tinha sido um sucesso, difundiu-se, influenciou outras obras e havia os f\u00e3s, como Dante! Ent\u00e3o, quem pagou caro e mandou fazer esses livros lindos, todos coloridos, l\u00e1 na It\u00e1lia, onde parece que havia de fato muitos f\u00e3s dessa poesia, achou importante haver um texto introdut\u00f3rio que preparasse a aprecia\u00e7\u00e3o da poesia. Esse texto s\u00e3o as <em>vidas<\/em>! Elas se separam da p\u00e1gina porque foram escritas com tinta vermelha, enquanto os poemas, com tinta preta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0As <em>vidas<\/em> s\u00e3o textos t\u00e3o \u201ccoloridos\u201d quanto \u00e0s p\u00e1ginas dos cancioneiros, no sentido da diversidade de acontecimentos que abrigam. Existem biografias mais sint\u00e9ticas, que trazem informa\u00e7\u00f5es sobre a origem do poeta, que mencionam os g\u00eaneros de sua obra, seus amores e que d\u00e3o algumas informa\u00e7\u00f5es sobre as redes de prote\u00e7\u00e3o do seu modo de viver, mas h\u00e1 outras, que chamei de biografias de enredo, que s\u00e3o quase como contos protagonizados pelas poetas e pelos poetas! Uma das mais cheias de eventos \u00e9 sem d\u00favida a do trovador do <em>coeur mang\u00e9<\/em>, Guilherme de Cabestaing, que viveu no s\u00e9culo XIII. Ali\u00e1s, dele, n\u00e3o h\u00e1 s\u00f3 uma vers\u00e3o da <em>vida<\/em>, mas v\u00e1rias. Escolho uma delas, do cancioneiro K:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 160px;\">Guilherme de Cabestaing foi um cavaleiro da regi\u00e3o de Roussillon, vizinha da Catalunha e de Narbona. Muito gracioso e prezado em armas, em servir e na cortesia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 160px;\">Na sua regi\u00e3o, havia uma dama de nome Saurimonde, mulher do senhor Raimundo de Castelo-Roussillon, que era muito rico e nobre e mau e bruto e cruel e orgulhoso. E Guilherme de Cabestaing amava a dama por amor e cantava e fazia suas cantigas sobre ela. E a dama, que era jovem, gentil, bela e cativante, queria-lhe bem mais que a qualquer coisa no mundo. E [isto] foi dito a Raimundo de Castelo-Roussillon; e ele, como homem irado e ciumento, inquiriu o fato, soube que era verdadeiro e fez guardar fortemente a mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 160px;\">E um dia, Raimundo de Castelo-Roussillon encontrou Guilherme passando sem grande companhia e o assassinou, tirando-lhe o cora\u00e7\u00e3o do corpo e fazendo um escudeiro port\u00e1-lo \u00e0 sua morada, e o fez assar apimentado, dando-o para a sua mulher comer. E quando a dama comeu o cora\u00e7\u00e3o do senhor Guilherme de Cabestaing, o senhor Raimundo lhe disse o que fez. E ela, quando ouviu, perdeu a vista e a audi\u00e7\u00e3o. Quando tomou novo alento, ela disse: \u201cSenhor, v\u00f3s me haveis dado uma t\u00e3o boa refei\u00e7\u00e3o que jamais comerei outra\u201d . E quando ele ouviu isso, correu at\u00e9 a sua espada, querendo atingi-la na cabe\u00e7a, mas ela se foi at\u00e9 a sacada e se deixou cair e morreu.(GUIMAR\u00c3ES, 2021, p. 101)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0O tema do <em>coeur mang\u00e9<\/em> \u00e9 um dos mais longevos do cancioneiro occitano. H\u00e1 verdade nessa hist\u00f3ria macabra? Muito pouca e n\u00e3o sabemos por que essa hist\u00f3ria, que remonta a outras culturas, veio encarnar na biografia do Cabestaing&#8230; O que sabemos \u00e9 que, diferente da forma como a longevidade da hist\u00f3ria vai acabar por transform\u00e1-la, \u00e9 no cancioneiro occitano que o tema est\u00e1 ligado ao <em>fin\u2019amor<\/em>. Escrevi a respeito em um excelente livro organizado por amigos meus e intitulado: <em>Crises, Epidemias e Fomes: Mem\u00f3rias da Idade M\u00e9dia<\/em> (2021).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0Depois de ter publicado <em>As vidas dos trovadores: quem foram esses homens e mulheres que cantaram o amor<\/em>, em 2021, eu continuei a explorar as biografias, propondo a esse conjunto documental novas perguntas historiogr\u00e1ficas. Essas <em>vidas<\/em> se relacionam de forma muito original com a poesia das <em>trobairitz<\/em> e dos <em>troubadours<\/em>. Elas s\u00e3o um cap\u00edtulo da hist\u00f3ria da leitura e da aprecia\u00e7\u00e3o da poesia occitana, pois o bi\u00f3grafo aproveita a obra po\u00e9tica deles e delas para criar a sua narrativa, mas elas tamb\u00e9m entregam um conjunto de escolhas que naquela altura definiram como a pessoa e o indiv\u00edduo poderiam ser escritos. Tamb\u00e9m escrevi sobre isso, na segunda parte da obra, quando me propus a realizar uma primeira incurs\u00e3o cr\u00edtica pelas <em>vidas<\/em>, depois de t\u00ea-las traduzido. Essa incurs\u00e3o me levou a uma compreens\u00e3o mais alargada das biografias, sem saciar \u2013 nem chegou perto! \u2013 a minha curiosidade sobre elas e eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FERNANDES, Fabiano; SCHMITT, Juliana; NASCIMENTO, Renata Cristina de Sousa (Orgs.)\u00a0 <em>Crises, Epidemias e Fomes: Mem\u00f3rias da Idade M\u00e9dia<\/em> [recurso eletr\u00f4nico] \/ Fabiano Fernandes; Juliana Schmitt; Renata Cristina de Sousa Nascimento (Orgs.) &#8212; Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GUIMAR\u00c3ES, Marcella Lopes. As vidas dos trovadores medievais: quem foram esses homens e mulheres que cantaram o amor. Curitiba: Ed. M\u00e1quina de escrever, 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Doutorado em Hist\u00f3ria pela UFPR (<a href=\"mailto:marcella974@gmail.com\">marcella974@gmail.com<\/a>). Link do lattes: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/6266619466834133\">http:\/\/lattes.cnpq.br\/6266619466834133<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Publicado em 08 de Dezembro de 2022.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como citar:<\/strong> GUIMAR\u00c3ES, Marcella Lopes. Uma Curiosidade por Vidas Alheias? Minha incurs\u00e3o pelas biografias dos Troubadours e das Trobairitz. <strong>Blog do POIEMA<\/strong>. Pelotas: 08 dez. 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-uma-curiosidade-por-vidas-alheias-minha-incursao-pelas-biografias-dos-troubadours-e-das-trobairitz\/. Acesso em: data em que voc\u00ea acessou o artigo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CURTIU O TEXTO? VOC\u00ca TAMB\u00c9M PODER\u00c1 GOSTAR DE:<\/strong><\/p>\n<p><center><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-do-balancar-de-penas-ao-entoar-cantigas-os-prestigios-dos-troubadours-e-dos-minnesanger\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4089 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1-200x200.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1-750x750.png 750w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/05\/13-1.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a>\u00a0 <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-entre-eddas-y-sagas-el-mundo-literario-del-norte-medieval\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4843 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26-200x200.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26-750x750.png 750w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/11\/Artes-dos-Textos-26.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a>\u00a0 <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/texto-a-lei-e-os-mecanismos-juridicos-medievais-como-objetos-de-estudo-um-breve-balanco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4877 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24-200x200.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24-200x200.png 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24-400x400.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24-1024x1024.png 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24-768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24-750x750.png 750w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/poiema\/files\/2022\/12\/24.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcella Lopes Guimar\u00e3es (UFPR\/CNPq)[1] \u00a0 \u00a0O t\u00edtulo \u201cbrinca\u201d com uma duplicidade que tem me acompanhado nos \u00faltimos anos, pelo menos desde que comecei a estudar um tipo espec\u00edfico de documentos. 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